Deu gain – Suzano (SUZB3) ganho em dose dupla

suzano

Deu gain – Suzano (SUZB3) ganho em dose dupla

Dizem que ‘’tudo que é bom vem em dobro’’. Foi exatamente isso que aconteceu no pregão de hoje (19/01/18), fomos brindados com duas operações vencedoras usando como ‘’base’’ o mesmo ativo. No caso, Suzano Papel (SUZB3).

Suzano (assim como Fibria), é conhecida pela resiliência em momentos de alta do dólar, que afeta sua receita de maneira positiva quando a moeda americana sobe.

Do ano passado para cá, mesmo com o dólar não subindo, as ações FIBR3 e SUZB3 experimentam uma ótima alta, principalmente em função da melhoria das empresas e das elevações dos preços da celulose no mercado internacional. Ontem mesmo (18/01), a Fibria anunciou um reajuste de US$30 por tonelada de celulose para a América do Norte e Europa.

Proteção em momentos de alta do dólar e melhoria operacional são dois fatores que justificam a presença tanto de FIBR3, quanto de SUZB3 no nosso radar tanto para operações de curto prazo. Além claro, para recomendações de médio prazo.

As recomendações em SUZB3

Na semana passada SUZB3 acionou o nosso alarme, abrindo espaço para uma compra Swing Trade e uma operação Long&Short.

Operação de compra Swing Trade em SUZB3

No gráfico diário do dia 09/01/2018, o ativo estava tentando reverter tendência de baixa para alta. Os preços já trabalhavam acima da MME9 e MME21. Já o OBV, estava ascendente e rompendo sua resistência mostrando força dos compradores.

A oportunidade de compra foi enviada aos nossos clientes em 19,12 com expectativa de pivot de alta e reversão de tendência de baixa para alta.

Gráfico de SUZB3

A perspectiva de reversão para alta do ativo concretizou-se e hoje, tivemos o alvo da operação atingido nos 21,19. Dessa forma, quem seguiu a recomendação obteve um lucro de 10,83%.

Operação Long&Short SUZB3 x BOVA11

No dia 08/01/18, o ratio entre SUZB3 x BOVA11 estava trabalhando em uma zona de suporte. Já o HiLo ascendente e formando um fundo duplo. A confirmação desse fundo duplo, poderia fazer com que o ratio voltasse a trabalhar na casa dos 0,271.

Dessa forma, foi enviada uma recomendação de entrada na operação para os nossos clientes, tendo na ponta Long (comprada) SUZB3 e na ponta Short (vendida) BOVA11. O ratio da recomendação era de 0,2477.

No dia 18/01/18 recomendamos a redução da operação no ratio de 0,259 e, finalmente, hoje (19/01/18), quando o ratio perdeu força recomendamos o encerramento da operação no ratio de 0,2719. O ganho final da operação foi de 7,06%.

Lembrando que a operação Long&Short pode ser feita de forma alavancada. Isso é possível colocando-se ativos de renda fixa, dinheiro ou ações em garantia.

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Onde investir em 2018

onde investir em 2018

Onde investir em 2018

Conheça as perspectivas para esse ano e saiba onde investir em 2018

Que ano tivemos em 2017!

A Bolsa fechou o ano com alta de 26,86%, a economia segue em recuperação (mesmo que moderada), a inflação se mantém incrivelmente baixa e a Selic está em 7% ao ano (devendo cair para 6,75% na próxima reunião do Copom). O cenário não é o “melhor dos mundos”, mas pensando bem, quando é?!

Apesar de todos os problemas – acredito que nem é preciso citar – saímos de 2017 melhores (para os otimistas) ou menos piores (para os pessimistas) do que estávamos há dois anos, por exemplo.

Além da Bolsa, tivemos uma boa performance de Fundos Multimercados e Imobiliários (em recuperação desde 2016), as empresas divulgaram balanços melhores do que no ano passado, enfim, pouca coisa deu errado para quem investiu (de forma correta) em 2017.

Se a melhora dos mercados e indicadores do ano passado para cá foi uma antecipação dos números atuais (o que é provável), a pergunta que fica é: como será 2018?

Diferente de outras casas do mercado, não perdemos tempo tentando “adivinhar” os números da economia, mas sim, projetando diferentes cenários, para que possamos agir (recomendar) de acordo com esses cenários. Dessa forma, quando erramos, nosso custo de oportunidade ou prejuízo é pequeno, e quando acertamos, costumamos recomendar oportunidades onde foi possível ganhar muito dinheiro.

A intenção desse relatório é falarmos, individualmente, de diferentes tipos de investimentos, que são contemplados em nossos produtos de acordo com o cenário que consideramos o provável para 2018.

Em relação aos fatores macroeconômicos, de maneira resumida, esperamos o seguinte:

Juros

Juros devem baixar para 6,75% na próxima reunião do Copom e, quem sabe, 6,50% (com uma possível, mas improvável, aprovação da reforma da previdência em fevereiro). Acreditamos que estamos perto de um ”piso”, mas que os juros devem continuar baixos durante, pelo menos, os próximos 24 meses.

Inflação

A inflação (IPCA) deve fechar 2017 na casa dos 2,85% a 3%, patamar que consideramos um piso. Por mais que projetemos cenários diferentes, entendemos que a inflação deve voltar a subir:

Crises externas: o dólar subiria e a inflação também;

Economia melhorando: inflação subiria;

Economia piorando: aumentaria a chance de alguma ação ‘’populista’’ do governo, o que também elevaria a inflação.

Não estamos sendo pessimistas, pelo contrário. A inflação dever permanecer baixa durante um bom tempo, mas entendemos que, para a inflação cair mais, o cenário teria que permanecer o mesmo de agora. E isso não deve acontecer.

PIB

Acreditamos que a economia deva continuar crescendo moderadamente. Não esperamos uma alta no PIB maior do que 3% em 2018, mas isso não anula as muitas oportunidades que teremos, mesmo com esse baixo crescimento.

Reformas e Privatizações

“Ou vai ou racha”. O Estado não tem mais dinheiro e aumentar impostos parece ainda mais improvável do que aprovar alguma reforma, seja em 2018 ou 2019.

Eleições/Política

Ainda é cedo para falar, mas olhando as articulações sendo feitas hoje, ou seja, excluindo o que se considera ”ponta esquerda” ou o que se considera ”ponta direita”, o caminho deve ficar aberto para alguém do centro. Não falamos de desejos, mas do que estamos vendo.

Cenário internacional

O mundo continua com um crescimento moderado (o que é positivo), e isso vale para todos: EUA, Zona do Euro, Japão, China, etc. A notícia ruim é que boa parte desse crescimento é creditado aos Bancos Centrais, que não param de imprimir dinheiro. Um dia esse movimento terá que parar, o que deve levar o mundo a uma nova crise. Por hora, isso não parece uma tendência.

Onde investir

Com este cenário, vamos ao que interessa: Onde Investir e qual o cenário dos principais investimentos em 2018.

Títulos atrelados à Selic ou ao CDI (Fundos de Renda Fixa, LCIs, LCAs, CDBs, LCs, etc)

Já estamos vendo Títulos de Renda Fixa pagarem um pouco melhor do que há seis meses. Já temos alguns pagando 110%, 115% ou 130% do CDI. Entre os investidores de perfil conservador, esses investimentos farão parte de boa parte da Carteira. E, mesmo para investidores de perfil moderado ou agressivo, o percentual desses ativos ainda está relativamente alto, para aproveitar uma possível queda na Bolsa de Valores ou oportunidades em Títulos Prefixados e atrelados à inflação.

Títulos Prefixados e Atrelados à Inflação

Nossa exposição nessas categorias de Títulos foi relativamente baixa a partir junho de 2017. Considerando o ano passado, a nossa maior participação nesses tipos de Títulos foi através do Fundos Multimercados.

Levando em conta o nosso cenário, em que os juros e a inflação devem subir em 2018, deveremos ter algumas oportunidades interessantes e, provavelmente, aumentaremos a recomendação de exposição nesses Títulos no decorrer do ano que vem.

Fundos Multimercados

Os Multimercados foram o nosso investimento preferido nos últimos 24 meses. Muitos Fundos novos, Fundos reabrindo para captação e a possibilidade de recomendar excelentes gestoras contribuíram para essa preferência.

A combinação dos fatores acima, com a queda na Taxa de Juros, resultou em ótimos retornos. Não foram poucos os exemplos de Fundos rendendo acima de 160% de CDI em 24 meses e alguns, inclusive, rendendo acima de 200% do CDI em 2017.

Além disso, tivemos vários Fundos com boa exposição em Bolsa de Valores e investimentos no exterior que também performaram muito bem.

Por hora, não faremos nenhuma alteração na participação dos Multimercados em nossas Carteiras. Acreditamos que os ajustes frente a esse cenário serão feitos pelos gestores, mas já estamos com nossos “radares ligados” em busca de Títulos que possam render tão bem quanto os Multimercados.

Investimentos no Exterior e COEs

Fundos de Investimentos no Exterior estão entre os nossos favoritos para Carteiras com perfil moderado. Apesar do crescimento moderado dos principais países da Zona do Euro, da Ásia e dos EUA, o mercado de ações lá fora continua muito promissor.

Além disso, seguiremos com as recomendações de COEs (Certificados de Operações Estruturadas). Para quem ainda não conhece, o COE nos dá a possibilidade de entrar em um investimento com ganho ilimitado e, se no vencimento tiver dado prejuízo, o investidor recebe o valor investido de volta.

Fundos Imobiliários

No geral, o cenário do mercado imobiliário segue complicado. Os preços de imóveis e alugueis nos principais centros do país seguem em queda e aquele cenário de financiamento imobiliário abundante parece ter ficado para trás.

Por outro lado, os investidores que entraram ou voltaram ao mercado imobiliário, no ano passado, encontraram uma série de boas oportunidades, especialmente, para quem comprou Fundos Imobiliários.

Ainda temos uma serie de Fundos, cujos imóveis possuem baixa vacância, bom pagamento de rendimentos e valor de mercado abaixo do valor patrimonial, ou seja, cotados em Bolsa por um valor menor que o seu patrimônio.

Seguimos conservadores nas recomendações, mas otimistas com os Fundos que têm esse perfil.

Bolsa de Valores, Carteiras de Ações, Fundos de Investimentos em Ações

Continuamos otimistas com o mercado acionário, não só pela continuidade da Taxa de Juros em patamares baixos, mas também pelo forte crescimento que algumas empresas terão, mesmo com um baixo crescimento do PIB.

Prova disso, foi a divulgação dos balanços do terceiro trimestre, com algumas empresas elevando fortemente suas receitas, lucros e margens. Além disso, tivemos várias empresas que, mesmo em um cenário adverso (como o que tivemos nos últimos anos), conseguiram aumentar participação de mercado e diminuir seu endividamento.

Nossas recomendações, através de fundos e ações de empresas que devem continuar crescendo, estão diversificadas em diferentes setores, dentre os quais podemos destacar concessões rodoviárias, serviços financeiros, petróleo, bens de capital, educação e consumo discricionário.

Além disso, acreditamos que a tendência de reversão para cima na Taxa Selic pode ajudar setores como o de seguros, que sofreu fortes perdas financeiras com o ciclo de baixa da Selic.

Na ponta conservadora, seguimos de olho em empresas do setor de energia e, caso tenham alguma correção do mercado, estão no nosso radar empresas com forte correlação ao dólar, como Fibria e Suzano, ambas do setor de papel e celulose.

Lembrando que, para operações de curto prazo, as nossas recomendações levam em conta, basicamente, a Análise Técnica. Dessa forma, os fatores que vimos nesse artigo têm baixa relevância para as análises e recomendações baseadas nesta metodologia.

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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E-book Previdência Privada e Seguros de Vida

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O que é Previdência Privada?

Previdência Privada é uma solução complementar à Previdência Social. Com ela, você economiza pequenos valores periodicamente e proporciona um futuro mais seguro e confortável para você e sua família.

Apesar de ser um investimento facultativo, a Previdência Privada é, hoje, uma alternativa bastante procurada pelos brasileiros, com o objetivo de complementação de renda.

Todos os Planos de Previdência Privada são fiscalizados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do Governo Federal.

Como escolher um Plano de Previdência?

Para contratar um Plano de Previdência Privada de acordo com o seu perfil é necessário seguir 3 passos importantes, que estão detalhados abaixo.

O primeiro deles é a escolher a modalidade (PGBL ou VGBL), o segundo é escolher o regime de tributação (Tabela Progressiva ou Regressiva), e o terceiro é identificar a modalidade de plano ideal (Renda Fixa, Multimercado ou Fundo Dinâmico).

Por que é importante comparar?

A grande maioria dos fundos de previdência distribuídos em larga escala, possuem retorno abaixo do CDI e altas de taxas, tanto de administração, quanto de carregamento. De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), no histórico dos últimos 5 anos até o dia 26 de setembro de 2016, apenas 11,1% dos fundos de planos de previdência conseguiram superar o CDI. Esse dado mostra a importância do investidor de sempre comparar para encontrar os melhores planos para aplicar. Por isso é importante:

-Buscar planos compatíveis com seus objetivos;

-Pesquisar e escolha planos com taxa de carregamento zero;

-Escolher planos com taxa de administração menor que 1,5% na renda fixa e 3% nos compostos;

-Dar atenção para a rentabilidade e histórico do fundo e da instituição;

-Considerar seriamente a portabilidade.

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E-book Investimentos no Exterior

E-book Investimentos no Exterior

Da mesma forma que os investimentos em Ouro e Dólar são considerados ‘’portos seguros’’, diversos ativos financeiros de vários países do mundo também são muito seguros, além de rentáveis – especialmente os investimentos feitos nos EUA. Cada vez mais investidores têm se atentado a isso e já consideram os investimentos no exterior como parte importante da diversificação na montagem de sua carteira de investimentos. Confira como investir no exterior.

A outra opção, com maior eficiência fiscal e utilizada por investidores de alto patrimônio, é a abertura de uma empresa no exterior (“offshore”) que permite o diferimento de pagamento de imposto de renda até a repatriação dos recursos.

A seguir, vamos detalhar as duas opções de investimentos no exterior, deixando o dinheiro no Brasil e enviando o dinheiro para fora.

Como investir no exterior?

Existem, basicamente, duas maneiras de se investir no exterior: enviando recursos para fora ou comprando produtos no Brasil que invistam no exterior.

Se o investidor optar por deixar os recursos no Brasil, ele pode investir, por exemplo, em fundos de investimento “multimercado” ou de “investimento no exterior”.

Ao mandar os recursos para exterior, o investidor pode abrir uma conta pessoa física fora do Brasil. Mas com isso, passa a ser obrigado a recolher mensalmente o IR devido sobre os rendimentos (carnê-leão).

  • Fundos
  • Ações
  • dolar
  • investimentos
  • fiis
  • moedas
  • renda
  • fixa

Fundos de investimentos internacionais

Os fundos de investimentos internacionais investem recursos no exterior. Através desses fundos, é possível investir em ativos estrangeiros, como ações americanas, títulos do governo americano, ações europeias e até ativos brasileiros negociados no exterior.

Investir nesse tipo de fundo é a maneira mais fácil de investir em ativos no exterior, com custo baixo, sendo uma ótima oportunidade de diversificação de carteira com boa liquidez no caso de resgates.

A emissão desse instrumento poderá ser feita em duas modalidades:

A.Valor Nominal Protegido: quando há garantia do valor principal investido.

  1. Valor Nominal em Risco: quando há possibilidade de perda até o limite do capital investido.

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E-book COE

E-book COE

Já pensou em combinar a proteção oferecida pela renda fixa com a possibilidade de ganhos mais robustos proporcionada pela renda variável? Conheça o COE .

COE – Certificado de Operações Estruturadas

Já pensou em combinar a proteção oferecida pela renda fixa com a possibilidade de ganhos mais robustos proporcionada pela renda variável?

Essa é a proposta do COE, um tipo investimento que permite acessar retornos de diversos ativos nacionais ou internacionais, como commodities, ações, moedas, ETFs e índices.  Lançado em 2014 no Brasil, é considerado a versão brasileira das Notas Estruturadas, muito populares na Europa e nos Estados Unidos desde a década de 90.

O COE é sempre emitido por um banco e existe em duas modalidades:

Valor Nominal Protegido: quando há garantia do valor principal investido.

Valor Nominal em Risco: quando há possibilidade de perda do capital investido.

Conclusão

O COE é uma excelente forma de diversificação de investimentos. Por não ser um investimento que fica ‘’sempre aberto’’ para novas aplicações, precisamos investir no momento que o COE for ofertado. Normalmente essas ofertas ocorrem todo início de mês e possuem uma grande diversificação entre os tipos de ativos que vão compor as carteiras de cada um. Se ficou com alguma dúvida, fale com a gente.

Não custa lembrar: esse material é de cunho educacional e não representa oferta, análise ou recomendação de investimentos.

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E-book Como Investir Ouro e Dolar

E-book Como Investir Ouro e Dolar

A intenção desse E-Book é falar um pouco de investimentos que são procurados em função de serem considerados verdadeiros ‘’portos seguros’’: o Ouro e o Dólar. Queremos mostrar como é simples investir e criar reserva de valor, diversificando nossos investimentos tanto na compra de Ouro, quanto na compra de Dólar. Aprenda agora, como investir em ouro e dolar

Como investir em Ouro?

O ouro é considerado um dos metais mais preciosos do mundo, tendo o seu valor sido empregue como padrão para muitas moedas ao longo da história. Atualmente, seu uso ainda é muito amplo e abrange grande demanda por parte da fabricação de joias, da indústria e principalmente como reserva de valor.

A procura pelo investimento em ouro intensifica-se em momentos de crise econômica. O valor deste metal está mais relacionado com a aversão e tomada de risco do que com as dinâmicas da oferta e da procura

Existem diversas formas de se investir em Ouro, conheça agora três maneiras simples e seguras para fazer seus investimentos.

Como investir em Dólar?

O Dólar é ainda, indiscutivelmente, a moeda mais forte e negociada do mundo. E, assim como Ouro, também considerado um ‘’porto seguro’’, especialmente em momentos de crises.

Dentre as formas mais conhecidas para compra de Dólar, podemos destacar:

Compra direta em papel moeda

Dentre as formas mais comuns de compra de Dólar, destaca-se a compra direta em papel moeda. Entretanto, guardar este dinheiro em casa pode ser perigoso. Além disso, ao comprar dólares numa corretora de câmbio paga-se taxa e perde-se na diferença entre o preço de compra e venda da moeda (o chamado spread). Dessa forma, como opção de investimento para reserva de valor de longo prazo, não se recomenda a compra direta em papel moeda.

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E-book Como Especular na Bolsa de Valores

E-book Como Especular na Bolsa de Valores

Conheça os principais mercados e conceitos para fazer suas operações de curto prazo, e aprenda como especular na Bolsa de Valores

Como começar

Assessoria, conhecimento, algum tempo para acompanhar o mercado e boas ferramentas de análise e negociação, são requisitos importantes para quem quer entrar no mundo da Bolsa de Valores.

A somas dos requisitos acima deve resultar em uma ESTRATÉGIA que, se executada com DISCIPLINA, pode nos PROTEGER de perdas e GERAR grandes GANHOS.

Lembrando que, independente da estratégia escolhida, ela deve ser clara em relação ao momento de compra e venda de um ativo.

Basicamente, o mercado se divide em operações de curto, médio e longo prazo.

O Stop, significa sair de uma operação

O Stop de Perda, significa cessar os prejuízos, encerrar a operação e partir ‘’pra outra’’.  Um bom trader sabe que não vai ganhar sempre e que, não pode deixar uma operação errada estragar o ganho de operações que deram certo.

Lembre-se: ‘’o melhor prejuízo, é sempre o primeiro’’.

Já o Stop de Ganho, significa sair da operação com lucro, quando nosso objetivo for atingido. Um bom trader sabe que é importante não ser ganancioso demais, e muito menos entregar o ganho para o mercado.

Lembre-se: ‘’lucro bom, é lucro no bolso’’.

Como começar

Stop, alavancagem e disciplina

Mercado de ações e ferramentas de negociação

Operações a termo

Venda alugada de ações

Saiba como operar opções de compra

Contrato futuro de dólar

Contrato futuro de índice

Importância da Análise Técnica

Figuras gráficas, indicadores e estratégias operacionais

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E-book Análise Técnica

E-book Análise Técnica

A análise técnica ou análise gráfica, de maneira resumida, é uma abordagem que utiliza gráficos como ferramenta principal para determinar o melhor momento (e preço) para comprar e vender ativos. Em complemento a utilização de gráficos, a análise técnica inclui também uma série de teorias sobre como acontecem os movimentos do mercado.

As características principais da Análise Fundamentalista são:

  • Tenta medir o valor intrínseco de um ativo, ou seja, determinar um valor adequado que reflita a situação da empresa no presente e as expectativas futuras.
  • O valor intrínseco inclui fatores difíceis de quantificar como posicionamento da empresa no mercado.
  • Análise fundamentalista estuda as questões relativas à economia e perspectivas do segmento a que pertence a empresa.
  • Avalia como ocorre o gerenciamento da empresa.

Análise Técnica x Análise Fundamentalista

As principais características da análise técnica são:

  • Analisa os dados gerados pelas transações como preço e volume.
  • Utiliza os gráficos na busca de padrões
  • Visualiza a ação dos componentes emocionais presentes no mercado
  • Analisa as tendências e busca determinar alvos (até onde os preços irão se movimentar).

Conclusão

As duas escolas têm por objetivo determinar o que comprar/vender quando comprar/vender. Contudo, utilizam abordagens claramente diferentes para atingir esse objetivo

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E-book Fundos Imobiliários

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil. Confira o E-book Fundos Imobiliários e saiba como diversificar seus investimentos.

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Você pode ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários

As construtoras desses empreendimentos vendem uma parte do imóvel em cotas e o dono de cada cota recebe um valor proporcional do aluguel.

Quais Fundos Imobiliários posso investir?

Existem vários tipos de Fundos Imobiliários: Hospitais, Shoppings, Empresariais, FIIs que compram CRIs, LCIs, etc. O interessante é que o investidor escolha os que se adequem melhor o seu perfil, seja para tentar ganhar com a valorização da cota ou para ganhar o rendimento mensal de alugueis, por exemplo.

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Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas) com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira formada por vários tipos de investimentos (conhecidos como ativos). Todo o dinheiro aplicado nos Fundos de Investimentos é convertido em cotas. Cada cotista possui um número de cotas proporcional ao valor total de seus investimentos. Baixe agora o E-book Fundos de Investimentos

Cota

O valor da cota é atualizado diariamente e o cálculo do saldo do cotista é feito multiplicando o número de cotas adquiridas pelo valor da cota no dia. O patrimônio de um Fundo de Investimento é a soma de todos os recursos aplicados por seus diferentes investidores.

A administração e a gestão do Fundo são realizadas por profissionais capacitados (gestores), sendo o Fundo de Investimento regido por um regulamento. Esta alternativa de investimento apresenta diversas vantagens, em relação a investir individualmente.

Participantes

Administrador – Responsável pela constituição do Fundo, pelo seu funcionamento, pelos aspectos jurídicos e pela prestação de informações à CVM, o administrador defende os interesses dos cotistas.

Gestor – Responsável por acompanhar o mercado e definir a estratégia de montagem da carteira, segundo os objetivos e a política de investimento presentes no regulamento. Busca definir os melhores momentos de compra e venda de ativos financeiros, seleção de papéis e alocação, buscando o maior lucro possível.

Distribuidor – Responsável pela venda das cotas do Fundo. O papel do distribuidor pode ser desempenhado pelo próprio administrador ou terceiros contratados por ele.

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