Lojas Renner LREN3 – Análise de Resultados 2017

Lojas Renner LREN3

Lojas Renner LREN3 – Análise de Resultados 2017

Hoje vamos comentar a respeito do resultados de Lojas Renner LREN3 , referentes a 2017.

Breve histórico

A Lojas Renner inaugurou seu primeiro ponto de venda em Porto Alegre em 1922. No início das operações, a empresa fazia parte do grupo A. J. Renner e comercializava artigos têxteis, até ampliar seu mix de produtos e iniciar suas atividades como loja de departamentos. Pouco mais de quarenta anos depois, devido ao seu crescimento, se tornou independente de sua controladora. Logo após, tornou-se uma companhia de capital aberto.

Após décadas de bom desempenho, passou por uma profunda reestruturação no início dos anos noventa. Dessa forma, começou a operar no formato de loja de departamentos especializada em moda. Passou, então, a se consolidar em outros estados, tais como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.

Em 1998, a J. C. Penney Brazil adquiriu o controle acionário da companhia, que já contava com vinte e uma lojas. Em 2005, a controladora optou por vender suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo.

A Lojas Renner (LREN3) entrou então no Novo Mercado da Bovespa como a primeira companhia no país a ter seu capital pulverizado. Atualmente, está presente em todos estados brasileiros, oferecendo, inclusive, produtos financeiros (Realize) e e-commerce. Além disso a empresa controla marcas como Youcom e Camicado.

Destaques financeiros 

Indicador 2015 2016 2017
Ativo Total (mil) R$ 5.863.719,00 R$ 6.475.212,00 R$ 7.547.658,00
Patrimônio Líquido (mil) R$ 2.310.896,00 R$ 2.636.796,00 R$ 3.223.446,00
Receita Líquida (mil) R$ 6.145.198,00 R$ 6.451.578,00 R$ 7.444.305,00
EBITDA (mil) R$ 1.198.033,00 R$ 1.286.951,00 R$ 1.416.289,00
Margem EBITDA 19,50% 19,95% 19,03%
Lucro/Prejuízo (mil) R$ 578.838,00 R$ 625.058,00 R$ 732.679,00
ROE – Rentabilidade Patrimonial 25,05% 23,71% 22,73%
Dívida Bruta / Patrimônio Líquido 82,35% 71,14% 58,04%
Dívida Curto Prazo / Dívida Total 37,13% 53,10% 27,63%
Dívida Líquida / EBITDA 0,97 0,76 0,51
Dívida Total Bruta (mil) R$ 1.903.012,00 R$ 1.875.920,00 R$ 1.870.816,00
Dívida Total Líquida (mil) R$ 1.165.485,00 R$ 981.039,00 R$ 728.583,00

Comentários

A Lojas Renner apresentou crescimento de 15,4% em sua receita líquida na comparação entre o exercício de 2017 e o fechamento de 2016. Este resultado foi impulsionado tanto pelo aumento nas vendas de mercadorias (+15,7%) como na receita com produtos financeiros, que demonstrou incremento de 18,9% na mesma base de comparação.

As margens apresentaram retração devido ao aumento mais que proporcional de despesas operacionais, principalmente em gastos com marketing e projetos em andamento, além de efeitos com itens não recorrentes que beneficiaram o resultado de 2016, bem como recuperação de créditos fiscais e menor participação de empregados.

O lucro líquido foi impactado positivamente em 17,2%, pois o resultado com produtos financeiros (+32%) contou com a diminuição no custo de funding e com o bom rendimento do Meu Cartão (Co-branded).

A geração de caixa para a firma foi reduzida para R$ 174,4 milhões devido a necessidade de capital de giro com estoques e contas a receber de clientes, além da manutenção na política de investimentos com abertura de lojas, remodelação de instalações e sistemas de tecnologia.

Com a rentabilidade atual e a retenção de lucros na casa de 60%, a perspectiva é de crescimento de 15% ao ano no fluxo para o curto prazo.

Perspectivas 

Seguindo a retomada da economia e o aumento gradual do consumo, o varejo vem apresentando sinais de recuperação. De acordo com dados do IBGE, 2017 fechou com crescimento de 2% no volume de vendas frente ao ano anterior. Esse foi o resultado mais positivo desde 2014.

Dentro de atividades relacionadas a venda de tecidos, vestuário e calçados, a variação registrada foi ainda maior, com incremento de 7,6%. O setor ficou atrás apenas de eletrodomésticos (+10,2%). Desta forma, o setor interrompeu dois anos de queda nas vendas, demonstrando recuperação desde julho com o aumento da confiança dos consumidores e a queda na taxa de desemprego.

Porém, o setor está muito pulverizado e apresenta desafios aos players, além da necessidade de recuperação no mercado de crédito para consumo. Neste contexto, a Lojas Renner apresenta estrutura diferenciada em comparação a maioria de seus concorrentes. A empresa possui produtos financeiros próprios, marca reconhecida e posicionamento em grandes centros comerciais, bem como shopping centers com alta circulação de pessoas.

Através dessa vantagem competitiva, a empresa consegue manter suas margens elevadas, entregando uma rentabilidade superior à média aos acionistas. Conta, ainda, com uma política de investimentos voltada para expansão, ampliando sua rede de lojas e centros de distribuição, além de apresentar gestão eficiente em capital de giro e estrutura de capital diferenciada.

Ponto negativo para a baixa renda média dos consumidores e para a possibilidade de variações nos indicadores de inadimplência.

Múltiplos de mercado

EV/EBITDA P / L P / VPA Valor da Firma Valor de Mercado
17,93 33,67 7,65 R$ 25.397.324,37 R$ 24.668.741,37

Sem considerar a oportunidade de crescimento, poderíamos concluir que o índice P/L está acima do ideal. Porém o incremento de resultados deve ser considerado. O preço de mercado dos papéis está em 7,65x o valor patrimonial, sendo distorcido por questões contábeis, bem como pela falta de ativação de gastos com marketing, que são lançados como despesas. Desta forma, acreditamos que os indicadores correntes não apresentam base para avaliação.

Variação das ações

As ações negociadas na bolsa apresentaram valorização em 2017, com variação de 70,57% desde o primeiro dia útil de janeiro. Em 2018, apresenta queda de -1,6%. O Beta histórico do papel da Lojas Renner (LREN3), que mede a sensibilidade do ativo em relação ao Ibovespa, é de 0,82, sendo considerado um ativo com característica conservadora, que acompanha o sobe e desce do mercado com menor intensidade.

Nossa recomendação

A empresa apresenta indicadores fundamentalistas para compra. O cenário positivo observado no setor varejista, a perspectiva de crescimento na geração de caixa acima da economia nacional e os investimentos em expansão oferecem dados suficientes para um valuation atrativo. Dessa forma, acreditamos em um valor justo na casa de R$ 49,60 para 12 meses.

Fonte das Informações: Quantum e RI da empresa.

Quer receber as melhores análises e recomendações para a montagem de uma carteira de ações de longo prazo?

Conheça nosso produto INVISTA EM AÇÕES e tenha acesso a atualizações de 3 Carteiras Recomendadas com diferentes perfis: Carteira Dividendos, Carteira Crescimento e Carteira Top Recomendadas. Receba ainda, análises e recomendações das melhores ações da Bolsa de Valores.

Caso você queira receber análises e recomendações de médio e curto prazos, conheça o FULL TRADER.

 

Importante

Caso não entenda algum termo utilizado no texto, confira nosso Glossário ou entre em contato.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

 

Fontes das Informações: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão/Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos.

Ações para ficar de olho em 2018 – IRB Brasil (IRBR3)

Ações-para-ficar-de-olho-em-2018–IRB-Brasil-(IRBR3)

Ações para ficar de olho em 2018 – IRB Brasil (IRBR3)

O artigo ” Ações para ficar de olho em 2018 – IRB Brasil (IRBR3) ”, é o nosso último artigo dessa serie. Para quem não leu os outros artigos, seguem os links:

– Ações para ficar de olho em 2018 #1 – Magazine Luiza (MGLU3)

– Ações para ficar de olho em 2018 #2 – Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB3)

– Ações para ficar de olho em 2018 #3 – Itaú S.A. (ITSA4)

A ação que vamos falar hoje é de um novato na B3, mas protagonista no seu setor de atuação com mais de 80 anos , o IRB Brasil (IRBR3).

O que é o resseguro?

Quando uma seguradora vende um seguro, ela busca garantias para honrar seus compromissos em caso de perdas. Dessa forma, elas repassam para as companhias resseguradoras parte da responsabilidade e dos prêmios das vendas desses seguros.

Ou seja, o resseguro nada mais é do que o seguro das seguradoras. E é justamente nesse ambiente que atua o Instituto de Resseguros do Brasil ou IRB Brasil (IRBR3). A empresa, que possui mais de 80 anos de existência, é a líder de mercado no Brasil. Além disso, atua em mais de 40 países, com escritórios em Londres, NY e Buenos Aires.

Tendo como referência dados de 2016, o IRB Brasil é líder em 10 ramos de resseguros, conforme classificação da SUSEP. Dentre eles se destacam: Patrimonial, Exterior, Rural, Riscos Especiais e de Vida, tanto individual como em grupo.

Um novato na B3

O mercado de resseguros era fechado no Brasil até o início de 2007. Nesse ano, foi sancionada uma lei que abriu o mercado ressegurador brasileiro e  o órgão regulador do mercado de resseguros passou a ser a SUSEP. Mesmo assim, o IRB possui, até hoje, reservas de mercado para a atuação em alguns ramos específicos, como Vida e Previdência, por exemplo.

A empresa abriu capital na B3 em julho de 2017 e passou a ter a seguinte composição acionária:

Estrutura acionária

Considerado um IPO de sucesso, as ações da empresa já subiram mais de 40% desde a sua abertura.

Vantagens competitivas da empresa

Dentre as principais vantagens competitivas da empresa, podemos destacar:

– Referência no mercado brasileiro, combinando tradição, tecnologia e liderança. O IRB está hoje entre as 10 maiores resseguradoras do mundo em valor de mercado.

– Portfólio completo de resseguros;

– Histórico de alta rentabilidade e resiliência do setor;

– Excelente nota de risco (A-, atribuída pela AM Best);

– Proximidade e forte relacionamento com as principais seguradoras do mercado.

Além, disso, o mercado de seguros e resseguros possui um significativo potencial de crescimento. A título de comparação, o índice de penetração do mercado de seguros em outros países é muito maior do aqui. Nos EUA, chega a 7,3%, no Japão 10,80% e no Reino Unido 10%. No Brasil, esse índice não chega a 4%.

Resultados de 2017

A empresa divulgou, no dia 8 de fevereiro, os resultados do último trimestre de 2017, além, claro, do acumulado do ano passado. Seguem os principais destaques, que corroboram com a nossa visão otimista em relação ao ativo:

Crescimento sólido nos prêmios emitidos

Os prêmios emitidos tiveram crescimento de 17% no ano passado, em relação a 2016. Esse número ficou acima das projeções da empresa, que indicavam crescimento de até 15%.

crescimento nos prêmios

Eficiência financeira na diminuição de despesas

eficiência

Aumento consistente do lucro e do ROAE (Retorno sobre o Capital Próprio Médio) da empresa

lucro e roae

Resultado financeiro consistente (mesmo em um cenário de Selic em baixa)

resultado financeiro

Consistência na distribuição de proventos (Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio)

proventos

Nossa recomendação e preço alvo

Além de todos os dados apresentados acima, é necessário ressaltar que a empresa deve se beneficiar com o fim do ciclo de baixas na taxa Selic. Dessa forma, além do crescimento projetado na ordem de 15% dos prêmios para 2018, a empresa pode auferir mais ganhos financeiros com uma possível alta na taxa de juros – mesmo com a Selic permanecendo em patamares considerados baixos historicamente.

Dessa forma, as ações IRBR3 fazem parte do nosso portfólio de ativos considerados bons pagadores de dividendos, estando presente desde novembro de 2017. Estimamos um preço alvo de R$45,3 para os próximos 12 meses, com um potencial de alta de mais 17%, em relação ao preço atual (R$38,90). Lembrando que esse preço pode ser elevado quando fizermos novas estimativas para as ações da empresa.

Quer receber as melhores análises e recomendações de ações negociadas na Bolsa de Valores?

Para análises e recomendações de longo prazo, para montagem da sua carteira de ações, conheça nosso produto Invista em Ações. Caso você queira receber análises e recomendações de médio e curto prazos, confira o Full Trader.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos

Milho Futuro – Deu Gain

Milho-Futuro–Deu-Gain

Milho Futuro – Deu Gain

Confira mais operação vencedora: Milho Futuro – Deu Gain.

No último artigo da série, Fibria (FIBR3) – Deu Gain, mostramos uma recomendação vencedora em FIBR3. Nessa operação, o ativo vinha ‘’acumulando’’ durante alguns dias e, quando, ocorreu o rompimento dessa acumulação, as ações subiram mais de 10% em pouco mais de 2 dias de operação.

A operação que mostraremos hoje conta uma história um pouco diferente. A primeira diferença é que a recomendação durou pouco mais de 10 dias. A segunda diferença é que essa operação não foi recomendada no mercado de ações, mas sim no mercado de Milho Futuro.

Caso você não saiba como funciona o Contrato Futuro de Milho, confira o vídeo explicativo no nosso Programa Trader Capitalizo. O vídeo está no Módulo 4 (Milho). Para acessar, clique aqui.

Operação de compra Swing Trade em Milho Futuro

No dia 16/02/18, o gráfico diário do milho apontava uma possível tendência de alta. O milho havia testado uma região de resistência importante tanto pelo gráfico diário, quanto no semanal, em 34,30. O ativo acabou corrigindo, deixando um fundo próximo do topo. Dessa forma, foi recomendada uma oportunidade de compra no rompimento dos 34,31. Caso esse valor fosse rompido, o milho poderia engrenar uma tendência de alta. Abaixo seguem os pontos e o gráfico do contrato de milho (CCMH18):

Operação enviada
Operação enviada
Gráfico
Gráfico

O milho (CCMH18) acabou confirmando a expectativa da operação e bateu no alvo no dia 26/02/18. O ganho da operação foi de 3,69 pontos (R$1.660) ou 10,75%, por contrato:

Operação finalizada
Gráfico da Operação finalizada

O ganho alavancado na operação

Considerando um contrato de milho ‘’cheio’’, seria preciso ter em conta em torno de R$17.000 para ter entrado nessa operação. Porém, como é uma característica dos contratos futuros, é possível operar alavancado. Dessa forma, seria possível, por exemplo, colocar ações em garantia dessa operação e ter comprado o milho.

Nesses últimos dias, a margem exigida pela B3 estava em torno de R$900 por contrato. Assim, considerando o ganho da operação (R$1.660), o nosso lucro teria sido de mais de 84%.

Quer receber as melhores análises e recomendações de operações de curto prazo na Bolsa de Valores? Conheça o nosso Produto Full Trader.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos

Tesouro Direto bateu novos recordes

Tesouro Direto bateu novos recordes

Tesouro Direto bateu novos recordes

Em números divulgados pelo Tesouro Nacional, o Tesouro Direto bateu novos recordes no mês de janeiro. Mais 82 mil investidores passaram a integrar o programa, que agora conta com 1,9 milhão de cadastrados. Com isso, tivemos um aumento de mais de 60% no número de investidores em doze meses.

Em relação aos investidores ativos, tivemos uma alta de 35% nos últimos doze meses. Agora já são mais de 540 mil pessoas investindo em Títulos Públicos, através do Tesouro Direto.

Em relação ao estoque de Títulos, tivemos uma alta de 13% no mês de janeiro. Assim, o programa fechou com R$47,2 bilhões em estoque. Destaque para os Títulos indexados à inflação, que representam mais de 60% do volume total.

O Tesouro Direto é uma boa alternativa de investimento?

Conforme vimos no artigo Vale a pena poupar, investindo no Tesouro Direto, investir em Títulos Públicos é muito interessante. Além de ter diferentes tipos de Títulos (IPCA+, prefixados e Selic), o Tesouro é um dos investimentos mais seguros do mercado. Isso acontece em função da garantia que o Tesouro Nacional fornece aos investidores.

Conforme mostramos no artigo, investir no Tesouro é uma ótima opção, especialmente para quem ainda tem dinheiro na poupança.

Qual o Título escolher?

Aparentemente simples, escolher o tipo de Título do Tesouro é a tarefa mais importante que cabe ao investidor. Como os Títulos Públicos possuem marcação a mercado, eles podem ter volatilidade. Dessa forma, caso o investidor queira sair antes do vencimento do Título, o mesmo pode ter um ágio (valorização) ou um deságio (desvalorização). Isso acontece principalmente nos Títulos atrelados à inflação (IPCA+) e nos prefixados.

Além disso, é importante que o investidor entenda qual o objetivo dele com o investimento. Alguns investidores querem se proteger da inflação, outros garantir taxas, outros, por sua vez, querem ganhar com a valorização dos Títulos.

Como podemos te ajudar na escolha dos Títulos do Tesouro?

No nosso produto Top Renda, você conta com uma Carteira Recomendada de Títulos Públicos, que é atualizada todos os meses. Além disso, é possível montarmos, de forma personalizada, a sua Carteira no Tesouro Direto. Dessa forma, levando em conta o seu capital e os seus objetivos, você terá disponível as melhores recomendações de Títulos Públicos para a diversificação dos seus investimentos.

Para saber mais a respeito do nosso Produto Top Renda Fixa e Tesouro Direto, clicando aqui.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos

Fibria FIBR3 – Deu Gain

FIBR3

Fibria FIBR3 – Deu Gain

No mês passado, enviamos um artigo (Deu Gain – Suzano (SUZB3) ganho em dose dupla) comentando a respeito de duas recomendações vencedoras em Suzano (SUZB3). Uma das operações foi uma Long&Short entre SUZB3 X BOVA11, que rendeu 7% em pouco mais de 11 dias. Na outra operação, um Swing Trade de compra em SUZB3, tivemos ganho de mais de 10%. Hoje tivemos uma recomendação vencedora, dessa vez no ”par” de Suzano na B3: Fibria FIBR3 – Deu Gain.

Quem nos acompanha sabe que gostamos muito desses ativos, não só pela qualidade das empresas, mas também por serem ativos que respondem muito bem na análise técnica. Além disso, um novo gatilho para alta dos ativos apareceu: a possibilidade de fusão entre as duas empresas. Caso isso aconteça, surgirá uma gigante no setor.

Operação de compra Swing Trade em FIBR3

No dia 19/02/18 o gráfico diário do ativo apontava tendência de alta. O ativo havia feito um movimento corretivo lateral e no último pregão havia deixado candle comprador, fechando na máxima com volume acima da média próxima a região de resistência. Dessa forma foi enviada uma oportunidade de compra na superação de 57,31. A expectativa era de formação de novo um pivot de alta e de novas máxima históricas. Abaixo seguem os pontos enviados e o gráfico de FIBR3:

Fibria (FIBR3) - Deu Gain

Fibria (FIBR3) - Deu Gain

Na abertura do pregão do dia 19/02/18, FIBR3 acabou abrindo acima do ponto entrada em 57,31, mas ainda dentro do limite de 0,5% utilizado em nossas operações. Dessa forma, a operação foi iniciada a 57,51.

No pregão de hoje (20/02), o ativo já abriu e forte alta e, logo após as 14:30 já atingia o alvo estabelecido em 63,62. O ganho da operação foi de 10,62% em menos de 2 dias.

Fibria (FIBR3) - Deu Gain

Nosso posicionamento no setor

Além dessa operação encerrada, mantemos uma nova Long&Short entre SUZB3 X BOVA11 (que rende 6% até agora). Mantemos também uma recomendação de médio prazo em FIBR3 (que rende mais de 25%). E, finalmente, ainda mantemos uma recomendação de Position Trade em FIBR3 (que foi enviada no mesmo dia do Swing Trade). Continuamos de olho no setor e no aguardo de novas oportunidades nos papeis de FIBR3 e SUZB3.

Quer receber as melhores as recomendações de operações de curto prazo na Bolsa de Valores?

FULL TRADER é o produto mais completo de recomendações de operações em Bolsa de médio e curto prazos. Receba as melhores recomendações nos mais diferentes mercados e estratégias: Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo, Milho e S&P Futuro.

Conheça o nosso Produto FULL TRADER.

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos

FESA4 (Ferbasa) – Deu Gain

fesa4

FESA4 (Ferbasa) – Deu Gain

No mês passado publicamos o artigo Ações fora do radar, resultados acima da média: GFSA3 +68,47% e FESA4 +66,71%. Nele falamos a respeito do nosso sistema de Rastreador de Tendências. Esse sistema é ideal para operações de médio prazo em Bolsa, que podem durar, em média, de 2 semanas até 3 meses.

O intuito dessa estratégia operacional é: enquanto as ações estiverem subindo, ficamos comprados e saímos assim que o nosso Rastreador (através de análise gráfica), indicar que a tendência de alta pode ter acabado. Dessa forma, buscamos ‘’surfar’’ os movimentos de alta das ações.

Ferbasa (FESA4) e o filtro qualitativo

Obviamente, não recomendamos qualquer ativo nessa estratégia. A intenção é separar os ativos que tenham maior potencial de valorização de curto e médio prazos. Buscamos tanto ações de boas empresas, quanto de empresas que estão em recuperação.

Para quem não conhece, a Ferbasa (FESA4) é uma empresa da Bahia, fundada em 1961. A companhia é líder na produção de ferroligas e única produtora integrada de ferrocromo das Américas. Esses produtos são muito utilizados na fabricação de aços inoxidáveis e especiais, por exemplo.

Gostamos muito do ativo por ser uma empresa de ‘’commodities diferenciada’’. Afirmamos isso em função da qualidade dos seus produtos e por ter uma cadeia verticalizada de produção. Além disso, Ferbasa possui uma robusta estrutura de capital, o que permite  ter um caixa elevado e ser uma boa pagadora de dividendos.

A Recomendação

A recomendação para a compra em FESA4 foi dada no dia 14/07/2017 a R$10,67 e encerrada somente hoje (19/02/2018), quase 8 meses depois, a R$22,51, gerando um excepcional ganho de 111,02%.

Além disso, quem entrou nessa recomendação, ainda recebeu os seguintes pagamentos de proventos (Juros sobre o Capital Próprio ), totalizando R$1,07 por ação:

– 25/07/17: R$0,29

– 28/09/17: R$0,27

– 18/12/17: R$0,27

– 18/01/18: R$0,24

Como Ferbasa (FESA4) é um ativo que tende a respeitar boas tendências de médio prazo, continuaremos atentos a sua movimentação e, caso volte a subir, e nosso Rastreador de Tendências indicar que uma nova alta pode estar por vir, recomendaremos a compra das ações novamente.

Quer receber as melhores as recomendações de operações de curto prazo na Bolsa de Valores?

FULL TRADER é o produto mais completo de recomendações de operações em Bolsa de médio e curto prazos. Receba as melhores recomendações nos mais diferentes mercados e estratégias: Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo, Milho e S&P Futuro.

Conheça o nosso Produto FULL TRADER.

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Receba nossos relatórios Grátis