Um guia básico sobre o investimento em CDB

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Um guia básico sobre o investimento em CDB

Hoje vamos falar sobre o investimento em CDB. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido pelas instituições bancárias para custear suas atividades de crédito. Em outras palavras, você empresta um valor ao banco, o qual terá recursos para emprestar a outro cliente, ao mesmo tempo em que você recebe juros sobre a quantia investida.

Tipos de CDB

Há diferentes tipos de rendimento. O pré-fixado, com juro anual estabelecido no momento da aquisição, e pós-fixado, sujeito à oscilação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). O CDI é um título de empréstimo entre as instituições financeiras que acompanha a Taxa Selic (taxa básica de juros). Devido à variação, não é possível saber o lucro antes do vencimento do título. Há, ainda, o rendimento híbrido, geralmente associado à inflação, com juro fixo anual mais variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Como investir no CDB

O primeiro passo para investir no CDB é determinar os seus objetivos, valor e prazo da aplicação. Em seguida, selecione uma instituição bancária ou corretora para investir. Corretoras normalmente tem títulos com taxas mais altas. Abra uma conta de investimentos, pesquise entre os títulos disponíveis e defina qual se encaixa melhor em seu perfil.

Apesar de variar de acordo com a instituição financeira, o montante mínimo para aplicação geralmente é de R$ 1 mil. Quando findar o prazo de validade do título, que pode variar de 30 dias a cinco anos, você receberá o valor original acrescido de todo o lucro do período.

Vantagens e desvantagens

Sem dúvida, a rentabilidade do CDB é melhor em relação à poupança. Há casos que o CDB chega a pagar quase o dobro da poupança. Sendo ideal também para quem quer sair da caderneta. Ou mesmo para quem quer iniciar seus investimentos.

Embora o CDB seja um investimento seguro, o principal risco de sua aplicação está nos casos de falência do banco, quando este não consegue reembolsar o capital aos investidores. Aí entra outra vantagem do CDB: o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) cobre aplicações no valor de até R$ 250 mil. Por isso, se a quantia desejada para a aplicação excede este número, divida o capital em títulos de diferentes instituições. Lembrando que esse valor do FGC é limitado a R$1 milhão, por CPF ou CNPJ.

Se você gostou das informações e está disposto a investir no CDB, lembre-se: uma boa aplicação depende de planejamento, seleção de uma instituição bancária confiável e análise da situação do mercado. Caso tenha dúvidas, contate um de nossos especialistas, que poderão auxiliá-lo na aquisição do título. Assine também a nossa newsletter para receber mais dicas de investimentos.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Sparta Top Renda Fixa Credito Privado LP

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Sparta Top Renda Fixa Credito Privado LP

No nosso último artigo, Fundos Multimercados, vale a pena? Saiba agora, falamos a respeito das oportunidades em Fundos Multimercados para a diversificação de carteira. Hoje falaremos a respeito do Sparta Top Renda Fixa Crédito Privado. Um Fundo muito interessante para investidores com o perfil conservador.

A Gestora

A Sparta Administradora de Recursos foi fundada em 1993 por Victor Nehmi, um engenheiro agrônomo. Durante muitos anos buscou aproveitar oportunidades com os preços das commodities. Em 2005, a empresa virou gestora e ficou conhecida pelos Fundos de alta volatilidade.

Posteriormente, a gestora precisou se especializar em novas frentes e passou a oferecer produtos de diversas características de risco. Atualmente, conta com fundos de renda fixa, referenciado DI e multimercado. Assim, gerencia mais de R$ 2,5 bilhões de patrimônio para mais de 30.000 cotistas.

Possui produtos acessíveis, com aplicação mínima que permite a diversificação de investimentos. Assim como, recebeu o prêmio de melhor fundo, na categoria fundos de renda fixa, da Revista Exame por três anos consecutivos.

O Fundo

O fundo Sparta Top FIC Renda Fixa Crédito Privado LP é um fundo de investimento em cotas de fundos constituído sob a forma de condomínio aberto, sem prazo de duração determinado e destinado a investidores em geral. A política de investimento consiste em aplicar, principalmente, seu patrimônio líquido em cotas do Sparta Top Master FI Renda Fixa Crédito Privado LP. Busca retorno investindo, indiretamente, mais de 80% em títulos de renda fixa, com concentração em fatores de risco relacionados à crédito e juros.

Não é permitido ao fundo realizar investimentos no exterior, operações day trade e pode utilizar instrumentos em derivativos para proteção da carteira. Dessa forma, o Fundo não pode operar com alavancagem.

A Carteira

Em síntese, a carteira consolidada é composta por 60,73% de debêntures. Destaques para títulos emitidos pela Companhia Paranaense de Energia, Energisa, Natura, Sabesp, Cemig e Ecorodovias.

Conta com exposição de 21,62% em títulos privados. Destaques para CDB’s dos bancos Bradesco, Santander e Paraná.

Possui 5,96% em direitos creditórios e 5,73% em operações compromissadas (compra com compromisso de revenda em prazo e preço predeterminado) com títulos públicos prefixados (LTN). Possui ainda 4,18% em títulos públicos federais indexados à taxa Selic (LFT).

A seguir, a composição da carteira consolidada:

A evolução das alocações indica manutenção de títulos de crédito corporativo acima de 60%, após alguns meses com menor exposição neste tipo de papel. Quanto a proporção de títulos bancários houve um pequeno aumento no percentual, passando de 20%.

De janeiro para fevereiro houve incremento em títulos públicos federais, a partir da geração de caixa observada no período e da necessidade de rentabilizar essas disponibilidades enquanto não aparecem novas oportunidades no mercado.

A seguir a evolução das principais alocações:

out/17 nov/17 dez/17 jan/18 fev/18
Debêntures 66,50% 56,72% 59,99% 63,35% 60,73%
Títulos Privados 19,94% 21,42% 21,01% 19,72% 21,62%
Direito Creditório 7,62% 6,29% 5,74% 6,31% 5,96%
Operações Compromissadas 1,36% 6,49% 5,36% 0,43% 5,73%
Títulos Públicos Federais 2,92% 5,60% 4,58% 2,32% 4,18%
Fundos de Investimento 1,42% 1,15% 1,05% 7,42% 1,36%

Características

Para investir no fundo, o aporte mínimo inicial é de R$ 5.000,00. A taxa de administração é de 0,7% do patrimônio líquido. Será cobrada taxa de performance de 20% do que exceder o CDI.  O resgate, sem descontos, pode ser feito a partir do trigésimo segundo dia após o pedido (D+32).

O patrimônio líquido médio é de R$ 1,2 bilhão nos últimos doze meses. Já o risco é considerado de médio para baixo, com volatilidade de 0,21% desde o início do fundo em fevereiro de 2012.

Desempenho

Nos últimos 12 meses, o fundo obteve retorno acumulado de 10,21% e, em 24 meses, alcançou o patamar de 27,18%. Confira o desempenho no quadro abaixo:

Nosso Posicionamento

O fundo é classificado como Renda Fixa Duração Média Grau de Investimento. Simultaneamente deve investir, majoritariamente, em títulos de baixa volatilidade e com rating elevado de acordo com agências de risco. Logo é importante observar a atual conjuntura, onde alocações tradicionais apresentam rentabilidade reduzida devido ao atual patamar da taxa básica de juros.

Gráfico com o retorno do CDI

Assim, o gestor busca oportunidades conservadoras no mercado de crédito corporativo, uma vez que este segmento apresenta margens mais elevadas que a maioria dos produtos de renda fixa oferecidos por bancos.

Além disso, o desenvolvimento do mercado secundário é visível. Oferecendo assim, maior liquidez e apresentando maior movimentação devido à necessidade crescente de financiamento das empresas com a recuperação da economia nacional. Além da retração das linhas oferecidas por bancos para pessoa jurídica.

Ao mesmo tempo, vale ressaltar a melhora nos resultados das organizações emissoras. Uma vez que os balanços trimestrais vêm mostrando crescimento nos indicadores operacionais de diversos setores, fornecendo maior rentabilidade para credores e acionistas.

A seguir algumas das principais debêntures da carteira em comparação com o CDI:

2018 2017 6 meses 12 meses
CMTR33 – CEMIG IPCA + 6.2% 4,87% 16,54% 11,49% 16,51%
% do CDI 431,52% 166,60% 316,05% 182,82%
ENGI25 – ENERGISA IPCA + 9.23% 1,50% 15,04% 4,69% 13,10%
% do CDI 132,74% 151,53% 129,13% 145,08%
LORT10 – LOCALIZA 113.9% do DI 1,33% 11,11% 3,78% 10,01%
% do CDI 117,91% 111,89% 104,07% 110,86%
SBSPB5 – SABESP IPCA + 6.2% 1,94% 13,40% 4,65% 11,97%
% do CDI 171,94% 135,01% 127,83% 132,54%

Observamos que o Sparta Top Renda Fixa está alinhado com o posicionamento da Capitalizo no que diz respeito a aplicações de menor risco em títulos pós-fixados e menos voláteis.

Dessa forma, indicamos a exposição no fundo para investidores de perfil conservador, que buscam ganhos consideráveis no longo prazo. O objetivo do gestor é apresentar rendimento superior a 110% do CDI. O que tem conseguido nos últimos anos.

No dia 26/03/18, fizemos um bate papo com a Natália Coura. Ela é sócia e responsável pela área de atendimento a distribuidores e investidores da Sparta Fundos de Investimentos. Confira abaixo:

 

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Tesouro Direto – Como funciona o mercado de títulos públicos

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Tesouro Direto – Como funciona o mercado de títulos públicos

Investidores sempre precisam de opções para variar suas aplicações e garantir rentabilidade para o recurso investido. A fim de correr riscos baixos e ter um bom retorno, muita gente parte para o os Títulos Públicos. Você também poderá conhecer como Tesouro Direto ou Títulos de Dívida Pública. Se você está interessado em investir nessa modalidade, preparamos esse guia para explicar como funciona o mercado de títulos públicos.

O que são Títulos Públicos?

Títulos Públicos são emitidos pelo Tesouro Nacional a fim de financiar dívidas e ações do Estado. Com isso, ele vende seus débitos a credores, com a promessa de pagar o investimento acrescido de uma taxa no fim do período de vigência, que é diferente de acordo com cada título.

São títulos seguros e de baixo risco, uma vez que o devedor é o País. Ou seja, o responsável pela emissão de todo o dinheiro da nação, com remuneração 100% garantida. Dada a segurança, são títulos bastante líquidos, portanto, negociá-los no mercado não será difícil.

Entretanto, projetar taxas de juros e calcular a rentabilidade de seu título é o grande desafio, como veremos a seguir.

Rentabilidade

A primeira coisa a avaliar na compra de seu título público é o quanto ele irá render no fim do prazo estipulado. Existem duas modalidades para definir esta taxa:

Renda prefixada

O título possui um valor de face que não irá se alterar no prazo de vencimento. Se ele irá pagar 15%, esta será a renda recebida independentemente das movimentações da economia ao longo do tempo.

Riscos: volatilidade de preço no mercado e possibilidade de desvalorização. Essa desvalorização, porém, só pode ocorrer caso você tente resgatar antes do vencimento.

Renda pós-fixada

A renda deste título irá acompanhar algum índice determinado na contratação como, por exemplo, o IPCA + x%.

Riscos: volatilidade de preço no mercado e possibilidade de desvalorização. Essa desvalorização, porém, só pode ocorrer caso você tente resgatar antes do vencimento.

Outros cuidados

Há ainda um outro trade off ao qual o investidor precisa se atentar: prazo x volatilidade. Quanto maior for o prazo de vencimento do título, mas ele está sujeito a variações de preço. Títulos de duração mais curta sofrem menos com a volatilidade, mas podem não ser mais encontrados se o investidor quiser aplicar o dinheiro no mesmo papel ao fim do período de vigência.

Investir em Títulos Públicos é interessante e pode ser uma ótima forma de ”poupança” de longo prazo. Confira nosso artigo Vale a pena poupar, investindo no tesouro? e veja na prática como pode ser rentável investir em Títulos Públicos.

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Selic e a inflação : Como afetam o retorno dos seus investimentos.

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Selic e a inflação : Como afetam o retorno dos seus investimentos.

Aproveitando a recente baixa na Selic para 6,50% ao ano (o menor patamar da história) e a inflação, medida pelo IPCA, que continua abaixo dos 3%, hoje vamos falar de como a Selic e a inflação podem afetar o retorno de seus investimentos. Especialmente dos títulos públicos, distribuídos pelo tesouro direto.

A Selic e a inflação

A Taxa Selic é um dos principais meios de política monetária utilizada no Brasil. Sendo assim, uma grande aliada no combate à inflação. Seu patamar costumava ser elevado, atingindo facilmente dois dígitos e permanecendo assim por longos períodos.

Entre 2003 e 2009, este importante balizador se manteve acima de 10% ao ano. Em maio de 2005 a taxa chegou a 19,75% a.a. Após atingir este ápice, foi caindo gradualmente até chegar a 8,75% em julho de 2009. A partir daí, foi possível observar algumas variações, chegando a 7,25% em 2012, voltando aos dois dígitos logo depois e permanecendo em 14,25% ao ano até outubro de 2016.

Quanto chegou a esse patamar, em julho de 2015, a inflação ainda estava pressionando. O IPCA acumulado em doze meses era de 9,56%. Desta forma, considerando, também, a taxa básica acumulada em doze meses, a taxa real de juros estava na casa de 2,4%.

Selic começa a cair

Conforme esta política  foi surtindo efeito, o índice de preços foi caindo, chegando a 7% em outubro de 2016. Nesse período ocorreu o primeiro corte na Taxa Selic no ciclo atual, passando para 14% ao ano.

Com a recessão econômica e a retração no consumo, a inflação continuou em queda. Chegando a 3% em junho de 2017. Nesse período foi possível observar a maior taxa de juros reais dos últimos anos: 9,7%.

Nessa época, a política monetária estava ficando cada vez mais flexível. Muito em função da necessidade de impulsionar a economia e da queda dos preços.

juros reais

A partir do momento que o índice de preços se estabilizou um pouco abaixo de 3%, a rentabilidade do principal balizador da renda fixa (Selic) passou a cair, juntamente com a sequência de cortes na taxa básica. Neste período de retração, os títulos prefixados e atrelados à inflação se beneficiaram com a precificação a mercado.

Valorização dos títulos públicos

Para entendermos o quanto foi interessante comprar títulos atrelados à inflação ou prefixados, vamos comentar a respeito da variação dos títulos públicos prefixados (LTNs).

As LTNs com vencimento para 2021, estavam sendo negociadas, no final de 2015, a um preço unitário de R$466,56, com taxa de compra de 16,57% ao ano. No final de 2016, este mesmo título já possuía um valor de R$649,59 para venda. E, no ano seguinte chegou a R$769,74. Desta forma, um investidor que tivesse comprado o papel em dezembro de 2015 e vendido dois anos depois, teria auferido um rendimento próximo de 64% bruto. Ou 55% líquido de imposto de renda.

Ainda é um bom momento para a compra desses títulos?

Este momento foi bom para este tipo de investimento devido ao ciclo de cortes na taxa de juros, mas acreditamos que este cenário ficou para trás. Atualmente, recomendamos baixa exposição neste tipo de investimento. Em renda fixa, nosso foco está em debêntures incentivadas, que possuem isenção fiscal e, em muitos casos, ganhos acima de títulos púbicos federais.

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Banco ABC ABCB4 – Melhores ações para acompanhar em 2018

Banco ABC ABCB4

Banco ABC ABCB4 – Melhores ações para acompanhar em 2018

Antes de falar do Banco ABC ABCB4, vamos comentar a respeito de outro banco que gostamos muito. Quem nos acompanha, ou é nosso cliente, sabe o quanto admiramos o Banco Itaú (ITUB4), mesmo que seja com exposição por ITAÚSA (ITSA4). Para saber mais sobre a ITAÚSA, confira o nosso artigo ‘’Ações para ficar de olho em 2018 #3 – ITSA4’’.

O Itaú é hoje um dos (se não o mais) bancos mais rentáveis do planeta. Uma verdadeira ‘’máquina de fazer dinheiro’’.

O ano de 2017 foi especial para o banco e para seus acionistas. O lucro cresceu 10%, em relação a 2016, e atingiu R$24 bilhões. E, mesmo com a economia ainda em recuperação e a população endividada, o banco conseguiu diminuir a inadimplência, demostrando qualidade na gestão da carteira de crédito:

Além disso, em 2017, aconteceu a aquisição das operações de varejo do Citibank. Com isso, o banco ganhou mais R$8,6 bilhões em ativos, R$4,8 bilhões em depósitos e uma carteira com quase 300 mil clientes. Lembrando que a carteira de crédito do banco atingiu quase R$565 bilhões no ano passado.

Se não bastasse tudo isso, o Itaú anunciou o maior pagamento de dividendos da história, de uma empresa brasileira. Nada menos do que R$17,6 bilhões, uma alta de 75,6% em relação a 2016.

Apesar de gostarmos muito do case do Itaú, sabemos que dificilmente o banco terá o crescimento que teve nos últimos anos, mesmo sendo, cada vez mais, uma ‘’vaca leiteira’’, com excelente distribuição de lucros.

Bancos médios em foco

Se bancos como o Itaú podem se transformar em ativos interessantes muito mais em função do pagamento de dividendos do que em função do crescimento, pergunto: onde estarão as boas oportunidades no setor?

Além de Banco do Brasil (BBAS3), que havíamos citado no artigo ‘’Como aproveitar a onda de privatizações?’’, entendemos que existem oportunidades nos bancos médios.

Bancos com a musculatura do Itaú souberam, como vimos, manter suas margens em tempos de crise. Bancos menores, porém, espremidos entre o aumento do modelo digital e o acesso a captações mais baratas dos grandes bancos, se viram aceitando operações mais arriscadas. O resultado disso foi o aumento da inadimplência e a piora dos resultados.

Para se ter uma ideia, o retorno sobre o patrimônio (ROE) de 33 bancos médios, caiu de 12,1% de 2014 para 10,2% no final de 2017.

A saída dos bancos médios foi a segmentação mais definida. O Banco do Paraná, por exemplo, apostou no crédito consignado. O Banco Pan, por sua vez, concentrou-se em linhas de crédito para pessoa física. O Daycoval atuou mais em financiamentos a empresas, consignados e veículos.

O resultado alcançado foi uma melhora substancial nos resultados. Combinados, seis dos principais bancos médios (Pine, Paraná, Banrisul, Daycoval, Banco Pan e ABC Brasil), tiveram lucro de 1,97 bilhão em 2017. Uma alta de 44,6% em relação a 2016.

Os resultados, porém, não foram suficientes para ‘’tirar a diferença’’ para os grandes. O ROE apresentado pelo Itaú, por exemplo, foi de 16,4%, enquanto o banco ABC registrou 12,7%. Já bancos como Indusval e Pine, deram prejuízo em 2017.

Qual caminho esses bancos devem tomar?

Observando o setor dos bancos médios, podemos perceber que aqueles que se especializaram conseguiram melhorar seus resultados. Porém, isso não foi e não será garantia de que esses bancos possam continuar melhorando de forma consistente.

Além disso, por mais que os bancos se especializem, não é sustentável uma quantidade tão grande de bancos médios. Ainda mais levando em conta o modelo concentrando no Brasil. Dessa forma, temos dois caminhos:

1 – Aumentar a rentabilidade e crescer por contra própria, ou;

2 – Ser comprado por outro banco (que pode ser tanto um banco brasileiro como do exterior).

O Banco ABC Brasil (ABCB4)

O Banco ABC Brasil (ABCB4) foi a nossa escolha, tanto como possível alvo de compra como pelo fato de ser um player que possa ajudar a consolidar o mercado. Por se tratar de uma small cap, entendemos que é um ativo com forte potencial de valorização. Abaixo, segue uma breve análise e apresentação do Banco ABC:

Breve histórico

O ABC Brasil S.A. é um banco múltiplo que iniciou suas atividades em 1989 através de uma joint venture do Grupo Roberto Marinho e do Arab Banking Corporation. Desde então, o banco construiu uma sólida base de clientes no segmento Corporate.

Em 1997, o Arab Banking Corporation comprou a participação acionária do Grupo Roberto Marinho, tornando-se o acionista controlador. Em 2007, foi realizada a oferta pública inicial de ações do Banco ABC Brasil, que passou a ser listado no Nível 2 de governança corporativa da B3.

Presença

O banco tem presença em 14 cidades, com forte atuação na região sudeste:

Resultados de 2017

O Lucro Líquido Recorrente atingiu R$433,0 milhões em 2017, alta de 5,4% em relação a 2016. No quarto trimestre de 2017 o lucro foi de R$ 110,6 milhões, aumento de 6,2% em relação ao trimestre anterior e de 1,9% em relação ao mesmo período de 2016:

O Retorno Anualizado Sobre o Patrimônio Líquido (ROAE) recorrente foi de 14,0% a.a. em 2017, redução de 1,2 p.p. em relação a 2016. No quarto trimestre de 2017 o ROAE foi de 13,6% a.a., aumento de 0,3 p.p. em relação ao trimestre anterior e redução de 1,6 p.p. comparado com o quarto trimestre de 2016:

 

O banco possui ratings elevados das três principais agências do mercado:

A Carteira de Crédito Expandida encerrou dezembro de 2017 com saldo de R$ 24,5 bilhões, crescendo 6,6% no trimestre e 8,1% em 12 meses. Além disso, o banco apresenta forte crescimento da Carteira de Crédito nos últimos anos:

Desempenho das ações ABCB4

Em 2017, as ações ABCB4 subiram pouco mais de 33%. Em 2018, a alta é de 9,80% (bem abaixo das ações dos grandes bancos, como ITUB4 +22,63% ou SANB11 +22%). Desde 2007, quando estrearam na B3, as ações ABCB4 tiveram alta de 180%, contra pouco mais de 60% do Ibovespa:

Conclusão

Como vimos, o banco ABC é extremamente sólido e rentável. Sendo assim, é a nossa escolha para captar uma melhora nos bancos médios, assim como pela possibilidade de consolidação do setor. O banco pode, inclusive, contribuir com este movimento através da aquisição de outros bancos.

Como fazer para saber o momento a compra de ABCB4?

No caso das ações ABCB4, ainda não recomendamos a compra das mesmas. Estamos aguardando a entrada do fluxo de compra para indicar o exato momento da operação. Os clientes do nosso produto FULL TRADER receberão, no momento da compra, o aviso da recomendação.

Para conhecer o Full Trader e receber, além da recomendação em ABCB4, as melhores análises e recomendações do mercado, clique aqui.

 

Analistas Responsáveis

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Importante: Vale ressaltar que cliente Capitalizo tem acesso ao histórico de todas as recomendações através do nosso portal. 

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SPX Lancer Advisory Icatu Previdência FIC Multimercado

SPX Lancer

SPX Lancer Advisory Icatu Previdência FIC Multimercado

Hoje vamos analisar o veículo de investimento em Previdência da SPX, o Fundo SPX Lancer Advisory Icatu Previdência FIC Multimercado. Confira:

A Gestora

A SPX foi fundada em 2010 por executivos com vasta experiência na gestão de recursos, com mais de vinte anos trabalhando juntos. O modelo de partnership é utilizado pela gestora para incentivar seus colaboradores, premiando o desempenho por meritocracia e buscando atrair e reter os melhores profissionais do mercado. Neste sentido, busca orientar suas atividades para o trabalho em equipe, mas sempre respeitando a divisão entre as diferentes áreas da empresa.

Os produtos oferecidos se distribuem entre multimercados e ações. Dessa forma, utiliza estratégias globais nos mercados de juros, índices de preços, taxas de câmbio e commodities.

Em renda variável, possui fundos long biased e long only. Esses fundos são baseados em análise macro e microeconômica, com a utilização de ferramentas fundamentalistas e quantitativas. Possui mais de R$24 bilhões sob gestão. Desse montante, a maior parte está nos fundos multimercados.

O Fundo

O SPX Lancer Advisory Icatu Previdência FIC Multimercado é um fundo aberto. O fundo é destinado a investidores em geral.

Busca retorno investindo seus recursos em ativos financeiros de diferentes naturezas e riscos. Não possui compromisso de concentração em nenhum ativo ou fator de risco específico.

É permitido ao fundo realizar, indiretamente, investimentos no exterior e operações no mercado de derivativos. O uso de derivativos não pode ser superior ao seu patrimônio e com objetivo exclusivo de proteção.

Poderá realizar aportes em fundos cujas carteiras sejam constituídas de títulos públicos, inclusive voltados para índices de mercado de renda fixa.

A Carteira

A carteira consolidada é composta por 72,42% de títulos públicos federais, divididos em 38,82% indexados à taxa Selic (LFT) e 33,6% indexados à inflação (NTN-B).

Tem 18,78% de exposição em operações compromissadas (compra com compromisso de revenda em prazo e preço predeterminados) com títulos públicos indexados à inflação (NTN-B).

Possui ainda 6,38% de investimentos no exterior. Essa posição é feita através de ETFs que acompanham o índice S&P 500.

Conta com uma pequena exposição em derivativos, com posições compradas em DI futuro e vendida em dólar.

Gráfico da Carteira Consolidada 

Informações Gerais

Para investir no fundo, o aporte mínimo inicial é de R$ 20.000,00. A taxa de administração é de 2% do patrimônio líquido. Além disso, não será cobrada taxa de performance. O resgate pode ser feito, sem descontos, a partir do quinto dia útil após o pedido (D+5).

Este é um produto com menos de seis meses de existência. Em função disso,não pode ter seus rendimentos divulgados.

O risco da aplicação é considerado médio. Assim, a volatilidade é baixa, girando em torno de 2,5%. Trata-se de uma adaptação da estratégia do SPX Gripen às restrições previdenciárias e com menor variação.

Nosso posicionamento

O fundo busca auferir resultados através do mercado de juros, utilizando títulos públicos federais com parcela prefixada, tal como NTN-Bs, e totalmente pós-fixados, como LFTs. Esta mescla garante ao produto uma caraterística mista, aproveitando o ciclo de queda na taxa de juros e mantendo uma parte mais conservadora com menor volatilidade. Desta forma o gestor consegue entregar aos cotistas resultados robustos sem se expor a altas variações.

Além do gerenciamento em juros, a carteira conta com boa diversificação, possuindo operações compromissadas em boa escala. Além claro, de investimentos no exterior, reduzindo a exposição ao risco país e buscando oportunidades em bolsa e balcão nos Estados Unidos.

Recomendação

O SPX Lancer Advisory Icatu Previdência está alinhado com o posicionamento da Capitalizo em relação a produtos com liberdade para atuar em diferentes cenários, sem o compromisso de se concentrar em um fator de risco específico.

Embora esteja presente em nosso campo de observação e apresente qualidade na gestão, encontra-se em fase inicial de operação e será analisado para futura recomendação. Dessa forma, não temos recomendação de exposição no fundo.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Suzano SUZB3 – Deu gain no dia da fusão

Suzano-SUZB3

Suzano SUZB3 – Deu gain no dia da fusão

No artigo de hoje, vamos mostrar outra recomendação vencedora em Long&Short, tendo Suzano (SUZB3), na ‘’ponta comprada’’. Antes da recomendação vencedora que mostraremos a seguir, já havíamos recomendado, do ano passado para cá, mais quatro operações utilizando SUZB3 na ‘’ponta comprada’’. Todas foram positivas:

Recomendação 1 – encerrada em 25/10/17: +12,35%

Recomendação 2 – encerrada em 19/01/18: +7,06%

Recomendação 3 – encerrada em 21/02/18: +3,90%

Recomendação 4 – encerrada em 12/03/18: +4,05%

Recomendação Long&Short SUZB3 X BOVA11

No dia 15/03, o ratio entre SUZB3 X BOVA11, encontrou suporte na casa dos 0,285, que era uma antiga resistência de curto prazo. Além disso, o ratio de longo prazo, seguia respeitando um forte canal de alta. Caso esse canal fosse respeitado, o ratio poderia chegar até os 0,34 (fechamento de um antigo gap de 2016). Dessa forma, recomendamos a montagem da operação Long&Short, no ratio de 0,2855. Seguem o gráfico e os pontos da recomendação enviada:

Fusão Suzano e Fibria e gain de 24,96%

Na noite de ontem (15/03/18), foi anunciada a fusão entre a Suzano a Fibria. Como a operação foi muito vantajosa para a Suzano, já havia a expectativa de que as ações abrissem em forte alta no pregão de hoje.

Essa expectativa concretizou-se com SUZB3 abrindo o pregão subindo 25,21%. Abaixo segue o gráfico do ratio de SUZB3 X BOVA11 no pregão de hoje:

Com essa forte alta de SUZB3, o ratio abriu o dia em 0,3568, acima do nosso alvo em 0,344, fechando o gap e acionando o encerramento da operação. O ganho foi de 24,96% em apenas um dia.

Lembrando que a operação Long&Short pode ser feita de forma alavancada, colocando-se ativos de renda fixa, dinheiro ou ações em garantia.

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Fibria FIBR3 – Duplo Gain

Fibria-FIBR3

Fibria FIBR3 – Duplo Gain

Abaixo, vamos transcrever como foram as duas recomendações de compra vencedoras em Fibria (FIBR3).

Recomendação de compra Swing Trade em FIBR3. Ganho de 11,23%

No dia 08/03/18, utilizando o gráfico diário, FIBR3 estava em tendência de alta. Além disso, realiza movimentação lateral, com aproximação da MME9 e com OBV ascendente, mostrando força dos comprados. Dessa forma, foi enviada uma recomendação de compra, no rompimento de 53,11, com a expectativa de formação de um novo pivot de alta. A operação foi iniciada no mesmo dia 08/03/18:

No dia 12/03/18, o ativo abriu em forte alta, acima, inclusive do alvo original (69,45). Com isso, o valor de encerramento da operação ficou em 70,20. O lucro total foi de 11,23%.

Recomendação de compra Position Trade em FIBR3. Ganho de 23,45%.

No dia 19/02/18, utilizando o gráfico semanal, FIBR3 se mostrava em tendência de alta, testando região de resistência. OBV seguia ascendente, mostrando força dos compradores. Dessa forma, foi enviada uma recomendação de compra, na superação dos 37,39. A expectativa era da formação de um novo pivot, podendo buscar novas máximas históricas. A operação foi iniciada no mesmo dia 19/02:

No mesmo dia 12/03, quando encerramos a recomendação Swing Trade, também recomendamos o encerramento da operação Position Trade. O preço final, também acabou ficando acima do original em função do ‘’gap’’ na abertura. Com a saída a 70,85, o ganho total ficou em +23,45%:

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CA Indosuez Icatu Previdência FI RF Crédito Privado

CA Indosuez

CA Indosuez Icatu Previdência FI RF Crédito Privado

Hoje trazemos a análise do Fundo CA Indosuez Icatu Previdência FI RF Crédito Privado

A Gestora

O Banco Indosuez foi fundado em 1975, após a fusão de duas instituições antigas pertencentes a Companhia Financeira de Suez. Desde o início, foi estruturado para se tornar ativo na gestão de investimentos ao redor do mundo, ampliando sua rede para mais de sessenta países, até ser adquirido pelo Grupo Credit Agricole, em 1996.

A parte de wealth management foi inaugurada alguns anos depois no Brasil, estando presente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Possui clientes entre associações, fundações, intermediários financeiros, family offices, pessoas físicas e gestores patrimoniais independentes. Quanto a parte de investing weath, oferece fundos abertos de ações, multimercado, renda fixa e previdenciário.

Fundo CA Indosuez Icatu Previdência FI RF Crédito Privado

O CA Indosuez Previdência FI Renda Fixa Crédito Privado é um fundo constituído sob a forma de condomínio aberto e sem prazo de duração determinado. É destinado exclusivamente a investidores profissionais, admitindo especificamente investimentos de reservas técnicas de PGBL e VGBL instituídos pela Icatu Seguros (para investidores em geral, a aplicação será feita pelos planos da seguradora).

Seu principal fator de risco será a variação da taxa de juros doméstica ou o índice de preços. Não é permitido ao fundo realizar investimentos no exterior e comprar cotas de fundos que cobram taxa de performance. Poderá aplicar até 80% de seu patrimônio em ativos financeiros de crédito privado. No mínimo 80% deve estar alocado em ativos de renda fixa.

Carteira do Fundo

A carteira consolidada é composta por 39,44% de debêntures, das quais podemos destacar TOWE12 (BR Towers SPE), ALGA22 (Algar Telecom) e ENGI25 (Energisa).

Contém 21,15% de títulos públicos federais, sendo a grande maioria indexada a inflação (NTN-B), 17,3% de títulos privados (LF’s e CDB’s), 14,49% de operações compromissadas (compra com compromisso de revenda em prazo determinado) com títulos prefixados (LTN).  Além disso, Conta também com cotas de FIDC’s.

A seguir, a composição consolidada da carteira:

Para investir no fundo, a aplicação inicial será feita pelos planos da seguradora e não precisa ser investidor qualificado.

A taxa de administração é de 0,8% do PL. Contudo, não será cobrada taxa de performance e pode ser resgatado, sem descontos, a partir do terceiro dia útil após o pedido (D+3).

O patrimônio líquido médio dos últimos doze meses é de R$ 352,6 milhões, e o risco é considerado de médio para baixo, com volatilidade de 0,25% desde o início do fundo em dezembro de 2015.

Rentabilidade

Nos últimos doze meses, o fundo obteve retorno acumulado de 9,05% e rendeu 101,68% do CDI até o momento. Confira o desempenho no quadro abaixo:

Nossa Recomendação 

O fundo possui uma política de investimento voltada para diversificação em ativos financeiros, sendo o principal fator de risco a variação da taxa de juros doméstica ou de índice de preços. Os últimos movimentos da carteira foram pontuais, reduzindo a composição de debêntures e títulos públicos federais e acrescentando sensivelmente mais títulos bancários e operações compromissadas.

Desta forma o portfólio ficou ainda mais conservador, principalmente pela modificação em NTN-Bs, que possuem volatilidade mais alta devido a marcação a mercado, pois parte do rendimento é prefixado.

Os setores com maior concentração de recursos continuam sendo os de energia elétrica e serviços financeiros. Tendo o segmento de transporte e infraestrutura passado a frente de telecomunicações.

Principais Títulos

A ALGA22 da Algar Telecom possui rating AA- de acordo com a S&P, garantia quirografária (sem preferência sobre ativos do emissor) e rendimento de IPCA+6%. A ENGI25 da Energisa conta com rating A2 da Moodys, garantia quirografária e paga IPCA+9,2%. A TOWE12 da BR Towers tem rating AA de acordo com a Fitch, garantia quirografária e paga IPCA+7,4%. Em média, estes títulos pagaram mais de 160% do CDI nos últimos doze meses.

Acreditamos que a exposição em títulos corporativos é uma boa opção para este momento de baixa na taxa básica de juros. Diversas gestoras vêm apostando neste mercado, contribuindo para o aumento de liquidez e o fechamento de spreads. O mercado primário também demonstra evolução com a recuperação da economia nacional, pois as empresas passaram a emitir debêntures com propósitos expansionistas, deixando para traz as captações com a intenção de rolar dívidas. Outro fator que contribui para o desenvolvimento do mercado é a redução da inadimplência.

Observamos que o CA Indosuez Icatu Previdência FI Renda Fixa Crédito Privado está alinhado com nosso perfil de recomendação. Dessa forma, recomendamos a exposição no fundo para investidores de perfil conservador que buscam ganhos acima do CDI no longo prazo. Este produto, inclusive, está presente nas nossas recomendações para este mês.

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