DLM Invest – Bate papo com o gestor

DLM Invest

DLM Invest – Bate papo com o gestor

No programa bate papo com o gestor de hoje, falamos com Marcelo Castro, um dos sócios e gestores da DLM Invest. Para quem não conhece, a DLM é uma gestora independente, com mais de 14 anos de mercado. Atualmente conta com uma custódia superior a R$1,6 bilhões e faz a gestão de sete Fundos de Investimentos. Dentre os Fundos mais conhecidos e que acompanhamos há algum tempo, temos o DLM Hedge Conservador FIM e o DLM Hedge Conservador II Crédito Privado. Ambos os Fundos são ótimas alternativas para investidores com o perfil conservador, e que precisam de liquidez imediata.

Abaixo, seguem os tópicos/perguntas tratados na conversa:

–  Marcelo, pode fazer uma apresentação da gestora, estrutura e equipe?

– O DLM Hedge Conservador II FIRF CP recentemente teve alterada sua classe de FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO para FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA. Poderia falar para o investidor o que mudou em função dessa mudança? Houve alguma alteração na forma de gestão?

– Gostaria que falasse também sobre o DLM Hedge Conservador FIM.

– Quais os objetivos de rentabilidade dos Fundos?

– Como a DLM vê o cenário para crédito privado esse ano e em 2019?

– Qual a visão sobre o cenário macroeconômico no Brasil e no mundo?

– Quais são as novidades de produtos da gestora?

Vídeo do bate papo:

Para saber mais a respeito da DLM, acesse: http://www.dlminvista.com.br/performance/

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Questões Operacionais Básicas – Trader Capitalizo

Questões Operacionais Básicas

Questões Operacionais Básicas – Trader Capitalizo

Para ganhar dinheiro fazendo operações na Bolsa de Valores ou para se minimizar as perdas é essencial que se tenha uma estratégia operacional. Qualquer estratégia deve, necessariamente, ter um ponto de saída e entrada das operações – sejam elas com ganho ou perda. Porém, além de uma estratégia sólida de operação é preciso que o investidor/trader esteja bem preparado ”operacionalmente”. O que fazer por exemplo, quando o seu computador travar ou quando uma ordem não for executada? Para responder essas e outras questões, fizemos esse vídeo falando sobre as questões operacionais básicas que você precisa saber antes de operar.

As perguntas

Durante o nosso programa Trader Capitalizo, de ontem (23/04/18), foram respondidas as seguintes questões – confira as perguntas e, abaixo, o vídeo do programa:

1 – Queria comprar e vendi. E agora?

2 – A internet caiu. O que fazer?

3 – Faltou luz. O que fazer?

4 – Travou o computador. O que faço?

5 – Travou a plataforma, como vou operar?

6 – Coloquei uma ordem e não foi executada. O que aconteceu?

7- A operação bateu no alvo, mas não executou a ordem. O que fazer?

8 – O operação passou do stop. E agora?

9 – O ativo abriu em ”gap”, longe do preço. O que faço?

10 – O ativo entrou em leilão e pulou meu preço alvo/stop. O que fazer?

11 – Executou apenas uma parte das minhas ordens. E agora?

Vídeo:

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Indicadores de Mercado e Balanços das Empresas 

Indicadores de Mercado

Indicadores de Mercado e Balanços das Empresas

Confira os significados dos principais Indicadores de Mercado e Balanços das Empresas:

LETRA B

Beta: indicador do comportamento do valor da ação em relação a um índice de referência. Se for superior à unidade é considerado de perfil agressivo e se for inferior é considerado conservador.

LETRA D

Dívida Bruta: endividamento total, considerando empréstimos e financiamentos. Não entra no cálculo o passivo operacional e não oneroso.

Dívida Líquida: dívida bruta subtraída de caixa e aplicações financeiras de alta liquidez. Considera apenas a parte do endividamento não coberto pelas disponibilidades.

Dívida Líquida/EBITDA: proporção do endividamento líquido sobre o resultado operacional da empresa. Considera quantas vezes a parte da dívida que não é coberta pelas disponibilidades supera a geração de caixa bruta.

Dividend Yield: índice de dividendos pagos por ação, considerando o valor de mercado dos ativos negociados em bolsa. Divisão entre o lucro distribuído por ação pelo preço da ação.

LETRA E

EBITDA: indicador de geração de caixa operacional bruta. Considera os ganhos antes de depreciação, amortização, despesas financeiras e imposto de renda.

Estrutura de Capital: proporção entre capital próprio e capital de terceiros. Relaciona o endividamento total com o patrimônio líquido, caracterizando a fonte de recursos para financiamento das operações.

EV/EBITDA: múltiplo que relaciona o valor da firma, incluindo a dívida líquida, com o resultado operacional que representa a capacidade de geração de caixa da empresa.

LETRA L

Lucro Bruto: resultado após descontar do faturamento impostos sobre vendas, abatimentos, devoluções, descontos incondicionais e custos de produtos ou serviços vendidos.

Resultado Líquido: última linha da demonstração de resultado da empresa, após somadas todas as receitas e descontadas todas as despesas. Pode ser lucro caso seja positivo e prejuízo caso seja negativo.

Lucro Operacional Líquido: lucro antes de juros e imposto de renda, descontando apenas o ganho fiscal com as despesas financeiras. EBIT*(1-alíquota de imposto de renda).

LETRA P

P/L: índice de preço da ação no mercado em relação ao lucro líquido por ação acumulado nos últimos doze meses. Divisão do valor de mercado da empresa pelo lucro líquido divulgado.

P/VPA: índice de preço da ação no mercado em relação ao valor patrimonial da ação. Divisão do valor de mercado da empresa pelo patrimônio líquido.

Payout: índice de dividendos pagos em relação ao lucro do período. Divisão entre o montante distribuído aos acionistas e o resultado líquido auferido pela empresa.

LETRA R

ROA (Return On Assets): índice de retorno sobre os ativos. Divisão do lucro líquido divulgado pela totalidade dos ativos da empresa, resultando no percentual de retorno sobre todo capital empregado.

ROE (Return On Equity): índice de retorno sobre o patrimônio líquido. Divisão do lucro líquido divulgado pela parte residual dos ativos da empresa, resultando no percentual de rtorno ao acionista.

ROI (Return On Investment): índice de retorno sobre o capital próprio e de terceiros. Divisão do lucro operacional líquido pela soma da dívida bruta com o patrimônio líquido, resultando no percentual de retorno aos fornecedores de capital.

LETRA V

Valor da Firma: resultado da soma do valor de mercado das ações com a dívida líquida.

Valor de Mercado: valor total das ações negociadas no mercado.

 

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Magazine Luiza MGLU3 e as oportunidades com a Copa do Mundo – Radar de Empresas

Magazine Luiza MGLU3 e as oportunidades com a Copa do Mundo

Magazine Luiza MGLU3 e as oportunidades com a Copa do Mundo – Radar de Empresas

Temos recebido algumas perguntas de investidores a respeito de como a Magazine Luiza pode se beneficiar com as vendas para a Copa do Mundo. Além disso, são comuns os questionamentos envolvendo a entrada de novas empresas de vendas online no Brasil, como por exemplo, a Amazon. Dessa forma, vamos falar a respeito de Magazine Luiza MGLU3 e as oportunidades com a Copa do Mundo. Além disso, vamos passar um resumo de como a empresa vem se posicionando em relação as ameaças de novos entrantes no mercado.

Copa 2018

Em números divulgados pelo Extra (rede de supermercados do Grupa Pão de Açúcar), estima-se que a venda e televisores para a Copa do mundo desse ano, avancem até 50%. Isso levando em conta a comparação com 2014. Desses novos aparelhos, as projeções indicam que, pelo menos, 35% das novas vendas sejam de televisores 4k. Além disso, será a primeira Copa do Mundo com transmissão 100% digital.

De olho nesse mercado, a Magazine Luiza já iniciou a sua campanha para troca de televisores. Nessa campanha, o cliente pode levar o seu aparelho antigo e ganhará crédito na compra de um produto novo, independente da marca. Os descontos vão de R$50 a R$1.500, dependendo do tamanho, da idade e tecnologia da TV. Abaixo segue a imagem da campanha:

campanha

 

Posicionamento da empresa

Em 2014, a Magazine Luiza emitiu relatório da administração enfatizando o ciclo digital e a sustentabilidade nos negócios. Naquele momento, ficou claro que a empresa estava ciente da evolução digital em diversos setores da economia nacional. E de que deveria se adaptar rapidamente a essa nova realidade. A partir desta constatação, começou a inovar, com crescimento em seu modelo multicanal, ampliação de sua plataforma digital e automação de suas lojas e centros de distribuição. Com esta movimentação, conseguiu reduzir o tempo de realização de vendas, além de agilizar as operações comerciais pelo site e reduzir seu prazo de entrega.

As áreas de logística, tecnologia da informação e inovação passaram por mudanças consideráveis ao longo dos últimos anos, resultando em otimização de processos, ganhos de produtividade e redução de custos. A estratégia observada neste contexto, demonstra que a companhia buscou eficiência para incrementar margens, permitindo a adoção de uma gestão de estoques mais flexível. O prazo de permanência de estoques aumentou sensivelmente. Contudo, a necessidade de capital de giro melhorou, financiando as operações a partir de melhores condições com fornecedores.

Indicadores

Com ganhos operacionais e geração de caixa robusta, a empresa conseguiu reduzir seu endividamento consideravelmente. Em 2015, a dívida bruta fechou o ano em R$ 1,82 bilhão e as disponibilidades chegaram a R$ 1,11 bilhão. No último balanço divulgado, até o fechamento desde relatório, o passivo oneroso chegou a R$ 871,5 milhões. Já o montante em caixa e aplicações financeiras a R$ 1,67 bilhão, revertendo a situação de dívida líquida para caixa líquido. Desta forma, a alavancagem financeira foi modificada drasticamente, tendo as disponibilidades superado o montante de empréstimos e financiamentos.

A estrutura de capital passou a ser mais conservadora com essa situação. Além, claro, da influência de nova emissão de ações realizada em 2017. O capital social realizado passou de R$ 606,5 milhões para R$ 1,72 bilhão e as reservas de lucros passaram de R$ 16,1 milhões para R$ 328,3 milhões em dois anos. Assim, o patrimônio líquido variou 360% no período, totalizando R$ 2 bilhões no fechamento de 2017. Com essas modificações nas atividades de financiamento, a Magazine Luiza melhorou sua estrutura de capital, oferecendo menor risco ao negócio e proporção de capital de terceiros de 42% sobre o capital próprio.

Indicadores

Nossa visão sobre o ativo

Continuamos muito otimistas com o case de Magazine Luiza. Após a nossa recomendação, em 22 de novembro, o ativo já rendeu mais de 55% na Carteira Top Recomendadas.  Estimamos um cenário com a diminuição do endividamento, o aumento de investimentos em tecnologia e a continuidade da gestão eficiente das operações.

Dessa forma, a expectativa é que o preço de MGLU3 chegue a pelo menos R$120,00. Assim, considerando o preço atual (R$97,04), as ações teriam potencial de subir mais 23,6% nos próximos 12 meses. Lembrando que, essa projeção de preço alvo pode ser revista, em função de novas projeções e expectativas.

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Juros em baixa e os melhores investimentos para 2018 e 2019

Juros em baixa e os melhores investimentos

Juros em baixa e os melhores investimentos para 2018 e 2019

Ainda não chegamos na metade do ano, mas já é hora de falarmos sobre o cenário de juros em baixa e os melhores investimentos para 2018 e 2019. E a grande questão que ‘’liga’’ o restante de 2018 com 2019 é, especialmente, a eleição presidencial. Ainda que não tenhamos, até agora, a definição dos candidatos, o perfil desejado do próximo presidente já foi definido: um presidente reformista.

Reformista significa alguém que consiga avançar em reformas importantes, como a da Previdência, ou ainda nas privatizações. Claro, o ideal seria alguém que conseguisse diminuir de forma considerável o tamanho no Estado, reduzindo impostos e deixando os empreendedores, empresas e consumidores ‘’empurrarem’’ para frente a nossa economia. Porém, o mercado já parece se contentar com alguém que ‘’estanque’’ o nosso déficit fiscal e não deixe o país quebrar.

Assim, caso tenhamos um presidente com esse perfil, a expectativa é de que os juros permaneçam em baixa e a nossa economia seguindo o seu caminho de recuperação gradual. Nesse caso, teremos em 2019 uma continuação do que esperamos para 2018.

Riscos

Além do risco de não termos um presidente que banque uma agenda reformista, temos também o risco de alguma crise externa, que pode impactar diretamente no Brasil e nos forçar a rever as nossas projeções. Quem acompanhou o mercado nas últimas semanas, viu o tamanho da volatilidade somente pela possibilidade de uma Guerra Comercial entre EUA e China.

Para o curto e médio prazos, porém, a expectativa é de que o mundo não seja abalado por alguma grande crise. A maiorias das grandes economias do mundo seguem crescendo, mesmo que moderadamente. EUA, Zona do Euro, China e Japão são bons exemplos. A situação controlada lá fora tende a ajudar para o dólar ficar em uma faixa de R$ 3,30 até R$ 3,50. Contudo, caso tenhamos alguma crise mais aguda, a moeda americana pode subir mais.

Por outro lado, como já comentado, estamos monitorando de perto uma possível desaceleração da economia mundial, da impressão (ainda sem limites) de dinheiro por parte dos Banco Centrais e a elevação de juros acima do esperado nos EUA – o que poderia tirar capital do Brasil para direcionar a outros mercados. Logicamente todos os nossos clientes serão avisados caso ocorra essa mudança de rumo.

Em relação aos fatores macroeconômicos, de maneira resumida, esperamos o seguinte:

Juros

Na última reunião, em março, o Copom baixou a Selic para 6,5%, o menor patamar da história. Esperamos para a próxima reunião, em maio, que o Copom repita a dose e baixe os juros para 6,25%. Já na reunião de junho, esperamos que a taxa seja mantida em 6,25% e que isso se repita até o final de 2018.

Para 2019, a expectativa é de que, mantendo-se o cenário atual, os juros possam fechar o ano em até 8,0%. Obviamente esse cenário de leve alta seria possível com o crescimento da economia e/ou da inflação. Interessante ressaltar que, mesmo que os juros subam para 8,0% no ano que vem, em termos históricos a taxa continuará muito baixa.

Inflação

Já a inflação, medida pelo IPCA, segue acomodada. No ano, o IPCA sobe pouco mais de 0,7%. Em 12 meses, a inflação chega a 2,68%, ainda abaixo do piso do BC de 3%. Quem nos acompanha, pôde perceber que não são pontuais as divulgações com números de inflação em patamares nunca vistos.

Esperamos que a inflação continue acomodada e que feche 2018 com algo em torno de 3,5%. Para 2019, a expectativa é de alta de 4%. Nesse cenário, os juros podem continuar em baixa.

PIB

Finalmente falaremos a respeito da expectativa de crescimento para a nossa economia. Para 2018, esperamos que o PIB cresça algo em torno de 3%. Para 2019, a economia brasileira pode crescer de 3% a 4%. Este desenvolvimento, ainda moderado, não deve impactar na inflação, colaborando para que os juros permaneçam em baixa.

Cenário geral

Com isso, já temos o nosso cenário base desenhado: economia se recuperando de forma moderada, inflação em baixa e juros em patamares historicamente baixos.

Dado esse cenário, ONDE INVESTIR EM 2018 E 2019?

Renda Fixa

Títulos atrelados à Selic ou ao CDI (Fundos de Renda Fixa, LCIs, LCAs, CDBs, LCs, etc)

Nossa recomendação é de maior exposição em títulos atrelados ao CDI e a Selic. Entendemos que esse é um momento para aguardar uma melhora nas taxas pagas em títulos prefixados e atrelados a inflação. Dessa forma, recomendamos títulos com prazos mais curtos de vencimento.

Porém, para quem quiser garantir taxas para prazos maiores (acima de 24 meses), já observamos títulos remunerando melhor (em termos de CDI) do que há alguns meses atrás.

Títulos Prefixados e Atrelados à Inflação (Tesouro Direto, debêntures, etc)

Continuamos recomendando baixa exposição em prefixados e exposição média em títulos atrelados à inflação. Conforme comentado acima, preferimos aguardar melhores remunerações para essas classes de títulos. De qualquer forma, em uma carteira diversificada mantemos exposição nesses títulos, através dos Fundos Multimercados.

Dentre os títulos de renda fixa atrelados à inflação, destacamos as debêntures. Caso você queira saber mais, sugiro a leitura do artigo Vale a pena trocar meus títulos públicos por crédito privado?

Fundos Multimercados

Com o cenário de juros em baixa, os Fundos Multimercados são um ótimo caminho para quem quer turbinar os seus ganhos no mercado financeiro. Porém, cada Fundo Multimercado tem características, composições de carteira e perfis diferentes. Alguns estão mais ‘’comprados’’ em bolsa, outros contam com maior exposição no exterior ou em renda fixa.

O nosso trabalho aqui na Capitalizo é justamente recomendar os melhores Fundos para o perfil de cada investidor. Seja ele mais agressivo ou mais conservador.

A exposição em Multimercados, porém, é quase obrigatória para quem quer que sua carteira de investimento possa render mais. Temos exemplos de Fundos que renderam, por exemplo, 21,7% em 12 meses, enquanto o CDI rendeu pouco mais de 8%.

Caso queira saber mais a respeito dos Fundos Multimercados, confira o nosso artigo Fundos Multimercados, vale a pena? Saiba agora

Investimentos no Exterior e COEs

Já tivemos uma recomendação maior de exposição no exterior, especialmente, em Bolsa Valores. Porém, após as altas nos mercados de EUA, Europa e Japão, diminuímos drasticamente as recomendações. Existem, porém, alternativas interessantes para a diversificação, especialmente em títulos de renda fixa no exterior.

Caso você queira entender mais sobre investimentos no exterior, leia o nosso artigo Como investir no exterior – Fundos de Investimentos.

Além disso, seguimos com as recomendações de COEs (Certificados de Operações Estruturadas). Para quem ainda não conhece, o COE nos dá a possibilidade de entrar em um investimento com ganho ilimitado e, se no vencimento tiver dado prejuízo, o investidor recebe o valor investido de volta. Temos novidades de COEs todos os meses.

Fundos Imobiliários

O mercado imobiliário segue em recuperação, principalmente em São Paulo, onde já observamos uma crescente nas vendas e nos lançamentos. Os Fundos Imobiliários, porém, anteciparam boa parte dessa expectativa e subiram de forma consistente nos últimos 24 meses. Somente o IFIX (índice de referência do mercado imobiliário), subiu quase 60% em 24 meses. Contudo, muitos Fundos Imobiliários mais do que dobram de preço no período.

Seguimos otimistas em relação a continuidade da recuperação do mercado imobiliário. Porém, é inegável que atualmente é preciso garimpar mais para encontrar oportunidades de Fundos Imobiliários com preços atrativos. Caso você queira conhecer uma dessas oportunidades, confira o vídeo que fizemos a respeito do CSHG Real Estate (HGRE11).

Bolsa de Valores, Carteiras de Ações, Fundos de Investimentos em Ações

Se para outras classes de investimentos o cenário de juros e inflação em baixa em conjunto com a recuperação da economia é importante, para a Bolsa de Valores são componentes essenciais. Dessa forma, enxergamos diversas oportunidades tanto para quem quer especular no curto prazo quanto para quem quer montar uma carteira de ações para o longo prazo.

Quem é nosso cliente pode citar apenas alguns exemplos mais recentes, recomendações em alguns dos ativos que mais subiram nos últimos 12 e 24 meses, tais como Magazine Luiza (MLGU3), Localiza (RENT3), Tegma (TGMA3) e Locamerica (LCAM3).

Caso você queira entender mais a respeito dessas oportunidades e recomendações, confira nossos artigos na pasta Materiais Essenciais

Conclusão

Deveremos experimentar muita volatilidade nos próximos meses, especialmente em função das eleições desse ano. Porém, é inegável que tanto 2018 quanto 2019 serão anos muito importantes para consolidação de um cenário muito positivo para o mercado financeiro. Tanto em função do crescimento do PIB quanto na manutenção dos juros e da inflação em patamares baixos.

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