Vale a pena poupar, investindo no Tesouro Direto?

investindo no Tesouro Direto

Vale a pena poupar, investindo no Tesouro Direto ?

Muitos investidores têm dúvidas de como fazer uma reserva de valor pensando no longo prazo. Previdência, Fundos de Investimentos, Ações, LCIs, LCAs, enfim, existem diversas formas de investirmos nosso dinheiro no longo prazo. A pergunta que fica é: Vale a pena poupar, investindo no Tesouro Direto ?

O simples ato de acumular dinheiro, já é válido, mas sempre escutamos que uma boa forma de se fazer isso é na poupança. Conforme já comentamos outras vezes, em alguns casos, para aplicações de curtíssimo prazo, a poupança pode levar vantagens em relação a outros produtos, mas para investimentos com resgate superior a três meses, dificilmente a poupança vai ser uma boa opção.

Abaixo, temos um comparativo de longo prazo entre Tesouro Direto x Poupança. Fizemos questão de colocar um Títulos Público, em função de ser a aplicação mais segura do mercado, garantida pelo Tesouro Nacional.

Fizemos questão também de usar como exemplo, uma aplicação que nos proteja contra a alta da inflação no longo prazo, ou seja, simulamos a aplicação com NTN ou Notas do Tesouro Nacional, que nos garantem a correção do dinheiro pela inflação somadas a uma Taxa Fixa.

A simulação

Vamos supor, que compramos por exemplo, uma Título que nos remunere com IPCA+6% ao ano. Isso significa que, aconteça o que acontecer, nosso dinheiro será corrigido pela inflação, medida pelo IPCA (e seja ela de 2% ou 40% ao ano) e, sobre esse valor corrigido, ainda vamos ganhar mais 6%.

A inflação é, justamente, o pior inimigo de um investidor no longo prazo, pois ela corrói o poder de compra do nosso dinheiro. De nada adianta, por exemplo, a poupança render 5%, se inflação bater 7%.

Outros balizadores utilizados nessa simulação:

Inflação utilizada: 6,17% (que foi a média do IPCA de 2000 até 2016);

Taxa Fixa: 5,23%

Aplicação inicial de R$10.000,00

Aportes mensais de R$500,00 (lembrando que o mínimo de aplicação no Tesouro é de R$30,00).

Título Público utilizado: Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 (NTNB).

Resultados da simulação (considerando o resgate em maio/2035):

Enquanto na poupança teríamos acumulado R$244.800, nos Títulos do Tesouro, o montante seria de R$390.752. Nesse caso a diferença de ganho a favor do Tesouro Direto seria de quase 60% ou R$145.952. Além disso, não precisamos esperar até 2035 para utilizar o dinheiro. Porém, pudemos perceber que, apenas projetando ‘’uma média do que aconteceu’’, os ganhos da aplicação no Tesouro tendem a ser muito maiores do que na poupança.

O mais interessante é que podemos ainda melhorar esses números, já que hoje temos além dos Títulos atrelados à Inflação, os Títulos Prefixados e os atrelados à Taxa de Juros. Cada um desses Títulos tem suas próprias características e momento ideal para aplicação.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Day Trade em Ações

day trade

Day Trade em Ações

As operações de Day Trade são aquelas que compramos e vendemos um ativo dentro do mesmo pregão, podendo durar alguns minutos ou até algumas horas. Além de ser muito efetuado em contratos de Índice Futuro e de Dólar, o Day Trade em Ações também pode gerar ganhos no curto prazo.

Obviamente, é necessário tomarmos alguns cuidados quando fazemos Day Trade, bem como, ter uma estratégia operacional que aponte claramente os pontos de entrada e saída. Além disso, como veremos abaixo, esse tipo de operação permite um alto percentual de alavancagem, o que pode gerar prejuízos.

De outro lado, quando efetuado de maneira consciente, com alavancagem moderada e uma boa estratégia operacional, o Day Trade em Ações pode gerar ganhos extraordinários. Abaixo, seguem 5 motivos que explicam porque as operações de Day Trade em Ações estão entre as nossas favoritas para ganhar no curtíssimo prazo:

Motivo 1- Possibilidade de ganhar tanto na alta como na baixa

Nas operações de Day Trade em Ações você pode ganhar independentemente do mercado subir ou cair. Lembrando que podemos ter, dentro do mesmo pregão, diferentes tendências, aumentando a probabilidade de novas operações e chances de ganhos.

Motivo 2 – Você não fica posicionado de um dia para o outro

É comum uma ação abrir caindo 2% ou subindo 2% no pregão seguinte a sua compra ou venda. Nesses casos, não é possível se proteger caso o mercado venha “contra” nossa operação, pois os ativos já abrem em “gap”. Encerrando as operações dentro do dia, você não corre o risco de sofrer prejuízos na abertura do pregão seguinte.

Motivo 3 – Operar em mercados com alta liquidez

Um dos pré-requisitos para fazer operações Day Trade é focar em mercados de alta liquidez. Alta liquidez significa ter uma grande quantidade de negócios realizados e facilidade para comprar e vender. Ações como da Petrobras ou Vale, por exemplo, podem negociar mais de R$600 milhões ou até R$1 bilhão em um único pregão.

Motivo 4 –  Alavancagem sem custo

Como você pode usar seu patrimônio como garantia das operações Day Trade, é possível se alavancar. Alavancagem significa operar com mais capital do que temos. Vamos supor que a alavancagem das ações da Petrobras (PETR4) seja de 10 vezes. Isso significa que com R$10.000 em conta você pode operar R$100.000 em ações da Petrobras.

No caso do Day Trade, como as operações são encerradas no mesmo dia, você não tem custos para efetuar essa alavancagem. Em operações de venda alugada, por exemplo, você tem o custo do BTC. Já em operações a termo, você tem o custo do termo.

Motivo 5 – Opere quando quiser e tenha a possibilidade de obter resultados rápidos

Qual o tempo que você tem disponível para operar? 1 hora por dia? 2 horas? Pode operar o dia todo?

Realizando operações Day Trade, você escolhe quando e com quanto vai operar. Além disso, seja com prejuízo ou com ganhos, as operações costumam durar pouco tempo. Dessa forma, você tem flexibilidade para entrar em novas operações ou encerrar o seu dia de trades.

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Abertura Bahia AM Marau Advisory

Abertura Bahia AM Marau Advisory

Abertura Bahia AM Marau Advisory

Aviso: Abertura Bahia AM Marau Advisory . Esse Fundo espelha a estratégia do Bahia AM Maraú FIC Multimercado, uma de nossas principais recomendações nos últimos meses e que se encontra fechado para aplicação. Até o momento, o fundo está disponível na XP Investimentos e qualquer movimentação em outras corretoras poderá ser informada pela Capitalizo.

Acreditamos que é uma ótima oportunidade de investimento por apresentar diversificação entre juros, moedas, crédito soberano, commodities e bolsa, além de manter retorno acumulado no ano bem acima do CDI em um momento de alta volatilidade nos mercados.

Sobre a Gestora

O Bahia Asset Management é composto pelas gestoras Bahia AM Renda Variável e Bahia AM Renda Fixa. A organização faz parte do grupo BBM, grupo financeiro privado mais antigo do Brasil, com mais de 150 anos de atuação.

Quanto ao reconhecimento, recebeu o primeiro lugar no ranking Top 5 de curto prazo anual do Banco Central em 2016 pela projeção do IGP-DI, além de receber por quatro anos consecutivos o prêmio Top Gestão da revista ValorInvest.

Conta com R$ 6,2 bilhões sob gestão e mais de setenta colaboradores distribuídos em um sistema de trabalho de partnership. Sempre voltado para resultados de longo prazo. Oferece produtos multimercados, de renda variável, renda fixa referenciado e renda fixa com exposição cambial.

Sobre o Fundo

O Bahia AM Maraú FIC Advisory Multimercado é um fundo em cotas de fundos, aberto, sem prazo determinado de duração. O mesmo é destinado a investidores em geral. A política de investimento consiste em aplicar livremente nas diferentes teses de investimento do mercado, sem compromisso de concentrar em uma área específica.

Sua estratégia está focada em antecipar tendências, operando fundamentos macroeconômicos para seleção de ativos (multimercado macro). É permitido ao fundo realizar investimentos no exterior (máximo de 20% do patrimônio) e operações no mercado de derivativos (com alavancagem) através dos fundos investidos.

Informações Complementares

Taxa de Administração: 1,9% a.a.

Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI

Resgate: D+30 corridos (cotização) / D+1 da cotização (liquidação)

Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000,00

Classificação: Multimercado Macro Média Volatilidade

Público Alvo: Investidores em geral

Gráfico de Desempenho – Bahia AM Maraú (Fundo Master)

Vídeo Informativo

Para saber mais sobre o Fundo, confira o vídeo abaixo:

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Empresas do Setor de Petróleo

Empresas do Setor de Petróleo

Empresas do Setor de Petróleo

Hoje falaremos a respeito das Empresas do Setor de Petróleo no Brasil. Além disso, traremos nossa expectativa em relação a Petrobras (PETR4).

Indústria do Petróleo

O pré-sal continua aumentando sua participação na produção brasileira de petróleo. Com isso,  chegou a 54,4% de participação no primeiro quadrimestre de 2018. A perspectiva é que esse movimento continue nos próximos anos com a entrada de várias unidades produtivas, destacando o começo das operações no campo de Búzios. Essa será o primeiro sob regime de cessão onerosa.

O cenário para o segmento é mais positivo atualmente, principalmente com a maior previsibilidade e credibilidade proporcionadas pela agenda de licitações de blocos exploratórios e de campos terrestres. A quarta rodada de reparte de produção ocorreu no mês passado e as áreas ofertadas tiveram volumes estimados de 17 bilhões de barris. A próxima rodada está prevista para 28 de setembro, quando serão oferecidas áreas nas Bacias de Santos e Campos. Importante observar que a Petrobras tem a preferência nos leilões do pré-sal.

Embora o pré-sal esteja em evolução, a produção nacional de petróleo vem apresentando variação negativa desde agosto de 2017, com poucos meses de exceção. Um dos gargalos se encontra na redução de volumes na Bacia de Campos (pós-sal). Essa redução acaba sendo compensada pelo crescimento da Bacia de Santos (pré-sal).

Considerando a distribuição da produção por bacia, a de Santos corresponde a 50% do total e a de Campos a 44%. O principal operador do mercado continua sendo a Petrobrás com ampla vantagem, tendo participação de 93% sobre a produção nacional. Em seguida ficam a Statoil Brasil, com 2,4%, Total E&P do Brasil com 1,5% e Shell Brasil com 1,4%.

Gráfico da Evolução Nacional de Petróleo

Preço do Petróleo

A primeira metade de 2018 foi marcada pela valorização do petróleo do tipo Brent. Ele foi impactado pela continuidade do acordo de controle de produção no mercado internacional e pela queda na oferta por parte da Venezuela. O risco comercial aumentou com a saída dos Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã e as tensões se intensificaram entre o país asiático e a Arábia Saudita. O valor da commodity variou de US$ 65 o barril em março, para US$ 80 em maio.

Vale observar que o país norte americano apresentou grande aumento de investimento privado em projetos de exploração nos últimos anos, acarretando na redução de importações líquidas. Porém, o crescimento do setor parece ter encontrado limites quanto a capacidade logística, notadamente em armazenamento e deslocamento do produto.

No balanço global, a demanda superou a oferta em 2017 e continua contribuindo para a redução dos estoques, pressionando ainda mais os preços praticados.

Cotação Brent (US$/barril)

Na última apuração, de acordo com dados da Opep e IEA, foi possível observar que a oferta reduziu a diferença em relação à demanda na comparação com 2017. Mesmo com a indicação de manutenção do acordo da Opep sobre a restrição na oferta de petróleo, existe a perspectiva de revisão do tratado para ampliar a produção nos próximos meses, o que acarretaria em maior controle de preços no mercado internacional.

Ainda existem questões a serem resolvidas sobre a compensação da queda de produção da Venezuela, os problemas logísticos nos Estados Unidos para escoamento e a instabilidade geopolítica em países produtores na África e na Ásia. No longo prazo, as incertezas estão voltadas para a capacidade de investimentos em expansão, deixando indefinido o panorama entre oferta e demanda global.

Empresas do Setor

De acordo com o fechamento de maio, a produção nacional de petróleo chegou a mais de 2,607 milhões de barris por dia. A Petrobras contribuiu com 93% deste volume. A empresa teve produção de 2,426 milhões de unidades diárias.

Esses dados demonstram que a companhia possui, praticamente, o monopólio do setor no Brasil, embora esta participação tenha caído sensivelmente com a elevação da posição da Statoil no país. A empresa norueguesa opera no mercado nacional desde 2011, quando começou a explorar o campo de Peregrino, na Bacia de Campos.

As últimas movimentações da Statoil quase triplicaram sua produção de petróleo no Brasil. Com destaque para a aquisição de parte da participação da Petrobras no Campo de Roncador. A empresa ficou com proporção de 25% sobre o campo de petróleo a partir de um investimento inicial de US$ 2,35 bilhões. Além disso, a companhia ainda conta com participação no Campo de Carcará.

A Total E&P atua no Brasil através de cinco subsidiárias, com exploração e produção de óleo e gás e quinze blocos exploratórios. Os principais ativos da companhia no país são a participação de 20% no consórcio do campo Libra e os 5 blocos da bacia de Foz do Amazonas. A empresa é o quarto maior grupo privado de exploração de petróleo e gás do mundo. Atua em mais de 130 países e tem sede em Paris, na França.

Bacias

A Bacia de Campos é umas das maiores depressões marítimas já exploradas na costa do Brasil. Sua extensão é de aproximadamente cem mil quilômetros. Está situada entre as proximidades de Vitória, Espirito Santo, e Arraial do Cabo, Rio de Janeiro. A primeira descoberta neste local foi em 1974, a uma profundidade de 124 metros. As principais operações estão concentradas nos campos de Espadarte, Roncador e Marlim. Com isso, a participação dentro da produção nacional gira em torno de 44%.

A Bacia de Santos é mais recente e faz parte da operação do pré-sal, tendo suas atividades iniciadas no primeiro semestre de 2009. É a maior bacia sedimentar offshore do Brasil. Sua uma extensão ultrapassa os 350 mil quilômetros. Fica localizada entre as proximidades de Cabo Frio, Rio de Janeiro, e Florianópolis, Santa Catarina.  Os principais campos são Lula e Sapinhoá. Já participação na produção nacional chega a 55%.

A Bacia Solimões fica a 650 quilômetros de Manaus, Amazonas, onde é possível explorar e produzir petróleo no meio da floresta amazônica. Trata-se de um ativo de maior segurança, pois suas atividades são desenvolvidas em campo terrestre. Sua produção corresponde a 13% do total.

Fontes: ANP, Empresa de Pesquisa Energética, Valor Econômico, Petrobras, IFCM Group e Total E&P do Brasil

Recomendação para Petrobras (PETR4)

Após eventos recentes, cortamos nossa recomendação em ações da Petrobras. Principalmente devido à intervenção do governo federal na politica de preços e à saída de Pedro Parente. Gerando assim, incertezas quanto a continuidade do programa de desalavancagem e reestruturação patrimonial. Mesmo sem a presença de ativos da companhia em nossas recomendações de longo prazo, continuamos ”olhando” para PETR4.  Especialmente para recomendações de curto e médio prazos.

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Lojas Renner ou Riachuelo – Qual a melhor?

Lojas Renner ou Riachuelo

Lojas Renner ou Riachuelo – Qual a melhor?

No relatório de Análise Setorial dessa semana falaremos a respeito do setor Têxtil e de Vestuário. Além disso, faremos alguns comparativos e fundamentações que nos ajudarão a responder a pergunta: Lojas Renner ou Riachuelo (Guararapes) , qual a melhor?

Importante: O dados apresentados abaixo são referentes ao dia 29/06/2018.

Índices de Confiança

O Índice de confiança do empresário do comércio (ICEC) é um indicador que procura antecipar as intenções dos empresários do setor. Os dados são colhidos através de entrevistas com cerca de seis mil empresas em todas as regiões do Brasil. O índice, determinado mensalmente, apresenta variações de zero a duzentos pontos. Sendo que cem pontos corresponde a linha de corte entre perspectivas negativas e positivas. Hoje está em 109.

O índice mencionado regrediu 3,5% em junho, na comparação com o mês anterior. Essa foi a maior variação negativa desde agosto de 2015. Dentro do cálculo, o maior impacto foi observado nas percepções quanto a recuperação econômica, indicando piora, também, nas condições correntes do setor e das empresas com desmembramentos após a greve dos caminhoneiros.

De acordo com levantamento da CNC, considerando apenas os segmentos de combustíveis e supermercados em cinco estados e no Distrito Federal, as perdas totalizaram R$ 5,2 bilhões em onze dias de paralisação. Além disso, existe a perspectiva de forte impacto fiscal com o subsídio do diesel.

Quanto às condições para investimentos, o pior desempenho foi observado na intenção dos tomadores de decisão para contratação de novos funcionários. Apesar da retração no índice de confiança, a geração de empregos formais no varejo brasileiro foi de 61,5 mil nos doze meses até maio, segundo dados do Caged. Nos outros subíndices, o único indicador que ficou estável foi o de aportes em estoques.

Gráfico – Índice de Confiança do Comércio

A intenção de gastos das famílias caiu 0,5% em junho. Isso aconteceu com a influência das incertezas quanto ao futuro da economia. Desta forma, o indicador que mede a confiança dos consumidores completou trinta e oito meses abaixo de 100 pontos. Importante observar que o pior momento foi observado entre junho e julho de 2016. Nesse período o indicador atingiu 68,7 pontos. Hoje ele está em 86,7.

As condições atuais de emprego compensaram parcialmente a queda da confiança. Aproximadamente 34% das famílias entrevistadas disseram estar mais seguras no emprego. No mesmo período de 2017 o percentual era de 31,2%. Cerca de 20,5% responderam que a situação está mais difícil.  Com isso, temos menos pessoas inseguras frente a junho de 2017, quando o índice era de 23,9%.

O pior desempenho do estudo foi em perspectivas para consumo. Nesse caso, o índice caiu 2,5%, com forte impacto da intenção das famílias com renda acima de dez salários mínimos.

A proporção de famílias endividadas caiu de 25% para 24,2% em maio frente ao mês anterior. Este é o segundo mês consecutivo de retração, refletindo um ritmo menor de consumo e cautela com a contratação de empréstimos e financiamentos. O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida com representação de 75,7% do total. Logo sem seguidas, temos os carnês, com 16,33% e o financiamento de carros, com 11,07%.

Tipo de Dívida das Famílias

Comércio de Tecidos e Vestuário

De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio, realizada pelo IBGE, as atividades de tecidos, vestuário e calçados apresentaram bom desempenho no acumulado de doze meses até abril. Com isso, a variação foi positiva de 4,8% no volume de vendas. Embora na base anual o quadro seja positivo, na comparação mês a mês do segmento vem caindo. O último dado mostrou retração de 7,3% em abril frente a março.

Comparando a evolução da receita dos maiores competidores do setor de vestuário, podemos observar que o crescimento é constante desde o início de 2015. O resultado da Lojas Renner se manteve acima do Grupo Guararapes durante o período. As variações porém, forma muito parecidas. Analisando mais a fundo, é possível observar que a primeira apresenta maior eficiência operacional, com margem líquida em crescimento constante e pouca variação. Já a Guararapes registrou forte retração a partir do segundo trimestre de 2015, se recuperando após atingir o menor patamar no quarto trimestre de 2016.

Evolução da Receita e Margem

A Lojas Renner tinha uma estrutura de capital agressiva no início de 2015, com proporção de 103% de dívida sobre o patrimônio líquido. A partir deste momento a companhia começou a se reestruturar, passando o capital realizado de R$ 750,8 milhões para R$ 2,557 bilhões no final de 2017 e diminuindo a proporção de capital de terceiros para 57,3%.

O Grupo Guararapes conta com característica mais conservadora. Percebemos isso pois o percentual se mantém abaixo de 60% no período em análise e atualmente está em 31,3%. Mesmo com o endividamento das duas empresas, a situação financeira é confortável. Em função disso, os indicadores de liquidez estão estabilizados.

Evolução da Estrutura de Capital

Qual a Melhor?

Optamos pela Lojas Renner para recomendação devido a estabilidade dos resultados ao longo dos últimos anos, além da forte rentabilidade patrimonial. Mesmo com múltiplos mais elevados, acreditamos que ainda há espaço para ganhos de capital, pois a empresa apresenta condições de manter a evolução de seu fluxo de caixa no médio prazo. O processo de expansão permanece, com Capex de R$ 577 milhões e necessidade de capital de giro de R$ 413 milhões em 2017. Dessa forma, corroborando com a tese de incremento do negócio. Nas operações, destaque para a margem bruta elevada, com média próxima a 60% nos últimos anos.

O investimento neste ativo conta com características de crescimento, fundamentado na elevação dos resultados. Nosso posicionamento, na grande maioria dos ativos, é voltado para valor, procurando oportunidades em ações com margem de segurança entre o preço de mercado e o valor justo. Para diversificar nossas carteiras, resolvemos mesclar ações de crescimento altamente correlacionadas com o mercado interno. Aproveitando assim, a evolução dos resultados em setores de consumo mais cíclico.

Com os últimos acontecimentos, envolvendo a greve dos caminhoneiros e incertezas políticas com a indefinição do quadro eleitoral, os ativos mais atrelados ao custo Brasil sofreram perdas consideráveis. Acreditamos que o cenário possa continuar nebuloso e a alta volatilidade dos mercados tende a permanecer. Mesmo assim, gostaríamos de ressaltar que ainda contamos com inflação controlada e baixa taxa de juros, fatores que contribuem para o desenvolvimento de diversos setores. O varejo vem em um processo de recuperação gradual e é considerado um dos segmentos mais consistentes, demonstrando estabilidade no volume de vendas desde o segundo semestre de 2017.

Indicadores e Múltiplos das Empresas 

Empresa / Ação P/L P/VPA Valor de Mercado Dívida Bruta / PL Margem Líquida
12 meses
ROE 12 Meses
GUARARAPES 10,85 1,37 R$5,54 bilhões 31,28% 7,66% 12,62%
LOJAS RENNER 25,51 6,07 R$19,82 bilhões 57,31% 10,15% 23,78%

Fontes: Quantum Axis, RI das Empresas, CNC, IBGE e Caged

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Fundo Kinea Rendimentos KNCR11 – Vale a pena investir?

Kinea Rendimentos KNCR11

Fundo Kinea Rendimentos KNCR11 – Vale a pena investir?

No destaque de Fundos Imobiliários de hoje, vamos trazer informações a respeito do Fundo Imobiliário Kinea Rendimentos KNCR11.

O Gestor

Fundada em 2007, a Kinea é uma gestora que tem como sócia o Itaú Unibanco. Tem sob gestão quase R$38 bilhões.

O Kinea Rendimentos KNCR11

O Fundo Kinea é um Fundo de Renda Fixa imobiliária com benchmark no CDI.

Objetivo de Rentabilidade: Pagar rendimentos mensais de 100% do CDI (líquido)

Início do Fundo: 23/10/12

Taxa de Administração: 1,1% ao ano

Composição da Carteira

A carteira do Fundo é, basicamente, composta por Créditos de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Créditos Imobiliários (LCIs). Abaixo segue a composição da carteira e indexadores dos títulos:

Carteira de Ativos

Rentabilidade (Valorização da Cota)

Em 12 meses: +13%

Retorno desde o início x CDI 

Rentabilidade – Dividend Yield (referência junho/18)

Valor da cota: R$105

Dividend Yield em junho/18: 0,60%

Yield anualizado: 7,20%

Informações do Patrimônio e de Mercado (referência junho/18)

Valor de Mercado Total: R$2,950 bilhões

Valor do Patrimônio Líquido: R$2,920 bilhões

Informações Contábeis (junho/18)

Comentários do gestor (junho/18)

No mês de junho, o Kinea Rendimentos imobiliários apresentava alocação em CRI de aproximadamente 91,35% dos ativos do Fundo. Adicionalmente, 3,42% da carteira estavam investidos em LCI, de modo que o portfólio de títulos de renda fixa imobiliária representava 94,77% do patrimônio. A parcela remanescente, de 5,23%, está alocada em instrumentos de caixa.

Os dividendos referentes à junho, cuja distribuição ocorrerá no dia 12/07/2018, serão de R$ 0,63 por cota e representam uma rentabilidade equivalente a 116,7% da taxa DI, considerando a cota da sexta emissão, de R$ 104,30.

Ressaltamos que o Fundo permanece apresentando boa performance nos rendimentos mensais, frente ao benchmark, equivalente a 100% da variação mensal da taxa DI, que reflete o patamar elevado de alocação em CRI, além da remuneração atrativa das operações que constituem a carteira.

Por fim, destacamos que todos os ativos do portfólio permanecem saudáveis e adimplentes em suas obrigações.

Avaliação Relativa

Pontos Positivos

– Qualidade do gestor e associação com o Itaú Unibanco;

– Qualidade da carteira (Ratings elevados);

– Gestor tem conseguido manter a meta de retorno de forma consistente;

– Ótima liquidez das cotas;

– Baixa volatilidade dos rendimentos e das cotas.

Pontos Negativos

– Taxa de administração elevada;

– Rentabilidade inferior a outros Fundos Imobiliários do mesmo segmento.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil.

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5 dicas sobre Finanças pessoais

5 dicas sobre Finanças pessoais

5 dicas sobre Finanças pessoais

Hoje trazemos o texto do Felipe Barcelos, especialista em finanças, que vai nos apresentar 5 dicas sobre finanças pessoais .

Como cuidar das finanças pessoais?

Se você que ter uma vida financeira saudável e equilibrada é preciso tratar com muito cuidado os seus rendimentos pessoais. Vivemos ainda em um cenário econômico que apresenta incertezas, e é por isto que cresce o interesse pela educação financeira, assim como pela busca de práticas mais inteligentes para gerir o dinheiro. E esta não é só uma questão de economizar. Afinal, manter as contas em dia e estar preparado para qualquer eventualidade vai trazer maior tranquilidade para sua vida psíquica e emocional.

Deixemos claro também que a principal chave para uma estabilidade financeira não é ganhar rios de dinheiro. Afinal, quem nunca viu a história de celebridades que geriram mal seus ganhos e terminaram terrivelmente endividados? É apenas com disciplina e planejamento que o seu dinheiro vai render de forma mais eficiente. Com o tempo, mesmo no orçamento mais apertado, será possível separar uma quantia para dedicar à realização dos seus sonhos. Confira então 5 dicas para cuidar melhor das suas finanças pessoais.

Organizando as suas finanças

Faça um orçamento

Antes de mais nada é preciso conhecer a sua realidade financeira. Separe um dia do mês para montar uma planilha a fim de organizar e analisar as suas despesas. O controle de gastos é fundamental para uma vida financeira saudável. Insira na planilha as suas receitas, como salários, ganhos, recebimento de aluguéis e quaisquer outros ganhos eventuais. Em seguida anote as suas despesas fixas. Ou seja, todos os pagamentos, aluguéis que você não pode deixar de pagar. Adicione por fim gastos variáveis e não fixos e você estará pronto para montar um orçamento mensal. Em um cenário ideal pelo menos de 10% a 20% da sua receita deve sobrar até o próximo recebimento.

Prioridade e consciência 

Sempre que possível elimine aquilo que não é essencial. Especialmente se o seu orçamento já apresenta um estado de desequilíbrio. Seus gastos nunca podem ser maiores que as suas receitas. E se você chegou nesta situação, um período de disciplina intensa é a melhor saída. Pode ser difícil, a princípio, diminuir viagens, passeios e mesmo suas idas ao restaurante. Mas quando o equilíbrio financeiro for restaurado, você vai reconhecer a importância desta ação.

O gasto consciente, por sua vez, começa em evitar os supérfluos. Este dinheiro poderá ser investido em uma poupança, ou mesmo na sua aposentadoria. É preciso aprender a usar o que você ganha de forma responsável. Poupar é importante, mas possuir objetivos financeiros também. Se você quer investir o seu dinheiro na compra de um determinado bem, tenha consciência do seu orçamento para saber como é possível adquiri-lo de forma segura dentro de um determinado tempo.

Use a regra 50-15-35 

Esta prática vai se somar ao item anterior para permitir que você controle melhor as suas finanças. Nesta regra a sua receita é dividida da seguinte forma: Até 50% deve ser destinado a gastos essenciais. Contas, aluguéis, planos de saúde, mensalidades, etc. Pelo menos 15% devem ir para prioridades financeiras, como por como, por exemplo, dívidas.

Caso suas contas estejam em dia, aplique este dinheiro em alguma forma de investimento. Os 35% que restam servem para elementos como lazer, cuidados pessoais, dentre outras coisas não essenciais, mas que servem para manter o seu estilo de vida e proporcionar relaxamento. Lembre-se, também, que destes 35% é recomendável poupar pelo menos 10%. No futuro você perceberá a diferença que esta pequena economia faz.

Aposente o cartão e compre à vista 

Embora um cartão possa ser de muita utilidade, também é fácil acumular dívidas desnecessárias com este item. É assustador o número de pessoas que perde o controle dos próprios gastos e estoura o orçamento na hora das compras no crédito. Se for necessário usar o cartão, calcule o quanto da sua renda deverá ser direcionada para este fim no próximo mês. Mas sempre prefira pagamentos à vista. Além de descontos, você vai saber com precisão quanto está sendo subtraído da sua receita.

Saiba investir 

Poupar e se planejar pode trazer estabilidade financeira, mas se você almeja por independência é preciso dar um passo além. Muita gente acredita que pôr o dinheiro e uma poupança basta. Mas o rendimento deste investimento tem se mantido inferior a inflação. Isso significa que o seu dinheiro tem se desvalorizado com o passar dos anos. Mas com opções como títulos públicos e aplicações no mercado de ações, você pode fazer com que estes valores deem um bom retorno a longo prazo. Estude as opções disponíveis e escolha aquela que mais se adéqua ao seu perfil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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