Sparta Top Previdência Advisory Icatu FI RF CP

Sparta Top Previdência

Sparta Top Previdência Advisory Icatu FI RF CP

O Sparta Top Previdência Advisory Icatu FI Renda Fixa Crédito Privado é um fundo constituído sob a forma de condomínio aberto e sem prazo de duração determinado.

Alocará seus recursos, preferencialmente, nos mercados de juros, commodities e dívida. Não é permitido ao fundo realizar investimentos no exterior e operações com ações. Além disso, poderá aplicar até 80% de seu patrimônio em ativos financeiros de crédito privado.

A Carteira

A carteira consolidada é composta por 62% de debêntures, das quais podemos destacar TAEE33 (Transmissora Aliança), SBESC7 (Sabesp), APAR16 (Alupar), VALE19 (Vale S.A), e papéis da Localiza.

Possui ainda, 31% de títulos públicos federais, com maioria indexada à taxa Selic (LFT). Além disso, 5% da carteira está alocada em fundos de direito creditório. Conta também com títulos bancários tradicionais. A seguir, a composição consolidada da carteira:

Mais Informações

Para investir no fundo, a aplicação inicial de R$ 30.000 será feita pelos planos da seguradora. Além disso, o Fundo é destinado para investidores em geral.

A taxa de administração é de 1% do patrimônio líquido, não será cobrada taxa de performance. O investimento pode ser resgatado, sem descontos, a partir do terceiro dia útil após o pedido (D+3).

O patrimônio líquido médio dos últimos doze meses é de R$ 260 milhões. Já o risco é considerado de médio para baixo, com volatilidade de 0,36% desde o início do fundo em abril de 2017.

Renatabilidade

Nos últimos doze meses, o fundo obteve retorno acumulado de 7,43%, equivalente a 107% do CDI. Confira o desempenho no quadro abaixo:

Nosso posicionamento

O fundo tem o objetivo de superar o CDI no longo prazo, utilizando uma política de investimento voltada para os mercados de dívida e juros. Neste sentido, o gestor busca rentabilidade através de debêntures, que possuem, em muitos casos, rentabilidade superior a títulos públicos federais e boa liquidez no mercado secundário.

Quanto a novas emissões, é possível observar maior movimentação por parte das empresas. Isso ocorre uma vez que existe a necessidade de financiamento, que passou a ser direcionado para projetos de expansão, deixando para trás aquele cenário onde as companhias captavam para rolar dívidas.

A política monetária continua flexível, sendo que a taxa básica chegou a 6,5% ao ano e se manteve. Desta forma, estamos em um momento com baixo rendimento na renda fixa, exigindo do investidor maior exposição a risco. A melhor forma de se posicionar, sem deixar de lado o conservadorismo, seria através do mercado de dívida corporativa, onde o prêmio oferecido é maior que na renda fixa tradicional.

Algumas das empresas investidas

Nos últimos meses, os destaques da carteira do fundo foram os papéis das companhias Light, Taesa e Ecorodovias, que performaram com a marcação a mercado. Os ativos da Light, mais precisamente, receberam um upgrade de rating com a melhora no perfil do crédito após a emissão de um bond no exterior e de um FIDC.

O portfólio conta com praticamente cem emissores, com grande concentração nos setores de utilidade pública e concessões. Toda a composição esta voltada para títulos de grau de investimento, com 39% AAA, 49% AA e 12% A na alocação por risco.

Observamos que o Sparta Top Previdência Advisory Icatu FI Renda Fixa Crédito Privado está alinhado com nosso perfil de recomendação. Dessa forma, recomendamos a exposição no fundo para investidores de perfil conservador que buscam ganhos acima do CDI no longo prazo. Este produto, inclusive, está presente nas nossas recomendações para este mês.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão/Broadcast. Folha. Exame. B3, MoneyTimes.

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As principais ações da Bolsa

As principais ações da Bolsa

As principais ações da Bolsa

Separamos a lista de ativos que fazem parte do Índice Bovespa da B3, ordenados de forma decrescente de acordo com o peso de cada um na carteira teórica. Ou seja, em termos de negociação, essas são as principais ações da Bolsa brasileira (B3).

Para incrementar os dados, incluímos a quantidade teórica que cada ativo contribui na seleção, o dividend yield de acordo com o preço de fechamento em 22 de agosto de 2018, o retorno em doze meses e o beta, que mede a variação do papel em relação ao benchmark. A respeito deste último indicador, quanto mais próximo de 1, maior a correlação com o Ibovespa.

Lembrando que, em 12 meses, o Ibovespa acumula alta de 8,21%.

Ranking das 20 maiores ações do Ibovespa

Ativo Peso Dividend Yield Retorno 12 Meses Beta
VALE ON N1 – VALE3 13,19% 7,92% 77,66% 0,79
ITAUUNIBANCO PN N1 – ITUB4 10,36% 8,36% 15,46% 1,19
BRADESCO PN N1 – BBDC4 7,35% 3,89% 0,44% 1,28
AMBEV S/A ON – ABEV3 6,64% 2,73% -1,76% 0,41
PETROBRAS PN – PETR4 5,92% 0,74% 35,53% 1,70
PETROBRAS ON – PETR3 3,86% 0,71% 52,02% 1,54
B3 ON NM – B3SA3 3,66% 3,21% 5,78% 1,13
ITAUSA PN N1 – ITSA4 3,45% 11,53% 18,72% 1,23
BRASIL ON NM – BBAS3 2,88% 4,84% 3,16% 1,54
ULTRAPAR ON NM – UGPA3 1,82% 2,09% -36,96% 0,91
SUZANO PAPEL ON NM – SUZB3 1,79% 6,60% 187,41% 0,04
LOJAS RENNER ON NM – LREN3 1,64% 1,41% -1,40% 0,98
FIBRIA ON NM – FIBR3 1,45% 1,22% 107,66% -0,03
BBSEGURIDADE ON NM – BBSE3 1,38% 6,32% -2,67% 0,59
TELEF BRASIL PN – VIVT4 1,34% 5,67% -10,59% 0,50
CIELO ON NM – CIEL3 1,31% 4,36% -32,08% 0,47
RAIADROGASIL ON NM – RADL3 1,30% 0,91% 15,68% 0,64
GERDAU PN N1 – GGBR4 1,27% 2,67% 48,01% 1,34
BRADESCO ON N1 – BBDC3 1,24% 3,62% -10,50% 1,28
RUMO S.A. ON NM – RAIL3 1,23% 35,29% 1,10

Caso queira saber mais a respeito do funcionamento do Ibovespa, confira o vídeo abaixo:

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Kinea Renda Imobiliária – KNRI11

Kinea Renda Imobiliária

Kinea Renda Imobiliária – KNRI11

Hoje vamos trazer um atualização do Kinea Renda Imobiliária – KNRI11 :

A Gestora

Desde a fundação da Kinea Investimentos, em 2007, sua estrutura funciona como um conjunto de operações que faz a gestão dos investimentos de acordo com a expertise de cada colaborador, porém de forma coordenada.

Foi fundada após uma associação do Banco Itaú com profissionais do mercado financeiro. Já em 2010 administrava mais de R$ 2,4 bilhões em ativos. Neste mesmo ano, comprou participação na empresa de educação Multi e algum tempo depois comprou o Grupo ABC, empresa especializada em publicidade.

Em 2014 adquiriu parte da Lojas Avenida. Sua plataforma é composta por fundos multimercados, imobiliários, infraestrutura, previdência, ações e private equity. Este formato permite ter ao mesmo tempo especialização e diversificação, arrojo e solidez, e acima de tudo, incrementar os negócios num processo de retro-aprendizagem. Atualmente possui R$ 28,7 bilhões sob gestão.

O Fundo Kinea Renda Imobiliária – KNRI11

O Kinea Renda Imobiliária FII é um fundo imobiliário constituído sob a forma de condomínio fechado. O fundo não possui prazo de duração determinado e é destinado a investidores em geral.

Tem por objeto a realização de investimentos através de aquisição de centros de distribuição e pontos de varejo, tais como lojas e agências bancárias, auferindo renda com locações e arrendamentos.

Também pode aplicar em ações, cotas de FIP e de fundos de ações que apliquem na construção civil, cotas de outros FIIs ou em títulos de renda fixa.

Processo de investimento

O processo de investimento é baseado em uma abordagem de gestão ativa e processos diligentes. Dessa forma, busca baixa vacância e estabilidade no pagamento da renda mensal de aluguel:

Localização dos imóveis

O patrimônio do fundo é composto por empreendimentos comerciais localizados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Os principais são o Lagoa Corporate, no Rio de Janeiro, e o Centro de Distribuição Bandeirantes, na Rodovia dos Bandeirantes em São Paulo. No total são mais de 45 locatários.

Já a taxa de vacância atual é de 8,52%. Já o valor patrimonial do Fundo, está em R$2,24 bilhões.

Portfólio de imóveis

Receita

A carteira consolidada é composta por 91,25% de imóveis (oito edifícios corporativos e sete galpões logísticos), sendo as principais atividades dos inquilinos relacionadas ao setor varejista e a indústria. No total são 61 contratos de locação.

O Fundo possui ainda 7,18% em títulos privados, como LCI’s da Caixa Econômica Federal e do Banco Rodobens. Além disso, possui 1,57% da carteira em títulos públicos federais prefixados (LTN).

A seguir, a composição das receitas:

Vencimento de contratos

O Fundo na B3

O retorno acumulado nos últimos doze meses foi de 2,06%, correspondendo a 62% do IFIX. Nos últimos meses, distribuiu R$ 0,82 em dividendos por cota, formando um dividend yield de 6,9%. Conta com volatilidade de 21%. Confira o desempenho histórico do Fundo (desde 01/12/2010), no quadro abaixo:

Nossa recomendação

A estratégia do fundo consiste em adquirir unidades autônomas ou a totalidade de centros de distribuição, podendo ainda investir em lajes corporativas, lojas térreas e agências bancárias. Desta forma, busca auferir rendimentos por meio de locação ou arrendamento das unidades investidas.

A política de suas alocações está focada em compras diretas de imóveis ou por meio da aquisição de ações, cotas e valores mobiliários de instituições cujo propósito seja investir em direitos sobre os bens. Costuma aplicar seus excedentes em ativos de renda fixa com alta liquidez para dar rendimento a suas disponibilidades. Atualmente, conta com boa diversificação de imóveis, atuando em três estados diferentes e com receitas provenientes de quarenta e cinco inquilinos de diversos setores diferentes.

Neste contexto, o risco de inadimplência e a possibilidade de vacância financeira elevada são minimizados, trazendo maior linearidade aos resultados. Outro ponto importante a ser destacado é que mais da metade dos contratos possui vencimentos de 2022 em diante, com um prazo médio de nove anos para a totalidade. O principal risco do fundo ainda está concentrado na proporção de 27,3% da receita proveniente do estado do Rio de Janeiro, pois a região ainda apresenta desafios quanto à vacância e a situação econômica é delicada, podendo afetar novos contratos de locação. A vacância financeira do fundo é de 12,8%, e a vacância física chega a 8,93%.

Desta forma, indicamos a exposição no fundo para investidores de perfil moderado, que buscam diversificação e complemento na renda para o longo prazo. O fundo, inclusive, está presente em nossas recomendações para este mês e pode ser considerado uma boa opção para quem busca rendimentos no mercado imobiliário com maior liquidez.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil.

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LCI e LCA – Como funcionam

LCI e LCA

LCI e LCA – Como funcionam

LCI e LCA significam, respectivamente, Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio. Mas, e na prática, o que quer dizer essa sopra de letrinhas?

Assim como o CDB, as letras de crédito também são um ”empréstimo” que você faz ao banco. A diferença está no fato de que essa emissão de dívida serve como empréstimo para financiar as atividades no ramo do agronegócio e no ramo imobiliário. Indiretamente, o credor da dívida está fomentando a economia do país e, para isso, recebe juros em troca.

Para aprender a investir em LCI e LCA, confira o nosso guia completo para não cair em ciladas:

1) Abra uma conta em uma corretora

Para conseguir melhores taxas nas suas aplicações de Renda Fixa, incluindo LCI e LCA, o ideal é investir através de uma corretora. A maioria delas não cobra nada do cliente nem para a abertura da conta, nem para manutenção. Assim, você consegue ter acesso a mais opções de produtos e escolher aquele que realmente casa com seus objetivos de vida e financeiros.

Normalmente os valores mínimos de aplicação são de R$5.000 até R$10.000.

2) Escolha o emissor da LCI e da LCA

As letras de crédito contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), no teto de R$ 1 milhão de reais, por CPF, a cada 4 anos, ou seja, o investidor médio está bastante protegido. Contudo, não vale a pena se jogar em qualquer papel, escolhendo apenas pela rentabilidade. A proteção do FGC é como um seguro de automóvel, você faz, mas não quer ter que usá-lo.

Para não cair em ciladas, confira o rating da instituição (classificação de risco, disponível no site das corretoras). Além disso, utilize ferramentas como o Banco Data em que é possível olhar o balanço recente das instituições e conferir o índice de Basiléia e de Imobilização. Dessa forma, você minimiza o risco de crédito.

3) Escolha o tipo de LCI e LCA

Esses papeis de renda fixa também são ofertados na modalidade pós-fixado e pré-fixados. Os títulos pós-fixados são rentabilizados positivamente todos os dias de acordo com a taxa acordada. Assim, se você optou por um papel que rende 90% do CDI, todos os dias terá um rendimento de 0.9 sobre o CDI do dia (confira o site da CETIP para saber o DI diário).

Já a pré-fixada entregará o rendimento combinado apenas na data de vencimento do papel.

Como LCIs e LCAs não costumam ter liquidez a escolha entre pós-fixado e pré-fixado dependerá da sua estratégia de investimento.

4) Isenção do IR

A maior vantagem das LCIs e LCAs são a isenção de Imposto de Renda. Como o dinheiro emprestado é usado para implementar melhorias nos setores do agronegócio e imobiliário, aquecendo a economia do país, o investidor recebe como vantagem a isenção fiscal.

Mas não pense que basta não ter imposto de renda para ser mais vantajoso que qualquer outro investimento. Faça as contas e compare. Por exemplo, uma LCI pós-fixada de 80% do CDI, mesmo sem IR, perde para um CDB pós-fixado de 103% do CDI, num período de um ano. Como o imposto de renda é regressivo, conforme o tempo de aplicação, a desvantagem aumentaria com o passar do tempo.

5) Fique atento aos prazos de vencimento

As LCIs e as LCAs são títulos de crédito privado que geralmente não possuem liquidez. Por isso, saiba exatamente a data de vencimento do papel e não aplique dinheiro que você precisará resgatar antes desse prazo.

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Através do TOP RENDA FIXA, você receberá as melhores recomendações de títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs, LCs, LFs, Debêntures, FIDCs, CRIs e CRAs.

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4 investimentos indicados para iniciantes

4 investimentos indicados para iniciantes

4 investimentos indicados para iniciantes

Muita gente sonha em investir seu dinheiro e ter um bom rendimento. As motivações costumam ser das mais variadas, desde fazer a viagem dos sonhos, passando pela compra de um imóvel e pelo planejamento da aposentadoria até a vontade de aumentar o patrimônio e sentir mais segurança no aspecto financeiro. Seja qual for a sua motivação para investir, é preciso estar atento e tomar cuidado com o tipo de aplicação escolhido. Geralmente, os títulos de renda fixa costumam ser a melhor opção para quem está começando. Elencamos a seguir 4 investimentos indicados para iniciantes:

1. Tesouro Direto

Único título público da lista, tem como objetivo financiar investimentos do Governo Federal em diversas áreas, como saúde, educação e infraestrutura. No Tesouro Direto o investidor compra títulos da dívida pública e após um prazo recebe uma rentabilidade específica.

O Tesouro Direto é um dos investimentos mais seguros do mercado. Cada título dele apresenta um prazo e uma rentabilidade específicos, que podem ser pré ou pós-fixados. A compra mínima precisa ser equivalente a 1% do valor de um título, desde que também respeite o valor mínimo de R$30,00.

2. Fundos de investimento

Geralmente são uma das melhores aplicações para iniciantes. Isso porque a gestora é o responsável por buscar as melhores aplicações. É preciso tomar cuidado ao aplicar direto com os bancos porque para realizar essas atividades eles cobram taxas que podem acabar sendo altas.

3. Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Boa alternativa para investidores iniciantes, o CDB é um título que os bancos emitem para captarem dinheiro para financiar suas atividades de crédito. Ou seja, você realiza uma espécie de empréstimo para o banco e em troca recebe uma rentabilidade diária. Com prazos de resgate variados e investimento mínimo em torno de R$1.000,00, esse é um investimento de baixo risco. O CDB pode ser pré-fixado (juros estabelecidos no momento do investimento) ou pós-fixado (valores baseados em taxa de juros e inflação).

4. Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

É feita em títulos de crédito voltados para o agronegócio. Na prática, o investidor empresta um valor para uma instituição financeira, que o destina para a realização de empréstimos no setor agropecuário. Em troca desse empréstimo do investidor, o banco se compromete em contrato a pagar juros sobre o valor total em um prazo determinado. Assim, é uma aplicação de boa rentabilidade e baixo risco.

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Ações para ficar de olho em 2018 #1

Ações para ficar de olho

Ações para ficar de olho em 2018 #1

No início do ano, fizemos uma serie de artigos intitulada ”Ações para ficar de olho em 2018”. Neles trouxemos alguns dos ativos que iríamos focar em algumas das nossas recomendações, especialmente para médio e longo prazos.

Abaixo, gostaria de compartilhar o primeiro deles, que trouxe a Magazine Luiza (MGLU3) como destaque. MGLU3 com certeza foi uma das ações que mais trouxeram (e ainda trazem) alegria para nossos clientes, em função das recomendações feitas no ativo.

O artigo foi publicado, originalmente, em 12/01/18. Confira:

Confira as ações para ficar de olho em 2018

Depois de subir 38,93% em 2016, o Ibovespa fechou 2017 com uma alta de 26,86%. Quem está há mais tempo já viu, por exemplo, o Ibovespa subir cinco anos consecutivos (de 2003 até 2007). Porém, a última vez que o nosso índice havia subido dois anos seguidos foi no longínquo biênio 2009/2010.

Obviamente, como o Ibovespa reflete a variação média das ações mais negociadas, esses valores são médios. Tivemos ações que caíram, mesmo com a bolsa subindo e ações que subiram bem mais do que o Ibovespa. Algumas ações que nem fazem parte do Ibovespa tiveram retornos absurdos no ano passado.

Abaixo, segue uma listagem que ilustra bem o forte potencial de ganhos que as ações podem ter em ‘’bons anos’’. Separamos apenas alguns ativos que acompanhamos e que subiram acima de 100% em 2017:

ATIVOS  2017
MAGAZINE LUIZA ON NM – MGLU3 511,03%
UNIPAR PNB – UNIP6 277,97%
PETRORIO ON NM – PRIO3 275,57%
LOCAMERICA ON NM – LCAM3 230,80%
GOL PN N2 – GOLL4 216,02%
FERBASA PN N1 – FESA4 183,58%
PORTOBELLO ON NM – PTBL3 175,91%
TEGMA ON NM – TGMA3 165,70%
GUARARAPES PN – GUAR4 148,98%
AREZZO CO ON NM – ARZZ3 129,79%
VIA VAREJO UNT N2 – VVAR11 128,43%
USIMINAS PNA N1 – USIM5 121,95%
RANDON PART ON N1 – RAPT3 113,30%
ESTÁCIO PART ON NM – ESTC3 111,33%
RUMO S.A. ON NM – RAIL3 111,24%
RANDON PART PN N1 – RAPT4 109,65%
ANIMA ON NM – ANIM3 108,59%
CVC BRASIL ON NM – CVCB3 107,03%
LOCALIZA ON NM – RENT3 106,07%
B2W DIGITAL ON NM – BTOW3 105,79%
BRADESPAR PN N1 – BRAP4 104,88%
SLC AGRICOLA ON NM – SLCE3 102,73%

Qual a expectativa para 2018?

Para 2018, a expectativa é de que a bolsa tenha novamente um bom desempenho. Caso isso aconteça, abrirá caminho para a possibilidade de retornos tão bons quanto os que vimos acima.

Temos alguns fatores que podem trazer volatilidade, como as eleições, a situação fiscal delicada do país ou até mesmo fatores novos, como uma crise internacional, por exemplo. Porém, é inegável que o ano é de oportunidades.

Pensando nisso, resolvemos escrever essa pequena série em quatro artigos. Nela, traremos quatro oportunidades de investimentos em ações que foram sucessos em nossas recomendações em 2017. Além claro,  de ”promoterem” um 2018 ainda melhor.

Nesse primeiro artigo, vamos falar sobre uma das campeãs de retorno em 2016 (+500%) e que repetiu a dose em 2017 (+511%). Sim, ela mesmo, uma das queridinhas do mercado (e nossa também), Magazine Luiza (MGLU3).

Magazine Luiza

Fundada em 1957 em Franca, São Paulo, a empresa se expandiu para o interior paulista na década de setenta, chegando a Minas Gerais algum tempo depois. No início dos anos 90, foram inauguradas as primeiras lojas virtuais e anos mais tarde foi lançado o seu site de comércio eletrônico.

Ao longo de mais de 60 anos de história, a empresa teve um forte crescimento e é hoje uma das maiores redes de varejo do país, com mais de 800 lojas físicas, 9 centros de distribuição, 20 mil colaboradores e uma base de clientes de dar inveja, com aproximadamente 45 milhões de clientes cadastrados.

Além disso, a empresa investe pesado em um ciclo de transformação digital, que deve impulsionar ainda mais as vendas online, que foram responsáveis por quase 30% do total de pedidos em 2017.

A empresa que hoje é vista com bons olhos pelo mercado passou por um período complicado, com queda nas margens, vendas emperradas e prejuízos.

Retomada da empresa

Essa situação começou a mudar em 2016 e culminou em resultados muito positivos, como os que foram apresentados no terceiro trimestre de 2017, quando a empresa teve o maior crescimento trimestral em vendas nos últimos cinco anos.

Além disso, a empresa mostrou forte crescimento do EBITDA (que cresceu 38,8%, para R$250,4 milhões), redução das despesas financeiras e forte evolução no lucro (o maior lucro trimestral da sua história, que passou de R$24,8 milhões para R$92,5 milhões). Sem deixar de comentar sobre o excepcional ROE de 43%, de dar inveja aos concorrentes.

Esperamos que os resultados do fechamento de 2017 também venham fortes, impulsionados pela recuperação da economia e pelo aumento das vendas do varejo. As vendas do Natal, por exemplo, foram as melhores em cinco anos. E essa também deve ser a tendência para a empresa em 2018, que, além do ambicioso plano de abrir mais sessenta lojas, deve contar com vendas extras em um ano de Copa do Mundo.

Além disso, as ações da empresa passaram a fazer parte do Ibovespa no início de 2018, o que deve melhorar ainda mais a liquidez das ações.

Recomendações Capitalizo

Atualmente, as ações MLGU3 fazem parte das nossas recomendações, tanto para o longo prazo quanto para o médio prazo. Acreditamos que o ativo possa trazer ainda mais resultados, abalizados por fundamentos sólidos e pelo fluxo na ponta compradora.

Estimativa fundamentalista (longo prazo)

Para o longo prazo, o Magazine Luiza voltou para a nossa Carteira Top Recomendadas no dia 21 de novembro de 2017 a R$59,80. Considerando a cotação de hoje (12 de janeiro de 2018), a alta até agora foi 30%. Estimamos um preço alvo de MGLU3 de R$120 para o final de 2018, com potencial de se valorizar mais 54%. Lembrando que esse preço pode ser revisado, é claro.

Estimativa grafista (médio prazo)

Em 2017, nossa estratégia de médio prazo apontou compra para MGLU3 no dia 06 de julho. A recomendação de encerramento dessa posição veio no dia 19 de outubro, gerando um lucro de 115,87%.

O ativo ‘’ensaiou’’ uma baixa, mas depois de algumas semanas voltou a subir. Dessa forma, recomendamos uma nova compra no dia 11 de dezembro. De lá para cá a operação acumula alta de 9% e segue em aberto.

Próximo artigo

No próximo artigo vamos falar sobre Suzano (SUZB3) e Fibria (FIBR3), dois ativos resilientes para momentos de turbulência do mercado. Não esqueça de se cadastrar no nosso newsletter e receba os próximos artigos por e-mail.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Tipos de Fundos de Investimentos

Tipos de Fundos de Investimentos

Tipos de Fundos de Investimentos

Saiba quais são os tipos de Fundos de Investimentos disponíveis no mercado e diversifique seus investimentos.

Vantagens do Investimento através de Fundos

Quer começar a investir, mas ainda se sente inseguro sobre como fazer isso? Já está investindo, mas acredita que poderia ter melhores retornos caso tivesse um pouco mais de conhecimento? Falta tempo para acompanhar os movimentos do mercado porque seu trabalho demanda muito de você?

Se você se encaixa em qualquer uma das alternativas, ou se está buscando mais informações apara melhorar a rentabilidade da sua carteira, saiba que os fundos de investimentos são uma boa opção. Isso é verdade tanto para investidores iniciantes, quanto para veteranos de mercado financeiro.

Funcionamento de um Fundo e Investimento

Por meio de um fundo investimento, é possível diversificar seus investimentos e contar com gestão profissional. Os fundos de investimento funcionam como se fossem um condomínio em que o investidor adquire cotas por um determinado preço inicial. Todos os dias, o valor dessas cotas é atualizado de acordo com o desempenho do fundo.

O investidor também deve estar atento para o tipo de gestão do fundo, se ativa ou passiva.

Na gestão ativa, o fundo realiza uma seleção e análise dos ativos que irão compor a carteira do fundo, seguindo um indicador econômico com o objetivo de superá-lo. No caso da gestão passiva, o objetivo é apenas acompanhar o indicador.

Conheça os principais tipos de fundos de investimento e escolha aquele que mais se adapta ao seu perfil e seus objetivos.

1) Fundos de Renda Fixa

Trabalham com ativos de renda fixa pré-fixados ou pós-fixados, devendo ter 80% do patrimônio investido sob essas formas. Nesses fundos, o gestor preocupa-se com negociar ativos para tirar vantagem do movimento da taxa de juros.

Referenciado DI

Nesse fundo de renda fixa, o gestor investe primordialmente em títulos públicos federais. Contudo, pode ter também na carteira uma pequena parcela de crédito privado de baixo risco.

Esse tipo de fundo é chamado de referenciado DI porque o seu benchmark (indicador de referência), é o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Esse tipo de Fundo é considerado bastante seguro e conservador.

Crédito Privado

Investem 50% do patrimônio líquido em crédito privado, ou seja, o emissor da dívida é uma empresa. Para saber se é um fundo seguro, consulte a lâmina de informações e verifique a classificação de risco.

Esse tipo de fundo pode investir, por exemplo, em debêntures, operações compromissadas, depósitos a prazo, cotas de outros fundos e outros ativos.

Para saber mais, busque se informar sobre a composição da carteira do fundo no site da CVM (Comissão de Valores Imobiliários).

2) Fundos Multimercado

São um misto de renda fixa com renda variável. Portanto, podem alocar ativos de diferentes classes como títulos públicos federais, ações, derivativos e câmbio.

Os multimercados podem adotar diferentes estratégias, sendo classificados como Multimercado Macro, Long&Short, Juros e Moedas, entre outros. Por isso, quando for escolher um multimercado busque saber a qual estratégia aquele fundo corresponde e se você está disposto a correr os riscos que ela oferece.

Além disso, multimercados são geralmente fundos para investimentos de longo prazo porque os gestores fazem uma leitura do cenário econômico e a partir dela assumem determinadas posições. Dessa forma, se o investidor pedir o resgaste antes da realização daquela posição pode acabar saindo no prejuízo.

3) Fundos de Ação

Devem contar com um mínimo de 67% do patrimônio líquido como ações em bolsa de valores. Esse é um tipo de fundo para o investidor que está disposto a correr o risco associado à alta volatilidade. Ao mesmo tempo, pode ser uma boa alternativa para quem quer diversificar a carteira comprando ações, mas não sabe como fazer uma análise adequada. Por isso, nunca olhe apenas rentabilidade passado de um fundo.

Sempre fique atento para a possibilidade do fundo de ações trabalhar alavancado (trabalhar com um patrimônio que não tem). Esse pode ser um risco que o investidor pode não estar disposto a correr.

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Invista em Fundos e diversifique seus investimentos

O investimento em Fundos é uma das formas mais inteligentes de se investir. Além da possibilidade de diversificação de carteira, aplicando em diferentes Fundos (com diferentes estratégias), você pode ter o seu dinheiro gerido pelos melhores gestores do Brasil e do mundo.

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Qual taxa de administração pagar em um Fundo de Renda Fixa?

taxa de administração

Qual taxa de administração pagar em um Fundo de Renda Fixa?

O portal InfoMoney publicou uma interessante reportagem com o título ‘’1,2 milhão de brasileiros investem em fundos em que quem mais lucra é o banco’’. Nessa reportagem, são selecionados alguns Fundos de Renda Fixa de grandes bancos, onde a rentabilidade projetada do cotista (investidor) seria mais baixa que a taxa de administração cobrada pelo Fundo.

Como nessa semana, tivemos alguns clientes fazendo perguntas a respeito de taxas de administração, resolvemos ”republicar” esse post, originalmente pulicado em março/2018.

O Fundo Banrisul Automático FI RF CP

Em um dos Fundos citados, o Banrisul Automático FI RF CP, a rentabilidade líquida para 12 meses, já descontadas taxas, impostos e considerando a Selic em 6,75%, seria de 1%. Enquanto isso, o Fundo cobra uma taxa de administração de 5,5%. Isso mesmo, 5,5%!

Exemplos como esse do Banrisul ou de outros Fundos que cobram taxas de 3% ou até 5,5% ao ano, são poucos esdrúxulos, mas não incomuns. Ou seja, o mesmo acontece em outros grandes Bancos como Itaú, Caixa, Banco do Brasil, Santander ou Bradesco.

O mais triste dessa reportagem é ver que existem mais de 1,2 milhão de pessoas que vão deixar de ganhar muito dinheiro, tendo seus recursos aplicados nesses Fundos. E, quanto maior o tempo da aplicação, maior será essa perda.

Qual taxa de administração devo pagar?

Não queremos entrar no mérito de quanto um Fundo de Renda Fixa deveria cobrar. Isso porque que acreditamos que todos devem (ou pelo menos deveriam) ser livres para cobrar o valor que ‘’bem entenderem’’. A questão proposta aqui é recomendar o que NÓS entendemos que seja o ideal para se pagar em taxas nesse tipo de Fundo.

Primeiramente, é preciso pontuar que NADA justifica cobrar uma taxa de 5,5% para esse tipo de Fundo. E não se deixe enganar, seja lá qual for a justificativa.

Em segundo lugar, vamos reiterar o que já falamos diversas vezes: banco não é lugar de bons investimentos. Diariamente, atendemos diversos investidores que nos passam as suas posições e, em 99% dos casos, o resultado é o mesmo: o melhor retorno possível que o cliente consegue no banco não é melhor do que a ‘’pior’’ aplicação que ele conseguiria em uma corretora, por exemplo.

O próprio Banrisul não tem produtos bons o suficiente para a montagem de uma carteira para um investidor de Renda Fixa.

Taxa de administração e rentabilidade

Levando em conta o tipo de Fundo que aparece nessa reportagem, que é conservador, com resgate de curto prazo e podendo servir como alternativa à poupança, o ideal é que a rentabilidade dele seja superior a do CDI (já descontadas as taxas). Dificilmente um Fundo distribuído pelos grandes bancos, com esse perfil, consegue bater o CDI. Na verdade, poucos chegam perto de retornar o que paga o CDI.

Abaixo segue o gráfico comparativo do Fundo Banrisul Automático em relação ao CDI, em 12 meses:

Isso mesmo: em 12 meses esse Fundo rendeu apenas 3,51%, enquanto o CDI rendeu 9,29%. Sem entrarmos também no mérito da composição da carteira do Fundo, podemos perceber que sua alta taxa de administração inviabiliza qualquer tipo de recomendação nesse Fundo.

Fundo Porto Seguro FI Renda Fixa

Já em relação às taxas dos Fundos que recomendamos como alternativa, não só para compor uma carteira de Fundos, mas também para quem busca segurança em aplicações de curto prazo, as taxas de administração variam de 0,40% a 0,75% ao ano. Porém, dependendo do Fundo, podemos aceitar uma taxa de administração de até 1% ao ano.

Abaixo segue novamente o comparativo. Contudo, agora utilizaremos o Fundo Porto Seguro FI Renda Fixa na análise Aumentamos também, o prazo para 36 meses:

No caso acima, em 36 meses, o Fundo Porto Seguro rendeu 43,08%.  Esse valor foi mais do que o dobro do Fundo Banrisul Automático, que rendeu apenas 19,98%.

O Fundo da Porto Seguro é um dos que recomendamos para aplicações conservadoras, com o objetivo de acompanhar o CDI. Além disso, ele possibilita resgate diário, facilitando a liquidez.

E os seus investimentos, como estão?

Caso você não saiba como estão seus investimentos, estejam eles em bancos ou corretoras, e quer, além de uma análise comparativa, ter acesso às melhores recomendações de investimentos do mercado, conheça um de nossos Produtos e mude sua forma de investir.

Sobre a Capitalizo

A Capitalizo é uma casa independente de consultoria, análises e recomendações de Renda Fixa, Fundos de Investimentos e Bolsas de Valores. Nossa missão é fornecer a vocês as melhores recomendações, com o melhor atendimento, através dos produtos mais completos do mercado.

 

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Vale realmente a pena investir em ações no longo prazo ?

Vale a pena investir em ações no longo prazo

Vale a pena investir em ações no longo prazo ?

Uma das coisas que mais se escuta é que o investimento em ações é “bom, mas de longo prazo’’. Mas, afinal, vale a pena investir em ações no longo prazo ?

Como veremos a seguir, a resposta da pergunta acima é: sim, vale a pena investir em ações no longo prazo. Porém, se você  puder precisar do seu dinheiro no curto prazo, melhor não colocar nada na Bolsa de Valores. Todavia, se você não tiver perspectivas de utilizar esses valores no curto prazo, comprar ações pode ser um ótimo negócio.

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, apesar de você ter em mente uma perspectiva de longo, não necessariamente é preciso esperar anos para ganhar dinheiro. Por exemplo, enquanto escrevo esse artigo, as ações da Magazine Luiza sobem 6,64%. E, somente esse ano (2018), disparam incríveis 83,95%. Ou seja, perspectivas de longo prazo não invalidam ganhos de curto prazo.

Rentabilidade no Longo Prazo

Contudo, o intuito desse artigo é mostrar que, no longo prazo, investir em ações pode nos trazer resultados extraordinários. Abaixo, seguem alguns exemplos de ganhos com algumas ações de 2000 até hoje (07/08/18), com aplicações simuladas de R$10.000:

Ativo Rentabilidade  Valor atual* 
Weg 10194%  R$           1.019.444,48
Lojas Americanas 7256%  R$               725.599,98
AmBev 4815%  R$               481.538,46
Marcopolo 3573%  R$               357.272,72
Vale 3488%  R$               348.843,54
Bradesco 2755%  R$               275.454,54
Itaú 2318%  R$               231.780,11
Ultrapar 1875%  R$               187.532,47
CDI 938,46%  R$                 93.846,00
Petrobras 604%  R$                 60.442,17
Ibovespa 374,58%  R$                 37.458,00
Inflação (IPCA) 218,45%  R$                 21.845,00
Light -48% -R$                   4.830,31

*Sem contar os dividendos. Fonte: ProfitChart.

Comentários

Como pudemos ver, alguns ativos tiveram resultados extraordinários, como as ações da Weg ou das Lojas Americanas. Por outro lado, ativos como Petrobras, o próprio Ibovespa e a Light (que ficou negativa), nem tanto.

O que fez com que a Light tivesse tido um resultado tão ruim e Weg um resultado tão bom?

Resumidamente, o que faz uma ação subir, no longo prazo, é o interesse das pessoas em comprar essas ações. Quanto mais ”compras” tiver, mais ela vai subir. Simples assim. O que leva um investidor de longo prazo a comprar ações é a capacidade que essa empresa tem de gerar retorno para seus acionistas. Esse retorno, pode vir na forma de crescimento constante de vendas, lucros, dividendos de ou retornos sobre o patrimônio. Basicamente, quanto mais uma empresa crescer (com qualidade) e maior for a perspectiva desse crescimento, mais pessoas irão comprar essas ações e mais elas vão subir.

Abaixo, pegamos dois indicadores muito importantes (lucro Líquido e dividendos), de Light e Weg. Em um, temos lucros decrescentes (e vários prejuízos) e dividendos não constantes. Em outro, temos lucros crescentes e dividendos constantes:

Será que é preciso dizer a que empresas pertencem cada um dos gráficos acima?

O nosso trabalho, como empresa de análises e recomendações está, justamente, em:

– Entender quais as empresas continuarão crescendo e entregando resultados.

– Entender quais empresas não tem boas perspectivas boas no longo prazo .

– Entender quais as empresas que não tem perspectivas boas no curto prazo, mas podem reverter esse quadro.

Além disso, também podemos comprar empresas que, no curto prazo, não estejam, momentaneamente, tão bem, mas que tem capacidade para reverter esse quadro é que pode fazer a diferença na sua carteira de ações.

Magazine Luiza, por exemplo, vinha de péssimos resultados (desde sua abertura na Bolsa em 2011), e suas ações, ficaram praticamente 5 anos caindo. Até que, no início de 2016, esse quadro começou a reverter e, de lá para cá, as ações MLGU3 já subiram mais de 5.000%.

Vejam agora o comportamento da lucratividade da empresa:

Ainda é cedo para afirmar que esses resultados continuarão em constante crescimento, porém, quem acompanha a empresa já vinha percebendo os aumentos das margens desde meados de 2014 e que uma recuperação (mesmo que tímida) da economia, poderia fazer a empresa operar no azul novamente.

Temos também, outros exemplos, como Gerdau, Usiminas, Fibria, Suzano e da própria Lojas Americanas, que em algum momento tiveram dificuldades em seus negócios. Essas dificuldades fizeram suas ações cair, abrindo assim, excelentes oportunidades de entrada.

Seja em empresas que estão bem e podem melhorar ainda mais, ou em empresas que podem se recuperar e gerar excelentes ganhos, o mercado está cheio de ótimas oportunidades de investimentos de longo prazo.

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Empresas do setor de educação – Vale a pena investir?

Empresas do setor de educação

Empresas do setor de educação – Vale a pena investir?

Hoje vamos a falar a respeito das empresas do setor de educação com ações cotadas na B3. Em especial abordaremos Estácio (ESTC3), Kroton (KROT3) e Ser Educacional (SEER3).

O Setor de Educação

O setor educacional tem apresentado perspectivas de consolidação há algum tempo, principalmente no ensino superior. Durante a década de noventa e início dos anos dois mil, o segmento apresentou crescimento acentuado, com aumento de participantes no mercado e pulverização de alunos por instituição privada.

Conforme as expectativas de desenvolvimento foram se materializando, as organizações com maior representatividade passaram a adquirir faculdades de pequeno e médio porte. Um bom exemplo foi o crescimento da Anhanguera e a compra da instituição pela Kroton, formando um dos maiores grupos educacionais do mundo e reduzindo o espaço para novos entrantes.

Após anos de forte crescimento, o setor demonstra desaceleração. Embora as principais companhias tenham adquirido forte vantagem competitiva ao longo dos anos, ainda existe intensa competição e alta exposição ao ciclo econômico. Isso ocorre uma vez que aumentam a evasão e inadimplência por parte de alunos em períodos de crise.

Um fator que influencia bastante nestes quesitos é a redução de incentivos por parte do governo, notadamente no Programa de Financiamento do Crédito Estudantil. Para reter e atrair mais pessoas, muitas instituições têm optado por descolar do governo e se expor ao risco de financiar seus alunos com recursos próprios.

Gráfico da Evolução dos Contratos de Fies

Influência do Fies

Entre 2010 e 2014 o Fies impulsionou o resultado de grandes instituições de ensino superior privadas. O número de matriculas, por exemplo, aumentou de 3,9 milhões para 4,8 milhões em cursos presenciais. No auge do programa, cerca de 40% dos estudantes eram participantes, chegando a 70% em companhias de menor porte.

Diminuição do Programa 

A partir de 2015 o governo passou a reestruturar este sistema, uma vez que não era mais viável financeiramente. Uma das principais modificações foi a exigência de renda familiar per capita de até três salários mínimos para concessão de crédito a juro zero. Valor esse, muito distante dos vinte salários de alguns anos antes.

Alguns desafios são visíveis no setor. Além da situação do mercado de trabalho, que conta com alta taxa de desemprego, vários alunos com Fies estão se formando e a competitividade é cada vez mais acirrada, com instituições de ensino cobrando até R$ 49 de mensalidade nos primeiros meses.

Além dos fatores mencionados, o cenário macroeconômico incerto e a baixa confiança das famílias impactam diretamente a projeção para alunos ingressantes em cursos presenciais. Para 2018 a expectativa é de queda entre 10% e 15% para este ano.

Evolução dos Contratos de Fies por companhia

Uma solução encontrada para o problema de ex-alunos inadimplentes é o parcelamento da dívida, pois atualmente só é possível quitar com pagamento à vista. Mais de dois milhões e quinhentos mil contratos do Fies estão ativos. Desses, quatrocentos e cinquenta mil estão inadimplentes, formando uma dívida que supera R$ 10 bilhões.

Importante ressaltar que no formato anterior, onde está a maior parte dos contratos, o governo ficava com todo o risco de descumprimento.

Cursos emergentes têm encontrado mais espaço em nichos específicos do mercado. Mesmo em ramos alternativos, a movimentação de fusões e aquisições também está presente, com muitas participantes aumentando de tamanho e despertando interesse em fundos de private equity. Um dos segmentos que mais cresce no Brasil é a parte de games, programação e robótica. Este mercado vem em crescimento devido ao aumento do interesse de jovens, preenchendo algumas lacunas deixadas pela educação pública.

Empresas do Setor

Ser Educacional (SEER3)

A Ser Educacional, que conta com grande participação no Nordeste, local prioritário de programas do governo, matriculou apenas duzentos estudantes com Fies no início do ano. Em 2017, a mesma companhia havia conseguido sete mil e quinhentos novos alunos com o programa. Com esta retração, o foco passou a ser a expansão via aquisições, ao invés do crescimento orgânico.

Para ampliar a participação no Rio de Janeiro, a compra da Unigranrio está em fase final e deve sair pelo montante de R$ 500 milhões. A dependência de incentivos do governo no Nordeste é muito maior do que no Sul e no Sudeste, afetando a empresa e reduzindo seu desempenho operacional. A queda em novos alunos foi de 13% em 2018.

Gráfico da Evolução da Receita das Empresas 

Estácio (ESTC3)

A Estácio apresentou redução de 7,6% nas matrículas para cursos de graduação presencial no início deste ano. A perda só não foi maior porque a companhia ofereceu condições diferenciadas para os calouros.Dentre as condições, podemos citar o pagamento de R$ 49 nos primeiros meses e a compensação do valor em parcelas ao longo de quatro anos. Com a promoção, 90% dos que ingressaram no semestre utilizaram este modelo, aumentando a exposição ao risco de inadimplência.

Kroton (KROT3)

Ao contrário de outras concorrentes, a Kroton mantém seu projeto de crescimento e aguarda a aprovação do Cade para aquisição da Somos. A líder de mercado foi a que mais perdeu estudantes beneficiados com o Fies. Em 2017 61% dos alunos de graduação presencial estavam no programa e hoje chega a 28,7%. A expectativa é que até o final de 2020 essa representatividade seja reduzida para 5%.

Comparativo entre as Principais Empresas

As três possuem situação financeira diferenciada. Porém, em todos os casos as disponibilidades superam o total da dívida. De acordo com os resultados dos últimos doze meses, a Estácio apresentou a maior rentabilidade patrimonial, com ROE de 17,09%. Além disso, a companhia também teve o maior crescimento das receitas (8,76%).

A Kroton conta com a estrutura de capital mais conservadora, com proporção da dívida sobre o capital próprio de 1,62%, e a maior margem líquida (33,6%). A Ser Educacional registrou ROE de 11,39% nos últimos doze meses e conta com a estrutura de capital menos conservadora, com o endividamento representando 20,76% do patrimônio líquido.

Quadro Comparativo

Perspectivas  para o Setor e nossa Recomendação

As expectativas para o setor não são positivas. Além disso, acreditamos que a guerra de preços e a exposição à inadimplência sejam altamente prejudiciais para as participantes.

A Kroton possui o melhor posicionamento no setor. E companhia tem geração operacional de caixa superior às demais, fluxo de caixa livre positivo e alta liquidez em seus ativos, uma vez que conta com R$ 1,5 bilhão em caixa e alavancagem financeira líquida controlada. Mesmo assim, não recomendamos nenhuma ação de empresas do setor e aguardamos perspectivas mais positivas para o futuro.

Por outro lado, as ações podem aparecer nas nossas recomendações de curto prazo. Para o longo prazo, como dito acima, não recomendamos exposição no setor.

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Esse conteúdo é um resumo do Relatório de Análise Setorial de Ações. O relatório completo é publicado, periodicamente, no nosso plano INVISTA EM AÇÕES.

Sobre o Invista em Ações

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