Relatório Grátis – Fundos Imobiliários

fundos imobiliários

Fundos Imobiliários , vale a pena investir agora?

Consideramos o investimento em Fundos Imobiliários uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Mas afinal, é o momento de investir em Fundos Imobiliários ? Confira, nesse relatório exclusivo, uma análise de setor imobiliário e conheça um Fundo Imobiliário para você investir agora.

Se compararmos com o investimento da compra de imóveis diretos, podemos citar uma série de vantagens, como:

– Simplicidade: Por meio do seu home broker, o investidor negocia as suas cotas sem se preocupar com burocracia e os cuidados de um imóvel.

– Liquidez: Algumas cotas são negociadas em Bolsa, reduzindo o risco de não conseguir vender o ativo, além de ser livre das complicações burocráticas.

– Fracionamento do Investimento: O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar / vender cotas de acordo com a sua capacidade financeira.

– Vantagem Fiscal: Para pessoas físicas, não há incidência de IR sobre o rendimento distribuído pelo fundo, o que aumenta o retorno do investimento.

Risco

– Risco: O Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

– Gestão: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo, e é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, tínhamos um cenário de taxas de juros baixos, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos Imobiliários.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, o crédito em queda, a vacância aumentando e os preços dos imóveis caindo, os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

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Esse conteúdo é um resumo do Informativo Semanal de Fundos Imobiliários. O relatório completo é publicado, semanalmente, no nosso plano TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos.

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Hoje tratemos uma breve análise do Mercado de Fundos Imobiliários no Brasil.

Vale a pena investir em Fundos Imobiliários?

Consideramos o investimento em Fundos Imobiliários uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Mas afinal, vale a pena investir em Fundos Imobiliários ?

Se compararmos com o investimento da compra de imóveis diretos, podemos citar uma série de vantagens, tais como:

Simplicidade

Por meio do seu home broker, o investidor negocia as suas cotas. Além disso,  ele não precisa se preocupar com burocracia e dos cuidados com o imóvel.

Liquidez

As cotas podem ser negociadas em Bolsa. Dessa forma, reduzimos o risco de não conseguir vender o ativo.

Fracionamento do Investimento

O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua necessidade. Em um imóvel ”físico” não conseguimos vender ”partes” de um imóvel.

Vantagem Fiscal

Para pessoas físicas, não há incidência de Imposto de Renda sobre o rendimento distribuído.

Risco

Um Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos.  Com isso, temos diversificação de inquilinos e minimizamos o risco de perdas.

Gestão

A gestão ativa e profissional permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Contexto do mercado nos últimos anos

Como vimos, investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo. Apesar disso, é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, por exemplo, tínhamos um cenário de taxas de juros baixos, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, juros em alta, crédito em queda, a vacância aumentou e os preços dos imóveis caíram. Em função disso,  os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

E o momento atual. Pode ser considerando parecido com o de 2012 ou ainda é um bom momento para investir?

Acreditamos que o momento atual nada tem a ver com aquele cenário de 2012. A inflação controlada, juros em baixa e os preços dos imóveis mais baratos, deixam o momento atual muito atrativo para quem quer investir em imóveis.

Ainda temos uma vacância, especialmente nos imóveis comerciais, um pouco elevada. Porém, como não teremos a mesma quantidade de lançamentos que tivemos nos últimos anos, é possível vermos uma recuperação dos preços dos imóveis em 2018 e em 2019.

O mercado, claro, antecipou esses movimentos. Com isso, muitos Fundos Imobiliários tiveram expressivas boas altas desde 2016.

Indicadores Econômicos

Alguns indicadores econômicos devem ser analisados para compreender melhor o contexto em que o mercado imobiliário está inserido. A queda da taxa básica de juros é um dos principais fatores a influenciar este segmento, sendo que a Selic caiu de 14,25%, em outubro de 2016, para 6,5%, em março de 2018, permanecendo assim desde então. A economia nacional passou por um período complicado entre o segundo trimestre de 2015, quando o PIB se retraiu 1,9%, e o quarto trimestre de 2016, quando a queda foi de 0,9%. Após a recessão de dezoito meses, ocorreu a primeira variação positiva no início de 2017, com crescimento de 1%.

O componente mais nocivo para investidores e poupadores é a inflação. O Brasil, historicamente, combateu a elevação de preços, que a partir do plano real passou a ser melhor controlada. Entre 2007 e 2012, período de forte crescimento do mercado imobiliário, o IPCA ficou estabilizado próximo a meta do Banco Central, com alguma variação mais forte em 2011, quando passou de 7% no acumulado de doze meses. O quadro se agravou mesmo em 2015, com variação acima de 10% durante quatro meses consecutivos. Conforme a economia foi desacelerando, os preços foram ficando mais estabilizados com o freio do consumo. Em 2017, o IPCA ficou abaixo do piso estipulado pelo Copom, permanecendo abaixo de 3% durante onze meses, até sofrer com o efeito da greve dos caminhoneiros e chegar a 4,39%. Com o tempo recuou para 4,19%.

IPCA em 12 meses

Após sofrer com restrição de capital e endurecer as condições de crédito, inclusive com duas reduções no limite para financiamento de imóveis usados em 2017, a Caixa flexibilizou as condições para financiamento cortando os juros do Sistema Financeiro de Habitação, de 9% para 8,75%, e do Sistema Financeiro Imobiliário, de 9,5% para 8,75%. Esta é a segunda queda em 2018, após quase um ano e meio sem movimentação, e contribui para a retomada do setor. Outro fator importante foi o aumento da cota de financiamento, que subiu de 70% para 80%.

A captação líquida da poupança é um importante indicador para mensurar a disponibilidade de crédito imobiliário. Entre 2015 e 2016 as retiradas de recursos superavam as aplicações mês a mês, com raras exceções. A partir de maio de 2017 a situação começou a mudar, e a absorção do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo passou a superar as retiradas, indicado maior disponibilidade de crédito para aquisição de imóveis. A expectativa é que o volume de crédito com recursos da poupança cresça gradualmente, seguindo o ciclo de recuperação do mercado.

Captação Líquida da Poupança

O cenário é propício para a recuperação do mercado imobiliário, notadamente pela redução dos juros, maior disponibilidade de recursos para financiamento, tanto para aquisição como para construção, e controle do índice de preços. Obviamente é necessário ponderar alguns pontos negativos, que devem continuar freando o crescimento no curto prazo.

Após a greve dos caminhoneiros, o impacto pontual tende a ser absorvido, porém o efeito sobre a confiança de empresários e consumidores pode ser mais difícil de recuperar. As famílias já apresentavam desconfiança excessiva antes mesmo do evento, principalmente pela fraca recuperação do mercado de trabalho e a alta taxa de desemprego. Neste sentido, o consumo fica afetado. Os gestores, por sua vez, estão receosos com o quadro eleitoral, e as perspectivas de investimento para este ano são cada vez menores. Outros fatores que precisam ser observados são a regulamentação dos distratos e o mercado de câmbio, que pode interferir na curva de juros.

Segmento de Locação

Em 2018 o Índice FipeZap de locação residencial apresenta alta de 1,99% até julho, contra uma inflação de 2,94% (IPCA). De acordo com a fonte, somente Niterói, Rio de Janeiro e Fortaleza registraram retração no período, chegando a -1,81%, -1,25% e -1,16%, respectivamente. A cidade de São Paulo apresenta o maior valor médio por metro quadrado, com R$ 36,90, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 30,79.

No acumulado do ano, o Índice FipeZap de locação comercial demonstra retração de 1,54% até julho, com destaque negativo para Rio de Janeiro (-4,3%) e Belo Horizonte (-2,1%). A cidade de São Paulo apresenta o maior valor por metro quadrado, com R$ 42,96, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 40,34. Este indicador está em processo de recuperação, embora no acumulado de doze meses (hoje com queda de 2,7%) esteja em campo negativo desde 2014, demonstrando que estamos em um momento favorável aos locatários em detrimento aos proprietários.

Como é possível observar no gráfico acima, o retorno auferido com investimento em imóveis comerciais atingiu o menor patamar em 2017. Este indicador considera o retorno percentual de locação mais a variação do índice FipeZAP Comercial (variação de preço médio de salas e conjuntos comerciais). Desde 2013 este tipo de aplicação não supera a variação do CDI e a rentabilidade com aluguel continua caindo, chegando a 5,2% ao ano na última apuração.

Taxa de Vacância

A taxa de vacância em imóveis corporativos de São Paulo, que chegou a 25% em 2015, caiu para 16,8% nos primeiros meses de 2018, de acordo com dados da consultoria CBRE. A ocupação dos imóveis deve continuar variando no curto prazo, pois a demanda possui grande correlação com questões econômicas e o cenário atual indica crescimento do PIB abaixo do previsto no início do ano.

A procura por galpões construídos sob medida tem crescido nos últimos meses, principalmente por empresas varejistas e operadores logísticos. A prioridade continua sendo as imediações da cidade de São Paulo, mas também é possível identificar crescimento em mercados das regiões Sul e Nordeste. Os principais motivos para este desenvolvimento são a maior participação do e-commerce e a necessidade de maior espaço para armazenagem devido ao crescimento nas vendas com a recuperação do segmento comercial. A procura aumentou 35% no primeiro semestre de 2018, e o prazo longo e a característica dos contratos despertam interesse em grandes investidores.

O crescimento do comércio via internet vem ocorrendo de forma gradual, mas bem mais lento que em países desenvolvidos, onde lojas já estão sendo fechadas. O mercado de shopping centers vai sentir os efeitos de inovações tecnológicas com o passar do tempo, começando pelo faturamento de estacionamentos, que será impactado por aplicativos de transporte como Uber. Por outro lado, o número de shoppings continua crescendo no Brasil, atingindo 571 unidades no final de 2017 e com previsão de fechar 2018 com 3 novas unidades em capitais. 55% do total está localizado na região Sudeste, 17% no Nordeste e 14% no Sul do país. Na pior das hipóteses, os estabelecimentos poderão virar grandes centros de distribuição.

Fundos Imbiliários

A nova tendência em fundos imobiliários é a gestão ativa, sendo que quase dois terços dos produtos em operação no mercado brasileiro apresentam essa característica. Os fundos passivos, que são formados para administrar um portfólio específico, com o objetivo de auferir renda mensal, estão sendo substituídos por carteiras gerenciadas de forma independente e com maior giro de ativos.

Em 2018, dos trinta e sete fundos que entraram no mercado, apenas três possuem gestão passiva. Uma de nossas recomendações (SDIL11), inclusive, aprovou a mudança para a gestão ativa e abriu nova emissão de cotas para aquisição de mais ativos.

A perspectiva com o mercado é de crescimento no número de fundos diversificados, procurando evitar o risco de investir apenas em um ativo e aumentar a liquidez. O momento é oportuno para novas aquisições e o crescimento de negócios no estado de São Paulo demonstra que os gestores estão atentos a oportunidades com preços descontados e alta vacância. Lages corporativas de alto padrão apresentam crescimento gradual na demanda, uma vez que o valor dos aluguéis vem se enquadrando a realidade de empresas que procuram aumentar a qualidade de seus escritórios.

Indústria de FIIs

A recuperação do mercado e a queda da taxa Selic têm feito crescer o número de produtos no segmento. O número de fundos imobiliários registrados na B3 até julho de 2018 representou um crescimento de 14,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O patrimônio líquido consolidado passou de R$ 38,8 bilhões, em julho de 2017, para R$ 44,7 bilhões, atualmente. Após a queda do mercado entre abril e junho, o valor das cotas negociadas em mercado secundário ampliou seu desconto em relação ao PL e surgiram várias oportunidades de compra em fundos imobiliários.

Importante ressaltar que devido ao cenário de incertezas e a alta volatilidade dos últimos meses, estamos recomendando produtos mais conservadores, administrados por instituições de grande porte e com alta liquidez.

Principais Fundos Imobiliários negociados na B3

Consideramos pontos positivos:

  • a maior disponibilidade de crédito imobiliário,
  • a baixa taxa de juros,
  • o aumento do fluxo de aluguéis,
  • crescimento da demanda por galpões logísticos.

Consideramos pontos negativos:

  • os efeitos da desconfiança de empresários e consumidores,
  • as incertezas com o quadro eleitoral,
  • a alta taxa de vacância (embora esteja em queda),
  • o desemprego elevado.

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Esse conteúdo é um resumo do Relatório do Setor Imobiliário. O relatório completo é publicado, periodicamente, no nosso plano TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS.

Invista em Fundos Imobiliários e diversifique seus investimentos

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil.

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5 mitos e verdades sobre investimentos

mitos e verdades sobre investimentos

Mitos e verdades sobre investimentos

Quando o assunto é investimento sempre existem várias dúvidas pairando no ar. O que não faltam são mitos e verdades sobre investimentos .Como falta educação financeira nas escolas, geralmente, o que predomina é o medo. Isso promove a cultura da poupança e a crença de que o gerente do banco é quem entende do negócio, mas nem sempre essas duas alternativas são as melhores.

A única forma de superar o medo e se tornar o verdadeiro dono do seu dinheiro é justamente adquirir conhecimento sobre os ativos e se manter informado acerca do mercado financeiro. Abaixo listamos algumas dúvidas frequentes de investidores iniciantes e, muitas vezes, de quem já tem algum tempo de mercado:

1) É preciso muito dinheiro para começar a investir?

Não! Se tem um mito que precisa ser desfeito urgentemente é esse. Qualquer pessoa com as contas em dia pode e deve investir um pouco de dinheiro todos os meses.

A partir de R$ 30 já é possível começar a investir no Tesouro Direto, que vem ganhando o apelido de a nova poupança, já que desbanca em rentabilidade a antes queridinha dos brasileiros. Se você é iniciante e está formando sua reserva de emergência dê preferência ao Tesouro Selic (LFT).

Para aqueles que estão querendo partir para a renda variável na Bolsa de Valores não são recomendados valores abaixo de R$ 1500 porque não compensariam os custos de corretagem.

2) Todos os investimentos de renda fixa possuem baixo risco?

Não. Para responder a essa questão é preciso entender que a renda fixa é um empréstimo feito para o setor público (Governo Federal – tesouro direto) ou para o setor privado (Com FGC: Bancos – CDBs; Financeiras – LCs, Ramo do Agronegócio – LCAs; Ramo Imobiliário – LCIs; Sem FGC: Empresas – CRIs, CRAs e Debêntures).

Portanto, o risco é de crédito. Assim, para escapar de ter que recorrer ao Fundo Garantidor de Crédito pesquise sobre o rating das instituições em que está investindo seu dinheiro. Além disso, busque em ferramentas como o Banco Data sobre o balanço daquelas instituições, o índice de Basiléia e de imobilização.

3) Dá para perder dinheiro com a renda fixa?

Infelizmente, sim! Além do risco de crédito, existe também o risco de mercado, em que o investidor estará à mercê das flutuações da curva de juros. Assim, só invista em papéis pré-fixados e IPCA+, se souber o que está fazendo e não precisar resgatar o dinheiro antes do prazo combinado.

Mas não fique com medo de investir ao saber disso; apenas monte uma estratégia de investimento para poder tirar a melhor vantagem de cada ativo.

4) Um investimento sem Imposto de Renda sempre será melhor?

Não. Definitivamente, não. Essa é a desculpa que muitos brasileiros usam para ficarem acomodados na velha poupança. Mas, para saber se um investimento com IR é melhor ou pior, é necessário fazer as contas. Não se desespere, pois hoje existem vários simuladores que te ajudam a comparar o rendimento e tomar a melhor decisão.

5) É preciso ser um expert para investir em Bolsa de Valores?

Sim e não. Depende de como você vai investir. Se for totalmente por sua conta, sem dúvida nenhuma, você terá que estudar muito e conhecer os principais indicadores fundamentalistas, além de ser capaz de interpretar balanços de empresas.

Mas existe a opção de entrar na bolsa por meio de fundos de investimento. Tanto podem ser aqueles que pertencem a gestoras independentes, quanto os ETFs que são negociados na própria B3. Pesquise a respeito dessas opções e encontre aquela que melhor se encaixa para você.

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Inflação – Análise de Indicadores Econômicos

Inflação – Análise de Indicadores Econômicos

A última divulgação do IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial do país, demonstrou desaceleração do índice de preços, passando de 0,13%, em agosto, para 0,09%. Este é o menor patamar para o mês de setembro desde 2006. Com esta movimentação, a inflação medida em doze meses caiu de 4,30% para 4,28%, pois no mesmo mês do ano anterior o indicador havia apresentado variação positiva levemente acima (0,11%). O percentual acumulado em um ano continua abaixo da meta do Banco Central, que estipula 4,50% ao ano como centro do alvo, com tolerância de 1,5% para mais ou para menos.

Na apuração do IBGE, divulgada em 21 de setembro, o grupo de alimentos tiveram deflação de 0,41% após alta de 0,03% em agosto. Como representa um quarto do orçamento das famílias e tem peso considerável no cálculo da inflação, contribuiu com retração de 0,10 ponto percentual no total. Os alimentos para consumo em casa caíram 0,70% em setembro, com destaque para cebola (-18,51%) e batata-inglesa (13,65%), que tiveram o terceiro mês seguido de diminuição nos preços. Compensando parcialmente, a alimentação fora de casa apresentou variação positiva de 0,12%, contra uma alta de 0,84% em agosto.

Em combustíveis houve queda de 0,19% nos preços em setembro, a terceira consecutiva. A gasolina recuou 0,07% e o etanol teve variação negativa de 1,36%. Em contrapartida, o óleo diesel se elevou em 2,41%, mais que compensando a queda de 0,50% de agosto. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), a gasolina é vendida em média a R$ 4,65 no Brasil, se mantendo no patamar mais elevado dos últimos dez anos. Por este motivo existe grande pressão política para modificação da política de reajustes instituída pela Petrobras. No último fechamento, o petróleo brent atingiu US$ 78,80.

A tarifa de energia elétrica continua pesando no grupo de habitação, embora tenha desacelerado frente a agosto. Com um incremento de 0,34%, bem abaixo da variação de 3,59% do mês anterior, fechou o sétimo período seguido de alta. Tanto no ano como no acumulado de doze meses, a energia elétrica corresponde ao segundo maior impacto no índice de preços, ficando atrás apenas da gasolina. No ano, a tarifa já subiu em média 13,28% e continua em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, com cobrança adicional de R$ 0,05 para cada kwh consumido.

Ainda em habitação, o gás encanado apresentou crescimento de 0,78%, com impacto do reajuste de 2,52% nas tarifas do Rio de Janeiro. Taxa de água e esgoto variou 0,71% com reajustes de 9,98% em Belém, 5,94% no Rio de Janeiro e 4,31% em Belo Horizonte.

Análise de Retorno Real

A taxa Selic é um dos principais meios de política monetária utilizada no Brasil, sendo uma grande aliada no combate à inflação. Seu patamar costumava ser elevado, atingindo facilmente dois dígitos e permanecendo assim por longos períodos. Entre 2003 e 2009, este importante balizador se manteve acima de 10% ao ano, chegando a incríveis 19,75% em maio de 2005. Após atingir este ápice, foi caindo gradualmente até chegar a 8,75% em julho de 2009. A partir daí, foi possível observar algumas variações, chegando a 7,25% em 2012, voltando aos dois dígitos logo depois e permanecendo em 14,25% ao ano até outubro de 2016.

Quando chegou a esse patamar, em julho de 2015, a inflação ainda estava pressionando, com IPCA acumulado em doze meses de 9,56%. Desta forma, considerando o CDI acumulado em doze meses, a taxa real de juros estava na casa de 2,3%. Conforme esta política foi surtindo efeito, o índice de preços foi caindo, chegando a 7,87% em outubro de 2016, período em que ocorreu o primeiro corte na taxa Selic no ciclo atual, passando para 14% ao ano.

Com a recessão econômica e a retração no consumo, a inflação continuou em queda, chegando a 3% em junho de 2017, quando foi possível observar a maior taxa de juro real dos últimos anos (9,57%). Neste período, a política monetária estava ficando cada vez mais flexível, muito em função da necessidade de impulsionar a economia e da queda dos preços. Então, o melhor momento para investir na renda fixa tradicional foi no início de 2016, quando o retorno, considerando o poder aquisitivo, entrou em crescimento.

A partir do momento que o índice de preços se estabilizou um pouco abaixo de 3%, a rentabilidade do principal balizador da renda fixa passou a cair, juntamente com a sequência de cortes na taxa básica. Neste período de retração, os títulos prefixados se beneficiaram com a precificação a mercado.

Atualmente, o cenário é completamente diferente. O ciclo de cortes na taxa básica chegou ao fim e o quadro de incertezas no campo político, em conjunto com a elevação gradual na taxa norte americana, pressionam o câmbio e trazem grande volatilidade no mercado de juros. Em renda fixa, nosso foco está em debêntures incentivadas, que possuem isenção fiscal e, em muitos casos, ganhos acima de títulos púbicos federais.

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Maiores ROEs da Bolsa

Maiores ROEs da Bolsa

Maiores ROEs da Bolsa

Com a Selic em 6,5%, é natural que os investidores procurem por alternativas de investimentos mais rentáveis. Não queremos comparar a Renda Fixa com investimentos de Renda Variável (como ações, por exemplo), mas mostrar que juros em baixa deixam o investimento em ações de boas empresas ainda mais atrativo. Um dos indicadores mais conhecidos pelo mercado, para mostrar a rentabilidade de uma empresa, é o ROE (abreviatura para o termo em inglês Return on Equity), que significa Retorno sobre o Patrimônio. Por isso hoje, vamos ver o que significa Retorno Sobre o Patrimônio Líquido, e conhecer os maiores ROEs da Bolsa brasileira.

O que é ROE?

Podemos dizer que o ROE informa quanto de lucro uma empresa consegue gerar, proporcionalmente, com o capital próprio empregado, ou seja, com a parte residual pertencente aos acionistas. Considerando isso, podemos dizer que o ROE é um indicador de eficiência de gestão, pois acaba mostrando se a empresa está “aplicando bem” o dinheiro dos acionistas.

O ROE é expresso como uma porcentagem, e é calculado da seguinte maneira:

ROE = Lucro Líquido / Patrimônio Líquido

Como podemos analisar o ROE?

Como todos os indicadores econômicos e financeiros, o ROE não deve ser utilizado de maneira isolada, sendo que uma empresa endividada pode ter um ROE alto, por exemplo. Porém, considerando apenas a análise do ROE, é interessante que ele seja maior do que o custo de oportunidade em outros investimentos mais seguros. Hoje, um Título Público atrelado à Selic paga em torno de 6,40% ao ano.

Nesse caso, uma empresa com ROE de 20% seria considerada uma boa alternativa de investimento, a não ser que o risco do negócio fosse muito elevado e exigisse retorno acima da média.

Abaixo, separamos 10 empresas (algumas delas entre nossas recomendações) que consideramos boas ”geradoras de ROE” para seus acionistas. Confira:

Empresa / Ação ROE
BRASKEM – BRKM5 56,11%
BB SEGURIDADE – BBSE3 43,70%
UNIPAR – UNIP6 39,23%
PORTOBELLO – PTBL3 36,70%
ODONTOPREV – ODPV3 32,65%
COMGAS- CGAS5 29,65%
ENGIE BRASIL  – EGIE3 29,38%
IRBBRASIL – IRBR3 28,74%
MAGAZINE  LUIZA – MGLU3 24,96%

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Saiba como identificar uma barganha na Bolsa de Valores 

Saiba como identificar uma barganha na Bolsa de Valores 

Saiba como identificar uma barganha na Bolsa de Valores

É possível pagar R$0,50 por uma nota de R$1,00? Saiba como identificar uma barganha na Bolsa de Valores e comprar ações ”baratas”.

Benjamin Graham

Pai da filosofia de Investimentos em Valor ou Value Investing, Benjamin Graham é considerado o mentor do maior investidor de todos os tempos, Warren Buffet. Graham ficou famoso pela frase: “comprar uma nota de US$1 com uma moeda de US$0,50”.

Graham acreditava que é preciso sempre investir com uma margem de segurança. Isso quer dizer que, como o mercado financeiro muitas vezes gera distorções entre preço e “valor justo” de uma ação, existem sempre oportunidades para comprar ações “baratas”. E para Benjamin Graham o importante não é só comprar ações baratas, mas também comprar ações dentro de uma margem de segurança, com desconto significativo com relação ao seu valor intrínseco. Dessa forma, não só é mais fácil gerar grandes retornos como também é possível minimizar os riscos de variação nos preços da ação.

Como identificar ações baratas

Uma das formas mais comuns de se ver se uma ação está “barata”, é observar o seu P/VPA, ou seja, o PREÇO POR AÇÃO dividido pelo VALOR PATRIMONIAL POR AÇÃO. Esse indicador mostra quanto os investidores estão pagando por cada real dos ativos residuais da empresa.

Vamos supor que a empresa ABCD esteja cotada na Bolsa a R$10,00 e que o seu valor patrimonial por ação também seja de R$10. Nesse caso, o nosso P/VPA seria de 1,00 (10/10), ou seja, as ações da empresa ABCD estariam sendo negociadas exatamente no valor do seu patrimônio. Na verdade, isso não é comum, porque as ações, em sua maioria, são negociadas com uma expectativa de crescimento futuro. Dessa forma, é normal que os P/VPAs de grande parte das ações estejam com valores superiores a 1,00.

Porém, como sabemos, o mercado não é perfeito e, em muitos casos (especialmente em tempos de baixa), mesmo ações de boas empresas podem cair e ser negociadas até abaixo do seu valor patrimonial, ou seja, elas valem em Bolsa menos que seu próprio patrimônio. Sim, esse tipo de distorção é mais comum do que se imagina.

Ranking P/VPA

Realizamos um estudo com ações listadas na B3 para identificar as mais baratas em relação ao seu valor patrimonial. Obviamente, é importante ressaltar que o índice deve ser analisado em conjunto com outros indicadores e não é garantia de ativo subavaliado. Valores muito elevados podem significar oportunidade de crescimento, com incremento do patrimônio através de lucros e aumento do denominador.

Neste relatório, divulgamos um ranking com empresas que possuem P/VPA de 1 para baixo:

Empresa / Ação P / VPA P / L
COPEL PNB N1 – CPLE6 0,35 4,73
LE LIS BLANC ON NM – LLIS3 0,63 3,04
TRISUL ON NM – TRIS3 0,67 6,07
INDS ROMI ON NM – ROMI3 0,68 6,49
SANEPAR UNT N2 – SAPR11 0,83 5,69
ABC BRASIL PN N2 – ABCB4 0,83 6,6
BRASIL ON NM – BBAS3 0,84 6,53
BANRISUL PNB N1 – BRSR6 0,85 4,8
COPASA ON NM – CSMG3 0,85 9,04
TRAN PAULIST PN N1 – TRPL4 0,87 8,49
SABESP ON NM – SBSP3 0,92 7,34
GRAZZIOTIN PN – CGRA4 0,93 8,26
MRV ON NM – MRVE3 0,99 7,82
KROTON ON NM – KROT3 1 8,79

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Esse conteúdo é um resumo do Relatório de Análise Setorial de Ações. O relatório completo é publicado, periodicamente, no nosso plano INVISTA EM AÇÕES.

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Saiba o que é CDB e se vale a pena investir

o que é CDB

Saiba o que é CDB e se vale a pena investir

Hoje, vamos falar de Títulos de Renda Fixa. Em especial, aquele que é um dos preferidos entre os investidores que possuem aplicações em grandes bancos no Brasil: O Certificado de Depósito Bancário ou CDB. Saiba o que é CDB e se vale a pena investir.

O que é CDB

Os CDBs ou Certificados de Depósitos Bancários, são as aplicações de Renda Fixa mais tradicionais dos bancos. Na verdade, o CDB é a principal forma de captação dos bancos. Nós emprestamos o dinheiro para o banco e ele nos paga uma remuneração por esse empréstimo.

Na grande maioria dos casos, eles são indexados ao CDI, pagando por exemplo, 95% CDI ou 96% CDI. Porém, também temos CDBs indexados à inflação (os chamados IPCA+) e os prefixados (onde contratamos uma taxa fixa, por exemplo, 11% ao ano).

Vale a pena investir em CDBs de grandes bancos?

A nossa intenção é mostrar que, investir apenas em CDBs de grandes bancos, é mais um caminho para se deixar de ganhar dinheiro. E, em alguns casos, muito dinheiro.

Ligando para os principais bancos aqui no Brasil (Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e Banco do Brasil), descobrimos que a maior taxa para uma aplicação de R$20.000 em um CDB de 24 meses, é de 90% CDI. Dessa forma, vamos utilizar esses valores de aplicação, taxa e prazo de resgate no nosso comparativo.

Vale a pena investir em CDBs de bancos menores?

Normalmente, quando um investidor compara as taxas de grandes bancos, com outras taxas de bancos ‘’menores’’, a primeira constatação é a seguinte: ‘’esses bancos pagam mais, porque são menores e tem mais risco’’.

Essa afirmação, em parte é verdade, já que realmente alguns bancos ‘’menores’’ tem um risco de crédito maior, quando comparamos com os grandes bancos. Porém, temos casos de bancos como o ABC que possui o mesmo Rating (AA-) que o Santander e a Caixa. Temos também o caso de Bancos de excelente qualidade, como o BMG que possui Rating A-, apenas duas escalas abaixo da Caixa e Santander.

Temos também opções em outros bancos ‘‘menores’’ ou que não são muito conhecidos aqui o Brasil, como o banco chinês Haitong, e também os bancos que possuem associações com os grandes bancos, como o próprio BMG, que possui uma joint venture com o Itaú.

Além disso, também temos bancos como Pan, onde 35% do capital do banco pertence a Caixa Econômica Federal. Acredito que ficaria até ”estranho”, alguém da Caixa, falando que seria ‘’arriscado’’ comprar um CDB do Banco PAN.

Para quem é um pouco ‘’cético’’ ou receoso, acredito que, começar a investir fora dos grandes bancos, comprando um CDB do BMG ou do PAN, faz todo o sentido.

Lembrando que, os CDBs utilizados no exemplo são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O comparativo

No dia 02/09/18, havia disponibilidade em algumas corretoras, tanto do CDB do Banco PAN, quanto do CDB do BMG. As menores taxas que encontramos foram: 115% CDI para o BMG e 116% para o PAN. Ambos com resgate em 24 meses.

Dessa forma, vamos trabalhar com as taxas mais baixas que encontramos nos bancos ‘’menores’’, comparando com a maior taxa que encontramos nos grandes bancos.

Para quem ainda não investe ou não colocou ‘’na ponta do lápis’’, essa diferença de 90% para 115% ou 116% não parece tão representativa. Porém, quando simulamos, fica evidente o quanto deixamos de ganhar.

Considerando os últimos 24 meses, o CDI rendeu, por exemplo, 18,79%. Nesse caso, o ganho bruto de uma aplicação de R$20.000 teria sido o seguinte:

CDB 90% CDI (grande banco) = R$3.382,2

CDB 115% CDI (BMG) = R$4.321,7

CDB 116% CDI (PAN) = R$4.359,28

No caso, a diferença entre o ganho do CDB do Banco Pan, em relação ao do grande banco, foi de 28,89% a mais. 

Quando utilizamos valores maiores, a diferença (financeira) fica ainda mais evidente. Vamos considerar agora, uma aplicação de R$200.000:

CDB 90% CDI (grande banco) = R$33.822,00

CDB 115% CDI (BMG) = R$43.2170,00

CDB 116% CDI (PAN) = R$43.592,80

Se você tem uma aplicação em CDB de grande banco, seja ela de R$20.000 ou de R$200.000, seja sincero e responda: “Vale a pena ‘’queimar’’ todo esse dinheiro?’’

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Panorama Mensal de Renda Fixa e Fundos de Investimentos

Panorama Mensal de Renda Fixa e Fundos de Investimentos

Panorama Mensal de Renda Fixa e Fundos de Investimentos

Confira o Panorama Mensal de Renda Fixa e Fundos de Investimentos do mês de agosto de 2018.

Renda Fixa

No mês de agosto, o IMA-Geral, que reflete o rendimento dos títulos públicos federais, caiu 0,21% com o quadro político e econômico. O real se desvalorizou 10,1% frente ao dólar, gerando dúvidas quanto ao impacto sobre a inflação.

No cenário externo para países emergentes piorou com as crises na Argentina e na Turquia.

No mercado doméstico, a atividade econômica não apresenta sinais de recuperação mais robusta. Principalmente com a indefinição das eleições e a baixa expectativa de novos investimentos para o final do ano.

Índices de Longo Prazo

As maiores perdas do mês foram registradas nos títulos de longo prazo. O IRF-M1+, que indica a variação de prefixados acima de um ano, reverteu a tendência do período anterior e finalizou o mês com perda de 1,47%.

O IMA-B5+, que mede o desempenho de NTN-Bs com vencimentos acima de cinco anos, havia encerrado três meses de queda com uma variação positiva de 3,15% em julho. Porém, voltou a cair em agosto, apresentando variação negativa de 0,52%.

Importante ressaltar que a volatilidade destes dois índices, considerando apenas os dois últimos meses, é superior aos primeiros dois períodos de cada trimestre até junho. Isso mesmo com os efeitos da greve de maio.

Índices de Curto Prazo

Os índices de curto prazo apresentam menor exposição a variações. Isso ocorreu em função da manutenção da taxa básica de juros em 6,5%. Além claro, da baixa inflação.

O IMA-S, que demonstra a variação de uma carteira teórica de LFTs, manteve o rendimento próximo dos últimos meses, ficando em 0,57%.  Esse foi o melhor desempenho do IMA.

O IRF-M1, que demonstra o resultado de prefixados com prazo até um ano, apresentou retorno de 0,44%. Já o IMA-B5, que indica o desempenho de NTN-Bs com prazos abaixo de cinco anos, ficou em -0,26%.

Rentabilidade Mensal de Índices de Renda Fixa

Comentários Macroeconômicos 

O resultado do mês demonstra um momento negativo para títulos de longo prazo com marcação a mercado. Com isso, apresentado três quedas em quatro meses. De uma forma geral, os indicadores mais relevantes já estão precificados pelo mercado.

O efeito pontual da greve dos caminhoneiros sobre a inflação e a atividade econômica ficou mais claro para os investidores, com impacto mais acentuado especificamente na confiança de empresários e diminuição nas perspectivas de investimentos para este ano.

A tendência é que a percepção do cenário econômico e político não apresente mudanças consideráveis. Temos ainda a expectativa de alta volatilidade causada por incertezas no processo eleitoral. Já no cenário internacional, temos a elevação dos juros norte americanos e tensões geopolíticas.

Juros Futuros

Em agosto, o contrato DI com vencimento em janeiro de 2020 passou de 7,87% para 8,69%, correspondendo a uma variação positiva de 10,4% no mês. Como os contratos mais longos também seguiram esta linha, o movimento acabou afetando os títulos com precificação a mercado, como é o caso de prefixados e indexados à inflação. Nesses casos, quando a taxa sobe, o papel perde valor.

Atuação do BC no Dólar

Após quase dois meses rolando contratos de swap cambial, o Banco Central ofereceu ao mercado US$ 1,5 bilhão de novos contratos, no final de agosto. Isso ocorreu para tentar conter a desvalorização do real frente ao dólar.

Fundos de Investimentos

Em agosto, os fundos de investimento apresentaram captação líquida de R$ 12,7 bilhões. Valor bem acima dos R$ 2 bilhões de julho. Vale ressaltar que o acumulado dos dois meses não foi suficiente para compensar a saída de recursos de junho. Mês em que a indústria perdeu R$ 23,6 bilhões com o cenário de incertezas gerado com a greve dos caminhoneiros.

Este movimento de recuperação ocorreu mesmo com a desvalorização de 10,1% do real frente ao dólar no mês, seguindo o cenário de incertezas do quadro eleitoral e a situação desfavorável para emergentes no mercado internacional.

Em 2018, a indústria absorveu R$ 61 bilhões, correspondendo a um crescimento patrimonial de 6,75% perante dezembro do ano anterior.

Gráfico da Captação em Agosto

Fundos de Renda Fixa

Entre as classes, os fundos de renda fixa atraíram R$ 9,5 bilhões, fechando o segundo mês consecutivo no positivo.

Previdência

Nos produtos de previdência, a captação líquida foi a segunda maior do mês, com absorção de R$ 2,6 bilhões. Destaque para o tipo Previdência Renda Fixa, que alcançou o montante de R$ 1,4 bilhão.

Fundos de Ações

A classe de ações atraiu R$ 1,6 bilhão, mas não apresenta um movimento de retorno dos recursos a aplicações de maior risco, uma vez que o resultado foi concentrado em poucos investidores. Em junho e julho este segmento apresentou perdas de R$ 1,3 bilhão e R$ 2,7 bilhões, respectivamente.

Fundos Multimercados

Os multimercados ficaram bem abaixo de sua média mensal, com absorção de R$ 296,6 milhões. No ano, este tipo de produto é líder nos aportes na indústria, com um montante acumulado em oito meses de R$ 39,1 bilhões.

Em agosto, destaque negativo para os tipos Multimercado Livre e o Multimercado Investimento no Exterior. As saídas foram de R$ 1,7 bilhão e R$ 725,7 milhões, respectivamente.

Rentabilidade

Nos principais tipos de produtos, a melhor performance de agosto foi do Multimercado Investimento no Exterior, com variação positiva de 2,6%. No acumulado do ano, também apresentou o melhor desempenho nos principais produtos do mercado, com retorno de 9,6% até o fechamento de agosto.

Quase todos os tipos de renda fixa apresentaram rendimento médio positivo no mês, com exceção do Renda Fixa Duração Alta Soberano, que variou -0,19%.

O Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento, que possui o maior patrimônio líquido da classe, entregou retorno de 0,6% em agosto.

Os Multimercados Livre e Macro registraram ganhos de 0,58% e 0,45%, respectivamente.

Ponto negativo para o Multimercado Long and Short Direcional, que apresentou perda média de 1,86% após bom rendimento em julho (2,24%).

Os produtos de Ações Livre, que têm a maior representatividade dentro da classe, registraram queda de 2,96%, devolvendo parte do ganho de 6,19% do mês anterior.

Gráfico da Rentabilidade em Agosto

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Ações para ficar de olho em 2018 #2

Ações para ficar de olho em 2018

Ações para ficar de olho em 2018 #2

No primeiro artigo da serie, falamos sobre a Magazine Luiza (MGLU3), um ativo com forte potencial de alta tanto para o curto prazo, quanto para o longo prazo. Hoje traremos a nossa avaliação e perspectivas para Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB3). Confira o segundo artigo da serie ” Ações para ficar de olho em 2018 ”.

O artigo foi publicado, originalmente, em 26/01/18. Confira:

A dupla de ouro da celulose: Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB3)

Hoje vamos falar de dois ativos que podem se beneficiar dos momentos turbulentos que poderemos ter em 2018. Sei que o momento é de Ibovespa batendo recorde atrás de recorde, mas é importante sempre sabermos para onde ir e como se beneficiar caso o mercado “vire”- mesmo que seja por um curto período de tempo.

Turbulência em 2018

Na última grande crise, em 2008, o setor de papel e celulose viveu ‘’a crise dentro da crise’’. Naquele ano tivemos o ‘’derretimento’’ do mercado financeiro global e uma onda de ‘’quebradeiras’’ de empresas ao redor do planeta. Isso levou quase todos os países do mundo a uma violenta recessão.

Se não bastasse esse cenário, algumas empresas (especialmente as exportadoras) haviam montado diversas operações estruturadas com contratos e opções de dólar no mercado financeiro. Não vou entrar nos detalhes dessas operações, mas o intuito era especular e ganhar dinheiro no mercado financeiro.

Companhias tradicionais e reconhecidas pela sua qualidade, como Sadia, Aracruz e VCP (Votorantim Papel e Celulose), foram algumas que entraram nessa verdadeira ‘’barca furada’’.

Essas empresas queriam ganhar dinheiro em ‘’dobro’’ (suas atividades + especulação), mas acabaram perdendo duas vezes.

A situação era tão ruim que a Sadia acabou comprada pela Perdigão (na época menor do que a Sadia). Já Aracruz teve seu controle comprado pela VCP, formando a atual Fibria. Em função desses negócios, elas conseguiram manter suas ”portas abertas”.

A realidade era cruel: além da crise mundial e queda nas receitas, essas empresas estavam extremamente endividadas. Companhias que eram ”portos seguros” quando o dólar subia (já que tinham suas receitas na moeda americana), agora eram verdadeiros ‘’patinhos feios’’ do mercado.

Nova realidade

Passados alguns anos, o que cenário é totalmente diferente. Após profundas reestruturações e a melhora do mercado internacional de celulose, ambas as empresas conseguiram ‘’voltar para o eixo’’. Abaixo, temos 2 gráficos que mostram a evolução das receitas das duas empresas:

Suzano

Fibria

O ano de 2017 serviu para consolidar essa recuperação. A Fibria, por exemplo, registou fortes resultados até o terceiro trimestre de 2017 (a empresa deve divulgar seus números do 4T17 dia 29/01/18), com produção 11% acima em relação ao mesmo período de 2016 e um EBTIDA 66% superior há um ano antes.

Já a Suzano, que vai divulgar os números de 2017 no dia 08/02, além de alongar e diminuir seu endividamento, ingressou no Novo Mercado, o nível mais alto de Governança Corporativa da B3.

Ações em alta em 2017

Mesmo com o dólar em queda, as ações de ambas empresas foram impulsionadas tanto pela melhora interna, quanto do mercado internacional de celulose. SUZB3 fechou 2017 com alta de 36,42%. Já FIBR3, subiu 53,76%.

Por que gostamos dessa dupla?

Além dos indicadores fundamentalistas em recuperação, ambos os ativos voltaram a ser muito resilientes em momentos de turbulência do mercado, em especial quando é algo aqui no Brasil e temos alta do dólar.

Dessa forma, quando temos algum ‘’solavanco’’, acompanhado com alta da moeda americana, os dois ativos podem até subir ou cair bem menos do que o mercado (Ibovespa). Tanto é verdade que, em 2017, tivemos algumas recomendações envolvendo esses dois ativos, que geraram resultados bem interessantes. Destaque para a compra de FIBR3 recomendada no início de setembro/17, que durou até o final de novembro/17 e rendeu 32%.

Além disso, essas são duas ações, que ‘’casam’’ muito bem em nossas recomendações Long&Short, normalmente com esses ativos na ponta comprada (Long) e algum ativo com forte correlação com o Ibovespa na ponta vendida (Short). Abaixo, seguem os resultados dessas operações Long&Short realizadas no ano passado:

Operações utilizando FIBR3 na ponta comprada:

– Operação 1 (9/11 a 06/11/17): +8,22%

– Operação 2 (3/10 a 25/10/17): +16,32%

– Operação 3 (16/08 a 27/09/17): +3,09%

Operações utilizando SUZB3 na ponta comprada:

– Operação 1 (19/09 a 25/10/17): +12,35%

Próximo artigo

No próximo artigo, vamos falar sobre Itaú S.A (ITSA4), a holding de negócios que pode ser a sua porta de entrada para a aposentadoria, através do investimento em ações.

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