CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11)

CSHG JHSF Prime Offices

CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11)

O fundo imobiliário em destaque de hoje é o CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11) . Abaixo seguem informações a respeito do fundo e o vídeo explicativo.

O Fundo

O Fundo Imobiliário CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11) tem como objetivo ter ganhos com a aquisição, para exploração comercial, de imóveis corporativos de alto padrão. Atualmente, o patrimônio do Fundo é composto por dois imóveis, localizados em São Paulo:

Edifício Platinum

O prédio foi entregue em 2001. Possui 11 pavimentos e salões sem colunas ou pilares. O empreendimento conta com 9 contratos de locação. O imóvel fica localizado na Rua Jerônimo Veiga, 384.

Edifício Metropolitan

O prédio foi entregue em 1997.  Possui 18 pavimentos e salões sem colunas ou pilares. O empreendimento conta com 18 contratos de locação. Abriga, ainda, o restaurante Parigi (Grupo Fasano) e a World Wine em seu andar térreo. O imóvel fica localizado na Rua Amauri, 225.

Outras Informações

Foco e atuação: Lajes Corporativas

Público alvo: investidores no geral

Código de negociação: HGJH11

Administrador: Credit Suisse Hedging-Griffo

Consultor Imobiliário: Companhia Administradora de Empreendimentos e Serviços (empresa do Grupo JHSF)

Taxa de administração: 0,50% ao ano (sobre o valor de mercado das cotas)

Taxa de consultoria: 0,25% ao ano (sobre o valor de mercado das cotas)

Vídeo explicativo

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos.

Vista Multiestratégia FIM

Vista Multiestratégia

Vista Multiestratégia FIM

O fundo em destaque de hoje é o Vista Multiestratégia FIM. Abaixo seguem informações a respeito do gestor, do fundo e o vídeo explicativo.

A Gestora

Fundada em 2014, a Vista Capital dedica-se à gestão de fundos de investimentos, com um patrimônio total acima de R$300 milhões. Atualmente, a Vista faz a gestão de três fundos: o Vista FIA, Vista Hedge e o Visa Multiestratégia FIM.

O Fundo

O Vista Multiestratégia FIM tem como política de investimento a realização de operações nos mercados de juros, câmbio, ações, dívida e commodities. A gestora utiliza análises macroeconômicas e rigorosa avaliação de riscos. O Fundo não possui restrição de alavancagem, permitindo ainda a aplicação em ativos no exterior.

Outras Informações

Classificação ANBIMA: Multimercados Multiestratégia

Público alvo: investidores no geral

Aplicação inicial: R$5.000

Movimentação mínima: R$1.000

Taxa de administração: 2% ao ano

Taxa de performance: 20% sobre o que exceder 100% do CDI ao ano, com marca d’água

Cotização do resgate: D+15

Vídeo explicativo

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Kondor Equities FIA

Kondor Equities

Kondor Equities FIA

O fundo em destaque de hoje é o Kondor Equities FIA. Abaixo seguem informações a respeito do gestor, do fundo e o vídeo explicativo.

A Gestora

Fundada em agosto de 2006, a Kondor Invest, atualmente, conta com um portfólio de seis Fundos de Investimentos, incluindo Fundos Multimercados, de Ações e Previdenciário.

O Fundo

O Fundo Kondor Equities FIA tem como objetivo o investimento no mercado de renda variável, com foco em Ações. Além disso, pode aproveitar oportunidades através de investimentos nos mercados de renda fixa, cambial, derivativos e cotas de fundos de investimentos.

Outras Informações

Classificação ANBIMA: Ações Livre

Público alvo: investidores no geral

Aplicação inicial: R$10.000

Movimentação mínima: R$5.000

Taxa de administração: 1,5% ao ano

Taxa de performance: 20% sobre o que exceder 100% do Ibovespa

Cotização do resgate: D+30

Vídeo explicativo

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Vale a pena investir na B3 (B3SA3)?

b3

Vale a pena investir na B3 (B3SA3)?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na B3 (B3SA3). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

Quem é a B3 (B3SA3)?

Em 8 de maio de 2008, foi aprovada a integração das atividades da BM&F e da Bovespa Holding, dando origem à BM&FBovespa, que já nasceu como uma das maiores bolsas do mundo em termos de valor de mercado. A B3 foi criada em março de 2017 a partir da combinação de atividades da BM&FBovespa com a Cetip, empresa prestadora de serviços financeiros no mercado de balcão organizado. Essa combinação consolidou a atuação da companhia como provedora de infraestrutura para o mercado financeiro, permitindo a ampliação do leque de serviços e produtos oferecidos aos seus clientes e a criação de eficiência para a companhia e para o mercado.

Reestrutuação

Em 2017, a B3 se reestruturou e colocou em prática um novo modelo de negócios, com a intenção de se aproximar de clientes e impulsionar o desenvolvimento de novos serviços e produtos. O processo inclui seminários, workshops e palestras com agentes reguladores, comunicação segmentada com fornecedores, melhorias internas e integração da força de trabalho e promoção com investidores e acionistas via redes sociais e eventos.

Atualmente, é uma das maiores empresas provedoras de infraestrutura para o mercado financeiro do mundo em valor de mercado, oferecendo serviços de negociação, pós-negociação, registro de operações de balcão e de financiamento de veículos e imóveis. É uma sociedade de capital aberto, cujas ações são negociadas no segmento Novo Mercado, e integra os índices Ibovespa, IBrX-50, IBrX, Itag, entre outros. Possui escritórios de representação nos Estados Unidos (Nova York), no Reino Unido (Londres) e na China (Xangai).

A companhia atua na criação de sistemas de negociação, compensação, liquidação, depósito e registro para diversas classes de ativos. Neste contexto estão incluídos ações e títulos de renda fixa corporativa e derivativos de moedas, commodities, operações estruturadas e taxas de juros. A diversificação e verticalização das atividades permite o atendimento de necessidades de conglomerados financeiros, corretoras, investidores pessoas físicas, institucionais e estrangeiros, empresas listadas e departamentos de trânsito.

Pontos Positivos

-Crescimento no volume médio diário;

-Efeito positivo do câmbio sobre o segmento BM&F;

-Maior capitalização e giro de mercado no segmento Bovespa;

-Situação financeira confortável;

-Sinergias com a aquisição da Cetip.

Pontos Negativos

-Cenário político e econômico;

-Impacto do resultado financeiro sobre o lucro;

-P/L elevado (28,5) .

Alguns números:

Quase 2.000 funcionários;

–  Receita anual de R$ 4,5 bilhões;

-26% da receita vem do segmento BM&F;

-25% da receita vem do segmento Bovespa;

-Volume médio diário Bovespa de R$ 11,2 bilhões em 2018;

-Capitalização média de R$ 3,2 trilhões em ações,

-Volume médio diário BM&F de 3,7 milhões de contratos;

-R$ 57,6 bilhões de valor de mercado

-R$ 1,5 bilhão investido em cinco anos.

Vídeo – Vale a pena investir na B3 (B3SA3)?

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Vale a pena comprar ações mensalmente ?

Vale a pena comprar ações mensalmente

Vale a pena comprar ações mensalmente ?

Uma das perguntas que mais recebo dos investidores é: Tiago, vale a pena comprar ações mensalmente ?

A resposta é: Sim, vale a pena investir em ações mensalmente. Na verdade, o investimento periódico é válido para todas as modalidades de investimentos: fundos de renda fixa, fundos de previdência privada, tesouro direto, fundos multimercados, ações, fundos imobiliários ou fundos de ações. Toda a aplicação que permitir aportes mensais pode ser sim uma boa alternativa para construção de patrimônio no longo prazo.

Invista o que você não vai utilizar no curto prazo

Um dos maiores erros de quem começa a investir em ações é, após ver resultados ou simulações passadas, ficar eufórico com o rendimento passado e investir valores que poderão ser utilizados no médio prazo. Caso o mercado suba, o investidor até poderá resgatar com ganhos. Porém, se o mercado cair, aumenta-se o risco de resgatar um valor menor do que o aportado. Por isso, não tenha pressa e comece ”pequeno”. Não esqueça que o tempo e os juros compostos estão ao seu favor.

Continue comprando nos momentos de baixa

Mesmo para quem já investe há algum tempo em Bolsa, nem sempre é agradável ver os preços das ações caírem. Nessas horas, porém, você tem a oportunidade de comprar ações mais baratas do que antes. Sem contar que ações mais baratas significa poder comprar uma quantidade de ações maior. Por isso, não se assuste com os períodos de baixa e siga fazendo seus aportes.

É melhor investir em fundos ou carteira de ações?

E qual seria a melhor forma de investir mensalmente em ações? Através de um fundo de ações ou com uma carteira própria?

As duas formas são válidas. Investindo em um fundo, você delega o seu dinheiro a um gestor que escolhe as ações que serão compradas ou vendidas. Já numa carteira direta, você tem a possibilidade de escolher em quais ações investir, além de receber os dividendos diretamente na sua conta.

Seja em fundos ou em carteira própria, o importante é manter o foco e ser o mais disciplinado possível com os aportes periódicos.

Vídeo + simulador

Confira o quanto pode ser lucrativo investir em ações todos os meses e simule os seus aportes. Para saber mais, assista o vídeo abaixo:

Além disso, mesmo que você não consiga investir todos os meses, o importante é ma

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Inflação e juros

Inflação e juros

Inflação e juros

Hoje traremos um panorama da inflação e juros e os desdobramentos desses indicadores sobre a nossa economia.

Economia em recuperação, mas desafios seguem

Os indicadores econômicos indicam uma recuperação gradual da economia, embora ainda esteja operando com alta ociosidade dos fatores de produção. A utilização da capacidade instalada da indústria está próxima de 77%. Já a taxa de desemprego ainda é muito elevada, ficando em 11,7%. O cenário externo continua desafiador para países emergentes com o aumento da aversão ao risco nos mercados, a normalização das taxas de juros em economias mais desenvolvidas e as incertezas no comércio internacional.

Com este cenário, a expectativa é que a inflação feche 2018 próxima a 3,7%. Para 2019 e 2020, o índice de preços deve entrar em elevação gradual, ficando próximo de 4% em cada ano. Estas estimativas podem ser modificadas de acordo com alterações no cenário base. Por um lado, o alto nível de ociosidade pode produzir uma trajetória abaixo do esperado, enquanto a falta de reformas para ajustar as contas do governo pode gerar o efeito contrário. Neste sentido, é muito importante ficar atento a agenda fiscal do poder executivo e ao comportamento da nova legislatura.

Taxa de juros

De acordo com nossas estimativas, a taxa básica de juros deve entrar em elevação a partir do segundo semestre de 2019. A Selic esperada para o fechamento do próximo ano é de 7,50%. Observando o comportamento dos contratos de DI futuro, é possível identificar redução nas taxas em toda curva, com maior intensidade nos vencimentos de longo prazo. De agosto de 2018 até o fechamento de novembro do mesmo ano, os contratos para janeiro de 2020 caíram 19,6%, com corte de 1,70 ponto percentual. Já a taxa para 2025 diminuiu 2,53 pontos percentuais, representando uma variação negativa de 20,9%.

Antes da queda nos contratos de DI, os mercados foram impactados pela greve dos caminhoneiros, por incertezas com o quadro eleitoral e um cenário externo turbulento. Neste último caso, vale ressaltar o aperto na política monetária de países de economia avançada e a guerra comercial entre China e Estados Unidos. Além disso, podemos citar e a crise em nações emergentes, tais como Turquia e Argentina. No mercado interno, destaque para a manutenção da taxa Selic em 6,5% ao ano e a desvalorização do real frente ao dólar.

Cenário pós-eleições

Com a definição das eleições, as incertezas foram dirimidas e o mercado reduziu o prêmio por risco cobrado por ativos em geral. Somente em outubro, a carteira teórica da Anbima com títulos de longo prazo (IMA-B5+) apresentou variação positiva de 10,7%. Esse foi o maior retorno mensal desde o inicio da série em 2003. Os papéis foram beneficiados pela queda nos juros futuros, pois contam com marcação a mercado.

Gráfico da curva de juros futuros

Inflação (IPCA)

O IPCA referente a novembro demonstrou deflação de 0,21%. Lembrando que, em  outubro havia fechado com inflação de 0,45%. Este é o menor patamar para o mês desde a implantação do Plano Real em 1994. Com esta movimentação, a inflação medida em doze meses caiu de 4,56% para 4,05%. O percentual acumulado em 2018 continua abaixo da meta do Banco Central, que estipula 4,50% ao ano como centro do alvo.

Transportes

Na apuração do IBGE, divulgada em 7 de dezembro, o grupo de transportes registrou a maior variação negativa, com impacto de -0,14 ponto percentual no índice de preços. Com deflação de 0,74%, compensou parcialmente a elevação de 0,92% do mês anterior. Destaque para a redução de 2,42% em combustíveis, com grande contribuição da gasolina, que ficou 3,07% mais barata. Este movimento é reflexo da queda no preço do petróleo no mercado internacional, muito em função da desaceleração da economia mundial e de temores com o excesso de oferta. Vale ressaltar que a produção nos Estados Unidos e na Arábia Saudita está em nível recorde.

Habitação

No grupo habitação houve deflação de 0,71%, frente a uma variação positiva de 0,14% do mês anterior. Destaque para a queda de 4,04% no item energia elétrica, representando a maior contribuição negativa no IPCA. Esta diminuição é explicada pela mudança na bandeira tarifária, pois em novembro passou a vigorar a bandeira amarela, com cobrança adicional de R$ 0,01 para cada kwh consumido. Em outubro, a cobrança adicional era de R$ 0,05 para cada kwh consumido, com bandeira vermelha patamar 2 em vigor. O gás encanado ficou 2,08% mais caro devido ao reajuste tarifário no Rio de Janeiro.

Demais grupos

Em saúde e cuidados pessoais foi registrada deflação de 0,71%, contra uma elevação de 0,27% do mês anterior. Itens de higiene pessoal ficaram 4,65% mais baratos, sendo o grande destaque do grupo. No vestuário a retração foi de 0,43%, sendo que outubro havia apresentado acréscimo de 0,33%. Roupas masculinas, femininas e infantis tiveram deflação de 0,63%, 1,28% e 0,43%, respectivamente.

No grupo alimentação e bebidas o índice desacelerou de 0,59% para 0,39%, compensando parcialmente a redução de preço em outros segmentos. Os itens que ficaram mais caros foram cebola (24,45%), tomate (22,25%), batata-inglesa (14,69%) e hortaliças (4,43%).

Gráfico da variação do IPCA

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Fusões e Aquisições – Panorama do Mercado

fusões e aquisições

Fusões e Aquisições – Panorama do Mercado

Nos primeiros nove meses de 2018, os anúncios de fusões e aquisições , considerando tomadas de controle, incorporações e vendas de participações minoritárias, totalizaram R$ 121 bilhões. Deste montante, R$ 62,479 bilhões aconteceram no primeiro trimestre, R$ 21,945 bilhões no período seguinte e R$ 36,935 entre julho e setembro. Comparando com o mesmo período de 2017, ocorreu um incremento de 26%. Em 2018 foram 68 anúncios de negócios dessa espécie, contra 99 do ano anterior.

Setores

A relação entre o volume financeiro e o número de negócios demonstra maior concentração de operações. O setor de papel e celulose corresponde a 39,3% do total de recursos, seguido por TI e telecomunicações, que movimentou 15,5%, e alimentos e bebidas, com 12,7%. Considerando o número de negócios, houve uma distribuição mais uniforme entre as áreas da economia nacional, com destaque para serviços financeiros, assistência médica e comércio atacadista e varejista, cada um com 8,8% das operações. O setor de papel e celulose, que representou o maior volume, correspondeu a 2,9% do total das 68 operações. Quanto ao perfil, 49,7% do volume financeiro dos negócios anunciados foi entre empresas brasileiras, o que representa 47,1% do número de transações. Empresas estrangeiras comprando empresas nacionais correspondeu a 45,0% do volume.

Volume financeiro

A maioria das transações anunciadas ficou concentrada em duas faixas de renda, com maior proporção do grupo entre R$ 100 milhões e R$ 499 milhões, com 22,16%. O pagamento em dinheiro representou 74,4% da liquidação das operações, contra 79,2% do ano anterior, seguido da assunção de dívidas, com 20,7% do total, frente a 9,6% dos primeiros nove meses de 2017. Entre as finalidades, as aquisições de controle representaram 52,7% do montante, com 52 operações. Houve apenas uma incorporação, com a fusão da Suzano com a Fibria, com proporção de 39,3% sobre o volume financeiro.

Gráfico – maiores movimentação por setor

Oi

No terceiro trimestre, a principal operação anunciada foi a conversão de títulos de dívida da OI por ações da companhia. Como parte do plano de recuperação judicial, os créditos detidos por bondholders, no montante de R$ 32 bilhões, foram substituídos por participação acionária e outros títulos de dívida. De acordo com dados da Anbima, o valor movimentado gira em torno de R$ 17,6 bilhões, considerando apenas a participação de 69,14% sobre o capital social. Com esta operação, a gigante de telecomunicações conseguiu reduzir seu endividamento de R$ 45 bilhões para R$ 14 bilhões. Vale ressaltar que está previsto um segundo aumento de capital até fevereiro de 2019, quando serão captados mais R$ 4 bilhões.

Marfrig

Outro negócio de grande relevância foi a venda da Keystone Foods, adquirida pela norte-americana Tyson Foods e alienada pela Marfrig. A empresa alvo é fornecedora de produtos de frango, tendo o McDonald’s como seu principal cliente.

O valor do negócio gira em torno de R$ 9,463 bilhões. A transação contempla a venda de todos os ativos da divisão de alimentos processados, com exceção de uma planta de hambúrgueres no estado de Ohio, Estados Unidos. A

Marfrig já recebeu aprovação do braço de participações do BNDES (BNDESPar), que detém 33,75% das ações da própria empresa. Quanto a aprovação de outras entidades, os órgãos reguladores de concorrência no Japão e nos Estados Unidos já liberaram a transação. Dessa forma, falta ainda as aprovações de China e Coréia do Sul.

Caixa Seguridade

A Caixa Seguridade, subsidiária da Caixa Econômica Federal, fechou acordo com o grupo francês CNP Assurances em agosto deste ano. O banco estatal vai receber R$ 4,65 bilhões para dar exclusividade na venda de seguros de vida, previdência privada e prestamista nas agências até fevereiro de 2041. Com a transação, é formada a joint venture Caixa Seguros Holding. Nesse negócio, a CNP terá participação de 40% do capital total e 51% das ações com direito a voto.

Operações Anunciadas no Primeiro Semestre de 2018

Empresa Alvo

 Empresa Compradora

Azevedo & Travassos S.A. AJC Holding I.P S.A.
EL Rio Espaçolaser
Bloco BM-S-8 Equinor
APL Laser Espaçolaser
Oi S.A. Bondholders
Iguá Saneamento Aimco
Keystone Foods Tyson Foods
Indústria Vidreira do Nordeste Vidroporto
Nova Holding Caixa CNP Assurance
Ticket Itaú Unibanco
BCPAR Buzzi Unicem
Brazil Hospitality Group GTIS Partners

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Esse conteúdo é um resumo do Relatório de Análise Setorial de Ações. O relatório completo é publicado, periodicamente, no nosso plano INVISTA EM AÇÕES.

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Ranking de Fundos de Ações

Ranking de Fundos de Ações

Ranking de Fundos de Ações

Realizamos um estudo com o rendimento dos principais fundos de investimento em ações disponíveis no mercado. Desse estudo elaboramos o Ranking de Fundos de Ações apontando os 10 mais rentáveis em 2018. Além disso, incluímos o retorno dos últimos 12 meses.

Na lista constam apenas gestoras independentes e os produtos estão ordenados de forma decrescente, de acordo com o rendimento no ano, com fechamento de 11 de dezembro de 2018. Em 2018 o Ibovespa sobe 14,46% e, em 12 meses, 24,36%.

Fundos

2018

12 meses

KONDOR EQUITIES INSTITUCIONAL FI AÇÕES 32,43% 36,97%
AZ QUEST TOP LONG BIASED FIC AÇÕES 32,01% 36,83%
MOAT CAPITAL FIC AÇÕES 30,84% 41,99%
ARX INCOME FI AÇÕES 28,56% 36,74%
ALASKA BLACK FIC AÇÕES BDR NÍVEL I 25,25% 38,41%
APEX INFINITY 8 LONG-BIASED FIC AÇÕES 24,66% 29,72%
AZ QUEST AÇÕES FIC AÇÕES 24,16% 32,05%
LEBLON AÇÕES FIC AÇÕES 22,52% 28,51%
BAHIA AM VALUATION FIC AÇÕES 22,03% 28,53%
GAP AÇÕES FI AÇÕES 22,00% 27,63%

Vídeo – Ranking de Fundos de Ações 2018 + Kondor Equities FIA

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Vale a pena investir no Banco BMG (BMGB11)?

Vale a pena investir no Banco BMG

Vale a pena investir no Banco BMG (BMGB11)?

Hoje vamos entender se vale a pena investir no Banco BMG (BMGB11) Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

Quem é o Banco BMG (BMGB11)?

Com quase 90 anos de história e sólida presença no mercado financeiro, o BMG é um banco de varejo com foco no financiamento ao consumo, atuando tanto através de canais digitais, quanto em canais físicos.

Os principais produtos são o cartão de crédito consignado (BMG Card) e o crédito pessoal com débito em conta (Crédito na Conta) – ambos são  exclusivos para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos . Além disso, o Banco atua com crédito pessoal digital (Lendico) e seguros massificados via parcerias.

Alguns números:

–  R$ 16,959 bilhões em ativos;

–  Patrimônio líquido de R$ 2,757 bilhões;

-Carteira de crédito de R$ 9,265 bilhões;

-74,8% em crédito consignado;

-78,2% da captação via depósitos e letras financeiras;

– Margem financeira de 20,2%;

-Rentabilidade patrimonial de 6,6% em nove meses;

-3,3% de inadimplência em consignado.

Pontos Positivos

-Carteira de crédito em crescimento;

-Redução em perdas estimadas com créditos;

-Diminuição na relação depósitos/operações de crédito;

-Evolução da margem financeira;

-Índice de eficiência operacional.

Pontos Negativos

-Pouca diversificação de receitas;

-Rentabilidade abaixo de bancos grandes;

-Inadimplência acima do mercado.

Vídeo – Vale a pena investir no Banco BMG (BMGB11)?

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Ranking de Fundos Imobiliários

Ranking de Fundos Imobiliários

Ranking de Fundos Imobiliários

Realizamos um estudo com o rendimento dos fundos imobiliários presentes no IFIX. Na lista, consta o retorno de cada um considerando a valorização das cotas negociadas em bolsa. Os fundos estão ordenados de forma decrescente de acordo com o rendimento apresentado, com fechamento em 5 de dezembro de 2018. No final, inserimos o índice de fundos imobiliários (IFIX) para permitir a comparação dos produtos com a carteira teórica da B3. Importante ressaltar que desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.

Lista dos 10 Fundos Imobiliários mais Rentáveis

Fundo Retorno 2018 Dividend Yield Peso no IFIX Valor de Mercado
CSHG JHSF PRIME OFFICES FII – HGJH11 28,05% 5,70% 0,84% 283.635.000
HOTEL MAXINVEST FII – HTMX11 26,07% 6,55% 0,31% 161.857.564
RB CAPITAL RENDA II FII – RBRD11 22,14% 10,57% 0,49% 163.846.025
KINEA II REAL ESTATE EQUITY FII – KNRE11 22,01% 16,29% 0,51% 169.706.523
BTG PACTUAL FUNDO DE CRI FII – FEXC11 21,25% 9,13% 0,48% 161.763.696
MERCANTIL DO BRASIL FII – MBRF11 21,20% 7,31% 0,32% 107.540.179
CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII – HGCR11 20,44% 8,95% 0,86% 293.376.953
VBI FL 4440 FII – FVBI11 15,98% 4,59% 0,74% 247.142.500
MAXI RENDA FII – MXRF11 15,25% 8,72% 0,95% 317.661.684
INDUSTRIAL DO BRASIL FII – FIIB11 14,63% 7,83% 0,83% 287.617.800
IFIX 3,08% 7,15% 100,00%

Fonte: Quantum Axis

Vídeo – Ranking de Fundos Imobiliários + CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11)

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil.

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