Setor de Serviços – B3 (B3SA3) e Telefônica (VIVT4)

Setor de Serviços

Setor de Serviços – B3 (B3SA3) e Telefônica (VIVT4)

Hoje vamos trazer um panorama de duas importantes empresas do setor de serviços e que tem suas ações negociadas na B3: B3 (B3SA3) e Telefônica (VIVT4)

Telefônica (VIVT4)

Dados do setor

De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Telecomunicações, os serviços do segmento eram prestados para 321,6 milhões de assinantes no fechamento do terceiro trimestre de 2018, representando uma queda de 2,3% frente ao mesmo período do ano anterior. O crescimento de 8,7% no número de assinantes de banda larga fixa, foi totalmente compensado pelas quedas em telefonia móvel (-2,8%), telefonia fixa (-5,4%) e TV por assinatura (-2,3%). Vale ressaltar que a redução em celulares foi puxada pelo fraco desempenho dos planos pré-pago, uma vez que a quantidade de assinantes em pós-pago cresceu substancialmente.

Receita operacional

A receita operacional bruta produzida pelo setor de telecomunicações, nos primeiros nove meses de 2018, foi de R$ 175 bilhões. Esse valor ficou bem abaixo da máxima histórica atingida em 2014, quando o faturamento consolidado foi de R$ 240 bilhões. O valor atual representa 3,5% do PIB, com diminuição de 0,7 ponto percentual em quatro anos.

Volume de serviços

O volume de serviços de informação e comunicação no Brasil caiu 0,6% nos últimos doze meses. Este movimento pode ser explicado pela retração no segmento de televisão por assinatura. Além disos, também influenciou a forte queda observada nos planos pré-pago. A tendência é que o uso de internet em televisores avance com a utilização de serviços de streaming, impulsionado pela penetração de mercado do equipamento, a maturidade do produto de transmissão via satélite e a competitividade em preço. Perspectiva positiva para banda larga fixa, dados e serviços digitais. Ponto negativo para acessos de voz.

Desde a privatização dos serviços de telecomunicações, o total de investimentos no setor cresceu gradualmente, até atingir R$ 32,6 bilhões em 2014. Com a retração da economia, o aporte em capital fixo caiu nos últimos anos, sendo que no acumulado dos primeiros nove meses de 2018 foram investidos R$ 28 bilhões. Vale ressaltar que mesmo com esta diminuição, o percentual de aportes sobre o PIB sofreu um corte de apenas 0,2 pontos percentuais.

Empresas do setor 

Analisando indicadores de resultado, é possível identificar uma evolução na margem Ebitda das empresas. Este indicador está em crescimento desde 2014, quando atingiu 26,1%, ficando em 32,4% na última apuração. A Vivo continua sendo líder de mercado em telefonia móvel, com market share de 31,8%. Em segundo lugar está a Claro, com fatia de 25,2%, seguida de TIM, com 24,0%, e Oi, com 16,6%.

Evolução comparativa margem Ebitda

O volume de serviços em geral está com variação negativa de 0,2% nos últimos doze meses, com destaque para telecomunicações, com queda de 2,6%. Embora o cenário não seja favorável para o segmento, com redução de linhas em operação e retração no mercado de TV por assinatura, alguns pontos positivos devem ser ressaltados. A representatividade de linhas móveis pós-pagas continua aumentando em relação a pré-pagas, passando de 40% nos últimos meses. Outros pontos importantes a serem ressaltados são o aumento de contratos ativos de banda larga fixa e a maior proporção de usuários utilizando a tecnologia 4G.

A atividade com melhor desempenho continua sendo de tecnologia da informação. Serviços de portais, provedores de conteúdo, sistemas de buscas pela internet e licenciamento de softwares permanecem em crescimento. Quanto a receita nominal, destaque para o acréscimo de 7,4% em transporte terrestre e de 7,1% em transporte aéreo, impulsionados pelo faturamento de operações de aeroportos, rodoviário de carga e aéreo de passageiros.

Cenário para a Telefônica (Vivo)

A Vivo ainda enfrenta desafios no mercado de banda larga fixa, ficando com uma participação de mercado abaixo da Claro e com crescimento menor que a concorrente nos últimos doze meses. Em contrapartida, a liderança em linhas móveis continua, com um market share de 31,8% e crescimento no número de linhas na base anual. Na parte de mídia, a companhia vem mudando o foco de TV por assinatura, substituindo gradualmente a transmissão via satélite (DTH) pelo método IPTV.

O setor de telecomunicações é muito dependente de tecnologia e infraestrutura. Por este motivo, as participantes necessitam manter níveis de investimento elevados para acompanhar a evolução do mercado. Assim, somente organizações com grande escala operacional e capacidade de geração de caixa conseguem manter suas atividades, como é o caso das multinacionais que atuam no Brasil. A Telefônica Brasil vem acompanhando o desenvolvimento do segmento, investindo na adoção de FTTH e na maior cobertura e capacidade da tecnologia 4G, além da digitalização de processos para cortar custos. Nos resultados divulgados, destaque para a forte redução do endividamento e para a elevação das disponibilidades a partir da geração de caixa do negócio, que contou com sólido desempenho operacional em segmentos chave.

B3 (B3SA3)

A B3 atua como administradora de mercados de bolsa e balcão, oferecendo serviços de negociação, pós-negociação, registro de operações e de financiamento de veículos e imóveis.

A B3 possui correlação com o rumo do mercado financeiro, que, por sua vez, ainda depende de reformas estruturantes que possam colocar o país nos trilhos ou, pelo menos, reduzir o déficit público. Outro ponto a ser destacado, é que a integração com a Cetip poderá trazer sinergias consideráveis para a empresa no longo prazo, mas para o curto prazo os resultados devem ser afetados pela elevação da alavancagem financeira e amortização de intangível.

A companhia deverá passar por alguns desafios no curto prazo, uma vez que suas disponibilidades foram reduzidas na movimentação societária e a situação não é confortável como em outros períodos. Vale ressaltar que o montante em caixa e aplicações financeiras ainda cobre o total da dívida bruta e os pagamentos de principal e juros previstos para os próximos anos não devem ser um problema. A única questão importante é referente a amortização de obrigações atreladas ao dólar, com vencimento apenas para 2020.

A volatilidade dos mercados causada por incertezas no cenário político também apresenta oportunidades para especuladores e vem contribuindo para o aumento no volume de negociação diária. Mesmo com alguns pontos positivos, existem alguns riscos, bem como a queda de investimentos corporativos e a curva de juros americana. Mesmo atendendo praticamente todos os segmentos do mercado financeiro e oferecendo barreiras a novos entrantes, pode enfrentar concorrência no setor de atuação nos próximos anos.

Por outro lado, a companhia pode se beneficar com a retomada da economia e o aumento de negócios da B3 e Cetip.

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Onde investir em 2019

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Onde investir em 2019

O ano de 2019 inicia com uma atmosfera, inegavelmente, otimista. A possibilidade de um governo ”mais liberal”, reformas, taxa de juros em patamares historicamente baixo, inflação controlada e recuperação da economia são os principais catalisadores desse otimismo. A partir de novembro/18 traremos, mensalmente, uma atualização em vídeo com as principais expectativas em relação a economia e investimentos. Nos acompanhe, e saiba onde investir em 2019

Vídeo 3 (Jan/19) – Fundo de Renda Fixa para investir em 2019

Vídeo 2 (Dez/18) – Economia brasileira e internacional

Juros, inflação, PIB, dólar e riscos vindo de fora. Confira nossa visão macroeconômica para 2019:

Vídeo 1 (Nov/18) – Perspectivas gerais para investimentos em 2019 

Conheça nossa expectativa em relação a 2019 e as principais opções de investimentos para o ano que vem:

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Movida (MOVI3) – Vale a pena investir?

Movida

Movida (MOVI3) – Vale a pena investir?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na Movida (MOVI3). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

Quem é a Movida (MOVI3)

-Fundada em 2006;

-Atua nos segmentos de locação de veículos e  gestão e terceirização de frota;

-Vende seus veículos em lojas de seminovos próprias;

-Abriu capital em 2017 e está listada no Novo Mercado;

-Pertence ao grupo JSL.

Presença da Movida

Alguns números:

₋Possui 184 lojas de locação de veículos e 60 de seminovos;

₋A frota gira em torno de 88,9 mil carros;

₋49,5% da receita líquida operacional é auferida com vendas;

₋74,6% da receita de serviços é auferida com aluguel de veículos;

₋Rentabilidade patrimonial (ROE) de 8,8%;

₋Valor de mercado próximo a R$ 2,5 bilhões.

Pontos Positivos

-Sustentação operacional e financeira da controladora;

-Aliança estratégica com a Avis Budget;

-Baixa proporção de dívida de curto prazo;

-Alta liquidez dos ativos, posição de caixa e capacidade de refinanciamento.

Pontos Negativos

-Cláusulas contratuais restritivas sobre a dívida;

-Rentabilidade abaixo de seus pares;

-Cenário desafiador na venda de seminovos.

Vídeo – Vale a pena investir na Movida (MOVI3)?

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Análise do setor de construção civil

Análise do setor de construção civil

Análise do setor de construção civil

No artigo de hoje trazemos uma análise do setor de construção civil e falaremos a respeito de Tenda (TEND3) e EZTEC (EZTC3). Além disso, você pode conferir o vídeo MRV (MRVE3) x Tenda (TEND3) – Conheça a nossa preferida.

Panorama do setor

Lançamentos

De acordo com estudo da CBIC, no terceiro trimestre de 2018 foram lançadas 21.463 unidades residenciais. Esse número representa uma queda de 17,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior e evolução de 30,1% na comparação com o mesmo período de 2017.

A região Nordeste do país foi a única a apresentar retração na base anual, passando de 2.298 unidades para 2.093 (-8,9%). Foi registrada queda nas regiões metropolitanas de Recife e João Pessoa, compensando totalmente o crescimento de Fortaleza e Maceió. Destaque para o Centro-Oeste, com variação positiva de 103,8%, atingindo 1.453 unidades lançadas. No Sudeste, principal mercado do país, houve incremento de 16,3% na comparação com o terceiro trimestre do ano anterior, chegando a 12.917 unidades lançadas. São Paulo e Vitória registraram variações positivas de 22,9% e 101,2%, respectivamente.

Unidades vendidas

O número de unidades vendidas superou os lançamentos do período em mais de quatro mil e setecentos imóveis residenciais. Dessa forma, acarretando em uma considerável redução de estoques. Este movimento demostra que o mercado está aumentando a demanda, mas a oferta não está respondendo adequadamente. A causa está no alto endividamento dos participantes e na falta de condições das empresas para receber o crédito que auferiam na época de expansão do setor. As instituições financeiras também não estão muito confortáveis com esta situação e demonstram restrições quanto ao financiamento da indústria.

O melhor desempenho na venda de imóveis residenciais (3T18/3T17) foi observado na região Norte, com incremento de 76,5%. Após, temos Sudeste, com 53,4%. Nordeste e Centro-Oeste foram as únicas a apresentar queda, com variações negativas de 18,4% e 2,0% e impacto das cidades de Porto Alegre e Goiânia.

No acumulado de doze meses, o crescimento do segmento comercial é constante desde setembro de 2017, chegando a 118,462 unidades vendidas em um ano. Este indicador supera a quantidade de unidades lançadas há mais de dois anos, sendo que até o fechamento de setembro foram inseridas 102.552 novas unidades no mercado.

Oferta disponível

A oferta disponível passou de 137.522 unidades, em setembro de 2017, para 118.590 na última apuração, representando uma redução de 13,8%. Os estoques caíram nas regiões Nordeste (-20,2%), Centro-Oeste (-22,4%), Sudeste (-13,3%) e Sul (-4,5%), e cresceram no Norte (17,5%). Do total de ofertas, 47% estão em construção, 30% estão prontas e 23% estão sendo vendidas na planta. Praticamente 56% das vendas do terceiro trimestre ocorreram no Sudeste e 19% no Nordeste.

Oferta final de residenciais novos – Sul e Sudeste

Índice de Confiança

O índice de confiança do empresário da construção está em campo positivo (acima de 50 pontos). De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o indicador subiu 1,6 ponto em dezembro, chegando a 62,3 pontos. Este patamar está 9,3 pontos acima da média histórica, demonstrando otimismo por parte dos tomadores de decisão do setor. O avanço ocorreu em função da avaliação das condições correntes de negócio e das expectativas para os próximos meses. A intenção de investimento em máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento e inovação também está em viés de alta, antecipando possíveis movimentações quanto a aportes em capital fixo e lançamentos de novos produtos.

Utilização da capacidade

A utilização da capacidade ociosa atingiu 56% na última divulgação, com queda de 3 pontos percentuais na base anual. A retração é reflexo do nível de atividade das empresas do setor, mais precisamente em serviços especializados para construção e nas companhias de grande porte. O principal destaque negativo continua sendo o fraco desempenho em obras de infraestrutura.

Índice de evolução no nível de atividade 

Os indicadores de nível de atividade e número de empregados recuaram em novembro, na comparação com o mês imediatamente anterior. Este movimento demostra continuidade na tendência de queda no curto prazo, pois os índices permanecem abaixo de 50 pontos (divisória que indica aumento de atividade). Em contrapartida, é possível observar evolução na comparação com o final de 2015, quando o setor demonstrou o desempenho mais fraco dos últimos anos.

Um dos eixos para reaquecer o mercado de construção é o financiamento. Na tentativa de ampliar a oferta de crédito, a Caixa Econômica Federal anunciou mais uma redução nas taxas de juros do crédito para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema Financeiro Imobiliário (imóveis entre R$ 800 mil e R$ 1,5 milhão). As taxas mínimas passaram de 9,5% ao ano para 8,75%. O banco também aumentou o limite da cota de financiamento de imóveis de 70% para 80% (segunda elevação do ano).

No Minha Casa Minha Vida, foram lançadas 9.979 unidades no terceiro trimestre de 2018, sendo a grande maioria na região Sudeste (56,9%). Foram vendidas 11.649 unidades do programa, fazendo a oferta final chegar 31.940 unidades. Considerando a proporção sobre o total, o MCMV correspondeu a 46,5% dos lançamentos, 44,5% das vendas e 26,6% da oferta final.

Números do Minha Casa Minha Vida – 3T18

Empresas do setor

As empresas do setor entraram na recessão econômica muito endividadas. Isso aconteceu porque no período de forte expansão captaram muitos recursos para impulsionar os negócios. Com alta alavancagem financeira e retração no consumo, o nível das operações passou a ficar abaixo da média dos últimos anos, com crescimento de estoques e queda nas vendas. Assim, o fluxo passou a ser insuficiente para cobrir o custo da dívida e diversas companhias entraram em dificuldade financeira.

O lucro consolidado de doze meses das principais participantes do mercado começou a minguar durante o exercício de 2014 e, a partir de 2016, reverteu para prejuízo. Mesmo com este cenário negativo, algumas empresas mantiveram sua estrutura de capital mais conservadora, com baixa proporção de capital de terceiros sobre o capital social. Obviamente a situação econômica afetou muito as incorporadoras e construtoras de padrão mais elevado, enquanto outras voltadas para a baixa renda foram menos impactadas.

Tenda (TEND3) e EZTEC (EZTC3)

Dentro de nossas recomendações está incluída a ação ordinária da Tenda S.A. (TEND3). Esse foi um exemplo de empresa que apresentou resiliência em meio a problemas estruturais no setor de construção civil. Analisando os indicadores financeiros da companhia é possível identificar uma série de pontos positivos.  Dentre eles, podemos destacar a situação de caixa líquido de R$ 306,2 milhões, uma vez que as disponibilidades superam o endividamento neste montante. Outro ponto importante é a evolução constante do lucro, que possibilitou zerar o prejuízo acumulado em exercícios passados.

Comparando com outra empresa com ótima situação financeira, mas com algumas atividades distintas, podemos demonstrar a nossa preferência pela Tenda. A Eztec é uma companhia que também possui situação financeira confortável, inclusive com caixa líquido superior à nossa recomendação e com proporção de dívida sobre patrimônio líquido mais conservadora.

Obviamente nossa escolha vai muito além de dados obtidos em balanços trimestrais, com análise de perspectivas de negócios em conjunto com indicadores de mercado e financeiros. Mas o que chama mais atenção é a diferença no crescimento dos lucros, pois no caso da Tenda a evolução é gradual e constante, enquanto a Eztec apresenta variação negativa após leve recuperação. A expectativa é que a rentabilidade patrimonial da primeira supere a da segunda no médio prazo, embora previsões neste sentido sejam imprecisas.

Lucro por ação (Tenda x EZTEC)

Gostaríamos de acrescentar que empresas de qualidade não oferecem garantias de ganhos de capital com investimento em suas ações. A análise da qualidade dos ativos serve apenas para selecionar as melhores opções dentro dos papéis negociados em mercado secundário, faltando ainda observar a diferença entre o preço praticado em bolsa e o valor intrínseco da ação.

É necessário que o montante a ser pago apresente uma margem de segurança considerável em relação ao valor justo. No caso da Tenda, observamos um bom espaço para aplicação, ainda ressaltando que o índice P/L de 8,04 e o P/VPA de 1,12 estão bem reduzidos e não estão justificados por nenhum risco relacionado ao negócio ou falta de oportunidade de crescimento.

Fontes: CBIC, Senai Nacional, Quantum Axis e IBGE

VÍDEO – MRV (MRVE3) x Tenda (TEND3) – Conheça a nossa preferida.

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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BRCR11 – BC Fund

BRCR11

BRCR11 – BC Fund

O fundo imobiliário em destaque de hoje é o BRCR11 – BC Fund . Abaixo seguem informações a respeito do fundo e o vídeo explicativo.

A Gestora

A Pactual foi fundada em 1983 como uma distribuidora de títulos e valores mobiliários no Rio de Janeiro. No final dos anos oitenta, a companhia se tornou um banco e abriu escritório em São Paulo, iniciando suas atividades de asset management e wealth management. Nesta mesma época, a empresa iniciou um processo de internacionalização, com a abertura de uma corretora em Nova York. Em 1998, aconteceu uma mudança na administração, com a saída da primeira geração e a entrada dos atuais gestores.

Em 2006, foi adquirida pela UBS para ser uma divisão na América Latina, que se chamaria BTG Pactual. Logo ocorreu a transferência de controle da UBS para o BTG e, nos anos seguintes, passou por um forte crescimento, com o IPO, a aquisição do Banco Panamericano e o início das operações em diversos países vizinhos. Atualmente, é uma empresa financeira global que atua nos mercados de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Wealth Management e Asset Management, com mais de quinhentos colaboradores em dezesseis países.

O Fundo

O BTG Pactual Corporate Office Fund FII é um fundo imobiliário constituído sob a forma de condomínio fechado, sem prazo de duração determinado e destinado a investidores em geral. Tem por objeto a realização de investimentos em empreendimentos imobiliários, tais como imóveis comerciais, prontos ou em construção, ou outros tipos de imóveis onde poderão ser desenvolvidos empreendimentos comerciais, localizados em grandes centros comerciais, shopping centers, avenidas ou ruas de grande movimento. Busca auferir receitas por meio de venda, locação ou arrendamento dos imóveis. Pode, também, aplicar em cotas de fundos e títulos diversos.

O patrimônio do fundo é composto por dez empreendimentos comerciais localizados, em sua grande maioria, em São Paulo. Está focado em lajes comerciais, tendo como inquilinos grandes empresas, tais como Uber, Grupo Pan, BV Financeira, Santander e Volkswagem.

Outras Informações

Foco e atuação: Lajes Corporativas

Público alvo: investidores no geral

Código de negociação: BRCR11

Administrador: BTG Pactual Serviços Financeiros

Gestor: BTG Pactual Gestora de Recursos

Taxa de administração: 0,25% ao ano (sobre o valor de mercado das cotas)

Taxa de gestão: 1,5% sobre o valor de mercado (até Outubro de 2019 a taxa será 1,1%, em caráter de desconto)

Vídeo explicativo

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Kinea Atlas II FIM

Kinea Atlas II FIM

Kinea Atlas II FIM

O fundo em destaque de hoje é o Kinea Atlas II FIM. Abaixo seguem informações a respeito do gestor, do fundo e o vídeo explicativo.

A Gestora

Desde a fundação da Kinea Investimentos, em 2007, sua estrutura funciona como um conjunto de operações que faz a gestão dos investimentos de acordo com a expertise de cada colaborador, porém de forma coordenada.

Foi fundada após uma associação do Banco Itaú com profissionais do mercado financeiro, e em 2010 já administrava mais de R$ 2,4 bilhões em ativos. Sua plataforma é composta por fundos multimercados, imobiliários, infraestrutura, previdência, ações e private equity.  Atualmente possui R$ 52 bilhões sob gestão.

O Fundo

O Kinea Atlas II FI Multimercado é um fundo multimercado macro, aberto, sem prazo determinado de duração e destinado a investidores em geral. Busca retorno investindo nos mercados de juros, câmbio, ações e inflação, com o objetivo de superar o CDI em 7 pontos percentuais ao ano.

Atua em mercados locais e internacionais, com foco no Brasil, sem o compromisso de concentração em nenhum ativo ou fator de risco específico. É permitido ao fundo realizar investimentos no exterior, operações no mercado de derivativos sem limite de alavancagem e aplicações em índices de mercado.

Outras Informações

Classificação ANBIMA: Multimercados Multiestratégia – Macro

Público alvo: investidores no geral

Aplicação inicial: R$10.000

Movimentação mínima: R$5.000

Taxa de administração: 2% ao ano

Taxa de performance: 20% sobre o que exceder 100% do CDI ao ano

Cotização do resgate: D+29

Vídeo explicativo

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Empresas do setor bancário

empresas do setor bancário

Empresas do setor bancário

Hoje traremos uma análise das empresas do setor bancário e perspectivas para o setor.

Segmentos

De acordo com os últimos dados divulgados pelo Banco Central, o saldo das operações de crédito apresenta crescimento de 4,36% na base anual, com grande contribuição de pessoas físicas. Neste segmento, o crescimento é de 7,96% até o fechamento de novembro, compensando a pequena variação positiva de 0,23% em pessoas jurídicas. Destaque para as operações voltadas para aquisição de veículos por pessoas físicas. Esse setor  teve evolução de 13,2% em doze meses. O total de crédito imobiliário para PF subiu 5,3% na mesma base de comparação. O sistema financeiro concedeu R$ 330 bilhões em financiamentos e empréstimos no mês, correspondendo a um incremento de 1,7% sobre outubro. O repasse de recursos para famílias ficou 3,8% acima, e para clientes corporativos houve retração de 1,1%.

BNDES

Com a restrição orçamentário do governo federal, o saldo de operações de crédito com recursos do BNDES continua caindo. Com isso, tivemos uma variação negativa de 10,86% na base anual. Em contrapartida, as concessões para pessoas jurídicas mediante o desconto de duplicatas e recebíveis continuam evoluindo, fazendo o estoque crescer 33,54% desde novembro de 2017. Empréstimos para aplicação em capital de giro permanece em viés de baixa, ao contrário de recursos destinados a aquisição de bens por parte das empresas.

Recursos Livres

Em recursos livres destinados a pessoas jurídicas, o saldo das operações de crédito destinadas a investimento em capital de giro continua com a maior representação, chegando a 37,1% do total. Em seguida estão o financiamento para importações e exportações, com parcela de 14,2%, e o desconto de duplicatas e recebíveis, com 9,2%. Outro grupo importante é o adiantamento sobre contratos de câmbio, com participação de 8,7%. O saldo total do estoque de recursos livres para PJ é de R$ 778,7 bilhões.

Em recursos livres destinados a pessoas físicas, a maior participação continua com o crédito pessoal consignado, que apresenta uma fatia de 35,8% do total. Neste segmento, a grande maioria dos recursos é destinada a servidores públicos. Nessa faixa temos os aposentados e pensionistas do INSS. Outras áreas relevantes são o cartão de crédito, com 23,9%, e o financiamento para aquisição de veículos, com 17,9%. O saldo total do estoque de recursos livres direcionados para PF é de R$ 936 bilhões.

Em resumo, os destaques positivos são as operações com desconto de duplicatas, a recuperação do saldo de empréstimos e financiamentos para aquisição de bens por parte de pessoas jurídicas e a retomada do crédito pessoal. Ponto negativo para aplicações em capital de giro, operações com recursos do BNDES e financiamento imobiliário para corporações.

Evolução do saldo das operações de crédito (12 meses)

Inadimplência

A taxa média de inadimplência voltou a cair após apresentar elevação em outubro. O percentual apurado no sistema financeiro, em novembro, foi de 2,97%, contra 3,06% do período imediatamente anterior. No segmento pessoa jurídica a melhora foi de 0,1 ponto percentual, chegando a 2,54%. Em pessoa física houve um corte de 0,07 ponto percentual, atingindo 3,32%. Considerando apenas recursos livres, a inadimplência caiu de 4,08% para 3,97%.

As linhas de crédito que apresentam situações mais críticas em pessoas jurídicas são o cartão de crédito e operações de capital de giro. Neste segmento, houve deterioração do índice de inadimplência na parte de arrendamento mercantil, adiantamento sobre contratos de câmbio e financiamento a importação. Em pessoas físicas, as maiores taxas são no cheque especial e no crédito pessoal para composição de dívidas.

Taxa de inadimplência em recursos livres 

Taxa de juros e Spread

A taxa de juro média cobrada pelo sistema financeiro nas operações de crédito ficou praticamente estável na passagem de outubro para novembro. Dessa forma, permanecendo em 24,58% ao ano. Na base anual, houve queda de 2,27 pontos percentuais. A taxa cobrada em empréstimos para pessoas jurídicas é de 15,87%, enquanto para pessoas físicas fica em 30,44%. O spread médio, que considera a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a taxa cobrada de clientes, subiu de 17,95 pontos percentuais para 18,16 pontos em novembro.

Margem menor, mas em recuperação

A diminuição na margem entre captação e aplicação de instituições financeiras é um dos motivos para a retração na margem financeira com clientes ao longo dos últimos anos. O spread bancário chegou ao ápice em outubro de 2016. Nessa época, atingiu o patamar de 23,97 pontos percentuais. Desde então, a taxa de básica de juros iniciou um ciclo de cortes, impactando diretamente na diferença. Importante observar que dentro de produtos bancários a margem financeira corresponde a maior fonte de receitas de grandes bancos, sendo também afetada pelo volume de crédito concedido.

Mesmo com a redução no retorno, o movimento vem sendo compensado pelo crescimento gradual nas operações de crédito no varejo. Além disso, a diminuição de riscos, com consequente queda nas despesas de provisão também ajuda. Este é um dos principais motivos para o crescimento da rentabilidade patrimonial de bancos, com reflexo positivo sobre o resultado líquido de intermediação financeira. No tocante à saúde do segmento, o nível de provisões está de acordo com o volume de ativos problemáticos. Assim,  reduzimos possíveis impactos na estabilidade financeira do sistema nacional.

De acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central, os indicadores de capitalização permanecem acima aos requeridos pela legislação.

Empresas do Setor

Itaú (ITUB3/ITUB4)

O Itaú Unibanco continua sendo a maior companhia do setor bancário, com valor de mercado superior a R$ 333 bilhões. Entre as três instituições mais representativas e com ações negociadas na B3, é a companhia que apresenta a maior rentabilidade patrimonial em doze meses, chegando a 16,7% na última apuração. Além disso, é o ativo mais atrativo para a distribuição de lucros, com dividend yield de 5,8% de acordo com o preço de fechamento de 4 de janeiro. Em contrapartida, a ação preferencial (ITUB4) possui os indicadores de mercado elevados, com índice P/L de 13,90. Já o seu P/VPA é de 2,56.

Analisando os dados, é possível concluir que a oportunidade de investimento está muito mais voltada para distribuição de dividendos do que para ganho de capital.

Bradesco (BBDC3)/BBDC4)

O Bradesco possui valor de mercado acima de R$ 254 bilhões. Sua rentabilidade patrimonial está um pouco abaixo do Itaú, ficando em 15,5%. Assim como seu principal concorrente privado, apresenta indicadores de mercado elevados, com P/L de 14,32. Já o seu P/VPA é de 2,20.

O dividend yield é relativamente baixo, com retorno anualizado de 2,8% sobre o preço de fechamento de 4 de janeiro. A ação preferencial do banco (BBDC4) não apresenta atrativos para investimentos devido ao fator diversificação, pois preferimos outras duas instituições financeiras, uma focada na distribuição de proventos (Itaú) e outra com valuation atrativo para ganhos em mercado secundário, o Banco do Brasil.

Banco do Brasil (BBAS3)

O BB é a nossa opção preferida para ganhos de capital. Seu ROE está em 13,8% no acumulado de doze meses e os indicadores de mercado estão abaixo de seus pares. O P/L se encontra em 11,27, o P/VPA, em 1,47.  Já o dividend yield está em 3,10%.

Acreditamos que a ação ordinária (BBAS3) está sendo negociada bem abaixo do valor justo, com boa margem de segurança para entrada, embora o preço teto para garantir um bom retorno esteja próximo do preço atual.

Outros bancos

Outros bancos, como Banrisul (BRSR6) e BTG Pactual (BPAC11), estão sendo observados, mas sem perspectivas para recomendação. No primeiro caso preferimos esperar a definição sobre o plano de recuperação fiscal do governo do Rio Grande do Sul, assim como o desmembramento de privatizações de empresas controladas pelo estado. Em relação ao BTG, observamos uma deterioração dos resultados ao longo dos últimos anos, com retração de 62% do lucro líquido consolidado entre o quarto trimestre de 2016 e a última apuração.

Quadro comparativo

Empresa Dividend Yield Retorno 12 meses P / L P / VPA Valor de Mercado (R$ mil) ROE Margem Líquida
BANRISUL 8,46% 66,56% 6,87 1,24 9.021.218,09 18,11% 13,79%
BRADESCO 2,83% 29,60% 14,32 2,20 254.855.379,36 15,47% 16,83%
BANCO DO BRASIL 3,10% 51,19% 11,27 1,47 135.933.899,33 13,81% 9,20%
BTG PACTUAL 2,51% 47,93% 28,48 1,27 24.248.218,93 4,45% 11,37%
ITAÚ UNIBANCO 5,79% 30,94% 13,90 2,56 333.091.545,76 16,65% 17,29%

Fontes: Banco Central, RI dos Bancos e Quantum Axis

Vídeo – Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4) ou Banco do Brasil (BBAS3)?

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Capitalizo análise e recomendações de investimentos

CCR Rodovias (CCRO3) – Ações para ficar de olho em 2019

CCR Rodovias

CCR Rodovias (CCRO3) – Ações para ficar de olho em 2019

Hoje vamos entender se vale a pena investir na CCR Rodovias (CCRO3). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

Quem é a CCR Rodovias (CCRO3)

-Fundada em 1999;

-Atua nos segmentos de concessão rodoviária, aeroportos e mobilidade urbana;

-Possui 15 concessões em quatro regiões do Brasil;

-Possui 3 concessões de aeroportos na América Latina e 1 no Brasil;

Rodovias: NovaDutra, ViaLagos, RodoNorte, AutoBan;

Mobilidade: ViaQuatro, CCR Barcas, Metrô Bahia;

Aeroportos: BH Airport, Quiport, Aeris Costa Rica, Curaçao Airport.

Portfólio no Brasil e Exterior

Alguns números:

₋Possui uma rede de rodovias pedagiadas de 3.265 quilômetros;

₋22,5% da receita vem da AutoBan, 14,4% da Nova Dutra e 9,5% de aeroportos;

₋83% do Ebitda é originado na cobrança de pedágio;

₋Investimento anual próximo a R$ 2 bilhões;

₋Liquidez corrente de 1,54 e liquidez imediata de 0,44;

₋Valor de mercado de R$ 27,4 bilhões.

Pontos Positivos

-Diversificação do portfólio de concessões de infraestrutura;

-Indicadores de liquidez adequados;

-Bom histórico na distribuição de dividendos;

-Facilidade de acesso aos mercados de capitais para refinanciamento;

-Rating elevado.

Pontos Negativos

-Incertezas sobre resultado de investigação na Rodonorte;

-Novos investimentos podem pressionar a liquidez;

-Alta exposição ao ambiente econômico.

Vídeo – Vale a pena investir na CCR Rodovias (CCRO3)?

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Resultados das Recomendações de 2019 – Full Trader

Resultados das Recomendações de 2019

Resultados das Recomendações de 2019 – Full Trader

Segue atualização de Resultados das Recomendações de 2019  do nosso produto Full Trader. Atualização de 18/01/2019. Para conferir os resultados de 2018, clique aqui.

Day Trade em Índice Futuro:

Total de pontos em 2018: + 1.170 pontos

Percentual de recomendações com ganho: 71,43%

 

Day Trade em Dólar

Total de pontos em 2018: + 11,5 pontos

Percentual de recomendações com ganho: 60%

 

Day Trade em Ações

Total acumulado (soma percentual) em 2018:  + 2,95%

Percentual de recomendações com ganho: 55,10%

 

Swing Trade em Ações*

Total acumulado (soma percentual) em 2018: + 26,59%

Percentual de recomendações com ganho: 81,82%

 

Rastreador de Tendências em Ações*

Total acumulado (soma percentual) em 2018: sem operações encerradas

Percentual de recomendações com ganho: –

 

Long&Short

Total acumulado (soma percentual) em 2018: -0,03%

Percentual de recomendações com ganho: 50%

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Importante

Vale ressaltar que cliente Capitalizo tem acesso ao histórico de todas as recomendações através do nosso portal. Os dados acima estão atualizados até o dia 18/01/2019 e levam em conta as operações já finalizadas. *Esses números refletem a soma dos resultados percentuais.

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações e seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

 

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Melhores Fundos de Investimentos em 2018

melhores Fundos de Investimentos

Melhores Fundos de Investimentos em 2018

Conheça os rankings com os melhores Fundos de Investimentos de Renda Fixa (Crédito Privado), Multimercado e Ações. O levantamento dos dados foi feito pela Corretora XP Investimentos em conjunto com a Consultoria Economatica.

Fundos de Ações – Top 10

Fundo Gestora Retorno em 2018 (%)
Hayp FIA Zenith Asset Management 62,6
Kapitalo Tarkus FIC FIA Kapitalo 46,8
Squadra Long Biased FIC FIA Squadra Investimentos 39,4
Az Quest Top Long Biased FIC FIA Az Quest 38,8
Kondor Equities Institucional FIA Kondor Equities 34,1
Alaska Black Institucional FIA Alaska Investimentos 32,4
Alaska Black FIC FIA BDR Nível I Alaska Investimentos 30,4
Moat Capial FIC FIA Moat capital 30,2
ARX Income FIA ARX Investimentos 29,5
Apex Infinity 8 Long Biased FIC FIA Apex Capital 28,8
Ibovespa 15

Fundos Multimercado – Top 10

Fundo Gestora Retorno em 2018 (%)
Vista Multiestrategia FIM L3 Gestora de Recursos 38,4
CSHG Allocation Miles Acer LB FIC FIM Credit Suisse Hedging Griffo 33,6
XP Long Biased 30 FIC FIM XP Gestão de Recursos 30,3
Apex Long Biased FIC FIM Apex Capital 27,1
Fides Absoluto FIM Fides Asset 25,8
Versa Long Biased FIM Versa Gestora de Recursos 23,5
Safari FIC FIM II Safari Capital 23
Polo Norte I FIC FIM Polo Capital 21,8
Bahia AM Long Biased FIC FIM Bahia Asset 21,1
CSHG Ibov Ativo 70-130 FIM Credit Suisse Hedging Griffo 19,8
CDI 6,42

Fundos de Renda Fixa (Crédito Privado) – Top 10

Fundo Gestora Retorno em 2018 (%)
Sparta Deb Inc FIC FIRF CP Sparta 9,07
Iridium Pionner Deb Inc FIRF CP Iridium Gestão de Recursos 8,23
BTG Pact Cre CO I FIC FIRF CP BTG Pactual 7,56
CA Indosuez Vitesse FIRF CP CA Indosuez Wealth (Brazil) 7,56
AF Invest FIRF CP Geraes AF Invest 7,53
Fator Debêntures Inc FIRF CP Fator Adm 7,49
Butia Top CP FIC FIRF Butia Gestão de Investimentos 7,44
JGP Corporate FIC FIRF CP LP JGP Gestão de Crédito 7,41
DLM Premium 30 FIRF CP LP DLM Invista 7,3
DLM Hedge Conserv II FIRF CP DLM Invista 7,26
CDI 6,42

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