Setor Sucroenergético e Cosan (CSAN3)

Setor Sucroenergético

Setor Sucroenergético

Hoje traremos uma análise do do Setor Sucroenergético e dos impactos do setor nos resultados da Cosan (CSAN3).

Panorama atual

Desde o início da safra 2018/2019, iniciada em 1° de abril de 2018, até o fechamento da primeira quinzena de janeiro, a região Centro-Sul do país processou 562,67 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Este montante representa uma queda de 3,55% em relação ao mesmo período do ciclo anterior. A produção de açúcar chegou a 26,35 milhões de toneladas, representando uma variação negativa de 26,46%. Esta retração pode ser explicada pela baixa atratividade do preço do produto no mercado internacional. Isso faz com que os produtores priorizem o etanol. Este, por sua vez, atingiu a marca de 30 bilhões de litros, correspondendo a um crescimento de 19,54%. Destaque para a elevação de 44,16% no etanol hidratado.

Na primeira quinzena de janeiro, o volume total de etanol comercializado pelas unidades produtoras da região Centro-Sul foi de 1,26 bilhão de litros. Esse número representa um acréscimo de 20,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Do total, 66,2 milhões de litros foram destinados à exportação e 1,19 bilhão de litros serviram para consumo interno. Vale ressaltar que as vendas de etanol hidratado no Brasil continuam em patamar elevado. Isso acontece, principalmente, em função da substituição da gasolina por biocombustíveis.

Produção por região 

Perspectivas do setor

O cenário tende a mudar para os próximos meses. O preço do petróleo no mercado internacional está bem abaixo do observado na metade de 2018. Essa baixa ocorreu pela desaceleração em economias mais avançadas e parcialmente compensado pelo acordo da Opep para restrição da oferta. Com este movimento, a Petrobras reduziu o preço da gasolina nas refinarias, impedindo a alta de biocombustíveis. O preço do etanol deve seguir pressionado, podendo sofrer cortes nos próximos meses. O tipo hidratado distribuído diretamente ao consumidor no estado de São Paulo representa 65,0% do preço da gasolina, sendo que em agosto de 2018 correspondia a 57,8%.

O preço do etanol hidratado, descontando o frete e tributos (ICMS e PIS/Cofins), fechou em R$ 1,559 por litro na última divulgação. Isso uma variação negativa de 2,83% no mês e com forte aceleração observada no final de janeiro/18. Em outubro, quando o petróleo começou a se desvalorizar no mercado internacional, o biocombustível chegou a ser negociado por R$ 1,821.

Açúcar

A cotação do açúcar no mercado internacional deve continuar se recuperando. Isso deve ocorrer em função de mudanças no balanço de oferta e demanda pelo alimento. De acordo com a consultoria INTL FCStone, o balanço deve mudar de superávit na safra global para déficit, fazendo com que os estoques mundiais voltem a se retrair, abrindo caminho para a valorização do açúcar. Os principais motivos para a projeção são a quebra de safra na Europa e problemas climáticos na Índia e na Tailândia. Este último país ainda com redução na área plantada.

Em setembro de 2018, a commodity atingiu o menor valor dos últimos anos, chegando a US$ 9,83 por libra peso. Este patamar foi alcançado após a cotação entrar em viés de baixa em outubro de 2016, quando estava avaliada a US$ 23,90 por libra peso. Até o fechamento deste relatório, o contrato futuro de açúcar com vencimento em março de 2019 estava sendo negociado por US$ 12,63 na bolsa de Nova York.

A expectativa é que com a mudança no cenário de preços dos produtos originados a partir da moagem de cana, o mix de produção das usinas reduza a proporção de etanol gradualmente. Atualmente, a fatia média do etanol ultrapassa 60%, sendo a prioridade sobre o açúcar.

Evolução do preço do Açúcar

No mercado interno, a comercialização de açúcar cristal segue sem grandes variações no mercado a vista. Nas últimas semanas não houveram mudanças significativas que pudessem acarretar oscilações mais expressivas nos preços praticados na cidade de São Paulo. A oferta das usinas continua em volume controlado, acompanhando a fraca demanda por parte dos consumidores. A saca de 50 quilos está sendo negociada a R$ 69,07, com variação positiva de 1,28% no mês. Após atingir R$ 49,80 em agosto de 2018, segue em viés de alta.

Exportação de Açúcar

A exportação de açúcar caiu 20,76% nos últimos doze meses utilizando como base os embarques em milhões de toneladas. Considerando o total em dólares, a variação negativa chega a 44,12%, muito em função da desvalorização do produto no mercado internacional. Até o fechamento de dezembro de 2018, foram vendidos 20,76 milhões de toneladas e US$ 6,37 bilhões em doze meses. Um ano antes, na mesma base de comparação, o total exportado foi de 28,69 milhões de toneladas e US$ 11,41 bilhões.

Exportação de Etanol

A exportação de etanol registrou incremento de 14,97% nos últimos doze meses utilizando como base os embarques em bilhões de litros. Considerando o total em dólares, a variação positiva foi de 7,79%. Até o fechamento de dezembro de 2018, foram vendidos 1,63 bilhão de litros e US$ 869,7 milhões. Um ano antes, na mesma base de comparação, o total exportado foi de 1,41 bilhão de litros e US$ 806,9 milhões. Importante observar que mesmo o açúcar estando em baixa, a sua importância na balança comercial brasileira é muito superior à do etanol.

Cosan (CSAN3)

Considerando os resultados das unidades de negócio, a Cosan atingiu um Ebitda consolidado de R$ 1,205 bilhão no terceiro trimestre de 2018, com variação negativa de 25%. Foi possível identificar efeitos positivos no maior preço médio de etanol e energia e no crescimento no volume de venda de etanol, diesel, combustível de aviação e gás.

Ponto negativo para o volume de vendas de gasolina e açúcar, este último com queda considerável no preço médio, e para o impacto do câmbio e do preço internacional do petróleo no custo de produtos. A companhia registrou lucro de R$ 44 milhões no período, com queda de 91%.

EBITDA x Lucro Líquido

O custo da dívida passou de R$ 104,4 milhões para R$ 257,5 milhões, muito em função da variação cambial sobre a parcela não protegida do bônus perpétuo que a empresa emitiu e que está atrelada ao dólar. Considerando apenas juros de dívidas bancárias, houve um aumento de 1,3%.

O rendimento com aplicações financeiras aumentou 12%, chegando a R$ 79 milhões e com efeito positivo da variação cambial sobre o caixa em moeda estrangeira. Somando estes valores com outros encargos e despesas bancárias, as despesas financeiras líquidas do terceiro trimestre ficaram em R$ 251,4 milhões, contra R$ 10,7 milhões do mesmo período do ano anterior.

Endividamento

A dívida bruta da Cosan fechou setembro de 2018 em R$ 15,952 bilhões, com aumento de 8% em relação ao trimestre imediatamente anterior devido a novas captações da Raízen. Levando em consideração as disponibilidades de R$ 6,684 bilhões, a dívida líquida totalizou R$ 10,268 bilhões, formando uma alavancagem de 2 vezes sobre o Ebitda auferido nos últimos doze meses.

Geração de Caixa

A geração de caixa livre para os acionistas totalizou R$ 829 milhões. Os principais destaques foram a captação de dívida de R$ 1,579 bilhão da Raízen, o consumo de R$ 188 milhões com as operações da mesma unidade de negócio, com impacto na variação de ativos e passivos, e o desembolso de R$ 378 milhões com a aquisição do grupo Tonon pela Raízen Energia. O fluxo de caixa operacional da Comgás foi o ponto positivo, com geração de R$ 590,8 milhões.

No consolidado, as atividades de investimento consumiram R$ 383 milhões, e em financiamentos ocorreu captação líquida de R$ 831,2 milhões. O fluxo operacional da Cosan foi de R$ 381,3 milhões, com retração de 53,4%.

Proventos

No terceiro trimestre foram distribuídos R$ 162 milhões em dividendos, contra R$ 17,8 milhões no mesmo período do ano anterior.

Fontes: Unica, ANP, RI Cosan

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Viva de renda com Fundos Imobiliários

Viva de renda com Fundos Imobiliários

Viva de renda com Fundos Imobiliários

Muitas pessoas se perguntam: é possível viver de renda de Fundos Imobiliários (FIIs)? A resposta para essa pergunta está diretamente relacionada a algumas variáveis, que veremos a seguir. Confira o nosso artigo e vídeo explicativo, e viva de renda com Fundos Imobiliários

O que é um Fundo Imobiliário?

Para conseguirmos responder à pergunta com mais precisão, primeiro vamos entender o que é um FII. Um fundo imobiliário é uma modalidade de investimento, em que o investidor compra cotas de ativos relacionados ao mercado imobiliário. Um FII pode ser, na linguagem utilizada pelo mercado, de papel ou de tijolo.

Isso quer dizer que em um FII de papel, o gestor irá adquirir, com o dinheiro das cotas, papeis como CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário). Já no FII de tijolo, o gestor irá comprar imóveis reais, tanto urbanos como rurais, já construídos ou em construção. Tudo vai depender da estratégia de investimento daquele FII.

E como o investidor é remunerado?

Aqui está a grande vantagem dos FIIs. Uma vez adquirida as cotas de um FII, é como se você possuísse um pedaço de um shopping, de um hospital, ou de um galpão industrial, por exemplo. Da mesma forma como acontece diretamente no mercado imobiliário, os imóveis do seu FII terão que pagar um aluguel para a gestora. Isso porque que estão ocupando o imóvel que pertence ao Fundo.

Dessa forma, o FII remunera o investidor, repassando a ele uma parcela desse aluguel sob a forma de rendimento mensal (dividendos). O mais interessante é que esse rendimento não é tributado pelo Imposto de Renda. Só há cobrança de IR quando o investidor vende suas cotas com lucro. Nesse caso, a alíquota é de 20%.

Além disso, o investidor possui um pedaço de um imóvel, mas não tem que se preocupar com a administração, com cobranças, nem burocracias. Isso fica a cargo da gestora do fundo, que para isso recebe uma taxa de gestão, e da administradora, que recebe uma taxa de administração (em linhas gerais, a administradora cuida da parte contábil e de supervisão da gestão e a gestora cuida do negócio em si, negociando contratos, arranjando inquilinos e adquirindo novos imóveis).

Existem, portanto, várias vantagens para se investir em um FII como isenção de imposto de renda, alta liquidez da maioria dos ativos e diversificação da carteira de investimentos. Ocorre que os FIIs são ativos de renda variável e, portanto, suas cotas sofrem variação de preço de acordo com alguns comportamentos do mercado.

Então, quais os riscos de investir em FIIs?

O primeiro deles diz respeito à vacância, ou seja, ao rendimento mensal pode sofrer uma repentina variação, caso o inquilino desocupe o imóvel.

Além disso, também é preciso ficar atento à variação da taxa de juros. Quando há queda de juros, as cotas ficam mais atrativas, por conta do custo de oportunidade de negócio. Contudo, quando os juros voltam a subir, existe uma tendência à desvalorização das cotas, para que o negócio ainda continue interessante para novos investidores.

Agora, respondendo diretamente a nossa pergunta inicial: é possível viver de Fundos de Investimentos Imobiliários? A resposta é sim. Vamos seguir de perto um exemplo:

“FII hipotético XYZ” com rendimento mensal de 0,971%, em uma aplicação de R$100.000,00, receberia o valor de R$971,00 por mês.

Você pode se questionar: “mas eu não consigo viver com esse valor!”. Sim, certo. Por isso que, para viver da renda de FIIs e se proteger contra a variação das cotas, é necessário que o investidor componha uma carteira de FIIs. Além disso, é importante que, quando possível, ele faça mais aplicações.

A melhor maneira de conseguir fazer isso é aplicando a longo prazo. Também é importante usar a renda mensal para adquirir mais cotas. Também é necessário realizar um trabalho cuidadoso de análise para escolher adequadamente bons FIIs para compor a carteira.

Quer saber mais? Confira o vídeo abaixo e faça suas simulações::

Simulador de Renda com Fundos Imobiliários

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Contrato de Índice Futuro

Contrato de Índice Futuro

Contrato de Índice Futuro

O que é e como funciona o Contrato de Índice Futuro

O Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice de ações mais importante do Brasil. Ele é resultado de uma carteira teórica de ações e units negociadas na B3, cuja quantidade pode variar de acordo com as regras de composição.

O Ibovespa tem como critério o retorno total das ações, refletindo assim as variações de um determinado número de ativos que compõem a carteira.

Já o Contrato Futuro de Ibovespa possibilita que o mercado negocie as expectativas futuras do mercado de ações (Ibovespa), sem a necessidade de realizar a compra de toda a cesta de ações que compõem o índice.

Minicontrato Ibovespa

Código de negociação: WIN

Vencimento: na Quarta-Feira mais próxima do 15° dia do mês de vencimento do contrato – o mini índice Bovespa vence de 2 em 2 meses.

Meses de vencimento: Fevereiro (G), Abril (J), Junho (M), Agosto (Q), Outubro (V) e Dezembro (V)

Formação do código e vencimento: WINV18, onde:

WIN= código

V =  mês de vencimento

18 = ano de vencimento

Abaixo segue o book do mini índice:

Liquidez do contrato: pelo menos 1 contrato

Cálculo do Volume Financeiro

O volume de cada contrato é calculado multiplicando-se a última cotação por R$0,20, ou seja, cada variação de 1 ponto equivale a R$0,20. No exemplo acima, o contrato cotado a 85.855 pontos vale R$17.171,00.

Lembrando que,  o Contrato de Índice Futuro pode ser negociado tanto no Day Trade, quanto em Swing Trade (Posição). As garantias são diferentes, e dependem da corretora e da volatilidade do mercado.

No caso de uma operação de Day Trade. com compra a 85.855 pontos e de uma venda a 86.400, a variação de 545 pontos, equivaleria a um ganho de R$109 por contrato negociado.

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USIM5 (Usiminas) – Vale a pena investir?

usim5

USIM5 (Usiminas) – Vale a pena investir?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na USIM5 (Usiminas). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

A empresa

-Fundada em 1962;

-Foi privatizada em 1991;

-Maior produtora de aços planos da América Latina;

Mineração: joint venture com a Sumitomo;

Siderurgia: duas usinas com capacidade de 9,5 milhões de toneladas/ano;

Transformação: onze unidades industriais, trabalham com o aço produzido pelas usinas;

Bens de Capital: fornecimento de soluções para indústria (equipamentos e estruturas).

Alguns números

₋4 sítios de mineração, com reservas de 2,6 bilhões de toneladas de minério;

₋Capacidade produtiva de 9,5 milhões de toneladas de aço bruto;

₋Capacidade de processamento de 2 milhões de toneladas;

₋83% da receita vem do mercado interno;

₋Investiu R$ 463 milhões em 2018;

₋Valor de mercado de R$ 16,9 bilhões.

Pontos Positivos

-Forte atuação nos setores de bens de capital e duráveis;

-Recuperação do volume de aços planos;

-Melhora na estrutura de capital;

-Estrutura verticalizada, incluindo mineração; transformação e logística.

Pontos Negativos

-Redução do disponível;

-Segmento altamente cíclico;

-Exposição cambial de parte da dívida.

Vídeo – Vale a pena investir na USIM5 (Usiminas)?

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MALL11 – Malls Brasil Plural

MALL11

MALL11 – Malls Brasil Plural

O fundo imobiliário em destaque de hoje é o MALL11 – Malls Brasil Plural. Abaixo seguem informações a respeito do fundo e o vídeo explicativo.

Principais informações

Gestora: BRPP Gestão de Produtos Estruturados Ltda. (Empresa do Grupo Brasil Plural)

Administrador: Geração Futuro Corretora de Valores

Com início em dezembro de 2017, o Fundo Malls Brasil Plural possui a participação de 54,2% no Maceió Shopping, com gestão ativa

Foco e atuação: Tijolo/Shoppings

Público alvo: investidores no geral

Código de negociação: MALL11

P/VPA: 0,93

Valor de mercado: R$200 milhões

Taxa de administração: 0,5% ao ano

Número de cotistas: 12.353

Participação no IFIX: 0,75%

O Maceió Shopping

Com 30 anos de atividade e situado na parte central da capital alagoana, o Maceió Shopping foi o primeiro shopping da capital alagoana. Atualmente conta com mais de 200 lojas e outros estabelecimentos, oferecendo produtos e serviços que recebem mensalmente um público de mais de um milhão de pessoas.

Destaques

Histórico de baixa vacância:

Além disso, em dezembro/18 foi realizada a reavaliação anual do Maceió Shopping. Essa reavaliação foi  feita pela consultoria Cushman & Wakefield. O resultado foi uma variação positiva de aproximadamente 20,7% no valor do empreendimento – quando comparado ao valor contabilizado até então.

Proventos

Último rendimento (14/02): R$0,74

Yield último rendimento (cota a R$107,90): 0,68%

Rendimento médio últimos 12 meses: R$0,62

Yield 12 meses: 7,02%

Gráfico de Retorno

Vídeo Explicativo

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HGCR11 – CSHG Recebíveis Imobiliários

HGCR11 – CSHG Recebíveis Imobiliários

O fundo imobiliário em destaque de hoje é o HGCR11 – CSHG Recebíveis Imobiliários. Abaixo seguem informações a respeito do fundo e o vídeo explicativo.

A Gestora

O Credit Suisse possui uma estrutura de gerenciamento de riscos adequada ao seu porte e à complexidade de suas operações, o que permite o acompanhamento, monitoramento e controle dos riscos aos quais está exposto. Além disso, os comitês de risco da companhia se reúnem periodicamente para acompanhar, discutir e avaliar os riscos tomados pela instituição. Os testes e a avaliação da estrutura são realizados pelo menos uma vez por ano.

A área de investimentos imobiliários da Credit Suisse Hedging-Griffo iniciou suas operações em 2003, com o objetivo de prover aos clientes alternativas de investimentos no mercado imobiliário por meio de estruturas e instrumentos sofisticados do mercado de capitais. Atualmente, a CSHG possui produtos imobiliários voltados para os segmentos comercial (escritórios e imóveis corporativos), varejo (shopping centers), logístico e industrial e recebíveis imobiliários.

O Fundo

O Fundo tem como objetivo auferir rendimentos pelo investimento em empreendimentos imobiliários por meio da aquisição, preponderantemente, de Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”). O HGCR11 é o clássico ”Fundo de Papel”.

Atualmente a carteira do Fundo está dividida da seguinte forma:

Outras Informações

Foco e atuação: Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs)

Público alvo: investidores no geral

Código de negociação: HGCR11

Administrador: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A.

Gestor: Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management

Taxa de administração: 0,8% ao ano sobre o valor de mercado das cotas do Fundo

Taxa de performance: 20% sobre o que exceder 110% da taxa média de captação em CDI

Vídeo explicativo

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Relatório Grátis: Economia Internacional

economia internacional

Relatório Grátis: Economia Internacional

No presente relatório, traremos uma análise dos principais players da economia internacional : Estados Unidos, China e Europa. Além disso, falaremos as respeito de algumas empresas e o posicionamento delas nas economias citadas.

Economia dos Estados Unidos

O comitê de política monetária americano decidiu de forma unânime manter o patamar da taxa de juros no intervalo entre 2,25% e 2,50% ao ano. Essa reunião realizada no dia 30 de janeiro. Foi comunicado ao mercado que a expansão sustentada da atividade econômica, condições de mercado e inflação próximo da meta de 2% foram consideradas na avaliação. Observando a evolução econômica mundial em desaceleração e pressões moderadas sobre preços, o comitê mudou o seu posicionamento sobre aumentos graduais nos juros, preferindo uma abordagem mais cautelosa.

Para determinar o momento e o tamanho dos futuros ajustes, continuarão sendo avaliadas as metas de emprego e inflação, levando em consideração medidas de condições de trabalho, indicadores de pressão inflacionária e leituras sobre desenvolvimentos internacionais.

Mercado de trabalho segue aquecido

Dados recentes indicam que o mercado de trabalho nos Estados Unidos continua aquecido. A taxa de desemprego, de acordo com o fechamento de dezembro, está em 3,9%. Esse número é um pouco acima dos 3,7% registrados entre setembro e novembro.

Importante observar que antes de 2018 o indicador não ficava abaixo de 4% desde dezembro de 2000. O setor privado criou 213 mil novas vagas em janeiro, bem acima do esperado. Em contrapartida, os pedidos sociais semanais por seguro-desemprego ficaram acima das expectativas nos últimos dias, saltando para 253 mil reivindicações, maior número dos últimos meses.

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BR Malls (BRML3) – Vale a pena investir?

BR Malls

BR Malls (BRML3) – Vale a pena investir?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na BR Malls (BRML3). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

Quem é a BR Malls (BRML3)

-Fundada em 2006;

-Possui participação em 40 shopping centers;

-Especializada em administração e comercialização dos espaços;

Principais Shoppings:

Plaza Niterói: ABL total de 44 mil m² (100%);

Shopping Tijuca: ABL total de 33,6 mil m² (100%);

Norteshopping: ABL total de 77,9 mil m² (74,5%);

Shopping Tamboré: ABL total de 49,8 mil m² (100%);

Center Shopping Uberlândia: ABL total de 50,7 mil m² (100%).

Presença pelo Brasil

Alguns números:

₋Possui 1.445,5 mil m² de área bruta locável;

₋Tem participação média de 63,6% nos empreendimentos;

₋15 maiores shoppings entregam 70% da receita bruta, excluindo serviços;

₋FFO de R$ 547 milhões em doze meses;

₋P/FFO de 22,4;

₋Valor de mercado de R$ 12,3 bilhões.

Pontos Positivos

-Maior operadora brasileira de shopping centers;

-Evolução dos indicadores de alavancagem;

-Estrutura de capital mais conservadora;

-Recuperação nas margens operacionais;

-Características das principais participantes do setor.

Pontos Negativos

-Redução da área bruta locável;

-Inadimplência de lojistas e vendas do varejo;

-Necessidade de caixa para amortização de dívida.

Vídeo – Vale a pena investir na BR Malls (BRML3) ?

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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