Hype3 (Hypera Pharma) – Vale a pena investir?

Hype3

Hype3 (Hypera Pharma) – Vale a pena investir?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na Hype3 (Hypera Pharma). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

A empresa

-Fundada em 2001;

-Abriu capital de 2008 e ingressou no Novo Mercado;

-Atua nos segmentos de alimentos, genéricos e medicamentos;

Produtos de Prescrição: medicamentos e dermocosméticos da marca Mantecorp;

Consumer Health: medicamentos sem prescrição, adoçantes e suplementos;

Genéricos: Neo Química.

Alguns números

₋Investimento anual em P&D acima de R$ 180 milhões;

₋70 produtos lançados em 2018;

₋8,3% da receita é auferida com Addera D3 e 6,0% com Benegrip;

₋Possui aproximadamente 6,5 mil colaboradores;

₋Ebitda de R$ 1,319 bilhão em 2018;

₋Valor de mercado de R$ 17 bilhões;

₋Payout de 50%.

Pontos Positivos

-Operação de larga escala e baixo custo;

-Estrutura financeira confortável;

-Geração de caixa operacional;

-Envelhecimento da população;

-Pagamento de dividendos.

Pontos Negativos

-Penetração de mercado abaixo de concorrentes globais;

-Investigação sobre pagamentos de propinas;

-Impacto cambial sobre custos.

Vídeo – Vale a pena investir na Hype3 (Hypera Pharma)?

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fundo Imobiliário – Vale a pena investir?

Fundo Imobiliário

Fundo Imobiliário – Vale a pena investir?

O Fundo Imobiliários ou FII pode ser considerado uma forma diferente e inteligente de investir em imóveis.

O que são Fundos Imobiliários?

Os Fundos Imobiliário são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em todo o tipo de negócios de base imobiliária, seja no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos, como edifícios comerciais, shopping centers ou hospitais.

Do patrimônio de um fundo podem participar um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outros.  O objetivo é conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor imobiliário.

Vantagens dos Fundos Imobiliários

Você pode ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários

Existem cotas no mercado que valem menos de R$100 e você pode comprar quantas estiverem à venda. Além disso, existe a possibilidade de você comprar os melhores imóveis do mercado, através dos Fundos Imobiliários.

Abaixo, segue a imagem do Tower Bridge Corporate, um dos prédios mais modernos do Brasil. O empreendimento pertence a um Fundo Imobiliário, o TB Office (TBFO11):

Vantagens – Isenção de IR e IOF

Outra vantagem é a Isenção de imposto de renda no recebimento dos rendimentos mensais para pessoas físicas, que tenham menos de 10% da totalidade de cotas do fundo e exclusivamente para fundos imobiliários cujas cotas sejam negociadas em Bolsa de Valores e que tenham mais de 50 cotistas.

Vantagens – Diversificação dos Investimentos

Os fundos imobiliários são uma excelente opção para quem já tem algum tipo de investimento e deseja diversificar a sua carteira. Alguns fundos já trazem em seu próprio portfólio diferentes tipos de imóveis, como uma universidade e um shopping, por exemplo. Essa é uma excelente forma de minimizar seus riscos e proteger seu patrimônio, já que um setor é diferente do outro (no caso, educação e comércio)

Vantagens – Venda das cotas no mercado financeiro

Diferente de um imóvel, cuja venda é trabalhosa e exige cuidados, o fundo permite negociar as cotas em Bolsa. E você não precisa vender todas as suas cotas, pode negociar apenas parte delas. E mesmo que o fundo não tenha liquidez diária, uma semana costuma ser um prazo razoável para a venda das cotas.

Abaixo segue o book do BC Fund (BRCR11) um dos Fundos Imobiliários mais negociados do mercado. Assim como é possível negociar, por exemplo, ações do seu Home Broker, você também pode negociar cotas de FIIS.

 

Vantagens – Possibilidade de Valorização das Cotas

Assim como vários imóveis acabam se valorizando ao longo do tempo, as cotas dos FIIs também podem se valorizar. Abaixo, segue o gráfico da valorização do Fundo CSHG Logísitca (HGLG11), de junho/10 até fev/19. No período, o Fundo valorizou-se mais de 240%:

Imóveis x Fundos Imobiliários

Confira as vantagens da compra de Fundos Imobiliários em relação a compra direta de Imóveis:i

Simplicidade

Imóveis: O investidor precisa se preocupar com escrituras, certidões, ITBI, locação, vacância, reforma, cobrança, etc.

Fundos Imobiliários: Por meio do home broker o investidor negocia as suas cotas sem se preocupar com burocracia e os cuidados de um imóvel.

 

Liquidez

Imóveis: A transação depende de diversas variáveis e complicações que tornam difícil a venda rápida de um imóvel.

Fundos Imobiliários: Algumas cotas são negociadas em Bolsa, reduzindo o risco de não se conseguir vender o ativo, além de ser livre das complicações burocráticas.

 

Fracionamento do Investimento

Imóveis: O imóvel, como se sabe, é um bem indivisível. Assim, não é possível vender apenas uma parte dele.

Fundos Imobiliários: O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar / vender cotas de acordo com a sua capacidade financeira.

 

Vantagem Fiscal

Imóveis: Os aluguéis provenientes dos imóveis de propriedade direta são tributados pelo Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

Fundos Imobiliários: Para pessoas físicas, não há incidência de IR sobre o rendimento distribuído pelo fundo, o que aumenta o retorno do investimento.

 

Risco

Imóveis: O proprietário de um imóvel fica exposto ao risco de vacância (imóvel vazio) e inadimplência.

Fundos Imobiliários: O FII investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

 

Gestão

Imóveis: O proprietário de um imóvel, em geral, não tem tempo de encontrar maneiras de melhorar seus rendimentos, além da natural deterioração do interior.

Fundos Imobiliários: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

 

Quais os tipos de Fundos Imobiliários podemos investir?

Existem vários tipos de Fundos Imobiliários: Hospitais, Shoppings, Empresariais, FIIs que compram CRIs, LCIs, etc. O interessante é que o investidor escolha os que se adequem melhor o seu perfil, seja para tentar ganhar com a valorização da cota ou para ganhar o rendimento mensal de alugueis, por exemplo.

Qual o perfil de quem investe em FIIs?

-Investidor de longo prazo;

-Investidor que busca ganho de capital;

-Investidor que quer gerar renda;

-Investidor que tem interesse de investir em imóveis.

Vídeo – Vale a pena investir em Fundos Imobiliários?

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Como comprar ouro na Bolsa de Valores

Como comprar ouro

Como comprar ouro na Bolsa de Valores

No artigo de hoje, veremos como comprar ouro na Bolsa de Valores

Motivos para comprar ouro

O ouro é considerado um dos metais mais preciosos do mundo, tendo o seu valor sido empregue como padrão para muitas moedas ao longo da história. Atualmente, seu uso ainda é muito amplo e abrange grande demanda por parte da fabricação de joias, da indústria e principalmente como reserva de valor.

A procura por ouro normalmente se intensifica em momentos de crise econômica. Ou seja, o valor deste metal está muito relacionado com a aversão a risco dos investidores.

Existem diversas formas de se investir em ouro. A mais simples delas é comprar ouro diretamente na Bolsa de Valores.

Contratos Futuros na BM&FBovespa

Conforme comentado, é possível comprar ouro diretamente da BM&F Bovespa negociando contratos cotados em Reais (R$). A negociação dos contratos é feita da mesma forma que no mercado de ações, com Book de compra e venda, trazendo uma boa liquidez para o investidor.

Os contratos com maior liquidez são:

Lote-padrão de 250 gramas de ouro fino (código OZ1D)

Esse é o contrato mais negociado e equivale a 250 gramas de Ouro. Para saber a tamanho do contrato, basta multiplicar a última cotação por 250:

No caso acima, o último negócio foi realizado a R$149,75, dessa forma o tamanho do contrato seria 149,75 (R$) x 250 (gramas) = R$37.437,5.

Lote fracionário de 10 gramas (código OZ2D)

Esse é o contrato fracionário e equivale a 10 gramas de Ouro. Para saber a tamanho do contrato, basta multiplicar a última cotação por 10. Lembrando que a cotação desse contrato deve ‘’andar’’ bem próxima a cotação do contrato de 250 gramas.

Custos da negociação de Ouro na BM&FBovespa

Além do custo de corretagem, existe a taxa de custódia de 0,105% ao mês. Este valor é cobrado pela BM&FBovespa, referente aos serviços de guarda do ativo e às informações e movimentações dos saldos. Essa taxa é provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra. Por isso, é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o ativo

Para mais destalhes, confira o vídeo abaixo:

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Como funcionam os Fundos Imobiliários ?

como funcionam os fundos imobiliários

Como funcionam os Fundos Imobiliários ?

Investir é uma ótima forma de fazer o seu rendimento crescer e, para isso, cuidado para tomar a decisão certa do melhor caminho a seguir. Uma das muitas opções são os fundos imobiliários (ou FIIs). Hoje vamos aprender como funcionam os fundos imobiliários e como investir neles.

O que são?

Os Fundos de Investimentos Imobiliários são propriedades que podem ser compradas por qualquer investidor sem posse real sobre eles. Por exemplo, no caso de um apartamento, o comprador não pode morar nele ou ter qualquer outro tipo de interação com o imóvel.

As cotas, como são chamados os objetos das compras, podem ser praticamente qualquer bem imobiliário ou uma parte dele. Seja um apartamento, um shopping center, galpões e edifícios comerciais e outros.

Como Investir?

A aplicação em fundos de investimento imobiliário é parecida com a bolsa de valores e, portanto, o primeiro passo é se cadastrar em uma corretora de valores.

As compras podem ser feitas tanto através de ofertas públicas ou por negociações com outros investidores. Já o retorno, vem tanto de uma possível valorização das cotas, quanto dos pagamento de proventos (alugueis).

Para tomar a decisão correta é preciso avaliar algumas características do fundo, como por exemplo, a quantidade e a qualidade dos imóveis que o compõem, além de sua rentabilidade.

Rentabilidade

A rentabilidade desse tipo de investimento é difícil de medir de maneira exata. Isso porque, assim como a Bolsa de Valores ele está sujeito a muitas variações. A primeira delas, e mais óbvia, é a diferença de preço nas cotas ao longo do tempo. Além disso, inadimplências e reduções nas taxas de ocupação podem diminuir o valor dos aluguéis.

Por conta dessa variação na rentabilidade é possível encontrar fundos com resultados melhores que os CDIs, mas também desempenho pior do que a renda fixa. Ainda assim, de um modo geral, esse tipo o investimento tem um desempenho médio melhor que o CDI e a Bovespa, por exemplo.

O que procurar?

Analisando o histórico de investimento, em comparação com as tendências do mercado na época podemos verificar a qualidade do fundo. Por exemplo, um rendimento baixo em um momento em que o mercado imobiliário está em crise é natural e não é o suficiente para condenar um ativo.

Quanto aos imóveis em si, é necessário observar a sua qualidade e localização. Além disso, vale ficar sempre atento a taxa de vacância. Lembrando que, contratos longos tendem a ter uma performance boa a longo prazo.

É interessante também, observar o preço pago pelos investidores. Um imóvel comprado durante uma alta no mercado, pode ter mais dificuldade em gerar retorno.

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Médias Móveis – Saiba como identificar tendências nos gráficos

Médias Móveis

Médias Móveis – Saiba como identificar tendências nos gráficos

A média móvel é um dos indicadores mais utilizado na Análise Técnica. Seu uso é muito difundindo pois é um ótimo rastreador de tendência, além de funcionar em qualquer ativo ou tempo gráfico. Outra vantagem é que a utilização de médias móveis podem ser customizada e permite a utilização de testes. As médias podem ser utilizadas tanto de maneira individualizadas, quanto com cruzamentos. Como a estratégia de cruzamentos é a mais comum, hoje traremos um exemplo de configuração para você utilizar e testar nas suas operações.

Aprenda a operar com as Médias Móveis

A estratégia que veremos a seguir, é chamada de Cruzamento de Médias Móveis. A vantagem dessa estratégia é que ela e aponta claramente os pontos de compra e venda das operações.

Média móvel de 40 dias

Abaixo, temos o gráfico das ações da SulAmerica (SULA11). A linha azul, representa a média dos últimos 40 dias de cotação do ativo. Para chegar nessa média, somamos os últimos 40 dias de cotação e dividimos por 40. No caso abaixo, o preço da ação SULA11 estava R$18,61. Já média dos últimos 40 dias estava em R$20,64.

Observando o gráfico, podemos perceber que, às vezes, o preço fica acima da média, e outras vezes abaixo da média. Assim, a média de 40 dias mostra, de forma objetiva, como os preços se movimentam no médio prazo, estando acima ou abaixo da média.

Média móvel de 9 dias

Abaixo, segue o mesmo gráfico da SULA11, agora com uma média mais curta, de 9 dias. Essa média é chamada exponencial – ela também é calculada somando-se os últimos 9 dias, porém na hora da divisão, ela leva em consideração um peso maior aos dias mais recentes.

Como podemos observar, a média de 9 dias acompanha os preços mais ‘’de perto’’, e mostra a tendência de curto prazo das ações.

Plotagem das duas médias e cruzamento

Novamente, o mesmo gráfico da SULA11, agora as duas médias plotadas:

Como podemos perceber, as vezes a média de curto prazo está acima da média de médio prazo, e as vezes está abaixo.

A estratégia do cruzamento das médias de 9 (vermelha) e 40 (azul) dias é bem simples:

Compra

– quando a média de 9 dias cruza para cima a média de 40 dias, temos uma COMPRA, já que o preços ficaram acima da média, e podem entrar em tendência de alta;

Venda

– quando a média de 9 dias cruza para baixo a média de 40 dias, temos uma VENDA, já que os preços ficaram abaixo da média e podem entrar em tendência de baixa.

No nosso exemplo, tivemos um cruzamento para COMPRA no dia 26/06/15 na faixa dos R$14,30. A partir daí o papel entrou em tendência de alta e, foi cruzar para venda, somente em 15/12/15, na faixa dos R$20,31. Essa operação gerou um lucro de 42% no período.

Stop na estratégia de médias

Da mesma forma que, o cruzamento apontou compra, e as ações da SULA11 subiram, elas poderiam ter caído. Na estratégia de Cruzamento de Médias, o nosso stop de venda teria sido o cruzamento para baixo. Normalmente isso acontece quando o mercado está ‘’lateralizado’’:

No exemplo acima, a estratégia apontou compra e, alguns dias depois, uma venda. Esse cruzamento ‘’falso’’ gerou um prejuízo de 5% na operação.

Importante

Essa combinação de médias de 40 x 9 é apenas utilizada para exemplificar as operações. Você pode definir suas próprias médias e também pode testar diferentes médias em diferentes ativos ou tempos gráficos.

Vídeo Explicativo

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Contrato Futuro de Boi Gordo – Saiba como operar

Contrato Futuro de Boi Gordo

Contrato Futuro de Boi Gordo – Saiba como operar

Hoje veremos como funciona e como é possível operar o contrato Futuro de Boi Gordo

O contrato

O Boi Gordo, atualmente, é uma das principais commodities do país devido ao fato do Brasil ser um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo.

Com o intuito de evitar as oscilações dos preços, o participante pode determinar o preço do boi antecipadamente. O confinador, por exemplo, irá adquirir, em maio, bois magros para engordá-los e vendê-los em outubro. Para evitar os riscos de oscilações de preços há a possibilidade de garantir o preço por meio do mercado futuro.

O contrato foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para a gestão do risco de oscilação de preço, sendo utilizado pelos participantes do mercado, como o produtor, empresas de corte, tradings, dentre outros

Características

Código de negociação: BGI

Tamanho do contrato: [email protected]

Cotação: R$ por @

Volume do contrato: Última cotação x 330

Variação mínima: R$0,01

Meses de vencimento: todos

Códigos meses de vencimento: Janeiro (F), Fevereiro (G), Março (H), Abril (J), Maio (K), Junho (M), Julho (N), Agosto (Q), Setembro (U), Outubro (V), Novembro (X) e Dezembro (Z).

Dia de vencimento: último dia de negociação do mês de vencimento do contrato

Tipos de Operações

Apesar da boa liquidez, não utilizamos os contratos de Boi Gordo em recomendações Day Trade. O mais comum é recomendarmos operações nesse tipo de contrato em recomendações Swing Trade – tanto na ‘’ponta comprada’’, quanto na ‘’ponta vendida’’.

Quer saber mais a respeito de como operar o contrato Futuro de Boi Gordo? Confira o vídeo explicativo:

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Vale a pena investir em Fundos Multimercados ?

Vale a pena investir em Fundos Multimercados

Vale a pena investir em Fundos Multimercados ?

Depois de um 2017 espetacular e um 2018 de consolidação da indústria, diversos investidores nos perguntam: Vale a pena investir em Fundos Multimercados ?

Para quem ainda não conhece, os Multimercados são um tipo de Fundo de Investimento que tem muita liberdade para adotar diferentes estratégias e tipos de investimentos.

Obviamente, esses existem diversos tipos de Fundos Multimercados. Alguns são mais conservadores e outros mais agressivos, com alta volatilidade e exposição em ativos de risco, como ações, por exemplo.

Dentre as diversas categorias, os que mais nos chamam a atenção são os Multimercados Macro. Nesse tipo de Fundo, o gestor tem muita liberdade na alocação dos recursos a partir de diferentes cenários da economia. Se os juros estiverem em alta nos EUA, o gestor pode comprar Títulos de Renda Fixa por lá. Se as Bolsas estiverem subindo na Europa, o gestor pode comprar ações de empresas europeias. Ou então, se o Tesouro Direto estiver rendendo bem aqui no Brasil, o gestor pode comprar Títulos Públicos Federais.

O quanto da minha carteira colocar em Multimercados?

Entendemos que a diversificação dentro de uma carteira é importante. Tão importante quanto a diversificação é o quanto cada investidor aceita de volatilidade. Entenda por volatilidade ‘’o sobe e desce’’ nos retornos. Um Multimercado Macro, por exemplo, pode subir 3% em um mês e não render nada no mês seguinte.

Abaixo, separamos a alocação máxima nesse tipo de Fundo, levando em conta as carteiras dos nossos clientes:

– Perfil conservador (investidor que não gosta de volatilidade): até 10%;

– Perfil moderado (investidor que aceita um pouco de volatilidade): de 30% a 50%;

– Perfil agressivo (investidor que aceita grandes oscilações): de 50% até 90%.

Obviamente, esses perfis são (e devem) ser ajustados de acordo com cada investidor.

O que esperar de 2019?

O Fundo Multimercado Macro costuma render bem em cenários de juros baixos, onde as aplicações de Renda Fixa se tornam menos atrativas. E esse é justamente o cenário que vivemos hoje. Os juros devem parar de cair, mas continuarão baixos por um bom tempo. A inflação deve continuar comportada e a economia, em recuperação.

Ou seja, temos hoje um cenário ideal para investimentos em Fundos Multimercados.

Qual o retorno desses Fundos?

Em função da característica volátil desses Fundos, não temos como precisar qual será a sua rentabilidade. Os gestores, porém, trabalham com objetivos de retorno. Na maioria dos Fundos, o objetivo é bater o CDI no longo prazo. Dessa forma, alguns tem como meta rentabilizar CDI + 5% ao ano, quanto outros mais agressivos, até CDI + 10% ao ano, por exemplo.

O nosso trabalho é justamente acompanhar como o gestor fará para atingir essas metas e se o tipo de investimento que ele faz pode ajudar a batê-la.

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Contrato Futuro de Milho – Saiba como operar

Contrato Futuro de Milho

Contrato Futuro de Milho – Saiba como operar

Hoje veremos como funciona e como é possível operar o contrato Futuro de Milho

O contrato

O milho é usado pela indústria para produzir diversos produtos como o óleo vegetal, o farelo, a farinha, o fubá e o creme para o setor alimentício.

Como a produção de milho no Brasil conta com diferentes vários locais de cultivo, a produção garante a oferta em boa parte do ano. No entanto, a grande parte das negociações acontece nos períodos de safra e entressafra.

O contrato foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para a gestão do risco de oscilação de preço, sendo utilizado pelos participantes do mercado, como o produtor, a indústria, tradings, dentre outros.

Características

Código de negociação: CCM

Tamanho do contrato: 450 sacas de 60kg líquidos

Cotação: R$ por saca

Volume do contrato: Última cotação x 450

Variação mínima: R$0,01

Meses de vencimento: Janeiro, março, maio, julho, agosto, setembro e novembro

Códigos meses de vencimento: Janeiro (F), Março (H), Maio (K), Julho (N), Agosto (Q), Setembro (U) e Novembro (X)

Dia de vencimento: dia 15 do mês de vencimento. Caso não haja sessão de negociação, a data de vencimento será a próxima sessão de negociação

Tipos de Operações

Apesar da boa liquidez, não utilizamos os contratos de Milho em recomendações Day Trade. O mais comum é recomendarmos operações nesse tipo de contrato em recomendações Swing Trade – tanto na ‘’ponta comprada’’, quanto na ‘’ponta vendida’’.

Quer saber mais a respeito de como operar o contrato Futuro de Milho? Confira o vídeo explicativo:

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Panorama do Mercado

Panorama do Mercado

Panorama do Mercado

Segue o Panorama do Mercado de Capitais, Renda Fixa e Fundos de Investimentos.

Mercado de Capitais

Em janeiro, o montante de emissões domésticas chegou a 7,4 bilhões, 67,0% abaixo do registrado em dezembro e 22,6% abaixo do mesmo período do ano anterior. O número de operações também foi reduzido, com 29 anúncios contra 83 do mês imediatamente anterior. As emissões ficaram bem distribuídas em produtos de renda fixa, com destaque para seis operações de fundos de investimento em direitos creditórios, seis de notas promissórias e cinco de debêntures. Em fundos imobiliários foram sete. O baixo volume é reflexo do movimento de antecipação realizado tradicionalmente em dezembro, quando o volume atingiu R$ 22,3 bilhões.

As debêntures deixaram de ser protagonistas, perdendo em participação nas emissões para fundos imobiliários, que apresentaram montante de R$ 3,5 bilhões, correspondendo a 48% do total. Os papéis corporativos contribuíram com R$ 2,5 bilhões no mês e não foram realizadas operações com títulos incentivados, o que não ocorria desde fevereiro de 2017. Notas promissórias ficaram em terceiro lugar, com montante de R$ 830 milhões. Não foram realizadas ofertas de ações, tanto IPOs como follow nos.

No volume subscrito no período, é possível observar uma elevação considerável na representatividade de investidores institucionais como detentores de debêntures, variando de 53,4% para 66,9% entre janeiro de 2018 e o mesmo mês do atual exercício. A parcela está bem acima do que foi apresentado em todos os anos desde 2013. Com a queda da taxa Selic e a maior disposição ao risco, ocorreu um aumento substancial da parcela destes títulos nas carteiras de fundos de investimento. As pessoas físicas, que detinham 0,6% dos papéis corporativos emitidos em janeiro de 2018, ficaram sem representação.

Volume emitido por mês – R$ milhões

Em janeiro, o registro mais relevante de emissão de debêntures foi da TIM, do setor de telecomunicações, com volume previsto de R$ 1 bilhão. Outras operações importantes foram da BCBF Participações (R$ 900 milhões), do segmento de planos de saúde, e da Pádua Participações (R$ 500 milhões). Em notas promissórias, destaque para operações da Havan Lojas de Departamento (R$ 250 milhões) e da Celg Distribuição (R$ 210 milhões). O Prologis Brazil Logistics Ventures FII (PBLV11) anunciou oferta pública de cotas com volume total de R$ 2,3 bilhões. O GGR Covepi FII (GGRC11) divulgou prospecto definitivo da oferta de cotas da 3ª emissão, com valor estipulado de R$ 250 milhões. O Caixa Rio Bravo (CXRI11) registrou operação com volume de R$ 200 milhões, sendo outra movimentação relevante em produtos híbridos.

Observando a destinação dos recursos captados via emissão de debêntures, foi possível identificar evolução das empresas quanto à necessidade de refinanciamento de passivo. Na comparação entre janeiro de 2019 e o mesmo período do ano anterior, essa aplicação reduziu a proporção de 15,8% para 2,0% do direcionamento do capital auferido. Destaque para o crescimento de 36,4% para 44,0% na utilização de recursos para financiar capital de giro. Não houve nenhuma operação para investimento em infraestrutura e aquisição de participação societária saltou para 18,0%.

Destinação de recursos das emissões de debêntures

O aumento da utilização de papéis corporativos de dívida para financiamento segue uma tendência gerada pela redução da taxa Selic, pois ocasionou em maior procura de investidores por ativos de maior risco e rentabilidade. Outros motivos relevantes para o novo cenário são a alteração da política de crédito do BNDES e o aumento do volume de debêntures incentivadas em circulação, despertando maior interesse por aplicações isentas de imposto de renda.

Renda Fixa

Em janeiro, o IMA-Geral, que reflete o rendimento dos títulos públicos federais, subiu 1,9%, sendo o maior retorno dos últimos três meses. Os principais destaques ficaram por conta dos índices de prazos mais longos, impulsionados com o otimismo do mercado em relação a aprovação das reformas econômicas. No mercado interno, destaque para a valorização do real frente ao dólar, redução da taxa de desemprego e aumento da confiança de empresários. No campo internacional os eventos mais importantes foram a paralização do governo americano, tensão comercial entre China e Estados Unidos, manutenção da taxa de juros pelo FED e desaceleração da economia global.

O principal destaque nos índices foi, novamente, o IMA-B5+, que mede o desempenho de NTN-Bs com vencimentos acima de cinco anos. Após entregar 1,88% em dezembro, acelerou para 6,61% na última apuração. O IRF-M1+, que indica a variação de prefixados acima de um ano, após um ganho de 1,92%, fechou janeiro com 1,71%. O IMA-B5+ acumulou 17,23% em doze meses, e o IRF-M1+, 12,45%.

O IMA-S, que demonstra a variação de uma carteira teórica de LFTs, apresentou rendimento de 0,54%, um pouco acima do período anterior devido ao maior número de dias úteis. Vale ressaltar que este resultado está diretamente relacionado ao patamar da Selic, uma vez que os ativos da carteira são atrelados ao indexador. A taxa básica iniciou 2017 em 13,75%, chegando a 6,75% no início de 2018 e caindo para 6,5% em março do mesmo ano, permanecendo assim até hoje. O IMA-S entregou 6,38% nos últimos doze meses.

O IRF-M1, que demonstra o resultado de prefixados com prazo até um ano, apresentou retorno de 0,58%, contra 0,56% do período anterior. O IMA-B5, que indica o desempenho de NTN-Bs com prazos abaixo de cinco anos, passou de 1,36% para 1,54% entre dezembro e janeiro. Como pode ser observado, os índices de curto prazo apresentaram resultados abaixo das carteiras com vencimentos mais alongados, muito em função do fechamento das taxas e redução na inclinação da curva. O IRF-M1 tem 6,96%, e o IMA-B5 apresenta 10,09% em doze meses.

Desde o início de 2018, os maiores ganhos foram observados durante as eleições, mais precisamente entre o primeiro e o segundo turno (outubro). Após o pleito, em apenas dois meses (novembro e dezembro), o retorno acumulado em títulos públicos com marcação a mercado foi bem superior ao auferido entre janeiro e setembro. A redução de incertezas no quadro político foi a principal razão para estes movimentos.

Retorno acumulado em doze meses

O resultado do mês demonstra a continuidade do desempenho de títulos de longo prazo com marcação a mercado. Com a definição de uma equipe ministerial mais técnica e menos política, o otimismo do mercado aumentou. A tendência é que as perspectivas positivas permaneçam nos próximos meses, embora ainda existam incertezas quanto à aprovação da reforma da previdência. No mercado financeiro, destaque para a recuperação do saldo de crédito, principalmente no segmento pessoa física, e para a diminuição nos índices de inadimplência. No cenário externo, a normalização da política monetária em regiões mais desenvolvidas pode mudar de tendência após dados econômicos mais fracos.

Data Rentabilidade nominal do IMA
 IRF-M 1  IRF-M 1+  IRF-M  IMA-B 5  IMA-B 5+  IMA-B  IMA-C  IMA-S
fev-18 0,54% 1,32% 1,10% 0,54% 0,56% 0,55% 0,53% 0,46%
mar-18 0,66% 1,57% 1,32% 1,62% 0,38% 0,94% 1,30% 0,53%
abr-18 0,51% 0,45% 0,47% 0,42% -0,63% -0,14% 0,98% 0,51%
mai-18 0,20% -2,62% -1,85% -1,56% -4,65% -3,16% -0,47% 0,50%
jun-18 0,55% -0,15% 0,04% 0,45% -1,08% -0,32% 0,69% 0,52%
jul-18 0,66% 1,79% 1,47% 1,48% 3,15% 2,32% 2,28% 0,54%
ago-18 0,44% -1,47% -0,93% -0,26% -0,52% -0,45% 0,47% 0,57%
set-18 0,61% 1,57% 1,30% 0,89% -1,03% -0,15% 1,52% 0,47%
out-18 0,92% 4,71% 3,59% 3,10% 10,66% 7,14% 4,79% 0,55%
nov-18 0,54% 1,17% 0,99% 0,14% 1,52% 0,90% -0,09% 0,49%
dez-18 0,56% 1,92% 1,53% 1,36% 1,88% 1,65% 0,77% 0,49%
jan-19 0,58% 1,71% 1,39% 1,54% 6,61% 4,37% 1,99% 0,54%

O índice que mede o desempenho de títulos corporativos (IDA-Geral) apresentou aceleração pelo terceiro mês consecutivo, com ganho de 1,14%, frente a 0,91% do período anterior. Os sub índices desta classe indexados ao IPCA e a projetos de infraestrutura (IDA-IPCA e IDA-IPCA Infraestrutura) registraram variação positiva de 1,82% e 1,97%, respectivamente. O motivo da evolução destes títulos segue sendo a maior atratividade em relação a títulos tradicionais, principalmente em função da queda da taxa Selic. Destaque para a demanda crescente por papéis incentivados, que combinam maior rentabilidade com liquidez no segmento corporativo.

Em janeiro, os contratos DI com vencimento em janeiro de 2020 passaram de 6,56% para 6,38%, correspondendo a uma variação negativa de 2,74% no mês. O dólar caiu 5,75%, e o ouro perdeu 2,03% de valor. O IPCA medido em doze meses subiu de 3,75% para 3,78%, após uma variação positiva de 0,32% em janeiro. O aumento dos preços de alimentos foi o principal responsável pela elevação do indicador, sendo parcialmente compensado pela queda em combustíveis.

Curva de juros

Fundos de Investimentos

Em janeiro, os fundos de investimento apresentaram captação líquida positiva de R$ 10,3 bilhões, desacelerado em relação ao mês anterior. Das oito classes analisadas, cinco finalizaram o período com saldo positivo. Destaque para os produtos de renda fixa, que registraram captação de R$ 6,1 bilhões. Os multimercados absorveram R$ 4,8 bilhões e os de ações, R$ 2,4 bilhões. Compensando parcialmente estes movimentos, os fundos de previdência apresentaram resgate líquido de R$ 4,3 bilhões, o primeiro saldo negativo da classe desde junho de 2018.

O melhor desempenho observado foi do Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento, com entrada líquida de R$ 16,0 milhões no mês. Este é o melhor resultado desse tipo desde o início da série, em outubro de 2015. Outro destaque dentro da principal classe foi o Renda Fixa Duração Livre Crédito Livre, com captação líquida de R$ 1,4 bilhão. O grupo de renda fixa continua com variação negativa de R$ 19,7 bilhões nos últimos doze meses, muito em função do baixo patamar dos juros e da troca por investimentos mais arriscados. Mas ainda continua com o maior patrimônio do mercado, com fatia de 43,97% do total.

Multimercado Livre, Investimento no Exterior e Macro absorveram R$ 4,1 bilhões, R$ 1,5 bilhão e R$ 758,3 milhões, respectivamente, permanecendo como os três tipos com maior patrimônio líquido da classe. No acumulado de doze meses, a classe de multimercados tem entrada líquida de R$ 40,2 milhões, a maior de toda indústria. Neste período, o tipo Macro lidera, com absorção de R$ 26,7 milhões, seguido do Livre, com R$ 10,3 bilhões. Fundos multimercados têm o segundo maior patrimônio do mercado, representando 21,23% do total.

Pelo quarto mês seguido, a classe de fundos de ações registrou captação líquida positiva. Destaque para o tipo Ações Livre, com absorção de R$ 2,5 milhões, compensado a saída de recursos em outros cinco grupos de menor relevância. Nos últimos doze meses, os produtos com alta exposição em bolsa captaram R$ 28,7 bilhões, ficando atrás apenas dos multimercados. Representa 6,98% da indústria.

Nos produtos de previdência, foram registradas saídas de recursos em três tipos, fazendo a classe apresentar variação negativa no mês. O tipo Previdência Renda Fixa foi o grande responsável, com retirada líquida de R$ 5,2 bilhões. Compensando parcialmente, o Previdência Multimercado captou R$ 728,7 milhões em janeiro. A classe apresentou entrada líquida de R$ 21,8 bilhões nos últimos doze meses. O patrimônio líquido é o terceiro maior, com proporção de 17,30% do total.

Captação líquida por classe (R$ milhões)

Nos principais tipos de produtos, o melhor desempenho do mês foi do Ações Setoriais, com variação positiva de 11,6%. Outros destaques foram o Ações Indexados (10,7%), Previdência Ações (10,4%), Ações Índice Ativo (10,4%) e Ações Dividendos (10,1%). Vale ressaltar que os principais resultados foram observados em produtos com alta exposição em bolsa de valores, sendo que o desempenho medido pelo Ibovespa foi de 10,8%.

Nos multimercados, destaque para Long and Short Direcional (2,7%), Macro (2,6%), Estratégia Específica (2,3%) e Livre (2,0%). O IHFA (Índice de Hedge Funds Anbima), que mede a evolução de uma carteira hipotética de fundos da classe, registrou retorno acumulado de 2,6%.

Quase todos os tipos de renda fixa apresentaram rendimento positivo em janeiro, com exceção do Dívida Externa, que registrou perda de 2,3%. O Renda Fixa Duração Alta Soberano entregou o maior retorno na classe, com 2,9%, aproveitando a marcação de títulos com vencimentos mais longos. O Renda Fixa Indexados entregou 1,9%, o Duração Alta Grau de Investimento, 1,5% e o Duração Livre Crédito Livre rendeu 1,3%. O CDI variou 0,5%.

Melhores desempenhos em 12 meses

Fonte: Anbima

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Realizamos um estudo com ações listadas na B3 para identificar as mais baratas em relação ao seu lucro. Dessa forma, formamos um Ranking de Preço Lucro (P/L).

O PL é o quanto tempo a ação leva para “devolver” ao investidor o valor pago por ela. Abaixo temos o cálculo:

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Calculando o P/L, temos: 20/4=5.

Portanto serão necessários cinco anos para o retorno do investimento.

Valores muito elevados podem significar oportunidade de crescimento, com incremento do denominador através de lucros mais robustos. Neste relatório, divulgamos um ranking com empresas que possuem P/L abaixo de 8, ordenadas de forma crescente. Importante ressaltar que o índice deve ser analisado em conjunto com outros indicadores e não é garantia de ativo subavaliado.

Empresa / Ação

P/L

OI PN N1 – OIBR4 0,36
TRIUNFO PART ON NM – TPIS3 0,47
ACO ALTONA ON – EALT3 3,53
BRASILAGRO ON NM – AGRO3 3,67
LE LIS BLANC ON NM – LLIS3 3,76
SID NACIONAL ON – CSNA3 3,77
COTEMINAS PN – CTNM4 4,87
CRISTAL PNA – CRPG5 5,55
FERBASA PN N1 – FESA4 6,25
QGEP PART ON NM – QGEP3 7,11
UNIPAR PNB – UNIP6 7,18
PORTOBELLO ON NM – PTBL3 7,41
COMGAS ON – CGAS3 7,59

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