Mercado de combustíveis

Mercado de Combustíveis

Mercado de combustíveis

De acordo com o Seminário Anual de Avaliação do Mercado de Combustíveis da ANP, o crescimento na distribuição dos produtos em 2018 ficou concentrada em biocombustíveis. Destaque para a variação positiva de 42,1% na comercialização de etanol hidratado e 25,3% em biodiesel. Outro que registrou crescimento nas vendas foi o querosene para aviação, com incremento de 7,6% na comparação com o ano anterior, aproveitando o movimento ascendente de decolagens nos aeroportos. Ponto negativo para a queda nos volumes de gasolina (-13,1%) e gás liquefeito de petróleo (-1,0%).

Em janeiro de 2019, o total de vendas de gasolina atingiu 3,12 milhões de m³, representando uma queda de 7,85% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, o etanol hidratado apresentou acréscimo de 34,38% na mesma base de comparação. O motivo para a continuidade nesta tendência é a maior competitividade do biocombustível em relação à gasolina, uma vez que o preço médio do primeiro permanece abaixo de 70% do valor da segunda desde abril de 2018. O volume de óleo diesel comercializado no primeiro mês do ano foi de 4,39 milhões de m³, representando um incremento de 6,12% na base anual. Um dos motivos é o crescimento de 2,8% no fluxo de veículos pesados nas estradas pedagiadas, segundo dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.

Quanto a variação na quantidade de agentes, houve forte crescimento no número de revendedores em 2018, mais precisamente na área de gás liquefeito de petróleo. Por outro lado, o varejo de combustíveis encolheu, com fechamento de mais de 1,3 mil postos, muito em função da queda nas margens e maior fiscalização dos órgãos competentes. O número de distribuidores de combustíveis cresceu de 151 para 156.

O market share de revendedores de combustíveis continua com grande proporção de postos com bandeira branca, que chegou a 43,8% do total, 1,3 ponto percentual acima do fechamento de 2017. Considerando as principais competidoras do segmento, destaque para a participação de mercado da BR Distribuidora, que registrou 17,7% e queda de 0,5 ponto percentual. A Ipiranga apresentou 14,0% (-0,2 p.p.) e a Raízen, 11,4% (+0,5 p.p.).

Em relação a participação de mercado na distribuição de combustíveis, a BR Distribuidora segue na liderança em vendas de gasolina, com proporção de 24,09% (-0,17 p.p.). A Raízen permaneceu em segundo lugar com 20,15% (-0,64 p.p.), seguida da Ipiranga, com 19,59% (-0,23 p.p.). Importante observar que neste produto os três principais players não alteraram de posição, mas perderam fatia para empresas menores, bem como AleSat, Ciapetro e Rodoil.

A Raízen ampliou sua vantagem na venda de etanol hidratado, passando seu market share no produto de 19,74% para 19,94% em um ano. A Ipiranga subiu uma posição no ranking, atingindo 17,32% (+0,35 p.p.) e ultrapassando a BR Distribuidora, que perdeu 0,40 ponto percentual e fechou o ano com 17,30% das vendas do biocombustível.

A BR Distribuidora continua sendo a maior participante no mercado de óleo diesel, com fatia de 30,87% (-0,20 p.p.). A Raízen subiu uma posição no ranking, chegando a 21,19% (+0,82 p.p.) e ultrapassando a Ipiranga, que perdeu 0,20 ponto percentual e ficou com 21,11% de market share no combustível mais vendido no Brasil.

Podemos perceber que a Raízen (controlada pela Cosan, uma de nossas recomendações para investimento em bolsa) conquistou participação de mercado relevante nos últimos anos, principalmente na distribuição de óleo diesel. Importante observar que neste segmento a BR Distribuidora continua perdendo representação nas vendas desde 2015, possibilitando às seguidoras melhores condições para competirem. O comércio do produto é o mais representativo na economia nacional e deve permanecer em expansão nos próximos anos, impulsionado pela maior produção e circulação de veículos pesados.

Outro ponto a ser destacado é a retomada da empresa na distribuição de etanol. A Raízen conquistou a primeira colocação na venda do produto em 2016 e desde então vem aumentando sua participação de mercado. O biocombustível continua em ascensão, principalmente pelo preço mais atrativo em relação a gasolina, abrindo grandes oportunidades para a companhia, que é uma das maiores produtoras de derivados de cana de açúcar do mundo. Além disso, o álcool se mantém como prioridade das usinas, em detrimento do açúcar, pois este ainda está com preços pressionados devido a excedente de estoques no mercado internacional.

Acreditamos na retomada do setor, mas ainda de forma gradual. A gasolina deverá continuar sofrendo com o efeito substituição com o etanol, uma vez que a produção mundial de petróleo permanecerá controlada por decisão da Opep. A desaceleração em economias avançadas, bem como na China e na zona do euro, também deve contribuir para a estabilidade de estoques e preços a nível global. Vale ressaltar que o câmbio deve permanecer próximo de R$ 3,80/US$ no curto prazo, impactando a precificação do óleo no mercado nacional.

Fontes: Agência Nacional do Petróleo e Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias

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UBSR11 – UBS Recebíveis Imobiliários

UBSR11

UBSR11 – UBS Recebíveis Imobiliários

O fundo imobiliário em destaque de hoje é o UBSR11 – UBS Recebíveis Imobiliários. Abaixo seguem informações a respeito do fundo e o vídeo explicativo.

Principais Informações

-Consultores de Investimentos: UBS Brasil Serviços de Assessoria Financeira / REC Gestão de Recursos S.A.

-Administrador: BRL Trust DTVM S/A

-Data de início do Fundo: Dez/17 (4 emissões).

-Foco e atuação: Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs)

-Público alvo: investidores no geral

-Código de negociação: UBSR11

-P/VPA: 1,09 x

-Valor de mercado: R$162 milhões

-Taxa de administração: 0,20% ao ano

-Número de cotistas: 8.500

-Participação no IFIX: 0,25%

Carteira do Fundo

O Fundo encerrou o mês  de maço com 73,5% de seus recursos alocados em CRIs. Esses CRIs estão distribuídos em 22 diferente operações.

Carteira total:

-CRIs: R$ 172.532.370

-Cotas de Fundos de Investimentos: R$ 62.041.088

-Outros ativos : R$ 135.937

Total do ativo: R$ 234.709.395

Gráfico da distribuição dos CRIs por indexador

Proventos

No acumulado dos últimos 12 meses, foram distribuídos proventos que correspondem a 13,2% ao ano. Este rendimento equivale a 209% do CDI. Quando se deduz o imposto de renda, o rendimento do Fundo passa a equivaler a 246% do CDI líquido de impostos.

Gráficos – resultado acumulado nos últimos 12 meses

Vídeo Explicativo – UBSR11 – UBS Recebíveis Imobiliários

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Como funcionam os Fundos de Investimentos

Como funcionam os Fundos de Investimentos

Como funcionam os Fundos de Investimentos

Confira o artigo especial: Como funcionam os Fundos de Investimentos

O que é?

Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas) com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira formada por vários tipos de investimentos (conhecidos como ativos).

Todo o dinheiro aplicado no Fundo de Investimento é convertido em cotas. Cada cotista possui um número de cotas proporcional ao valor total de seus investimentos. O valor da cota é atualizado diariamente e o cálculo do saldo do cotista é feito multiplicando o número de cotas adquiridas pelo valor da cota no dia. O patrimônio de um Fundo de Investimento é a soma de todos os recursos aplicados por seus diferentes investidores.

A administração e a gestão do Fundo são realizadas por profissionais capacitados (gestores), sendo o Fundo de Investimento regido por um regulamento. Esta alternativa de investimento apresenta diversas vantagens, em relação a investir individualmente.

Vantagens

Diversificação – Uma carteira diversificada de ativos a um valor acessível;

Gestão Especializada – Condições para uma tomada de decisão mais assertiva;

Liquidez – O cotista pode resgatar suas cotas com certa rapidez;

Praticidade – O cotista não precisa acompanhar a liquidez dos ativos que compõem o Fundo de Investimento;

Redução de custos –  Os custos são divididos entre todos os cotistas.

Profissionais Envolvidos

Administrador – Responsável pela constituição do Fundo, pelo seu funcionamento, pelos aspectos jurídicos e pela prestação de informações à CVM, o administrador defende os interesses dos cotistas.

Gestor – Responsável por acompanhar o mercado e definir a estratégia de montagem da carteira, segundo os objetivos e a política de investimento presentes no regulamento. Busca definir os melhores momentos de compra e venda de ativos financeiros, seleção de papéis e alocação, buscando o maior lucro possível.

Distribuidor – Responsável pela venda das cotas do Fundo. O papel do distribuidor pode ser desempenhado pelo próprio administrador ou terceiros contratados por ele.

Auditor Independente – Responsável por realizar uma auditoria independente, avalia a escrituração contábil do fundo, buscando dar maior credibilidade às informações divulgadas, bem como maior segurança aos cotistas.

Custodiante – Responsável pela “guarda” dos ativos do Fundo de Investimento. Responde pelos dados e pelo envio de informações do Fundo aos gestores e administradores. Ou seja, responde pelo registro, liquidação e exercício dos direitos e obrigações dos ativos que compõe a carteira.

Tributação – Classificação para efeitos de Imposto de Renda

Segundo determinação da Secretaria da Receita Federal, os Fundos de Investimento são classificados em três categorias para efeitos de Imposto de Renda, e a incidência do imposto dependerá do período em que cada aplicação permanecer no Fundo:

Fundos de Ações
Prazo de Aplicação Alíquota de IR
Independente do prazo 15,0%

Esses fundos contam com alíquota única de IR na fonte, seja qual for o prazo em que o investidor permanecer com os recursos investidos. O imposto será cobrado sobre o rendimento bruto do Fundo, no momento do resgate.

Fundos de Tributação de Curto Prazo
Prazo de Aplicação Alíquota de IR
Até 180 dias 22,5%
Acima de 180 dias 20,0%

Para fins de tributação, são considerados Fundos de Investimento de Curto Prazo aqueles cuja carteira de títulos tenha prazo médio igual ou inferior a 365 dias. Eles estão sujeitos à incidência de IR na fonte.

Fundos de Tributação de Longo Prazo
Prazo de Aplicação Alíquota de IR
Até 180 dias 22,5%
De 181 a 360 dias 20,0%
De 361 a 720 dias 17,5%
Acima de 720 dias 15,0%

Para fins de tributação, são considerados Fundos de Investimento de Longo Prazo aqueles cuja carteira de títulos tenha prazo médio igual ou superior a 365 dias. Eles estão sujeitos à incidência de IR na fonte. Neste tipo de fundo se o cotista resgatar cotas por um período superior a dois anos, ele pagará 15% de IR sobre o rendimento do Fundo no período.

Come cotas

O Imposto de Renda dos Fundos de Investimento é recolhido no último dia útil dos meses de maio e novembro, em um sistema denominado “come-cotas”. Para esse recolhimento será usada a menor alíquota de cada tipo de Fundo: 20% para Fundos de Curto Prazo e 15% para Fundos de Longo Prazo.

Assim sendo, a cada 6 meses os Fundos, automaticamente, deduzem esse Imposto de Renda dos cotistas, considerando o rendimento obtido nesse período. A cobrança desse imposto é efetuada em quantidade de cotas, ou seja, calcula-se o número de cotas proporcional ao valor financeiro referente ao IR devido e diminui-se esse número do total de cotas que o cliente possui.

Além disso, no momento do resgate da aplicação do investidor, se for o caso, será feito o recolhimento do IR, de acordo com a alíquota final devida, conforme o prazo de permanência desse investimento no fundo. Não há a incidência de “come-cotas” em Fundos de Ações.

IOF

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incide sobre o rendimento nos resgates feitos em um período inferior a 30 dias. O percentual do IOF pode variar de 96% a 0%, dependendo do número de dias decorridos da aplicação, incidindo sobre o rendimento do investimento.

Tipos de Fundos de Investimentos?

Um fundo pode aplicar os recursos dos investidores em diversos tipos de ativos: em ações, em CDBs, em títulos do governo, em aplicações complexas e sofisticadas. Como saber onde seu dinheiro vai parar quando você aplica em um fundo?

Existem milhares de fundos no Brasil e cada um deles tem a sua política de investimento. Mas, para ajudar os investidores, eles foram divididos em categorias e tipos, que agrupam os fundos segundo o tipo de aplicação que fazem. É como se elas fossem corredores e prateleiras de supermercado: cada corredor contém produtos com características similares, enquanto as prateleiras trazem produtos iguais, mas de marcas diferentes.

As categorias e tipos nos ajudam a comparar os fundos. Sabendo quais são do mesmo tipo, podemos confrontá-los sem medo de misturar “bananas com laranjas”.

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão do governo que regulamenta a indústria de fundos, dividiu a indústria em quatro grandes categorias e previu o uso de uma série de sufixos nos nomes das carteiras para identificar melhor de que tipo são.

Classificação CVM

Veja abaixo a classificação de fundos da CVM:

Classe Fator de risco Ativos Sufixos possíveis Características
Renda fixa Variação da taxa de juros, de índice de preços ou ambos No mínimo 80% da carteira em ativos relacionados à variação da taxa de juros, de índice de preços ou ambos Curto Prazo Aplica em títulos com prazo máximo a decorrer de 375 dias. O prazo médio da carteira é inferior a 60 dias
Longo Prazo Compromete-se a obter o tratamento fiscal destinado a fundos de longo prazo
Referenciado Investe ao menos 95% do patrimônio em ativos que acompanham um índice de referência, destinando 80%% para títulos públicos e ativos de baixo risco
Simples Destina ao menos 95% do patrimônio a títulos públicos ou papéis de instituições financeiras com risco equivalente. Prevê no regulamento que seus documentos serão disponibilizados aos cotistas por meios eletrônicos
Dívida Externa Aplica ao menos 80% do patrimônio em títulos da dívida externa da União
Crédito Privado Investe mais de 50% do patrimônio em ativos de crédito privado
Ações Variação dos preços das ações negociadas em mercados organizados Ao menos 67% do patrimônio aplicado em ações, bônus de subscrição, certificados de depósito de ações, cotas de fundos de ações e de fundos de índices e BDRs níveis II e III Mercado de Acesso Destina 2/3 do patrimônio a ações de companhias listadas em segmento de acesso de bolsas de valores
BDR – Nível I Investe no mínimo 67% do patrimônio PL nos mesmos ativos que os fundos de ações, incluindo também os BDRs Nível I
Cambial Variação de preços de moeda estrangeira Mínimo de 80% da carteira em ativos relacionados à variação de preços de moeda estrangeira
Multimercado Vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum deles Longo Prazo Tem o compromisso de obter o tratamento fiscal destinado a fundos de longo prazo
Crédito Privado Investe mais de 50% do patrimônio em ativos de crédito privado
Todas as classes Investimento no Exterior Fundos exclusivamente destinados a investidores profissionais ou qualificados, em que não há limite de investimentos no exterior

Para facilitar ainda mais o entendimento do investidor e a comparação entre produtos similares, a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) subdividiu os fundos em diversas classes, baseadas em três níveis que refletem tanto as estratégias de investimento quanto os fatores de risco associados às carteiras, de modo a detalhar ainda mais as características de cada uma.

Para acessar a Classificação ANBIMA, clique no link a seguir: www.classificacaodefundos.com.br

Riscos

Risco é a possibilidade de as coisas não saírem como você planejou. No mundo dos investimentos, como em tudo na vida, existem riscos. O importante é você sempre saber que riscos está correndo quando colocar seu dinheiro em uma aplicação. Conhecendo bem o tipo de aplicação que você escolheu, você saberá avaliar o risco e, mais importante, se esse risco é adequado para você.

Existem muitos fundos no Brasil e eles atendem a todos os gostos e perfis de risco: do mais conservador ao mais arrojado. De novo: o importante é você saber o que está comprando e se o tipo de fundo que escolheu combina com você.

Tipos de Gestão de Fundos de Investimentos

Gestão Passiva

O gestor de um fundo que possui uma estratégia de investimento passiva investe em ativos buscando “replicar” um índice de referência (benchmark), visando manter o desempenho do fundo próximo à sua variação.

Um exemplo de fundo com gestão passiva são os Fundos de Ações Ibovespa Indexado. Nesses fundos o trabalho do gestor é fazer com que o desempenho da carteira acompanhe a variação do Índice da Bolsa de Valores. O gestor compra para a carteira do fundo as mesmas ações que compõem o índice, a fim de que o desempenho do fundo seja bem aderente à variação do Índice Bovespa. Nesse caso, o fundo pode comprar todas as ações do Ibovespa e nos mesmos percentuais do índice, ou o gestor pode optar por comprar apenas parte das ações, desde que o desempenho desse grupo de ações acompanhe o desempenho do Ibovespa como um todo.

Gestão Ativa

A estratégia de gestão ativa de um fundo de investimento busca obter rentabilidade superior ao de determinado índice de referência. Isso significa que o gestor procura no mercado as melhores alternativas de investimento visando atingir o objetivo desse fundo, sempre de acordo com a sua política de investimento.

Os Fundos Multimercados, por exemplo, são fundos que normalmente possuem gestão ativa, pois combinam investimentos em ativos de diversos mercados (juros, câmbio, ações, derivativos etc.) em função de uma estratégia de investimento adotada pelo Gestor e sem se preocupar com o desempenho de um índice de referência específico. Dessa forma, podem assumir mais riscos visando rentabilidades maiores.

A importância do Prospecto

O prospecto de um fundo de investimento é um documento elaborado em uma linguagem simplificada e de fácil entendimento. O selo ANBID que consta na capa dos prospectos indica o compromisso do administrador do fundo em elaborar prospectos obedecendo aos parâmetros mínimos fixados pela Associação, dando assim mais transparência ao investidor.

Nele estão as informações que você precisa saber sobre o funcionamento do fundo:

Objetivo do fundo

Aqui é apresentado qual o objetivo do fundo, em que classe de ativos ele investe e qual o retorno pretendido (superar ou acompanhar determinado índice de referência), sem que esta seja uma promessa de rentabilidade.

Política de investimento

Neste item você saberá como o gestor do fundo pretende alcançar o objetivo determinado no item anterior (Objetivo do Fundo). Aqui estão as definições das regras e a forma de atuação do gestor. Por exemplo: se o fundo adquire títulos públicos ou privados ou, ainda, se a gestão do fundo será ativa ou passiva.

Risco

Este é um ponto importante que visa alertar para os riscos do produto. Neste item são explicitados os riscos inerentes aos mercados nos quais o fundo aplica seus recursos. É com base nele que você determinará se o fundo está dentro de suas expectativas e objetivos.

Regras de tributação

No prospecto você encontrará todas as regras de tributação do fundo. Por isso, a leitura deste item permitirá saber todos os impostos que incidirão sobre sua aplicação.

Taxa de administração

Aqui está uma informação essencial: quanto você vai pagar para os prestadores de serviço do fundo (administrador, gestor, custodiante, entre outros) realizarem seu trabalho. As taxas, geralmente, são expressas em percentual ao ano, e seus valores variam de acordo com o tipo de fundo e os valores mínimos de aplicação. Vale fazer comparações antes de decidir pelo investimento, mas lembre-se sempre que este não é o único fator de avaliação.

Gestor e administrador

O gestor e o administrador não são necessariamente a mesma instituição. Um banco de varejo pode administrar um fundo e entregar a gestão a um banco de investimento, por exemplo. Neste item do prospecto, fica claro quem responde pelo quê. O administrador é o responsável legal perante os órgãos reguladores, e o gestor faz a escolha dos ativos de acordo com sua política de investimento e objetivo.

Auditoria

O administrador do fundo é obrigado a informar no prospecto o auditor (ou empresa de auditoria), externo e independente, contratado para acompanhar o fundo. Periodicamente esse auditor realiza um trabalho de verificação de que o fundo está cumprindo o que consta em seu regulamento.

Capa do prospecto

Na capa de um prospecto, devem ser destacados os seguintes avisos:

Como é feito um prospecto: o administrador prepara o prospecto baseado no regulamento do fundo e nas recomendações dos órgãos reguladores e autorreguladores.

Exemplo: “Este prospecto foi preparado com as informações necessárias ao atendimento das disposições do código de Autorregulação da ANBID para a Indústria de Fundos de Investimento, bem como às normas emanadas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)”.

Uso de derivativos: o prospecto deixa claro se o fundo utiliza ou não estratégias com derivativos que podem resultar em perdas e os riscos associados.

Gestão de risco: a critério do Administrador, na capa existe um aviso referente ao gerenciamento de riscos do fundo. É preciso esclarecer nesse item que há riscos no investimento e que as técnicas de gerenciamento de riscos não serão sempre suficientes para eliminá-los.

Garantias: o administrador explica que não há mecanismos de seguro para uma aplicação em um fundo de investimento, como, por exemplo: “O fundo não conta com a garantia do administrador, gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Crédito – FGC”.

Rentabilidade passada: a rentabilidade obtida no passado não representa garantia de retorno futuro.

Leitura do prospecto e do regulamento: aqui entra uma recomendação para que o investidor leia também o regulamento do fundo.

Data, nome do administrador e selo da ANBID: essa informação é a garantia de que a elaboração desse prospecto segue as normas da ANBID.

Resgate: essa informação deve aparecer na capa do prospecto se a data de solicitação do resgate for diferente da data de conversão das cotas e de pagamento.

Saiba como avaliar um Fundo

Se você identificou seus objetivos, avaliou sua tolerância ao risco e determinou seu horizonte de tempo, já tem base para fazer sua escolha de investimento.

O próximo passo é selecionar fundos mais adequados ao seu objetivo e perfil de risco. Em seguida escolher aqueles cujo valor mínimo de aplicação seja condizente com o montante que tem para investir. Depois disso, resta ler atentamente o prospecto daqueles selecionados antes de fazer seu investimento inicial. O prospecto menciona, por exemplo, em que tipos de produtos (ações, debêntures, títulos públicos, moedas etc) o fundo pode investir, para você ter uma ideia do perfil de risco daquela carteira.

Esse processo fará com que você entenda o que cada fundo de investimento tem a oferecer e se está adequado aos seus objetivos.

Defina seus objetivos

  • Qual o objetivo me leva a guardar dinheiro?
  • De quanto dinheiro preciso para realizar este objetivo?
  • Em quanto tempo quero realizar este objetivo?

Se você conhece bem sua necessidade, será fácil perceber que tipo de fundo é o mais adequado para você. Por exemplo:

– Quero manter uma poupança que, mais do que rentabilidade, me dê liquidez para uma situação de emergência.

Seus recursos devem ficar aplicados em um fundo que permita resgates diários e de baixo risco, como Fundos de Curto Prazo e Referenciado DI.

– Quero garantir recursos para minha aposentadoria. A única coisa que me interessa é manter o poder de compra do meu dinheiro em reais.

Você deve aplicar seus recursos em um fundo que objetive superar inflação no longo prazo, como Fundos de Renda Fixa.

– Quero investir porque penso no futuro em morar no exterior e preciso manter o poder de compra do meu dinheiro em dólar.

Há várias alternativas de fundos que buscam acompanhar a variação cambial, os chamados Fundos Cambiais.

– Quero investir parte do meu dinheiro aceitando correr maior risco em troca de uma melhor rentabilidade no longo prazo.

Você pode aplicar nos fundos que têm uma carteira diversificada de ativos ou invistam em ações, como Fundos de Ações e Multimercado.

Lembre-se: você pode montar uma carteira de investimento comprando cotas de vários fundos, um para cada objetivo.

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Ranking de Dividendos de Fundos Imobiliários

Ranking de Dividendos de Fundos Imobiliários

Conheça o Ranking de Dividendos de Fundos Imobiliários e saiba quais os Fundos que mais geraram retorno para os seus cotistas nos últimos 12 meses, tanto em termos de valorização, quanto em recebimento de proventos.

Dividend Yield – como funciona

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno com o recebimento de proventos. No caso dos Fundos Imobiliários, esses proventos podem ser provenientes de alugueis ou recebimento de juros de títulos de renda fixa, por exemplo.

Abaixo, segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o Fundo nos pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo, se um Fundo Imobiliário estivesse custando, hoje, na bolsa R$ 100 e se tivesse pagado R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

O Ranking

Realizamos um estudo com o rendimento dos fundos imobiliários presentes no IFIX. Na lista, consta o retorno de cada um considerando a distribuição de proventos e a valorização das cotas negociadas na bolsa.

Os fundos estão ordenados de forma decrescente de acordo com o rendimento apresentado na distribuição de dividendos nos últimos 12 meses em relação ao preço de mercado, com fechamento em 9 de abril de 2019.

No final, inserimos o índice de fundos imobiliários (IFIX) para permitir a comparação dos produtos com a carteira teórica da B3.

Importante

  • Importante ressaltar que o desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.
  • O Dividend Yield é apenas um dos indicadores que devem ser analisados antes da compra de um Fundo Imobiliário.
Fundo Dividend Yield Retorno 12 Meses
EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO FII – FAMB11B 16,89% -30,44%
BTG PACTUAL CORPORATE OFFICE FUND FII – BRCR11 16,13% 2,76%
KINEA II REAL ESTATE EQUITY FII – KNRE11 15,62% 17,01%
GENERAL SHOPPING ATIVO E RENDA FII – FIGS11 15,05% -20,87%
POLO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS II FII – PORD11 12,42% 8,18%
UBS RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII – UBSR11 12,10% 23,29%
BB PROGRESSIVO FII – BBFI11B 11,85% -4,66%
XP CORPORATE MACAÉ FII – XPCM11 10,34% 5,88%
RB CAPITAL RENDA II FII – RBRD11 9,97% 15,51%
CAIXA CEDAE FII – CXCE11B 9,95% 3,84%
BTG PACTUAL FUNDO DE CRI FII – FEXC11 9,52% 8,09%
CAPITÂNIA SECURITIES II FII – CPTS11B 9,44% 10,90%
BANESTES RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII – BCRI11 9,31% 23,30%
MAX RETAIL FII – MAXR11 9,30% 8,34%
MÉRITO DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO I FII – MFII11 9,21% -5,31%
MERCANTIL DO BRASIL FII – MBRF11 8,98% 15,90%
RB CAPITAL RENDA I FII – FIIP11B 8,97% 4,45%
ANHANGUERA EDUCACIONAL FII – FAED11 8,96% 7,37%
AESAPAR FII – AEFI11 8,96% 0,48%
OURINVEST JPP FII – OUJP11 8,85% 15,72%
BB PROGRESSIVO II FII – BBPO11 8,72% 2,73%
CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FUNDOS FII – CXRI11 8,54% -0,75%
SANTANDER AGÊNCIAS FII – SAAG11 8,50% -1,87%
RBR ALPHA FUNDO DE FUNDOS FII – RBRF11 8,50% 7,93%
CSHG GR LOUVEIRA FII – GRLV11 8,37% -23,99%
CEO CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES FII – CEOC11 8,30% 2,71%
BRASIL PLURAL ABSOLUTO FUNDO DE FUNDOS FII – BPFF11 8,17% -5,59%
HEDGE TOP FOFII 3 FII – HFOF11 8,17% 11,96%
SP DOWNTOWN FII – SPTW11 8,16% 18,67%
FATOR VERITA FII – VRTA11 8,15% 42,04%
BB RENDA CORPORATIVA FII – BBRC11 8,11% -1,70%
BTG PACTUAL FUNDO DE FUNDOS FII – BCFF11 8,10% 0,89%
HOSPITAL NOSSA SENHORA DE LOURDES FII – NSLU11 7,88% -2,56%
CASTELLO BRANCO OFFICE PARK FII – CBOP11 7,87% -7,58%
ALIANZA TRUST RENDA IMOBILIÁRIA FII – ALZR11 7,82% 3,40%
TG ATIVO REAL FII – TGAR11 7,71% 18,63%
GGR COVEPI RENDA FII – GGRC11 7,64% 13,47%
SHOPPING JARDIM SUL FII – JRDM11 7,63% 7,19%
HOSPITAL DA CRIANÇA FII – HCRI11 7,59% 11,69%
BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA FII – BCIA11 7,56% -2,07%
CENTRO TEXTIL INTERNACIONAL FII – CTXT11 7,54% 18,03%
KINEA ÍNDICES DE PREÇOS FII – KNIP11 7,52% 10,26%
MAXI RENDA FII – MXRF11 7,51% 17,96%
CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII – HGCR11 7,44% 33,39%
RIO BRAVO RENDA VAREJO FII – AGCX11 7,41% 4,13%
HEDGE TOP FOFII 2 FII – FOFT11 7,40% 5,79%
INDUSTRIAL DO BRASIL FII – FIIB11 7,17% 15,94%
IRIDIUM RECEBÍVEIS FII – IRDM11 7,09% 28,07%
MALLS BRASIL PLURAL FII – MALL11 7,09% 6,87%
RIO NEGRO FII – RNGO11 7,06% -3,31%
FATOR IFIX FII – FIXX11 7,02% 6,54%
SDI RIO BRAVO RENDA LOGÍSTICA FII – SDIL11 6,88% 17,75%
KINEA RENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS FII – KNCR11 6,76% 4,49%
VINCI SHOPPING CENTERS FII – VISC11 6,69% 5,95%
EUROPAR FII – EURO11 6,67% -17,85%
MOGNO FII – MGFF11 6,65% 4,46%
BM BRASCAN LAJES CORPORATIVAS FII – BMLC11B 6,58% 2,19%
CAMPUS FARIA LIMA FII – FCFL11 6,50% -3,60%
BB RENDA DE PAPÉIS IMOBILIÁRIOS FII – RNDP11 6,48% 8,66%
HOTEL MAXINVEST FII – HTMX11 6,33% 16,15%
KINEA RENDA IMOBILIÁRIA FII – KNRI11 6,32% -4,64%
THE ONE FII – ONEF11 6,19% 19,40%
JS REAL ESTATE MULTIGESTÃO FII – JSRE11 6,15% 3,10%
XP MALLS FII – XPML11 6,06% 12,09%
HEDGE BRASIL SHOPPING FII – HGBS11 6,00% 14,57%
CSHG REAL ESTATE FII – HGRE11 5,88% 7,20%
CSHG LOGÍSTICA FII – HGLG11 5,81% 21,21%
PARQUE DOM PEDRO SHOPPING CENTER FII – PQDP11 5,49% -2,64%
CYRELA THERA CORPORATE FII – THRA11 5,33% 16,92%
CONTINENTAL SQUARE FARIA LIMA FII – FLMA11 5,32% 19,67%
CSHG JHSF PRIME OFFICES FII – HGJH11 5,21% -6,05%
SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS FII – SHPH11 5,20% -8,58%
GRAND PLAZA SHOPPING FII – ABCP11 4,96% 41,49%
EDIFÍCIO GALERIA FII – EDGA11 4,92% 9,26%
RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA FII – FFCI11 4,68% 1,69%
TRX REALTY LOGÍSTICA RENDA I FII – TRXL11 4,60% 40,73%
VILA OLÍMPIA CORPORATE FII – VLOL11 4,55% 12,96%
RB CAPITAL GENERAL SHOPPING SULACAP FII – RBGS11 4,48% -18,23%
VBI FL 4440 FII – FVBI11 3,89% 25,48%
TB OFFICE FII – TBOF11 2,94% -5,79%
CENESP FII – CNES11 2,82% -15,18%
BB VOTORANTIM CIDADE JARDIM CONTINENTAL – BBVJ11 0,85% -2,20%
IFIX 7,13% 5,06%

Vídeo – Ranking de Fundos Imobiliários

Conheça o Top Fundos e receba as melhores recomendações e acompanhamento do mercado de Fundos Imobiliários

O plano ideal para você que busca as melhores recomendações e acompanhamento do mercado de Fundos Imobiliários. Adquirindo, você recebe acesso aos Fundos Imobiliários cuidadosamente analisados e recomendados pela equipe de analistas da Capitalizo.

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Esse material é meramente informativo e não representa oferta, análise ou recomendação.

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CPLE6 (Copel) – Vale a pena investir?

CPLE6

CPLE6 (Copel) – Vale a pena investir?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na CPLE6 (Copel). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

A Copel

-Fundada em 1954;

-Abriu capital em 1994 na B3;

-Listada na bolsa de Nova York desde 1997;

-Atua com geração, transmissão e distribuição de energia elétrica;

Geração: 30 usinas próprias e 11 participações;

Transmissão: 4,6 mil km de linhas e 45 subestações;

Distribuição: 4,6 milhões de unidades consumidoras;

Telecom: 34,2 mil km de fibra óptica.

Alguns números

₋Presente em 10 estados;

₋Capacidade instalada de 5.675 MW;

₋4.564 km de linhas de transmissão;

₋Mais de 4,6 milhões de unidades consumidoras;

₋4ª maior distribuidora em unidades consumidoras;

₋45% do Ebitda originado em geração;

₋Valor de mercado de R$ 9,9 bilhões.

Pontos Positivos

-Diversificação dos ativos de energia elétrica;

-Redução de investimentos;

-Redução na alavancagem financeira;

-Forte geração de caixa da Copel GeT;

-Aumento da demanda do setor comercial.

Pontos Negativos

-Fraco desempenho da Copel Distribuição;

-Risco de interferência política;

-Risco hidrológico.

Vídeo – CPLE6 (Copel) – Vale a pena investir?

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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GUAR3 (Guararapes/Riachuelo) – Vale a pena investir?

GUAR3

GUAR3 (Guararapes/Riachuelo) – Vale a pena investir?

Hoje vamos entender se vale a pena investir na GUAR3 (Guararapes/Riachuelo). Abaixo, seguem algumas informações relevantes e o vídeo de apresentação da companhia, levando em conta os resultados recentes.

A Guararapes

-Fundada em 1956 em Recife (PE);

-Abriu capital em 1970;

-Adquiriu Riachuelo e Wolens em 1979;

-Um dos maiores grupos de moda do Brasil.

Empresas do Grupo

Riachuelo: lojas de departamento de vestuário e centros de distribuição;

Midway Financeira: crédito pessoal, saque fácil, seguros e cartões;

Midway Mall: shopping center em Natal (RN);

Transportadora Casa Verde: logística do grupo.

Alguns números

₋Possui 312 lojas e 650,2 mil m² de área de vendas;

₋Conta com mais de 13 mil colaboradores;

₋3 centros de distribuição

₋45% das vendas de 2018 via private label;

₋26% das vendas de 2018 à vista;

₋31 milhões de cartões emitidos;

₋Valor de mercado de R$ 13 bilhões.

Pontos Positivos

-Estrutura operacional verticalizada;

-Posicionamento e diversificação geográfica;

-Alavancagem financeira adequada;

-Melhora nos indicadores operacionais;

-Baixa taxa de juros.

Pontos Negativos

-Desemprego elevado e endividamento das famílias;

-Fluxo de caixa pressionado;

-Inadimplência.

Vídeo – GUAR3 (Guararapes/Riachuelo) – Vale a pena investir?

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Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Hoje tratemos uma breve análise do Mercado de Fundos Imobiliários no Brasil.

Vale a pena investir em Fundos Imobiliários?

Consideramos o investimento em Fundos Imobiliários uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Mas afinal, vale a pena investir em Fundos Imobiliários ?

Se compararmos com o investimento da compra de imóveis diretos, podemos citar uma série de vantagens, tais como:

Simplicidade

Por meio do seu home broker, o investidor negocia as suas cotas. Além disso,  ele não precisa se preocupar com burocracia e dos cuidados com o imóvel.

Liquidez

As cotas podem ser negociadas em Bolsa. Dessa forma, reduzimos o risco de não conseguir vender o ativo.

Fracionamento do Investimento

O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua necessidade. Em um imóvel ”físico” não conseguimos vender ”partes” de um imóvel.

Vantagem Fiscal

Para pessoas físicas, não há incidência de Imposto de Renda sobre o rendimento distribuído.

Risco

Um Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos.  Com isso, temos diversificação de inquilinos e minimizamos o risco de perdas.

Gestão

A gestão ativa e profissional permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Contexto do mercado nos últimos anos

Como vimos, investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo. Apesar disso, é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, por exemplo, tínhamos um cenário de taxas de juros baixos, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, juros em alta, crédito em queda, a vacância aumentou e os preços dos imóveis caíram. Em função disso,  os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

E o momento atual. Pode ser considerando parecido com o de 2012 ou ainda é um bom momento para investir?

Acreditamos que o momento atual nada tem a ver com aquele cenário de 2012. A inflação controlada, juros em baixa e os preços dos imóveis mais baratos, deixam o momento atual muito atrativo para quem quer investir em imóveis.

Ainda temos uma vacância, especialmente nos imóveis comerciais, um pouco elevada. Porém, como não teremos a mesma quantidade de lançamentos que tivemos nos últimos anos, é possível vermos uma recuperação dos preços dos imóveis ao longo de 2019 e 2020.

O mercado, claro, antecipou esses movimentos. Com isso, muitos Fundos Imobiliários tiveram expressivas altas desde 2016.

Crédito Imobiliário

O indicador de custo de crédito para pessoas físicas, considerando o segmento de financiamento imobiliário com taxas de mercado, chegou a 13,43% ao ano em janeiro de 2019. Este é o menor patamar dos últimos sete anos, representando um corte de 0,56 ponto percentual frente ao mesmo período de 2018. Fazendo uma média com recursos direcionados com taxas reguladas, o percentual cobrado seria de 9,06%, 0,21 ponto percentual abaixo de janeiro do ano anterior. Vale ressaltar que desde outubro passado as taxas mínimas do Sistema Financeiro de Habitação estão em 8,75%, 0,25 ponto percentual abaixo do nível anterior. Os juros do Sistema Financeiro Imobiliário passaram de 10% para 9,50% na mesma data.

O saldo das operações de crédito para a indústria de construção é o menor dos últimos sete anos. Após atingir o total de R$ 119,479 bilhões, em fevereiro de 2015, continuou caindo gradualmente até atingir R$ 71,526 bilhões na última divulgação. A concessão de crédito para pessoas físicas chegou a R$ 5,678 bilhões em janeiro, bem abaixo dos R$ 12,597 bilhões de outubro de 2014 (ano de máximas históricas).

Em 2018, o volume emitido de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) caiu 4,0% na comparação com o ano imediatamente anterior, e 55,8% em relação a 2016. Em contrapartida, os dois primeiros meses de 2019 apresentaram um crescimento de 132,9%. A tendência é que as operações com o título aumentem ao longo do atual exercício, impulsionadas pela retração no financiamento do crédito imobiliário, baixa taxa de juros e crescimento nos recebíveis de incorporadoras.

A poupança apresentou captação líquida de R$ 15,6 bilhões nos primeiros onze meses de 2018, considerando apenas o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Esta é a segunda variação positiva nos últimos quatro anos, uma vez que em 2017 o total alcançado foi de R$ 14,8 bilhões. Em 2015, a retirada líquida foi de R$ 50,1 bilhões, e em 2016, R$ 31,2 bilhões. A expectativa é que o volume de crédito com recursos da poupança cresça gradualmente, seguindo o ciclo de recuperação do mercado.

De acordo com a execução orçamentária do FGTS, R$ 55,0 bilhões foram destinados ao financiamento de habitação popular, representando 89% do total. Este montante ficou 8,8% acima do registrado em 2017. Outras destinações foram para obras de saneamento básico e infraestrutura urbana.

Segmento de Locação

Em 2018 o Índice FipeZap de locação residencial apresentou alta de 2,33%, contra uma inflação de 3,75% (IPCA). De acordo com a fonte, Niterói, Rio de Janeiro e Fortaleza registraram retração no período, chegando a -1,92%, -3,44% e -2,72%, respectivamente. Já em fevereiro de 2019, o índice acumulado em doze meses passou para 2,47%, ainda com variação real negativa. O preço médio de locação residencial foi de R$ 28,29/m² entre as cidades monitoradas pelo estudo, sendo que São Paulo registrou R$ 37,40/m², Rio de Janeiro, R$ 30,41/m² e Brasília, R$ 28,48/m². O retorno médio do aluguel, considerando o preço de venda dos imóveis, foi de 4,53% ao ano.

Nos últimos doze meses, o Índice FipeZap de locação comercial demonstrou retração de 2,25% até o fechamento de janeiro de 2019, com destaque negativo para Rio de Janeiro (-5,65%), Belo Horizonte (-3,04%) e São Paulo (-2,31%). Este indicador está em campo negativo desde 2014, demonstrando que estamos em um momento favorável aos locatários em detrimento aos proprietários. A cidade de São Paulo apresenta o maior valor por metro quadrado, com R$ 44,31, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 39,43. O retorno anual com aluguel ficou em 5,30% ao ano.

Como é possível observar no gráfico abaixo, os valores praticados em imóveis comerciais apresentam retração no acumulado de doze meses há alguns anos. O preço de venda dos empreendimentos entrou em campo negativo em julho de 2015 e o valor médio das locações comerciais caiu abaixo de zero em julho do ano anterior. Nos dois casos, as maiores variações foram observadas na metade de 2016.

O mercado de locação de escritórios de alto padrão, na cidade de São Paulo, teve absorção líquida de 195,5 mil metros quadrados em 2018, o melhor resultado dos últimos cinco anos. A movimentação de grandes empresas para empreendimentos de melhor qualidade segue a tendência dos meses anteriores, impulsionada por melhores condições para locatários. A taxa de vacância em imóveis corporativos da região fechou o exercício em 21,4%, bem abaixo do pico de 29,5% em 2016. Em compensação, a taxa de vacância no Rio de Janeiro ficou em 39,5%, praticamente estável.

A procura por galpões construídos sob medida tem crescido nos últimos meses, principalmente por empresas varejistas e operadores logísticos. A prioridade continua sendo as imediações da cidade de São Paulo, mas também é possível identificar crescimento em mercados das regiões Sul e Nordeste. Os principais motivos para este desenvolvimento são a maior participação do e-commerce e a necessidade de maior espaço para armazenagem devido ao crescimento nas vendas com a recuperação do segmento comercial.

Em 2018, o mercado de shopping centers voltou a apresentar variação positiva na área bruta locável adicionada após quatro anos consecutivos de retração. Outro ponto importante a ser ressaltado é a abertura líquida de novas lojas, uma vez que entre 2015 e 2017 houve uma perda de mais de 200 mil estabelecimentos. O Brasil conta com 563 shoppings, com previsão para mais 15 inaugurações até o final de 2019. São Paulo tem 175 empreendimentos, sendo seguido por Rio de Janeiro, com 63 unidades, e Minas Gerais, com 42.

Fundos Imobiliários

O segmento de fundos imobiliários continua em expansão no Brasil, sendo que o número de investidores mais do que dobrou nos últimos dois anos, atingindo 252,8 milhões. A aplicação na classe deve permanecer entre as prioridades para os próximos anos, reflexo da queda na taxa de juros e da perspectiva mais positiva com a economia. Ponto positivo para a recuperação do mercado de lajes corporativas em São Paulo, onde é possível observar queda na vacância dos empreendimentos de alto padrão, uma vez que o valor dos aluguéis vem se enquadrando a realidade de empresas que procuram aumentar a qualidade de seus escritórios. Além disso, o setor de shopping centers deve se favorecer com retomada da economia, sendo que o aumento no consumo ajuda a diminuir a inadimplência de locatários e os espaços vagos.

A perspectiva com o mercado é de crescimento no número de fundos diversificados, procurando evitar o risco de investir apenas em um ativo. O momento é oportuno para novas aquisições e o crescimento de negócios no estado de São Paulo demonstra que os gestores estão atentos a oportunidades com preços descontados. Mesmo com boas expectativas é importante o investidor tomar decisões com base em suas necessidades, procurando analisar com cuidado o portfólio dos fundos visados.

A demanda por FIIs aumentou em 2018. O volume de ofertas públicas totalizou R$ 13,9 bilhões, representado uma alta de 48,6% sobre o ano anterior. O volume de negociação dos papéis continua em crescimento desde 2014, tendo atingido uma média diária de R$ 67 milhões no início deste ano.

A recuperação do mercado e a queda da taxa Selic têm feito crescer o número de produtos no segmento. A quantidade de fundos imobiliários registrados na CVM até fevereiro de 2019 representou um crescimento de 25,4% em relação ao fechamento de 2017, chegando a 415 produtos diferentes. O patrimônio líquido consolidado dos ativos negociados em bolsa passou de R$ 41,4 bilhões para R$ 51,3 bilhões em um ano.

Importante ressaltar que devido ao cenário de incertezas e a alta volatilidade dos últimos meses, estamos recomendando produtos mais conservadores, administrados por instituições de grande porte e com alta liquidez.

Consideramos pontos positivos: a maior disponibilidade de crédito imobiliário, a baixa taxa de juros, o aumento do fluxo de aluguéis e o crescimento da demanda por galpões logísticos.

Consideramos pontos negativos: os efeitos da desconfiança de empresários e consumidores, a alta taxa de vacância (embora esteja em queda) e o desemprego elevado.

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Esse conteúdo é um resumo do Relatório do Setor Imobiliário. O relatório completo é publicado, periodicamente, no nosso plano TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS.

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Analistas Responsáveis

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Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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AZ Quest Luce Renda Fixa CP

AZ Quest luce

AZ Quest Luce Renda Fixa CP

O fundo em destaque de hoje é o AZ Quest Luce RF CP. Abaixo seguem informações a respeito do gestor, do fundo e o vídeo explicativo.

A Gestora

Fundada em 2001 por Luiz Carlos Mendonça de Barros, a AZ Quest é uma das maiores gestoras do Brasil. A gestora conta com um amplo portfólio de Fundos (Renda Variável, Multimercado, Crédito Privado,  Arbitragem e Previdenciário). Atualmente, a gestora é a trigésima primeira maior no Brasil, com patrimônio total de R$18,3 bilhões.

O Fundo

O AZ Quest Luce tem como objetivo bater 103% CDI, através da alocação em títulos de crédito privado de alta qualidade (somente no Brasil).

A estratégia do fundo consiste principalmente na alocação em títulos de emissões bancárias, debentures de alta liquidez e títulos públicos.

Para quem o Fundo é recomendado

Investidores conservadores e como opção de ”fundo caixa”, com alta liquidez.

Outras Informações

Data de início: 11/12/2015

Classificação ANBIMA: Renda Fixa Duração Live

Público alvo: investidores no geral

Aplicação inicial: R$500,00

Movimentação mínima: R$500,00

Taxa de administração: 0,40% ao ano

Taxa de performance: não há

Cotização do resgate: D+0

Liquidação do resgate: D+1 da cotização

PL atual: R$5,9 bilhões

Rentabilidade

O fundo tem conseguido, com folga, bater o CDI. Desde o final de 2015, por exemplo, o retorno acumulado foi de 41,12%, enquanto o CDI rendeu 38,16%. Essa rentabilidade corresponde a 107,76% CDI:

Vídeo explicativo – AZ Quest Luce

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CNTO3 – Vale a pena participar do IPO da Centauro?

CNTO3

CNTO3 – Vale a pena participar do IPO da Centauro?

Conheça a Centauro e saiba o nossa recomendação a respeito da oferta pública das ações CNTO3

A empresa

-Fundada em 1981;

-Possui 192 lojas físicas;

-Atua no mercado varejista de produtos esportivos;

-Canais: lojas físicas, site e aplicativo mobile;

-84% da receita auferida nas lojas físicas;

-Conta com plataforma de marketplace;

-Tem 5 centros de distribuição.

Alguns números

₋Possui 192 lojas e 190 mil m² de área de vendas;

₋Conta com mais de 6,6 mil colaboradores;

₋5 centros de distribuição

₋16 novas lojas em 2018;

₋Crescimento de 10,7% em vendas mesmas lojas;

₋Valor da oferta entre R$ 12,10 e 14,70;

₋Reservas entre 1° e 12 de abril de 2019.

Pontos Positivos

-Estrutura integrada entre canal físico e digital;

-Posicionamento em shopping centers;

-Relação de longo prazo com fornecedores;

-Baixa alavancagem financeira;

-Fluxo de caixa livre positivo.

Pontos Negativos

-Desemprego elevado e endividamento das famílias;

-Característica sazonal do segmento;

-Baixa participação de e-commerce.

CNTO3 – Vale a pena participar do IPO da Centauro?

Confira o vídeo e saiba nossa recomendação:

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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SAAG11 – Fundo Imobiliário Santander Agências

saag11

SAAG11 – Fundo Imobiliário Santander Agências

O fundo imobiliário em destaque de hoje é o SSAG11 – Fundo Imobiliário Santander Agências. Abaixo seguem informações a respeito do fundo e o vídeo explicativo.

Principais Informações

-Gestora: Rio Bravo Investimentos

-Administrador: Rio Bravo Investimentos

-Data de início do Fundo: 2012 (2 emissões). No total são 28 agências. Os contratos começam a vencer em dezembro de 2022

-Foco e atuação: Agências Bancárias

-Público alvo: investidores no geral

-Código de negociação: SAAG11

-P/VPA: 1,37 x

-Valor de mercado: R$698 milhões

-Taxa de administração: 0,25% ao ano

-Número de cotistas: 9.000

-Participação no IFIX: 1,80%

Carteira do Fundo

Participação da Receita por Região

Fatos Relevantes

-Em Janeiro, os aluguéis foram reajustados com base do IGP-M de 7,55%.

– O Fundo informou que o contrato da Agência Liberdade/SP foi alongado em mais 7 anos, tendo seu término renovado para Dezembro/2029, assim, a partir de 01/2023 o contrato passará a ser típico.

Proventos

-Último rendimento (15/04): R$0,91

-Yield último rendimento: 0,73%

-Yield 12 meses: 9,13%

Vídeo Explicativo – SAAG11 – Fundo Imobiliário Santander Agências

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