Destaque da semana: Fundos Imobiliários

Fundos Imobiliários em destaque

Confira os Fundos Imobiliários em destaque nessa semana, a variação do IFIX e a agenda de proventos.

IFIX

O IFIX é um índice de retorno total de Fundos Imobiliários, sendo formado por uma carteira teórica. O seu objetivo principal é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos produtos deste setor negociados nos mercados de bolsa e de balcão organizado da B3.

O rendimento foi de 19,41% em 2017, e de 5,62% em 2018.  Em 2019, o IFIX sobe 10,25%.

junho/19 maio/19 abr/19 mar/19 fev/19
IFIX +1,56% +1,76% +1,03% +1,99% +2,47%

Gráfico IFIX

Retorno dos últimos meses (em %)

Fatos Relevantes

BTG PACTUAL CORPORATE OFFICE FUND FII – BRCR11, o CENESP FII – CNES11 e o PRIME PORTFÓLIO FII

Administrados pela BTG Pactual Serviços Financeiros e sob gestão da BTG Pactual Gestora de Recursos, publicaram Fato Relevante informando que foi celebrado contrato de locação com o Banco do Brasil no Edifício Cenesp, Jardim São Luís, São Paulo/SP. O contrato terá um prazo de duração de 120 meses. O imóvel locado possui Área Bruta Locável de 18.222,88 m². Com isso, a vacância do edifício será reduzida para 33,9%.

EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO FII – FAMB11B

Os cotistas do Fundo, administrado pela BTG Pactual Serviços Financeiros, aprovaram em Assembleia Geral o retrofit da fachada de imóvel do fundo. O retrofit consistirá em novas esquadrias das torres, painéis das asas e grades do térreo. Foi aprovada ainda a distribuição de rendimentos do fundo em montante inferior a 95% durante o segundo semestre de 2019, com o objetivo de reter R$ 1,35 milhão mensais para servir exclusivamente como provisão de gastos com o retrofit da fachada do imóvel.

CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII – HGCR11

Administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora, publicou Convocação para Assembleia Geral a ser realizada no dia 28/06/2019 a fim de deliberar sobre a 6° emissão de cotas do fundo no montante total de até R$ 250 milhões.

VBI FL 4440 FII – FVBI11

Administrado pela BTG Pactual Serviços Financeiros, publicou Convocação para Assembleia Geral a ser realizada no dia 02/07/2019 a fim de deliberar sobre a contratação da empresa intermediária da venda de imóvel do fundo.

Proventos

Nome

Valor

Crédito

CENESP FII – CNES11 R$ 0,04 27/06/2019
EDIFÍCIO GALERIA FII – EDGA11 R$ 0,24 28/06/2019
FLORIPA SHOPPING FII – FLRP11 R$ 3,87 27/06/2019

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Destaques da Semana – Capitalizo

Destaques da Semana

Confira os destaques das nossas últimas publicações que selecionamos para você. 

Ibovespa bate 102 mil pontos. E agora?

Em mais uma semana de alta para as ações brasileiras, o Índice Bovespa, que mostra o comportamento das principais ações da B3, subiu mais de 4%, atingindo o ponto máximo na sua história: 102 mil pontos.

Confira o vídeo abaixo e saiba os cuidados que você ter e as oportunidades que o mercado deve apresentar após atingirmos essa importante marca:

Indicadores de Mercado (Variação em %)

Taxa/Valor jun/19 mai/19 2019 (%)
Selic (efetiva) 6,40% ao ano 0,35 0,54 2,95
CDI 6,40% ao ano 0,35 0,54 2,95
Poupança 0,37 0,37 2,25
Ibovespa 102062,33 5,13 0,7 16,07
IFIX 2598,10 1,56 1,76 10,25
Dólar Comercial R$3,820 -2,53 0,09 -1,25
Euro Comercial R$4,360 -0,77 -0,31 -1,83
Ouro (B3)  R$        174,30 3,84 1,36 7,77
IPCA 0,13 2,22
IGP-M 0,45 3,56

Bolsa de Valores – Fechamento do Pregão

Confira a análise dos principais ativos da Bolsa, na visão de Danillo Fratta (CNPI-T EM-1795), e os resultados das principais recomendações do nosso produto Full Trader:

 

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Mais destaques

Confira também os principais destaques em conteúdo grátis dessa semana, além do VC Investidor – parceiro da Capitalizo na educação financeira.

Relatório – Resultados das Recomendações Full Trader

Relatório – Fundos Imobiliários em Destaque 

Artigo – Setor de Varejo – Análise Setorial

Artigo/vídeo – Ações para ficar de olho essa semana

Vídeo/E-books – Começando a investir? Material Educacional Gratuito AQUI

Vídeo – TEND3 – Relatório e recomendações nas ações da Tenda

Vídeo – NEOE3 – Vale a pena investir na Neoenergia?

Vídeo (VC Investidor) – Bahia AM Advisory FIC FIM – Aviso de Abertura

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Resultados das Recomendações Full Trader

Resultados das Recomendações

Segue atualização de Resultados das Recomendações de 12 meses do nosso produto Full Trader. O estudo leva em conta somente as recomendações encerradas.

Day Trade em Índice Futuro:

Total acumulado (soma de pontos) em 12 meses:  + 24.500 pontos

Percentual de recomendações com ganho: 57,04%

Day Trade em Dólar

Total acumulado (soma de pontos) em 12 meses: + 774 pontos

Percentual de recomendações com ganho: 58,76%

Day Trade em Ações

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 149,54%

Percentual de recomendações com ganho: 50,29%

Swing Trade em Ações*

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 41,81%

Percentual de recomendações com ganho: 46,67%

Rastreador de Tendências em Ações*

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 142,51%

Percentual de recomendações com ganho: 45,16%

Long&Short*

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 11,88%

Percentual de recomendações com ganho: 50,00%

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Caso você queira receber análises e recomendações de médio e curto prazos, conheça o FULL TRADER. O produto mais completo de recomendações de operações em Bolsa de médio e curto prazos. Nele você recebe as melhores recomendações nos mais diferentes mercados e estratégias: Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro.

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Importante

Vale ressaltar que cliente Capitalizo tem acesso ao histórico de todas as recomendações através do nosso portal. Os dados acima estão atualizados até o dia 18/06/2019, e levam em conta as operações já finalizadas nos últimos 12 meses.

*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais.

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

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Ações para ficar de olho esta semana

Ações para ficar de olho essa semana

Confira os destaques dos últimos dias e as ações para ficar de olho essa semana, 23 de junho – 29 de junho de 2019.

O mercado

IBOVESPA

O IBOVESPA fechou a semana com alta de 4,05% a 102.012 pontos. No ano, o índice acumula alta de 16,07%.

Destaques de alta e baixa

Baixa: SMLS3 (-7,14%), MRFG3 (-2,38%), CSAN3 (-2,24%), ELET3 (-1,61%), CSNA3 (-1,61%)

Alta: MRVE3 (+12,02%), B3SA3 (+11,19%), BTOW3 (+10,91%), CIEL3 (+10,30%), TIMP3 (+7,43%)

Calendário de proventos

Pagamento de proventos (JCP/Dividendos)

25/06: TEND

27/06: CIEL

28/06: CPLE, SBSP, BBAS

Ex-proventos (JCP/Dividendos)

24/06: CSMG, ODPV

25/06: RENT

26/06: LCAM, PSSA, B3SA, LREN, POMO

27/06: RADL

Destaques corporativos e do mercado

FED e Copom mantém jutos

Nos EUA o Banco Central americano decidiu manter os juros em 2,25% – 2,5% ao ano. O comunicado destacou que as incertezas permanecem altas e que não descarta cortes na taxa de juros americana.

Aqui no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve os juros em 6,5% ao ano. A decisão ficou dentro do  que já esperávamos. O Copom não deu sinais claros de que deve baixar os juros nas próximas reuniões, porém reforçou que a taxa de juros deve ser estimulativa (baixa) e que vai continuar acompanhando o comportamento da economia e das demais variáveis econômicas.

Ambos os anúncios animaram os mercados, que esperem juros baixo por aqui e lá nos EUA por mais tempo do que se imaginava.

PIB recua no trimestre encerrado em abril

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,9% no trimestre encerrado em abril – na comparação com o trimestre fechado em janeiro.

Considerando apenas o mês de abril, o PIB teve baixa de 0,1% na comparação com março deste ano e 0,3% na comparação com abril do ano passado. Já no acumulado de 12 meses, o PIB cresceu 0,6%.

Governo admite possibilidade de reduzir imposto sobre importação de produtos de tecnologia da informação

O presidente Jair Bolsonaro disse que o governo estuda reduzir o imposto sobre importação para produtos de tecnologia da informação, como computador e celular, de 16% para 4%. Além disso, também comentou que será avaliada a redução de impostos para jogos eletrônicos. Notícia positiva para as empresas de varejo.

Bradesco (BBDC): pagamento de proventos

O Banco Bradesco anunciou que irá pagar R$1,45 bilhão aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio.O valor será de R$0,172 por ação ordinária (BBDC3) e R$ 0,18 por ação preferencial (BBDC4). O pagamento será no dia 15/07 e as ações ficarão ex-proventos em 01/07.

Localiza (RENT): recompra de ações e proventos

A Localiza anunciou que irá recomprar até 50 milhões de ações durante os próximos 12 meses.

Além disso, a empresa anunciou o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor bruto R$0,10 por ação, em 16 de agosto. Ações ficarão ex-proventos em 25/06.

Copel (CPLE6) – Reajuste Tarifário

A Aneel autorizou o reajuste tarifário anual da Copel Distribuição com efeito médio de 3,41%, que será aplicado a partir de 24 de junho

Lembrando que durante a última semana recomendamos redução na posição da nossa recomendação feita ano passado, com mais de 100% de ganho. Em 12 meses, as ações sobem mais de 130%.

Petrobras avança em processo de venda da Liquigás

A Petrobras  iniciou nesta quinta-feira, a fase vinculante referente à venda da integralidade das ações da Liquigás, mostra um comunicado enviado ao mercado.

Nessa etapa do projeto, explica a estatal, os interessados classificados para a fase vinculante receberão cartas-convite com instruções detalhadas sobre o processo de desinvestimento, incluindo as orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.

“Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor para os nossos acionistas”, explica a empresa.

Acreditamos que dentre os interessados farão parte de consórcios da Itaúsa (ITSA), que já havia participado de consórcio para a compra da TAG e também o Grupo Ultra, que já teve a compra da Liquigás barrada pelo Cade em 2018 – o Cade inclusive aplicou multa de R$280 milhões

Panorama da semana

Confira o vídeo desta semana:

 

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Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

 

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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Setor de Serviços – Companhias Aéreas

Setor de Serviços

Em abril, o setor de serviços demonstrou incremento de 0,3% em relação ao período imediatamente anterior, compensando parcialmente a queda de 1,8% do primeiro trimestre. Três das cinco atividades analisadas pelo IBGE registraram variação positiva, com destaque para serviços de informação e comunicação, que recuperou parte da perda de abril com ganho de 0,7% no volume. Próximo da estabilidade ficaram os serviços profissionais, administrativos e complementares e os prestados às famílias, com crescimentos de 0,2% e 0,1% respectivamente.

Apesar do desempenho positivo de abril, ainda existem incertezas quanto a recuperação do setor para o curto prazo. A demanda ainda está enfraquecida devido a questões conjunturais e está muito concentrada em bens essenciais, além de existir a necessidade de reformas estruturais para alavancar os investimentos no país. O indicador acumulado em doze meses continua desacelerando, uma vez que apresentava variação de 0,7% em fevereiro, caiu para 0,6% no mês seguinte e fechou a última apuração em 0,4%. A retomada iniciada no segundo trimestre de 2018 não se confirmou, sendo que ainda estamos com um volume de 86,5% sobre a média de 2014.

Setor aéreo

Analisando o segmento de transporte aéreo de passageiros, a última divulgação da ANAC demonstra que no acumulado do ano até abril a demanda em voos domésticos aumentou 3,5% e a oferta de assentos subiu 2,4%. Com a recuperação judicial da Avianca, a companhia teve uma queda de 45,5% na demanda em abril. Em contrapartida, Azul, Latam e Gol registraram evolução de 23,6%, 4,4% e 4,4%, respectivamente.

Observando dados do segmento, é possível observar recuperação gradual, tanto em voos domésticos como em internacionais. Destaque para o aumento de capacidade das principais empresas participantes, maior taxa de ocupação e reajuste na tarifa média. Ponto negativo para o impacto do preço do combustível e da desvalorização do real frente ao dólar sobre as despesas.

Empresas do setor

No setor de aviação não possuímos nenhuma recomendação, mas podemos destacar algumas empresas. A Gol (GOLL4) segue com esforços para reduzir a alavancagem financeira e melhorar as métricas de crédito, procurando utilizar recursos auferidos com as operações e provenientes de novas emissões. A companhia apresentou Ebitda de R$ 951,8 milhões no primeiro trimestre, representando um incremento de 15,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para o aumento das receitas com passageiros no mercado doméstico e com franquia e excesso de bagagem. A taxa de ocupação cresceu 1,1 p.p., reflexo da evolução da demanda sobre a oferta do mercado.

A Azul (AZUL4) apresenta indicadores mais adequados que a Gol. A companhia registrou Ebitda de R$ 724,2 milhões no primeiro trimestre, representando um crescimento de 8,1%. Este movimento é explicado pela evolução da receita de transporte de passageiros, sendo parcialmente compensado pelo impacto cambial sobre o preço do combustível para aviação. Em contrapartida, o lucro líquido regrediu 20,1% devido ao aumento de depreciação e amortização com a adição de aeronaves à frota e eventos de manutenção que são capitalizados.

Segue abaixo alguns indicadores de mercado das empresas comentadas. Recomendamos utilizar os dados para comparar empresas com atividades similares e de portes equivalentes:

Tanto as ações da Gol, quanto as ações da Azul tem se destacado nos últimos doze meses. Enquanto as ações GOLL4 acumulam alta de mais de 140%, AZUL4 sobe mais de 85%. No mesmo período, o Ibovespa tem alta de pouco mais de 35%.

Fontes: ANAC, Quantum Axis, e IBGE

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Fontes: ANAC, Quantum Axis, e IBGE

Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Maiores ROEs da Bolsa

Maiores ROEs da Bolsa

Com a Selic em 6,5%, é natural que os investidores procurem por alternativas de investimentos mais rentáveis. Não queremos comparar a Renda Fixa com investimentos de Renda Variável (como ações, por exemplo), mas mostrar que juros em baixa deixam o investimento em ações de boas empresas ainda mais atrativo.

Um dos indicadores mais conhecidos pelo mercado, para mostrar a rentabilidade de uma empresa, é o ROE (abreviatura para o termo em inglês Return on Equity), que significa Retorno sobre o Patrimônio. Por isso hoje, vamos ver o que significa Retorno Sobre o Patrimônio Líquido, e conhecer os maiores ROEs da Bolsa brasileira.

O que é ROE?

Podemos dizer que o ROE informa quanto de lucro uma empresa consegue gerar, proporcionalmente, com o capital próprio empregado, ou seja, com a parte residual pertencente aos acionistas. Considerando isso, podemos dizer que o ROE é um indicador de eficiência de gestão, pois acaba mostrando se a empresa está “aplicando bem” o dinheiro dos acionistas.

O ROE é expresso como uma porcentagem, e é calculado da seguinte maneira:

ROE = Lucro Líquido / Patrimônio Líquido

Como podemos analisar o ROE?

Como todos os indicadores econômicos e financeiros, o ROE não deve ser utilizado de maneira isolada, sendo que uma empresa endividada pode ter um ROE alto, por exemplo. Porém, considerando apenas a análise do ROE, é interessante que ele seja maior do que o custo de oportunidade em outros investimentos mais seguros. Hoje, um Título Público atrelado à Selic paga em torno de 6,40% ao ano.

Nesse caso, uma empresa com ROE de 20% seria considerada uma boa alternativa de investimento, a não ser que o risco do negócio fosse muito elevado e exigisse retorno acima da média.

Abaixo separamos 10 empresas (algumas delas entre nossas recomendações) que consideramos boas ”geradoras de ROE” para seus acionistas. Confira:

Empresa / Ação

ROE

Margem Líquida

WIZ S.A. ON NM – WIZS3 89,51% 34,47%
MARFRIG ON NM – MRFG3 60,42% 6,80%
SMILES ON NM – SMLS3 55,51% 64,50%
BBSEGURIDADE ON NM – BBSE3 47,06%
COMGAS ON – CGAS3 46,56% 18,21%
ECORODOVIAS ON NM – ECOR3 43,85% 9,76%
BRASKEM ON N1 – BRKM3 38,54% 4,78%
SID NACIONAL ON – CSNA3 37,08% 15,90%
IRBBRASIL RE ON NM – IRBR3 35,92% 21,60%
ENGIE BRASIL ON NM – EGIE3 34,72% 25,81%

Vídeo explicativo

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Setor de Varejo – Análise Setorial

Setor de Varejo

De acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), em maio, a intenção de consumo das famílias caiu pelo terceiro mês seguido. O ICF, índice que mede essa tendência, apresentou variação negativa de 1,7% na última passagem, atingindo 94,6 pontos. Destaque negativo para o baixo dinamismo do mercado de trabalho, alta de preços de alimentos e combustíveis e elevação no endividamento das famílias. Quanto às condições de consumo, o entendimento geral é de que o momento não é propício para compra de bens duráveis, mais precisamente eletrodomésticos e automóveis.

A confiança dos empresários do setor, de acordo com a mesma fonte, regrediu pelo segundo mês consecutivo. A variação negativa de 0,8% foi impulsionada pelo fraco desempenho da economia e pela redução no otimismo em relação a recuperação da atividade para o curto prazo. De acordo com os entrevistados pela pesquisa, os níveis de estoque ainda estão acima do ideal, indicando a fraca recuperação das vendas em relação ao previsto, e as perspectivas para novas contratações são as menores desde novembro de 2018.

O total de famílias endividadas passou de 62,7% para 63,4% na passagem de abril para maio. Esse movimento também representa alta considerável em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a fatia era de 59,1%. A tendência foi observada entre as faixas de renda pesquisadas, mas com maior intensidade nas famílias com renda acima de dez salários mínimos, onde a financiamento de carro e casa é mais relevante. Os principais tipos de dívida seguem sendo cartão de crédito e carnês, correspondendo a 78,6% e 15,8% do total, respectivamente.

De acordo com a pesquisa mensal do comércio, realizada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista regrediu 0,6% em abril frente ao período imediatamente anterior. Este resultado ocorreu devido a taxas negativas registradas em cinco das oito atividades analisadas. Destaque negativo para o grupo de hipermercados e supermercados, com diminuição de 0,9%, fechando três meses de retração. Tecidos, vestuário e calçados venderam 5,5% menos que março, fechando o segundo mês com queda. A maior variação foi observada em equipamentos e materiais para escritório, com diminuição de 8,0%.

O setor continua sofrendo com a fraca recuperação da economia, mais precisamente na lenta retomada do mercado de trabalho, o que acaba afetando a confiança dos consumidores e a perspectiva de aumento nas vendas.

Empresas do Setor

A Magazine Luiza apresentou, no primeiro trimestre de 2019, ganho na participação de mercado. Este movimento é explicado pelo forte desempenho do e-commerce e pela manutenção do crescimento constante no conceito mesmas lojas. As vendas online continuam em evolução devido ao incremento no número de sellers e sortimento do marketplace, melhora nas operações logísticas e impulso nos downloads do aplicativo da empresa. O Ebitda cresceu 6,0%, na comparação com o mesmo período do ano anterior, em função do incremento nas vendas e ganhos de escala. O retorno sobre o capital investido continua consistente, com ROIC de 35% nos últimos doze meses.

A Via Varejo apresentou resultados decepcionantes no primeiro trimestre, com retração nas vendas no conceito mesmas lojas e fraco desempenho do canal online. O Ebitda caiu 18,2%, reflexo da diminuição receita líquida, menor diluição de gastos fixos e impacto do fim de incentivos fiscais em determinados itens. Ponto positivo para a redução no prazo de permanência de estoques e para a situação de caixa líquido, uma vez que as disponibilidades superam o valor da dívida financeira. De acordo com fato relevante divulgado em 11 de junho de 2019, o conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar (controlador) aprovou a venda da participação de 36,27% sobre o capital social da Via Varejo.

O Grupo Pão de Açúcar registrou evolução nas vendas no primeiro trimestre, apesar do efeito do descasamento da Páscoa. O Ebitda cresceu 15,2%, refletindo o desempenho operacional e o controle de gastos, sendo que as despesas cresceram abaixo da inflação no multivarejo. Destaque para o bom desempenho do e-commerce alimentar, ganho de market share e avanço nas inciativas digitais. Vale ressaltar a transformação da companhia, incluindo plataformas para venda de kits gastronômicos, encomenda e entrega de produtos a domicílio, penetração dos programas de fidelidade e novos processos para otimização de tempo de permanência nos estabelecimentos, como é o caso da utilização do escaneamento de compras na fila.

Um destaque positivo é a Lojas Renner. A empresa possui rentabilidade acima de seus pares e tendência positiva de vendas, contribuindo para um fluxo de caixa crescente. A posição no varejo de moda nacional está consolidada, com alta vantagem competitiva observada na diversificação geográfica e mix de produtos. Apresenta estrutura diferenciada em comparação a maioria de seus concorrentes, com produtos financeiros próprios, marca reconhecida e posicionamento em grandes centros comerciais, bem como shopping centers com alta circulação de pessoas.

Já as Lojas Americanas, mantém o compromisso de expandir seu negócio no território nacional, com abertura de novas lojas e maior alcance no número de cidades. Mesmo com o aumento do endividamento nos últimos anos para financiar o crescimento, a dívida líquida permaneceu praticamente em linha. Em contrapartida, a subsidiária B2W enfrenta aumento de concorrência no varejo eletrônico, acarretando menores margens no negócio. A unidade de e-commerce ainda conta com necessidade de investimentos em logística e tecnologia, impactando no caixa.

Segue abaixo os indicadores de mercado das empresas comentadas. Os dados devem ser utilizados apenas para comparação entre empresas com atividades similares, o que não é o caso de todas as companhias dentro da seleção. Por exemplo, a Lojas Renner é uma varejista de vestuário, o Pão de Açúcar possui grande presença no segmento de supermercados e a Magazine Luiza está voltada para venda de eletrodomésticos, móveis e produtos de lazer.

Fontes: Confederação Nacional do Comércio, IBGE e RI das empresas

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TEND3 – Conheça a Tenda Construtora

tend3

A companhia possui mais de quarenta e oito anos de atuação, com um histórico que supera noventa mil unidades construídas. É uma das principais construtoras e incorporadoras do Brasil em empreendimentos econômicos lançados, principalmente, no programa Minha Casa Minha Vida.

Está presente em mais de cem cidades espalhadas por onze estados. As principais capitais onde atua são Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Conta com quarenta lojas próprias focadas em orientar os clientes no processo de compra do imóvel, além de um novo projeto para aumentar a participação no mercado imobiliário de Curitiba.

Em 2008, 60% da companhia foi adquirida pela Gafisa, que passou a controlar a totalidade das ações com a fusão realizada posteriormente. Nessa época, a empresa passou por forte expansão dos negócios, tendo as diretorias das duas incorporadoras trabalhado de forma compartilhada. Em 2016 teve início o processo de separação societária entre as duas, com a venda de 30% das ações da Tenda para a Jaguar Real Estate Partners.

No ano seguinte o processo de separação foi finalizado e a empresa passou a ser listada na B3, fazendo parte do Novo Mercado. Segue abaixo a participação de mercado em número de lançamentos, as oito regiões metropolitanas onde a empresa está focada e alguns dados de 2018.

Atuação

As localidades onde a Tenda tem maior fatia de mercado são Salvador e Rio de Janeiro, com participação de 39% e 33%, respectivamente. Em 2018 foram lançadas 13.636 novas unidades, com valor geral de vendas próximo a R$ 1,91 bilhão. Esse montante foi o terceiro maior do ano entre as empreiteiras nacionais, ficando atrás de MRV e Cyrela e correspondendo a um crescimento de 13% na comparação com o ano anterior. Os produtos ofertados têm foco exclusivo nas faixas 1,5 e 2 do programa Minha Casa Minha Vida, com padrão de cinco andares e formas de alumínio.

A estrutura de vendas deixou de ter participação de terceiros, ficando por conta das lojas próprias e da equipe de vendas interna. Ainda dentro dos pilares operacionais, o financiamento do empreendimento é contratado antes do lançamento e o financiamento do cliente é integrado ao processo de venda. Desta forma, o crédito é repassado imediatamente ao banco, acelerando o fluxo de caixa. Ao contrário de empreendimentos tradicionais, que levam em média vinte e quatro meses para serem acabados, a construção de imóveis da Tenda leva um ano.

Controle acionário

O capital da construtora está pulverizado, sem concentração em um acionista ou grupo de acionistas específico. A Polo Capital Management, gestora de recursos sediada no Rio de Janeiro, possui a maior fatia das ações ordinárias, com participação de 11,15%. Em seguida vem a Pátria Investimentos, detentora de 10,35% dos papéis, e o Itaú Unibanco, com 9,77%. O free float chega a 68,58%.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 63,2% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dois anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 226,58%, frente a 58,22% do benchmark.

Vídeo – Conheça a Tenda (TEND3)

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Panorama do Mercado de Fundos de Investimentos

Panorama do Mercado

Em maio, os fundos de investimento apresentaram captação líquida de R$ 44,9 bilhões, recuperando a saída de R$ 15,3 bilhões do mês anterior. No acumulado do ano, a indústria mantém captação líquida de R$ 86,5 bilhões. Das oito classes analisadas, apenas quatro finalizaram o período com saldo positivo. Destaque para a classe de direitos creditórios, que registrou captação de R$ 37,7 bilhões, fechando os primeiros cinco meses com saldo positivo de R$ 43,1 bilhões. Os de renda fixa absorveram R$ 10,6 bilhões, com R$ 4,8 bilhões no ano. Os produtos de ações apresentaram saldo positivo de R$ 2,4 bilhões, com entrada líquida de R$ 19,7 bilhões até maio. Multimercados perderam R$ 5,1 bilhões no mês, mas continuam com saldo positivo de R$ 3,7 bilhões em 2018.

O pior desempenho observado foi mais uma vez do Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento, com saída líquida de R$ 6,5 bilhões no mês. A maior captação dentro da classe ocorreu no Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento, com R$ 5,7 bilhões. O grupo de renda fixa continua com variação negativa de R$ 2,5 bilhões nos últimos doze meses, muito em função do baixo patamar dos juros e da troca por investimentos mais arriscados. Mas, ainda continua com o maior patrimônio do mercado, com fatia de 43,0% do total.

Multimercados Macro e Livre apresentaram captação líquida negativa de R$ 4,0 bilhões e R$ 490,9 milhões, respectivamente. Apenas Multimercados Long and Short Direcional registraram números positivos dentro da classe, com entrada de R$ 548,9 milhões. No acumulado de doze meses, a classe de multimercados tem entrada líquida de R$ 5,7 bilhões, a terceira maior de toda indústria. Nesse período, o tipo Macro lidera com absorção de R$ 9,3 bilhões, seguido do Estratégia Específica, com R$ 7,8 bilhões. Fundos multimercados têm o segundo maior patrimônio do mercado, representando 20,8% do total.

Pelo oitavo mês seguido, a classe de ações registrou captação líquida positiva. Destaque para o tipo Ações Livre, com absorção de R$ 1,5 bilhão. Nos últimos doze meses, os produtos com alta exposição em bolsa captaram R$ 27,2 bilhões, a maior de toda indústria. Representa 7,1% do patrimônio geral.

Nos produtos de previdência, a saída líquida de maio representou a primeira variação negativa dos últimos onze meses. O tipo Previdência Renda Fixa foi o grande responsável, com retração de R$ 1,2 bilhão. A classe apresentou entrada líquida de R$ 26,9 bilhões nos últimos doze meses, a segunda maior de toda indústria. O patrimônio líquido é o terceiro maior, com proporção de 17,3% do total.

Nos principais tipos de produtos, o melhor desempenho do mês foi do Ações Setoriais, com variação positiva de 4,03%. Outros destaques foram o Fechado de Ações (2,73%), Ações Valor e Crescimento (2,71%), Renda Fixa Duração Alta Soberano (2,69%), Ações Índice Ativo (2,43%) e Ações Investimento no Exterior (2,40%).

Os produtos com alta exposição em bolsa de valores apresentaram bom desempenho pelo segundo mês consecutivo, sendo que o Ibovespa subiu 0,70% em maio. Além dos já mencionados, os tipos Ações Sustentabilidade (2,22%), Ações Dividendos (1,87%) e Ações Livre (1,74%) também entregaram retorno superior ao benchmark.

Nos multimercados, destaque para Balanceados (1,38%), Macro (1,26%), Livre (1,03%) e Dinâmico (0,95%). O IHFA (Índice de Hedge Funds Anbima), que mede a evolução de uma carteira hipotética de fundos da classe, registrou variação positiva de 0,93%.

Todos os tipos de renda fixa apresentaram rendimento positivo em maio. Além dos tipos supramencionados, destaque para o Renda Fixa Indexados (1,91%), Renda Fixa Duração Alta Grau de Investimento (1,50%) e Renda Fixa Dívida Externa (1,23%). O CDI variou 0,54%.

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BCFF11 – BTG Pactual Fundo de Fundos

bcff11

O artigo de hoje é sobre um dos mais conhecidos Fundos Imobiliários do mercado, o BTg Pactual Fundo de Fundos ou BCFF11

A Gestora

A Pactual foi fundada em 1983 como uma distribuidora de títulos e valores mobiliários no Rio de Janeiro. No final dos anos oitenta, a companhia se tornou um banco e abriu escritório em São Paulo, iniciando suas atividades de asset management e wealth management. Nessa mesma época, a empresa iniciou um processo de internacionalização, com a abertura de uma corretora em Nova York.

Em 1998, aconteceu uma mudança na administração, com a saída da primeira geração e a entrada dos atuais gestores. Em 2006, foi adquirida pela UBS para ser uma divisão na América Latina, que se chamaria BTG Pactual. Logo ocorreu a transferência de controle da UBS para o BTG e, nos anos seguintes, passou por um forte crescimento, com o IPO, a aquisição do Banco Panamericano e o início das operações em diversos países vizinhos.

Atualmente, é uma empresa financeira global que atua nos mercados de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Wealth Management e Asset Management, com mais de quinhentos colaboradores em dezesseis países.

O BCFF11 – BTG Pactual Fundo de Fundos

O BTG Pactual Fundo de Fundos FII é um fundo imobiliário constituído sob a forma de condomínio fechado, sem prazo de duração determinado e destinado a investidores em geral. Tem por objeto a realização de investimentos em cotas de fundos imobiliários, imóveis comerciais, letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário, certificados de recebíveis imobiliários e ações de sociedades cujo único propósito se enquadre entre as atividades permitidas aos fundos de investimentos imobiliários. Busca auferir receitas, principalmente, por meio de rendimentos das cotas de outros fundos de investimento imobiliário e de ganhos de capital nas negociações de cotas de seu patrimônio.

A Carteira

A carteira consolidada é composta por 64% de fundos imobiliários, 33% de títulos públicos federais indexados à taxa Selic (LFT) e 2% de CRIs. Em FIIs, destaque para o setor comercial e fundos de papel focados em CRIs, com peso de 21% no primeiro e 17% no segundo. A seguir, os principais fundos investidos:

O patrimônio consolidado é composto por empreendimentos comerciais localizados, em sua grande maioria, em São Paulo. Para investir no fundo o aporte inicial é a cotação de mercado no momento da compra, sendo destinado a investidores em geral através de corretoras e distribuidoras de valores mobiliários. A taxa de gestão é de 1,1% sobre o patrimônio líquido e a taxa de administração é de 0,15% do valor de mercado.

Cotas nas B3

Nos últimos 12 meses o yield do Fundo está na casa dos 7,5%. Já o retorno acumulado com a valorização cota é de 65,28% nos últimos 36 meses, contra 29,68% do CDI:

Vídeo – Conheça o BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11)

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Fonte: Veja – https://moneytimes.com.br/veja-os-10-fundos-imobiliarios-preferidos-dos-grandes-investidores/

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