Mercado de Seguros no Brasil e Ações da B3

Mercado de Seguros

Do ponto de vista do investidor, o mercado de seguros é um dos mais atrativos para se investir. Não é à toa que Warren Buffet, o maior investidor de todos os tempos, deve boa parte dos seus retornos às empresas de seguros.

Dentre os principais motivos que Buffett gosta do setor, estão:

Rentabilidade

As empresas seguradoras normalmente têm uma estrutura ‘’leve’’ e trabalham fortemente o lado comercial. O resultado costuma ser uma Rentabilidade Sobre o Patrimônio bastante elevada. Em seguradoras como o IRB Brasil (IRBR3), esse número passa dos 40%. Inclusive, o IRB é a empresa mais rentável do mundo no setor de resseguros.

‘’Não há risco ruim, mas seguro mal taxado’’

Essa frase fenomenal só poderia ter vindo de Warren Buffett. O que ele quis dizer é que, quanto maior o risco de se fazer o seguro de algo, mais caro esse seguro vai ser. Tomemos como exemplo uma Ferrari, cujo seguro é astronômico. O dono de um carro como esse não tem muita margem para barganhar o valor do seguro com a seguradora. Essa, por sua vez, não vai aceitar cobrar pouco por algo que tem risco elevado. Portanto, ter o poder de barganha e conseguir definir os preços é muito importante para qualquer empresa ser rentável. E Buffett sabe muito bem disso.

Receber antes e pagar depois

É muito comum, em diversas empresas, primeiro pagar os fornecedores para, somente após a venda dos produtos, receber dos clientes. No mercado de seguros, o fluxo é o contrário: primeiro as pessoas pagam o seguro e, somente após a ocorrência de algum sinistro, recebem os valores. Em alguns casos, em que o sinistro pode não ocorrer, como por exemplo em seguros de casas, é possível que a seguradora nunca tenha que desembolsar algum valor. Além disso, todo o valor pago pelos seguros é aplicado, normalmente em Renda Fixa. O que gera ganhos financeiros para as seguradoras.

Além de tudo isso, aqui no Brasil, o mercado ainda tem baixa penetração e um potencial fantástico de crescimento. Os brasileiros ainda se protegem muito pouco com seguros.

Confira o panorama atualizado do mercado de seguros no Brasil e entenda como pode ser rentável investir nas ações de seguradoras.

Mercado Segurador

A arrecadação total do mercado de seguros cresceu 4,9% nos primeiros quatro meses do ano, comparando com o mesmo período do ano anterior. Porém, mesmo com esse resultado positivo, ainda é possível observar um comportamento heterogêneo entre os ramos e segmentos. Destaque positivo para as variações positivas em seguros marítimos e aeronáuticos (52,5%), crédito e garantia (38,4%), responsabilidade civil (22,6%) e patrimonial (16,1%). Planos de acumulação ficaram praticamente estáveis, sendo que a família PGBL (3,9%) compensou a queda nos resultados em VGBL (-0,98%).

No acumulado de 12 meses encerrados em abril de 2019, a arrecadação ficou praticamente estagnada, com variação positiva de 0,1%. Este movimento demonstra que o indicador desacelerou desde fevereiro, quando apresentava evolução de 2,0%, com grande contribuição do fraco desempenho de março. Os principais responsáveis por essa diminuição foram os planos de acumulação, mais precisamente o VGBL, que tem grande representatividade no setor de seguros. Os motivos para a redução nas linhas previdenciárias são o pessimismo com a economia, o baixo patamar das taxas de juros e a diminuição na renda das famílias, gerando menor capacidade de poupança para o futuro.

Análise

Os dados acima demonstram uma tendência na preferência dos consumidores, com maior procura por produtos voltados para proteção. Nesse sentido, vale ressaltar o desempenho positivo de planos de risco, impulsionados pelo ambiente econômico e social. O seguro prestamista, por exemplo, vem apresentando arrecadação bem acima de anos anteriores. Muito em função da expansão do mercado de crédito, especialmente no segmento de pessoas físicas. O seguro de vida é outro que vem ganhando espaço no mercado, sugerindo mudanças culturais em direção ao que é observado há algum tempo em países desenvolvidos.

Como principal direcionador para o rumo do setor no curto prazo ressaltamos o enfraquecimento da economia, muito impactada pelo quadro de incertezas no campo político e o consequente adiamento de investimentos por parte de empresários. Outros pontos a serem ressaltados são a crise na Argentina, com efeito negativo no setor automotivo, e a queda de produção na indústria extrativa após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG).

Com a inflação convergindo para o centro da meta do Banco Central e podendo ficar, inclusive, abaixo de 4% até o final do ano, há grande possibilidade de novos cortes na taxa Selic. Caso se confirme, os planos de acumulação ficarão menos atrativos devido a migração de investidores para ativos de maior risco.

Parte do segmento apresenta comportamento resiliente, impulsionado pela recuperação gradual de algumas áreas da economia e maior necessidade de cobertura sobre bens e atividades empresariais. Por outro lado, os planos de acumulação ainda sofrem com a alta taxa de desemprego e o ciclo de volatilidade dos ativos financeiros negociados no mercado.

Empresas da B3

Quanto às empresas do setor, existem alguns desafios em curto prazo. Vale lembrar, ainda, que possíveis modificações podem afetar estratégias de investimento em suas ações. No que diz respeito às receitas, o principal componente a ser observado é a variação no resultado financeiro das companhias e o impacto da queda da taxa de juros. Uma vez que a grande maioria das aplicações estão concentradas em ativos atrelados ao CDI.

BB Seguridade (BBSE3)

O lucro líquido da BB Seguridade chegou a R$ 1,014 bilhão no primeiro trimestre. O que representa 11,7% a mais mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo da evolução de 60,8% no resultado financeiro das empresas do grupo, ressaltando o impacto positivo de índices de inflação na atualização de ativos e passivos da Brasilprev. Houve ganhos na alienação de títulos públicos e atualização monetária de depósitos judiciais na Brasilseg. Em contrapartida, o resultado não decorrente de juros combinado das empresas regrediu 0,8%, reflexo da maior sinistralidade ocasionada pelo El Niño.

Porto Seguro (PSSA3)

A Porto Seguro registrou crescimento de 7,8% no lucro líquido do primeiro trimestre, totalizando R$ 299,6 milhões. Destaque para o crescimento de dois dígitos nos prêmios emitidos em produtos de saúde, riscos financeiros e VGBL, sendo parcialmente compensados pelo fraco desempenho no segmento patrimonial. Vale ressaltar a queda nas vendas no canal bancário e o aumento da concorrência no seguro empresarial. Houve piora na sinistralidade em função do efeito das chuvas, elevando a incidência de enchentes, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Sul América (SULA11)

A SulAmérica apresentou lucro líquido de R$ 223,5 milhões no primeiro trimestre. O que representa um crescimento de 57,2% frente ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a evolução na receita operacional no segmento de saúde e odontológico. Derivado de um aumento no número de beneficiários, manutenção no volume de vendas novas e patamar elevado de retenção. O foco da empresa continua no processo de expansão regional. Na última apuração, ganhou 0,2 p.p. em participação de mercado em saúde suplementar. Alcançando, assim, 10,3% e se firmando como terceiro maior player segundo dados da ANS:

Rentabilidade das ações na B3

Em termos de rentabilidade das principais ações do setor de seguros negociadas na B3, destacamos:

IRB Brasil (IRBR3) 

Apesar de ser uma empresa antiga, as ações do IRBR3 podem ser consideradas ”novatas” na B3. O ativo, que começou a ser negociado apenas em julho de 2017 e que tem sido um dos destaques das nossas recomendações, teve a incrível alta de mais de 260% no período.

BB Seguridade (BBSE3)

As ações estrearam na B3 em 2013. Em termos de rentabilidade, as ações BBSE3 subiram pouco mais de 170% no período. Se por um lado ela ficou na ”lanterninha” em relação aos seus pares, por outro, justamente por não ter subido e ter visto seu lucro aumentar, hoje ela paga um dos maiores retornos em pagamento de dividendos, com Yield beirando os 9%.

SulAmerica (SULA11) e Porto Seguro (PSSA3) 

As duas seguradoras podem ser consideradas as ”veteranas” do grupo na B3. As ações SULA11 passaram a ser negociadas na B3 em 2007 e as ações PSSA3 em 2004. Confira os retornos das ações de ambas as empresas desde 01/01/2009, em relação ao Índice Bovespa:

No período, o Ibovespa apresentou alta de 175,59%. As ações PSSA3 subiram pouco mais de 595%, enquanto SULA11 teve alta de incríveis 1.588%. Essa rentabilidade teria transformado uma aplicação de R$ 10.000 em mais de R$ 168.000.

Vídeo: Ações do Setor de Seguros

Fontes: Susep, CNseg, RI das Empresas e ANS

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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POMO3/POMO4 – Marcopolo – Ações em Foco

POMO4

POMO3/POMO4 – Marcopolo – Ações em Foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Marcopolo – POMO3/POMO4

A empresa

A Marcopolo foi fundada em 1949, em Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul. Abriu capital na Bolsa de São Paulo em 1978, e somente em 1996 instituiu o programa de ADR nos Estados Unidos. Nessa mesma época, obteve os certificados ISO 9002 e ISO 9001, selos extremamente importantes para a participação no mercado internacional. No final da década de noventa, foi lançado o micro-ônibus Volare e constituídas as primeiras subsidiárias fora do Brasil, a Marcopolo Latinoamerica, na Argentina, e a Polomex, no México. Nos anos seguintes entrou em outros mercados através de joint ventrure e compra de ativos, com destaque para Colômbia, África do Sul e China.

Em setembro de 2002, a companhia aderiu o Nível 2 de Governança Corporativa da então Bovespa e aumentou o capital com oferta pública de ações. Em 2005, foi instituído o Banco Moneo, para atuar nas carteiras de investimento, arrendamento mercantil e crédito e financiamento, com um capital inicial de R$ 22,1 milhões. A principal atividade da instituição financeira, desde a sua fundação, foi viabilizar o financiamento para a venda de produtos da empresa.

As movimentações recentes mais importantes foram a compra de participação na canadense New Flyer e a incorporação da Neobus. A primeira é uma das maiores produtoras de ônibus urbano do Canadá e dos Estados Unidos, e a segunda é um importante player na exportação de ônibus rodoviário.

Atuação

O processo de produção começa com o fornecimento do chassi por parte do cliente, e de acordo com o modelo requerido é feita a montagem da carroceria. As peças utilizadas são pré-fabricadas em chapas e tubos de aço galvanizado, e após a estrutura ser montada são feitos o revestimento e o acabamento. O sistema de climatização e as espumas utilizadas no processo são fornecidos por empresas coligadas e o restante da matéria-prima é adquirida de terceiros

Controle acionário

O grupo controlador, formado pela família do fundador da empresa, possui participação de 50,5% sobre as ações ordinárias e 3,2% sobre as ações preferenciais. A Alaska Investimentos, através dos fundos gerenciados, conta com fatia de 18,5% das ações ordinárias e 2,8% das ações preferenciais. A Fundação Petros de Seguridade Social detém 13,8% das ações preferenciais. O free float chega a 78,9% no total, englobando acionistas menores, configurando um capital bem pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 5,6% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 318,6%, frente a 88,5% do benchmark.

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Tipos de Fundos Imobiliários

tipos de fundos imobiliários

Quem já ouvir falar sobre um fundo imobiliário deve ter se deparado com frases do tipo: “… determinado fundo é um FII de tijolo…” ou “… os fundos de shoppings…”. Então, quais tipos de fundos imobiliários existem? Como eles são classificados? Quais são suas principais características?

Os fundos imobiliários podem ser divididos de acordo com algumas classificações. Estas classificações podem ser em relação ao tipo de gestão que o fundo recebe, ao tipo de ativo que o fundo investe ou até mesmo de acordo com o objetivo genérico do fundo. Acima de tudo, a classificação nos auxilia no momento de escolha para diversificação e até diz, resumidamente, como o fundo tende a se comportar.

Tipos de Fundos

Existem três tipos globais de fundos imobiliários: Fundos para Renda, Fundos para Venda e Fundos de Papel. Esta é a classificação mais genérica que os fundos podem receber.  Abaixo, descrevemos o que são cada um deles.

  • Fundos para Renda: Ganho com a exploração dos imóveis na forma de aluguel.
  • Fundos para Venda: Ganho com a exploração dos imóveis na forma de comercialização.
  • Fundos de Papel: Ganho com o investimento em títulos e valores imobiliários.

Os fundos que não são de papel recebem também a denominação de Fundos de Tijolo, pela razão de possuírem imóveis físicos em seu portfólio.

As próximas duas classificações são dadas pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais):

A primeira delas separa os FIIs de acordo com seu modelo de gestão

Existem fundos de gestão ativa, que permitem a livre negociação de ativos que compõem a carteira de investimentos. E fundos de gestão passiva, que especificam em seus regulamentos os ativos da carteira.

A segunda classificação Anbima é de acordo com a política de investimentos do FII

  • Desenvolvimento para Renda: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido para desenvolvimento de imóveis para fins de locação;
  • Desenvolvimento para Venda: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido para desenvolvimento de imóveis para fins de venda;
  • Renda: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido em imóveis prontos para fins de locação;
  • Título e Valores Mobiliários: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido em títulos e valores mobiliários – CRI, LCI, Ações, Cotas de outros FII, e demais;
  • Híbridos: Fundos em que não se observa alguma concentração de investimento das classificações anteriores.

A combinação entre as duas classificações dadas pela Anbima faz surgir uma segregação completa que une os tipos de gestão às políticas de investimento. Cada um dos fundos acima (classificados de acordo com os investimentos) se dividem em dois, indicando se sua gestão é ativa ou passiva. Ao final, temos dez classes de fundos imobiliários de acordo com a Anbima.

Por fim, a classificação mais usual utilizada é a segregação dos FIIs pelo tipo de ativo majoritariamente investido. Existem, portanto, nove tipos de fundos imobiliários, os quais serão detalhados a seguir.

Fundos de Papel

São aqueles que possuem a maior parte de seu patrimônio investida em títulos ou valores imobiliários. Por isso, eles se subclassificam como Fundos de Papel de Renda Fixa (quando investem majoritariamente em CRIs, LCIs, dentre outros recebíveis imobiliários) e de Renda Variável (quando investem em cotas de outros fundos imobiliários).

Fundos de Lajes Corporativas

Possuem em seu patrimônio alguns empreendimentos corporativos, que contam com diversos escritórios locados, às vezes, para uma grande variedade de empresas. Estes imóveis, geralmente apresentam contratos típicos e são facilmente adaptáveis para um segundo locatário.

Fundos de Shoppings

Possuem seus investimentos voltados para o ramo de shopping centers. A grande vantagem que há em fundos de shoppings é a diversificação. Um único shopping pode ter mais de 300 lojas e inquilinos diferentes. E o contrato que é feito com estes inquilinos é o chamado contrato de participação.

Fundos de Galpões

Possuem em seu portfólio galpões, isto é, imóveis de grandes áreas, utilizados principalmente por empresas de logísticas, indústrias ou varejistas. De maneira geral, estes ativos ficam localizados em beira de rodovias. Os empreendimentos utilizados para esta finalidade dificilmente podem ser adaptados para outro inquilino. Por este e por outros fatores, os contratos firmados tendem a ser do tipo atípico.

Fundos de Agências Bancárias

Estes fundos, que possuem em seu portfólio agências bancárias, são constituídos geralmente a partir de operações Sale & Leaseback ou Built to Suit. Isto significa que os imóveis são feitos sob medida ao locatário. Portanto, são firmados contratos atípicos e fica vedada a locação para concorrentes.

Fundos de Hospitais

Raros no Brasil, os fundos de hospitais também possuem restrição quanto a locação para um segundo inquilino. Os contratos geralmente também são de participação e há riscos pouco maiores em comparação com os fundos vistos até o momento. Em virtude de sua função social, é extremamente difícil um FII de hospital recorrer à alguma ação de despejo em caso de inadimplência.

Fundos de Hotéis

Tal qual os FIIs de shoppings, os fundos de hotéis também utilizam contratos de participação e podem ser boas oportunidades, dependendo da época do ano. Isto ocorre devido a sazonalidade, que geralmente ocorre em hotéis, e interfere diretamente na receita do fundo, uma vez que esta é proporcional aos ganhos obtidos pelos hotéis.

Fundos Educacionais

Desenvolvem os empreendimentos a serem utilizados pelas universidades. Da mesma forma que os hospitais, dificilmente haverá um segundo inquilino. E também há um risco jurídico maior que nos demais fundos, uma vez que não é possível mover nenhuma ação de despejo durante o ano letivo.

Fundos de Desenvolvimento

Os fundos de desenvolvimento investem seu patrimônio no desenvolvimento de imóveis seja para renda (utilizam-se dos imóveis com o objetivo de locação, após a finalização do mesmo) ou para venda (não geram renda mensal e possuem prazo determinado de existência até a finalização do último empreendimento). Ambos oferecem um risco muito maior, quando comparado aos demais tipos de fundos, porém possuem alta projeção de rentabilidade futura.

Em síntese, vimos um pouco sobre os tipos de fundos imobiliários e como são feitas as classificações. Ressaltamos que não existe um fundo melhor ou pior que os demais somente pela ordem que recebem. O importante é que você, investidor (a), procure saber quais os fundamentos que um determinado FII possui e se ele se encaixa em suas expectativas.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

 

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CYRE3 – Cyrela – Ações em Foco

cyre3

CYRE3 – Cyrela – Ações em Foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Cyrela – CYRE3.

A empresa

A Cyrela foi constituída em 1962 e atuou inicialmente apenas como incorporadora. No início da década de oitenta foram criadas as subsidiárias Cyrela Construtora e Seller Consultoria Imobiliária, inserindo a companhia nos segmentos de construção e venda de imóveis. Em 2004, foi criada a Cyrela Securitizadora com o objetivo de adquirir e securitizar créditos decorrentes de operações de financiamento do setor, além da emissão de certificados de recebíveis imobiliários.

Em 2009, a empresa incorporou a Goldsztein Participações e passou a deter 100% de seu capital social. Outras movimentações relevantes nos anos seguintes foram as aquisições da Andrade Mendonça e da Plano e Plano Incorporações e a compra de participação na Tecnisa. Em 2018, foi lançada a marca Vivaz para atuar no segmento econômico em parceira com o programa Minha Casa Minha Vida.

A Cyrela atua além de incorporação e compra e vende imóveis prontos ou em construção, além de prestar serviços relacionados ao mercado imobiliário e investir em outras entidades como sócia. Trabalha com intermediação e consultoria imobiliária através da marca Seller. Possui joint ventures com diversas incorporadoras e desenvolve negócios nos segmentos econômico, médio e de alto padrão.

Atuação

A companhia atua em todas as etapas do negócio imobiliário, tendo uma estrutura totalmente verticalizada. A aquisição de terrenos é feita a partir de análise de dados técnicos e financeiros, sendo que a decisão é aprovada por comissão interna. Os projetos são criados pela equipe de engenheiros e corretores próprios, que trabalham em conjunto com publicitários e especialistas independentes, além disso, a construção pode ser de responsabilidade exclusiva da Cyrela ou pode ser em parceria com outra construtora, mas sempre com equipe própria de gerenciamento.

Aproximadamente 45% da receita é auferida no segmento de alto padrão, e o restante fica dividido entre médio e econômico, dependendo das oportunidades de negócio e, as vendas são muito concentradas na cidade de São Paulo, com o Rio de Janeiro em segundo lugar, seguido do interior paulista e da região Sul do país. A marca Cyrela é responsável pelos empreendimentos de alto padrão e luxo, a Living opera no segmento médio e a Vivar atua no econômico, com foco no programa Minha Casa Minha Vida.

Controle acionário

O grupo controlador, formado pela família de Elie Horn, fundador da empresa, possui participação de 29,8% sobre o capital social. A Dynamo Administradora de Recursos, através dos fundos gerenciados por ela, conta com fatia de 5,2% das ações ordinárias. O free float chega a 60,1%, englobando acionistas menores, configurando um capital bem pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 26,6% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 84,2%, frente a 101,1% do benchmark.

Vídeo – CYRE3 – Cyrela – Ações em Foco

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GOLL4 – Gol – Ações em Foco

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GOLL4 – Gol – Ações em Foco

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A empresa

A Gol foi fundada em 2000 trazendo o conceito de companhia aérea de baixo custo para o mercado brasileiro. A empresa começou a operar no ano seguinte, quando realizou o primeiro voo entre Brasília e São Paulo. A empresa entrou na bolsa de valores em 2004, vendendo ações na então Bovespa e na NYSE, em Nova York. A partir da capitalização a empresa deu início às rotas internacionais no mesmo ano com um voo da capital paulista para Buenos Aires, na Argentina. Em 2007, adquiriu a Varig, se transformando em um dos maiores grupos de aviação da América Latina. Ao longo de sua história, realizou acordos e parcerias com diversos players internacionais, incluindo Delta Airlines e Air France – KLM.

Dentro das vantagens competitivas da Gol, destaque para a o forte relacionamento com seus clientes através do seu programa de fidelidade Smiles, que conta com mais de quinze milhões de membros. Os custos operacionais da companhia são proporcionalmente inferiores aos de seus concorrentes nacionais, com contribuição da alta utilização de aeronaves e padronização da frota. Outro ponto importante é a concentração em aeroportos com alta circulação de passageiros.

Os principais desafios do negócio são a alta volatilidade nos preços de combustíveis e a exposição dos custos a variação cambial. Ao contrário de outros setores, que possuem hedge natural por apresentarem o efeito de moedas estrangeiras na receita, a Gol está muito concentrada no mercado interno, com alta proporção de seu resultado originado na demanda nacional.

Atuação

O modelo de negócio é baseado no foco estratégico de baixo custo, explorando serviços de transporte aéreo regular e não regular no âmbito nacional e internacional de passageiros, cargas e malas postais. A participação de mercado em voos domésticos gira em torno de 36%, sendo a líder nacional nesse tipo de operação, com presença relevante nos principais aeroportos do país. Em contrapartida, possui alta concentração no mercado brasileiro, acarretando alta exposição a fatores macroeconômicos.

Opera quase setecentos voos diários para sessenta e nove destinos no Brasil, na América do Sul, Caribe e Estados Unidos. Possui apenas um tipo de frota, o que possibilita menores gastos com estoque e treinamento de funcionários, simplifica os processos de manutenção e fornece maior flexibilidade no planejamento da rede. O foco de atuação está centrado na manutenção do nível de utilização das aeronaves, aumento da capacidade média de assentos e eficiência no consumo de combustíveis.

Controle acionário

O Mobi Fundo de Investimento em Ações tem uma fatia de 29,41% do capital social da companhia, embora conte apenas com ações preferenciais (GOLL4). Todas as ações ordinárias (GOLL3) pertencem ao Fundo de Investimento em Participações Volluto, que no geral tem participação acionária de 23,37%. O Bank of America vem logo em seguida, com uma fatia de 9,67%. A Delta Airlines possui participação de 9,40%. O free float chega a 28,15%, englobando acionistas menores, configurando um capital pouco pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 71,9% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 827,6%, frente a 101,0% do benchmark.

Vídeo – GOLL4 – Gol – Ações em Foco

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RBR Rendimentos High Grade – RBRR11

RBRF11

RBR Rendimentos High Grade – RBRR11

Conheça o Fundo Imobiliário RBR Rendimentos High Grade, o RBRR11

A Gestora

Fundada em 2015, a RBR Asset Management é uma gestora de recursos independente, 100% focada no mercado imobiliário. Com aproximadamente R$1,5bi sob gestão, a empresa investe em diversas classes de ativos e aloca capital próprio em todas operações.

Em seu portfólio, possui estratégias de atuação em cinco diferentes áreas: Renda, Desenvolvimento, Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) Listados, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Alocação Internacional. A equipe conta com mais de seis sócios, todos profissionais do mercado imobiliário e financeiro e com extenso track record.

A gestora define que o nível de excelência de seus profissionais, somado ao estreito relacionamento com os principais players do mercado, proporcionam à RBR acesso a diversos projetos exclusivos no segmento imobiliário. Somente em 2018, a RBR captou R$ 500 milhões. Com isso, adquiriu dez terrenos para projetos residenciais de alto padrão, comprou dois prédios corporativos e participou de 30 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

O Fundo

O RBR Rendimentos High Grade é um fundo imobiliário constituído sob a forma de condomínio fechado, sem prazo de duração determinado. O Fundo é destinado a investidores em geral. Tem como objetivo a realização de investimentos em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário, letras imobiliárias garantidas e cotas de fundos imobiliários. Portanto, pode ser considerado como um fundo de papel. Busca auferir receitas por meio de pagamento de juros dos títulos investidos e pelos rendimentos das cotas de outros fundos de investimento imobiliário os quais pertençam ao portfólio.

O fundo possui um patrimônio avaliado em aproximadamente R$ 453 milhões. Desde o início de suas atividades, em 02 de Maio de 2018, o RBR Rendimentos High Grade passou por três processos de emissão de cotas, tendo o último finalizado no mês de Abril de 2019. Esta oferta arrecadou um valor aproximado de R$ 192 milhões que será destinado à aquisição de ativos alvo selecionados pelo gestor, seguindo a política do Fundo.

Para investir no fundo o aporte inicial é a cotação de mercado no momento da compra. É destinado a investidores em geral, através de corretoras e distribuidoras de valores mobiliários. A taxa de administração e gestão é de 1% do patrimônio líquido e é cobrada taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI.

A Carteira

A carteira consolidada é composta por 50% de CRI’s, sendo a maior parte indexada ao CDI com lastro principalmente nos setores residencial, lajes corporativas e loteamento. Possui 7% em cotas de fundos imobiliários de CRIs, 11% em LCIs e 32% como reserva de caixa, investidos em títulos públicos federais indexados à taxa Selic (LFT). A seguir, a composição da carteira:

Rentabilidade

Nos últimos 12 meses o fundo obteve uma rentabilidade de 24,15%, representando 107,95% do IFIX. O gráfico abaixo mostra o histórico de rendimentos.

Vídeo – Conheça o RBR Rendimentos High Grade – RBRR11

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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TIMP3 – Vale a pena investir nas ações da Tim?

timp3

TIMP3 – Vale a pena investir nas ações da Tim?

Confira o nosso artigo e o vídeo explicativo e saiba se vale a pena investir nas ações da Tim – TIMP3.

A empresa

A TIM iniciou suas atividades no Brasil em 1998, dentro do processo de privatização de empresas estatais de telefonia. A Telebrás possuía o monopólio dos ativos operacionais desde a década de setenta, quando adquiriu quase todas as empresas atuantes. Com a cisão dos ativos da empresa e os leilões de autorizações e concessões para operadoras privadas, o Grupo Telecom Italia entrou no mercado brasileiro. Subsidiárias foram instaladas para prestar de serviços no segmento móvel. Naquela época, o grupo controlador já era um dos líderes do setor na Europa, disponibilizando soluções em telefonia fixa, móvel e internet.

Anos 2000

Em 2009, a TIM adquiriu a Intelig Telecom, assim deteve 100% do capital social da empresa. Então, sucedeu a administração de sua rede de fibra óptica, centrais telefônicas e conexão a redes internacionais em sistemas de cabos submarinos. Em 2011, foi incorporada a infraestrutura da AES Atimus, antiga subsidiária do grupo AES Brasil que conta com uma rede de fibra óptica nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Atualmente, a companhia atua na área de telecomunicações. A empresa oferece, principalmente, serviços móveis de voz, dados e acesso à internet de banda larga. Desde 2011, quando foi aprovada a adesão pelos acionistas em assembleia geral extraordinária e assembleia especial de preferencialistas, as ações estão listadas no Novo Mercado, segmento máximo de governança corporativa da B3.

Atuação

O portfólio da empresa inclui telefonia móvel e fixa, ultra banda larga fixa e acesso à internet em dispositivos diversos. Possui aproximadamente dez mil colaboradores e noventa mil quilômetros de rede de fibra óptica e atua com telefonia fixa apenas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. O market share no segmento móvel, onde a empresa conta com cobertura em todo território nacional, é de 24,1%, ficando atrás da Claro (24,6%) e da Vivo (32,1%), e na frente da Oi (16,5%).

A base móvel de clientes supera 55 milhões, 63% do segmento pré-pago e o restante pós-pago. Essa divisão vem mudando gradualmente, o primeiro vem regredindo e o segundo aumentando, seguindo a nova tendência do mercado. Os principais pilares da estratégia da TIM são: implementação de sistemas digitais, expansão da oferta de banda larga fixa e desenvolvimento de  redes de fibra óptica. Os desafios estão centrados na redução do número de clientes pré-pagos, redução de tarifas de interconexão e aumento do uso de soluções OTT para fazer chamadas sem custo adicional.

Controle acionário

A TIM Participações é controlada pela subsidiária do Grupo Telecom Italia, TIM Brasil Serviços e Participações, que detém uma fatia de 67% das ações ordinárias. O free float chega a 33%, englobando acionistas menores, configurando um capital relativamente pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram desvalorização de 8,0% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 118,7%, frente a 111,1% do benchmark.

Vídeo – Vale a pena investir nas ações da Tim – TIMP3?

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Fundo Imobiliário HFOF11 – Hedge TOP FOF 3

fundos imobiliários

Fundo Imobiliário HFOF11 – Hedge TOP FOF 3

A Hedge Investments é uma gestora independente, formada por uma equipe desenvolvida na Credit Suisse Hedging-Griffo. Nesta instituição, os profissionais de real estate foram responsáveis pela estruturação da área e atingiram R$ 5 bilhões sob gestão. Na trajetória desde 2003, foram gerenciados 15 fundos estruturados, 34 emissões de cotas, 500 mil m² de área locável e mais de 150 contratos de locação. A filosofia de investimento consiste em gestão ativa nos principais segmentos imobiliários, tais como shopping centers, imóveis corporativos, galpões logísticos e recebíveis imobiliários. Os profissionais de engenharia realizam avaliação e acompanhamento técnico dos imóveis, procurando maior eficiência nas operações e redução de custos. Atualmente, a gestora possui R$ 2,8 bilhões sob gestão, sendo a maior parte da estratégia de real estate (10 fundos imobiliários) e o restante em multimercados.

Risco

– Risco: O Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

– Gestão: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo, e é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, tínhamos um cenário de taxas de juros baixos, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos Imobiliários.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, o crédito em queda, a vacância aumentando e os preços dos imóveis caindo, os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

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Esse conteúdo é um resumo do Informativo Semanal de Fundos Imobiliários. O relatório completo é publicado, semanalmente, no nosso plano TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS.

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Rastreador de Tendências: Estratégia de ações em médio prazo

Rastreador de Tendências

O Rastreador de Tendências foi criando por mim, Tiago, há mais de 10 anos. Ele utiliza conceitos simples de análise fundamentalista e de análise técnica (grafista). A intenção era ter uma estratégia na qual eu pudesse aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de baixa pudesse começar. Tenho em torno de 30% do meu patrimônio nessa estratégia e entendo que ela “casa” muito bem com a minha carteira de ações em longo prazo.

Atualmente ela é coordenada em conjunto com nosso analista fundamentalista Daniel e o nosso analista técnico, o Danillo – que fizeram um excelente trabalho de ajustes em relação ao que fazia inicialmente. Certamente o trabalho deles foi fundamental para melhorar os retornos das operações e, por consequência, das minhas operações e dos nossos clientes.

A estratégia possui dos filtros, um qualitativo e outro quantitativo:

Filtro qualitativo

As recomendações com o Rastreador de Tendências Capitalizo são realizadas em um grupo predeterminado (com avaliações semestrais) de ativos, de diferentes setores da economia. A intenção é separar os ativos que tenham maior potencial de valorização em curto e médio prazos. Por isso, buscamos tanto ações de boas empresas, quanto de empresas que estão em recuperação.

Nessa fase, o Daniel separa os ativos que têm melhor potencial de alta em médio prazo.

Filtro técnico (timing das operações)

São utilizadas médias móveis e padrões em médio prazo – como linhas tendência, canais, suportes, resistências, entre outros – para determinar ponto de entrada, possíveis reduções, stops e alvos das recomendações.

Nessa etapa, o Danillo trabalha apenas com os ativos pré-selecionados pelo Daniel. Toda tomada de decisão de entrada e saída das operações é feita utilizando o gráfico. Dessa forma, a recomendação fica muito mais objetiva. Lembro que também é possível que aconteçam reduções, onde é recomendada a venda de metade da posição com o intuito de garantir ganhos.

Como o objetivo das estratégia é identificar ativos que possam entrar e permanecer em tendência de alta por um bom tempo, a utilização do gráfico do Rastreador de Tendências é fundamental. Apenas como exemplo, abaixo temos um gráfico da Tenda Construtora (TEND3) que está, desde 2017, em um lindo canal de quase 240% de alta:

Mesmo quem nunca ouviu falar em análise técnica ou em gráficos, conseguiu visualizar a forte tendência de alta da TEND3. E é isso que a estratégia busca.

Como são enviadas as recomendações do Rastreador de Tendências?

Todas as recomendações são enviadas pelo nosso aplicativo, pelo nosso sistema (para quem estiver no computador) ou pelo WhatsApp (onde você pode interagir com nossa equipe de atendimento caso tenha alguma dúvida). Igualmente, você sempre será avisado quando houver uma recomendação de compra e quando for preciso encerrar a operação.

Qual a duração das operações?

Nessa estratégia, as operações duram, em média, de 2 semanas (normalmente operações com prejuízo) até 6 meses (normalmente operações com forte ganho). Já que as operações são mais “lentas” e têm o intuito de pegar tendências em médio prazo, o investidor que decidir seguir essa estratégia não precisa ficar o dia todo “grudado” na tela do computador e do celular. 15 minutos por dia são mais que suficientes para seguir as recomendações.

Quanto eu posso perder?

Em média, 60% das recomendações terminam com ganho. Dessa forma, em torno de 40% das operações geram prejuízo. O prejuízo médio costuma ficar entre 5% e 10%.

Quanto eu posso ganhar?

Por tratar-se de um investimento de Renda Variável, não é possível projetarmos nem prometermos nenhum ganho. Considerando os resultados passados, em uma operação ”ruim” os ganhos ficam entre 10% e 20%. Já em boas operações, os ganhos costumam ficar entre 30% e 60%. Em operações consideradas excelentes, o resultado depende do tempo e da intensidade da alta. Ou seja, os ganhos podem ser de 60%, 70% ou mesmo acima de 100%. Abaixo, seguem os resultados dos últimos 12 meses:

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 142,51%*

Percentual de recomendações com ganho: 45,16%

Lembro ainda que, mantendo nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

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