POMO3/POMO4 – Marcopolo – Ações em Foco

POMO4

POMO3/POMO4 – Marcopolo – Ações em Foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Marcopolo – POMO3/POMO4

A empresa

A Marcopolo foi fundada em 1949, em Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul. Abriu capital na Bolsa de São Paulo em 1978, e somente em 1996 instituiu o programa de ADR nos Estados Unidos. Nessa mesma época, obteve os certificados ISO 9002 e ISO 9001, selos extremamente importantes para a participação no mercado internacional. No final da década de noventa, foi lançado o micro-ônibus Volare e constituídas as primeiras subsidiárias fora do Brasil, a Marcopolo Latinoamerica, na Argentina, e a Polomex, no México. Nos anos seguintes entrou em outros mercados através de joint ventrure e compra de ativos, com destaque para Colômbia, África do Sul e China.

Em setembro de 2002, a companhia aderiu o Nível 2 de Governança Corporativa da então Bovespa e aumentou o capital com oferta pública de ações. Em 2005, foi instituído o Banco Moneo, para atuar nas carteiras de investimento, arrendamento mercantil e crédito e financiamento, com um capital inicial de R$ 22,1 milhões. A principal atividade da instituição financeira, desde a sua fundação, foi viabilizar o financiamento para a venda de produtos da empresa.

As movimentações recentes mais importantes foram a compra de participação na canadense New Flyer e a incorporação da Neobus. A primeira é uma das maiores produtoras de ônibus urbano do Canadá e dos Estados Unidos, e a segunda é um importante player na exportação de ônibus rodoviário.

Atuação

O processo de produção começa com o fornecimento do chassi por parte do cliente, e de acordo com o modelo requerido é feita a montagem da carroceria. As peças utilizadas são pré-fabricadas em chapas e tubos de aço galvanizado, e após a estrutura ser montada são feitos o revestimento e o acabamento. O sistema de climatização e as espumas utilizadas no processo são fornecidos por empresas coligadas e o restante da matéria-prima é adquirida de terceiros

Controle acionário

O grupo controlador, formado pela família do fundador da empresa, possui participação de 50,5% sobre as ações ordinárias e 3,2% sobre as ações preferenciais. A Alaska Investimentos, através dos fundos gerenciados, conta com fatia de 18,5% das ações ordinárias e 2,8% das ações preferenciais. A Fundação Petros de Seguridade Social detém 13,8% das ações preferenciais. O free float chega a 78,9% no total, englobando acionistas menores, configurando um capital bem pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 5,6% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 318,6%, frente a 88,5% do benchmark.

Vídeo – POMO3 – POMO4 – Marcopolo – Ações em Foco

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

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Tipos de Fundos Imobiliários

tipos de fundos imobiliários

Quem já ouvir falar sobre um fundo imobiliário deve ter se deparado com frases do tipo: “… determinado fundo é um FII de tijolo…” ou “… os fundos de shoppings…”. Então, quais tipos de fundos imobiliários existem? Como eles são classificados? Quais são suas principais características?

Os fundos imobiliários podem ser divididos de acordo com algumas classificações. Estas classificações podem ser em relação ao tipo de gestão que o fundo recebe, ao tipo de ativo que o fundo investe ou até mesmo de acordo com o objetivo genérico do fundo. Acima de tudo, a classificação nos auxilia no momento de escolha para diversificação e até diz, resumidamente, como o fundo tende a se comportar.

Tipos de Fundos

Existem três tipos globais de fundos imobiliários: Fundos para Renda, Fundos para Venda e Fundos de Papel. Esta é a classificação mais genérica que os fundos podem receber.  Abaixo, descrevemos o que são cada um deles.

  • Fundos para Renda: Ganho com a exploração dos imóveis na forma de aluguel.
  • Fundos para Venda: Ganho com a exploração dos imóveis na forma de comercialização.
  • Fundos de Papel: Ganho com o investimento em títulos e valores imobiliários.

Os fundos que não são de papel recebem também a denominação de Fundos de Tijolo, pela razão de possuírem imóveis físicos em seu portfólio.

As próximas duas classificações são dadas pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais):

A primeira delas separa os FIIs de acordo com seu modelo de gestão

Existem fundos de gestão ativa, que permitem a livre negociação de ativos que compõem a carteira de investimentos. E fundos de gestão passiva, que especificam em seus regulamentos os ativos da carteira.

A segunda classificação Anbima é de acordo com a política de investimentos do FII

  • Desenvolvimento para Renda: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido para desenvolvimento de imóveis para fins de locação;
  • Desenvolvimento para Venda: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido para desenvolvimento de imóveis para fins de venda;
  • Renda: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido em imóveis prontos para fins de locação;
  • Título e Valores Mobiliários: Acima de 2/3 do patrimônio do fundo está investido em títulos e valores mobiliários – CRI, LCI, Ações, Cotas de outros FII, e demais;
  • Híbridos: Fundos em que não se observa alguma concentração de investimento das classificações anteriores.

A combinação entre as duas classificações dadas pela Anbima faz surgir uma segregação completa que une os tipos de gestão às políticas de investimento. Cada um dos fundos acima (classificados de acordo com os investimentos) se dividem em dois, indicando se sua gestão é ativa ou passiva. Ao final, temos dez classes de fundos imobiliários de acordo com a Anbima.

Por fim, a classificação mais usual utilizada é a segregação dos FIIs pelo tipo de ativo majoritariamente investido. Existem, portanto, nove tipos de fundos imobiliários, os quais serão detalhados a seguir.

Fundos de Papel

São aqueles que possuem a maior parte de seu patrimônio investida em títulos ou valores imobiliários. Por isso, eles se subclassificam como Fundos de Papel de Renda Fixa (quando investem majoritariamente em CRIs, LCIs, dentre outros recebíveis imobiliários) e de Renda Variável (quando investem em cotas de outros fundos imobiliários).

Fundos de Lajes Corporativas

Possuem em seu patrimônio alguns empreendimentos corporativos, que contam com diversos escritórios locados, às vezes, para uma grande variedade de empresas. Estes imóveis, geralmente apresentam contratos típicos e são facilmente adaptáveis para um segundo locatário.

Fundos de Shoppings

Possuem seus investimentos voltados para o ramo de shopping centers. A grande vantagem que há em fundos de shoppings é a diversificação. Um único shopping pode ter mais de 300 lojas e inquilinos diferentes. E o contrato que é feito com estes inquilinos é o chamado contrato de participação.

Fundos de Galpões

Possuem em seu portfólio galpões, isto é, imóveis de grandes áreas, utilizados principalmente por empresas de logísticas, indústrias ou varejistas. De maneira geral, estes ativos ficam localizados em beira de rodovias. Os empreendimentos utilizados para esta finalidade dificilmente podem ser adaptados para outro inquilino. Por este e por outros fatores, os contratos firmados tendem a ser do tipo atípico.

Fundos de Agências Bancárias

Estes fundos, que possuem em seu portfólio agências bancárias, são constituídos geralmente a partir de operações Sale & Leaseback ou Built to Suit. Isto significa que os imóveis são feitos sob medida ao locatário. Portanto, são firmados contratos atípicos e fica vedada a locação para concorrentes.

Fundos de Hospitais

Raros no Brasil, os fundos de hospitais também possuem restrição quanto a locação para um segundo inquilino. Os contratos geralmente também são de participação e há riscos pouco maiores em comparação com os fundos vistos até o momento. Em virtude de sua função social, é extremamente difícil um FII de hospital recorrer à alguma ação de despejo em caso de inadimplência.

Fundos de Hotéis

Tal qual os FIIs de shoppings, os fundos de hotéis também utilizam contratos de participação e podem ser boas oportunidades, dependendo da época do ano. Isto ocorre devido a sazonalidade, que geralmente ocorre em hotéis, e interfere diretamente na receita do fundo, uma vez que esta é proporcional aos ganhos obtidos pelos hotéis.

Fundos Educacionais

Desenvolvem os empreendimentos a serem utilizados pelas universidades. Da mesma forma que os hospitais, dificilmente haverá um segundo inquilino. E também há um risco jurídico maior que nos demais fundos, uma vez que não é possível mover nenhuma ação de despejo durante o ano letivo.

Fundos de Desenvolvimento

Os fundos de desenvolvimento investem seu patrimônio no desenvolvimento de imóveis seja para renda (utilizam-se dos imóveis com o objetivo de locação, após a finalização do mesmo) ou para venda (não geram renda mensal e possuem prazo determinado de existência até a finalização do último empreendimento). Ambos oferecem um risco muito maior, quando comparado aos demais tipos de fundos, porém possuem alta projeção de rentabilidade futura.

Em síntese, vimos um pouco sobre os tipos de fundos imobiliários e como são feitas as classificações. Ressaltamos que não existe um fundo melhor ou pior que os demais somente pela ordem que recebem. O importante é que você, investidor (a), procure saber quais os fundamentos que um determinado FII possui e se ele se encaixa em suas expectativas.

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Analistas Responsáveis

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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CYRE3 – Cyrela – Ações em Foco

cyre3

CYRE3 – Cyrela – Ações em Foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Cyrela – CYRE3.

A empresa

A Cyrela foi constituída em 1962 e atuou inicialmente apenas como incorporadora. No início da década de oitenta foram criadas as subsidiárias Cyrela Construtora e Seller Consultoria Imobiliária, inserindo a companhia nos segmentos de construção e venda de imóveis. Em 2004, foi criada a Cyrela Securitizadora com o objetivo de adquirir e securitizar créditos decorrentes de operações de financiamento do setor, além da emissão de certificados de recebíveis imobiliários.

Em 2009, a empresa incorporou a Goldsztein Participações e passou a deter 100% de seu capital social. Outras movimentações relevantes nos anos seguintes foram as aquisições da Andrade Mendonça e da Plano e Plano Incorporações e a compra de participação na Tecnisa. Em 2018, foi lançada a marca Vivaz para atuar no segmento econômico em parceira com o programa Minha Casa Minha Vida.

A Cyrela atua além de incorporação e compra e vende imóveis prontos ou em construção, além de prestar serviços relacionados ao mercado imobiliário e investir em outras entidades como sócia. Trabalha com intermediação e consultoria imobiliária através da marca Seller. Possui joint ventures com diversas incorporadoras e desenvolve negócios nos segmentos econômico, médio e de alto padrão.

Atuação

A companhia atua em todas as etapas do negócio imobiliário, tendo uma estrutura totalmente verticalizada. A aquisição de terrenos é feita a partir de análise de dados técnicos e financeiros, sendo que a decisão é aprovada por comissão interna. Os projetos são criados pela equipe de engenheiros e corretores próprios, que trabalham em conjunto com publicitários e especialistas independentes, além disso, a construção pode ser de responsabilidade exclusiva da Cyrela ou pode ser em parceria com outra construtora, mas sempre com equipe própria de gerenciamento.

Aproximadamente 45% da receita é auferida no segmento de alto padrão, e o restante fica dividido entre médio e econômico, dependendo das oportunidades de negócio e, as vendas são muito concentradas na cidade de São Paulo, com o Rio de Janeiro em segundo lugar, seguido do interior paulista e da região Sul do país. A marca Cyrela é responsável pelos empreendimentos de alto padrão e luxo, a Living opera no segmento médio e a Vivar atua no econômico, com foco no programa Minha Casa Minha Vida.

Controle acionário

O grupo controlador, formado pela família de Elie Horn, fundador da empresa, possui participação de 29,8% sobre o capital social. A Dynamo Administradora de Recursos, através dos fundos gerenciados por ela, conta com fatia de 5,2% das ações ordinárias. O free float chega a 60,1%, englobando acionistas menores, configurando um capital bem pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 26,6% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 84,2%, frente a 101,1% do benchmark.

Vídeo – CYRE3 – Cyrela – Ações em Foco

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GOLL4 – Gol – Ações em Foco

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GOLL4 – Gol – Ações em Foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Gol – GOLL4

A empresa

A Gol foi fundada em 2000 trazendo o conceito de companhia aérea de baixo custo para o mercado brasileiro. A empresa começou a operar no ano seguinte, quando realizou o primeiro voo entre Brasília e São Paulo. A empresa entrou na bolsa de valores em 2004, vendendo ações na então Bovespa e na NYSE, em Nova York. A partir da capitalização a empresa deu início às rotas internacionais no mesmo ano com um voo da capital paulista para Buenos Aires, na Argentina. Em 2007, adquiriu a Varig, se transformando em um dos maiores grupos de aviação da América Latina. Ao longo de sua história, realizou acordos e parcerias com diversos players internacionais, incluindo Delta Airlines e Air France – KLM.

Dentro das vantagens competitivas da Gol, destaque para a o forte relacionamento com seus clientes através do seu programa de fidelidade Smiles, que conta com mais de quinze milhões de membros. Os custos operacionais da companhia são proporcionalmente inferiores aos de seus concorrentes nacionais, com contribuição da alta utilização de aeronaves e padronização da frota. Outro ponto importante é a concentração em aeroportos com alta circulação de passageiros.

Os principais desafios do negócio são a alta volatilidade nos preços de combustíveis e a exposição dos custos a variação cambial. Ao contrário de outros setores, que possuem hedge natural por apresentarem o efeito de moedas estrangeiras na receita, a Gol está muito concentrada no mercado interno, com alta proporção de seu resultado originado na demanda nacional.

Atuação

O modelo de negócio é baseado no foco estratégico de baixo custo, explorando serviços de transporte aéreo regular e não regular no âmbito nacional e internacional de passageiros, cargas e malas postais. A participação de mercado em voos domésticos gira em torno de 36%, sendo a líder nacional nesse tipo de operação, com presença relevante nos principais aeroportos do país. Em contrapartida, possui alta concentração no mercado brasileiro, acarretando alta exposição a fatores macroeconômicos.

Opera quase setecentos voos diários para sessenta e nove destinos no Brasil, na América do Sul, Caribe e Estados Unidos. Possui apenas um tipo de frota, o que possibilita menores gastos com estoque e treinamento de funcionários, simplifica os processos de manutenção e fornece maior flexibilidade no planejamento da rede. O foco de atuação está centrado na manutenção do nível de utilização das aeronaves, aumento da capacidade média de assentos e eficiência no consumo de combustíveis.

Controle acionário

O Mobi Fundo de Investimento em Ações tem uma fatia de 29,41% do capital social da companhia, embora conte apenas com ações preferenciais (GOLL4). Todas as ações ordinárias (GOLL3) pertencem ao Fundo de Investimento em Participações Volluto, que no geral tem participação acionária de 23,37%. O Bank of America vem logo em seguida, com uma fatia de 9,67%. A Delta Airlines possui participação de 9,40%. O free float chega a 28,15%, englobando acionistas menores, configurando um capital pouco pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 71,9% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 827,6%, frente a 101,0% do benchmark.

Vídeo – GOLL4 – Gol – Ações em Foco

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RBR Rendimentos High Grade – RBRR11

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RBR Rendimentos High Grade – RBRR11

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A Gestora

Fundada em 2015, a RBR Asset Management é uma gestora de recursos independente, 100% focada no mercado imobiliário. Com aproximadamente R$1,5bi sob gestão, a empresa investe em diversas classes de ativos e aloca capital próprio em todas operações.

Em seu portfólio, possui estratégias de atuação em cinco diferentes áreas: Renda, Desenvolvimento, Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) Listados, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Alocação Internacional. A equipe conta com mais de seis sócios, todos profissionais do mercado imobiliário e financeiro e com extenso track record.

A gestora define que o nível de excelência de seus profissionais, somado ao estreito relacionamento com os principais players do mercado, proporcionam à RBR acesso a diversos projetos exclusivos no segmento imobiliário. Somente em 2018, a RBR captou R$ 500 milhões. Com isso, adquiriu dez terrenos para projetos residenciais de alto padrão, comprou dois prédios corporativos e participou de 30 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

O Fundo

O RBR Rendimentos High Grade é um fundo imobiliário constituído sob a forma de condomínio fechado, sem prazo de duração determinado. O Fundo é destinado a investidores em geral. Tem como objetivo a realização de investimentos em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário, letras imobiliárias garantidas e cotas de fundos imobiliários. Portanto, pode ser considerado como um fundo de papel. Busca auferir receitas por meio de pagamento de juros dos títulos investidos e pelos rendimentos das cotas de outros fundos de investimento imobiliário os quais pertençam ao portfólio.

O fundo possui um patrimônio avaliado em aproximadamente R$ 453 milhões. Desde o início de suas atividades, em 02 de Maio de 2018, o RBR Rendimentos High Grade passou por três processos de emissão de cotas, tendo o último finalizado no mês de Abril de 2019. Esta oferta arrecadou um valor aproximado de R$ 192 milhões que será destinado à aquisição de ativos alvo selecionados pelo gestor, seguindo a política do Fundo.

Para investir no fundo o aporte inicial é a cotação de mercado no momento da compra. É destinado a investidores em geral, através de corretoras e distribuidoras de valores mobiliários. A taxa de administração e gestão é de 1% do patrimônio líquido e é cobrada taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI.

A Carteira

A carteira consolidada é composta por 50% de CRI’s, sendo a maior parte indexada ao CDI com lastro principalmente nos setores residencial, lajes corporativas e loteamento. Possui 7% em cotas de fundos imobiliários de CRIs, 11% em LCIs e 32% como reserva de caixa, investidos em títulos públicos federais indexados à taxa Selic (LFT). A seguir, a composição da carteira:

Rentabilidade

Nos últimos 12 meses o fundo obteve uma rentabilidade de 24,15%, representando 107,95% do IFIX. O gráfico abaixo mostra o histórico de rendimentos.

Vídeo – Conheça o RBR Rendimentos High Grade – RBRR11

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TIMP3 – Vale a pena investir nas ações da Tim?

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TIMP3 – Vale a pena investir nas ações da Tim?

Confira o nosso artigo e o vídeo explicativo e saiba se vale a pena investir nas ações da Tim – TIMP3.

A empresa

A TIM iniciou suas atividades no Brasil em 1998, dentro do processo de privatização de empresas estatais de telefonia. A Telebrás possuía o monopólio dos ativos operacionais desde a década de setenta, quando adquiriu quase todas as empresas atuantes. Com a cisão dos ativos da empresa e os leilões de autorizações e concessões para operadoras privadas, o Grupo Telecom Italia entrou no mercado brasileiro. Subsidiárias foram instaladas para prestar de serviços no segmento móvel. Naquela época, o grupo controlador já era um dos líderes do setor na Europa, disponibilizando soluções em telefonia fixa, móvel e internet.

Anos 2000

Em 2009, a TIM adquiriu a Intelig Telecom, assim deteve 100% do capital social da empresa. Então, sucedeu a administração de sua rede de fibra óptica, centrais telefônicas e conexão a redes internacionais em sistemas de cabos submarinos. Em 2011, foi incorporada a infraestrutura da AES Atimus, antiga subsidiária do grupo AES Brasil que conta com uma rede de fibra óptica nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Atualmente, a companhia atua na área de telecomunicações. A empresa oferece, principalmente, serviços móveis de voz, dados e acesso à internet de banda larga. Desde 2011, quando foi aprovada a adesão pelos acionistas em assembleia geral extraordinária e assembleia especial de preferencialistas, as ações estão listadas no Novo Mercado, segmento máximo de governança corporativa da B3.

Atuação

O portfólio da empresa inclui telefonia móvel e fixa, ultra banda larga fixa e acesso à internet em dispositivos diversos. Possui aproximadamente dez mil colaboradores e noventa mil quilômetros de rede de fibra óptica e atua com telefonia fixa apenas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. O market share no segmento móvel, onde a empresa conta com cobertura em todo território nacional, é de 24,1%, ficando atrás da Claro (24,6%) e da Vivo (32,1%), e na frente da Oi (16,5%).

A base móvel de clientes supera 55 milhões, 63% do segmento pré-pago e o restante pós-pago. Essa divisão vem mudando gradualmente, o primeiro vem regredindo e o segundo aumentando, seguindo a nova tendência do mercado. Os principais pilares da estratégia da TIM são: implementação de sistemas digitais, expansão da oferta de banda larga fixa e desenvolvimento de  redes de fibra óptica. Os desafios estão centrados na redução do número de clientes pré-pagos, redução de tarifas de interconexão e aumento do uso de soluções OTT para fazer chamadas sem custo adicional.

Controle acionário

A TIM Participações é controlada pela subsidiária do Grupo Telecom Italia, TIM Brasil Serviços e Participações, que detém uma fatia de 67% das ações ordinárias. O free float chega a 33%, englobando acionistas menores, configurando um capital relativamente pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram desvalorização de 8,0% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 118,7%, frente a 111,1% do benchmark.

Vídeo – Vale a pena investir nas ações da Tim – TIMP3?

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