Por que investir em Fundos Imobiliários?

Por que investir em Fundos

Os fundos imobiliários estão entrando cada vez mais no radar de quem quer começar a investir seu patrimônio. Com a taxa de juros a patamares mínimos históricos, muitos investidores da “antiga” renda fixa, que pagava mais de 12% ao ano, estão sendo obrigados a partir para a renda variável. E os FIIs são, em muitos dos casos, a primeira parada. Agora, por que investir em fundos imobiliários?

Os fundos imobiliários são chamados de “A renda fixa dentro da renda variável”. Por mais que esta frase seja bastante utilizada, temos que deixar claro que os FIIs são classificados como ativos de renda variável, junto com as ações, derivativos, dentre outros. Porém, os fundos imobiliários possuem algumas características que os fazem ser considerados de menor risco que os demais ativos citados.

Baixa volatilidade média e relação ao mercado de ações

A primeira peculiaridade refere-se a baixa volatilidade que os fundos imobiliários possuem em relação as ações, por exemplo. As variações nos preços das cotas tendem a ser pequenas, salvo algumas exceções pontuais ou do mercado como um todo. O gráfico abaixo mostra o comparativo entre o IFIX e o IBOV em um período de um ano. Percebe-se claramente que o índice dos FIIs apresenta menores oscilações que o índice Bovespa.

Podemos, também, justificar o investimento em fundos imobiliários em relação a outros modelos mais clássicos de alocação de patrimônio, como por exemplo os imóveis. Abaixo, listamos algumas destas vantagens dos FIIs.

Liquidez

Os fundos imobiliários são negociados em bolsa. Portanto, se houver necessidade de se desfazer do investimento, o processo de venda ocorre geralmente em segundos. E o dinheiro estará disponível na corretora após o prazo de liquidação (que atualmente é de dois dias úteis). Já a venda de um imóvel pode levar meses… Ou até mesmo anos!

Gestão Profissional

Cada FII conta com uma equipe especializada para realizar o gerenciamento de seus ativos. O investidor não se preocupa com burocracias, negociações e relacionamento com os inquilinos. A equipe de administração e gestão realiza estes trabalhos, além de estarem sempre atentos às boas oportunidades do mercado.

Rendimentos sem IR

Os fundos imobiliários pagam, aos seus cotistas, rendimentos mensais. Esta renda se assemelha aos aluguéis dos investimentos diretos em imóveis, porém com uma vantagem: os rendimentos dos FIIs são isentos de imposto de renda.

Os Fundos Imobiliários são obrigado a distribuir 95% dos seus rendimento de forma semestral. Apesar disso, a maioria paga proventos de forma mensal. Dessa forma, o FII se torna um interessante ”gerador de renda passiva mensal”.

Baixo Valor para Aplicação

Para comprar cotas de fundos imobiliários é necessário despender de um montante muito menor que o necessário na compra de um imóvel. Atualmente, existem cotas de FIIs negociadas por menos de 10 reais. E não existe mercado fracionário. Pode-se adquirir uma única cota por vez.

Diversificação

A maioria dos fundos imobiliários possuem uma gama de produtos em seu portfólio, que podem ser alguns imóveis, CRIs, LCIs e demais ativos. Ao se investir em FIIs, o investidor estará adquirindo uma parcela de cada umas destas aplicações. Não são raros os exemplos de FIIs com 10, 15 ou 30 imóveis na carteira.

Possibilidade de alto retorno no longo prazo

No longo prazo, os FIIs também pode ter um forte rendimento. Um imóvel com bons locatários e bem localizado, por exemplo, costuma atrair a atenção dos investidores. Esse movimento pode impulsionar as cotas para cima ao longo do tempo.

Abaixo, temos o gráfico do Fundo Grand Plaza Shopping (ABCP11), um dos mais antigos do mercado, com imóvel localizado em Santo André, SP.

Apesar da volatilidade, o Fundo ABCP11 (linha verde) subiu mais de 1.400% desde 2004. Já o CDI (linha preta), rendeu pouco mais de 417%:

retorno

Como vimos, para todos que gostam de investir em imoveis, aplicar em Fundos Imobiliários pode ser muito lucrativo. Conte com a Capitalizo para montar a sua carteira de FIIs.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Propaganda enganosa: a Bolsa também cai

bolsa

Diariamente, recebo e-mails e vejo anúncios do tipo “transforme R$ 1.000 em R$ 100.000 com o método infalível XYZ” ou então “a oportunidade de uma vida”. A maioria dessas propagandas fazem parecer aos investidores iniciantes (e até mesmo alguns mais experientes) que temos algum controle sobre o preço das ações ou que é possível saber quando ou quanto as ações irão subir. E, nesse caso, não falo nem de projetar algo, mas sim de literalmente prometer ganhos. Outra coisa bem comum é alguém nos ligar querendo saber “quanto vou ganhar por mês”. Quando falamos que não é possível prometer, por se tratar de renda variável, muitas pessoas ficam bravas: “Tiago, como vocês não sabem pra onde a Bolsa vai, quanto eu vou ganhar? Isso é um absurdo”.

Visto que ninguém sabe se os preços vão subir ou cair, temos que responder da forma mais honesta possível: “não sabemos’’. Respondemos assim porque não temos alternativa. Matematicamente, é impossível garantir qualquer tipo ganho no mercado de ações. Ou seja, quem promete qualquer tipo de retorno é, no mínimo, mal informado.

Acostume-se: ninguém sabe para onde vai o mercado

É compreensível que as pessoas fiquem preocupadas com o que escrevi acima. Digo isso porque envolver dinheiro num investimento onde não temos a certeza de nada pode parecer um pouco absurdo. Porém, vale ressaltar que, em todos esses anos de mercado, nunca precisei saber a cotação do dia seguinte para ganhar dinheiro. Quem é nosso cliente ou nos acompanha, sabe que “batemos muito na tecla” de ter uma estratégia. Uma estratégia é saber quando comprar e quando vender uma ação.

Desde já, aviso que neste texto não vamos falar sobre estratégias, mas sim sobre perdas. Como escrevi acima, somos literalmente bombardeados de conteúdos prometendo alguma coisa. O final da história sempre é bonito e todos ficam ricos. O que muitas vezes não é contado é que, mesmo uma história com um final feliz, também teve seus percalços ao longo do tempo. Para o investidor de longo prazo, esses percalços podem ser perdas ou quedas momentâneas do mercado. Ou seja, o que não é contado é que as ações também caem (às vezes muito).

O que faz uma ação subir em longo prazo?

Em longo prazo, quanto mais uma empresa gerar lucro e entregar retorno aos seus acionistas, maior a probabilidade da ação dessa empresa subir. Afinal, todos querem ser sócio de uma empresa que cresce e aumenta, ao longo dos anos, o pagamento de dividendos. Quando falamos em longo prazo, na verdade, estamos dizendo “sem prazo definido”. Então, como não é possível quantificar o tempo que levará para uma ação subir, investiremos no mercado de ações apenas os valores que não temos necessidade de utilizar.

O que faz as ações caírem?

Se em longo prazo o que faz uma ação subir é o crescimento de lucros e retornos para seus acionistas, caso a empresa não cresça, suas ações dificilmente valorizarão ao longo dos anos.

Dessa forma, temos:

Ações que geram lucros crescentes = probabilidade de alta em longo prazo

Ações que não geram lucros = probabilidade de baixa em longo prazo

E em curto e médio prazos, essa lógica funciona?

Se, em longo prazo, as coisas parecem mais “controláveis” ou “previsíveis”, em curto e médio prazos, a lógica não costuma aparecer. Mesmo uma empresa que gera lucros pode ter as ações desvalorizadas. Da mesma forma, uma empresa que tenha prejuízos, pode ter suas ações super valorizadas.

Como costumo falar, em curto prazo o mercado é “maníaco-depressivo”. E quem procurar uma resposta lógica a cada movimento de alta ou de baixa poderá perceber que esse exercício pode ser uma grande perda de tempo. Além disso, fatores que podem nem influenciar nos resultados da empresa, como guerras, eleições ou mesmo um tweet do Trump, podem trazer muita volatilidade às ações. Sendo assim, muitas vezes as ações de uma empresa caem sem seus lucros sequer serem afetados.

Por isso, para comprovar a minha “Teoria dos Mercados Maníaco-depressivos”, tomemos as ações da Lojas Renner (LRNE3) como exemplo. Abaixo, selecionamos os períodos em que tivemos fortes quedas das ações e também os longos períodos em que as ações pouco subiram.

Ações da Lojas Renner (LRNE3)

Setembro/2006 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 53%

Dezembro/2007 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 72%

Março/2006 até Março/2009: as ações subiram apenas 1%

Agosto/2010 até Março/2014: as ações subiram apenas 0,88%

Agosto/2010 até Dezembro/2011: as ações caíram mais de 30%

Maio/2013 até Fevereiro/2014: as ações caíram mais de 30%

Janeiro/2013 até Fevereiro/2016: as ações subiram apenas 1,55%

Julho/2015 até Fevereiro/2016: as ações caíram mais de 30%

Agosto/2016 até Dezembro/2016: as ações caíram mais de 20%

Julho/2016 até Setembro/2018: as ações subiram apenas 7%

Dezembro/2017 até Setembro/2018: as ações caíram mais de 20%

Outubro/2017 até Abril/2019: as ações subiram apenas 8%

Valeu a pena investir em Lojas Renner (LREN3)?

Apenas olhando os números acima, você acreditaria que LREN3 foi uma das ações que mais me deram dinheiro em longo prazo? Pode não parecer, mas veja a alta de LREN3 desde 2006:

De Janeiro/2006 até Agosto/2019, as ações LREN3 (linha verde) tiveram alta de incríveis 2.500%, enquanto o Ibovespa (linha cinza) subiu pouco mais de 188%.

O preço segue o lucro?

No caso de Renner, apesar de diversos percalços, em longo prazo o preço das ações seguiu o aumento do lucro e do retorno aos seus acionistas. Em 2006, a empresa lucrava em torno de R$ 98 milhões, número que chegou a mais de R$ 1 bilhão, quando observamos os resultados dos últimos 12 meses. Abaixo, vemos o gráfico do movimento das ações em relação ao lucro da empresa:

O que fazer quando o mercado cai forte?

No caso de empresas como Lojas Renner, uma queda brusca das ações pode significar um bom momento para novas compras. Porém, não devemos esquecer que algumas ações caem justamente porque seus negócios são ruins ou estão se deteriorando. Nesses casos, nem sempre queda é sinônimo de oportunidade.

Lembrando que, o que aconteceu no passado, de forma alguma é garantia de que vai se repetir no futuro.

Em momentos de queda do mercado, tenha calma e não aja por impulso, por mais desconfortáveis que esses movimentos possam parecer. O investidor que tem estratégia e paciência costuma ser recompensado em longo prazo. Conte com a gente nessa jornada.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Contrato de Milho Futuro: Deu Gain

Contrato de Milho Futuro

Confira algumas das nossas recomendações no Contrato de Milho Futuro. E se quiser saber como esse tipo de contrato funciona, clique aqui.

Operação de COMPRA Swing Trade em Milho Futuro

No dia 16/02/18, o gráfico diário do milho apontava uma possível tendência de alta. O milho havia testado uma região de resistência importante tanto no gráfico diário, quanto no semanal, em 34,30. O ativo acabou corrigindo, deixando um fundo próximo do topo. Dessa forma, foi recomendada uma oportunidade de compra no rompimento dos 34,31. Caso esse valor fosse rompido, o milho poderia engrenar uma tendência de alta. Abaixo seguem os pontos e o gráfico do contrato de milho (CCMH18):

Operação enviada

Gráfico

O milho (CCMH18) acabou confirmando a expectativa da operação e bateu no alvo no dia 26/02/18. Assim, o ganho da operação foi de 3,69 pontos (R$1.660) ou 10,75%, por contrato:

O ganho alavancado na operação

Considerando um contrato de milho “cheio”, seria preciso ter em conta em torno de R$ 17.000 para ter entrado nessa operação. Entretanto, como é uma característica dos contratos futuros, é possível operar alavancado. Dessa forma, seria possível, por exemplo, colocar ações em garantia dessa operação e ter comprado o contrato.

Nesses últimos dias, a margem exigida pela B3 estava em torno de R$ 900 por contrato. Assim, considerando o ganho da operação (R$ 1.660), o nosso lucro teria sido de mais de 84%.

Importante: para quem optar em operar com alavancagem, orientamos não alavancar de maneira excessiva.

Operação de VENDA Swing Trade em Milho Futuro

Ao contrário da operação que vimos anteriormente, a intenção de operar “vendido” é ganhar com a baixa dos preços do milho.

No dia 12/06/2018, no gráfico diário, o milho fez um pivot de baixa com uma figura de OCO, de reversão de tendência iniciando tendência de baixa. Oportunidade de venda em 39,10 com alvo na região de projeção de 200% do OCO:

Dessa forma, foi enviada uma recomendação de venda com entrada a 39,10, alvos nos 37 e stop nos 40,68:

No dia seguinte (13/06/18), o Milho abriu em forte baixa, batendo no alvo e encerrando a operação de venda – o ganho na operação foi de 5,37% (sem considerar a alavancagem):

Vale lembrar que as recomendações de Milho são enviadas pelo nosso APP, WhatsApp e Painel do Trader. Todos os pontos são passados e monitorados e você precisa apenas colocar as ordens na sua corretora. Conte com a Capitalizo para fazer suas operações em Milho Futuro.

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Vale a pena investir em ações todos os meses?

Provavelmente a frase mais importante do mercado financeiro foi dita por um físico, o alemão Albert Einstein.

Segundo Einstein, “os juros compostos são a força mais poderosa do universo e a maior invenção da humanidade, porque permitem uma confiável e sistemática acumulação de riqueza”.

 

Einstein não poderia estar mais certo, já que os juros compostos fazem parte da equação que pode deixar qualquer pessoa milionária em longo prazo:

Juros compostos + aportes recorrentes + paciência = possibilidade de altos ganhos

Essa equação pode funcionar para praticamente todos os tipos de investimentos. Desde aplicações no tesouro direto, fundos de investimentos, fundos multimercado e especialmente no mercado de ações.

Os aportes recorrentes contribuem para a acumulação de patrimônio e ajudam os investidores que não têm altas somas para iniciar suas aplicações. A paciência também é fundamental, pois os juros compostos podem demorar um pouco para apresentarem efeito significativo nas suas finanças.

Hoje faremos um exercício de simulação de aportes utilizando as cotas mensais de um dos Fundos mais reconhecidos do mercado, o Fundo de Ações Dynamo Cougar.

O Fundo Dynamo

Esse simulador mostra, na prática, como teria sido o efeito da nossa equação investindo mensalmente em uma carteira de ações. Nesse caso, utilizaremos o Fundo Dynamo Cougar como base, mas poderíamos ter usado também a compra direta de ações.

O interessante da utilização do Fundo Dynamo é mostrar que a qualidade da gestão e a escolha assertiva das ações que fazem parte da carteira é essencial para que tenhamos um resultado satisfatório em longo prazo.

O Fundo, que teve seu início em 1993, é um dos mais respeitados do mercado e rendeu, de 1993 até o final de 2018, incríveis 20.567%. Ou seja, uma aplicação de R$ 5.000, feita em 1993, teria deixado uma pessoa com mais de R$ 1.000.000 25 anos depois. No mesmo período, o Ibovespa rendeu pouco mais de 671%, evidenciando a qualidade do gestor em escolher boas ações.

Se o Fundo proporcionou aos seus cotistas tamanho ganho, considerando apenas uma simples aplicação, é possível imaginar que aportes recorrentes, somados aos juros compostos e uma pitada de paciência, poderiam ter trazido ganhos ainda maiores durante esse período.

O simulador

No nosso simulador, consideramos a aplicação mensal de R$ 500 desde 1998, utilizando como base o valor da cota do final de cada mês. Para comparar, utilizamos também o valor do CDI, balizador bastante comum dos principais investimentos de renda fixa disponíveis no mercado.

Considerando o período de maio/98 até julho/19, teríamos feito 255 aportes de R$ 500 ou R$ 127.500 investidos no total. Abaixo, vemos o valor que teríamos acumulado no Fundos em comparação ao CDI:

Na linha vermelha, temos o valor acumulado no CDI, pouco mais de R$ 555.619, com ganho total de 335%. Já na linha azul, temos o valor acumulado no Fundo, um total de R$ 2.646.593, com ganho total de 1.975%.

O valor aplicado no CDI teria somado um valor muito interessante, mas o ganho seria muito maior nas ações.

Atenção

Vale lembrar que esse tipo de simulação é meramente informativo. É impossível prever ou projetar o quanto ações ou CDI devem render em longo prazo. Porém, se o que simulamos acima puder servir para você começar a se planejar e investir mensalmente, nosso trabalho valeu a pena.

Para saber mais a respeito do uso do simulador e baixar a planilha para fazer suas próprias simulações, assista ao vídeo abaixo:

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Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

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Contratos de locação de Fundos Imobiliários

Contratos de locação

Já ouviu falar sobre os contratos de locação feitos pelos fundos imobiliários? Quais são suas principais características?

Os FIIs de Tijolos têm seus investimentos voltados para aquisições e negociações dos mais variados tipos de empreendimentos imobiliários. Existem fundos especializados em shopping centers, edifícios corporativos, agências bancárias, galpões industriais, entre outros.

Há, porém, algo em comum entre eles: os contratos de aluguel firmados entre o dono do ativo (o fundo imobiliário) e seu (s) locatário (s).

A maioria das pessoas já passou (ou ainda vai passar) pela burocracia do processo de confecção e assinatura de um contrato de locação, seja como locador ou como locatário. De forma geral, os contratos abrangem termos como: prazo de vencimento, estratégia de reajuste, multa para casos de rescisão ou desobediência e demais assuntos.

No caso dos fundos imobiliários, existem três tipos básicos de contrato os quais os fundos costumam praticar: o Típico, o Atípico e o de Participação.

Contrato Típico

Os contratos típicos têm uma característica marcante: são contratos com duração relativamente curta. Seu prazo de validade é cinco anos, sendo possível a renovação após seu término.

O indexador atrelado aos reajustes anuais no valor do aluguel pode ser o IPCA ou o IGP-M. Além disso, a multa aplicada em caso de devolução do imóvel antes do término do contrato é definida em comum acordo entre as partes, sem regras ou restrições pré-definidas.

Outro ponto característico deste tipo de contrato é o fato de existir uma revisão do valor do principal no terceiro ano após a assinatura do mesmo. Esta revisão poderá aumentar ou reduzir o valor do preço-base deste contrato além do ajuste feito pelo indexador.

Vamos a um exemplo

O preço do aluguel no início de contrato de locação de um imóvel foi R$ 30,00 o m². Considerando que o indexador escolhido foi o IGP-M e que este se manteve a 5% a.a, temos que o valor do aluguel nos dois primeiros anos de validade deste contrato foi de, respectivamente, R$ 31,50 e R$ 33,07 por m².

No terceiro ano, uma revisão realizada no imóvel apontou que, devido ao desaquecimento do mercado, o valor justo do preço-base negociado deveria ser de R$ 25,00 o m², contra os R$ 30,00 acordados inicialmente. Portanto, neste exemplo, o valor do aluguel passará a R$ 28,94 por m². Isso, considerando a aplicação da correção pelo IGP-M de 5% a.a desde o início da locação.

O contrário é valido da mesma forma. Em casos de um acordo entre as partes, indicando que o imóvel tenha se valorizado neste período, o preço do aluguel será acrescido por esta valorização e posteriormente corrigido pelo indexador.

Contrato Atípico

O contratos atípicos de locação seguem um padrão parecido, porém com algumas modificações. Primeiramente, ele é caracterizado por ser um contrato mais longo. Com duração de 10 anos, podendo também haver renovação após seu término.

Os reajustes anuais podem ser feitos pelo IPCA ou IGP-M. E a multa em caso de rescisão contratual é igual a soma de todos os aluguéis restantes até o término do contrato, trazidos para o valor presente líquido (VPL).

Outra característica desta modalidade é de não possuir revisão do valor do principal. Portanto, o valor do preço-base acordado no ato da assinatura se manterá até o vencimento da locação.

O contrato atípico é comum em imóveis feitos sob medida para o locatário, os chamados built to suit. Ou o próprio fundo realiza a construção do empreendimento ou o locatário vende a propriedade ao fundo.

Contrato de Participação

Por fim, o último tipo de contrato que veremos é o contrato de participação. Este tipo de contrato tem prazo de cinco anos, com reajuste feito pelo IGP-DI. Conta, ainda, com o revisional do valor principal no terceiro ano após assinatura.

A grande diferença nesta modalidade é a definição do valor do aluguel como o maior valor entre um preço fixo (pré-acordado) e a porcentagem do faturamento total do locatário. Portanto, fundos que utilizam contratos de participação tendem a ter seus rendimentos pouco uniformes e de difícil previsibilidade.

Os fundos imobiliários que mais fazem uso deste tipo de contrato são os fundos de shoppings. Este é o fato de o contrato de participação também ser chamado, às vezes, de contrato de shopping.

Em suma, vimos um pouco sobre os tipos de contratos mais usuais feitos pelos fundos imobiliários. Ressaltamos que não existe um contrato melhor ou pior que os demais. O importante é que você, investidor (a), saiba os termos acordados nos imóveis que você é cotista para saber como isto afetará suas rentabilidades.

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Venda alugada: Como ganhar com a baixa do mercado

Venda Alugada

Uma das operações que permite ao investidor ganhar com as baixas do mercado é a venda alugada de ações. Essa estratégia, também conhecida como short, consiste em vender as ações, alugar as mesmas e, posteriormente, comprar, liquidando a operação. Ao contrário das operações de compra ou long, nesse tipo de estratégia, quanto mais a ação cair, mais podemos ganhar.

O objetivo desse texto é mostrar uma operação recomendada pela nossa área de análise, e não explicar como a venda alugada funciona. Por isso, vamos deixar um e-book explicativo da estratégia. Para baixar o e-book Como Especular na Bolsa de Valoresclique aqui. E para acessar e baixar os demais e-books da Capitalizo, clique aqui.

As recomendações de Venda Alugada da Capitalizo

As recomendações de Venda Alugada fazem parte do nosso produto Full Trader. A estratégia utilizada é a de Swing Trade. Essas operações normalmente são mais curtas, durando em torno de 7 até 15 dias. Todas as recomendações de Swing Trade são enviadas com os preços de entrada, stop e alvo.

Além das operações de Venda Alugada, também enviamos operações de Swing Trade para compra de ações – além das recomendações em Milho e Boi Futuro.

Recomendação de Venda Alugada em SUZB3

Como exemplo, abaixo segue a recomendação de Venda Alugada em SUZB3. Essa operação foi enviada no dia 13/05/2019, quando o analista identificou uma possível tendência de baixa no ativo. Como é possível observar, SUZB3 operava em uma zona de suporte que, se perdida, poderia fazer com o que ativo caísse nos dias seguintes:

Ainda antes da abertura do pregão, a recomendação foi enviada para os nossos clientes Full Trader:

A operação teria início caso SUZB3 atingisse os 40,3. O stop de perda projetado era em 42,46 e o alvo nos 35,36.

Vale lembrar que as recomendações são enviadas via WhatsApp, Aplicativo e também pelo nosso Painel do Trader (para quem estiver logado no computador). Além disso, o investidor é avisado caso algum ponto seja atingido ou alterado.

Logo na abertura do mercado, a operação iniciou com a queda de SUZB3:

Redução Parcial

No dia 15/05/19, foi recomendada a redução parcial na operação a 36,66. Redução significa sair de metade da posição com o intuito de preservar os ganhos.

Alvo Atingido

Ainda na mesma semana, na sexta-feira (17/05), após 4 dias de queda, SUZB3 atingiu o alvo nos 35,36, encerrando a operação. Considerando a redução parcial, o ganho total foi de 10,64%:

Cuidados

No exemplo acima, vimos uma operação que saímos com ganho. Porém, muitas vezes as operações serão negativas. Como esse tipo de operação é naturalmente “alavancada”, recomendamos que todos entendam bem o risco x retorno e que não se alavanquem de maneira excessiva. Vale lembrar que as nossas recomendações de Swing Trade têm uma taxa de assertividade média.

Lembro ainda que, mantendo a nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?

dividendos

Uma das dúvidas mais frequentes do investidor que quer montar sua carteira de ações é se deve escolher empresas que são boas pagadoras de dividendos ou empresas que podem apresentar forte crescimento e, por consequência, maior valorização de suas ações.

Na nossa opinião, em uma estratégia que busca gerar renda passiva, é possível comprar ações visando tanto o pagamento de dividendos, quanto o crescimento em longo prazo. Ou seja, podemos ser sócios de empresas que pagam bons dividendos e ainda tenham possibilidade de crescer.

Como funciona o pagamento de Dividendos?

Pela lei das Sociedade Anônimas (S.As.), uma empresa deve distribuir pelo menos 25% do seu lucro líquido para os acionistas. Embora, em alguns casos, esse valor possa ser menor (recentemente vimos a Vale suspender pagamento de dividendos após Brumadinho), a grande maioria das empresas respeita esse mínimo.

O Payout

O Payout nada mais é que o percentual de lucro distribuído entre os acionistas da empresa. Ou seja, se uma companhia tem lucro de R$ 100 milhões e distribui R$ 50 milhões, seu Payout é 50%.

O Dividend Yield

Já o Dividend Yield é o retorno percentual de proventos que o ativo pagou nos últimos 12 meses em relação ao preço atual da ação. Ou seja, se a empresa pagou R$ 10 de dividendos nos últimos 12 meses e hoje o preço da ação é R$ 100, o Dividend Yield é 10%.

Por isso, tanto Payout quanto Dividend Yield são conceitos importantes que o investidor deve entender.

Estratégias da Capitalizo para ganhos com Dividendos e Crescimento

Para as recomendações em longo prazo do nosso produto Invista em Ações temos, basicamente, três tipos de estratégias:

Estratégia de dividendos

A estratégia de dividendos é segmentada em duas. A primeira é identificar e recomendar ativos que já são bons pagadores de dividendos (tanto em Yield quanto em Payout). Um dos exemplos mais conhecidos dessa estratégia é o Banco Itaú (ITUB3/ITUB4) com Yield acima de 10% e Payout de mais de 86%.

A segunda estratégia é identificar e recomendar ativos que tenham potencial no aumento do pagamento de dividendos – como IRB Brasil (IRBR3), que vamos falar a seguir.

Estratégia de recuperação

A estratégia de recuperação consiste em identificar e recomendar ativos que estejam passando por algum problema, mas que têm potencial de se recuperar e apresentar forte crescimento – especialmente nos lucros.

Um dos casos mais emblemáticos nesse tipo de estratégia é o Magazine Luiza (MGLU3), que teve sérios problemas entre os anos de 2012 e 2014 (inclusive com suas ações se desvalorizando mais de 90% no período). A empresa, que conseguiu se reestruturar e hoje é muito lucrativa, apresentou valorização de incríveis 28.000% nas ações entre o final de 2015 até hoje.

Estratégia de qualidade

Por fim, temos a estratégia de qualidade. Essa estratégia consiste em identificar e recomendar ações de empresas com qualidade superior e que, além de apresentarem um histórico consistente de crescimento, tendem a continuar crescendo nos próximos anos. Temos alguns exemplos bem conhecidos do mercado que se encaixam nesse tipo de estratégia, como Weg (WEGE3) e Localiza (RENT3). Obviamente, por se tratar de ativos diferenciados, tendem a estar mais precificados e com múltiplos de mercado (como PL e PVP) mais elevados.

Nossa Carteira de Dividendos

Não é do nosso feitio vender rentabilidade em curto prazo. Porém, vamos apenas ilustrar as nossas estratégias e o quanto de valor elas têm gerado aos nossos clientes. As recomendações da nossa Carteira Dividendos + renderam em torno de 71% (sem contar os dividendos) nos últimos 12 meses. No mesmo período, o Fundo XP Dividendos, um dos nossos preferidos da categoria, rendeu pouco mais de 51%. Já o Ibovespa subiu 27,82%.

Na verdade, fazendo uma pesquisa entre as principais corretoras do mercado e casas de research, encontramos poucos Fundos ou Carteiras que tenham rendido tanto quanto a nossa no período.

Por que a Carteira Dividendos + tem rendido tão bem?

Entendemos que os principais motivos da nossa rentabilidade ser superior e que devem levar a Carteira a continuar com o desempenho acima do mercado são:

  • Nossa diligência e conhecimento profundo das ações recomendadas;
  • Baixo giro de carteira, que nos permite “surfar” na tendência em médio e longo prazos. Nos últimos 12 meses, por exemplo, não tivemos nenhum ativo saindo da Carteira;
  • Saímos do óbvio de apenas recomendar ativos que já pagam bons dividendos hoje. Alocamos, também, em ativos que tem potencial no aumento de pagamento de dividendos e crescimento do valor da ação. Ou seja, aumento no pagamento de dividendos e crescimento dos lucros andam lado a lado.

Nos dois exemplos de recomendações com o objetivo de captar dividendos e crescimento, temos a combinação do mix de duas estratégias. Nesse artigo, vamos falar da nossa recomendação em IRB Brasil (IRBR3). Unindo duas de nossas estratégias: potencial no aumento do pagamento de dividendos e crescimento.

O caso do IRB Brasil (IRBR3)

Para quem não conhece a empresa é uma resseguradora que na prática faz o “seguro do seguro”. Um dos motivos que torna o IRB tão especial é o alto retorno sobre o patrimônio (ROE) gerado. Nos últimos 12 meses, o ROE da companhia foi de 36%. Dessa forma, o IRB tornou-se a empresa mais rentável do mundo no setor. Baixe o relatório completo de análise de IRBR3 aqui.

Crescimento

Em termos de crescimento, a empresa tem batido com folga suas metas, fazendo com que o IRB mais do que dobrasse sua receita nos últimos 5 anos. A receita saltou de R$ 2,9 bilhões em 2014 para mais de R$ 6,2 bilhões nos últimos 12 meses. O lucro cresceu 135% no mesmo período, saindo de R$ 601 milhões em 2014, para R$ 1,4 bilhão nos últimos 12 meses.

A perspectiva para os próximos anos é muito positiva. Não só pelo crescimento que o IRB deve ter no Brasil, mas também pelas operações no exterior. Vale lembrar que, no primeiro semestre de 2019, 43% dos Prêmios Emitidos foram no exterior.

Para 2019, as projeções de Prêmios Emitidos foram revisadas para cima, mostrando o bom momento para os negócios da companhia:

Além disso, a saída do Banco do Brasil e da União do grupo de controle devem melhorar a eficiência da empresa.

E as ações, como se comportaram?

Crescimento de receita e lucros só poderiam gerar uma coisa: valorização das ações. Apesar de ter sido criado em 1939, o IRB estreou na B3 apenas em 2017. Além de recomendarmos IRB desde o IPO, alguns meses depois também incluímos IRBR3 na nossa Carteira Dividendos +. E lá permanecem até hoje.

De julho de 2017 (data do IPO) até agosto de 2019, IRBR3 teve valorização de 309%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 52%:

E os dividendos?

Quando IRBR3 foi recomendado para fazer parte da Carteira Dividendos +, seu valor de mercado era em torno de R$ 32,20. Nessa época, o Dividend Yield era pouco mais de 2%. Isso fez com que alguns investidores questionassem a recomendação, já que “não faz sentido ter ativos que paguem dividendos tão baixos”.

A intenção da recomendação era não só captar o crescimento da empresa (e uma possível valorização em longo prazo), mas também o aumento do Dividend Yield em relação ao preço de aquisição das ações. Ou seja, naquele momento, o Yield era baixo, mas levando-se em conta o elevado Payout e a possibilidade de crescimento do lucro de IRB, a “operação” fazia todo o sentido.

De novembro de 2017 até hoje, o IRBR3 pagou R$ 5,09 em proventos. Levando em conta o preço da nossa recomendação (R$ 32,20), o Yield pago no total até hoje foi de 15%. Vale frisar que, somente em 2019, esse Yield foi de 7,17%.

Ainda que possa parecer baixo, quando comparamos a outros bons pagadores de dividendos, a nossa tese em IRB de aproveitar valorização e também o pagamento de dividendos crescente tem se mostrado correta.

No próximo artigo, vamos falar a respeito da nossa recomendação em Cemig (CMIG3/CMIG4). Essa também uniu duas de nossas estratégias: potencial aumento no pagamento de dividendos e estratégia de recuperação.

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Relatório Grátis – IRBR3 – IRB Brasil

IRBR3

Relatório Grátis – IRBR3 – IRB Brasil

Em 1939, foi criado o Instituto de Resseguros do Brasil pelo governo Getúlio Vargas, com a intenção de concentrar o resseguro do país. Manteve o monopólio da área durante anos e contou com garantias do Tesouro Nacional para tocar suas operações. Antes de sua fundação, os riscos de empresas nacionais eram transferidos para o exterior. Manteve o poder de regular o mercado de resseguro desde 1960 até o ano de 2000, quando repassou essa função para a Susep, tendo em 1996 se tornado uma sociedade de economia mista.

Ao longo da história, cobriu diversos projetos importantes, incluindo a fábrica de celulose da Klabin, em Monte Alegre (PR), e a criação da Acesita, no Vale do Rio Doce (MG). Outras operações relevantes no Brasil foram os primeiros investimentos do BNDES no reaparelhamento de portos e ferrovias, elevação do potencial elétrico e desenvolvimento da agricultura e indústrias de base.

Histórico

O IRB Brasil é uma empresa privada, tendo realizado sua abertura de capital com o lançamento de ações no Novo Mercado da B3 em 2017. Atua nos segmentos de vida e previdência, property (propriedades industriais, comerciais, empresariais e residenciais), rural, aeronáutico, transportes, linhas financeiras, entre outros. Atualmente, possui escritórios distribuídos entre Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Nova Iorque e Londres (pontos amarelos no mapa).

Produtos

Os principais produtos oferecidos são dos segmentos de tecnologia, eletrodomésticos, telefonia e móveis, com amplo mix disponível no site da empresa. Além de atuar no varejo, oferece produtos e serviços financeiros como crédito ao consumidor, seguros e consórcios. Está listada na B3 desde 2011, estando presente no segmento Novo Mercado, que inclui empresas adeptas de práticas diferenciadas de governança corporativa. Nos últimos anos, vem apresentando evolução em suas operações, com novos centros de distribuição, redução de custos e o início de uma transformação digital.

Estrutura

Com mais de 60 anos de história. Conta com 860 lojas físicas, site próprio e dez centros de distribuição espalhados em dezesseis estados brasileiros. São 20 mil colaboradores. Trabalhando para atender uma base de mais de 45 milhões de clientes. Desde 2014, possui um centro de desenvolvimento e inovação, o Luizalabs.  Por sua vez, essa tem o objetivo de transformar o Magazine Luiza em uma empresa digital. Sendo que sua operação de e-commerce já ganhou 12 vezes o troféu Diamante no Prêmio Excelência em Qualidade no Comércio Eletrônico B2C.

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

WEGE3 – Weg – Ações em foco

WEGE3 – Weg – Ações em foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Weg – WEGE3

A empresa

A Weg foi fundada em 1961 em Jaraguá do Sul sob o nome de Eletromotores Jaraguá e hoje é considerada uma das maiores fabricantes de equipamentos eletrônicos do mundo. Em 1970, a empresa passou a atuar fora do país exportando produtos para países da América Latina e, em 1971, abriu capital negociando suas ações na Bolsa de São Paulo. A seguir, criou sua política de qualidade, produzindo o primeiro motor conforme normas ABNT e implantando seu centro tecnológico. Neste período, surgiu o primeiro parque de reflorestamento, foi inaugurado o parque fabril e ocorreu a abertura de um escritório na Alemanha.

Na década de oitenta a empresa ampliou suas atividades, produzindo componentes eletroeletrônicos, produtos para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes eletroisolantes. Desta forma, se consolidou como fabricante de motores e fornecedora de sistemas elétricos industriais completos. Após a criação do parque fabril II, surgiram as ramificações da Weg nas linhas Transformadores, Energia, Química e Automação.

Em 1991, abriu sua primeira filial nos Estados Unidos, mercado para o qual já exportava desde os anos setenta, e durante toda a década continuou sua política de expansão global com a entrada em mais três continentes. Atualmente, a companhia possui quatorze parques fabris distribuídos pelo Brasil e mantém uma política de crescimento adquirindo fabricantes de transformadores, aerogeradores, turbinas eólicas, tintas, e componentes eletrônicos de automação industrial

Atuação

A empresa é uma das maiores fabricantes de equipamentos eletrônicos de uso industrial da América Latina. Os negócios estão focados nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, proteção de instalações elétricas, conversão de energia e automação industrial, tração e propulsão elétrica, construção e infraestrutura (soluções para construção civil) e tintas. Tem capacidade operacional para produzir mais de 70 mil motores por dia.

A base de clientes é totalmente diversificada, sendo que a empresa atende consumidores a nível global e com diferentes características. Os maiores compradores são fabricantes de equipamentos originais, centrais elétricas e empresas de infraestrutura. Grande parte da receita é auferida no mercado externo, principalmente na América do Norte, onde a representatividade chega a mais de 40% do faturamento. Os principais fornecedores atuam com produção de cobre, chapas de aço e aço longo, e não existe grande dependência desses fabricantes, uma vez que esses produtos apresentam ampla oferta no mercado internacional.

Controle acionário

A WPA Participações e Serviços possui 50,1% do capital social da companhia. A família dos fundadores conta com outros 14,4% e, somando com a fatia da WPA, forma um montante de 64,5% para o grupo controlador. O free float chega a 35,3%, englobando acionistas menores, configurando um capital relativamente pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram desvalorização de 3,5% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 595,0%, frente a 97,2% do benchmark.

Vídeo – WEGE3 – A Weg está cara?

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O que é vacância em Fundos Imobiliários?

vacância

Você sabe o que é vacância? E como ela afeta os fundos imobiliários?

No rigor de seu significado, vacância é definida por demonstrar aquilo que não se encontra ocupado. Aquilo que está vago.

O termo “vacância” é muito utilizado nas análises de investimentos em fundos imobiliários. Porém, quando se trata deste tipo de investimento, temos que saber que existem dois tipos de vacância a se analisar: a vacância financeira e a vacância física. Vamos explicar.

A vacância financeira é a porção dos ativos do portfólio de um fundo imobiliários que não está gerando rendimentos. Em outras palavras, é a fração da carteira que não está rentabilizando o capital do fundo através de juros, aluguel ou arrendamentos.

E quais podem ser os motivos desta vacância financeira?

Geralmente, é um aluguel recém contratado que ainda está no período de carência. Ou seja, durante um período de alguns meses, por exemplo, o inquilino não pagaria o aluguel devido um acordo entre as partes. Nesses casos, não há vacância física (já explicaremos), mas há financeira, visto que nestes espaços ocupados não há pagamento de aluguel.

Entretanto, existem casos pontuais em que o inquilino recebe uma carência de até 2 anos, principalmente em contratos atípicos. Contratos atípicos são contratos de longa duração, diferente dos comuns utilizados no mercado imobiliário residencial, que duram em média 1 ou 2 anos. No caso citado, o proprietário do imóvel ficaria sem receber o aluguel por 24 meses seguidos, gerando um vago financeiro.

E a vacância física?

Essa, por sua vez, mostra o espaço que não está ocupado, isto é, qual a área desse espaço que não está sendo locado. A vacância física pode refletir algumas coisas sobre o imóvel. Primeiro, ela reflete a qualidade do ativo. Um imóvel pode ter vacância elevada se possuir espaços locáveis (salas, escritórios…) que não sejam de boa qualidade. Às vezes, porque são muito antigos ou de má arquitetura.

Assim, uma alta vacância nos fundos imobiliários pode indicar que os imóveis do fundo não atendem um alto padrão de qualidade. Trata-se, portanto, de um indicador bastante importante para se avaliar esses aspectos de qualidade. É importante, mas não é o único. Deve-se pesquisar bastante sobre os imóveis em si para avaliar se é realmente esse o motivo da alta vacância.

O que podemos afirmar é que a vacância vai interferir diretamente nos rendimentos gerados pelo fundo. Fundos com alta vacância possuem muitos espaços que estão vazios e poderiam estar gerando receitas provenientes dos aluguéis. Assim sendo, a vacância impacta bastante principalmente se o objetivo do(a) investidor(a) for voltado para a obtenção de renda mensal com o fundo imobiliário.

A informação da vacância é fornecida através da Taxa de Vacância. Essa taxa é definida, em termos percentuais, como a razão entre o espaço não locado com a área bruta locável total (ABL). O inverso da taxa de vacância define a taxa de ocupação.

Por fim, separamos uma última pergunta:

Vacância alta é sempre ruim?

Não, ou melhor, nem sempre! Veremos como podemos usar a vacância ao nosso favor.

Como já dissemos anteriormente, a taxa de vacância vai afetar diretamente os rendimentos mensais gerados. Se seu objetivo for única e simplesmente obter o máximo de rendimentos, talvez você deva procurar fundos com a menor taxa de vacância possível.

No entanto, dá para enxergar a vacância como uma janela de oportunidade. O(a) investidor(a) pode escolher um fundo com vacância alta visando um fluxo de caixa positivo no futuro, com o acréscimo de rendimentos.

O fato da vacância estar alta também pode impactar no aumento da rentabilidade do fundo no futuro, a partir da valorização da cota. Fundos com alta vacância tendem a ter suas cotas desvalorizadas. Portanto, entrar em um fundo que você julgou ter bons atributos, porém está com a vacância alta e suas cotas estão abaixo do valor que você julga real, pode te trazer ganhos exponenciais quando o fundo diminuir essa vacância. Isso é chamado de “Comprar Vacância!”

Esse tipo de fundo imobiliário com alta vacância pode ser alocado em uma porção de maior risco da carteira. Contudo, é altamente recomendável que a porção seja pequena e faça parte de uma carteira sólida, bem diversificada e de, no máximo, risco moderado. Normalmente, esse tipo de oportunidade acontece em momentos de crise econômica. Nesses períodos, a vacância se eleva e as cotas tendem a cair na B3.

A “compra de vacância” é uma das estratégias utilizadas pela Equipe de Análise da Capitalizo, para aproveitar essas distorções em curto prazo.

Quer saber mais? Assista ao vídeo:

 

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Os rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda. Além disso, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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