Venda alugada – Como ganhar com a baixa do mercado

Venda Alugada

Venda alugada – Como ganhar com a baixa do mercado

Uma das operações que permite ao investidor ganhar com as baixas do mercado é a venda alugada de ações. Essa estratégia também conhecida como short, trata-se de primeiro vender as ações, alugar as mesmas e, posteriormente, comprar, liquidando a operação. Ao contrário das operações de compra ou long, nesse tipo de estratégia quanto mais a ação cair, mais podemos ganhar.

Como o intuito desse texto é mostrar uma operação recomendada pela nossa área de análise e não explicar como a venda alugada funciona, vamos deixar um artigo explicativo da estratégia. Para baixa o artigo, clique aqui. Lembrando que o mesmo foi retirado do nosso E-book ”Como Especular na Bolsa de Valores”. Caso você também queira baixar esse e outros E-Books, clique aqui.

As recomendações de Venda Alugada da Capitalizo

As recomendações de Venda Alugada fazem parte do nosso produto Full Trader. A estratégia utilizada é a de Swing Trade. As operações de Swing Trade normalmente são mais curtas, durando em torno de 7 até 15 dias. Todas as recomendações de Swing Trade são enviadas com os preços de entrada, stop e alvo.

Lembrando que, além das operações de Venda Alugada, também enviamos operações de Swing Trade para compra de ações – além das recomendações em Milho e Boi Futuro.

Recomendação de Venda Alugada em SUZB3

Abaixo, segue a recomendação de Venda Alugada em SUZB3. Essa operação foi enviada no dia 13/05/2019, em função do analista ter identificado uma possível tendencia de baixa no ativo. Como é possível observar, SUZB3 operava em uma zona de suporte que, se perdida, poderia fazer com o que ativo caísse nos dias posteriores:

Ainda antes da abertura do pregão, a recomendação foi enviada para os nossos clientes Full Trader:

A operação daria inicio caso SUZB3 atingisse os 40,3. O stop de perda projetado era em 42,46 e o alvo nos 35,36.

Vale lembrar que as recomendações são enviadas via WhatsApp, Aplicativo e também pelo nosso Painel do Trader (para quem estiver logado no computador). Além disso, o investidor em avisado caso algum ponto seja atingido ou alterado.

Logo na abertura do mercado, a operação iniciou, com a queda de SUZB3:

Redução Parcial

No dia 15/05/19. foi recomendada a redução parcial na operação a 36,66. ”Redução” significa sair de metade da posição com o intuito de preservar os ganhos.

Alvo Atingido

Ainda na mesma semana, na sexta-feira (17/05), após 4 dias de queda, SUZB3 atingiu o alvo nos 35,36, encerrando a operação. Considerando a redução parcial, p ganho total foi de 10,64%:

Cuidados

No exemplo acima, vimos uma operação que saímos com ganho. Porém, muitas vezes as operações serão negativas. Como esse tipo de operação é naturalmente ”alavancada”, recomendamos que todos entendam bem o risco x retorno e que não se alavanquem de maneira excessiva. vale lembrar, que as nossas recomendações de Swing Trade têm uma taxa de assertivo média

Lembro ainda que, mantendo a nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

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Receba de forma clara e objetiva recomendações de compra e venda de ativos, que serão acompanhadas pelo nosso time de analistas. Se está a procura por recomendações que utilizam estratégias sólidas, minimizando riscos e maximizando seus ganhos, esse é o produto recomendado para você. Seja você um trader iniciante ou com experiência.

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Importante: O Produto Invista em Ações com recomendações de longo prazo está incluso no Full Trader.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

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Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?

dividendos

Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?

Uma das dúvidas mais frequentes do investidor que quer montar sua carteira de ações é se deve escolher empresas que são boas pagadoras de dividendos ou então empresas que podem apresentar forte crescimento e, por consequência, termos valorização de suas ações.

Na nossa opinião, em uma estratégia que busca gerar renda passiva, é possível comprar ações visando tanto o pagamento de dividendos, quanto o crescimento de longo prazo. Ou seja, podemos ser sócios de empresas que pagam bons dividendos e ainda tenham possibilidade de crescer.

Como funciona o pagamento de Dividendos?

Pela lei das Sociedade Anônimas (S.As.), uma empresa deve distribuir pelo menos 25% do seu lucro líquido com os acionistas das empresas. Embora, em alguns caso esse valor possa ser menor (recentemente vimos a Vale suspender pagamento de dividendos após Brumadinho), a grande maioria das empresas respeita esse mínimo.

O Payout

O Payout nada mais é do que o percentual de lucro distribuído entre os acionistas da empresa. Ou seja: se uma companhia tem lucro de R$ 100 milhões e distribui R$ 50 milhões, seu Payout é de 50%.

O Dividend Yield

Já o Dividend Yield é o retorno percentual de proventos que o ativo pagou nos últimos 12 meses, em relação ao preço atual da ação. Ou seja: se a empresa pagou R$ 10 de dividendos nos últimos 12 meses e hoje o preço da ação é R$100, o Dividend Yield é 10%.

Tanto Payout quanto Dividend Yield são conceitos importantes que o investidor deve entender.

Estratégias da Capitalizo para ganhos com Dividendos e Crescimento

Para as recomendações de longo prazo do nosso produto Invista em Ações, basicamente, temos três tipos de estratégias:

Estratégia de dividendos

A estratégia de dividendos é segmentada em duas. A primeira é identificar e recomendar ativos que já são bons pagadores de dividendos (tanto em Yield quanto em Payout). Um dos exemplos mais conhecidos dessa estratégia é o Banco Itaú (ITUB3/ITUB4) que tem um Yield acima de 10% e um Payout de mais de 86%.

A segunda estratégia é identificar e recomendar ativos que tem potencial no aumento do pagamento de dividendos – como IRB Brasil (IRBR3), que vamos falar a seguir.

Estratégia de recuperação

A estratégia de recuperação consiste em identificar e recomendar ativos que estejam passando por algum problema, mas que têm potencial de se recuperar e apresentar forte crescimento – especialmente nos lucros.

Um dos casos mais emblemáticos nesse tipo de estratégia, é o Magazine Luiza (MGLU3), que teve sérios problemas entre os anos de 2012 e 2014 (inclusive com suas ações se desvalorizando mais de 90% no período). A empresa, que conseguiu se reestruturar e hoje é muito lucrativa, teve suas ações se valorizando incríveis 28.000% entre o final de 2015 até hoje.

Estratégia de qualidade

Finalmente, temos a estratégia de qualidade. Essa estratégia consiste em identificar e recomendar ações de empresas com qualidade superior e que, além de apresentarem um histórico consistente de crescimento, tendem a continuar crescendo nos próximos anos. Temos alguns exemplos bem conhecidos do mercado que se encaixam nesse tipo de estratégia, como a Weg (WEGE3) e Localiza (RENT3). Obviamente, por se tratar de ativos diferenciados, tendem a estar mais precificados e com múltiplos de mercado (como PL e PVP), mais elevados.

Nossa Carteira de Dividendos

Não é do nosso feitio vender rentabilidade de curto prazo. Porém, apenas para ilustrar as nossas estratégias e o quanto de valor elas têm gerado aos nossos clientes, vale comentar que as recomendações da nossa Carteira Dividendos + renderam em torno de 71% (sem contar os dividendos) nos últimos 12 meses. No mesmo período, o Fundo XP Dividendos, um dos nossos preferidos da categoria, rendeu pouco mais de 51%. Já o Ibovespa subiu 27,82%.

Na verdade, fazendo uma pesquisa entre as principais corretoras do mercado e casas de research, encontramos poucos Fundos ou Careiras que tenham rendido tanto quanto a nossa no período.

Por que a Carteira Dividendos + tem rendido tão bem?

Entendemos que, entre os principais motivos da nossa rentabilidade ser superior, e que devem levar a Carteira a continuar com o desempenho acima do mercado, estão três:

  • Nossa diligência e conhecimento profundo das ações recomendadas;
  • Baixo giro de carteira, que nos permite ‘’surfar’’ tendência de médio e longo prazos. Nos últimos 12 meses, por exemplo, não tivemos nenhum ativo saindo da Carteira.
  • Saímos do óbvio de apenas recomendar ativos que já pagam bons dividendos hoje, para também alocar em ativos que tem potencial no aumento de pagamento de dividendos e crescimento do valor da ação. Ou seja, aumento no pagamento de dividendos e crescimento dos lucros andam lado a lado.

Nos dois exemplos, de recomendações com o objetivo de captar dividendos e crescimento, temos a combinação do mix de duas estratégias diferentes. Nesse artigo, vamos falar da nossa recomendação em IRB Brasil (IRBR3), que une duas de nossas estratégias: potencial no aumento do pagamento de dividendos e crescimento.

O caso do IRB Brasil (IRBR3)

Para quem não conhece, a empresa é uma resseguradora, que na prática significa fazer o ‘’seguro do seguro’’. Um dos motivos que torna o IRB tão especial é o alto retorno sobre o patrimônio (ROE) gerado. Nos últimos 12 meses, o ROE da companhia foi de 36%, o que faz do IRB a empresa mais rentável do mundo no setor. Caso você queira baixar o relatório completo de análise de IRBR3, clique aqui.

Crescimento

Em termos de crescimento, a empresa tem batido com folga suas metas, fazendo com que o IRB mais do que dobrasse sua receita nos últimos 5 anos. A receita saltou de R$ 2,9 bilhões em 2014 para mais de R$ 6,2 bilhões dos últimos 12 meses. O lucro cresceu 135% no mesmo período, saindo de R$ 601 milhões em 2014, para R$ 1,4 bilhão nos últimos 12 meses.

A perspectiva para os próximos anos é muito positiva, não só pelo crescimento que o IRB deve ter no Brasil, mas também pelas operações no exterior. Vale lembrar que, no primeiro semestre de 2019, 43% dos Prêmios emitidos foram no exterior.

Para 2019, as projeções de Prêmios Emitidos foram revisadas para cima, mostrando o bom momento para os negócios da companhia:

Além disso, a saída do Banco do Brasil e da União do grupo de controle devem melhor a eficiência da empresa.

E as ações, como se comportaram?

Crescimento de receita e lucros só poderiam gerar uma coisa: valorização das ações. Apesar de ter sido criado em 1939, o IRB estreou na B3 apenas em 2017. Além de recomendarmos IRB desde o IPO, alguns meses depois também incluímos IRBR3 na nossa Carteira Dividendos +, onde permanecem até hoje.

De julho de 2017 (data do IPO), até agosto de 2019, IRBR3 teve valorização de 309%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 52%:

E os dividendos?

Quando IRBR3 foi recomendado para fazer parte da Carteira Dividendos +, seu valor de mercado era em torno de R$32,2. Nessa época, o Dividend Yield era pouco mais de 2%. Esse fato fez com que alguns investidores questionassem a recomendação, já que ‘’não fazia sentido ter em carteira um ativo que pagava dividendos tão baixos’’.

A intenção da recomendação era não só captar o crescimento da empresa (e uma possível valorização de longo prazo), mas também o aumento do Dividend Yield em relação ao preço de aquisição das ações. Ou seja: naquele momento, o Yield era baixo, mas levando-se em conta o elevado Payout e a possibilidade de crescimento do lucro de IRB, a “operação” fazia todo o sentido.

De novembro de 2017 até hoje, IRBR3 pagou R$5,09 em proventos. Levando em conta o preço da nossa recomendação (R$32,2), o Yield pago no total até hoje foi de 15%. Vale frisar que, somente em 2019, esse Yield foi de 7,17%.

Ainda que possa parecer baixo, quando comparamos a outros bons pagadores de dividendos, a nossa tese em IRB de aproveitar valorização e também o pagamento de dividendos crescente tem se mostrado correta.

No próximo artigo, vamos falar a respeito da nossa recomendação em Cemig (CMIG3/CMIG4), que também uniu duas de nossas estratégias: potencial aumento no pagamento de dividendos e estratégia de recuperação.

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Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Destaque da semana: Fundos Imobiliários

Fundos Imobiliários em destaque

Confira os Fundos Imobiliários em destaque nessa semana, a variação do IFIX e a agenda de proventos.

IFIX

O IFIX é um índice de retorno total de Fundos Imobiliários, sendo formado por uma carteira teórica. O seu objetivo principal é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos produtos deste setor negociados nos mercados de bolsa e de balcão organizado da B3.

Em 2019, o IFIX sobe 12,14% e, e, doze meses, a alta é de 22,52%:

agosto/19 julho/19 junho/19 maio/19 abr/19
IFIX -0,84% +1,27% +2,88% +1,76% +1,03%

Gráfico IFIX- Retorno dos últimos meses (em %)

Fatos Relevantes

ALIANZA TRUST RENDA IMOBILIÁRIA FII – ALZR11

Administrado pela BTG Pactual Serviços Financeiros e sob gestão da Alianza, publicou Fato Relevante informando a aquisição de 100% de 2 imóveis logísticos, localizados em Guarullhos/SP e Bauru/SP. A compra será realizada pelo valor bruto total de R$ 27,9 milhões. A aquisição representa um impacto positivo de R$ 0,04/cota e um incremento de 7.086m² na Área Bruta Locável do fundo. Ambos os imóveis serão locados à BRF S.A. pelo período de 10 anos e os contratos serão reajustados anualmente pelo IPCA.

XP LOG FII – XPLG11

Administrado pela Vórtx e sob gestão da XP Gestão de Recursos, publicou Comunicado ao Mercado informando a aquisição do NE Logistic, localizado em Cabo de Santo Agostinho/PE. A compra será realizada pelo valor bruto total de R$ 537 milhões.

RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA FII – FFCI11

Administrado pela Rio Bravo Investimentos, publicou Fato Relevante informando que assinou uma proposta vinculante para aquisição de 20% de um imóvel, localizado em São Paulo/SP. A compra será realizada pelo valor bruto total de R$ 35 milhões e está condicionada ao resultado satisfatório da análise, em até 60 dias corridos, dos documentos relacionados ao empreendimento a serem fornecidos pelos proprietários.

TB OFFICE FII – TBOF11

Administrado pela BTG Pactual Serviços Financeiros, publicou Fato Relevante informando que foi celebrado 2 contratos de locação: i) Com a Agência Tundra Publicidade e Eventos referente a uma loja no 25° andar do Edifício Tower Bridge Corporate, localizado em Cidade Monções, São Paulo/SP. O imóvel locado possui uma Área Bruta Locável de 2.177 m².

O contrato se iniciará no dia 30/07/2019 e terá um prazo de duração de 5 anos. A remuneração será variável e com valor mínimo estipulado em contrato. Se o valor mínimo não for pago, o contrato será automaticamente rescindido. ii) Com a EMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia referente a 4 conjuntos nos 16° e 17° andares. O contrato se iniciará no dia 01/08/2019 e terá um prazo de duração de 5 anos. O imóvel locado possui uma Área Bruta Locável de 3.198 m². Com isso, a receita será impactada positivamente em aproximadamente 7,86% e a distribuição de rendimentos aumentará aproximadamente 8,05%.

CAPITÂNIA SECURITIES II FII – CPTS11B

Administrado pela BNY Mellon Serviços Financeiros e sob gestão da Capitânia, publicou Convocação para Assembleia Geral a ser realizada no dia 16/08/2019 a fim de deliberar sobre a nova Oferta Pública de Distribuição de Cotas da 5ª emissão do fundo destinadas a investidores profissionais. A proposta da administradora é emitir até 1,54 milhões de cotas com o valor unitário de R$ 97,58 (mais taxas), perfazendo o montante total de até R$ 150 milhões e com valor mínimo de R$ 30 milhões.

VINCI SHOPPING CENTERS FII – VISC11

Administrado pela BRL Trust Investimentos e sob gestão da Vinci Partners, publicou Fato Relevante informando a Oferta Pública de Distribuição de Cotas da 5ª emissão do fundo em regime de esforços restritos e destinadas a investidores profissionais. Serão emitidas até 2,7 milhões de cotas com o valor unitário de R$ 104,8 (mais taxas), perfazendo o montante total de até R$ 280 milhões e com valor mínimo de R$ 130 milhões. Os atuais cotistas terão direito de preferência na subscrição das cotas da oferta, observado o fator de proporção para subscrição de cotas de 32,739% na proporção do número de cotas de sua titularidade. O coordenador líder da emissão será o XP Investimentos.

UBS RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII – UBSR11

Administrado pela BRL Trust Investimentos e sob gestão da Banco Ourinvest, publicou Fato Relevante informando a Oferta Pública de Distribuição de Cotas da 5ª emissão do fundo em regime de esforços restritos e destinadas a Investidores Profissionais. Serão emitidas até 2,5 milhões de cotas com o valor unitário de R$ 100, perfazendo o montante total de até R$ 250 milhões e com valor mínimo de R$ 10 milhões.

Os atuais cotistas terão direito de preferência na subscrição das cotas da oferta, observado o fator de proporção para subscrição de cotas de 74,49% na proporção do número de cotas de sua titularidade. O período de exercício do direito de preferência está programado para ocorrer entre 14/08/2019 e 27/08/2019. O coordenador líder da emissão será o BTG Pactual.

HEDGE TOP FOFII 3 FII – HFOF11

Administrado pela Hedge Investments DTVM e sob gestão da Hedge Alternative Investment, publicou Comunicado ao Mercado informando o encerramento da 5ª emissão de cotas do fundo. Foram subscritas 1,7 milhões de cotas pelo valor unitário de R$ 99,26 (mais taxas), perfazendo o valor total de R$ 165,248 milhões.

Proventos – Dividendos

Nome Valor Crédito
DOVEL FII – DOVL11B R$ 2,22 20/08/2019
HOSPITAL DA CRIANÇA FII – HCRI11 R$ 2,56 20/08/2019
OURINVEST CYRELA FII – OUCY11 R$ 0,640 21/08/2019
OURINVEST FUNDO DE FUNDOS FII – OUFF11 R$ 0,45 21/08/2019
OURINVEST LOGÍSTICA FII – OULG11B R$ 0,81 21/08/2019
OURINVEST RE I FII – WTSP11B R$ 0,468 21/08/2019
PRESIDENTE VARGAS FII – PRSV11 R$ 1,96 21/08/2019
SHOPPING PARQUE D PEDRO FII – SHDP11B R$ 6,33 20/08/2019
TORRE NORTE FII – TRNT11 R$ 0,727 20/08/2019
TRANSINC FII – TSNC11 R$ 30,726 21/08/2019
VALORA RE III FII – VGIR11 R$ 0,85 19/08/2019
XP MALLS FII – XPML11 R$ 0,57 21/08/2019

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil.

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Analistas Responsáveis

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Destaques da Semana – Capitalizo

Destaques da Semana

Confira os destaques das nossas últimas publicações que selecionamos para você. 

Qual a melhor ação para momentos de crise?

No Capitalizo Responde de hoje, vamos responder a pergunta do Gabriel, que quer saber ”qual a melhor ação para momentos de crise”. Não acreditamos que exista uma específica para os momentos turbulentos do mercado, mas sim que o investidor deva se preparar antes de investir. Dessa forma, quando os momentos turbulentos chegarem ele saberá como agir.

Quer saber mais? Clique no vídeo e confira:

Indicadores de Mercado (Variação em %)

Indicador Taxa/Valor ago/19 jul/19 2019 (%)
Selic (efetiva) 5,90% ao ano 0,27 0,57 3,94
CDI 5,90% ao ano 0,27 0,57 3,94
Poupança 0,34 0,37 2,98
Ibovespa 99.805 -1,97 0,84 13,56
Índice Small Caps 2.259 -1,17 6,75 25,82
IFIX 2.637 -0,84 1,27 12,14
Dólar Comercial R$3,950 4,82 -0,55 3,31
Euro Comercial R$4,430 5,03 -3,17 0,19
Ouro (B3) 204,00 13,4 2,59 28,95
IPCA 0,19 2,42
IGP-M 0,4 4,79

Bolsa de Valores – Fechamento do Pregão

Confira a análise dos principais ativos da Bolsa, na visão de Danillo Fratta (CNPI-T EM-1795), e os resultados das principais recomendações do nosso produto Full Trader:

 

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Mais destaques

Confira também os principais destaques em conteúdo grátis dessa semana, além do VC Investidor – parceiro da Capitalizo na educação financeira.

Relatório – Resultados das Recomendações Full Trader

Relatório – Fundos Imobiliários em Destaque 

Relatório Grátis do Mês – IRB Brasil (IRBR3)

Artigo e Vídeo – WEGE3 – Conheça a Weg

Artigo – O que é vacância em Fundos Imobiliários?

Vídeo – Crise na Argentina: Quais as empresas da B3 são afetadas?

Vídeo – Ações para ficar de olho essa semana

Vídeo – LAME3/LAME4 – Conheça a Lojas Americanas

Vídeo – MDIA3 – Resultados fracos de M.Dias Branco

Vídeo – SMTO3 – Conheça a São Martinho

Vídeo (VC Investidor) – TIET11 – AES Tietê – Atenção ao bônus de subscrição

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão/Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Relatório Grátis – IRBR3 – IRB Brasil

IRBR3

Relatório Grátis – IRBR3 – IRB Brasil

Em 1939, foi criado o Instituto de Resseguros do Brasil pelo governo Getúlio Vargas, com a intenção de concentrar o resseguro do país. Manteve o monopólio da área durante anos e contou com garantias do Tesouro Nacional para tocar suas operações. Antes de sua fundação, os riscos de empresas nacionais eram transferidos para o exterior. Manteve o poder de regular o mercado de resseguro desde 1960 até o ano de 2000, quando repassou essa função para a Susep, tendo em 1996 se tornado uma sociedade de economia mista.

Ao longo da história, cobriu diversos projetos importantes, incluindo a fábrica de celulose da Klabin, em Monte Alegre (PR), e a criação da Acesita, no Vale do Rio Doce (MG). Outras operações relevantes no Brasil foram os primeiros investimentos do BNDES no reaparelhamento de portos e ferrovias, elevação do potencial elétrico e desenvolvimento da agricultura e indústrias de base.

Histórico

O IRB Brasil é uma empresa privada, tendo realizado sua abertura de capital com o lançamento de ações no Novo Mercado da B3 em 2017. Atua nos segmentos de vida e previdência, property (propriedades industriais, comerciais, empresariais e residenciais), rural, aeronáutico, transportes, linhas financeiras, entre outros. Atualmente, possui escritórios distribuídos entre Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Nova Iorque e Londres (pontos amarelos no mapa).

Produtos

Os principais produtos oferecidos são dos segmentos de tecnologia, eletrodomésticos, telefonia e móveis, com amplo mix disponível no site da empresa. Além de atuar no varejo, oferece produtos e serviços financeiros como crédito ao consumidor, seguros e consórcios. Está listada na B3 desde 2011, estando presente no segmento Novo Mercado, que inclui empresas adeptas de práticas diferenciadas de governança corporativa. Nos últimos anos, vem apresentando evolução em suas operações, com novos centros de distribuição, redução de custos e o início de uma transformação digital.

Estrutura

Com mais de 60 anos de história. Conta com 860 lojas físicas, site próprio e dez centros de distribuição espalhados em dezesseis estados brasileiros. São 20 mil colaboradores. Trabalhando para atender uma base de mais de 45 milhões de clientes. Desde 2014, possui um centro de desenvolvimento e inovação, o Luizalabs.  Por sua vez, essa tem o objetivo de transformar o Magazine Luiza em uma empresa digital. Sendo que sua operação de e-commerce já ganhou 12 vezes o troféu Diamante no Prêmio Excelência em Qualidade no Comércio Eletrônico B2C.

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Analistas Responsáveis

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

WEGE3 – Weg – Ações em foco

WEGE3 – Weg – Ações em foco

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Weg – WEGE3

A empresa

A Weg foi fundada em 1961 em Jaraguá do Sul sob o nome de Eletromotores Jaraguá e hoje é considerada uma das maiores fabricantes de equipamentos eletrônicos do mundo. Em 1970, a empresa passou a atuar fora do país exportando produtos para países da América Latina e, em 1971, abriu capital negociando suas ações na Bolsa de São Paulo. A seguir, criou sua política de qualidade, produzindo o primeiro motor conforme normas ABNT e implantando seu centro tecnológico. Neste período, surgiu o primeiro parque de reflorestamento, foi inaugurado o parque fabril e ocorreu a abertura de um escritório na Alemanha.

Na década de oitenta a empresa ampliou suas atividades, produzindo componentes eletroeletrônicos, produtos para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes eletroisolantes. Desta forma, se consolidou como fabricante de motores e fornecedora de sistemas elétricos industriais completos. Após a criação do parque fabril II, surgiram as ramificações da Weg nas linhas Transformadores, Energia, Química e Automação.

Em 1991, abriu sua primeira filial nos Estados Unidos, mercado para o qual já exportava desde os anos setenta, e durante toda a década continuou sua política de expansão global com a entrada em mais três continentes. Atualmente, a companhia possui quatorze parques fabris distribuídos pelo Brasil e mantém uma política de crescimento adquirindo fabricantes de transformadores, aerogeradores, turbinas eólicas, tintas, e componentes eletrônicos de automação industrial

Atuação

A empresa é uma das maiores fabricantes de equipamentos eletrônicos de uso industrial da América Latina. Os negócios estão focados nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, proteção de instalações elétricas, conversão de energia e automação industrial, tração e propulsão elétrica, construção e infraestrutura (soluções para construção civil) e tintas. Tem capacidade operacional para produzir mais de 70 mil motores por dia.

A base de clientes é totalmente diversificada, sendo que a empresa atende consumidores a nível global e com diferentes características. Os maiores compradores são fabricantes de equipamentos originais, centrais elétricas e empresas de infraestrutura. Grande parte da receita é auferida no mercado externo, principalmente na América do Norte, onde a representatividade chega a mais de 40% do faturamento. Os principais fornecedores atuam com produção de cobre, chapas de aço e aço longo, e não existe grande dependência desses fabricantes, uma vez que esses produtos apresentam ampla oferta no mercado internacional.

Controle acionário

A WPA Participações e Serviços possui 50,1% do capital social da companhia. A família dos fundadores conta com outros 14,4% e, somando com a fatia da WPA, forma um montante de 64,5% para o grupo controlador. O free float chega a 35,3%, englobando acionistas menores, configurando um capital relativamente pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram desvalorização de 3,5% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 595,0%, frente a 97,2% do benchmark.

Vídeo – WEGE3 – A Weg está cara?

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Índice Futuro e Dólar

Opções

Long&Short

Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

Importante: O Produto Invista em Ações está incluso no Full Trader.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

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Resultados das Recomendações Full Trader

Resultados das Recomendações

Segue atualização de Resultados das Recomendações de 12 meses do nosso produto Full Trader. O estudo leva em conta somente as recomendações encerradas.

Day Trade em Índice Futuro:

Total acumulado (soma de pontos) em 12 meses:  + 24.400 pontos

Percentual de recomendações com ganho: 57,40%

Day Trade em Dólar

Total acumulado (soma de pontos) em 12 meses: + 689 pontos

Percentual de recomendações com ganho: 57,29%

Day Trade em Ações

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 135,44%

Percentual de recomendações com ganho: 50,97%

Swing Trade em Ações*

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 54,95%

Percentual de recomendações com ganho: 48,03%

Rastreador de Tendências em Ações*

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 157,99%

Percentual de recomendações com ganho: 44,62%

Long&Short*

Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 16,75%

Percentual de recomendações com ganho: 50,22%

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Long&Short

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Importante: O Produto Invista em Ações está incluso no Full Trader.

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais com as operações dos últimos 12 meses (desde.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos

O que é vacância em Fundos Imobiliários?

vacância

O que é vacância em Fundos Imobiliários?

Você sabe o que é vacância? E como ela afeta os fundos imobiliários?

No rigor de seu significado, vacância é definida por demonstrar aquilo que não se encontra ocupado. Aquilo que está vago.

O termo “vacância” é muito utilizado nas análises de investimentos em fundos imobiliários. Porém, quando se trata deste tipo de investimento, temos que saber que existem dois tipos de vacância a se analisar: a Vacância Financeira e a Vacância Física. Vamos lhe explicar.

A vacância financeira é a porção dos ativos do portfólio de um fundo imobiliários que não está gerando rendimentos. Em outras palavras, é a fração da carteira que não está rentabilizando o capital do fundo através de juros, aluguel ou arrendamentos.

E quais podem ser os motivos desta vacância financeira? Geralmente, é um aluguel recém contratado que ainda está no período de carência. Ou seja, durante um período de alguns meses, por exemplo, o inquilino não pagaria o aluguel devido um acordo entre as partes. Nesses casos não há vacância física (já explicaremos), mas há financeira, visto que nestes espaços ocupados não há pagamento de aluguel.

Entretanto,

existem casos pontuais em que o inquilino recebe uma carência de até 2 anos, principalmente em contratos atípicos. Contratos atípicos são contratos de longa duração, diferente dos comuns utilizados no mercado imobiliário residencial, que duram em média 1 ou 2 anos. No caso citado, o proprietário do imóvel ficaria sem receber o aluguel por 24 meses seguidos, gerando um vago financeiro.

E a vacância física? Essa, por sua vez, mostra o espaço que não está ocupado, isto é, qual a área desse espaço que não está sendo locado. A vacância física pode refletir algumas coisas sobre o imóvel. Primeiro, ela reflete a qualidade do ativo. Um imóvel pode ter vacância elevada se possuir espaços locáveis (salas, escritórios…) que não sejam de boa qualidade. As vezes porque são muito antigos, ou de má arquitetura.

Assim, uma alta vacância nos fundos imobiliários pode indicar que os imóveis do fundo não atendem um alto padrão de qualidade. Trata-se, portanto, de um indicador bastante importante para se avaliar esses aspectos de qualidade. É importante, mas não é o único. Deve-se pesquisar bastante sobre os imóveis em si para avaliar se é realmente esse o motivo da alta vacância.

O que podemos afirmar é que a vacância vai interferir diretamente nos rendimentos gerados pelo fundo. Fundos com alta vacância possuem muitos espaços que estão vazios e poderiam estar gerando receitas provenientes dos aluguéis. Assim sendo, a vacância impacta bastante principalmente se o objetivo do(a) investidor(a) for voltado para a obtenção de renda mensal com o fundo imobiliário.

A informação da vacância nos é fornecida através da Taxa de Vacância. Essa taxa é definida, em termos percentuais, como a razão entre o espaço não locado com a área bruta locável total (ABL). O inverso da taxa de vacância define a taxa de ocupação.

Por fim, separamos uma última pergunta: Vacância alta é sempre ruim? Não, ou melhor, nem sempre! Veremos como podemos usar a vacância ao nosso favor.

Como já dissemos anteriormente, a taxa de vacância vai afetar diretamente nos rendimentos mensais gerados. Se seu objetivo for única e simplesmente obter o máximo de rendimentos, então talvez você deva procurar fundos com a menor taxa de vacância possível.

No entanto,

dá para enxergar a vacância como uma janela de oportunidade. O(A) investidor(a) pode escolher um fundo com vacância alta visando um fluxo de caixa positivo no futuro, com o acréscimo de rendimentos.

O fato da vacância estar alta também pode impactar no aumento da rentabilidade do fundo no futuro, a partir da valorização da cota. Fundos com alta vacância tendem a ter suas cotas desvalorizadas. Portanto, entrar em um fundo que você julgou ter bons atributos, porém está com a vacância alta e suas cotas estão abaixo do valor que você julga real, pode te trazer ganhos exponenciais quando o fundo diminuir essa vacância. Isso é chamado de “Comprar Vacância!”

Esse tipo de fundo imobiliário com alta vacância pode ser alocado em uma porção de maior risco da carteira. Contudo, é altamente recomendável que a porção seja pequena e deva fazer parte de uma carteira sólida, bem diversificada e de no máximo risco moderado. Normalmente, esse tipo de oportunidade costuma acontecer em momentos de crise econômica, onde a vacância se eleva e as cotas tendem a cair na B3.

A ”compra de vacância” é uma das estratégias utilizadas pela Equipe de Análise da Capitalizo, para aproveitar essas distorções de curto prazo.

Quer saber mais a respeito? Confira o vídeo abaixo:

 

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos. Logísticos, corporativos, shoppings, entre outros; e títulos de renda fixa – atrelados ao mercado imobiliário do Brasil.

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