ABEV3 – Conheça a Ambev

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ABEV3 – Conheça a Ambev

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Ambev – ABEV3

A empresa

A Ambev foi constituída em 1998 sob o nome de Aditus Participações como sucessora da Companhia Cervejaria Brahma e da Companhia Antarctica Indústria de Bebidas e Conexos. A primeira foi constituída em 1888 e a segunda em 1885, sendo duas das cervejarias mais antigas do Brasil. Antes mesmo do movimento societário, em 1994, a empresa começou a se expandir pelas Américas, iniciando suas atividades no segmento de cerveja em países como Argentina, Paraguai e Venezuela.

Logo começou a fabricar, engarrafar e distribuir os refrigerantes da Pepsi por todo Brasil, parceria que se estendeu para outros produtos da marca PepsiCo. Já com a formação da Ambev, aumentou seu alcance internacional através de diversas aquisições na América do Sul, na América Central e no Caribe, chegando a mercados como República Dominicana, Guatemala, Cuba e Panamá. Além disso, iniciou operações no Canadá com a incorporação de uma controladora indireta da Labatt, concluindo uma combinação de negócios envolvendo a Interbrew, cervejaria belga que alterou sua denominação social para InBev.

A InBev se tornou acionista majoritária da Ambev e passou a se chamar Anheuser-Busch InBev após a aquisição da dona da marca Budweiser. Em 2016, a Ambev concluiu uma operação de troca de ativos com a AB InBev por meio da qual a companhia transferiu suas operações na Colômbia, Peru e Equador para a AB InBev e essa, por sua vez, transferiu a operação da SABMiller no Panamá.

Atuação

Atualmente, a Ambev tem operações em 16 países: Brasil, Canadá, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Guatemala, República Dominicana, Cuba, Panamá, Barbados, Nicarágua, Saint Vincent, Dominica e Antigua. O mercado interno tem a maior contribuição dentro da receita anual, com 53% do volume total de vendas. No Brasil são 34 cervejarias e maltarias, 32 mil colaboradores e mais de 100 centros de distribuição.

As principais marcas de cerveja da companhia são Antarctica, Bohemia, Brahma, Budweiser, Skol, Polar, Quilmes e Stella Artois. Conta também com Guaraná Antarctica, sucos Do Bem, energéticos Fusion, isotônicos Gatorade e chás Lipton. A capacidade instalada gira em torno de 270 milhões de hectolitros por ano, levando em consideração a produção de cerveja e refrigerantes.

Controle acionário

Os acionistas controladores são as subsidiárias da Anheuser-Busch InBev. A Interbrew International BV conta com participação de 53,7% no capital social da Ambev, e a AmBrew possui uma fatia de 8,2%. Outro sócio relevante é a Fundação Antonio e Helena Zerrenner, com 10,2% das ações com direito a voto. O free float chega a 27,9%.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram desvalorização de 25,4% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 456,4%, frente a 74,5% do benchmark.

Posicionamento

A estratégia de investimento nas ações da Ambev (ABEV3) está centrada na distribuição de dividendos e na posição privilegiada que a empresa ocupa no setor de atuação, trazendo maior segurança e estabilidade à carteira. Vale ressaltar que a possibilidade de ganho de capital em empresas deste porte é bem menor do que em outras de menor capitalização, muito em função do volume financeiro necessário para entregar valor ao acionista.

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Vídeo – ABEV3 – Ambev: As melhores empresas da Bolsa

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Como ganhar dinheiro na Bolsa de Valores

A forma mais comum de ganhar dinheiro na Bolsa de Valores é através da valorização das ações. Você já teve curiosidade de entender o que pode levar uma ação a valorizar em longo prazo?

Primeiramente, vale ressaltar que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, apesar de você ter em mente uma perspectiva de longo prazo, não necessariamente significa que você vai esperar anos para ganhar dinheiro.

Não é raro exemplos de empresas com forte valorização em 2019. Enquanto escrevo, as ações da Login (LOGN3) sobem mais de 152% e da Sinqia (SQIA3), em torno de 146%. Ou seja, mesmo que o seu objetivo seja de longo prazo, você não está “proibido” de começar com bons ganhos.

A rentabilidade em Longo Prazo

O intuito desse artigo é mostrar que, em longo prazo, investir em ações pode nos trazer resultados incríveis.

Abaixo, seguem alguns exemplos de ganhos de algumas ações de janeiro/2000 até hoje o início de agosto/2019.

Obs: aplicações simuladas de R$ 10.000.

Ativo

Rentabilidade

 Valor atual (R$)* 

Alpargatas (ALPA4) 22336%                   2.243.636,36
Suzano (SUZB3) 18980%                   1.908.000,00
Aços Altona (EALT4) 15633%                   1.573.333,26
Weg (WEGE3) 12161%                    1.226.111,11
Shulz (SHUL4) 8710%                      881.000,04
Romi (ROMI3) 8553%                       865.333,30
Comgás (CGAS5) 8076%                       817.592,62
Banrisul (BRSR3) 7993%                       809.259,27
Randon (RAPT4) 7500%                       759.999,99
Lojas Americanas (LAME3) 6580%                       668.000,00
Ferbasa (FESA4) 6511%                       661.111,13
AmBev (ABEV3) 4676%                       477.631,58
Itaúsa (ITSA4) 4573%                       467.307,68
Banco do Brasil (BBAS3) 4568%                       466.808,52
Guararapes (GUAR3) 4130%                       422.978,71
Bradesco (BBDC4) 3492%                       359.213,48
Engie (EGIE3) 3466%                       356.639,33
Ibovespa 470%                         57.004,73
Light (LIGT3) -22%                           7.757,87

*Essa tabela não considerou, ainda, os dividendos. Fonte: ProfitChart.

E o que essa tabela nos diz?

Alguns ativos tiveram resultados extraordinários, como por exemplo, as ações da Weg e da Alpargatas. Por outro lado, temos o exemplo da Light (LIGT3) que apresentou desvalorização durante esse longo período.

O que fez a Light ter um resultado tão ruim e a Weg um resultado tão bom?

Resumidamente, o que faz uma ação subir, em longo prazo, é o interesse das pessoas em comprar essas ações. Quanto mais “compras” tiver, mais ela vai subir. Simples assim.

O que leva um investidor de longo prazo a comprar ações é a capacidade que essa empresa tem de gerar retorno para seus acionistas. Esse retorno pode vir na forma de crescimento constante de vendas, lucros, dividendos de ou retornos sobre o patrimônio. Basicamente, quanto mais uma empresa crescer (com qualidade) e maior for a perspectiva desse crescimento, mais pessoas irão comprar essas ações e mais elas vão subir.

Abaixo, temos os gráficos mostrando a evolução dos lucros (ou prejuízos) de Light e Weg. Em um, temos lucros não constantes (e vários prejuízos). Em outro, temos lucros crescentes, com apenas alguns anos de estabilidade.

Você acha que é preciso dizer a que empresas cada um dos gráficos abaixo se refere?

Gráfico 1

Gráfico 2

A missão da Capitalizo, como uma empresa de análises e recomendações, está justamente, em:

  • Entender quais empresas continuarão crescendo e entregando bons resultados, como a Weg;
  • Entender quais empresas não possuem boas perspectivas boas em longo prazo, como a Light;
  • Entender quais empresas não tem perspectivas boas em curto prazo, mas podem reverter esse quadro, como foi o caso de Magazine Luiza.

O caso de Magazine Luiza (MGLU3)

Magazine Luiza é um ótimo exemplo de empresa que conseguiu se recuperar. A empresa vinha de péssimos e constantes resultados (desde sua abertura na Bolsa, em 2011), e suas ações ficaram praticamente 5 anos em queda.

A empresa começou um profundo processo de reestruturação, que começou a apresentar resultados no início de 2016. Veja o comportamento da lucratividade da empresa e a reversão do prejuízo para fortes lucros:

O resultado dessa reestruturação da companhia foi uma forte demanda de compra das ações MGLU3, que fizeram com que as mesmas tivessem uma forte valorização. Apenas entre janeiro/2016 até agosto/2019, as ações subiram mas de 12.000%.

Seja em empresas que estão bem e podem melhorar ainda mais ou em empresas que podem se recuperar e gerar excelentes ganhos, o mercado está cheio de ótimas oportunidades de investimentos em longo prazo. Conte com a gente nessa jornada!

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Panorama Mensal do Mercado de Capitais

Panorama Mensal do Mercado de Capitais

Confira o panorama mensal do Mercado do Capitais referente ao mês de agosto/19.

Crescimento das emissões

Nos primeiros oito meses de 2019, o montante de emissões domésticas chegou a R$ 240,1 bilhões, 38,7% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, o número de operações regrediu de 637 para 583, com grande contribuição da redução em CRIs. Destaque para as operações envolvendo debêntures, que tiveram uma representatividade de 48,9% do volume financeiro total, seguida de ações (22,5%), notas promissórias (8,5%), fundos imobiliários (6,8%) e CRAs (3,6%).

Debêntures

No acumulado até agosto, o volume emitido de debêntures foi de R$ 117,4 bilhões, correspondendo a um crescimento de 7,3%. Esse movimento pode ser explicado pela reestruturação da dívida das empresas e retirada do BNDES como financiador ativo. Além disso, com a redução nos juros os papéis ficaram mais atrativos para os investidores, facilitando a absorção das ofertas.

Em agosto, a maior operação registrada foi do Grupo Pão de Açúcar, através da sua subsidiária Sendas Distribuidora, no total de R$ 8 bilhões. O montante será utilizado para a aquisição de até a totalidade das ações de emissão da varejista colombiana Almacenes Éxito. Outra divulgação relevante foi sobre a emissão de R$ 1,6 bilhão da Engie Brasil, que pretende reembolsar gastos e dívidas relacionados a projetos de geração de energia solar (Assu V), eólica (Umburanas) e hídrica (Jaguara e Miranda).

No volume subscrito, aumentou a representatividade de investidores institucionais como detentores de debêntures, variando de 58,4% para 62,9% entre os primeiros oito meses de 2018 e o mesmo período do atual exercício. Com a queda da taxa Selic e a maior disposição ao risco, ocorreu um aumento substancial da parcela destes títulos nas carteiras de fundos de investimento. As pessoas físicas, que detinham 3,1% dos papéis corporativos emitidos em 2018, passaram para 4,3%. Intermediários e participantes ligados à oferta diminuíram a participação de 38,5% para 32,8%.

Maiores operações com debêntures em agosto

Observando a destinação dos recursos captados via emissão de debêntures, foi possível identificar queda na proporção quanto à necessidade de refinanciamento de passivo. Na comparação entre os primeiros oito meses de 2019 e o mesmo período do ano anterior, essa aplicação caiu de 39,9% para 36,7%, mas se manteve como principal direcionamento do capital auferido. Destaque para o crescimento de 23,1% para 28,8% na utilização de recursos para financiamento de capital de giro. Investimentos em infraestrutura regrediram de 16,1% para 13,8%.

Ações

Em ações, foram dezenove operações no ano, movimentando R$ 54,0 bilhões, contra R$ 6,9 bilhões de 2018. Em agosto não houve novos registros, mas os meses anteriores foram marcados por números recordes. No final de julho, a Petrobras Distribuidora anunciou o encerramento da oferta pública de distribuição secundária de ações de emissão própria e de titularidade da Petrobras, com movimentação de R$ 9,6 bilhões. No mesmo período, o Banco do Brasil e a União venderam suas participações no IRB Brasil, em uma oferta de R$ 7,4 bilhões. Outras operações relevantes em julho foram da Hapvida (R$ 2,7 bilhões), Light (R$ 2,5 bilhões), Banco Inter (R$ 1,2 bilhão), Movida (R$ 832,5 milhões) e Tecnisa (R$ 445,5 milhões).

Maiores operações com ações em agosto

BNDES vai vender ações?

O aumento da utilização de papéis corporativos de dívida para financiamento segue uma tendência gerada pela redução da taxa Selic, pois ocasionou em maior procura de investidores por ativos de maior risco e rentabilidade. Outros motivos relevantes para o novo cenário são a alteração da política de crédito do BNDES e o aumento do volume de debêntures incentivadas em circulação, despertando maior interesse por aplicações isentas de imposto de renda.

Em ações, a perspectiva é de novas ofertas para os próximos meses, muito em função do cenário favorável e do programa de privatizações e desinvestimento do governo federal. Atenção especial para ativos detidos pelo BNDES, que possui participação no capital social de empresas como Petrobras, Vale, Eletrobrás, JBS, Suzano Papel e Celulose, Copel, Cemig, Marfrig, AES Tietê, Klabin, Tupy e Embraer.

Principais participações do BNDES

Em relação a esse movimento do BNDES monitoraremos os caso a caso a avisaremos os nossos clientes de possíveis oportunidades.

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Os 10 fundos imobiliários preferidos dos grandes investidores

fundos imobiliários preferidos

Existem 186 fundos de investimento imobiliários (FIIs) com cotas negociadas na Bolsa, um aumento de 46% em relação a 2014. Já em números de investidores, já somos mais de 430 mil. Mas você sabe quais foram os Fundos Imobiliários preferidos pelos grandes investidores em agosto? Confira o que mostra o estudo Big Data SmartBrain.

Segundo o estudo, considerando os Top 10 fundos imobiliários mais investidos, nove tiveram rentabilidade acima de dois dígitos em 12 meses terminados no mês passado, sendo 36,34% o maior retorno. Confira o Ranking atualizado:

Mudanças nas preferências de julho para agosto:

O HGLG11, fundo imobiliário que atua na área de galpões logísticos e industriais, continuou na primeira posição em agosto. Em segundo lugar no ranking reapareceu o MGFF11, fundo de fundos imobiliários da gestora Mogno Capital. Já o KNCR11, fundo de títulos de renda fixa do setor imobiliário da Kinea, subiu da quarta para a terceira posição.

Outras novidades no ranking dos FIIs preferidos foram HGCR11, fundo de recebíveis imobiliários, o VRTA11, que também atua com títulos imobiliários, e o MXRF11, que investe em CRIs, desenvolvimento de empreendimentos residenciais e cotas de fundos imobiliários.

Mantiveram-se entre os Top 10, apesar de alterações nas posições: BRCR11, fundo de lajes corporativas; o VISC11, fundo de shopping centers, além de KNIP11 e KNRI11, que são respectivamente um fundo de locação de prédios comerciais e um fundo de CRIs da Kinea.

Deixaram a lista

E deixaram a lista em agosto: o HFOF11, fundo de fundos imobiliários; o BCFF11, fundo que compra cotas de outros FIIs e também tem títulos imobiliários na carteira; o HGRE11, fundo de lajes e o SAAG11, que possui agências locadas para o Banco Santander.

Os Top 5

Aproveitamos a divulgação do Ranking e fizemos um vídeo falando a respeito das novidades do 5 primeiros: HGLG11, MGFF11, KNCR11, BRCR11 e VISC11. Confira:

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Frigoríficos – Melhores setores da Bolsa em 2019

Em alguns momentos do mercado, o fluxo de notícias é tão positivo para certas empresas que acaba convergindo com a forte valorização das suas ações. Nessa série de artigos vamos falar justamente desses casos. O primeiro desses setores é o de frigoríficos.

Vamos conhecer as principais empresas do setor, entender os motivos das altas recentes de suas ações e também mostrar porquê esse movimento altista poderá continuar.

Empresas do setor

JBS (JBSS3) 

A JBS é atualmente a maior produtora de proteínas do mundo e a segunda maior empresa de alimentos do planeta. A empresa possui mais de 400 unidades ao redor do globo e mais de 235 mil colaboradores.

Em 2017, a receita da empresa era de pouco mais de R$ 163 bilhões e saltou para R$ 191 bi nos últimos 12 meses. No mesmo período, o lucro da empresa subiu de R$1 bi para R$ 3,9 bi.

Marfrig (MRFG3)

A Marfrig é uma das companhias líderes na produção de carne bovina do mundo. A empresa possui 22 unidades de abate, 12 de processamento e 8 centros de distribuição distribuídos entre EUA, Chile, Uruguai, Argentina e Brasil. Recentemente, a empresa anunciou que o Burger King irá vender seu hambúrguer vegetariano em todo o Brasil – a novidade estará em todo o país ainda em 2019.

Em 2017, a receita da Marfrig era de R$ 18,5 bi e passou para R$ 43,5 bi em 12 meses. No mesmo período, a empresa saiu de prejuízo para um lucro de R$ 3,2 bi.

Minerva (BEEF3)

A Minerva é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados e exportação de gado vivo. Além disso, a empresa também atua no processamento de carne bovina, suína e aves. A empresa possui 25 plantas de abate de bovinos distribuídos entre Colômbia, Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil.

A Minerva é a única das três empresas que ainda está “no vermelho” (prejuízo), mas que também viu sua receita subir forte de 2017, em relação aos últimos 12 meses. No período, as vendas da empresa saíram de R$ 12,1 bi para R$ 16,69 bi.

BR Foods (BRFS3)

A BR Foods é outra empresa que também se beneficia do atual momento do setor frigorífico. Porém, a empresa está em outro momento, ainda tentando se recuperar do ”tombo” dos últimos anos. Dessa forma, vamos focar apenas nas nossas favoritas: Minerva, JBS e Marfrig.

Dólar em alta

O primeiro motivo que levou as empresas a terem obtido um resultado mais favorável nos últimos anos foi a apreciação do dólar. Como as companhias são players globais e também exportadoras, a alta da moeda americana tem sido importante.

Peste Suína Africana

A Peste Suína Africana é o principal motivo para a mudança da dinâmica do setor nos últimos anos. Somente na China, que é o maior consumidor de carne de porco do mundo, estima-se que a doença já tenha matado mais de um terço do rebanho do país.

O preço que os varejistas chineses pagam pela carne de porco aumentou quase 70% em 2018. E o preço médio que os atacadistas pagam aos fornecedores aumentou 90% na última semana de agosto em comparação com o mesmo período de 2018, segundo dados do governo chinês. Como as projeções são de que o país asiático deva levar entre 2 a 3 anos pra recuperar o estoque, os preços devem continuar subindo.

Vale lembrar que o problema da Peste Suína Africana não está localizado apenas na China. Países como Filipinas, Vietnã, Camboja, Mongólia e, mais recentemente, Coreia do Sul e Rússia também já têm focos da doença.

Exportação brasileira deve continuar crescendo

A medida que o problema da Peste Suína se alastra, mais unidades de carnes brasileiras são liberadas para exportação não só para a China, mas também para outros países.

Somente no início do mês de setembro, 25 dessas unidades foram liberadas. Até o final do ano, espera-se a liberação de pelo menos mais 70. Essas unidades exportarão não apenas carne suína, mas também carne bovina, de frango e até de jumento.

A procura pelos produtos das empresas brasileiras foi tão grande que a representatividade da China no setor de proteína animal brasileiro passou de 8% do total dos embarques, em 2005, para 26% neste ano. No segmento de suínos, o percentual atingiu 46%.

O mercado está tão aquecido que Marfrig (MRFG3) vem contratando pessoal pra suprir a demanda de dois turnos de trabalho.

Desalavancagem das empresas

Outra questão importante é a desalavancagem das empresas, que vem conseguindo diminuir suas dívidas de forma consistente nos últimos trimestres. Nos 3 casos foi possível perceber esse movimento.

A Marfrig, que tinha a Dívida Líquida/EBTIDA de 5,14 em 2017, viu esse indicador cair para 3,77 nos últimos 12 meses. Considerando o mesmo período, na JBS a queda foi de 4,04 para 3,33. E no caso da Minerva, de 5,11 para 3,94.

Além disso, há a possibilidade da JBS abrir capital nos EUA e da Minerva retomar o IPO da Athena Foods no Chile. Caso essas operações concretizem-se, a alavancagem deve cair ainda mais.

E por fim, vale ressaltar que as 3 companhias têm gerado fluxo de caixa livre e devem pagar dividendos em 2020.

Observação: caso você não saiba como funciona o indicador Dívida Líquida/EBTIDA*, confira a explicação ao final do texto.

Desempenho das ações

Nos últimos 12 meses, as ações da JBS, Marfrig e Minerva são destaques de valorização. No caso da JBS, as ações JBSS3 acumulam alta de 230%. Já as ações ordinárias da Marfrig (MRFG3) subiram 109%. Finalmente temos as ações na Minerva (BEEF3) com alta de 95,91%. O Ibovespa, no mesmo período, subiu pouco mais de 31%.

Nossas recomendações

Conforme vimos, todas as empresas são bem estruturadas, viram suas receitas subir fortemente, impulsionadas pelo dólar e, principalmente, em função da Peste Suína Africana. Além disso, temos um movimento de desalavancagem em curso, que pode trazer ainda mais retorno para seus acionistas.

Por outro lado, nossos analistas ainda são um pouco céticos em relação aos cases, especialmente quando falamos de recomendações de longo prazo em um setor de commodities e com margens tão apertadas. Dessa forma, acompanhamos de perto a movimentação do setor e esperamos mais valorização das ações – pelo menos nos próximos 12 meses.

Atualmente, visando captar esse movimento de médio prazo, temos duas recomendações de compra em aberto: uma em Marfrig (MRFG3) e outra em Minerva (BEEF3), pela Estratégia do Rastreador de Tendências.

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*Dívida Líquida/EBTIDA

Um dos indicadores mais utilizados para medir a alavancagem de uma empresa é o índice Dívida Líquida sobre o EBITDA. O EBTIDA é o lucro antes de juros, taxas, depreciação e amortização. O EBTIDA também pode ser considerado uma medida de “geração de caixa”.

Esse indicador dá ao investidor a noção de quanto tempo levaria (em anos) para uma empresa pagar a sua dívida. Dessa forma, uma empresa que tem a Dívida Líquida/EBTIDA de 2 significa que ela demoraria 2 anos de “Geração de caixa” medida pelo EBITDA para ”cobrir” sua dívida líquida.

Setor de Varejo – Análise Setorial

Setor de Varejo

De acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) em agosto, a intenção de consumo das famílias cresceu, encerrando uma sequência de cinco quedas consecutivas. O ICF, índice que mede esta tendência, apresentou variação positiva de 1,8% na última passagem, atingindo 91,4 pontos. Destaque para a possibilidade de maiores gastos com a restituição do imposto de renda, saques do FGTS e PIS/Pasep e criação de novas vagas de trabalho. Quanto à redução na taxa desemprego, vale ressaltar que o movimento ainda está muito concentrado na informalidade, o que não contribui de forma relevante para a estabilidade das famílias. Assim, o entendimento geral é de que o momento não é propício para compra de bens duráveis, bem como eletrodomésticos e automóveis.

A confiança dos empresários do setor, de acordo com a mesma fonte, regrediu pelo quinto mês consecutivo. A variação negativa de 0,1% foi impulsionada pelo fraco desempenho da economia e pela redução no otimismo em relação a recuperação da atividade para o curto prazo. De acordo com os entrevistados pela pesquisa, as intenções de investimento e o nível de estoques continuam muito baixos, indicando pessimismo em relação à capacidade de venda para os próximos meses.

O total de famílias endividadas passou de 64,0% para 64,1% na passagem de junho para julho. Esse movimento também representa alta considerável em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a fatia era de 59,6%. A tendência é a mesma desde o início do ano, com aumento no comprometimento médio com dívida e piora constante na percepção das famílias em relação à situação orçamentária. Os principais tipos de dívida continuam sendo cartão de crédito e carnês, correspondendo a 78,4% e 16,2% do total, respectivamente.

De acordo com a pesquisa mensal do comércio realizada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista avançou 1,0% em julho frente ao período imediatamente anterior, terceira variação positiva seguida. Em relação a 2018, o crescimento foi de 4,3%, quarta evolução consecutiva. Na comparação com junho do atual exercício, sete das oito atividades analisadas apresentaram resultados superiores, com destaque para hipermercados e supermercados (1,1%), móveis e eletrodomésticos (1,6%) e combustíveis e lubrificantes (0,5%). Equipamentos e materiais de escritório foi o único grupo com queda no volume de vendas, caindo 1,6%. No comércio varejista ampliado, ponto negativo para a retração de 0,9% em veículos, motocicletas, partes e peças. O setor continua sofrendo com a fraca recuperação da economia, mais precisamente na lenta retomada do mercado de trabalho, o que acaba afetando a confiança dos consumidores e a perspectiva de aumento nas vendas.

Magazine Luiza (MGLU3)

A Magazine Luiza apresentou Ebitda de R$ 379,9 milhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 21,6% me relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a evolução no volume de vendas e o resultado positivo com o e-commerce, que contaram com o efeito positivo da inauguração de 102 novas lojas nos últimos doze meses, incorporação de clientes da Netshoes e maior participação do marketplace. O lucro líquido pró-forma foi de R$ 108,5 milhões, com queda de 23,9% devido a ajuste de créditos tributários, aquisição da Netshoes e provisões e despesas não recorrentes.

Via Varejo (VVAR3)

A Via Varejo apresentou Ebitda ajustado de R$ 388,0 milhões no segundo trimestre, representando uma redução de 38,7% frente ao mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo da queda na receita, que contou com efeito adverso da instabilidade das ferramentas do canal online e menor volume de vendas em mesmas lojas, além do fim de incentivos fiscais. Foi reportado prejuízo de R$ 154,0 milhões, com impacto da menor cobertura sobre juros e aumento da alavancagem financeira.

Pão de Açúcar (PCAR4)

O Grupo Pão de Açúcar registrou Ebitda de R$ 855,0 milhões no segundo trimestre, com queda de 32,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque positivo para a evolução no volume de vendas, com impulso da expansão de lojas e ganho de market share do Assaí Atacadista e maior penetração de mercado de marcas exclusivas de alimentos. Esses movimentos foram compensados pela queda de vendas em mesmas lojas no Pão de Açúcar e efeito na base de comparação com as promoções ocorridas no 2T18 para a Copa do Mundo. O lucro líquido regrediu 28,5%, totalizando R$ 401,0 milhões.

Lojas Renner (LREN3)

A Lojas Renner, uma das nossas preferidas no setor, registrou Ebitda de R$ 350,8 milhões nas operações de varejo, com retração de 0,6%. O resultado pode ser explicado pelo impacto cambial em produtos importados, maior provisionamento do programa de participação nos resultados e adoção de depreciação e despesas financeiras relativas a arrendamentos na operação de varejo. Nesse último caso, o ajuste acarretado por norma contábil trouxe um efeito negativo de R$ 12,0 milhões. A receita subiu 13,4%, impulsionada pelo ritmo de vendas, com fluxo acentuado de clientes e assertividade na transição da coleção outono-inverno. O lucro líquido do período foi de R$ 235,1 milhões, com retração de 14,4%.

Indicadores

Segue abaixo os indicadores de mercado das empresas comentadas. Os dados devem ser utilizados apenas para comparação entre empresas com atividades similares, o que não é o caso de todas as companhias dentro da seleção. Por exemplo, a Lojas Renner é uma varejista de vestuário, o Pão de Açúcar possui grande presença no segmento de hipermercados e a Magazine Luiza está voltada para venda de eletrodomésticos e produtos de lazer.

Fontes: Confederação Nacional do Comércio, IBGE e RI das empresas

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Banco Central corta Selic. Vai mais?

Enquanto o Banco Central americano (Fed) decidiu reduzir as taxas de juros em 0,25% e abrir menos espaço para novos cortes – pelo menos até a resolução da Guerra Comercial China X EUA –, aqui no Brasil, o Copom foi muito além.

De forma unânime e como era aguardado, o BC decidiu cortar a taxa Selic em 0,50%, para 5,50% ao ano. No comunicado oficial, porém, deixou a porta aberta para vermos uma Selic abaixo dos 5% que eram esperados pelo mercado ao final de 2019:

“…a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo.”

Dessa forma, enxergamos espaço para mais um corte de 0,50% na reunião de outubro e outro de mesmo tamanho em dezembro. Ou seja, mantido o cenário atual, veremos a Selic a 4,5% ainda em 2019.

Hoje, os Juros Futuros já abriram o dia incorporando esse novo cenário. Juros para baixo e avante:

Petrobras (PETR3/PETR4) – reajuste de preços

Após o ataque a Saudi Aramco no final de semana, a Petrobras havia anunciado que “acompanharia os desdobramentos do evento” para definir se mexeria no preço dos combustíveis. O petróleo havia subido mais de 10% na segunda-feira. Isso poderia transparecer que a empresa seguraria os preços e que a temida ingerência estaria, em breve, de volta.

Por hora, porém, a ingerência não ocorreu e a Petrobras anunciou aumento no diesel de 4,2% e na gasolina de 3,5% nas refinarias.

Para o longo prazo, já desistimos de Petrobras há algum tempo. Já para o médio prazo, a continuidade do processo de venda de ativos e os sinais de não ingerência na política de preços podem ser interessantes gatilhos para a alta dos preços das ações PETR3/PETR4. Dessa forma, seguimos “comprados”.

Em 2019, as ações PETR4 sobem pouco mais de 23%, mas estão “de lado” desde fevereiro. Esperamos que esse movimento seja “rompido” em breve e que as ações voltem a subir.

Sinqia (SQIA3) – o que fazer após a precificação?

Após anunciar que a precificação do follow-on ficou em R$ 62, as ações da empresa tiveram baixa de mais de 3% no pregão de ontem.

A empresa anunciou que a operação vai representar um aumento de capital de R$ 362,7 milhões. Além disso, “os recursos líquidos obtidos por meio da oferta serão utilizados na ampliação da participação no mercado de softwares aplicativos para o setor financeiro por meio de potenciais aquisições de empresas consideradas estratégicas para expansão do portfólio de produtos, expansão da carteira de clientes, adição de tecnologias e/ou entrada em novos segmentos”.

Assim como no caso de Petrobras, acreditamos que Sinqia possa ter gatilhos que sustentem uma retomada dos preços nos curto e médio prazos. Seguimos “comprados” em SQIA3.

Em 2019, as ações SQIA3 acumulam forte alta de 160%.

Confira também nossas últimas publicações (Blog e Canal do YouTube):

Encerrando as operações muito cedo

LREN3 – Conheça a Lojas Renner

MALL11 – Conheça o Malls Brasil Plural FII

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LREN3 – Conheça a Lojas Renner

lren3

LREN3 – Conheça a Lojas Renner

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Lojas Renner – LREN3

A empresa

A Lojas Renner inaugurou seu primeiro ponto de venda em Porto Alegre, em 1922. No início das operações, a empresa fazia parte do grupo A. J. Renner e comercializava artigos têxteis, até ampliar seu mix de produtos e iniciar suas atividades como loja de departamento. Pouco mais de quarenta anos depois, devido ao seu crescimento, se tornou independente de sua controladora e, em 1967, realizou a abertura de capital.

Após décadas de bom desempenho, passou por uma profunda reestruturação no início dos anos noventa e começou a operar no formato de loja de departamento especializada em moda. Passou, então, a se consolidar em outros estados, tais como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Em 1998, a J. C. Penney Brazil, subsidiária de uma das maiores redes de lojas de departamento dos Estados Unidos, adquiriu o controle acionário da companhia, que já contava com vinte e uma lojas. Com esse movimento, a empresa atingiu um novo patamar com um intenso plano de expansão.

Em 2005, quando já contava com sessenta e quatro pontos de venda, a controladora optou por vender suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo. A Lojas Renner entrou, então, no Novo Mercado da Bovespa como a primeira companhia no país a ter seu capital pulverizado e aproximadamente 100% das ações em circulação. No ano seguinte, iniciou sua atuação no Nordeste do país, com a abertura de unidades em Pernambuco, Ceará e Bahia. Na mesma época foi implementada a área de produtos financeiros, com oferta de empréstimo pessoal e saque rápido. Posteriormente, foram lançados o co-branded Meu Cartão Renner, com as bandeiras MasterCard e Visa, e o projeto de e-commerce.

Atuação

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil. Entre suas subsidiárias, a Camicado atua no segmento de casa e decoração, e a Youcom é especializada em moda jovem. A empresa opera também com a Realize CFI, que apoia o negócio de varejo com oferta e gestão de produtos financeiros. Considerando os quatro formatos, conta com mais de 570 lojas espalhadas pelo território nacional, além de ter inaugurado sua primeira operação Renner fora do país, com unidades lançadas em Montevidéu, no Uruguai.

O sistema de logística da empresa é totalmente integrado e flexível, permitindo que os diferentes produtos ofertados estejam ao alcance dos clientes rapidamente, respeitando as diferenças climáticas, regionais e preferências locais. Os centros de distribuição próprios estão localizados em Santa Catarina e Rio de Janeiro. Além do sistema de distribuição, a Renner conta com equipe interna para criação e desenvolvimento dos produtos. São realizadas pesquisas de temas para cada marca e estilo, com acompanhamento de desfiles e feiras nacionais e internacionais, buscando tendências de grandes centros urbanos para satisfazer as necessidades dos clientes.

Controle acionário

De acordo com a última atualização, o maior acionista (Standard Life Aberdeen PLC.) possui 9,48% das ações ordinárias, e o segundo (J.P. Morgan Asset Management H.Inc.), 6,83%. Mais de 80% do total está pulverizado entre minoritários.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 21,1% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 1.234,1%, frente a 83,5% do benchmark.

Destaque para a qualidade da gestão e resiliência em momentos de crise. O valor pago pelas ações da empresa conta com prêmio acima da média e a inclusão do ativo em carteira serve como defesa em cenários de stress, contribuindo com menor correlação com fatores macroeconômicos na comparação com outras varejistas. Vale ressaltar que empresas voltadas para o consumo discricionário tendem a se favorecer em ciclos de expansão econômica.

E você quer ser sócio das melhores empresas do Brasil? Conte com as recomendações da Capitalizo.

Vídeo – LREN3 – Lojas Renner é a melhor empresa da Bolsa?

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Encerrando as operações muito cedo

operações

Encerrando as operações muito cedo

Sabemos que, operando no curto prazo, é praticamente impossível comprar na mínima e vender na máxima. Na verdade, não é nossa pretensão achar que poderemos sempre ganhar ou que venderemos no melhor ponto. Porém, muitos investidores até conseguem comprar ações em bons preços, mas não tem muita ideia de quando vendê-las. Quando isso acontece, normalmente o resultado é que as pessoas encerram as operações muito cedo e deixam de ganhar dinheiro.

A melhor forma de não encerrar uma operação muito cedo é identificar se a ação está em uma tendência de alta e “surfar” ao máximo essa tendência. Conforme vimos no artigo Rastreador de Tendências: Estratégia de Médio Prazo em Ações, utilizando gráficos é possível identificar claramente se uma ação está em tendência de alta -no caso da Estratégia do Rastreador, poderemos ficar meses ”surfando” essa tendência.

Como exemplo de tendência de alta, temos o nosso Índice Bovespa, o Ibovespa. O Ibovespa mostra o comportamento médio das ações com maior representatividade na nossa Bolsa e, como podemos ver abaixo, está em um canal de alta desde 2016:

No caso do Ibovespa, a tendência de longo prazo ainda é claramente de alta. Ou seja, enquanto o Índice estiver dentro desse canal, não temos como falar em baixa. Dessa forma, quem estiver ”comprado”, pode permanecer assim.

Por outro lado, caso os preços cortem o canal para baixo, uma tendência de baixa poderia estar se aproximando. Nesse caso, seguindo a nossa lógica, seria mais prudente ”vender” e ficar de fora.

O aspecto psicológico

Conforme observamos acima, mesmo para quem nunca viu um gráfico, é fácil perceber o canal de alta e que não haveria motivos para vender enquanto o Ibovespa continuar dentro dessa tendência. Porém, se é tão fácil, porque a maioria das pessoas não segue esse tipo de estratégia?

Primeiramente, vale comentar que não são todos os investidores que conhecem ou tem perfil para operar utilizando gráficos. Dessa forma, enquanto você pode estar preocupado com o canal de alta do Ibovespa, outros investidores sequer estão olhando para esse gráfico.

Porém, o que mais atrapalha o investidor a não usar ou respeitar essa as tendências dos gráficos é a falta de paciência. Isso mesmo, na maior parte das vezes os investidores ficam impacientes e, na pressa de garantir ganhos, acabam saindo cedo demais.

Abaixo, segue o exemplo de uma das nossas recomendações que está em andamento nas ações da Marfrig (MRFG3). A recomendação foi dada ainda em julho/19, após o ativo romper uma tendência de baixa. Felizmente, a operação andou bem e as ações subiram mais de 50% no período.

No caso acima, o gráfico não está tão ”bonito” ou fácil de visualizar a tendência como o do Ibovespa – até porque é comum demorar algumas semanas até essa tendência ficar perceptível. Nesses casos, utilizamos o que chamamos de Redução Parcial ou RP. A RP consiste na venda de metade da posição comprada com o intuito de garantirmos os ganhos. E foi exatamente isso que recomendamos em MRGFG3. Como as ações continuam subindo, seguimos comprados na outra metade da posição.

Vale ressaltar, que avisamos aos nossos clientes a hora de comprar, de reduzir (caso seja necessário) e de vender. Porém, de nada vale nosso trabalho, se o investidor deixar o ”psicológico” atrapalhar e não respeitar a estratégia proposta.

Exemplos de recomendações vencedoras

Abaixo, seguem alguns exemplos de recomendações bem sucedidas nas quais conseguimos surfar boas tendências, pela Estratégia do Rastreador:

Operação de compra em Estácio (ESTC3) +75,21%

Operação de compra em Gafisa (GFSA3) +53,32%

Operação de compra em Ferbasa (FESA4) +110,97%

Operação de compra em Locamerica (LCAM3) +80,78%

Operação de compra em Direcional (DIRR3) +42,82%

Operação de compra em Via Varejo (VVAR3) +56,15%

E você, que aproveitar as tendência de médio prazo das ações? Conte com as recomendações da Capitalizo.

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Renda Fixa – Panorama Mensal

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Renda Fixa – Panorama Mensal

Confira o panorama mensal de Renda Fixa

O mercado

Em agosto, o IMA-Geral, que reflete o rendimento dos títulos públicos federais, subiu 0,16%, fechando os primeiros oito meses com 9,12%. Os índices de prazos mais longos apresentaram correção após quatro meses de forte alta, muito em função do aumento na percepção de risco em países emergentes. No mercado interno, destaque para a desvalorização acentuada do real frente ao dólar, atenção para as eleições e moratória na Argentina e divulgação de crescimento de 0,4% no PIB do segundo trimestre. No campo internacional, segue o ambiente de incertezas gerado pela guerra comercial entre China e Estados Unidos e pela possibilidade de crise global. Os dados econômicos na Europa continuam preocupando, principalmente depois da divulgação de retração do PIB alemão no segundo trimestre.

O IMA-B5+, que mede o desempenho de NTN-Bs com vencimentos acima de cinco anos, registrou o pior resultado entre os sub índices. Após apresentar 5,06% em junho e 1,51% em julho, regrediu 0,77% em agosto. O IRF-M1+, que indica a variação de prefixados acima de um ano, após um ganho de 2,72% em junho, entregou 1,27% em julho e ficou em 0,10% na apuração mais recente. O IMA-B5+ acumulou 38,52% em doze meses, e o IRF-M1+, 20,99%.

O IMA-S, que demonstra a variação de uma carteira teórica de LFTs, apresentou rendimento de 0,51%, um pouco abaixo do período anterior devido ao menor número de dias úteis. Vale ressaltar que este resultado está diretamente relacionado ao patamar da Selic, uma vez que os ativos da carteira são atrelados ao indexador. A taxa básica iniciou 2017 em 13,75%, chegando a 6,75% no início de 2018 e caindo para 6,50% em março do mesmo ano. Na reunião de julho de 2019, sofreu novo corte, ficando em 6,00%. O IMA-S entregou 6,33% nos últimos doze meses.

Retorno acumulado dos Títulos Públicos em doze meses

O IRF-M1, que demonstra o resultado de prefixados com prazo até um ano, apresentou retorno de 0,55%, 0,17 ponto percentual abaixo do período imediatamente anterior. O IMA-B5, que indica o desempenho de NTN-Bs com prazos abaixo de cinco anos, passou de 0,97% para 0,05% entre julho e agosto. Como pode ser observado, os índices de curto prazo apresentaram resultados acima das carteiras com vencimentos mais alongados, revertendo a tendência anterior. O IRF-M1 tem 7,46%, e o IMA-B5 apresenta 14,64% em doze meses.

Desde o início de 2019, os maiores ganhos foram observados em janeiro, maio e junho. No primeiro mês do ano o movimento é explicado pelo aumento da confiança após o novo governo assumir. Nos períodos seguintes, ruídos de comunicação entre o executivo e o congresso causaram efeitos adversos e geraram incertezas quanto à capacidade política para aprovação de reformas importantes. As notícias indicaram que a articulação avançou e, juntamente com a expetativa de queda na taxa básica, contribuiu para os rendimentos positivos.

O índice que mede o desempenho de títulos corporativos (IDA-Geral) apresentou desaceleração frente ao mês anterior, entregando um ganho de 0,15%, frente a 0,60% de julho. Os sub índices dessa classe indexados ao IPCA e a projetos de infraestrutura (IDA-IPCA e IDA-IPCA Infraestrutura) registraram variação negativa de 0,34% e 0,53%, respectivamente. O motivo da correção desses títulos também é o aumento de incertezas e a maior aversão a risco pelos agentes econômicos.

Curva de juros

Em agosto, os contratos DI com vencimento em janeiro de 2020 passaram de 5,59% para 5,41%, correspondendo a uma variação negativa de 3,31% no mês. O dólar subiu 9,92%, e o ouro perdeu 4,34% de valor. O IPCA medido em doze meses saltou de 3,22% para 3,43%, após uma variação positiva de 0,11% em agosto. O impacto mais relevante foi no grupo de habitação, uma vez que o item energia elétrica registrou variação positiva de 3,85%. Esse movimento foi parcialmente compensado por quedas nos grupos de alimentação e bebidas e transportes, esse último com diminuição de 0,45% no preço médio da gasolina.

O cenário de incertezas segue com a guerra comercial entre China e Estados Unidos, eleições e moratória de dívida na Argentina e desaceleração da atividade na Europa. Vale ressaltar a indicação de economias avançadas quanto a adoção de política monetária mais flexível, o que pode favorecer países emergentes. No setor financeiro, a recuperação das operações de crédito continua, impulsionadas pelo crescimento na concessão para pessoas físicas, e o mercado de capitais se mantém como fonte de financiamento importante para as empresas.

Destaques de Renda Fixa

Nas últimas semanas, tivemos alguns destaques interessantes de títulos de renda fixa. Inclusive alguns bancos aderiram a ”Semana do Brasil”. Vale destacar o Banco BTG que emitiu, por tempo limitado, uma Letra de Crédito Imobiliário (LCI), com retorno de 105% do CDI e resgate em 6 meses. Vale lembrar que a LCI não tem Imposto de Renda, ou seja, o rendimento bruto dessa aplicação, quando comparamos a outras que têm cobrança de IR seria de mais de 131% CDI.

Além disso, teremos algumas emissões importantes de títulos de crédito privado, incluindo as debêntures da Petrobras, que já enviamos um relatório exclusivo para os nossos clientes.

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Fontes das Informações: Valor, InfoMoney, Quantum. Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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