Mercado de Seguros no Brasil e Ações da B3

Mercado de Seguros

Do ponto de vista do investidor, o mercado de seguros é um dos mais atrativos para se investir. Não é à toa que Warren Buffet, o maior investidor de todos os tempos, deve boa parte dos seus retornos às empresas de seguros.

Dentre os principais motivos que Buffett gosta do setor, estão:

Rentabilidade

As empresas seguradoras normalmente têm uma estrutura ‘’leve’’ e trabalham fortemente o lado comercial. O resultado costuma ser uma Rentabilidade Sobre o Patrimônio bastante elevada. Em empresas como o IRB Brasil (IRBR3), esse número é de quase 40%. Inclusive, o IRB é a empresa mais rentável do mundo no setor de resseguros.

‘’Não há risco ruim, mas seguro mal taxado’’

Essa frase fenomenal só poderia ter vindo de Warren Buffett. O que ele quis dizer é que, quanto maior o risco de se fazer o seguro de algo, mais caro esse seguro vai ser. Tomemos como exemplo uma Ferrari, cujo seguro é astronômico. O dono de um carro como esse não tem muita margem para barganhar o valor do seguro com a seguradora. Essa, por sua vez, não vai aceitar cobrar pouco por algo que tem risco elevado. Portanto, ter o poder de barganha e conseguir definir os preços é muito importante para qualquer empresa ser rentável. E Buffett sabe muito bem disso.

Receber antes e pagar depois

É muito comum, em diversas empresas, primeiro pagar os fornecedores para, somente após a venda dos produtos, receber dos clientes. No mercado de seguros, o fluxo é o contrário: primeiro as pessoas pagam o seguro e, somente após a ocorrência de algum sinistro, recebem os valores. Em alguns casos, em que o sinistro pode não ocorrer, como por exemplo em seguros de casas, é possível que a seguradora nunca tenha que desembolsar algum valor. Além disso, todo o valor pago pelos seguros é aplicado, normalmente em Renda Fixa. O que gera ganhos financeiros para as seguradoras.

Além de tudo isso, aqui no Brasil, o mercado ainda tem baixa penetração e um potencial fantástico de crescimento. Os brasileiros ainda se protegem muito pouco com seguros.

Confira o panorama atualizado do mercado de seguros no Brasil e entenda como pode ser rentável investir nas ações de seguradoras.

Mercado Segurador

A arrecadação total do mercado de seguros, excluindo DPVAT, cresceu 11,3% nos primeiros sete meses do ano, comparando com o mesmo período do ano anterior. Mesmo com este resultado, ainda é possível observar um comportamento heterogêneo entre os ramos e segmentos. Destaque positivo para as variações positivas em planos de risco prestamista (24,7%) e de vida (18,2%) e de acumulação da família VGBL (14,3%). Por outro lado, o segmento de automóveis (0,1%) continua praticamente estagnado.

No acumulado de doze meses encerrados em julho de 2019, a arrecadação cresceu 5,5%, com forte recuperação a partir de abril. Este movimento é explicado pela retomada dos planos de acumulação, uma vez que até o quarto mês do ano apresentavam retração de 7,8% e na última apuração entraram em campo positivo, chegando a 2,7%. Com a aprovação da reforma da previdência na Câmara do Deputados e o andamento do projeto no Senado, o interesse por produtos privados aumentou substancialmente, principalmente na família VGBL. Compensando parcialmente, a taxa de crescimento de emplacamentos de veículos continua se distanciando da arrecadação com seguros neste segmento.

Os planos de risco continuam apresentando o melhor desempenho do setor. O seguro prestamista vem sendo influenciado positivamente pelo aumento na concessão de crédito para pessoas físicas, e mudanças nas preferências das famílias, como parte de um novo cenário econômico e social, favorecem o aumento da demanda por seguro de vida. Planos de acumulação, embora com rendimento reduzido devido à queda nas taxas de juros, devem continuar incrementando a arrecadação devido à maior atratividade da previdência privada.

Como principais direcionadores para o curto prazo ressaltamos a retomada da economia nacional, com dados animadores no varejo e em serviços, juros no menor nível histórico e índice de preços sob controle. Em contrapartida, ressaltamos a crise na Argentina, com efeito negativo no setor automotivo, perspectiva negativa para a produção na indústria e desaceleração na atividade global. Nesse último caso, vale ressaltar o afrouxamento quantitativo na Europa e enfraquecimento da indústria na Alemanha.

Parte do segmento apresenta comportamento resiliente, impulsionada pela recuperação gradual de algumas áreas da economia e maior necessidade de cobertura sobre bens e atividades empresariais. A arrecadação mensal de cobertura de pessoas demonstra que o segmento mantém viés de alta desde 2015, sem impacto relevante da crise econômica e o alto nível de desemprego.

Empresas da B3

Quanto às empresas do setor, existem alguns desafios em curto prazo. Vale lembrar, ainda, que possíveis modificações podem afetar estratégias de investimento em suas ações. No que diz respeito às receitas, o principal componente a ser observado é a variação no resultado financeiro das companhias e o impacto da queda da taxa de juros. Uma vez que a grande maioria das aplicações estão concentradas em ativos atrelados ao CDI.

No longo prazo, porém, o cenário ainda é muito positivo.

BB Seguridade (BBSE3)

O lucro líquido da BB Seguridade chegou a R$ 1,078 bilhão no segundo trimestre, 18,5% acima do mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo do bom desempenho da BB Corretora, aumento de prêmios ganhos e melhora no índice de sinistralidade, sendo parcialmente compensados pelo resultado abaixo das expectativas em previdência. Consideramos o resultado positivo, uma vez que tanto a área operacional como a financeira apresentaram números consistentes.

BB Seguridade divulgará os resultados do 3T19 no dia 04/11, antes da abertura do pregão.

Porto Seguro (PSSA3)

A Porto Seguro registrou crescimento de 13,7% no lucro líquido do segundo trimestre, totalizando R$ 380,9 milhões. A queda de 27,7% no resultado operacional de seguros foi totalmente compensada pelo aumento de 46,5% no resultado financeiro consolidado e pela menor taxa efetiva de tributos sobre lucro. Destaque para o incremento nos prêmios auferidos em seguro saúde, com impulso do volume de vendas no segmento pequenas e médias empresas. A captação de previdência caiu consideravelmente devido ao crescimento das portabilidades cedidas.

Porto Seguro divulgará os resultados do 3T19 no dia 04/11, antes da abertura do pregão.

Sul América (SULA11)

A Sul América apresentou lucro líquido de R$ 260,8 milhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 92,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a evolução na receita operacional no segmento de saúde e odontológico, que contou com aumento no número de beneficiários, manutenção no volume de vendas novas e patamar elevado de retenção. O foco da empresa continua no processo de expansão regional, sendo que na última apuração ganhou 0,3 p.p. em participação de mercado em saúde suplementar, alcançando 10,6% e se firmando como terceiro maior player segundo dados da ANS.

Sul América divulgará os resultados do 3T19 no dia 07/11, após o fechamento do pregão.

IBR Brasil (IRBR3)

O IRB Brasil registrou avanço de 21,7% no volume total de prêmios emitidos no segundo trimestre de 2019, comparando com mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 2,355 bilhões. Desse valor, R$ 1,380 bilhão corresponde a prêmios emitidos no Brasil (59%) e R$ 975,4 milhões no exterior (41%). No mercado interno, destaque para o desenvolvimento do setor de atuação, com aumento no número de novos contratos em riscos especiais, property e de vida. Fora do país, a receita foi influenciada pela apreciação do dólar e maior participação
em contratos existentes.

O lucro líquido superou em 35,2% o apresentado no segundo trimestre de 2018, totalizando R$ 388,4 milhões. O resultado é fruto do crescimento no prêmio emitido e da consequente evolução no resultado de subscrição, em conjunto com a manutenção no índice de despesa administrativa e melhora no resultado financeiro. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) subiu 6 pontos percentuais, passando de 33% para 39%.

O IBR Brasil divulgará os resultados do 3T19 em 06/11, após o fechamento do mercado.

Rentabilidade das ações na B3

Em termos de rentabilidade das principais ações do setor de seguros negociadas na B3, destacamos:

IRB Brasil (IRBR3) 

Apesar de ser uma empresa antiga, as ações do IRBR3 podem ser consideradas ”novatas” na B3. O ativo, que começou a ser negociado apenas em julho de 2017 e que tem sido um dos destaques das nossas recomendações, teve a incrível alta de mais de 372% no período.

BB Seguridade (BBSE3)

As ações estrearam na B3 em 2013. Em termos de rentabilidade, as ações BBSE3 subiram pouco mais de 213% no período. Se por um lado ela ficou na ”lanterninha” em relação aos seus pares, por outro, justamente por não ter subido e ter visto seu lucro aumentar, hoje ela paga um dos maiores retornos em pagamento de dividendos, com Yield beirando os 9%.

 Porto Seguro (PSSA3) 

Porto Seguro é a mais antiga do grupo na B3. Desde novembro de 2014, quanto fez seu IPO, as ações subiram mais de 1.773%:

Sul América (SULA11)

Finalmente temos Sul América, que está na B3 desde outubro de 2017. De lá para cá suas ações subiram mais de 964%:

Seja pela possibilidade de valorização ou pelo ”gordo” pagamento de proventos, concordamos com Warren Buffett em recomendar uma exposição de parte da carteira em empresas do setor de seguros.

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A leitura deste e-book trará a você, investidor(a), todo o conhecimento necessário para saber avaliar bem uma ação antes de investir. O segredo, já conto agora: é saber NÃO ERRAR! Acreditamos fielmente na premissa de que “Ataques ganham jogos. Defesas ganham campeonatos”. Portanto, sabendo realizar uma boa análise, você formará uma sólida base para se beneficiar ao máximo de seus investimentos.

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SQIA3 – Recomendação de médio prazo em Sinqia

SQIA3

SQIA3 – Recomendação de médio prazo em Sinqia

Conforme combinado no vídeo da última segunda-feira (14/10), gostaríamos de avisar a todos que hoje tivemos o início da recomendação de COMPRA nas ações da Sinqia (SQIA3), utilizando a nossa estratégia de médio prazo, o Rastreador de Tendências. A entrada foi dada pelo preço de compra de 15,80, com preço teto (limite) de 16,04.

Como a intenção desse texto é dar o aviso da compra e mostrar na prática como funciona a estratégia, não vou me alongar muito. Abaixo seguem o vídeo feito na segunda, e também dois artigos que explicam com mais detalhes como a estratégia funciona:

Vale lembrar que consideramos essa estratégia como uma porta de entrada para investidores que querem fazerem operações no curto e/ou médio prazos ou então para investidores que querem ”especular”, mas que não querem operar diariamente. Além disso, o nosso cliente é avisado em todos os passos da recomendação, tanto no momento de entrada, como no momento da saída.

Caso você também queira acompanhar como será o andamento dessa recomendação, clique aqui e preencha seu dados.

Caso você tenha mais dúvidas a respeito, entre em contato com a gente por e-mail, telefone ou WhatsApp, clicando aqui.

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Relatório Grátis: Weg (WEGE3)

weg

Relatório Grátis: Weg (WEGE3)

A Weg foi fundada em 1961 em Jaraguá do Sul sob o nome de Eletromotores Jaraguá e hoje é considerada uma das maiores fabricantes de equipamentos eletrônicos do mundo. Em 1970, a empresa passou a atuar fora do país exportando produtos para países da América Latina e, em 1971, abriu capital negociando suas ações na Bolsa de São Paulo. A seguir, criou sua política de qualidade, produzindo o primeiro motor conforme normas ABNT e implantando seu centro tecnológico. Neste período, surgiu o primeiro parque de reflorestamento, foi inaugurado o parque fabril e ocorreu a abertura de um escritório na Alemanha.

Economia dos Estados Unidos

O comitê de política monetária americano decidiu de forma unânime manter o patamar da taxa de juros no intervalo entre 2,25% e 2,50% ao ano. Essa reunião realizada no dia 30 de janeiro. Foi comunicado ao mercado que a expansão sustentada da atividade econômica, condições de mercado e inflação próximo da meta de 2% foram consideradas na avaliação. Observando a evolução econômica mundial em desaceleração e pressões moderadas sobre preços, o comitê mudou o seu posicionamento sobre aumentos graduais nos juros, preferindo uma abordagem mais cautelosa.

Para determinar o momento e o tamanho dos futuros ajustes, continuarão sendo avaliadas as metas de emprego e inflação, levando em consideração medidas de condições de trabalho, indicadores de pressão inflacionária e leituras sobre desenvolvimentos internacionais.

Mercado de trabalho segue aquecido

Dados recentes indicam que o mercado de trabalho nos Estados Unidos continua aquecido. A taxa de desemprego, de acordo com o fechamento de dezembro, está em 3,9%. Esse número é um pouco acima dos 3,7% registrados entre setembro e novembro.

Importante observar que antes de 2018 o indicador não ficava abaixo de 4% desde dezembro de 2000. O setor privado criou 213 mil novas vagas em janeiro, bem acima do esperado. Em contrapartida, os pedidos sociais semanais por seguro-desemprego ficaram acima das expectativas nos últimos dias, saltando para 253 mil reivindicações, maior número dos últimos meses.

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Panorama do Mercado de Fundos de Investimentos

Mercado de Fundos de Investimentos

Confira os destaque do mercado de Fundos de Investimentos até o mês de agosto e conheça o BTG Pactual Discovery Multimercado.

Desempenho por categoria em setembro/19

Nos principais tipos de fundos de investimento, o melhor desempenho de setembro foi do Ações Indexados, com variação positiva de 3,42%. Outros destaques foram o Previdência Ações (3,10%), Ações Sustentabilidade e Governança (2,94%), Ações Small Caps (2,40%), Ações Índice Ativo (2,33%) e Ações Livre (2,15%). Os produtos com alta exposição em bolsa de valores apresentaram bom desempenho pelo sexto mês consecutivo, sendo que o Ibovespa desenvolveu 3,57% em setembro.

Nos multimercados, destaque para Estratégia Específica (1,12%), Balanceados (1,09%), Investimento no Exterior (1,01%) e Livre (0,91%). O IHFA (Índice de Hedge Funds Anbima), que mede a evolução de uma carteira hipotética de fundos da classe, registrou variação positiva de 0,46%.

Todos os tipos de renda fixa apresentaram rendimento positivo em setembro. Destaque para o Renda Fixa Duração Alta Soberano (1,90%), Renda Fixa Indexados (1,83%) e Renda Fixa Duração Alta Grau de Investimento (1,29%). O CDI variou 0,46%.

Melhores desempenhos em doze meses (%)

Em setembro, os fundos de investimento apresentaram captação líquida de R$ 28,1 bilhões, frente a R$ 9,5 bilhões do mês anterior. No acumulado do ano, a indústria mantém captação líquida de R$ 205,7 bilhões, atingindo um patrimônio líquido de R$ 5,3 trilhões. Das oito classes analisadas, seis finalizaram o período com saldo positivo. Destaque para a classe de multimercados, que registrou captação de R$ 9,7 bilhões no mês, fechando os primeiros nove meses com saldo positivo de R$ 56,0 bilhões, o maior do mercado. Outro destaque no mês foram os fundos de ações, absorvendo R$ 7,5 bilhões e fechando R$ 47,7 bilhões em 2019. Os de renda fixa captaram R$ 2,2 bilhões no mês, com R$ 13,1 bilhões positivo no ano. Os produtos de previdência apresentaram saldo positivo de R$ 2,6 bilhões, com entrada líquida de R$ 26,0 bilhões até setembro.

O pior desempenho foi observado no Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento, com retirada líquida de R$ 13,2 bilhões, seguido do Duração Média Grau de Investimento, com saída de R$ 1,5 bilhão. A maior captação dentro da classe ocorreu no Renda Fixa Duração Baixa Soberano, com R$ 8,3 bilhões. O grupo de renda fixa apresenta variação positiva de R$ 3,4 bilhões nos últimos doze meses e ainda continua com o maior patrimônio do mercado, com fatia de 41,5% do total.

Multimercados Juros e Moeda apresentaram captação líquida positiva de R$ 5,2 bilhões e o tipo Investimento no Exterior teve entrada de R$ 2,4 bilhões. Pelo segundo mês consecutivo, Multimercados Long and Short Direcional regrediram, com saída de R$ 20,1 milhões. No acumulado de doze meses, a classe de multimercados tem entrada líquida de R$ 61,7 bilhões, a maior de toda indústria. Nesse período, o tipo Livre lidera com absorção de R$ 26,9 bilhões, seguido do Investimento no Exterior, com R$ 17,6 bilhões. Fundos multimercados têm o segundo maior patrimônio do mercado, representando 21,6% do total.

Pelo décimo segundo mês seguido, a classe de ações registrou captação líquida positiva. Destaque para o tipo Ações Livre, com absorção de R$ 4,9 bilhões. Nos últimos doze meses, os produtos com alta exposição em bolsa captaram R$ 58,4 bilhões, a segunda maior de toda indústria. Representa 7,8% do patrimônio geral.

Nos produtos de previdência, somente em maio de 2019 houve retirada líquida nos últimos quinze meses. O tipo Previdência Renda Fixa foi o grande responsável pelo crescimento de setembro, com captação de R$ 1,3 bilhão. A classe apresentou entrada líquida de R$ 37,1 bilhões nos últimos doze meses, a quarta maior de toda indústria, atrás ainda de FIDCs (R$ 54,2 bilhões). O patrimônio líquido é o terceiro maior, com proporção de 17,0% do total.

Captação líquida por classe (R$ milhões)

De uma forma geral, a perspectiva quanto a novos cortes na taxa Selic e o patamar reduzido dos juros no Brasil têm feito aumentar a procura por produtos de maior risco. Destaque para a captação de recursos na classe de ações, fechando um ano com saldos mensais positivos, e multimercados, retomando o crescimento após a indicação de afrouxamento da política monetária. Em contrapartida, os fundos de renda fixa continuam perdendo representatividade na indústria, muito em função do baixo rendimento de carteiras concentradas em pós-fixados.

Importante ressaltar que a Medida Provisória da Liberdade Econômica foi sancionada e convertida em lei. Nela, está previsto que os cotistas possuem responsabilidade limitada ao valor de suas cotas, modificando a antiga norma. Assim, caso esteja estabelecido no regulamento do fundo, os cotistas não podem mais ser obrigados a realizar aportes em caso de prejuízos.

Fundos Multimercados

Apesar da grande volatilidade do mercado em 2019, alguns Fundos têm conseguindo “driblar” as turbulências e conseguido, inclusive, performar de maneira positiva em 2019. Um desses casos é o BTG Pactual Discovery FI Multimercado, um dos nossos preferidos. O BTG Discovery é um dos multimercados mais antigos do Brasil, tendo iniciado em maio de 1996. Além disso, podemos dizer que o Fundo é um “multimercado macro clássico”. Isso porque pode atuar nos mercados de juros, moedas, renda fixa, no exterior e ações.

Portanto, o Fundo é ideal para investidores com o perfil, pelo menos, moderado, que buscam diversificar sua carteira de investimentos com um produto reconhecido pelo mercado.

Desempenho do BTG Pactual Discovery FI Multimercado

O Fundo tem conseguido, ao longo do tempo, bater com folga o CDI, que é seu benchmark. Considerando seus 135 meses de existência, 107 apresentaram um retorno positivo, mostrando a solidez em cumprimento de seu objetivo. Em 2019, o BTG Discovery sobe 9,13%, enquanto o CDI pouco mais de 4,84%.

No histórico desde maio de 1996, o BTG Discovery apresenta valorização de 2.236%, enquanto o CDI 1.079%, ou seja, o Fundo rendeu, no período, 206% CDI:

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Ranking de Dividendos de Fundos Imobiliários

Ranking de Dividendos de Fundos Imobiliários

Conheça o Ranking de Dividendos de Fundos Imobiliários e saiba quais os Fundos que mais geraram retorno para os seus cotistas nos últimos 12 meses, tanto em termos de valorização, quanto em recebimento de proventos.

Dividend Yield – como funciona

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno com o recebimento de proventos. No caso dos Fundos Imobiliários, esses proventos podem ser provenientes de aluguéis ou recebimento de juros de títulos de renda fixa, por exemplo.

Abaixo, segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o Fundo pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo, se um Fundo Imobiliário estivesse custando, hoje, R$ 100 na Bolsa e se tivesse pagado R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

O Ranking

Realizamos um estudo com o rendimento dos fundos imobiliários presentes no IFIX. Na lista, consta o retorno de cada um, considerando a distribuição de proventos e a valorização das cotas negociadas na Bolsa.

Os fundos estão ordenados de forma decrescente de acordo com o rendimento apresentado na distribuição de dividendos nos últimos 12 meses em relação ao preço de mercado, com fechamento em 30 de setembro de 2019.

Cuidados ao usar o indicador

É muito importante ressaltar que o desempenho passado não é garantia de ganhos futuros. Ou seja, os ganhos tanto de dividendos, quanto de valorização das cotas podem não se repetir.

Acima, por exemplo, vemos o XP Macaé (XPCM11), que tem como único ativo o Edifício The Corporate. Esse empreendimento está 100% locado para a Petrobras. Em julho, a Petrobras manisfestou interesse em não renovar o contrato de aluguel em seu vencimento, ao final de 2020. Com a notícia, as cotas do XPCM11 tiveram forte queda. Como consequência, o Yield acabou subindo, já que o pagamento dos dividendos deve se manter até o final do contrato.

O exemplo acima ilustra a importância de não utilizar indicadores como o Dividend Yield de maneira isolada. Afinal, olhando o Yield de XPCM11 é possível ter a impressão de que é uma boa oportunidade – o que, na nossa avaliação, não é verdade.

Antes de recomendarmos um Fundo Imobiliário, fazemos uma ampla pesquisa e análise que leva em conta diversos fatores, tais como: qualidade e transparência da gestão, localização dos imóveis, histórico do fundo, vacância, contratos de locação e diversos outros itens.

Além disso, sempre recomendamos que o investidor tenha uma carteira diversificada, o que minimiza riscos e pode maximizar os ganhos em longo prazo. Dessa forma, apesar de exemplos negativos como o do XP Macaé, temos, na listagem, bons Fundos Imobiliários como o BC Fund (BRCR11), o UBS Recebíveis (UBSR11), o Fator Verita (VRTA11) e o Hedge Top 3 (HFOF11), gerido pelo excelente André Freitas.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Setor de Serviços – Análise Setorial

setor de serviços

Setor de Serviços – Análise Setorial

Confira nossa análise do setor de serviços e nossa análise para Telefônica (VIVT3/VIVT4), Gol (GOL4) e Azul (AZUL4).

O setor

Em julho, o setor de serviços demonstrou incremento de 0,8% em relação ao período imediatamente anterior, compensando totalmente a queda de 0,7% de junho. Três das cinco atividades analisadas pelo IBGE registraram variação positiva, com destaque para serviços de informação e comunicação, que recuperou parte da perda de 2,2% de junho, com ganho de 1,8% no volume. O grupo de transportes e correio subiu 0,7%, emplacando a terceira taxa positiva consecutiva. Ponto negativo para as quedas de 0,5% em serviços prestados às famílias e de 1,3% em serviços profissionais, administrativos e complementares.

O resultado da pesquisa veio acima das expectativas, muito em função do crescimento de 4,6% no grupo de outros serviços e de 8,4% em tecnologia da informação, considerados mais voláteis e menos correlacionados com questões macroeconômicas. Em contrapartida, serviços prestados às famílias e serviços profissionais regrediram na apuração, sendo que os dois são considerados indicadores mais confiáveis em relação à atividade do setor.

Considerando o volume acumulado nos primeiros sete meses do ano, a variação também foi de 0,8%, mas apenas metade dos tipos de serviços analisados demonstraram evolução no período. Nessa base, destaque para os ramos de informação na internet, consultoria de TI, hotéis, restaurantes, atividades de condicionamento físico, administração de bolsas, corretagem de seguros e valores mobiliários e coleta de resíduos não perigosos. Ponto negativo para transporte rodoviário de carga, operação de aeroportos, soluções para pagamentos eletrônicos e atividades de correio nacional.

Índice de volume de serviços 

Setor de telecomunicações

No intervalo entre junho de 2018 e o mesmo período do atual exercício, o setor de telecomunicações perdeu 6,7 milhões de linhas móveis, representando uma queda de 2,8%. Esta variação é explicada pela retração de 12,7% em linhas pré-pagas, com impacto da situação econômica do país e o alto nível de desemprego. Compensando parcialmente, a modalidade pós-paga registrou incremento de 12,3%. Em banda larga fixa, foram mais de 1,4 milhão de novos contratos, representando uma evolução de 4,6%, sendo puxado principalmente pelas prestadoras de pequeno porte.

O setor de telecomunicações continua com boas oportunidades nas áreas de dados e serviços digitais e banda larga fixa. Os desafios seguem nos acessos de voz e linhas pré-pagas. A tecnologia 4G segue ganhando terreno e já existe previsão para o leilão da tecnologia 5G no início de 2020.

Telefônica (VIVT3/VIVT4)

A Telefônica Brasil apresentou resultado um pouco abaixo do esperado no segundo trimestre devido à queda no total de acessos e perda de market share em banda larga fixa. Em contrapartida, a companhia aumentou o fluxo de caixa livre, mesmo com maior necessidade de investimentos. O Ebitda cresceu 1,0% com a expansão da receita do negócio móvel e de ultra banda larga, em conjunto com o efeito da reestruturação da companhia e digitalização dos processos.

A empresa é uma das boas pagadoras de dividendos da B3, com Yield de 7% em 12 meses. Além disso, estamos atentos pela possibilidade da Telefônica comprar algum dos ativos da Oi.

Entendemos que, para uma Carteira de longo prazo, com foco em Dividendos, as ações da Telefônica possam fazer sentido. Além disso, levando em conta os preços atuais, esperamos um Dividend Yield acima de 10% para 2020.

Setor aéreo

Analisando o segmento de transporte aéreo de passageiros, a última divulgação da ANAC demonstra que no acumulado do ano até julho a demanda em voos domésticos aumentou 0,1% e a oferta de assentos caiu 2,0%. Com a recuperação judicial da Avianca, a companhia teve uma queda de 52,7% na demanda. Em contrapartida, Azul, Gol e Latam registraram evolução de 24,0%, 4,6% e 3,9%, respectivamente. Observando dados do segmento, é possível observar recuperação gradual, tanto em voos domésticos como em internacionais. Destaque para o aumento de capacidade das principais empresas participantes, maior taxa de ocupação e reajuste na tarifa média. Ponto negativo para o impacto do preço do combustível e da desvalorização do real frente ao dólar sobre as despesas.

Gol (GOLL4)

A Gol segue com esforços para reduzir a alavancagem financeira e melhorar as métricas de crédito, procurando utilizar recursos auferidos com as operações. A companhia apresentou Ebitda de R$ 814,7 milhões no segundo trimestre, representando um incremento de 110,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para o aumento das receitas com passageiros no mercado doméstico e internacional e com franquia e excesso de bagagem. A taxa de ocupação cresceu 3,9 p.p., reflexo da evolução da demanda sobre a oferta do mercado.

Azul (AZUL4)

A Azul  apresenta indicadores mais adequados que a Gol. A companhia registrou Ebitda de R$ 733,2 milhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 40,4%. Este movimento é explicado pela evolução da receita de transporte de passageiros, sendo parcialmente compensado pelo impacto cambial sobre o preço do combustível para aviação. Com melhora substancial no resultado financeiro, reverteu um prejuízo de R$ 791,4 milhões para lucro líquido de R$ 345,5 milhões.

Tanto Azul, quanto Gol tiveram, nos últimos 12 meses, bons números operacionais, com boa taxa de ocupação e aumento de receitas. Vale ressaltar que os problemas da Avianca beneficiaram ambas as companhias.

Esperamos que os próximos trimestres ainda sejam favoráveis à Azul e Gol. Porém, vamos acompanhar como a entrada de outras companhias de baixo custo em operação aqui no Brasil vai afetar os resultados das empresas a partir do ano que vem. Para o longo prazo, seguimos fora de ambos os papeis.

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Fontes: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes. ANAC, ANATEL, Quantum Axis, e IBGE

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Maiores altas da Bolsa em 2019

Maiores altas da Bolsa em 2018

Seguem os rankings com as maiores alta da Bolsa em setembro/19, em 2019 e nos últimos 12 meses. Além disso, colocamos abaixo comentários e novidades de alguns dos ativos dos rankings:

10 Maiores altas – Setembro/19

10 Maiores altas – 2019 e em 12 meses

Comentários

Banco BTG (BPAC11)

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) e da Polícia Federal realizaram, no último dia 03/10, um mandado de busca e apreensão na sede do banco BTG Pactual (BPAC11) em São Paulo. A operação, batizada de Estrela Cadente e baseada na delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, a investiga vazamento de resultados do Comitê de Política Monetária (Copom) entre 2010 e 2012.

Banco Inter (BIDI4)

Em meio a baixa das ações nas últimas semanas, o Grupo SoftBank aumentou participação acionária no Banco para 14,94%.

Banco Pan (BPAN4)

Após oferta de ações, com captação de R$ 1 bilhão, a Caixapar reduziu sua participação acionária no Banco Pan para 9,04% das ações preferenciais.

Bradespar (BRAP4)

A Bradespar foi beneficiada pela cisão feita pela Litel para facilitar a venda de fundos de pensão na Vale. A Litel reúne os fundos de pensão Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), Petros (da Petrobras), Funcef (da Caixa) e Funcesp (empresas elétricas de São Paulo), detendo 22% da Vale.

É importante lembrar que os fundos de pensão devem vender suas participações na Vale, transformando-a em uma empresa de capital pulverizado. O rompimento em Brumadinho, porém, adiu os planos dos fundos de pensão.

Braskem (BRKM5)

Empresa voltou aos holofotes após a notícia de que a Braskem havia contratado a Lazard para venda da sua participação. Além disso, a empresa anunciou pagamento de dividendos para outubro. Já no início de outubro, a Caixa pediu a falência da Odebrecht e o BNDEs que a empresa elabore outro plano de recuperação.

Ecorodovias (ECOR3)

Dentre os destaques do mês, a Ecorodovias venceu o leilão por trechos das BR-364 e 365, que ligam Minas Gerais e Goiás.

Eneva  (ENEV3)

A “ex-MPX”, anunciou ter encontrado indícios de óleo e gás na Bacia do Parnaíba. Além disso, a Dynamo, uma das mais reconhecidas gestoras do Brasil aumentou participação acionaria na Eneva para 5,05%.

JBS (JBSS3), Minerva (BEFF3) e Marfrig (MRFG3)

O trio segue embalado por aumento nas vendas, que são impulsionadas pela gripe suína africana.

JHSF (JHSF3)

Líder no setor imobiliário de alta renda no Brasil, a JHSF anunciou lançamento de três ferramentas como parte de sua estratégia digital: JHSF Real Estate Sales (disponível para baixar em IOS), JHSF Labs e Shop The Look Cidade Jardim, esta última feita com o Instagram e Facebook.

Qualicorp (QUAL3)

Depois da compra de 10% da empresa em agosto, a Rede D’Or deve definir em breve quem deve assumir o controle da Qualicorp. O favorito é Bruno Blatt, atual presidente da D’Or Consultoria, braço da Rede D’Or responsável pelos negócios de corretagem e consultoria de planos de saúde.

Sinqia (SQIA3)

Empresa ficou, mais uma vez, entre as 100 maiores fintechs do mundo e captou mais de R$360 milhões com a oferta de ações. Além disso, as ações passaram por desdobramento.

Suzano (SUZB3)

Em meio a preços de celulose mais baixos, estoque mais altos e demanda mais fraca, a Suzano foi apontada como uma das interessadas na aquisição de 210 mil hectares de florestas colocadas á venda pela Brookfield. As áreas, avaliadas entre US$ 600 milhões e US$ 700 milhões, ficam localizadas em São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

Ultrapar (UGPA3)

Ainda no início do mês de setembro, foi anunciado que a sua controlada Ipiranga teve aumento nas vendas de julho de 16% em relação a junho. Além disso, é possível que a empresa participe no processo de venda das refinarias da Petrobras.

Valid (VLID3)

A empresa participou 17ª edição do CertForum, o maior evento de certificação digital do Brasil. Inclusive a empresa apresentou o ValidBio, solução biométrica, e também as soluções em Certificação Digital para o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Yduqs (YDUQ3)

Depois de liberar cursos de medicina na Paraíba e no Ceará, o MEC aprovou aumento de 100 vagas em curso de medicina da Yduqs, na Bahia.

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Até onde uma ação pode subir – Recomendação em LOGN3

Até onde uma ação pode subir

Uma dúvida que persegue boa parte dos investidores é até onde uma ação pode subir ou se a ação está ”cara”.

Caro ou barato dependem dos ”olhos de quem vê”. Por exemplo, um investidor pode achar Banco Inter (BIDI4) barato, pois para ele é um negócio disruptivo. Já outro investidor pode considerar BIDI4 caro, e que o Banco é só um negócio que não gera dinheiro. Porém, no caso do Banco Inter, temos uma unanimidade: as ações subiram muito – de maio de 2018 até agosto de 2019, a alta foi de mais de 600%.

Vamos supor que Banco Inter realmente não seja um negócio disruptivo e que, em determinado momento, o mercado perceba isso e comece a vender as ações, provocando uma forte baixa dos preços. A grande questão é: como não sabemos quando isso irá acontecer, temos como aproveitar esses movimentos de alta?

A resposta é sim. Mesmo em empresas sem fundamentos ou com fundamentos ”questionáveis”, é possível aproveitar o fluxo comprador durante um bom tempo.

O Rastreador de Tendências

Para quem já é nosso cliente ou nos acompanha há mais tempo, sabe que temos uma estratégia que é utilizada para captar esse movimentos de ”fluxos de compra”. Essa estratégia chama-se Rastreador de Tendências.

A intenção dessa estratégia é aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de baixa possa começar. Não vamos a respeito dos detalhes do Rastreador nesse texto. Porém, caso queria saber mais, confira o artigo Rastreador de Tendências – Estratégia de médio prazo em ações.

Nesse contexto não tentamos adivinhar se a ação está cara ou barata, se a empresa é disruptiva ou não é. O que queremos é aproveitar ao máximo, ”surfando” o movimento de alta das ações. E para isso, usamos os gráficos.

A Login (LOGN3)

O caso de Login (LOGN3) é bastante interessante. A empresa que tem como principal atividade a cabotagem (navegação entre portos marítimos, dentro das águas costeiras), pertencia a Vale do Rio Doce até 2007, quando fez IPO na B3. A companhia passou por sérias dificuldades e inciou um profundo processo de reestruturação em 2016. Já em 2018, os resultados apareceram e a Login voltou a operar no azul.

Mesmo com a reestruturação, a empresa ainda tem um endividamento bastante elevado e uma serie de desafios. Se por um lado LOGN3, ainda não é um ativo considerado interessante pelo nosso setor de análise Fundamentalista, por outro lado, tem experimentado um alto fluxo na ponta compradora. Isso porque o mercado que ela atua tem forte potencial de crescimento. Além disso, a continuidade da melhora da companhia, pode levá-la a outros patamares.

Dessa forma, LOGN3 é um ativo que se enquadra perfeitamente na nossa Estratégia do Rastreador de Tendências.

A recomendação de compra em Login (LOGN3)

Depois de uma algumas semanas ”andando de lado”, a recomendação de compra em LOGN3 foi dada em 18/03 a R$8,73. A intenção era antecipar uma possível alta do ativo, caso esse movimento lateral fosse rompido. Por outro lado, se o ativo começasse a cair, o stop seria acionado, encerrando a operação.

LOGN3 ficou praticamente mais dois meses nesse movimento lateral até que, em junho, ele foi rompido, dando inicio a sequencia de alta das ações.

No dia 10/07, foi recomendada a Redução Parcial (venda de metade da posição) a R$18,00, com o intuito de preservar os ganhos da operação.

Até onde LOGN3 vai subir?

Após a redução, em julho, seguimos com o restante da posição. Tendo como referência o preço do dia 07/10, R$19,78, o ganho até agora é de mais de 90%. Até onde LOGN3 vai subir não sabemos, mas por hora, seguimos ”comprados”, surfando esse movimento de alta.

Lembramos que, as recomendações do Rastreador de Tendências são enviadas via APP, WhatsApp e Painel do Trader (para quem estiver no computador). Nossa equipe de análise faz todo monitoramento das recomendações e você só precisa colocar as ordens na sua corretora.

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