Copom corta Selic, resultado do Bradesco e Plantão de Fundos Imobiliários

resultado do Bradesco

Ontem, tivemos reduções nas taxas de juros, tanto nos EUA, quanto aqui no Brasil. Enquanto nos EUA, o FED acenou fazer uma pausa nas reduções, aqui no Brasil, o Copom sinalizou que devemos ter mais cortes na próxima reunião em dezembro. Vale lembrar que a expectativa do mercado é de que a Selic feche o ano em 4,5% – o que indica que o BC deve fazer mais um corte de, pelo menos, 0,5 ponto ainda esse ano.

De qualquer forma, o mais importante é que seguimos com um cenário favorável para que a Selic continue em patamares baixos durante um bom tempo.

Por aqui, seguimos com a agenda de resultados do terceiro trimestre a todo vapor. Destacamos os resultados do Bradesco e Lojas Americanas.

Confira o que é destaque hoje:

Destaques de Conteúdo Capitalizo

Essa semana, estreamos o nosso novo Canal no YouTube, o Capitalizo Fundos. A intenção é trazer um conteúdo mais focado em Fundos de Investimentos de Renda Fixa, Multimercado, Ações e Fundos Imobiliários. Convidamos a todos para se inscrever no Canal e conferir o novo programa “Plantão Semanal de Fundos Imobiliários”. Para saber mais, clique aqui. 

Vídeo – Resultados Trimestrais: Magazine Luiza (MGLU3), RaiaDrogasil (RADL3), Gerdau (GGBR4), Santander (SANB11), Cielo (CIEL3)

Artigo – Análise do Mercado Imobiliário

O mercado

O Ibovespa fechou o dia em baixa de 1,10% a 107.218 pontos. Já o dólar, subiu 0,54% a 4,02.

Destaques de baixa: GOLL4 (-5,79%), ODPV3 (-4,33%), BBDC3 (-4,12%), BTOW3 (-4,02%), PMAM3 (-3,20%).

Destaques de alta: KEPL3 (+6,23%), COCE5 (+3,62%), SCAR3 (+3,60%), KLBN3 (+2,76%), CPLE6 (+2,33%).

Destaques corporativos e do mercado

Mudança no horário de negociação da Bolsa a partir de segunda

A partir da próxima segunda (04/11), o fechamento do pregão passará das 17h para às 18h, sem after market. O horário de abertura do pregão de ações permanece às 10h.

Magazine Luiza (MGLU3)

A empresa informou que o seu conselho de administração aprovou a realização de uma oferta pública de distribuição primária e secundária de ações ordinárias (MGLU3). A oferta restrita terá a distribuição pública primária de 90 milhões de novas ações de emissão da companhia. Até a data de conclusão do procedimento de bookbuilding, em 12/11/19, a oferta poderá ser acrescida em até 33%, ou seja, em até 30 milhões de ações ordinárias – divididas em primária de até 10 milhões de ações e dos acionistas vendedores, em até 20 milhões.

Com base na cotação de fechamento de ontem (30/10), de R$ 44,02, a oferta poderia atingir R$ 3,961 bilhões. Considerando o lote adicional, o valor total seria de até R$ 5,282 bilhões.

A empresa aproveita o bom momento e as altas recentes para fazer essa emissão.

JBS (JBSS3)

A S&P elevou o rating da JBS de “BB-’para ‘BB’, com perspectiva estável. A S&P comentou que a melhora dos ratings da JBS reflete a redução do índice de endividamento da companhia e os “fortes” fluxos de caixas reportados pela empresa.

Temporada de resultados do 3T19

Banco Bradesco (BBDC3, BBDC4)

O banco Bradesco teve lucro líquido recorrente de R$ 6,54 bilhões no 3T19, o que representa uma alta de 19,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 20,2%, acima dos 19% do mesmo período de 2018.

Além de maiores gastos, o Bradesco apresentou fraco crescimento na receita de serviços, seguros e margem financeira. Também vale ressaltar que o lucro foi impulsionado por menores despesas com provisão. Resultado negativo.

O Banco também informou que deve fechar 10% das agências até o final de 2020.

Lojas Americanas (LAME3, LAME4)

A receita líquida cresceu 7,7% frente ao 3T18, chegando a R$4,2 bilhões. Destaque para a estabilização da venda direta da plataforma digital, crescimento de vendas das lojas físicas e adição de novas unidades.

Já lucro líquido cresceu 54,5%, e alcançou R$ 48,2 milhões. ainda com contribuição da alavancagem operacional e melhora no resultado financeiro. Resultado Positivo.

Para baixar a agenda das divulgações dos resultados do terceiro trimestre, clique aqui.

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Corte de juros e resultados de empresas

Corte de juros e resultados de empresas

Nos EUA, o Federal Reserve cortou juros pela 3ª vez seguida e indicou uma pausa no ciclo de cortes. Os juros foram reduzidos em 25 pontos, para uma faixa de 1,5% a 1,75%. No comunicado, o BC americano reforçou que as incertezas sobre o cenário permanecem, mas que o mercado de trabalho e o consumo seguem fortes.

Aqui no Brasil, o BC cortou juros básicos em 0,5 ponto, chegando a nova mínima histórica de 5%. Segundo o comunicado, “o Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir um ajuste adicional, de igual magnitude”, abrindo chances de mais cortes em dezembro.

Por aqui, seguimos também com os resultados das empresas, referentes ao terceiro trimestre de 2019. Hoje destacamos Gerdau, Magazine Luiza, RaiaDrogasil, Cielo e Santander.

Confira o que é destaque hoje:

Destaques de Conteúdo Capitalizo

Vídeo – SQIA3 – Recomendação de médio prazo em Sinqia

Artigo – Informativo Semanal de Fundos Imobiliários

Relatório Grátis – Weg (WEGE3)

O mercado

O Ibovespa fechou o dia em alta de 0,79% a 108.407 pontos. Já o dólar caiu 0,35% a R$3,98.

Destaques de baixa: BMGB11 (-3,91%), CIEL3 (-3,65%), GFSA3 (-2,09%), SHOW3 (-1,88%), CSNA3 (-1,83%).

Destaques de alta: MGLU3 (+6,97%), LOGN3 (+6,11%), KEPL3 (+4,81%), CSMG3 (+4,20%), GOAU4 (+3,90%).

Destaques corporativos

Copel (CPLE3, CPLE6)

A Copel informa que lançou um novo Programa de Demissão Incentivada (PDI), que  estará aberto a adesões no período 15/11/19. O progamia será destinado aos empregados que atendam aos requisitos de no mínimo 55 anos de idade e 25 anos de empresa. Atualmente, 492 empregados se enquadram nos requisitos, os quais representam uma potencial redução de R$ 142,1 milhões em custos anuais a partir de 2020.

Temporada de resultados do 3T19

Magazine Luiza (MGLU3)

A empresa reportou receita líquida de R$4,8 bilhões, com alta de 32,5% em relação ao terceiro trimestre de 2018. Destaque positivo para o marketplace, que cresceu 300%, representando 26% do e-commerce total . O e-commerce, por sua vez, cresceu 96%, representando 48% das vendas totais. Vale lembrar que esse foi o primeiro trimestre com resultado cheio da Netshoes. Já as vendas nas lojas físicas cresceram 19% no total (9% mesmas lojas).

Por fim, o lucro líquido ajustado cresceu 12,7%, chegando a R$136,6 milhões. Resultado positivo.

RaiaDrogasil (RADL3)

A receita bruta cresceu 21% no trimestre, chegando a R$4,8 bilhões. Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 135,5 milhões, uma alta de 12,5% em relação ao resultado do mesmo período de 2018.

Destaque positivo para as vendas nas mesmas lojas, que  cresceram para 11,9%, enquanto o crescimento das lojas maduras atingiu 7,7%, um crescimento real de 4,8%. Percebe-se claramente que a empresa está crescendo com mais ”qualidade” em relação aos seus concorrentes e que lidera o movimento de consolidação do setor. Resultado neutro.

Gerdau (GGBR4)

A receita líquida da Gerdau recuou 22,6%, chegando a R$ 9,931 bilhões.  A produção de aço bruto teve redução em função do menor volume de produção da Operação de Negócios (ON) América do Norte e aos desinvestimentos de grande parte das operações de vergalhão nos EUA. Além disso, tivemos a parada programada de manutenção do Altoforno 1 de Ouro Branco-MG.

O destaque positivo foi a melhora no Brasil, especialmente no segmento de aços longos.

O lucro líquido caiu 62,7%, chegando R$288 milhões. Resultado negativo.

A Gerdau informou também, que foi aprovado o pagamento de dividendos, no valor de R$ 68 milhões (R$ 0,04 por ação) no terceiro trimestre. O pagamento dos proventos será em 25/11/19. As ações ficarão “ex-proventos” em 12/11/19.

Santander (SANB11)

A carteira de crédito total cresceu 11%, chegando a R$ 331,6 bilhões. Já o lucro lucro líquido no resultado gerencial, cresceu 1,9%, e chegou a R$ 3,70 bilhões no terceiro trimestre.

Tanto o crescimento da carteira de crédito, quanto o ROE (21,2%), ficaram acima do guidance para 2022. Resultado positivo.

Cielo (CIEL3)

A receita líquida caiu 5,5%, chegando a R$2,79 bilhões. Já o lucro líquido, teve queda de 51,7% e alcançou R$358,1 milhões.

Cielo segue aumentando sua base ativa de clientes, que chegou a 1,5 milhão (alta de 18,9% em relação ao 3T18), e também o volume financeiro de transações, que cresceu 11,6%. Porém, as margens não acompanham esse crescimento e seguem caindo. Resultado negativo.

A Cielo informou também a distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no total de R$ 42 milhões. O valor por ação é de R$ 0,015 e será pago em 18/11/19. As ações ficarão “ex-proventos” em 06/11/19.

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Ibovespa fecha em baixa após ultrapassar os 108.000 pontos

Ibovespa opera estável após ultrapassar os 108.000 pontos

Após ultrapassar pela primeira vez os 108.000 pontos, o Ibovespa fechou o dia com baixa de 0,58% a 107.556 pontos. Já o dólar subiu 0,24% chegando a R$ 4,01. Em dia de agenda econômica vazia, o destaque continua sendo a divulgação de resultados do terceiro trimestre. Magazine Luiza (MLGU3) e RaiaDrogasil (RADL3) estão entre as empresas que divulgam ainda hoje seus resultados.

Destaques de baixa: GBIO33 (-12,92%), LOGN3 (-6,18%), AMAR3 (-3,71%), MGLU3 (-3,56%), KEPL3 (-2,89%).

Destaques de alta: TOTS3 (+6,38%), ENEV3 (+3,73), OIBR3 (+3,33%), MRVE3 (+3,03%), SQIA3 (+2,61%).

Destaques corporativos

Totvs (TOTS3)

A empresa informou a compra de 88% da Supplier Participações, por R$ 455,2 milhões. Fundada há mais de 15 anos, a Supplier se dedica a viabilizar o crédito B2B nas relações recorrentes entre clientes e fornecedores, especialmente nas cadeias de manufatura e distribuição. Assim, a Totvs passará também a oferecer crédito B2B com foco em pequenas e médias empresas.

Para esse ano, a receita líquida estimada da Supplier é de R$ 220 milhões. Essa é a primeira aquisição da Totvs desde a oferta de ações feita em maio e corrobora com a nossa tese de que a empresa continuará a fazer novas aquisições buscando aumentar a participação nos mercados que já atua e também desenvolver novos mercados, como é o caso da aquisição da Supplier.

Centauro (CNTO3), B2W (BTOW3) e Lojas Americanas (LAME3/LAME4)

A Centauro (CNTO3) e a B2W (BTOW3) anunciaram o início de uma parceira em uma plataforma digital de vendas, a Centauro by Americanas.com

Essa parceria possibilitará oferecer uma experiência elevada de consumo no mundo dos esportes aos mais de 15 milhões de clientes ativos da B2W, unindo o amplo sortimento especializado da Centauro, maior player de artigos esportivos do Brasil, com a expertise e posicionamento da B2W, líder em e-commerce no Brasil.

Apesar de ainda carecer dos detalhes financeiros, entendemos que o negócio é positivo para ambas as empresas, especialmente para a Centauro, que há poucos meses perdeu a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza (MGLU3).

Temporada de resultados do 3T19

CCR (CCRO3)

A receita da empresa cresceu 12,6% em relação ao 3T18. Já o lucro líquido caiu 6,9%, chegando a R$ 340,2 milhões no terceiro trimestre.

Do lado positivo, tivemos o tráfego consolidado, que apresentou aumento de 6,0% e a redução da alavancagem – a Dívida Líquida/Ebitda caiu para 2,3x. Resultado neutro, ainda que os números tenham vindo abaixo da expectativa.

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Destaques de Conteúdo Capitalizo

Vídeo – Resultados Klabin (KLBN11) e Hypera (HYPE3)

Artigo – Informativo Semanal de Fundos Imobiliários

Artigo e vídeo – IGTA3, conheça o Iguatemi

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IGTA3 – Conheça o Iguatemi

IGTA3 – Conheça o Iguatemi

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações do Iguatemi – IGTA3

A empresa

O Iguatemi iniciou suas atividades em 1979 com a compra de ativos da construtora Alfredo Matias, incluindo uma participação no Iguatemi São Paulo, que foi construído em 1966. Pouco tempo depois, foram inaugurados shoppings em Campinas e Porto Alegre, expandindo o alcance da empresa para o interior paulista e para a região Sul do Brasil. Na década de noventa, foi lançado o Market Place na cidade de São Paulo, primeiro empreendimento imobiliário de uso misto, incluindo torres comerciais.

Em 2007, a companhia abriu capital com oferta pública de ações, se tornando a primeira do setor de atuação listada na B3. Com a capitalização de novos recursos, foi iniciado um novo ciclo de investimentos, culminando na inauguração do Iguatemi Florianópolis e compra de participação no Shopping Center Galleria, em Campinas, e no Esplanada Shopping Center, na cidade de Sorocaba.

A movimentação mais recente foi a abertura de uma outlet em Tijucas, Santa Catarina, alcançando duas unidades nesse tipo de negócio. Ao contrário de anos anteriores, a partir de 2013 o foco passou a ser o fortalecimento de ativos existentes, incluindo projetos de expansão, e adensamento do entorno através do desenvolvimento de projetos multiuso. Nesse sentido, vale destacar a incorporação de torres comerciais e residenciais visando transações como permuta, venda e locação.

Atuação

A companhia atua como administradora de shopping centers, sendo a quarta maior do país em área bruta locável, ficando atrás de Aliansce Sonae, BR Malls e Multiplan. Conta com participação em quatorze empreendimentos dessa natureza, além de duas outlets e três torres comerciais, totalizando 450 mil m² de área bruta locável própria. São treze ativos em São Paulo, quatro no Rio Grande do Sul, um no Distrito Federal e um em Santa Catarina. As operações estão focadas no público de renda mais elevada nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

A principal vantagem competitiva da empresa é a localização dos empreendimentos, uma vez que estão situados em regiões com grande poder aquisitivo, valorizando o aluguel cobrado dos lojistas. Como o foco está nas classes A e B, os resultados apresentam maior resiliência em momentos de crise e a taxa de ocupação dos espaços se mantém elevada ao longo do tempo. Os principais fatores de risco são o crescimento do e-commerce e a queda na receita com estacionamentos devido à substituição por aplicativos de transporte.

Controle acionário

O grupo controlador, formado pela família do fundador da empresa, possui participação de 50,6% sobre o capital social. Existe uma pequena parcela dos papéis em tesouraria, e o free float chega a 49,2% englobando acionistas menores, configurando um capital relativamente pulverizado.

Ações na B3

As ações negociadas na B3 apresentaram valorização de 7,6% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 316,2%, frente a 137,1% do benchmark.

Vídeo – IGTA3 – Conheça o Iguatemi

Nosso posicionamento

Empresas que atuam com administração de shopping centers contam com resultados relativamente previsíveis, dependendo da taxa de ocupação dos espaços, inadimplência dos lojistas e volume de vendas. Players de grande porte, como é o caso do Iguatemi, apresentam maior maturidade que participantes menores, sofrendo menos em momentos de crise. Considerando essas características, a estratégia mais adequada para investir no setor seria visando a distribuição de lucros.

Além disso, observando o movimento das grandes empresas do setor como BRMalls e o próprio Iguatemi, existe uma tendência da venda de ativos menos rentáveis, ajustando o portfólio de maneira positiva.

Observando indicadores de mercado do Iguatemi, acreditamos que o dividend yield está abaixo de seus pares, demonstrando que existem opções melhores no mercado. A estrutura de capital é adequada, sendo que a dívida bruta representa 75% do patrimônio dos sócios e o resultado operacional cobre a despesa financeira em mais de 3 vezes.

Entendemos que o setor é bem interessante e que ainda temos a possibilidade de nos posicionar em ativos que estão consideravelmente descontados. Quer saber quais são essas ações? Conheça nossas recomendações.

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UGPA3 – Conheça a Ultrapar

UGPA3

UGPA3 – Conheça a Ultrapar

Confira o nosso artigo exclusivo e o vídeo explicativo a respeito das ações da Ultrapar – UGPA3.

A empresa

A companhia iniciou suas atividades em 1937 através da Ultragaz, distribuindo gás na região Sudeste do Brasil. Nos anos sessenta, passou a prestar serviços de transporte e armazenamento de produtos químicos, petroquímicos e gás liquefeito de petróleo com a fundação da Transultra, que viria a se chamar Ultracargo. Na década seguinte, o conglomerado foi expandido com a criação da Oxiteno, focando no desenvolvimento da indústria petroquímica no Brasil. Nessa época, a companhia já contava com mais de um milhão de clientes no segmento de distribuição de gás e duas unidades industriais.

A Ultrapar abriu capital na B3 e na Bolsa de Nova York em 1999 com oferta pública inicial de ações. A partir desse momento, ocorreu uma série de aquisições, incluindo ativos de especialidades químicas no México, na Venezuela e nos Estados Unidos e terminais para armazenagem de granéis líquidos nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. Mas a maior movimentação societária veio a ocorrer em 2007, quando parte das operações do Grupo Ipiranga foi adquirida, garantindo a presença no segmento de distribuição de combustíveis.

Atualmente, a Ultrapar atua com distribuição de combustíveis e gás, varejo farmacêutico através da Extrafarma, produção de especialidades químicas e serviços de armazenagem para granéis líquidos. Possui mais de oitenta anos de história e grande participação de mercado em todas suas unidades de negócio.

Atuação

A Ultragaz é a líder em distribuição de gás liquefeito de petróleo no Brasil, com participação de mercado próxima a 24%. São atendidos 11 milhões de domicílios através de 5,4 mil revendedores no segmento envasado e 54 mil clientes no segmento granel.

A Ipiranga é a terceira maior distribuidora de combustíveis, com market share de 20%, ficando atrás da BR Distribuidora e da Raízen.

A Oxiteno é uma das maiores produtoras de óxido eteno e álcoois graxos na América Latina, contando com doze unidades industriais distribuídas no continente americano.

A Ultracargo é a maior provedora de armazenagem para granéis líquidos do país.

De acordo com os resultados de 2018, 84% da receita auferida vem da distribuição de combustíveis, sendo o principal negócio do conglomerado. Embora a Oxiteno tenha contribuído com montante acima da Ultragaz no resultado operacional, a distribuição de gás ainda é a segunda principal atividade da companhia. Além das unidades de negócio mencionadas, a Ultrapar também possui a quinta maior rede de farmácias do Brasil, com 433 drogarias e 2 centros de distribuição da Extrafarma.

Controle acionário

O grupo controlador, formado pela família fundadora e parte da alta administração, possui fatia de 30% sobre o capital social através da Ultra Participações e da Parth do Brasil. A BlackRock, uma das maiores gestoras de recursos do mundo, detém aproximadamente 5% das ações ordinárias. O free float chega a 63%, englobando acionistas menores, configurando um capital bem pulverizado.

AÇÕES NA B3

As ações negociadas na B3 apresentaram desvalorização de 27,3% em 2018, enquanto o Ibovespa desenvolveu 15,0%. Nos últimos dez anos, as ações ordinárias registraram variação positiva de 317,8%, frente a 65,3% do benchmark.

Nosso posicionamento

O principal setor de atuação da companhia é o de distribuição de combustíveis, onde a concorrência é muito acirrada e as margens são reduzidas. Como a Petrobras fornece a maior parte de produtos derivados de petróleo, as participantes do mercado acabam operando praticamente com o mesmo custo, tendo que expandir os resultados através do aumento de volumes e market share. Além disso, o setor possui característica cíclica, uma vez que o consumo de combustíveis depende de condições econômicas.

Consideramos os indicadores de liquidez da empresa adequados, uma vez que suas obrigações de curto prazo são facilmente cobertas pelo ativo circulante. Em contrapartida, para o longo prazo deverão ser realizados alguns ajustes na estrutura de capital, pois a proporção de empréstimos e financiamentos sobre o patrimônio dos sócios é muito elevado, podendo acarretar problemas de solvência.

Existe também a possibilidade da empresa participar dos leilões de refinarias da Petrobras. Nesse caso, entendemos que a Ultrapar possa se desfazer de operações menos rentáveis, como a Extrafarma ou Oxiteno – o que seria positivo.

De qualquer forma, entendemos que, nesse momento, existem alternativas mais interessantes que UGPA3 no setor. Quer saber quais são essas ações? Conheça nossas recomendações.

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Resultados de Ambev, Petrobras e Vale

Ambev Petrobras

Seguimos com a divulgação de resultados do 3T19. Ambev, Petrobras e Vale estão entre as empresas que divulgaram resultados. Confira o que é notícia no mercado hoje:

Aqui no Brasil, o Ibovespa subiu 0,35% a 107.363 pontos.  Já o dólar, caiu 0,69% a R$4,01.

Destaques de baixa: ABEV3 (-8,29%), KEPL3 (-4,51%), POSI3 (-4,18%), AMAR3 (-3,80%), DIRR3 (-3,60%).

Destaques de alta: BRAP4 (+4,07%), VALE3 (+3,87%), PETR4 (+3,28%), CIEL3 (+3,27%), GOAU4 (+2,82%).

Destaques corporativos

C&A e BMG

O banco BMG e a C&A precificaram suas ofertas iniciais de ações (IPO). Os valores ficaram nos pisos das faixas indicativas dos coordenadores. No caso do BMG, o valor ficou em R$ 11,60. Já a C&A saiu a R$ 16,50 por ação. As ações de ambas as empresas começam a ser negociadas na B3 no dia 28/10.

Temporada de resultados do 3T19

Petrobras (PETR3/PETR4)

A Petrobras mostrou um lucro líquido de R$ 9,087 bilhões, uma alta de 36,8%. Destaques para despesas menores com pagamento de juros e ganhos com a venda das ações da BR Distribuidora. Resultado Positivo

Além disso, a Petrobras anunciou uma distribuição de proventos na forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP) de R$ 0,20/ação para as ações preferenciais (PETR3) e ordinárias (PETR4). A data pagamento será 07/02/20 e as ações ficarão “ex-proventos” em 12/11/19.

Vale (VALE3)

A empresa mostrou lucro líquido de R$ 6,461 bilhões, com alta de 15,2%. Destaque positivo para a geração de caixa de US$ 3 bilhões e a queda no nível de alavancagem – a mais baixa desde 2008. Resultado Positivo.

Usiminas (USIM5)

E empresa mostrou receita praticamente estável com queda no volume de venda de aço e alta na receita de minério. A Usiminas registrou um prejuízo de R$ 139 milhões, com destaque negativo com o pior resultado financeiro. Resultado negativo.

Fleury (FLRY3)

A receita líquida cresceu 10,8% frente ao 3T18, chegando a R$ 755,7 milhões. Destaque para a incorporação da marca Lafe no Rio de Janeiro e para o desempenho positivo da marca a+ em São Paulo. O lucro líquido foi de R$ 94,8 milhões e cresceu 4,9%, mas com impacto do aumento, mais do que proporcional a variação da receita, de custos de serviços prestados. Resultado Positivo.

Ambev (ABEV3)

A receita líquida cresceu 5,9% frente ao 3T18, com destaque para o aumento na receita por hectolitro no Brasil e nos volumes na América Central e Caribe e no sul da América Latina, sendo parcialmente compensados pela queda de volume no Brasil e fraco desempenho no Canadá. O lucro líquido foi de R$2,44 bilhões e caiu 9,7%, com impacto do câmbio e do preço de commodities sobre a margem bruta. Resultado Negativo.

Lojas Renner (LREN3)

A receita líquida de mercadorias cresceu 12,9% frente ao 3T18, com destaque para o fluxo de clientes nas lojas e disponibilidade de produtos em estoque, com grande aceitação da coleção primavera-verão. O lucro líquido caiu 2,6% e chegou a R$ 189,3 milhões, mas contou com efeito da adoção do IFRS 16 (norma sobre arrendamentos) e menor recuperação de créditos fiscais. Resultado Positivo.

Grendene (GRND3)

A receita líquida teve queda de 2,8%, ainda com menores volumes no mercado interno e aumento na exportação. A empresa informou que foram tomadas ações e adequação na estrutura de custos. Além disso, o resultado não recorrente foi de R$38 milhões. Com isso, o lucro líquido subiu 48,4%, chegando a R$166,8 milhões. Resultado neutro.

Ainda foi informado o pagamento de dividendos no valor de R$ 0,104 por ação no dia 19/11/19. As ações ficarão “ex-proventos” em 05/11/19.

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Um guia básico sobre o investimento em CDB

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Um guia básico sobre o investimento em CDB

Hoje vamos falar sobre o investimento em CDB. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido pelas instituições bancárias para custear suas atividades de crédito. Em outras palavras, você empresta um valor ao banco, o qual terá recursos para emprestar a outro cliente, ao mesmo tempo em que você recebe juros sobre a quantia investida.

Tipos de CDB

Há diferentes tipos de rendimento. O pré-fixado, com juro anual estabelecido no momento da aquisição, e pós-fixado, sujeito à oscilação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). O CDI é um título de empréstimo entre as instituições financeiras que acompanha a Taxa Selic (taxa básica de juros). Devido à variação, não é possível saber o lucro antes do vencimento do título. Há, ainda, o rendimento híbrido, geralmente associado à inflação, com juro fixo anual mais variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Como investir no CDB

O primeiro passo para investir no CDB é determinar os seus objetivos, valor e prazo da aplicação. Em seguida, selecione uma instituição bancária ou corretora para investir. Corretoras normalmente tem títulos com taxas mais altas. Abra uma conta de investimentos, pesquise entre os títulos disponíveis e defina qual se encaixa melhor em seu perfil.

Apesar de variar de acordo com a instituição financeira, o montante mínimo para aplicação geralmente é de R$ 1 mil. Quando findar o prazo de validade do título, que pode variar de 30 dias a cinco anos, você receberá o valor original acrescido de todo o lucro do período.

Vantagens e desvantagens

Sem dúvida, a rentabilidade do CDB é melhor em relação à poupança. Há casos que o CDB chega a pagar quase o dobro da poupança. Sendo ideal também para quem quer sair da caderneta. Ou mesmo para quem quer iniciar seus investimentos.

Embora o CDB seja um investimento seguro, o principal risco de sua aplicação está nos casos de falência do banco, quando este não consegue reembolsar o capital aos investidores. Aí entra outra vantagem do CDB: o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que cobre aplicações no valor de até R$ 250 mil. Por isso, se a quantia desejada para a aplicação excede este número, divida o capital em títulos de diferentes instituições. Lembrando que esse valor do FGC é limitado a R$1 milhão, por CPF ou CNPJ.

Se você gostou das informações e está disposto a investir no CDB, lembre-se que uma boa aplicação depende de planejamento, seleção de uma instituição bancária confiável e análise da situação do mercado.

Como podemos ajudar você na escolha dos seus títulos de Renda Fixa?

Com o nosso produto Top Renda Fixa, você conta com as melhores recomendações e análises de Títulos de Renda Fixa (CDBs, LCIs, LCAs, Debêntures, LCs, FIDCs, CRAs, CRIs, e LFs) e Tesouro Direto.

Caso o seu interesse seja o de montar uma carteira diversificada de investimentos (Renda Fixa, Fundos e Ações), conheça também o nosso produto Carteiras Capitalizo.

 

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Temporada de resultados e as melhores ações da bolsa

Temporada de resultados e as melhores ações da bolsa

Em um dia de agenda vazia na economia, a divulgação de resultados do 3T19 segue como destaque. Ainda hoje teremos resultados de Grendene (GRND3), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Fleury (FLRY3) e Lojas Renner (LREN3). Confira o que é notícia no mercado hoje:

Aqui no Brasil, o Ibovespa caiu 0,52% a 106.986 pontos.  Já o dólar, subiu 0,26% a R$4,04.

Destaques de baixa: CSNA3 (-6,85%), RENT3 (-6,17%), TESA3 (-4,73%), COGN3 (-4,69%), SUZB3 (-4,46%).

Destaques de alta: POSI3 (+5,99%), BPAC11 (+4,22%), SHOW3 (+2,94%), ABEV3 (+2,73%), MILS3 (+2,69%).

Destaques corporativos

Petrobras (PETR3/PETR4)

A Petrobras comunicou que aprovou ajustes na minuta do Termo Aditivo do Contrato de Cessão Onerosa. Dessa forma, a empresa receberá um ressarcimento de R$ 34 bilhões (US$ 9,05 bilhões). O valor do ressarcimento será atualizado pela Selic até sua efetiva quitação, o que pode ocorrer até dezembro do ano que vem.

Temporada de resultados do 3T19

Energias do Brasil (ENBR3)

A receita operacional líquida regrediu 9,6% frente ao 3T18. Destaque para o menor volume de energia distribuída para a indústria e menor liquidez no mercado livre, sendo parcialmente compensados pelo resultado positivo em geração hídrica e aumento da tarifa média na distribuidora de São Paulo. O lucro líquido subiu 15,3%, com efeito da atualização de ativo financeiro indenizável, chegando a R$354 milhões. Resultado negativo.

CSN (CSNA3)

A receita líquida no 3T19 foi de R$6 bi, 3% abaixo do mesmo período de 2018. A queda se deu principalmente pelo menor volume de vendas de aço no mercado externo e realizações de preços menos favoráveis na mineração.

A CSN teve prejuízo de R$ 871 milhões no terceiro trimestre, revertendo lucro de R$ 752 milhões de 2018. O resultado foi impactado pelo aumento das despesas com variações monetárias e cambiais. Resultado negativo.

Localiza (RENT3)

A Localiza teve receita líquida no último trimestre de R$ 2,67 bilhões, uma alta de 28,8% em relação ao mesmo período de 2018. Já o lucro líquido no terceiro trimestre subiu 28,79%, chegando a R$ 205,9 milhões. Destaque negativos tanto para aluguel de carros quanto para seminovos, que vieram aquém do esperado. Resultado negativo.

Destaques de Conteúdo Capitalizo

Live – As Melhores Ações da Bolsa

Para falar mais a respeito do momento atual e das oportunidades e cuidados com a Bolsa na máxima histórica, convidamos a todos para participar da nossa live “As melhores ações da Bolsa”. A transmissão vai ocorrer na próxima quinta-feira (24/10), às 20h no nosso Canal do YouTube.

Caso queira deixar a sua pergunta, clique aqui e preencha o formulário.

Te aguardamos lá.

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XPML11 – Conheça o Fundo Imobiliário XP Malls

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XPML11 – Conheça o Fundo Imobiliário XP Malls

Conheça o Fundo Imobiliário XPML11 – XP Malls. As informações são referentes ao início do mês de outubro/19:

Gestora

Fundada em 2006, a XP Gestão de Recursos é uma empresa pertencente ao grupo XP, porém com a flexibilidade de uma asset independente, trazendo consigo a solidez de um grande grupo financeiro. Atualmente a XP Asset Management possui cerca de 18 bilhões de ativos sob gestão, de mais de 130 mil investidores.

Em seu portfólio, possui fundos de renda fixa, multimercados e de renda variável. Além desses, também dispõe de fundos estruturados, entre os segmentos imobiliário, participação em infraestrutura e direitos creditórios. A gestora conta com uma equipe com mais de 40 profissionais altamente qualificados e dedicados ao controle de riscos e preservação de capital dos investidores, sejam eles pessoa física, jurídica ou investidores institucionais.

Foi eleita a melhor gestora especialista pela revista Exame em 2016 e seus fundos receberam cinco estrelas na avaliação da publicação. Também já foi eleita como a melhor gestora de renda variável do Brasil pela Standard & Poor’s e pelo Valor Econômico.

O Fundo

O XP Malls FII é um fundo imobiliário constituído sob a forma de condomínio fechado, sem prazo de duração determinado e destinado a investidores em geral. Tem por objeto a obtenção de renda por meio da exploração imobiliária de shopping centers, bem como o ganho de capital, mediante a compra e venda de shopping centers. Portanto, pode ser classificado como um fundo de Shoppings. Também, o fundo poderá investir em cotas de outros fundos imobiliários e alguns ativos de renda fixa, como LCIs por exemplo.

O fundo possui um patrimônio avaliado em aproximadamente R$ 980 milhões. Desde o início de suas atividades, em 28 de dezembro de 2017, o XP Malls já finalizou quatro processos de emissão de cotas, tendo o último finalizado no mês de Março de 2019. Esta oferta arrecadou um valor aproximado de R$ 450milhões que foi destinado à aquisição de ativos alvo selecionados pelo gestor, seguindo a política do Fundo. Sua quinta distribuição pública, avaliada em R$ 400 milhões, provavelmente será finalizada até mês de novembro deste ano.

Para investir no fundo o aporte inicial é a cotação de mercado no momento da compra. É destinado a investidores em geral, através de corretoras e distribuidoras de valores mobiliários. A taxa de administração no momento é de 0,55% a.a. do patrimônio líquido, visto que há um desconto de 0,2% a.a. até o mês de outubro de 2020. O XPML11 cobra uma taxa de performance de 20% sobre o que exceder o IPCA + 6% a.a.

A Carteira

A carteira consolidada é composta por aproximadamente 89% de imóveis, sendo ao todo 10 shoppings, localizados nas cidades de São Roque – SP, São Paulo – SP, Salvador – BA, Duque de Caxias – RJ, Manaus – AM e Belém – PA. Também possui cerca 10,5% investidos em ativos de renda fixa com boa liquidez para caixa e 0,5% de cotas do fundo imobiliário Floripa Shopping. A seguir, a composição da carteira:

Rentabilidade

Nos últimos 12 meses o fundo obteve uma rentabilidade de 41,37%, representando 165,42% do IFIX. Neste mesmo período distribuiu, em média, R$ 0,59 em dividendos por cota, formando um dividend yield de aproximadamente 6,30% ao ano. O gráfico abaixo mostra o histórico de rentabilidade:

Confira o vídeo e saiba mais a respeito do Fundo

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Mercado de Seguros no Brasil e Ações da B3

Mercado de Seguros

Do ponto de vista do investidor, o mercado de seguros é um dos mais atrativos para se investir. Não é à toa que Warren Buffet, o maior investidor de todos os tempos, deve boa parte dos seus retornos às empresas de seguros.

Dentre os principais motivos que Buffett gosta do setor, estão:

Rentabilidade

As empresas seguradoras normalmente têm uma estrutura ‘’leve’’ e trabalham fortemente o lado comercial. O resultado costuma ser uma Rentabilidade Sobre o Patrimônio bastante elevada. Em empresas como o IRB Brasil (IRBR3), esse número é de quase 40%. Inclusive, o IRB é a empresa mais rentável do mundo no setor de resseguros.

‘’Não há risco ruim, mas seguro mal taxado’’

Essa frase fenomenal só poderia ter vindo de Warren Buffett. O que ele quis dizer é que, quanto maior o risco de se fazer o seguro de algo, mais caro esse seguro vai ser. Tomemos como exemplo uma Ferrari, cujo seguro é astronômico. O dono de um carro como esse não tem muita margem para barganhar o valor do seguro com a seguradora. Essa, por sua vez, não vai aceitar cobrar pouco por algo que tem risco elevado. Portanto, ter o poder de barganha e conseguir definir os preços é muito importante para qualquer empresa ser rentável. E Buffett sabe muito bem disso.

Receber antes e pagar depois

É muito comum, em diversas empresas, primeiro pagar os fornecedores para, somente após a venda dos produtos, receber dos clientes. No mercado de seguros, o fluxo é o contrário: primeiro as pessoas pagam o seguro e, somente após a ocorrência de algum sinistro, recebem os valores. Em alguns casos, em que o sinistro pode não ocorrer, como por exemplo em seguros de casas, é possível que a seguradora nunca tenha que desembolsar algum valor. Além disso, todo o valor pago pelos seguros é aplicado, normalmente em Renda Fixa. O que gera ganhos financeiros para as seguradoras.

Além de tudo isso, aqui no Brasil, o mercado ainda tem baixa penetração e um potencial fantástico de crescimento. Os brasileiros ainda se protegem muito pouco com seguros.

Confira o panorama atualizado do mercado de seguros no Brasil e entenda como pode ser rentável investir nas ações de seguradoras.

Mercado Segurador

A arrecadação total do mercado de seguros, excluindo DPVAT, cresceu 11,3% nos primeiros sete meses do ano, comparando com o mesmo período do ano anterior. Mesmo com este resultado, ainda é possível observar um comportamento heterogêneo entre os ramos e segmentos. Destaque positivo para as variações positivas em planos de risco prestamista (24,7%) e de vida (18,2%) e de acumulação da família VGBL (14,3%). Por outro lado, o segmento de automóveis (0,1%) continua praticamente estagnado.

No acumulado de doze meses encerrados em julho de 2019, a arrecadação cresceu 5,5%, com forte recuperação a partir de abril. Este movimento é explicado pela retomada dos planos de acumulação, uma vez que até o quarto mês do ano apresentavam retração de 7,8% e na última apuração entraram em campo positivo, chegando a 2,7%. Com a aprovação da reforma da previdência na Câmara do Deputados e o andamento do projeto no Senado, o interesse por produtos privados aumentou substancialmente, principalmente na família VGBL. Compensando parcialmente, a taxa de crescimento de emplacamentos de veículos continua se distanciando da arrecadação com seguros neste segmento.

Os planos de risco continuam apresentando o melhor desempenho do setor. O seguro prestamista vem sendo influenciado positivamente pelo aumento na concessão de crédito para pessoas físicas, e mudanças nas preferências das famílias, como parte de um novo cenário econômico e social, favorecem o aumento da demanda por seguro de vida. Planos de acumulação, embora com rendimento reduzido devido à queda nas taxas de juros, devem continuar incrementando a arrecadação devido à maior atratividade da previdência privada.

Como principais direcionadores para o curto prazo ressaltamos a retomada da economia nacional, com dados animadores no varejo e em serviços, juros no menor nível histórico e índice de preços sob controle. Em contrapartida, ressaltamos a crise na Argentina, com efeito negativo no setor automotivo, perspectiva negativa para a produção na indústria e desaceleração na atividade global. Nesse último caso, vale ressaltar o afrouxamento quantitativo na Europa e enfraquecimento da indústria na Alemanha.

Parte do segmento apresenta comportamento resiliente, impulsionada pela recuperação gradual de algumas áreas da economia e maior necessidade de cobertura sobre bens e atividades empresariais. A arrecadação mensal de cobertura de pessoas demonstra que o segmento mantém viés de alta desde 2015, sem impacto relevante da crise econômica e o alto nível de desemprego.

Empresas da B3

Quanto às empresas do setor, existem alguns desafios em curto prazo. Vale lembrar, ainda, que possíveis modificações podem afetar estratégias de investimento em suas ações. No que diz respeito às receitas, o principal componente a ser observado é a variação no resultado financeiro das companhias e o impacto da queda da taxa de juros. Uma vez que a grande maioria das aplicações estão concentradas em ativos atrelados ao CDI.

No longo prazo, porém, o cenário ainda é muito positivo.

BB Seguridade (BBSE3)

O lucro líquido da BB Seguridade chegou a R$ 1,078 bilhão no segundo trimestre, 18,5% acima do mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo do bom desempenho da BB Corretora, aumento de prêmios ganhos e melhora no índice de sinistralidade, sendo parcialmente compensados pelo resultado abaixo das expectativas em previdência. Consideramos o resultado positivo, uma vez que tanto a área operacional como a financeira apresentaram números consistentes.

BB Seguridade divulgará os resultados do 3T19 no dia 04/11, antes da abertura do pregão.

Porto Seguro (PSSA3)

A Porto Seguro registrou crescimento de 13,7% no lucro líquido do segundo trimestre, totalizando R$ 380,9 milhões. A queda de 27,7% no resultado operacional de seguros foi totalmente compensada pelo aumento de 46,5% no resultado financeiro consolidado e pela menor taxa efetiva de tributos sobre lucro. Destaque para o incremento nos prêmios auferidos em seguro saúde, com impulso do volume de vendas no segmento pequenas e médias empresas. A captação de previdência caiu consideravelmente devido ao crescimento das portabilidades cedidas.

Porto Seguro divulgará os resultados do 3T19 no dia 04/11, antes da abertura do pregão.

Sul América (SULA11)

A Sul América apresentou lucro líquido de R$ 260,8 milhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 92,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a evolução na receita operacional no segmento de saúde e odontológico, que contou com aumento no número de beneficiários, manutenção no volume de vendas novas e patamar elevado de retenção. O foco da empresa continua no processo de expansão regional, sendo que na última apuração ganhou 0,3 p.p. em participação de mercado em saúde suplementar, alcançando 10,6% e se firmando como terceiro maior player segundo dados da ANS.

Sul América divulgará os resultados do 3T19 no dia 07/11, após o fechamento do pregão.

IBR Brasil (IRBR3)

O IRB Brasil registrou avanço de 21,7% no volume total de prêmios emitidos no segundo trimestre de 2019, comparando com mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 2,355 bilhões. Desse valor, R$ 1,380 bilhão corresponde a prêmios emitidos no Brasil (59%) e R$ 975,4 milhões no exterior (41%). No mercado interno, destaque para o desenvolvimento do setor de atuação, com aumento no número de novos contratos em riscos especiais, property e de vida. Fora do país, a receita foi influenciada pela apreciação do dólar e maior participação
em contratos existentes.

O lucro líquido superou em 35,2% o apresentado no segundo trimestre de 2018, totalizando R$ 388,4 milhões. O resultado é fruto do crescimento no prêmio emitido e da consequente evolução no resultado de subscrição, em conjunto com a manutenção no índice de despesa administrativa e melhora no resultado financeiro. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) subiu 6 pontos percentuais, passando de 33% para 39%.

O IBR Brasil divulgará os resultados do 3T19 em 06/11, após o fechamento do mercado.

Rentabilidade das ações na B3

Em termos de rentabilidade das principais ações do setor de seguros negociadas na B3, destacamos:

IRB Brasil (IRBR3) 

Apesar de ser uma empresa antiga, as ações do IRBR3 podem ser consideradas ”novatas” na B3. O ativo, que começou a ser negociado apenas em julho de 2017 e que tem sido um dos destaques das nossas recomendações, teve a incrível alta de mais de 372% no período.

BB Seguridade (BBSE3)

As ações estrearam na B3 em 2013. Em termos de rentabilidade, as ações BBSE3 subiram pouco mais de 213% no período. Se por um lado ela ficou na ”lanterninha” em relação aos seus pares, por outro, justamente por não ter subido e ter visto seu lucro aumentar, hoje ela paga um dos maiores retornos em pagamento de dividendos, com Yield beirando os 9%.

 Porto Seguro (PSSA3) 

Porto Seguro é a mais antiga do grupo na B3. Desde novembro de 2014, quanto fez seu IPO, as ações subiram mais de 1.773%:

Sul América (SULA11)

Finalmente temos Sul América, que está na B3 desde outubro de 2017. De lá para cá suas ações subiram mais de 964%:

Seja pela possibilidade de valorização ou pelo ”gordo” pagamento de proventos, concordamos com Warren Buffett em recomendar uma exposição de parte da carteira em empresas do setor de seguros.

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