Day Trade em Ações

As operações de Day Trade são aquelas que compramos e vendemos um ativo dentro do mesmo pregão. As operações podem durar alguns minutos ou até algumas horas. Além de ser muito efetuado em contratos de Índice Futuro e de Dólar, o Day Trade em Ações também pode gerar ganhos em curto prazo.

Obviamente, é necessário ter alguns cuidados quando fazemos Day Trade. Bem como ter uma estratégia operacional que aponte claramente os pontos de entrada e saída. Além disso, como veremos abaixo, esse tipo de operação permite um alto percentual de alavancagem, o que pode gerar prejuízos. Por isso, cuidado com a alavancagem.

Por outro lado, quando efetuado de maneira consciente, com alavancagem moderada e uma boa estratégia operacional, o Day Trade em Ações pode gerar ganhos extraordinários. Abaixo, seguem 5 motivos que explicam porque as operações de Day Trade em Ações estão entre as nossas favoritas para ganhar em curtíssimo prazo:

Motivo 1: Possibilidade de ganhar tanto na alta como na baixa

Nas operações de Day Trade em Ações você pode ganhar independentemente do mercado subir ou cair. Isso porque  podemos ter, dentro do mesmo pregão, diferentes tendências, aumentando a probabilidade de novas operações e chances de ganhos.

Motivo 2: Você não fica posicionado de um dia para o outro

É comum uma ação abrir caindo 2% ou subindo 2% no pregão seguinte a sua compra ou venda. Nesses casos, não é possível se proteger caso o mercado venha “contra” nossa operação, pois os ativos já abrem em “gap”. Encerrando as operações dentro do dia, você não corre o risco de sofrer prejuízos na abertura do pregão seguinte.

Motivo 3: Operar em mercados com alta liquidez

Um dos pré-requisitos para fazer operações Day Trade é focar em mercados de alta liquidez. Isso significa ter uma grande quantidade de negócios realizados e facilidade para comprar e vender. Ações como da Petrobras ou Vale, por exemplo, podem negociar mais de R$600 milhões ou até R$1 bilhão em um único pregão.

Motivo 4:  Alavancagem sem custo

Já que você pode usar seu patrimônio como garantia das operações Day Trade, é possível se alavancar. Alavancagem significa operar com mais capital do que temos. Por exemplo, vamos supor que a alavancagem das ações da Petrobras (PETR4) seja de 10 vezes. Isso significa que com R$ 10.000 em conta você pode operar R$ 100.000 em ações da Petrobras.

No caso do Day Trade, como as operações são encerradas no mesmo dia, você não tem custos para efetuar essa alavancagem. Em operações de venda alugada, por exemplo, você tem o custo do BTC. Já em operações a termo, você tem o custo do termo.

Motivo 5: Opere quando quiser e tenha a possibilidade de obter resultados rápidos

Qual o tempo que você tem disponível para operar? 1 hora por dia? 2 horas? Pode operar o dia todo?

Realizando operações Day Trade, você escolhe quando e com quanto vai operar. Além disso, seja com prejuízo ou com ganhos, as operações costumam durar pouco tempo. Dessa forma, você tem flexibilidade para entrar em novas operações ou encerrar o seu dia de trades.

Recomendações de Day Trade em Ações da Capitalizo

Na Capitalizo, além das recomendações de Day Trade em índice e dólar, temos as recomendações de Day Trade em ações. Além do nosso cliente ter acesso ao histórico de todas as recomendações já realizadas, temos uma sala ao vivo onde nosso analista apresenta recomendações e pontos para suas operações de Day Trade durante todo o pregão.

Seguindo estratégias já utilizadas há alguns anos e com alta disciplina na entrada e saída das operações, nossos resultados têm sido muito satisfatórios.

Apenas como exemplo, nos últimos 24 meses, o resultado acumulado das operações de Day Trade em ações é de + 325%*, com um percentual de acerto de 52,18%* das recomendações.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais. As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venha a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo.

Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho etc).

Fundo Imobiliário HGRE11 – CSHG Real State

hgre11

Fundo Imobiliário HGRE11 – CSHG Real State

O Credit Suisse possui uma estrutura de gerenciamento de riscos adequada ao seu porte e à complexidade de suas operações, o que permite o acompanhamento, monitoramento e controle dos riscos aos quais está exposto. Além disso, os comitês de risco da companhia se reúnem periodicamente para acompanhar, discutir e avaliar os riscos tomados pela instituição. Os testes e a avaliação da estrutura são realizados pelo menos uma vez por ano. A área de investimentos imobiliários da Credit Suisse Hedging-Griffo iniciou suas operações em 2003, com o objetivo de prover aos clientes alternativas de investimentos no mercado imobiliário por meio de estruturas e instrumentos sofisticados do mercado de capitais. Atualmente, a CSHG possui produtos imobiliários voltados para os segmentos comercial (escritórios e imóveis corporativos), varejo (shopping centers), logístico e industrial e recebíveis imobiliários.

Risco

– Risco: O Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

– Gestão: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo, e é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, tínhamos um cenário de taxas de juros baixos, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos Imobiliários.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, o crédito em queda, a vacância aumentando e os preços dos imóveis caindo, os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

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Esse conteúdo é um resumo do Informativo Semanal de Fundos Imobiliários. O relatório completo é publicado, semanalmente, no nosso plano TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Ranking de Fundos Imobiliários

Ranking de Fundos Imobiliários

Realizamos um estudo com o rendimento dos fundos imobiliários presentes no IFIX. Os fundos estão ordenados de forma decrescente de acordo com o rendimento apresentado, com fechamento em 31 de outubro de 2019.

Adicionamos também o índice de fundos imobiliários (IFIX) para permitir a comparação dos produtos com a carteira teórica da B3. Importante ressaltar que desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.

Lista dos 5 Fundos Imobiliários mais Rentáveis – Outubro/19:

Fonte: Quantum Axis

Conheça os 5 mais rentáveis de Outubro/19

1- Continental Square (FLMA11)

  • Segmento: Lajes/Hotel
  • Início: 11/2000
  • Patrimônio líquido: R$ 200 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 2,89 / cota
  • Carteira Física: Edifício Continental Square Faria Lima
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,016 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 3,16%

Comentários: sem acontecimentos relevantes em outubro.

2- TRX Ed. Corp. (XTED11)

  • Segmento: Lajes Corporativas
  • Início: 01/2012
  • Patrimônio líquido: R$ 25,9 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 14,42
  • Carteira Física: Atlântico Office – Macaé-RJ
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,00 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 0,00%

Comentários:

O fundo divulgou no relatório do mês de setembro que existem negociações avançadas com uma empresa do setor de educação para alugar o Atlântico Office. O relatório de outubro ainda não foi divulgado.

3- General Shopping (GSFI11)

  • Segmento: Shopping Centers
  • Início: 06/2010
  • Patrimônio líquido: R$ 630 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 9,20 / cota
  • Carteira: Vanti Administradora e Incorporadora
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,00 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 0,00%

Comentários: sem acontecimentos relevantes em outubro. O Fundo está no mercado desde o mês de maio/19.

4- CSHG Prime (HGPO11)

  • Segmento: Lajes Corporativas
  • Início: 10/2010
  • Patrimônio líquido: R$ 247 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 149,95 / cota
  • Carteira Física: Ed. Metropolitan e Ed. Platinum – São Paulo
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,87 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 4,83%

Comentários:

O fundo está com a vacância baixa, em torno de 2%.

5- Anhanguera (FAED11)

  • Segmento: Educacional
  • Início: 12/2009
  • Patrimônio líquido: R$ 121,5 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 189,20 / cota
  • Carteira Física: Taboão da Serra, Leme e Valinhos/SP
  • Rendimento (Out/2019): R$ 1,54 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 6,62%

Comentários: sem acontecimentos relevantes em setembro.

Vídeo – Ranking de Fundos Imobiliários Outubro/19

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?

dividendos

Uma das dúvidas mais frequentes do investidor que quer montar sua carteira de ações é se deve escolher empresas que são boas pagadoras de dividendos ou empresas que podem apresentar forte crescimento e, por consequência, maior valorização de suas ações.

Na nossa opinião, em uma estratégia que busca gerar renda passiva, é possível comprar ações visando tanto o pagamento de dividendos, quanto o crescimento em longo prazo. Ou seja, podemos ser sócios de empresas que pagam bons dividendos e ainda tenham possibilidade de crescer (e muito).

Como funciona o pagamento de Dividendos?

Pela lei das Sociedade Anônimas (S.As.), uma empresa deve distribuir pelo menos 25% do seu lucro líquido para os acionistas. Embora, em alguns casos, esse valor possa ser menor (recentemente vimos a Vale suspender pagamento de dividendos após Brumadinho), a grande maioria das empresas respeita esse mínimo.

O Payout

O Payout nada mais é que o percentual de lucro distribuído entre os acionistas da empresa. Ou seja, se uma companhia tem lucro de R$ 100 milhões e distribui R$ 50 milhões, seu Payout é 50%.

O Dividend Yield

Já o Dividend Yield é o retorno percentual de proventos que o ativo pagou nos últimos 12 meses em relação ao preço atual da ação. Ou seja, se a empresa pagou R$ 10 de dividendos nos últimos 12 meses e hoje o preço da ação é R$ 100, o Dividend Yield é 10%.

Por isso, tanto Payout quanto Dividend Yield são conceitos importantes que o investidor deve entender.

Estratégias da Capitalizo para ganhos com Dividendos e Crescimento

Para as recomendações em longo prazo do nosso produto Invista em Ações temos, basicamente, três tipos de estratégias:

Estratégia de dividendos

A estratégia de dividendos é segmentada em duas. A primeira é identificar e recomendar ativos que já são bons pagadores de dividendos (tanto em Yield quanto em Payout). Um dos exemplos mais conhecidos dessa estratégia é o Banco Itaú (ITUB3/ITUB4) com Yield acima de 10% e Payout de mais de 86%.

A segunda estratégia é identificar e recomendar ativos que tenham potencial no aumento do pagamento de dividendos – como IRB Brasil (IRBR3), que vamos falar a seguir.

Estratégia de recuperação

A estratégia de recuperação consiste em identificar e recomendar ativos que estejam passando por algum problema, mas que têm potencial de se recuperar e apresentar forte crescimento – especialmente nos lucros.

Um dos casos mais emblemáticos nesse tipo de estratégia é o Magazine Luiza (MGLU3), que teve sérios problemas entre os anos de 2012 e 2014 (inclusive com suas ações se desvalorizando mais de 90% no período). A empresa, que conseguiu se reestruturar e hoje é muito lucrativa, apresentou valorização de incríveis 28.000% nas ações entre o final de 2015 até hoje.

Estratégia de qualidade

Por fim, temos a estratégia de qualidade. Essa estratégia consiste em identificar e recomendar ações de empresas com qualidade superior e que, além de apresentarem um histórico consistente de crescimento, tendem a continuar crescendo nos próximos anos. Temos alguns exemplos bem conhecidos do mercado que se encaixam nesse tipo de estratégia, como Weg (WEGE3) e Localiza (RENT3). Obviamente, por se tratar de ativos diferenciados, tendem a estar mais precificados e com múltiplos de mercado (como PL e PVP) mais elevados.

Nossa Carteira de Dividendos

Não é do nosso feitio vender rentabilidade em curto prazo. Porém, vamos apenas ilustrar as nossas estratégias e o quanto de valor elas têm gerado aos nossos clientes. As recomendações da nossa Carteira Dividendos + renderam em torno de 61% (sem contar os dividendos) nos últimos 12 meses. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 25%.

Na verdade, fazendo uma pesquisa entre as principais corretoras do mercado e casas de research, encontramos poucos Fundos ou Carteiras que tenham rendido tanto quanto a nossa no período.

Por que a Carteira Dividendos + tem rendido tão bem?

Entendemos que os principais motivos da nossa rentabilidade ser superior e que devem levar a Carteira a continuar com o desempenho acima do mercado são:

  • Nossa diligência e conhecimento profundo das ações recomendadas;
  • Baixo giro de carteira, que nos permite “surfar” na tendência em médio e longo prazos. Nos últimos 12 meses, por exemplo, não tivemos nenhum ativo saindo da Carteira;
  • Saímos do óbvio de apenas recomendar ativos que já pagam bons dividendos hoje. Alocamos, também, em ativos que tem potencial no aumento de pagamento de dividendos e crescimento do valor da ação. Ou seja, aumento no pagamento de dividendos e crescimento dos lucros andam lado a lado.

Nos dois exemplos de recomendações com o objetivo de captar dividendos e crescimento, temos a combinação do mix de duas estratégias. Nesse artigo, vamos falar da nossa recomendação em IRB Brasil (IRBR3). Unindo duas de nossas estratégias: potencial no aumento do pagamento de dividendos e crescimento.

O caso do IRB Brasil (IRBR3)

Para quem não conhece a empresa é uma resseguradora que na prática faz o “seguro do seguro”. Um dos motivos que torna o IRB tão especial é o alto retorno sobre o patrimônio (ROE) gerado. Nos últimos 12 meses, o ROE da companhia foi de 36%. Dessa forma, o IRB tornou-se a empresa mais rentável do mundo no setor. Baixe o relatório completo de análise de IRBR3 aqui.

Crescimento

Em termos de crescimento, a empresa tem batido com folga suas metas, fazendo com que o IRB mais do que dobrasse sua receita nos últimos 5 anos. A receita saltou de R$ 2,9 bilhões em 2014 para mais de R$ 6,4 bilhões nos últimos 12 meses. O lucro cresceu 149% no mesmo período, saindo de R$ 601 milhões em 2014, para R$ 1,5 bilhão nos últimos 12 meses.

A perspectiva para os próximos anos é muito positiva. Não só pelo crescimento que o IRB deve ter no Brasil, mas também pelas operações no exterior. Vale lembrar que, no primeiro semestre de 2019, 43% dos Prêmios Emitidos foram no exterior.

Para 2019, as projeções de Prêmios Emitidos foram revisadas para cima, mostrando o bom momento para os negócios da companhia:

Além disso, a saída do Banco do Brasil e da União do grupo de controle devem melhorar a eficiência da empresa.

E as ações, como se comportaram?

Crescimento de receita e lucros só poderiam gerar uma coisa: valorização das ações. Apesar de ter sido criado em 1939, o IRB estreou na B3 apenas em 2017. Além de recomendarmos IRB desde o IPO, alguns meses depois também incluímos IRBR3 na nossa Carteira Dividendos +. E lá permanecem até hoje.

De julho de 2017 (data do IPO) até novembro de 2019, IRBR3 teve valorização de 339%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 65%:

E os dividendos?

Quando IRBR3 foi recomendado para fazer parte da Carteira Dividendos +, seu valor de mercado era em torno de R$ 10,70. Nessa época, o Dividend Yield era pouco mais de 2%. Isso fez com que alguns investidores questionassem a recomendação, já que “não faz sentido ter ativos que paguem dividendos tão baixos”.

A intenção da recomendação era não só captar o crescimento da empresa (e uma possível valorização em longo prazo), mas também o aumento do Dividend Yield em relação ao preço de aquisição das ações. Ou seja, naquele momento, o Yield era baixo, mas levando-se em conta o elevado Payout e a possibilidade de crescimento do lucro de IRB, a “operação” fazia todo o sentido.

De novembro de 2017 até hoje, o IRBR3 pagou R$ 1,70 em proventos. Levando em conta o preço da nossa recomendação (R$ 10,70), o Yield pago no total até hoje foi de mais de 15%. Vale frisar que, somente em 2019, esse Yield é de 7,17%.

Ainda que possa parecer baixo, quando comparamos a outros bons pagadores de dividendos, a nossa tese em IRB de aproveitar valorização e também o pagamento de dividendos crescente tem se mostrado correta.

E você,  quer diversificar seus investimentos investindo em empresas com forte potencial de crescimento e boas pagadoras de dividendos? Conte com as recomendações da Capitalizo.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Ranking de dividendos: conheça os maiores pagadores

Ranking de dividendos

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno sobre o recebimento de proventos. Os proventos podem ser os dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP). Abaixo segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o ativo nos pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo: se uma ação estivesse custando, hoje, R$ 100 na Bolsa e se ela tivesse pagado R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

Abaixo, seguem os maiores pagadores de dividendos da B3. Esse estudo leva em conta o Dividend Yield com data base de 11/11/2019:

Maiores pagadores de Dividendos nos últimos 12 meses

Vídeo – Itausa (ITSA3/ITSA4) e os maiores pagadores de dividendos

Como avaliar o indicador

Apesar de ser amplamente utilizado, o Dividend Yield não deve ser analisado de forma isolada. Além disso, uma análise mais aprofundada do balanço da empresa nos permite, por exemplo, entender se o Yield foi alto em um determinado período em função de lucros não recorrentes ou pagamentos extraordinários. Fatores que podem distorcer nossa análise.

Também é importante, para quem busca comprar ações de boas pagadoras de dividendos, entender se a empresa tem condições de aumentar seus lucros futuros e, consequentemente, também aumentar a distribuição de proventos no futuro.

Por outro lado, utilizar o indicador de Dividend Yield é fundamental para selecionarmos os melhores ativos que podem nos gerar certa estabilidade quanto ao fluxo de pagamento de dividendos.

O ideal é buscar um ”mix” entre o crescimento da empresa e o crescimento do pagamento de dividendos. Além de uma política clara de distribuição de dividendos de forma constante. Abaixo, temos um bom exemplo desse ”mix”, as ações do Banco Itaú. O banco é conhecido por pagar dividendos todos os meses, além de ser uma empresa que vem crescendo bastante nas últimas décadas. Imaginem o Yield de quem comprou Itaú há 10 ou 15 anos!

De 2002 para cá, por exemplo, as ações do Banco (ITUB4) tiveram alta de mais 3.300%, além do pagamento de dividendos. Os pontos pretos na parte inferior do gráfico mostram todos os pagamentos de dividendos realizados – lembrando que o Banco Itaú paga dividendos mensais:

Como montar uma boa Carteira com boas pagadoras de Dividendos?

No nosso entendimento, uma boa Carteira de Dividendos deve ser composta tanto por ativos que já possuem Yields elevados, quanto de empresas que tem potencial de aumentar o pagamento de dividendos ao longo do tempo.

Como vimos no artigo Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?, quando saímos do óbvio e fazemos esse mix, poderemos ter ganhos substanciais no pagamento de proventos e também com a valorização das ações. Não é a toa que nossas recomendações da Carteira Dividendos + têm rendido bem acima da média no mercado.

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Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

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Day Trade

Swing Trade e Position Trade em Ações

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Índice Futuro e Dólar

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Long&Short

Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

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Small Caps: Ranking

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Small Caps são ações de baixa capitalização (valor de mercado). Além de ter um baixo valor de mercado, normalmente uma Small Cap possui um forte potencial de valorização/crescimento. Podemos afirmar isso porque uma companhia menor pode ter a possibilidade de ter um crescimento mais acelerado, quando comparada a uma empresa maior.

Em função disso, é fundamental, para o investidor de longo prazo, diversificar sua carteira de ações com boas Small Caps.

O Ranking

Realizamos um estudo com o retorno acumulado das principais Small Caps que acompanhamos ou recomendamos. Na lista, seguem as ações com maiores altas em 2019, com fechamento em 08/11/2019,

Destaque do mês: JSL (JSLG3)

Esse mês destacamos, dentre as ações do Ranking, o Grupo JSL, um dos maiores operadores logísticos do Brasil. Sendo que, em transporte rodoviário, é o maior.

Nos últimos anos, a empresa conseguiu crescer bem em um ambiente econômico ruim. Não a toa, tivemos essa valorização expressiva de mais de 200%, somente esse ano.

Além do negócio de logística, vale a pena destacarmos os outros negócio da empresa:

Vamos – maior do país, engloba as atividades de locação e comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos pesados.

A empresa tentou fazer IPO em abril, mas acabou cancelado. Acreditamos que essa oferta deva ser retomada em breve, o que pode gerar um novo gatilho para mais altas das ações.

CS Brasil – atua na prestação de serviços para o setor público, terceirização de frotas de caminhões, veículos e alugueis de equipamentos.

Movida – comprada em 2013, atua no aluguel de carros (segunda maior no setor de locação para pessoa física), de gestão e terceirização de frotas de veículos leves, além da venda nas lojas de seminovos.

Além disso, destacamos a BBC Leasing, o braço financeiro, que atua fornecendo financiamento e a rede de Concessionária Original.

Por que investir na JSL?

A JSL está no grupo de empresas que se beneficia com o cenário atual de juros baixos. Como seus negócios dependem de muito capital, a medida que os juros caem, seu custo financeiro cai junto. Esse movimento permite que a empresa se alavanque mais e cresça num ritmo mais acelerado.

Vale destacar também a diversificação de receitas com diferentes negócios, como vimos acima. Além disso, a JSL deve ”surfar” um movimento que acontece em todo o mundo, no qual empresas e pessoas deixam de comprar para alugar. Apenas como exemplo, enquanto em alguns países como Espanha, Inglaterra e Holanda, o percentual da frota alugada sobre a frota das empresas é acima de 30%, aqui no Brasil, esse número não passa de 9%.

Por fim, além da possibilidade de crescimento do PIB, temos visto diversas iniciativas públicas e privadas para a retomada de negócios em todos os modais logísticos do país.

Resultados da empresa 

A JSL apresentou bons resultados no 3T19. A receita líquida atingiu R$ 1,8 bilhão, recorde histórico. Vale lembrar que a base de comparação era alta, já que no 3T18 a empresa movimentou mais cargas em função da greve dos caminhoneiros.

O lucro líquido bateu R$ 66,1 milhões no 3T19, uma alta de 22% em relação ao mesmo período de 2018. A alavancagem também segue controlada e caiu para 3,6 x (dívida líquida/Ebtida).

Nosso posicionamento 

Atualmente, temos apenas uma recomendação de médio prazo nas ações JSLG3. Para o longo prazo é um ativo que acompanhamos, mas dentre as Small Caps, entendemos que existam alternativas melhores. Você quer saber quais são? Adquira o nosso produto Invista em Ações.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

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Day Trade – Contrato de Índice Futuro

Contrato de Índice Futuro

O que é e como funciona o Contrato de Índice Futuro

O Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice de ações mais importante do Brasil. Ele é resultado de uma carteira teórica de ações e units negociadas na B3, cuja quantidade pode variar de acordo com as regras de composição.

O Ibovespa tem como critério o retorno total das ações, refletindo assim as variações de um determinado número de ativos que compõem a carteira.

Já o Contrato Futuro de Ibovespa possibilita a negociação das expectativas futuras do mercado de ações (Ibovespa) sem a necessidade de realizar a compra de toda a cesta de ações que compõe o índice. Abaixo, vamos usar o exemplo do minicontrato, que pode ser negociado de 1 em 1.

Minicontrato Ibovespa

Código de negociação: WIN

Vencimento: quarta-feira mais próxima do 15° dia do mês de vencimento do contrato – o mini-índice Bovespa vence de 2 em 2 meses.

Meses de vencimento: Fevereiro (G), Abril (J), Junho (M), Agosto (Q), Outubro (V) e Dezembro (Z).

Formação do código e vencimento: WINV19, em que:

WIN= código

Z =  mês de vencimento

19 = ano de vencimento

Abaixo segue o book do mini-índice:

Liquidez do contrato: pelo menos 1 contrato

Cálculo do Volume Financeiro

O volume de cada contrato é calculado multiplicando-se a última cotação por R$ 0,20, ou seja, cada variação de 1 ponto equivale a R$ 0,20. Portanto, no exemplo acima, o contrato cotado a 110.140 pontos vale R$ 22.028,00.

Day Trade no Índice Futuro

O Minicontrato é muito utilizado para operações de curto prazo, especialmente o Day Trade. Isso porque podemos operar os contratos sem ter todo o valor do mesmo. Em algumas corretoras, esse valor pode ser R$ 50, R$ 20 ou até menos. Ou seja, com R$ 50 poderíamos operar um contato que vale mais de R$ 22.000!

Vale relembrar que não recomendamos essa alavancagem para quem está começando. Por isso, se você ainda não entende bem como funciona, vá com calma.

Por outro lado, quando utilizamos a alavancagem da forma correta, ela pode ser nossa aliada, impulsionando nossos ganhos e não comprometendo todo o nosso capital quando uma operação não dá certo.

Por exemplo, vamos imaginar uma pessoa que tenha separado R$ 1.000 por contrato para operar no Day Trade. Vamos supor que ela tenha feito uma compra a 110.140 e, após alguns minutos, vendido a 110.640, com ganho de 500 pontos por contrato. Esse ganho equivaleria a R$ 100 por contrato. Esse ganho pode parecer ”pouco” quando comparamos com o valor cheio do mesmo (2.0,28). Entretanto, quando comparamos o ganho de R$ 100 aos R$ 1.000 que foram disponibilizados, o ganho percentual é de 10% – que pode ter sido alcançado em questão de minutos.

Além disso, podemos fazer várias dessas operações durante o dia.

Como operar Índice Futuro com a Capitalizo

No nosso produto Full Trader, além das recomendações de Day Trade em Dólar e Ações, também temos as operações de Índice Futuro. Através do nosso pregão ao vivo, nosso cliente conta com as recomendações dos analistas que, durante todo o pregão, passam os melhores pontos de compra e venda de minicontratos.

Resultados

Nos últimos 24 meses, o ganho total das nossas recomendações Índice Futuro é de 63.410 pontos por contrato. No total, 59,34% das operações terminaram com ganho. Além disso, vale ressaltar que, dos 24 meses observados, terminamos com lucro em 22.

E você, quer operar Day Trade seguindo as nossas recomendações? Conte com a Capitalizo!

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  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro;
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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Hoje tratemos uma breve análise do Mercado de Fundos Imobiliários no Brasil.

Vale a pena investir em Fundos Imobiliários?

Consideramos o investimento em Fundos Imobiliários uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Mas afinal, vale a pena investir em Fundos Imobiliários ?

Se compararmos com o investimento da compra de imóveis diretos, podemos citar uma série de vantagens, tais como:

Simplicidade

Por meio do seu home broker, o investidor negocia as suas cotas. Além disso,  ele não precisa se preocupar com burocracia e dos cuidados com o imóvel.

Liquidez

As cotas podem ser negociadas em Bolsa. Dessa forma, reduzimos o risco de não conseguir vender o ativo.

Fracionamento do Investimento

O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua necessidade. Em um imóvel ”físico” não conseguimos vender ”partes” de um imóvel.

Vantagem Fiscal

Para pessoas físicas, não há incidência de Imposto de Renda sobre o rendimento distribuído.

Risco

Um Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos.  Com isso, temos diversificação de inquilinos e minimizamos o risco de perdas.

Gestão

A gestão ativa e profissional permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Contexto do mercado nos últimos anos

Como vimos, investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo. Apesar disso, é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, por exemplo, tínhamos um cenário de taxas de juros baixas, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, juros em alta, crédito em queda, a vacância aumentou e os preços dos imóveis caíram. Para piorar, a oferta de imóveis era muito grande, o que pressionou ainda mais o preço dos imóveis. Em função disso,  os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

E o momento atual. Pode ser considerando parecido com o de 2012 ou ainda é um bom momento para investir?

Acreditamos que o momento atual nada tem a ver com aquele cenário de 2012. A inflação controlada, juros em baixa e os preços dos imóveis mais baixos, deixam o momento atual muito atrativo para quem quer investir em imóveis.

Vale ressaltar também que teremos menos lançamentos nos próximos anos e crédito ainda restrito, o que afasta, nesse momento, risco de ”bolhas”. Dessa forma, conseguimos comprar bons imóveis, por bons preços. E isso é muito importante para quem já está ou ainda vai entrar nesse mercado.

Crédito Imobiliário

O indicador de custo de crédito para pessoas físicas, considerando o segmento de financiamento imobiliário com taxas de mercado, chegou a 13,15% ao ano em agosto de 2019. Este é o menor patamar dos últimos sete anos, representando um corte de 0,50 ponto percentual frente ao mesmo período de 2018. Fazendo uma média com recursos direcionados com taxas reguladas, o percentual cobrado seria de 8,91%, 0,24 ponto percentual abaixo de agosto do ano anterior.

Seguindo a tendência de cortes na taxa Selic, os bancos privados continuam reduzindo suas taxas mínimas, sendo que no final de setembro o Itaú anunciou que o patamar mais baixo de suas operações passou de 8,30% ao ano, acrescido da taxa referencial, para 7,30%. Na sequência, o Bradesco diminuiu sua taxa mínima cobrada no mercado imobiliário de 8,10% para 7,10%. Como outras instituições de grande porte já haviam feito movimento semelhante, a média chegou a 7,91% no início de outubro.

Em contrapartida, o saldo das operações de crédito para a indústria de construção é o menor dos últimos sete anos. Após atingir o total de R$ 119,479 bilhões, em fevereiro de 2015, continuou caindo gradualmente até atingir R$ 66,531 bilhões na última divulgação. Já o financiamento com recursos da poupança para construção e aquisição de imóveis nos primeiros oito meses do ano atingiu R$ 47,1 bilhões, representando um crescimento de 31,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A poupança apresentou retirada líquida de R$ 13,0 bilhões nos primeiros oito meses de 2019, considerando apenas o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Essa é uma inversão de tendência em relação ao ano anterior, uma vez que em 2018 houve captação líquida positiva de R$ 27,8 bilhões. Mesmo com esse movimento, o saldo da poupança está bem acima dos anos anteriores, chegando a R$ 624,6 bilhões, contra R$ 590,4 bilhões do mesmo período do ano anterior.

No acumulado até agosto, o volume emitido de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) subiu 40,9% na comparação com o ano anterior. A tendência de aumento nas operações com o título se confirmou, impulsionadas por nova legislação que regulamenta a multipropriedade. Vale ressaltar que a nova norma traz maior confiança aos investidores, e boa parte dos recursos utilizados no desenvolvimento dos projetos são obtidos no mercado de capitais.

A distribuição de ofertas de CRIs nos primeiros oito meses demonstram forte crescimento da proporção de investidores institucionais como detentores dos títulos, passando de 42,1% para 62,0% do total. As pessoas físicas regrediram sua participação de 45,3% para 25,4%, muito em função da evolução da indústria de fundos de investimento.

Segmento de Locação

Nos últimos doze meses, com fechamento em agosto, o Índice FipeZap de locação residencial apresentou alta de 3,87%, contra uma inflação de 3,43% (IPCA). De acordo com a fonte, Niterói e Rio de Janeiro registraram retração no período, chegando a -0,55% e -1,00%, respectivamente. O preço médio de locação residencial foi de R$ 29,00/m² entre as cidades monitoradas pelo estudo, sendo que São Paulo registrou R$ 39,00/m², Rio de Janeiro, R$ 30,30/m² e Brasília, R$ 28,70/m². A rentabilidade média do aluguel residencial é de 0,38% ao mês.

Nos últimos doze meses, o Índice FipeZap de locação comercial demonstrou evolução de 0,41% até o fechamento de agosto, sendo a primeira taxa positiva desde junho de 2014 e com grande contribuição de São Paulo (+1,29%), Campinas (+3,80%), Salvador (+6,26%) e Curitiba (+5,05%). Em contrapartida, Rio de Janeiro (-2,07%), Brasília (-2,32%) e Belo Horizonte (-1,60%) ainda estão em campo negativo. A cidade de São Paulo apresenta o maior valor por metro quadrado, com R$ 45,0, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 38,60. A rentabilidade média ficou em 0,44% ao mês.

Como é possível observar no gráfico abaixo, os valores praticados na venda de imóveis comerciais apresentam retração no acumulado de doze meses desde julho de 2015, sendo que o período mais crítico foi no início do segundo trimestre de 2016.

No segundo trimestre de 2019, a absorção líquida de escritórios de alta padrão na cidade de São Paulo cresceu 27,8% frente ao período imediatamente anterior, fazendo a vacância cair de 18% para 17% nesse segmento. O movimento é explicado pelo baixo volume de ofertas e aumento da demanda de empresas do setor financeiro. De acordo com a Newmark Grubb, as menores vacâncias são observadas nas regiões do Itaim Bibi e Juscelino Kubischeck. Já no Rio de Janeiro a realidade é outra, uma vez que a vacância física subiu de 36,5% para 37,8% entre o primeiro e o segundo trimestre de 2019.

A absorção líquida de galpões logísticos e centros industriais de alto padrão aumentou 72,1%, no segundo trimestre de 2019, no estado de São Paulo. O total da diferença entre as áreas contratadas e devolvidas chegou a 210 mil metros quadrados, fazendo a taxa de vacância média cair de 20% para 18%. Os principais motivos para este desenvolvimento continuam sendo a maior participação do e-commerce e a necessidade de maior espaço para armazenagem do segmento comercial.

O mercado de shopping centers voltou a apresentar variação positiva na área bruta locável adicionada após quatro anos consecutivos de retração. Outro ponto importante a ser ressaltado é a abertura líquida de novas lojas, uma vez que entre 2015 e 2017 houve uma perda de mais de 200 mil estabelecimentos. A projeção é de mais de 23 mil novas lojas para 2019 no Brasil, acelerando em relação às 8,1 mil de 2018 e compensando a perda de 19,3 mil de 2017.

Fundos Imobiliários

A demanda por FIIs continua em crescimento constante. As ofertas públicas registradas totalizaram R$ 16,3 bilhões nos primeiros oito meses de 2019, representado uma alta de 56,0% sobre o mesmo período do ano anterior. O volume de negociação dos papéis continua em crescimento desde 2014, sendo que a média diária passou de R$ 21 milhões para R$ 91 milhões em seis anos. Outro dado interessante é a alta participação de investidores pessoa física no volume depositado, chegando a 81,4%, um pouco acima dos 78,8% de agosto de 2018. Já o número de investidores mais do que dobrou nos últimos dois anos, atingindo 431,3 milhões.

A recuperação do mercado e a queda da taxa Selic têm feito crescer o número de produtos no segmento. A quantidade de fundos imobiliários registrados na CVM, até agosto de 2019, representou um crescimento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a 452 produtos diferentes.

O patrimônio líquido consolidado dos ativos negociados em bolsa passou de R$ 43,6 bilhões para R$ 66,2 bilhões na mesma base de comparação. Importante observar que atualmente o mercado está pagando R$ 1,09 para cada unidade do patrimônio consolidado dos fundos, contra R$ 0,96 agosto de 2018.

A aplicação na classe deve permanecer entre as prioridades para os próximos anos, reflexo da queda na taxa de juros e do ciclo de expansão da economia. Importante observar que o setor imobiliário possui característica cíclica, se favorecendo em momentos de inflexão entre retração e retomada da atividade doméstica.

Nos dados divulgados recentemente, destaque para a recuperação do mercado de lajes corporativas em São Paulo, onde é possível observar queda na vacância dos empreendimentos de alto padrão, uma vez que o valor dos aluguéis vem se enquadrando a realidade de empresas que procuram aumentar a qualidade de seus escritórios. Além disso, o setor de shopping centers deve se favorecer com retomada da economia, sendo que o aumento no consumo ajuda a diminuir a inadimplência de locatários e os espaços vagos.

A perspectiva com o mercado é de crescimento no número de fundos diversificados, procurando evitar o risco de investir apenas em um ativo. O momento é oportuno para novas aquisições e o crescimento de negócios no estado de São Paulo demonstra que os gestores estão atentos a oportunidades com preços descontados.

Consideramos pontos positivos: a maior disponibilidade de crédito imobiliário, a baixa taxa de juros, o aumento do fluxo de aluguéis e o crescimento da demanda por galpões logísticos.

Consideramos pontos negativos: os efeitos da desconfiança de empresários e consumidores, a alta taxa de vacância (embora esteja em queda) e o desemprego elevado.

Fontes: Banco Central, Newmark Grubb, FipeZAP, Anbima, B3, Abrasce e Bank of America Merrill Lynch.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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