Day Trade em Ações

As operações de Day Trade são aquelas que compramos e vendemos um ativo dentro do mesmo pregão. As operações podem durar alguns minutos ou até algumas horas. Além de ser muito efetuado em contratos de Índice Futuro e de Dólar, o Day Trade em Ações também pode gerar ganhos em curto prazo.

Obviamente, é necessário ter alguns cuidados quando fazemos Day Trade. Bem como ter uma estratégia operacional que aponte claramente os pontos de entrada e saída. Além disso, como veremos abaixo, esse tipo de operação permite um alto percentual de alavancagem, o que pode gerar prejuízos. Por isso, cuidado com a alavancagem.

Por outro lado, quando efetuado de maneira consciente, com alavancagem moderada e uma boa estratégia operacional, o Day Trade em Ações pode gerar ganhos extraordinários. Abaixo, seguem 5 motivos que explicam porque as operações de Day Trade em Ações estão entre as nossas favoritas para ganhar em curtíssimo prazo:

Motivo 1: Possibilidade de ganhar tanto na alta como na baixa

Nas operações de Day Trade em Ações você pode ganhar independentemente do mercado subir ou cair. Isso porque  podemos ter, dentro do mesmo pregão, diferentes tendências, aumentando a probabilidade de novas operações e chances de ganhos.

Motivo 2: Você não fica posicionado de um dia para o outro

É comum uma ação abrir caindo 2% ou subindo 2% no pregão seguinte a sua compra ou venda. Nesses casos, não é possível se proteger caso o mercado venha “contra” nossa operação, pois os ativos já abrem em “gap”. Encerrando as operações dentro do dia, você não corre o risco de sofrer prejuízos na abertura do pregão seguinte.

Motivo 3: Operar em mercados com alta liquidez

Um dos pré-requisitos para fazer operações Day Trade é focar em mercados de alta liquidez. Isso significa ter uma grande quantidade de negócios realizados e facilidade para comprar e vender. Ações como da Petrobras ou Vale, por exemplo, podem negociar mais de R$600 milhões ou até R$1 bilhão em um único pregão.

Motivo 4:  Alavancagem sem custo

Já que você pode usar seu patrimônio como garantia das operações Day Trade, é possível se alavancar. Alavancagem significa operar com mais capital do que temos. Por exemplo, vamos supor que a alavancagem das ações da Petrobras (PETR4) seja de 10 vezes. Isso significa que com R$ 10.000 em conta você pode operar R$ 100.000 em ações da Petrobras.

No caso do Day Trade, como as operações são encerradas no mesmo dia, você não tem custos para efetuar essa alavancagem. Em operações de venda alugada, por exemplo, você tem o custo do BTC. Já em operações a termo, você tem o custo do termo.

Motivo 5: Opere quando quiser e tenha a possibilidade de obter resultados rápidos

Qual o tempo que você tem disponível para operar? 1 hora por dia? 2 horas? Pode operar o dia todo?

Realizando operações Day Trade, você escolhe quando e com quanto vai operar. Além disso, seja com prejuízo ou com ganhos, as operações costumam durar pouco tempo. Dessa forma, você tem flexibilidade para entrar em novas operações ou encerrar o seu dia de trades.

Recomendações de Day Trade em Ações da Capitalizo

Na Capitalizo, além das recomendações de Day Trade em índice e dólar, temos as recomendações de Day Trade em ações. Além do nosso cliente ter acesso ao histórico de todas as recomendações já realizadas, temos uma sala ao vivo onde nosso analista apresenta recomendações e pontos para suas operações de Day Trade durante todo o pregão.

Seguindo estratégias já utilizadas há alguns anos e com alta disciplina na entrada e saída das operações, nossos resultados têm sido muito satisfatórios.

Apenas como exemplo, nos últimos 24 meses, o resultado acumulado das operações de Day Trade em ações é de + 325%*, com um percentual de acerto de 52,18%* das recomendações.

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  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via app, WhatsApp e Painel do Trader;
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  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro;
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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais. As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venha a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo.

Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho etc).

Boas novas na economia e viver de renda

Boas novas

Na semana passada tivemos alguns indicadores econômicos como o IBC-BR (que funciona como uma prévia do PIB) e vendas no varejo vindo acima do esperado. Nessa semana, as boas novas na economia continuaram:

-Pelo sétimo mês consecutivo tivemos alta no número de empregos com carteira assinada. Em 2019, o acumulado é de 841 mil novos postos formais;

-A confiança do empresário industrial chegou a 62,5 pontos. Número bem acima da média história: 54,6 pontos;

-O mercado de aço mostrou recuperação em outubro, depois de alguns meses com dados negativos. Em relação ao mesmo mês de 2018, a alta na produção foi de 1,5%;

-E, para finalizar, tivemos hoje a divulgação do IPCA-15 de novembro, que subiu 0,14%. Esse é o menor número para um mês de novembro desde 1998.

Ok, temos que concordar que os números não são nenhuma das “Sete Maravilhas”, mas já percebemos que a economia entrou num interessante ciclo recuperação – ainda que moderado. Além disso, nem a alta recente do dólar parece ter afetado os indicadores de inflação. E isso é importante pois nos garante mais tempo de juros baixos.

Esse cenário de juros baixos e crescimento moderado é o ideal para quem quer iniciar seus investimentos ou reforçar seus investimentos em renda variável (Ações e Fundos Imobiliários), pois ainda conseguimos encontrar muitos ativos que não precificam um crescimento mais acelerado da economia.

Outros Destaques de Conteúdo Capitalizo

Vídeo – Dividendos: Como funciona o pagamento?

Vídeo – TOTS3 – Vale a pena investir na Totvs?

Viver de Renda é possível

Um dos investimentos que mais se beneficia com a dinâmica falada acima, é o de Fundos Imobiliários (FIIs). A queda na taxa de juros deixa os FIIs mais atrativos e deve impulsionar o mercado imobiliário nos próximos anos.

A grande vantagem do momento atual é que, após anos de crise, o mercado deve demorar um pouco mais para aumentar a oferta de imóveis. Dessa forma, em alguns mercados, como o de São Paulo, as taxas de vacância têm caído e os valores dos aluguéis subido. Ou seja, para alguns tipos de imóveis, temos mais pessoas querendo comprar, do que vendendo – o que é ótimo para quem é dono de imóveis.

Para se ter uma ideia dessa retomada, o IFIX (que equivale ao Ibovespa dos FIIs), sobe mais de 100% desde 2016. Somente em 2019, a alta é de 22%.

Abaixo segue o comparativo do IFIX em relação ao CDI nos últimos 12 meses. Enquanto o IFIX sobe 25,24%, o CDI rendeu 6,12%:

Alguns Fundos, porém, sobem ainda mais. São os casos do Faria Lima Square (FLMA11) e do BTG Fundo de Fundos (BCFF11), que sobem 153% e 41% somente esse ano.

A boa notícia é que, apesar dessas altas, ainda temos Fundos Imobiliários com preços atrativos. Um desses casos é o Kinea Renda (KNRI11), focado na atividade de locação de imóveis comerciais e de galpões logísticos. O Fundo possui 18 imóveis e mais de 50 locatários. Na nossa opinião, é um FII que mistura diversificação, segurança e rentabilidade no longo prazo. Ou seja, é um Fundo Imobiliários que não pode faltar em uma boa Carteira de Investimentos de quem pensa em viver de renda.

Hoje, o Tiago fez um vídeo falando do investimento dele nesse Fundo Imobiliário e apresentou uma planilha onde você simular o quanto pode teria ganhando no KNRI11, tanto na valorização da cota, quando no pagamento mensal de proventos. Para conferir, clique aqui.

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Ações para ficar de olho em 2020

ações para ficar de olho em 2020

Ontem iniciamos a série “Ações para ficar de olho em 2020”. Pelo menos uma vez por semana, traremos alguma ação que poderá, na visão do nosso time de análise, ter uma movimentação diferenciada nos próximos 12 meses.

Traremos tanto casos de empresas que vêm crescendo muito forte nos últimos anos e que deverão ter, no ano que vem, uma continuidade desse movimento, quanto casos de empresas que vêm experimentando um crescimento ou recuperação recente nos seus resultados.

A intenção é mostrar, na prática, como funcionam as nossas análises e recomendações e a forma que nossos clientes alocam seus recursos em Bolsa.

Minerva (BEEF3)

O primeiro caso apresentado é o da Minerva (BEEF3), que assim como outras empresas do setor de proteína animal, como JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3), vem ”surfando” uma onda muito favorável no setor.

Dólar alto, exportações crescentes e desalavacagem são alguns dos motivos que deixam os nossos analistas tão otimistas com BEEF3. Lembrando que essa ”onda otimista” foi impulsionada com a Peste Suína Africana, que alterou toda a dinâmica de preços e demanda do setor de proteína animal e favoreceu de maneira exponencial as empresas brasileiras. Em especial a Minerva, que ainda está um pouco ”atrasada” em relação a JBS e Marfrig.

E não se engane, apesar da Minerva ainda estar ”no vermelho”, a empresa vem gerando fluxo de caixa livre positivo há vários trimestre e, em breve, deve dar lucro e até pagar dividendos. Não à toa, o mercado antecipou boa parte dessa melhora e as ações BEEF3 sobem 118% em 12 meses, enquanto o Ibovespa, apenas 21,3%:

Apesar dessa alta, acreditamos que o melhor ainda está por vir. Confira o vídeo falando a respeito da Minerva e suas perspectivas fundamentalistas para 2020:

Confira também nossa recomendação em andamento de médio prazo em BEEF3, pela nossa estratégia do Rastreador de Tendências clicando aqui. Até o momento, a operação rende em torno de 40%.

Outros destaques

Confira também os outros destaques do dia:

Vídeo – Fundos Imobiliários – Plantão Semanal 20/11/19

Vídeo – Perdeu a live ‘As melhores ações da Bolsa?’. Clique aqui e confira.

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Fundo Imobiliário HGRE11 – CSHG Real State

hgre11

Fundo Imobiliário HGRE11 – CSHG Real State

O Credit Suisse possui uma estrutura de gerenciamento de riscos adequada ao seu porte e à complexidade de suas operações, o que permite o acompanhamento, monitoramento e controle dos riscos aos quais está exposto. Além disso, os comitês de risco da companhia se reúnem periodicamente para acompanhar, discutir e avaliar os riscos tomados pela instituição. Os testes e a avaliação da estrutura são realizados pelo menos uma vez por ano. A área de investimentos imobiliários da Credit Suisse Hedging-Griffo iniciou suas operações em 2003, com o objetivo de prover aos clientes alternativas de investimentos no mercado imobiliário por meio de estruturas e instrumentos sofisticados do mercado de capitais. Atualmente, a CSHG possui produtos imobiliários voltados para os segmentos comercial (escritórios e imóveis corporativos), varejo (shopping centers), logístico e industrial e recebíveis imobiliários.

Risco

– Risco: O Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

– Gestão: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo, e é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, tínhamos um cenário de taxas de juros baixos, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos Imobiliários.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, o crédito em queda, a vacância aumentando e os preços dos imóveis caindo, os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

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Esse conteúdo é um resumo do Informativo Semanal de Fundos Imobiliários. O relatório completo é publicado, semanalmente, no nosso plano TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS.

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Ranking de Fundos Imobiliários

Ranking de Fundos Imobiliários

Realizamos um estudo com o rendimento dos fundos imobiliários presentes no IFIX. Os fundos estão ordenados de forma decrescente de acordo com o rendimento apresentado, com fechamento em 31 de outubro de 2019.

Adicionamos também o índice de fundos imobiliários (IFIX) para permitir a comparação dos produtos com a carteira teórica da B3. Importante ressaltar que desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.

Lista dos 5 Fundos Imobiliários mais Rentáveis – Outubro/19:

Fonte: Quantum Axis

Conheça os 5 mais rentáveis de Outubro/19

1- Continental Square (FLMA11)

  • Segmento: Lajes/Hotel
  • Início: 11/2000
  • Patrimônio líquido: R$ 200 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 2,89 / cota
  • Carteira Física: Edifício Continental Square Faria Lima
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,016 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 3,16%

Comentários: sem acontecimentos relevantes em outubro.

2- TRX Ed. Corp. (XTED11)

  • Segmento: Lajes Corporativas
  • Início: 01/2012
  • Patrimônio líquido: R$ 25,9 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 14,42
  • Carteira Física: Atlântico Office – Macaé-RJ
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,00 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 0,00%

Comentários:

O fundo divulgou no relatório do mês de setembro que existem negociações avançadas com uma empresa do setor de educação para alugar o Atlântico Office. O relatório de outubro ainda não foi divulgado.

3- General Shopping (GSFI11)

  • Segmento: Shopping Centers
  • Início: 06/2010
  • Patrimônio líquido: R$ 630 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 9,20 / cota
  • Carteira: Vanti Administradora e Incorporadora
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,00 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 0,00%

Comentários: sem acontecimentos relevantes em outubro. O Fundo está no mercado desde o mês de maio/19.

4- CSHG Prime (HGPO11)

  • Segmento: Lajes Corporativas
  • Início: 10/2010
  • Patrimônio líquido: R$ 247 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 149,95 / cota
  • Carteira Física: Ed. Metropolitan e Ed. Platinum – São Paulo
  • Rendimento (Out/2019): R$ 0,87 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 4,83%

Comentários:

O fundo está com a vacância baixa, em torno de 2%.

5- Anhanguera (FAED11)

  • Segmento: Educacional
  • Início: 12/2009
  • Patrimônio líquido: R$ 121,5 milhões
  • Valor patrimonial da cota: R$ 189,20 / cota
  • Carteira Física: Taboão da Serra, Leme e Valinhos/SP
  • Rendimento (Out/2019): R$ 1,54 / cota
  • Dividend Yield (12 m): 6,62%

Comentários: sem acontecimentos relevantes em setembro.

Vídeo – Ranking de Fundos Imobiliários Outubro/19

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O plano ideal para você que busca as melhores recomendações e acompanhamento do mercado de Fundos Imobiliários. Adquirindo, você recebe acesso aos Fundos Imobiliários cuidadosamente analisados e recomendados pela equipe de analistas da Capitalizo.

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?

dividendos

Uma das dúvidas mais frequentes do investidor que quer montar sua carteira de ações é se deve escolher empresas que são boas pagadoras de dividendos ou empresas que podem apresentar forte crescimento e, por consequência, maior valorização de suas ações.

Na nossa opinião, em uma estratégia que busca gerar renda passiva, é possível comprar ações visando tanto o pagamento de dividendos, quanto o crescimento em longo prazo. Ou seja, podemos ser sócios de empresas que pagam bons dividendos e ainda tenham possibilidade de crescer (e muito).

Como funciona o pagamento de Dividendos?

Pela lei das Sociedade Anônimas (S.As.), uma empresa deve distribuir pelo menos 25% do seu lucro líquido para os acionistas. Embora, em alguns casos, esse valor possa ser menor (recentemente vimos a Vale suspender pagamento de dividendos após Brumadinho), a grande maioria das empresas respeita esse mínimo.

O Payout

O Payout nada mais é que o percentual de lucro distribuído entre os acionistas da empresa. Ou seja, se uma companhia tem lucro de R$ 100 milhões e distribui R$ 50 milhões, seu Payout é 50%.

O Dividend Yield

Já o Dividend Yield é o retorno percentual de proventos que o ativo pagou nos últimos 12 meses em relação ao preço atual da ação. Ou seja, se a empresa pagou R$ 10 de dividendos nos últimos 12 meses e hoje o preço da ação é R$ 100, o Dividend Yield é 10%.

Por isso, tanto Payout quanto Dividend Yield são conceitos importantes que o investidor deve entender.

Estratégias da Capitalizo para ganhos com Dividendos e Crescimento

Para as recomendações em longo prazo do nosso produto Invista em Ações temos, basicamente, três tipos de estratégias:

Estratégia de dividendos

A estratégia de dividendos é segmentada em duas. A primeira é identificar e recomendar ativos que já são bons pagadores de dividendos (tanto em Yield quanto em Payout). Um dos exemplos mais conhecidos dessa estratégia é o Banco Itaú (ITUB3/ITUB4) com Yield acima de 10% e Payout de mais de 86%.

A segunda estratégia é identificar e recomendar ativos que tenham potencial no aumento do pagamento de dividendos – como IRB Brasil (IRBR3), que vamos falar a seguir.

Estratégia de recuperação

A estratégia de recuperação consiste em identificar e recomendar ativos que estejam passando por algum problema, mas que têm potencial de se recuperar e apresentar forte crescimento – especialmente nos lucros.

Um dos casos mais emblemáticos nesse tipo de estratégia é o Magazine Luiza (MGLU3), que teve sérios problemas entre os anos de 2012 e 2014 (inclusive com suas ações se desvalorizando mais de 90% no período). A empresa, que conseguiu se reestruturar e hoje é muito lucrativa, apresentou valorização de incríveis 28.000% nas ações entre o final de 2015 até hoje.

Estratégia de qualidade

Por fim, temos a estratégia de qualidade. Essa estratégia consiste em identificar e recomendar ações de empresas com qualidade superior e que, além de apresentarem um histórico consistente de crescimento, tendem a continuar crescendo nos próximos anos. Temos alguns exemplos bem conhecidos do mercado que se encaixam nesse tipo de estratégia, como Weg (WEGE3) e Localiza (RENT3). Obviamente, por se tratar de ativos diferenciados, tendem a estar mais precificados e com múltiplos de mercado (como PL e PVP) mais elevados.

Nossa Carteira de Dividendos

Não é do nosso feitio vender rentabilidade em curto prazo. Porém, vamos apenas ilustrar as nossas estratégias e o quanto de valor elas têm gerado aos nossos clientes. As recomendações da nossa Carteira Dividendos + renderam em torno de 61% (sem contar os dividendos) nos últimos 12 meses. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 25%.

Na verdade, fazendo uma pesquisa entre as principais corretoras do mercado e casas de research, encontramos poucos Fundos ou Carteiras que tenham rendido tanto quanto a nossa no período.

Por que a Carteira Dividendos + tem rendido tão bem?

Entendemos que os principais motivos da nossa rentabilidade ser superior e que devem levar a Carteira a continuar com o desempenho acima do mercado são:

  • Nossa diligência e conhecimento profundo das ações recomendadas;
  • Baixo giro de carteira, que nos permite “surfar” na tendência em médio e longo prazos. Nos últimos 12 meses, por exemplo, não tivemos nenhum ativo saindo da Carteira;
  • Saímos do óbvio de apenas recomendar ativos que já pagam bons dividendos hoje. Alocamos, também, em ativos que tem potencial no aumento de pagamento de dividendos e crescimento do valor da ação. Ou seja, aumento no pagamento de dividendos e crescimento dos lucros andam lado a lado.

Nos dois exemplos de recomendações com o objetivo de captar dividendos e crescimento, temos a combinação do mix de duas estratégias. Nesse artigo, vamos falar da nossa recomendação em IRB Brasil (IRBR3). Unindo duas de nossas estratégias: potencial no aumento do pagamento de dividendos e crescimento.

O caso do IRB Brasil (IRBR3)

Para quem não conhece a empresa é uma resseguradora que na prática faz o “seguro do seguro”. Um dos motivos que torna o IRB tão especial é o alto retorno sobre o patrimônio (ROE) gerado. Nos últimos 12 meses, o ROE da companhia foi de 36%. Dessa forma, o IRB tornou-se a empresa mais rentável do mundo no setor. Baixe o relatório completo de análise de IRBR3 aqui.

Crescimento

Em termos de crescimento, a empresa tem batido com folga suas metas, fazendo com que o IRB mais do que dobrasse sua receita nos últimos 5 anos. A receita saltou de R$ 2,9 bilhões em 2014 para mais de R$ 6,4 bilhões nos últimos 12 meses. O lucro cresceu 149% no mesmo período, saindo de R$ 601 milhões em 2014, para R$ 1,5 bilhão nos últimos 12 meses.

A perspectiva para os próximos anos é muito positiva. Não só pelo crescimento que o IRB deve ter no Brasil, mas também pelas operações no exterior. Vale lembrar que, no primeiro semestre de 2019, 43% dos Prêmios Emitidos foram no exterior.

Para 2019, as projeções de Prêmios Emitidos foram revisadas para cima, mostrando o bom momento para os negócios da companhia:

Além disso, a saída do Banco do Brasil e da União do grupo de controle devem melhorar a eficiência da empresa.

E as ações, como se comportaram?

Crescimento de receita e lucros só poderiam gerar uma coisa: valorização das ações. Apesar de ter sido criado em 1939, o IRB estreou na B3 apenas em 2017. Além de recomendarmos IRB desde o IPO, alguns meses depois também incluímos IRBR3 na nossa Carteira Dividendos +. E lá permanecem até hoje.

De julho de 2017 (data do IPO) até novembro de 2019, IRBR3 teve valorização de 339%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 65%:

E os dividendos?

Quando IRBR3 foi recomendado para fazer parte da Carteira Dividendos +, seu valor de mercado era em torno de R$ 10,70. Nessa época, o Dividend Yield era pouco mais de 2%. Isso fez com que alguns investidores questionassem a recomendação, já que “não faz sentido ter ativos que paguem dividendos tão baixos”.

A intenção da recomendação era não só captar o crescimento da empresa (e uma possível valorização em longo prazo), mas também o aumento do Dividend Yield em relação ao preço de aquisição das ações. Ou seja, naquele momento, o Yield era baixo, mas levando-se em conta o elevado Payout e a possibilidade de crescimento do lucro de IRB, a “operação” fazia todo o sentido.

De novembro de 2017 até hoje, o IRBR3 pagou R$ 1,70 em proventos. Levando em conta o preço da nossa recomendação (R$ 10,70), o Yield pago no total até hoje foi de mais de 15%. Vale frisar que, somente em 2019, esse Yield é de 7,17%.

Ainda que possa parecer baixo, quando comparamos a outros bons pagadores de dividendos, a nossa tese em IRB de aproveitar valorização e também o pagamento de dividendos crescente tem se mostrado correta.

E você,  quer diversificar seus investimentos investindo em empresas com forte potencial de crescimento e boas pagadoras de dividendos? Conte com as recomendações da Capitalizo.

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Importante: O Produto Invista em Ações está incluso no Full Trader.

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Ranking de dividendos: conheça os maiores pagadores

Ranking de dividendos

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno sobre o recebimento de proventos. Os proventos podem ser os dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP). Abaixo segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o ativo nos pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo: se uma ação estivesse custando, hoje, R$ 100 na Bolsa e se ela tivesse pagado R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

Abaixo, seguem os maiores pagadores de dividendos da B3. Esse estudo leva em conta o Dividend Yield com data base de 11/11/2019:

Maiores pagadores de Dividendos nos últimos 12 meses

Vídeo – Itausa (ITSA3/ITSA4) e os maiores pagadores de dividendos

Como avaliar o indicador

Apesar de ser amplamente utilizado, o Dividend Yield não deve ser analisado de forma isolada. Além disso, uma análise mais aprofundada do balanço da empresa nos permite, por exemplo, entender se o Yield foi alto em um determinado período em função de lucros não recorrentes ou pagamentos extraordinários. Fatores que podem distorcer nossa análise.

Também é importante, para quem busca comprar ações de boas pagadoras de dividendos, entender se a empresa tem condições de aumentar seus lucros futuros e, consequentemente, também aumentar a distribuição de proventos no futuro.

Por outro lado, utilizar o indicador de Dividend Yield é fundamental para selecionarmos os melhores ativos que podem nos gerar certa estabilidade quanto ao fluxo de pagamento de dividendos.

O ideal é buscar um ”mix” entre o crescimento da empresa e o crescimento do pagamento de dividendos. Além de uma política clara de distribuição de dividendos de forma constante. Abaixo, temos um bom exemplo desse ”mix”, as ações do Banco Itaú. O banco é conhecido por pagar dividendos todos os meses, além de ser uma empresa que vem crescendo bastante nas últimas décadas. Imaginem o Yield de quem comprou Itaú há 10 ou 15 anos!

De 2002 para cá, por exemplo, as ações do Banco (ITUB4) tiveram alta de mais 3.300%, além do pagamento de dividendos. Os pontos pretos na parte inferior do gráfico mostram todos os pagamentos de dividendos realizados – lembrando que o Banco Itaú paga dividendos mensais:

Como montar uma boa Carteira com boas pagadoras de Dividendos?

No nosso entendimento, uma boa Carteira de Dividendos deve ser composta tanto por ativos que já possuem Yields elevados, quanto de empresas que tem potencial de aumentar o pagamento de dividendos ao longo do tempo.

Como vimos no artigo Ações de dividendos ou crescimento? O que é melhor?, quando saímos do óbvio e fazemos esse mix, poderemos ter ganhos substanciais no pagamento de proventos e também com a valorização das ações. Não é a toa que nossas recomendações da Carteira Dividendos + têm rendido bem acima da média no mercado.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Small Caps: Ranking

small caps

Small Caps são ações de baixa capitalização (valor de mercado). Além de ter um baixo valor de mercado, normalmente uma Small Cap possui um forte potencial de valorização/crescimento. Podemos afirmar isso porque uma companhia menor pode ter a possibilidade de ter um crescimento mais acelerado, quando comparada a uma empresa maior.

Em função disso, é fundamental, para o investidor de longo prazo, diversificar sua carteira de ações com boas Small Caps.

O Ranking

Realizamos um estudo com o retorno acumulado das principais Small Caps que acompanhamos ou recomendamos. Na lista, seguem as ações com maiores altas em 2019, com fechamento em 08/11/2019,

Destaque do mês: JSL (JSLG3)

Esse mês destacamos, dentre as ações do Ranking, o Grupo JSL, um dos maiores operadores logísticos do Brasil. Sendo que, em transporte rodoviário, é o maior.

Nos últimos anos, a empresa conseguiu crescer bem em um ambiente econômico ruim. Não a toa, tivemos essa valorização expressiva de mais de 200%, somente esse ano.

Além do negócio de logística, vale a pena destacarmos os outros negócio da empresa:

Vamos – maior do país, engloba as atividades de locação e comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos pesados.

A empresa tentou fazer IPO em abril, mas acabou cancelado. Acreditamos que essa oferta deva ser retomada em breve, o que pode gerar um novo gatilho para mais altas das ações.

CS Brasil – atua na prestação de serviços para o setor público, terceirização de frotas de caminhões, veículos e alugueis de equipamentos.

Movida – comprada em 2013, atua no aluguel de carros (segunda maior no setor de locação para pessoa física), de gestão e terceirização de frotas de veículos leves, além da venda nas lojas de seminovos.

Além disso, destacamos a BBC Leasing, o braço financeiro, que atua fornecendo financiamento e a rede de Concessionária Original.

Por que investir na JSL?

A JSL está no grupo de empresas que se beneficia com o cenário atual de juros baixos. Como seus negócios dependem de muito capital, a medida que os juros caem, seu custo financeiro cai junto. Esse movimento permite que a empresa se alavanque mais e cresça num ritmo mais acelerado.

Vale destacar também a diversificação de receitas com diferentes negócios, como vimos acima. Além disso, a JSL deve ”surfar” um movimento que acontece em todo o mundo, no qual empresas e pessoas deixam de comprar para alugar. Apenas como exemplo, enquanto em alguns países como Espanha, Inglaterra e Holanda, o percentual da frota alugada sobre a frota das empresas é acima de 30%, aqui no Brasil, esse número não passa de 9%.

Por fim, além da possibilidade de crescimento do PIB, temos visto diversas iniciativas públicas e privadas para a retomada de negócios em todos os modais logísticos do país.

Resultados da empresa 

A JSL apresentou bons resultados no 3T19. A receita líquida atingiu R$ 1,8 bilhão, recorde histórico. Vale lembrar que a base de comparação era alta, já que no 3T18 a empresa movimentou mais cargas em função da greve dos caminhoneiros.

O lucro líquido bateu R$ 66,1 milhões no 3T19, uma alta de 22% em relação ao mesmo período de 2018. A alavancagem também segue controlada e caiu para 3,6 x (dívida líquida/Ebtida).

Nosso posicionamento 

Atualmente, temos apenas uma recomendação de médio prazo nas ações JSLG3. Para o longo prazo é um ativo que acompanhamos, mas dentre as Small Caps, entendemos que existam alternativas melhores. Você quer saber quais são? Adquira o nosso produto Invista em Ações.

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Decisão do STF e muito conteúdo sobre investimentos para você

Decisão do STF

Decisão do STF

No final de 2005, tive o prazer de participar de um almoço com um dos mais consagrados gestores do mercado, cujo nome irei preservar. Para quem não lembra, naquela época estourou o escândalo do mensalão. Como não poderia deixar de ser, o assunto principal foi a política e como ela poderia interferir nos mercados.

Quando um dos convidados chegou ao almoço, logo perguntou ao gestor se ele achava que acompanhar o que acontecia na política era importante. Ele prontamente respondeu: “muito”. Minutos depois, chegou outro convidado, que fez uma perguntada na mesma linha. A resposta, porém, foi “nada importante”.

Uma outra pessoa que viu ele dar duas respostas diferentes o questionou o motivo disso acontecer. Com um sorriso irônico, ele respondeu que “acompanhar o que acontecia poderia ser muito importante ou nada importante”, mas que se ele “prestasse muita atenção no que estava acontecendo, não iria investir em nada”.

Não gostamos muito de falar sobre política (e sim, o que o STF fez ontem tem pouco a ver com justiça), porque mais atrapalha do que ajuda. É importante acompanhar? Sim, mas se sempre que tivéssemos uma notícia ruim mudássemos nossa posição nas recomendações, seria uma bagunça e ninguém ganharia dinheiro.

Para lembrar

Alguém lembra quando Waldir Maranhão, então presidente interino da Câmara dos Deputados, anulou a votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff, em 2016? Naquela época, a Bolsa estava em 50 mil pontos e chegou a cair 3,5% durante o pregão.  Eu ouvi muitos “especialistas” falando que, mesmo que a decisão fosse revertida, seria arriscado investir em ações. Enquanto escrevo, o Ibovespa está a 107 mil pontos e o mesmo sentimento de que tudo vai desmoronar toma conta de algumas pessoas.

Na época da anulação (em 2016), a decisão causou certa “surpresa” ou até mesmo “espanto”. Mas sejamos sinceros, no Brasil é alguma surpresa as coisas mudarem na última hora? Tão “surpreende” quanto a decisão de ontem do STF, contrária a prisão em segunda instância, será alguma outra iniciativa visando anular os efeitos dessa decisão. Fatos como esses já aconteceram centenas de vezes e vão acontecer mais centenas no futuro. Acostume-se.

A estrada da jornada de quem é investidor não é uma linha reta. Ela tem curvas e alguns buracos. Além disso, alguma dor de estômago sempre vai aparecer. Foque no que realmente importa e siga sua estratégia de investimentos. É exatamente isso o que fazemos por aqui.

Menos política e mais estratégia. Segue o jogo.

Destaques de conteúdo Capitalizo 08/11

Vídeo – Movida (MOVI3) – Resultados + Recomendação de Médio Prazo

Vídeo – Ranking de Fundos Imobiliários

Relatório Grátis – Weg (WEGE3)

Artigo – Day Trade – Contrato de Índice Futuro

Vídeo – Quero começar a operar (De volta ao básico Full Trader)

Mais conteúdo sobre investimentos para você

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Day Trade – Contrato de Índice Futuro

Contrato de Índice Futuro

O que é e como funciona o Contrato de Índice Futuro

O Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice de ações mais importante do Brasil. Ele é resultado de uma carteira teórica de ações e units negociadas na B3, cuja quantidade pode variar de acordo com as regras de composição.

O Ibovespa tem como critério o retorno total das ações, refletindo assim as variações de um determinado número de ativos que compõem a carteira.

Já o Contrato Futuro de Ibovespa possibilita a negociação das expectativas futuras do mercado de ações (Ibovespa) sem a necessidade de realizar a compra de toda a cesta de ações que compõe o índice. Abaixo, vamos usar o exemplo do minicontrato, que pode ser negociado de 1 em 1.

Minicontrato Ibovespa

Código de negociação: WIN

Vencimento: quarta-feira mais próxima do 15° dia do mês de vencimento do contrato – o mini-índice Bovespa vence de 2 em 2 meses.

Meses de vencimento: Fevereiro (G), Abril (J), Junho (M), Agosto (Q), Outubro (V) e Dezembro (Z).

Formação do código e vencimento: WINV19, em que:

WIN= código

Z =  mês de vencimento

19 = ano de vencimento

Abaixo segue o book do mini-índice:

Liquidez do contrato: pelo menos 1 contrato

Cálculo do Volume Financeiro

O volume de cada contrato é calculado multiplicando-se a última cotação por R$ 0,20, ou seja, cada variação de 1 ponto equivale a R$ 0,20. Portanto, no exemplo acima, o contrato cotado a 110.140 pontos vale R$ 22.028,00.

Day Trade no Índice Futuro

O Minicontrato é muito utilizado para operações de curto prazo, especialmente o Day Trade. Isso porque podemos operar os contratos sem ter todo o valor do mesmo. Em algumas corretoras, esse valor pode ser R$ 50, R$ 20 ou até menos. Ou seja, com R$ 50 poderíamos operar um contato que vale mais de R$ 22.000!

Vale relembrar que não recomendamos essa alavancagem para quem está começando. Por isso, se você ainda não entende bem como funciona, vá com calma.

Por outro lado, quando utilizamos a alavancagem da forma correta, ela pode ser nossa aliada, impulsionando nossos ganhos e não comprometendo todo o nosso capital quando uma operação não dá certo.

Por exemplo, vamos imaginar uma pessoa que tenha separado R$ 1.000 por contrato para operar no Day Trade. Vamos supor que ela tenha feito uma compra a 110.140 e, após alguns minutos, vendido a 110.640, com ganho de 500 pontos por contrato. Esse ganho equivaleria a R$ 100 por contrato. Esse ganho pode parecer ”pouco” quando comparamos com o valor cheio do mesmo (2.0,28). Entretanto, quando comparamos o ganho de R$ 100 aos R$ 1.000 que foram disponibilizados, o ganho percentual é de 10% – que pode ter sido alcançado em questão de minutos.

Além disso, podemos fazer várias dessas operações durante o dia.

Como operar Índice Futuro com a Capitalizo

No nosso produto Full Trader, além das recomendações de Day Trade em Dólar e Ações, também temos as operações de Índice Futuro. Através do nosso pregão ao vivo, nosso cliente conta com as recomendações dos analistas que, durante todo o pregão, passam os melhores pontos de compra e venda de minicontratos.

Resultados

Nos últimos 24 meses, o ganho total das nossas recomendações Índice Futuro é de 63.410 pontos por contrato. No total, 59,34% das operações terminaram com ganho. Além disso, vale ressaltar que, dos 24 meses observados, terminamos com lucro em 22.

E você, quer operar Day Trade seguindo as nossas recomendações? Conte com a Capitalizo!

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