Panorama do Mercado de Fundos de Investimentos

Mercado de Fundos de Investimentos

Confira os destaque do mercado de Fundos de Investimentos até o mês de agosto e conheça o BTG Pactual Discovery Multimercado.

Mercado de Fundos de Investimentos

Nos principais tipos de fundos de investimento, o melhor desempenho de 2019 foi do Ações Small Caps, com variação positiva de 52,0%. Outros destaques foram o Ações Investimento no Exterior (46,7%), Ações Valor e Crescimento (45,8%), Ações Setoriais (44,3%), Ações Livre (40,3%) e Ações Índice Ativo (39,4%). Os produtos com alta exposição em bolsa de valores apresentaram bom desempenho pelo quarto ano consecutivo, sendo que o Ibovespa desenvolveu 31,6%.

Nos multimercados, destaque para Long and Short Direcional (14,2%), Estratégia Específica (14,1%), Investimento no Exterior (13,4%) e Balanceados (12,6%). O IHFA (Índice de Hedge Funds Anbima), que mede a evolução de uma carteira hipotética de fundos da classe, registrou variação positiva de 11,1%.

Em renda fixa, destaque para o Renda Fixa Duração Alta Soberano (18,4%), Renda Fixa Dívida Externa (15,6%) e Renda Fixa Duração Alta Grau de Investimento (15,3%). Devido ao maior número de cortes na taxa Selic que o previsto inicialmente, os fundos com maior exposição em títulos de longo prazo apresentaram rentabilidade superior. O CDI variou 6,0%.

Em 2019, os fundos de investimento apresentaram captação líquida de R$ 191,6 bilhões, frente a R$ 95,4 bilhões do ano anterior. Esse é o segundo maior montante apresentado pela indústria em toda história, perdendo apenas para 2017, quando foi registrado R$ 263,8 bilhões. Assim, foi atingido um patrimônio líquido consolidado de R$ 5,414 trilhões.

Das oito classes analisadas, seis finalizaram o período com saldo positivo. Destaque para a classe de ações, que registrou captação de R$ 86,2 bilhões no ano, ficando em primeiro lugar pela primeira vez desde o início da série histórica em 2006. Outros destaques foram os multimercados, com absorção de R$ 66,8 bilhões, e FIDCs, com R$ 50,5 bilhões. Os produtos de renda fixa apresentaram retirada líquida de R$ 69,3 bilhões, ficando no negativo pelo segundo ano consecutivo, uma vez que em 2018 havia apresentado -R$ 13,2 bilhões.

O pior desempenho foi observado no Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento, com retirada líquida de R$ 84,7 bilhões, seguido do Duração Média Grau de Investimento, com saída de R$ 66,9 bilhões. A maior captação dentro da classe ocorreu no Renda Fixa Duração Baixa Soberano, com R$ 31,0 bilhões. O grupo de renda fixa continua com o maior patrimônio do mercado, com fatia de 39,4% do total.

Multimercados Macro apresentaram captação líquida positiva de R$ 10,0 bilhões e o tipo Livre teve entrada de R$ 30,1 bilhões. Os piores resultados foram observados em Juros e Moedas (-R$ 9,3 bilhões) e Capital Protegido (-R$ 1,6 bilhão). Fundos multimercados têm o segundo maior patrimônio do mercado, representando 21,8% do total.

A classe de ações registrou captação líquida positiva em todos os meses do ano, chegando a quinze períodos seguidos nessa condição. Destaque para o tipo Ações Livre, com absorção de R$ 45,4 bilhões, Ações Valor e Crescimento, com R$ 11,6 bilhões, e Ações Índice Ativo, com R$ 9,1 bilhões. Importante observar que este é um indicativo de maior fluxo e liquidez para a bolsa de valores, uma vez que os fundos contam com mais recursos para comprar ações. Representa 9,2% do patrimônio geral.

Nos produtos de previdência, somente em maio de 2019 houve retirada líquida nos últimos dezoito meses. O tipo Previdência Renda Fixa Indexados foi o grande responsável pelo crescimento de R$ 38,4 bilhões no ano, com captação de R$ 13,5 bilhões. O patrimônio líquido é o terceiro maior, com proporção de 17,1% do total.

De uma forma geral, a perspectiva quanto a novos cortes na taxa Selic e o patamar reduzido dos juros no Brasil têm feito aumentar a procura por produtos de maior risco. Destaque para a captação de recursos na classe de ações, fechando um ano com saldos mensais positivos, e multimercados, retomando o crescimento após a indicação de afrouxamento da política monetária. Em contrapartida, os fundos de renda fixa continuam perdendo representatividade na indústria, muito em função do baixo rendimento de carteiras concentradas em pós-fixados.

Importante ressaltar que a Medida Provisória da Liberdade Econômica foi sancionada e convertida em lei. Nela, está previsto que os cotistas possuem responsabilidade limitada ao valor de suas cotas, modificando a antiga norma. Assim, caso esteja estabelecido no regulamento do fundo, os cotistas não podem mais ser obrigados a realizar aportes em caso de prejuízos.

Fundos Multimercados

Apesar da grande volatilidade do mercado em 2019, alguns Fundos têm conseguindo “driblar” as turbulências e conseguido, inclusive, performar de maneira positiva em 2019. Um desses casos é o BTG Pactual Discovery FI Multimercado, um dos nossos preferidos. O BTG Discovery é um dos multimercados mais antigos do Brasil, tendo iniciado em maio de 1996. Além disso, podemos dizer que o Fundo é um “multimercado macro clássico”. Isso porque pode atuar nos mercados de juros, moedas, renda fixa, no exterior e ações.

Portanto, o Fundo é ideal para investidores com o perfil, pelo menos, moderado, que buscam diversificar sua carteira de investimentos com um produto reconhecido pelo mercado.

Desempenho do BTG Pactual Discovery FI Multimercado

O Fundo tem conseguido, ao longo do tempo, bater com folga o CDI, que é seu benchmark. Considerando seus 138 meses de existência, 110 apresentaram um retorno positivo, mostrando a solidez em cumprimento de seu objetivo. Em 12 meses, o BTG Discovery sobe 10,37%, enquanto o CDI pouco mais de 5,77%.

No histórico desde maio de 1996, o BTG Discovery apresenta valorização de 2.310%, enquanto o CDI 1.103%:

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Swing Trade – Como funciona

Swing Trade

O Swing Trade é uma das operações mais procuradas por investidores que querem fazer operações de curto prazo na Bolsa de Valores. Abaixo, separamos alguns tópicos importantes para entender melhor como funciona o Swing Trade e também as nossas recomendações nesse tipo de operação:

O que é Swing Trade?

Swing Trade é um tipo de operação que tem como objetivo captar movimentos de curto prazo na Bolsa. As operações costumam durar de um dia até um mês.

Como são definidos os pontos de entrada e saída das operações?

Na Capitalizo, utilizamos Análise Técnica (gráficos) para determinar os pontos de entrada e saída das operações. O acompanhamento é feito através do gráfico diário.

Tipos de Operações e Mercados

As nossas recomendações dão tanto na “ponta comprada” (para ganharmos com a alta dos preços), quanto na “ponta vendida” (para ganharmos com as baixas dos preços). Além de enviarmos recomendações com ações, também são recomendadas operações nos Contratos Futuros de Boi Gordo e Milho.

Como são enviadas as recomendações de Swing Trade?

Todas as recomendações são enviadas pelo nosso aplicativo, pelo nosso sistema (exclusivo para desktop) ou pelo WhatsApp (onde você também pode interagir com nossa equipe de atendimento e com o analista, em caso de dúvida). Igualmente, você sempre será avisado quando houver uma recomendação e quando for indicado encerrar a operação.

Quanto eu posso perder?

A assertividade média das recomendações de Swing Trade é de 52%. Isso significa que de cada 10 recomendações, temos lucro em 5. O prejuízo (stop) médio fica entre 1% e 5%.

Quanto eu posso ganhar?

Por tratar-se de um investimento de Renda Variável, não é possível projetarmos nem prometermos nenhum ganho. Considerando os resultados passados, as operações com ganho (gain) costumam render entre 5% e 10%. Abaixo, seguem os resultados das recomendações enviadas nos últimos meses:

E você, quer fazer operações de curto prazo? Conte com as recomendações de Swing Trade da Capitalizo.

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Relatório Grátis – Copel (CPLE3, CPLE6)

copel

Relatório Grátis – Copel (CPLE3, CPLE6)

Apesar de na época ter sido uma recomendação um pouco controversa, em função de Copel ser uma estatal, nossa convicção era muito grande. Isso se deve especialmente por dois motivos: 1) a possibilidade de recuperação da empresa com um cenário mais positivo para o setor elétrico e 2) o desconto que a Copel tinha em relação aos seus pares no setor. Ou seja, tínhamos uma empresa muito descontada, com cenário macro mais favorável. Isso pra gente significava baixo risco e boas possibilidades de retorno.

Enxergamos uma oportunidade tão boa no ativo que Copel foi incluída nas Carteiras Dividendos e Small Mids Caps no início de 2018 e, em maio do mesmo ano, na Carteira Top Recomendadas. Da primeira recomendação até hoje, as ações CPLE6 subiram 232%, contra 38,52% do Ibovespa

INDICADORES E PERSPECTIVAS

A estratégia de investimento nas ações da Copel (CPLE6) está centrada no processo de recuperação, projetando melhora nos indicadores de eficiência com a disciplina na alocação de capital e o efeito do processo de desinvestimento. A aplicação conta com oportunidade de ganhos de capital, mas devido ao crescimento lento do setor, a distribuição de proventos continua sendo o foco, dependendo do preço de entrada

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

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Renda Fixa – Panorama Mensal

renda fixa

Renda Fixa – Panorama Mensal

Confira o panorama mensal de Renda Fixa.

O mercado

Em 2019, o IMA-Geral, que reflete o rendimento dos títulos públicos federais, apresentou variação positiva de 12,8%, contra 10,0% do ano anterior. Com cortes adicionais na taxa Selic em relação ao inicialmente previsto, o retorno desse indicador chegou a 215% do CDI. Os índices de prazos mais longos e indexados à inflação registraram os melhores resultados, impulsionados pela menor inclinação da curva de juros.

No mercado interno, destaque para o controle inflacionário, aprovação da reforma da previdência e maior otimismo com políticas econômicas liberais. Em contrapartida, a crise na Argentina afetou as exportações, com maior impacto no setor automotivo. No campo internacional, a guerra comercial entre China e EUA aumentou a percepção de risco nos mercados, desacelerando economias avançadas. Com o ambiente incerto e o enfraquecimento da demanda a nível global, os bancos centrais passaram a adotar políticas monetárias mais flexíveis, reduzindo a pressão sobre países emergentes.

Desempenho

O IMA-B5+, que mede o desempenho de NTN-Bs com vencimentos acima de cinco anos, registrou o melhor resultado do ano. Após apresentar 12,8% em 2017, subiu para 15,4% em 2018 e entregou 30,4% na última apuração. O IRF-M1+, que indica a variação de prefixados acima de um ano, após um ganho de 16,7% em 2017, entregou 12,3% em 2018 e subiu para 14,2% na apuração mais recente. O IMA-B5+ acumulou 50,5% em vinte e quatro meses, e o IRF-M1+, 28,3%.

O IMA-S, que demonstra a variação de uma carteira teórica de LFTs, apresentou rendimento de 6,0%. O percentual ficou bem abaixo do período anterior devido ao ciclo de cortes na taxa básica de juros. Este resultado está diretamente relacionado ao patamar da Selic, visto que os ativos da carteira são atrelados ao indexador. A taxa básica iniciou 2017 em 13,75%, chegando a 6,50% em março de 2018 e caindo para 6,00% em julho de 2019. Seguiu a tendência até atingir 4,50% em dezembro. O IMA-S entregou 17,2% nos últimos 24 meses e a tendência é que caia ainda mais no médio prazo.

O IRF-M1, que demonstra o resultado de prefixados com prazo até um ano, apresentou retorno de 6,8%, aproximadamente 0,2 ponto percentual abaixo do período anterior. O IMA-B5, que indica o desempenho de NTN-Bs com prazos abaixo de cinco anos, passou de 9,9% para 13,2% entre 2018 e 2019. Como pode ser observado, os índices de curto prazo apresentaram menor volatilidade. Muito em função do fechamento da curva de juros em vencimentos mais distantes. O IRF-M1 tem 6,9%, e o IMA-B5 apresenta 13,3% em vinte e quatro meses.

Desde o início de 2019, os maiores ganhos foram observados em janeiro, maio e junho. No primeiro mês do ano, o movimento é explicado pelo aumento da confiança após o novo governo assumir. Nos meses seguintes, ruídos de comunicação entre o executivo e o congresso causaram efeitos adversos. Também geraram incertezas quanto à capacidade política para aprovação de reformas importantes. As notícias indicaram que a articulação avançou e, juntamente com a expetativa de queda na taxa básica de juros, contribuiu para os rendimentos positivos.

O índice que mede o desempenho de títulos corporativos (IDA-Geral) desacelerou frente ao ano anterior, entregando um ganho de 8,6%, contra 9,1% de 2018. Os subíndices dessa classe indexados ao IPCA (IDA-IPCA) e a projetos de infraestrutura (IDA-IPCA Infraestrutura) registraram variações positivas de 13,0% e 12,3%, respectivamente. O motivo da redução na rentabilidade desses títulos é a queda na liquidez no mercado secundário de debêntures, acarretando alargamento dos spreads e pressionando a precificação dos ativos.

Em 2019, os contratos DI com vencimento em janeiro de 2020 passaram de 6,56% para 4,40%, correspondendo a uma variação negativa de 32,9%. O dólar subiu 4,02%, e o ouro ganhou 28,10% de valor. O IPCA subiu de 3,75% para 4,31%, mas muito concentrado em proteínas animais e combustíveis. O impacto mais relevante foi no grupo de alimentação e bebidas, que apresentou variação positiva de 6,37%. Destaque para a alta de preços em feijão-carioca (55,99%) e carnes (32,40%), sendo parcialmente compensados por tomate (-30,45%) e café moído (-7,39%). Em transportes, a elevação foi de 3,57%, com contribuição de ônibus urbano (6,64%) e gasolina (4,03%).

O cenário de incertezas diminuiu no campo internacional após a sinalização de acordo entre China e Estados Unidos, com possibilidade de redução de tarifas e abertura dos dois mercados para entrada de produtos. Além de notícias positivas quanto à guerra comercial, vale ressaltar a indicação de economias avançadas quanto à adoção de política monetária mais flexível, o que pode favorecer países emergentes. No setor financeiro, a recuperação das operações de crédito continua, impulsionadas pelo crescimento na concessão para pessoas físicas. Enquanto isso, o mercado de capitais se mantém como fonte de financiamento importante para as empresas.

Fonte: Anbima

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Economia Mundial – Europa

Europa

O índice de gerentes de compras composto da região do euro subiu de 50,6 para 50,9 pontos na passagem de novembro para dezembro, maior patamar desde agosto de 2019. Embora os dados divulgados indiquem leve recuperação na economia, a atividade na região permanece fraca, uma vez que a evolução está altamente concentrada no setor de serviços. A queda nas exportações é um dos principais motivos para a deterioração nos negócios e diminuição na demanda, sendo que este foi o 15º mês de retração nas vendas para países fora do bloco. Destaque para os desempenhos de Irlanda e Espanha, com expansão no maior ritmo dos últimos seis e oito meses, respectivamente.

Índice de atividade dos gerentes de compras - Zona do euro

O índice que mede o nível de atividade industrial na Alemanha fechou o ano em zona de contração e com leve redução frente o período imediatamente anterior. O indicador PMI do setor alcançou 43,7 pontos em dezembro, um pouco abaixo dos 44,1 pontos de novembro, mas a taxa de redução na demanda foi a menor do ano devido ao desempenho de bens de consumo.

Embora o setor continue estagnado, pesquisas de confiança indicam perspectivas mais positivas para 2020, sustentadas pelo acordo parcial entre China e Estados Unidos e redução de incertezas quanto ao Brexit. Vale ressaltar que o país é altamente dependente de exportações e a situação do mercado internacional tem alta correlação com as atividades industriais.

Índice de atividade dos gerentes de compras

O setor de serviços na Alemanha apresenta maior resiliência, permanecendo em zona de expansão com 52,9 pontos, bem acima dos 51,7 pontos de novembro. O nível de confiança nos negócios apresentou a maior elevação desde abril, seguida de melhoras na taxa de desemprego e preços no setor. Destaque para os grupos de telecomunicações, hotéis e restaurantes. O segmento de transportes foi o único dos seis analisados a registrar retração.

Na última reunião do Banco Central Europeu, a principal referência para taxa de juros foi mantida em -0,5% mesmo com o aumento da inflação, que chegou a 1,3% nos últimos doze meses. A variação de preços não chega a ser uma preocupação, sendo que a autoridade monetária continua adotando medidas para estimular o crescimento da economia, e o indicador ainda está bem abaixo da meta de 2%.

Uma das principais ações para tentar reaquecer a atividade, reduzir o risco de deflação e amenizar os impactos de barreiras comerciais é a compra mensal de € 20 bilhões em ativos financeiros por parte da autoridade monetária, o que vem ocorrendo desde novembro de 2019. Como a taxa de juros está abaixo de zero, o afrouxamento quantitativo se tornou a principal ferramenta para aumentar a liquidez do mercado financeiro e de capitais.

Inflação ao consumidor

Gráfico Economia: Inflação ao consumidor - Zona do euro

De uma forma geral, o ritmo de crescimento da economia global está bem abaixo dos últimos três anos, seguindo a tendência de desaceleração da atividade. Os níveis de confiança continuam em baixa, ainda mais com o efeito de medidas protecionistas de grandes potências e o fraco desempenho de regiões emergentes. Ainda é possível observar excesso de oferta no mercado, puxando para baixo o preço de determinados insumos.

Quanto à participação nas exportações brasileiras, destaque para a Holanda, que se tornou a terceira maior parceira comercial do Brasil, superando a Argentina. O país aumentou a demanda por soja, mas reduziu em minério de ferro e celulose, fazendo o total exportado cair de US$ 13,1 bilhões para US$ 10,1 bilhões. Ponto positivo para o aumento nas exportações de minério de ferro para Turquia e soja para a Espanha. Ponto negativo para o volume de vendas de celulose e petróleo para a região.

Ações da B3

Uma das empresas com alta exposição na Europa é a Iochpe Maxion (MYPK3). Mesmo observando o cenário adverso na região, acreditamos que o desconto dos indicadores de mercado é uma ótima oportunidade para o longo prazo. Os preços das ações em relação ao lucro projetado e o valor patrimonial estão refletindo o risco atual do segmento a nível global, mas acreditamos na recuperação do mercado no médio prazo. Por possuir característica cíclica, o setor automotivo deve se favorecer com o ciclo de expansão da economia nacional. Já no contexto internacional, a desaceleração da indústria de transformação tende a ser amenizada conforme incertezas geopolíticas são resolvidas.

A Natura (NATU3) é outra empresa com alta exposição na Europa, com presença no varejo através da Aesop e da The Body Shop. A primeira possui 56 lojas exclusivas, 11 subsidiárias e 22 lojas de departamentos na região, com uma contribuição de 21% no total de vendas globais. O planejamento da empresa prevê um crescimento baseado na presença digital através de canais próprios e relacionamentos com distribuidores. A TBS busca uma nova gestão estratégica para fazer um turnaround em mercados-chave, mais precisamente na Alemanha e na Suécia. Em conjunto com o Oriente Médio e a África, a Europa corresponde a quase 50% das vendas da The Body Shop.

Fontes: Markit Economics, Banco Central Europeu, Mdic e RI das empresas

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Economia Mundial – China

economia mundial

Em dezembro, o setor industrial chinês continuou a apresentar crescimento, sendo o segundo mês consecutivo de expansão após encerrar uma série de seis períodos de retração. Destaque para a forte recuperação de pedidos de exportação, que apresentaram variação positiva pela primeira vez nos últimos doze meses.

O indicador oficial, que é mais amplo que o privado e se concentra em grandes indústrias, se manteve em 50,2 pontos. Entretanto, nem todas as fontes demonstraram dados positivos. O índice de gerentes de compras privado, que se concentra em fabricantes de menor porte, desacelerou na última passagem, caindo de 51,8 pontos para 51,5 pontos e permanecendo em zona de expansão.

No último mês do ano, foi possível observar evolução em exportações e no volume produzido. Porém, a taxa de crescimento de novos pedidos caiu para o menor patamar dos últimos três meses, a quantidade de trabalhadores no setor estagnou e a confiança de empresários continuou abaixo do ideal. Mesmo com a insatisfação dos gestores em relação ao ambiente de negócios, a demanda por insumos ficou mais aquecida, gerando mais estoques e pressionando os preços. Importante ressaltar que o governo chinês continua realizando ações para incentivar a economia, aumentando a liquidez do sistema bancário para impulsionar a tomada de crédito, especialmente nesse momento da “Guerra Comercial” com os EUA.

Recentemente, o Banco Central anunciou uma redução de 0,5 p.p. na parcela de depósitos compulsórios de bancos comerciais, liberando mais de US$ 114 bilhões na economia do país asiático.

O setor de serviços desacelerou na última apuração, sendo que o índice de atividade regrediu de 53,5 pontos para 52,5 pontos, se mantendo em zona de expansão, mas bem abaixo do ritmo apresentado no início de 2019. Mesmo com dados mais fracos, o segmento permanece aquecido, sustentado pela resiliência da demanda interna, mas sendo adversamente afetado pela queda nas exportações. Outro fator de risco é o crescimento de despesas operacionais, uma vez que os preços de insumos continuam pressionando e exigindo maiores esforços para cortar gastos, freando a retomada do setor.

Diferentemente dos dados da indústria, os indicadores não contrastaram na última apuração, confirmando a expansão para o curto prazo. O índice dos setores de não-manufatura, que ainda inclui atividades de construção e é divulgado pela agência de estatísticas do governo, caiu de 54,4 para 53,5 pontos, seguindo a mesma tendência de dados apresentados pelo Caixin. Assim como a indústria, o setor de serviços contou com incentivos do governo, mantendo o nível de atividade em crescimento mesmo em um ambiente de negócios adverso.

De forma geral, a economia chinesa demonstrou ligeiro crescimento em dezembro, contrariando a tendência global de desaceleração. A expectativa é que o PIB mantenha o viés de baixa, sendo que o crescimento no terceiro trimestre frente ao mesmo período do ano anterior foi de 6%, o menor dos últimos 27 anos.

As exportações do Brasil para a China subiram 4,3% em dezembro, comparando com o mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 5,3 bilhões. No acumulado do ano, houve diminuição de 1,7%, totalizando US$ 62,9 bilhões e correspondendo a 28,1% (+1,4 p.p.) do total vendido de bens e serviços brasileiros no mercado internacional.

Na relação comercial em 2019, houve diminuição nas exportações de soja (-24,7%) e celulose (-4,9%), sendo parcialmente compensados por carne de bovino (80,1%), carne de frango (53,7%) minério de ferro (19,8%) e petróleo (7,0%).

Mesmo com a redução nas exportações no ano, o Brasil continua apresentando superávit comercial com a China, passando de US$ 29,2 bilhões para US$ 27,6 bilhões entre 2018 e 2019.

Ações da B3

O setor de frigoríficos é o mais beneficiado na relação entre os dois países, observado no crescimento das exportações nos últimos meses após casos de peste suína na Ásia e no Leste Europeu. Além da maior demanda por unidades, os preços praticados estão mais atrativos para os produtores devido à forte queda na oferta de proteína animal em nível global. Recentemente, diversas unidades produtoras brasileiras foram autorizadas pelo governo chinês a exportar carnes para o país. Empresas como Marfrig (MRFG3), Minerva (BEEF3) e JBS (JBSS3) são diretamente beneficiadas nesse ambiente.

Além disso, podemos citar outas empresas correlacionadas com a atividade chinesa, como a Klabin (KLBN11) e a Cosan (CSAN3). A primeira produz e comercializa celulose e derivados, como papel ondulado, que depende muito da demanda do país asiático. A situação econômica do país também poderia afetar os preços de celulose fibra curta e fibra longa, pois um desequilíbrio com a oferta deixaria os produtores sem condições de manter o valor da commodity em um nível mais atrativo.

A Cosan, por sua vez, depende de uma reversão da atual situação do açúcar no mercado internacional, pois o excesso de estoques continua pressionando os preços do alimento. A partir do momento que o consumo de um país populoso é reduzido, as cotações se mantêm baixas.

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Indústria – Análise Setorial

Indústria

O setor industrial registrou queda de 1,3% na produção nos últimos doze meses (fechamento em outubro), muito em função da retração em bens intermediários e estagnação de bens de capital. Em contrapartida, bens de consumo apresentaram recuperação no período. Ponto positivo para os grupos de bebidas, combustíveis e lubrificantes, equipamentos de transporte não industrial e produtos de carne. Destaque negativo para os grupos de moagem de trigo, papel e celulose, tintas e vernizes, fertilizantes, equipamentos de comunicação, cosméticos e joalheria.

Em outubro, a produção industrial apresentou avanço de 0,8% frente ao mês imediatamente anterior, terceiro resultado positivo nessa base de comparação. Assim, o setor registrou diminuição de 1,1% nos primeiros dez meses de 2019. Na passagem de setembro para outubro, quatorze das vinte e seis atividades analisadas pelo IBGE produziram menos, com destaque para metalurgia (-3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%).

Em contrapartida, o grupo de produtos alimentícios apresentou variação positiva de 3,4%. Ponto positivo, também, para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,9%) e papel e celulose (2,4%).

O desempenho do setor continua sendo afetado pelo ritmo lento de recuperação da economia e pela queda nas exportações para a Argentina. Porém, vale ressaltar a recuperação das indústrias de construção e extração, sequência de cinco trimestres com crescimento no consumo das famílias e evolução dos investimentos em ativos de longo prazo. O segundo e o terceiro trimestre foram positivos, compensando parcialmente o fraco desempenho apresentado entre o final de 2018 e o início do atual exercício. A retomada está altamente correlacionada com a queda dos juros, que permite o financiamento de projetos de inovação, reestruturação de dívidas e expansão a custos mais baixos.

No mercado internacional, atenção para a desaceleração na atividade global, com acomodação da demanda na Ásia e fraco desempenho de potências europeias, e incertezas com a guerra comercial entre China e Estados Unidos. O Banco Central Europeu continua com sua política expansionista e as duas maiores economias do mundo estão prestes a assinar um acordo parcial, sendo que essas medidas tendem a reduzir o clima de incertezas no comércio internacional, favorecendo a retomada das exportações em países desenvolvidos.

Empresas da B3

Vale (VALE3)

A Vale apresentou Ebitda ajustado de R$ 18,3 bilhões no terceiro trimestre de 2019, R$ 6,1 bilhões acima do período imediatamente anterior, muito em função do menor impacto financeiro com reparações após o rompimento da barragem de Brumadinho. O resultado é reflexo do aumento de receitas, sendo que o volume de vendas de minério de ferro apresentou variação positiva de 20,2% após a retomada de produção suspensa. Outro efeito foi a redução de custos e despesas devido a menores provisões registradas, uma vez que foram reconhecidos R$ 5,3 bilhões no segundo trimestre e R$ 621 milhões na última divulgação.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A Petrobras apresentou Ebitda ajustado de R$ 32,6 bilhões no terceiro trimestre, ficando praticamente inalterado em relação ao período imediatamente anterior. Destaque para a queda no valor do Brent no mercado internacional, sendo parcialmente compensado por maiores margens em diesel e GLP e maiores volumes de exportações e venda de diesel no Brasil. Outro ponto relevante foi o ganho com derivativos relacionados ao setor de atuação em operações fora do país. O lucro líquido, excluindo itens não recorrentes, chegou a R$ 9,7 bilhões, com variação positiva de 3,2%.

Ambev (ABEV3)

A Ambev registrou Ebitda de R$ 4,4 bilhões, com retração de 4,0% e margem de 36,9% (-4,6 p.p.). Os principais motivos para a queda em relação a receita líquida foram o impacto cambial sobre custos, maiores preços de commodities e efeito da inflação na Argentina sobre toda estrutura de despesas e custos. O resultado acabou sendo amenizado por posição de hedge no país vizinho. No Brasil, o volume diminuiu 0,4% e a receita operacional por hectolitro demonstrou incremento de 3,4%. O lucro líquido atingiu R$ 2,6 bilhões, com diminuição de 9,7%.

Klabin (KLBN3, KLBN4, KLBN11)

O Ebitda da Klabin fechou o terceiro trimestre em R$ 1,4 bilhão, com crescimento de 12% frente ao mesmo período do ano anterior. A margem passou de 44,5% para 56,3%, mas com grande contribuição do efeito não recorrente de crédito fiscal. O lucro líquido saltou de R$ 103,8 milhões para R$ 207,4 milhões, embora a despesa financeira líquida tenha subido 65%. O resultado foi negativo, notadamente pela queda no volume de vendas em celulose e kraftliner no mercado externo e aumento de despesas operacionais sobre a receita líquida.

Weg (WEGE3)

O Ebitda apresentado pela Weg foi de R$ 579,1 milhões, com incremento de 18,4%. A margem Ebitda ficou 2,2 p.p. acima, chegando a 17,3%. O indicador de geração de caixa bruta foi impulsionado pela maior rentabilidade das operações na América do Norte, ganhos de margem em algumas operações no Brasil e menor participação de pedidos do segmento de geração de energia eólica na receita, uma vez que esse apresenta margens reduzidas. Os movimentos foram parcialmente compensados pelo fraco desempenho na Europa e na região Ásia-Pacífico. O resultado líquido foi de R$ 418,2 milhões, com crescimento de 9,7%.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Fundo Imobiliário: Vale a pena investir?

Fundo Imobiliário

Os Fundos Imobiliários ou FII podem ser considerados uma forma diferente e inteligente de investir em imóveis.

O que são Fundos Imobiliários?

Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em todo o tipo de negócio de base imobiliária. Seja no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos, como edifícios comerciais, shopping centers ou hospitais.

Do patrimônio de um fundo podem participar um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outros. O investimento é feito a fim de conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor imobiliário.

Vantagens dos Fundos Imobiliários

Você pode ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários

Existem cotas no mercado que valem menos de R$ 100 e você pode comprar quantas estiverem à venda. Além disso, existe a possibilidade de você comprar os melhores imóveis do mercado através dos Fundos Imobiliários.

Abaixo, a imagem do Tower Bridge Corporate, um dos prédios mais modernos do Brasil. O empreendimento pertence a um Fundo Imobiliário, o TB Office (TBFO11):

Isenção de IR e IOF

Outra vantagem é a Isenção de Imposto de Renda no recebimento dos rendimentos mensais para pessoas físicas. Essa isenção é válida para pessoas que tenham menos de 10% da totalidade de cotas do fundo. Bem como, exclusivamente para fundos imobiliários cujas cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores e que tenham mais de 50 cotistas.

Diversificação dos Investimentos

Os Fundos Imobiliários são uma excelente opção para quem já tem algum tipo de investimento e deseja diversificar a carteira. Alguns fundos já trazem em seu portfólio diferentes tipos de imóveis, como uma universidade e um shopping, por exemplo. Essa é uma excelente forma de minimizar seus riscos e proteger seu patrimônio, já que um setor é diferente do outro (neste caso, educação e comércio).

Venda das cotas no mercado financeiro

Ao contrário de um imóvel, cuja venda é trabalhosa e exige cuidados, o fundo permite negociar as cotas na Bolsa. E você não precisa vender todas as suas cotas, mas pode negociar apenas parte delas. E mesmo que o fundo não tenha liquidez diária, uma semana costuma ser um prazo razoável para a venda das cotas.

Abaixo, você pode ver o book do BC Fund (BRCR11), um dos Fundos Imobiliários mais negociados do mercado. Assim como é possível negociar, por exemplo, ações do seu Home Broker, você também pode negociar cotas de FIIs.

 

Possibilidade de Valorização das Cotas

Assim como vários imóveis acabam valorizando ao longo do tempo, as cotas dos FIIs também podem valorizar. Abaixo, segue o gráfico da valorização do Fundo CSHG Logísitca (HGLG11), de junho/10 até jan/20. No período o Fundo (linha verde) valorizou mais de 400%. No mesmo período o CDI rendeu 145%:

Lembrando que, além da valorização, o investidor recebeu os dividendos mensais.

Imóveis x Fundos Imobiliários

Confira as vantagens da compra de Fundos Imobiliários em relação a compra direta de Imóveis:

Simplicidade

Imóveis: O investidor precisa se preocupar com escrituras, certidões, ITBI, locação, vacância, reforma, cobrança etc.

Fundos Imobiliários: Por meio do Home Broker o investidor negocia as suas cotas sem se preocupar com burocracia e os cuidados de um imóvel.

Liquidez

Imóveis: A transação depende de diversas variáveis e complicações que tornam difícil a venda rápida de um imóvel.

Fundos Imobiliários: Algumas cotas são negociadas na Bolsa, reduzindo o risco de não se conseguir vender o ativo, além de ser livre das complicações burocráticas.

Fracionamento do Investimento

Imóveis: O imóvel é um bem indivisível. Assim, não é possível vender apenas uma parte dele.

Fundos Imobiliários: O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua capacidade financeira.

Vantagem Fiscal

Imóveis: Os aluguéis provenientes dos imóveis de propriedade direta são tributados pelo Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

Fundos Imobiliários: Para pessoas físicas, não há incidência de IR sobre o rendimento distribuído pelo fundo, o que aumenta o retorno do investimento.

Risco

Imóveis: O proprietário de um imóvel fica exposto ao risco de vacância (imóvel vazio) e inadimplência.

Fundos Imobiliários: O FII investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

Gestão

Imóveis: O proprietário de um imóvel, em geral, não tem tempo de encontrar maneiras de melhorar seus rendimentos, além da natural deterioração do interior.

Fundos Imobiliários: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Quais os tipos de Fundos Imobiliários podemos investir?

Existem vários tipos de Fundos Imobiliários. Por exemplo, Hospitais, Shoppings, Prédios Empresariais, FIIs que compram CRIs, LCIs etc. O interessante é que o investidor escolha os que se adequem melhor o seu perfil, seja para tentar ganhar com a valorização da cota ou para ganhar o rendimento mensal de aluguéis, por exemplo.

Qual o perfil de quem investe em FIIs?

  • Investidor de longo prazo;
  • Investidor que busca ganho de capital;
  • Investidor que quer gerar renda;
  • Investidor que tem interesse em investir em imóveis.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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Brasil: panorama econômico

panorama econômico

No terceiro trimestre de 2019, o Brasil registrou variação positiva de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB) na comparação com período imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período de 2018, houve crescimento de 1,2%. Em valores correntes, o indicador atingiu R$ 1,842 trilhão, sendo R$ 1,582 trilhão referente ao valor adicionado e o restante aos impostos sobre produtos.

Nas atividades industriais, o desempenho foi puxado pela expansão de 12,0% nas indústrias extrativas, com grande contribuição da extração de petróleo, e de 1,3% em construção. Esses movimentos foram parcialmente compensados pela retração de 1,0% nas indústrias de transformação e de 0,9% na atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos.

Em serviços, os grupos que operaram em campo positivo foram atividades financeiras e seguros (1,2%), comércio (1,1%), informação e comunicação (1,1%) e atividades imobiliárias (0,3%). Os grupos que ficaram em campo negativo neste setor foram administração, defesa, saúde e educação pública e seguridade social (-0,6%) e transporte, armazenagem e correio (-0,1%).

Pela ótica da demanda, a formação bruta de capital fixo subiu 2,0%, fechando o segundo trimestre seguido no positivo, e o consumo das famílias aumentou 0,8%. Em contrapartida, as exportações regrediram 0,4% (terceira taxa negativa consecutiva) e as importações de bens e serviços saltaram 2,9% (terceira taxa positiva seguida), impactando negativamente o PIB.

Consideramos o resultado do terceiro trimestre positivo, mais precisamente pela recuperação das indústrias de construção e extração, sequência de cinco trimestres com crescimento no consumo das famílias e evolução dos investimentos em ativos de longo prazo. Nesse último caso, vale ressaltar que os últimos dois trimestres foram positivos, compensando o fraco desempenho apresentado entre o final de 2018 e o início do atual exercício. A retomada está altamente correlacionada com a queda dos juros, que permite o financiamento de projetos de inovação e expansão a custos mais baixos.

O principal efeito negativo no PIB foi a queda nas exportações e o aumento de importações. Muito em função da crise na Argentina, da desaceleração na atividade global, da acomodação da demanda na Ásia, do fraco desempenho de potências europeias e das incertezas com a guerra comercial entre China e Estados Unidos. Vale ressaltar que o Banco Central Europeu continua sua política expansionista.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,51% em novembro, contra 0,10% do mês anterior, fazendo o acumulado de 12 meses subir de 2,54% para 3,27%. O resultado contou com impacto de despesas pessoais (1,24%), alimentação e bebidas (0,72%) e habitação (0,71%), sendo parcialmente compensados pela queda de preços em artigos de residência (-0,39%), que possui pouco peso no indicador.

Devido ao surto de gripe suína africana no rebanho chinês, a demanda por proteínas animais de produtores brasileiros aumentou consideravelmente nos últimos meses, fazendo o preço da carne pressionar a inflação. Somente em novembro, este item ficou em média 8,09% mais caro. Outro fator relevante foi o reajuste na bandeira tarifária de energia elétrica, que passou de amarela (acréscimo de R$ 1,50/100 kWh consumidos) para vermelha patamar 1 (acréscimo de R$ 4,17/100 kWh consumidos), fazendo o item ficar em média 2,15% mais caro no mês.

Acreditamos que o IPCA continuará controlado, pelo menos, até o final de 2020, muito em função da baixa atividade econômica. Porém, com a baixa taxa de juros e o real desvalorizado frente ao dólar, a tendência é que o índice de preços apresente maior volatilidade que nos últimos dois anos.

Empresas da B3

Observando a atual conjuntura econômica e o cenário político do país, acreditamos que o mercado de ações continuará apresentando boas oportunidades para o longo prazo. Destacamos papéis de empresas situadas em setores cíclicos, bem como construtoras, siderúrgicas e fabricantes de componentes automotivos (setor bem descontado). Além disso, o setor de varejo também deve performar bem nos próximos meses.

No setor siderúrgico, que também se beneficia da retomada da construção, destacamos a Metalúrgica Gerdau (GOAU3, GOAU4), uma das nossas preferidas. A empresa passou por um interessante processo de reestruturação, a partir da redução de investimentos, gestão de capital de giro eficiente e controle de custos.

A alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/Ebitda caiu consideravelmente nos últimos anos, com grande contribuição do plano de desinvestimentos, que gerou aproximadamente R$ 7,0 bilhões. Devido à estratégia de controle de custos, simplificação das operações e iniciativas digitais, as despesas operacionais estão cada vez mais adequadas à realidade da empresa, demonstrando que o foco na eficiência está dando resultado.

Em termos de valorização, as ações GOAU4 têm sido um dos destaques nos últimos meses. Após passar praticamente todo o ano de 2018 e de 2019 ”de lado”, as ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau acumulam alta de mais de 70% desde agosto de 2019.

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Fontes: IBGE, Tesouro Nacional e RI das empresas.

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Economia Mundial – Estados Unidos

estados unidos

O índice que mede o nível de atividade do segmento industrial nos Estados Unidos continua desacelerando e se mantém na zona de retração desde julho de 2019, aumentando os temores do mercado quanto a uma possível recessão. O PMI Industrial do Institute of Supply Management (ISM) continuou abaixo de 50 pontos em dezembro, caindo de 48,1 pontos para 47,2 pontos, menor patamar desde junho de 2009.

Já o PMI Industrial do Markit, que considera apenas empresas privadas, apresentou comportamento diferente nos últimos meses. De novembro para dezembro esse indicador desacelerou de 52,6 pontos para 52,4 pontos, se mantendo na zona de expansão desde agosto de 2019. De acordo com a fonte, o nível de atividade do setor privado continuou o movimento de recuperação, mas as expectativas quanto ao futuro do setor permaneceram baixas, refletindo o receio de gestores com uma possível recessão.

O índice que mede o nível de atividade do setor de serviços e outros não industriais subiu 1,1 ponto em dezembro, atingindo 55,0 pontos, maior patamar desde agosto de 2019. O crescimento mais acelerado é reflexo do ritmo nas atividades de negócio, com contribuição da maior taxa de geração de empregos dos últimos cinco meses e primeira variação positiva nas exportações desde julho de 2019.

Mesmo com dados acima do esperado em quase todos os dados divulgados, com exceção do PMI Industrial do ISM, observamos que o risco de recessão continua presente, notadamente pela alta utilização dos fatores de produção.

Dados recentes indicam que o mercado de trabalho nos Estados Unidos continua aquecido. A taxa de desemprego, de acordo com o fechamento de novembro, está em 3,5%, a menor dos últimos cinquenta anos. A economia norte-americana criou 266 mil novas vagas no mês, bem acima das expectativas de mercado e alcançando o maior ritmo desde fevereiro de 2019. Os pedidos por seguro-desemprego se mantêm próximos a 200 mil por semana, sem indicar nenhum quadro de recessão para o curto prazo.

De uma forma geral, os indicadores de gerentes de compras demonstram recuperação da atividade, assim como dados de emprego.

Os fatores de produção continuam com alto nível de utilização, mas a variação de preços ao consumidor permanece sob controle, com elevação de 2,3% em um ano. Na passagem de outubro para novembro, o indicador de inflação desacelerou de 0,4% para 0,3%.

A última variação no índice de preços ao produtor de bens e serviços registrou deflação de 0,2%, compensando parcialmente a elevação de 0,3% do período anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve variação positiva de 1,1%, demonstrando acomodação da inflação. Vale ressaltar que em abril de 2019 havia atingido o pico de 2,4% nessa base de comparação.

De acordo com integrantes do Federal Reserve, não há perspectiva de reversão no ciclo de cortes na taxa de juros devido à desaceleração da atividade global e tensões comerciais com a China.  Assim, a tendência é que o comitê de política monetária mantenha a taxa de juros entre 1,50% e 1,75% nas próximas reuniões, marcadas para 29 de janeiro e 18 de março. De acordo com o CME Group, a probabilidade de manutenção na primeira data é de 91% e de 87% na segunda.

As negociações com a China continuam impactando a confiança do mercado internacional e afetando, em maior escala, economias que dependem de exportações, como é o caso da Alemanha. Já existem indicações por parte dos dois governos quanto a um acordo, principalmente sobre as tarifas cobradas sobre importações de alguns produtos. Questões referentes a reivindicações que tratam de assuntos como proteção dos direitos de propriedade intelectual e transferência de tecnologia para empresas chinesas não serão consideradas no primeiro momento.

De uma forma geral, as atenções dos investidores estão voltadas para a solução parcial da guerra comercial com a China e os desdobramentos do ataque recente a uma autoridade militar iraniana. Nesse último caso, o aumento da tensão no oriente médio poderia acarretar maior percepção de risco e migração de recursos para ativos mais seguros, como o ouro e o dólar. No Brasil, o reflexo já é observado no câmbio e nos preços dos combustíveis, uma vez que o petróleo e o dólar reagiram no mercado internacional com o aumento da incerteza gerada pela crise geopolítica.

Ações da B3

A Weg (WEGE3) é uma das empresas que possui alta exposição nos Estados Unidos. Em 2016, a companhia adquiriu no país a Bluffton Motor Works, fabricante de motores elétricos com sede no estado de Indiana. Com esta aquisição, passou a atender empresas de processamento de alimentos e fabricantes de máquinas industriais e equipamentos para comércio e serviços. No ano seguinte, comprou a CG Power USA, especializada na fabricação de transformadores de distribuição. Com estas movimentações, a Weg ampliou seu alcance internacional, fazendo proporção da receita com produtos vendidos para a América do Norte saltar para próximo de 44% do total.

Fontes: Institute of Supply Management, Bureau of Labor Statistics, Federal Open Market Committee, CME Group e RI da Weg

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