E-book Análise Fundamentalista de Ações

E-book Análise Fundamentalista

A leitura deste e-book trará a você, investidor(a), todo o conhecimento necessário para saber avaliar bem uma ação antes de investir. O segredo, já conto agora: é saber NÃO ERRAR! Acreditamos fielmente na premissa de que “Ataques ganham jogos. Defesas ganham campeonatos”. Portanto, sabendo realizar uma boa análise, você formará uma sólida base para se beneficiar ao máximo de seus investimentos.

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtubee inscreva-se.

Fontes das Informações: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão/Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos.

Economia Mundial – Europa

Europa

O índice de gerentes de compras composto da região do euro subiu de 50,6 para 50,9 pontos na passagem de novembro para dezembro, maior patamar desde agosto de 2019. Embora os dados divulgados indiquem leve recuperação na economia, a atividade na região permanece fraca, uma vez que a evolução está altamente concentrada no setor de serviços. A queda nas exportações é um dos principais motivos para a deterioração nos negócios e diminuição na demanda, sendo que este foi o 15º mês de retração nas vendas para países fora do bloco. Destaque para os desempenhos de Irlanda e Espanha, com expansão no maior ritmo dos últimos seis e oito meses, respectivamente.

Índice de atividade dos gerentes de compras - Zona do euro

O índice que mede o nível de atividade industrial na Alemanha fechou o ano em zona de contração e com leve redução frente o período imediatamente anterior. O indicador PMI do setor alcançou 43,7 pontos em dezembro, um pouco abaixo dos 44,1 pontos de novembro, mas a taxa de redução na demanda foi a menor do ano devido ao desempenho de bens de consumo.

Embora o setor continue estagnado, pesquisas de confiança indicam perspectivas mais positivas para 2020, sustentadas pelo acordo parcial entre China e Estados Unidos e redução de incertezas quanto ao Brexit. Vale ressaltar que o país é altamente dependente de exportações e a situação do mercado internacional tem alta correlação com as atividades industriais.

Índice de atividade dos gerentes de compras

O setor de serviços na Alemanha apresenta maior resiliência, permanecendo em zona de expansão com 52,9 pontos, bem acima dos 51,7 pontos de novembro. O nível de confiança nos negócios apresentou a maior elevação desde abril, seguida de melhoras na taxa de desemprego e preços no setor. Destaque para os grupos de telecomunicações, hotéis e restaurantes. O segmento de transportes foi o único dos seis analisados a registrar retração.

Na última reunião do Banco Central Europeu, a principal referência para taxa de juros foi mantida em -0,5% mesmo com o aumento da inflação, que chegou a 1,3% nos últimos doze meses. A variação de preços não chega a ser uma preocupação, sendo que a autoridade monetária continua adotando medidas para estimular o crescimento da economia, e o indicador ainda está bem abaixo da meta de 2%.

Uma das principais ações para tentar reaquecer a atividade, reduzir o risco de deflação e amenizar os impactos de barreiras comerciais é a compra mensal de € 20 bilhões em ativos financeiros por parte da autoridade monetária, o que vem ocorrendo desde novembro de 2019. Como a taxa de juros está abaixo de zero, o afrouxamento quantitativo se tornou a principal ferramenta para aumentar a liquidez do mercado financeiro e de capitais.

Inflação ao consumidor

Gráfico Economia: Inflação ao consumidor - Zona do euro

De uma forma geral, o ritmo de crescimento da economia global está bem abaixo dos últimos três anos, seguindo a tendência de desaceleração da atividade. Os níveis de confiança continuam em baixa, ainda mais com o efeito de medidas protecionistas de grandes potências e o fraco desempenho de regiões emergentes. Ainda é possível observar excesso de oferta no mercado, puxando para baixo o preço de determinados insumos.

Quanto à participação nas exportações brasileiras, destaque para a Holanda, que se tornou a terceira maior parceira comercial do Brasil, superando a Argentina. O país aumentou a demanda por soja, mas reduziu em minério de ferro e celulose, fazendo o total exportado cair de US$ 13,1 bilhões para US$ 10,1 bilhões. Ponto positivo para o aumento nas exportações de minério de ferro para Turquia e soja para a Espanha. Ponto negativo para o volume de vendas de celulose e petróleo para a região.

Ações da B3

Uma das empresas com alta exposição na Europa é a Iochpe Maxion (MYPK3). Mesmo observando o cenário adverso na região, acreditamos que o desconto dos indicadores de mercado é uma ótima oportunidade para o longo prazo. Os preços das ações em relação ao lucro projetado e o valor patrimonial estão refletindo o risco atual do segmento a nível global, mas acreditamos na recuperação do mercado no médio prazo. Por possuir característica cíclica, o setor automotivo deve se favorecer com o ciclo de expansão da economia nacional. Já no contexto internacional, a desaceleração da indústria de transformação tende a ser amenizada conforme incertezas geopolíticas são resolvidas.

A Natura (NATU3) é outra empresa com alta exposição na Europa, com presença no varejo através da Aesop e da The Body Shop. A primeira possui 56 lojas exclusivas, 11 subsidiárias e 22 lojas de departamentos na região, com uma contribuição de 21% no total de vendas globais. O planejamento da empresa prevê um crescimento baseado na presença digital através de canais próprios e relacionamentos com distribuidores. A TBS busca uma nova gestão estratégica para fazer um turnaround em mercados-chave, mais precisamente na Alemanha e na Suécia. Em conjunto com o Oriente Médio e a África, a Europa corresponde a quase 50% das vendas da The Body Shop.

Fontes: Markit Economics, Banco Central Europeu, Mdic e RI das empresas

Conheça as nossas recomendações e invista melhor

Quer receber as melhores análises e recomendações de investimentos do mercado? Conheça nossos Produtos.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Economia Mundial – China

economia mundial

Em dezembro, o setor industrial chinês continuou a apresentar crescimento, sendo o segundo mês consecutivo de expansão após encerrar uma série de seis períodos de retração. Destaque para a forte recuperação de pedidos de exportação, que apresentaram variação positiva pela primeira vez nos últimos doze meses.

O indicador oficial, que é mais amplo que o privado e se concentra em grandes indústrias, se manteve em 50,2 pontos. Entretanto, nem todas as fontes demonstraram dados positivos. O índice de gerentes de compras privado, que se concentra em fabricantes de menor porte, desacelerou na última passagem, caindo de 51,8 pontos para 51,5 pontos e permanecendo em zona de expansão.

No último mês do ano, foi possível observar evolução em exportações e no volume produzido. Porém, a taxa de crescimento de novos pedidos caiu para o menor patamar dos últimos três meses, a quantidade de trabalhadores no setor estagnou e a confiança de empresários continuou abaixo do ideal. Mesmo com a insatisfação dos gestores em relação ao ambiente de negócios, a demanda por insumos ficou mais aquecida, gerando mais estoques e pressionando os preços. Importante ressaltar que o governo chinês continua realizando ações para incentivar a economia, aumentando a liquidez do sistema bancário para impulsionar a tomada de crédito, especialmente nesse momento da “Guerra Comercial” com os EUA.

Recentemente, o Banco Central anunciou uma redução de 0,5 p.p. na parcela de depósitos compulsórios de bancos comerciais, liberando mais de US$ 114 bilhões na economia do país asiático.

O setor de serviços desacelerou na última apuração, sendo que o índice de atividade regrediu de 53,5 pontos para 52,5 pontos, se mantendo em zona de expansão, mas bem abaixo do ritmo apresentado no início de 2019. Mesmo com dados mais fracos, o segmento permanece aquecido, sustentado pela resiliência da demanda interna, mas sendo adversamente afetado pela queda nas exportações. Outro fator de risco é o crescimento de despesas operacionais, uma vez que os preços de insumos continuam pressionando e exigindo maiores esforços para cortar gastos, freando a retomada do setor.

Diferentemente dos dados da indústria, os indicadores não contrastaram na última apuração, confirmando a expansão para o curto prazo. O índice dos setores de não-manufatura, que ainda inclui atividades de construção e é divulgado pela agência de estatísticas do governo, caiu de 54,4 para 53,5 pontos, seguindo a mesma tendência de dados apresentados pelo Caixin. Assim como a indústria, o setor de serviços contou com incentivos do governo, mantendo o nível de atividade em crescimento mesmo em um ambiente de negócios adverso.

De forma geral, a economia chinesa demonstrou ligeiro crescimento em dezembro, contrariando a tendência global de desaceleração. A expectativa é que o PIB mantenha o viés de baixa, sendo que o crescimento no terceiro trimestre frente ao mesmo período do ano anterior foi de 6%, o menor dos últimos 27 anos.

As exportações do Brasil para a China subiram 4,3% em dezembro, comparando com o mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 5,3 bilhões. No acumulado do ano, houve diminuição de 1,7%, totalizando US$ 62,9 bilhões e correspondendo a 28,1% (+1,4 p.p.) do total vendido de bens e serviços brasileiros no mercado internacional.

Na relação comercial em 2019, houve diminuição nas exportações de soja (-24,7%) e celulose (-4,9%), sendo parcialmente compensados por carne de bovino (80,1%), carne de frango (53,7%) minério de ferro (19,8%) e petróleo (7,0%).

Mesmo com a redução nas exportações no ano, o Brasil continua apresentando superávit comercial com a China, passando de US$ 29,2 bilhões para US$ 27,6 bilhões entre 2018 e 2019.

Ações da B3

O setor de frigoríficos é o mais beneficiado na relação entre os dois países, observado no crescimento das exportações nos últimos meses após casos de peste suína na Ásia e no Leste Europeu. Além da maior demanda por unidades, os preços praticados estão mais atrativos para os produtores devido à forte queda na oferta de proteína animal em nível global. Recentemente, diversas unidades produtoras brasileiras foram autorizadas pelo governo chinês a exportar carnes para o país. Empresas como Marfrig (MRFG3), Minerva (BEEF3) e JBS (JBSS3) são diretamente beneficiadas nesse ambiente.

Além disso, podemos citar outas empresas correlacionadas com a atividade chinesa, como a Klabin (KLBN11) e a Cosan (CSAN3). A primeira produz e comercializa celulose e derivados, como papel ondulado, que depende muito da demanda do país asiático. A situação econômica do país também poderia afetar os preços de celulose fibra curta e fibra longa, pois um desequilíbrio com a oferta deixaria os produtores sem condições de manter o valor da commodity em um nível mais atrativo.

A Cosan, por sua vez, depende de uma reversão da atual situação do açúcar no mercado internacional, pois o excesso de estoques continua pressionando os preços do alimento. A partir do momento que o consumo de um país populoso é reduzido, as cotações se mantêm baixas.

Conheça as nossas recomendações e invista melhor

Quer receber as melhores análises e recomendações de investimentos do mercado? Conheça nossos Produtos.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Indústria – Análise Setorial

Indústria

O setor industrial registrou queda de 1,3% na produção nos últimos doze meses (fechamento em outubro), muito em função da retração em bens intermediários e estagnação de bens de capital. Em contrapartida, bens de consumo apresentaram recuperação no período. Ponto positivo para os grupos de bebidas, combustíveis e lubrificantes, equipamentos de transporte não industrial e produtos de carne. Destaque negativo para os grupos de moagem de trigo, papel e celulose, tintas e vernizes, fertilizantes, equipamentos de comunicação, cosméticos e joalheria.

Em outubro, a produção industrial apresentou avanço de 0,8% frente ao mês imediatamente anterior, terceiro resultado positivo nessa base de comparação. Assim, o setor registrou diminuição de 1,1% nos primeiros dez meses de 2019. Na passagem de setembro para outubro, quatorze das vinte e seis atividades analisadas pelo IBGE produziram menos, com destaque para metalurgia (-3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%).

Em contrapartida, o grupo de produtos alimentícios apresentou variação positiva de 3,4%. Ponto positivo, também, para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,9%) e papel e celulose (2,4%).

O desempenho do setor continua sendo afetado pelo ritmo lento de recuperação da economia e pela queda nas exportações para a Argentina. Porém, vale ressaltar a recuperação das indústrias de construção e extração, sequência de cinco trimestres com crescimento no consumo das famílias e evolução dos investimentos em ativos de longo prazo. O segundo e o terceiro trimestre foram positivos, compensando parcialmente o fraco desempenho apresentado entre o final de 2018 e o início do atual exercício. A retomada está altamente correlacionada com a queda dos juros, que permite o financiamento de projetos de inovação, reestruturação de dívidas e expansão a custos mais baixos.

No mercado internacional, atenção para a desaceleração na atividade global, com acomodação da demanda na Ásia e fraco desempenho de potências europeias, e incertezas com a guerra comercial entre China e Estados Unidos. O Banco Central Europeu continua com sua política expansionista e as duas maiores economias do mundo estão prestes a assinar um acordo parcial, sendo que essas medidas tendem a reduzir o clima de incertezas no comércio internacional, favorecendo a retomada das exportações em países desenvolvidos.

Empresas da B3

Vale (VALE3)

A Vale apresentou Ebitda ajustado de R$ 18,3 bilhões no terceiro trimestre de 2019, R$ 6,1 bilhões acima do período imediatamente anterior, muito em função do menor impacto financeiro com reparações após o rompimento da barragem de Brumadinho. O resultado é reflexo do aumento de receitas, sendo que o volume de vendas de minério de ferro apresentou variação positiva de 20,2% após a retomada de produção suspensa. Outro efeito foi a redução de custos e despesas devido a menores provisões registradas, uma vez que foram reconhecidos R$ 5,3 bilhões no segundo trimestre e R$ 621 milhões na última divulgação.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A Petrobras apresentou Ebitda ajustado de R$ 32,6 bilhões no terceiro trimestre, ficando praticamente inalterado em relação ao período imediatamente anterior. Destaque para a queda no valor do Brent no mercado internacional, sendo parcialmente compensado por maiores margens em diesel e GLP e maiores volumes de exportações e venda de diesel no Brasil. Outro ponto relevante foi o ganho com derivativos relacionados ao setor de atuação em operações fora do país. O lucro líquido, excluindo itens não recorrentes, chegou a R$ 9,7 bilhões, com variação positiva de 3,2%.

Ambev (ABEV3)

A Ambev registrou Ebitda de R$ 4,4 bilhões, com retração de 4,0% e margem de 36,9% (-4,6 p.p.). Os principais motivos para a queda em relação a receita líquida foram o impacto cambial sobre custos, maiores preços de commodities e efeito da inflação na Argentina sobre toda estrutura de despesas e custos. O resultado acabou sendo amenizado por posição de hedge no país vizinho. No Brasil, o volume diminuiu 0,4% e a receita operacional por hectolitro demonstrou incremento de 3,4%. O lucro líquido atingiu R$ 2,6 bilhões, com diminuição de 9,7%.

Klabin (KLBN3, KLBN4, KLBN11)

O Ebitda da Klabin fechou o terceiro trimestre em R$ 1,4 bilhão, com crescimento de 12% frente ao mesmo período do ano anterior. A margem passou de 44,5% para 56,3%, mas com grande contribuição do efeito não recorrente de crédito fiscal. O lucro líquido saltou de R$ 103,8 milhões para R$ 207,4 milhões, embora a despesa financeira líquida tenha subido 65%. O resultado foi negativo, notadamente pela queda no volume de vendas em celulose e kraftliner no mercado externo e aumento de despesas operacionais sobre a receita líquida.

Weg (WEGE3)

O Ebitda apresentado pela Weg foi de R$ 579,1 milhões, com incremento de 18,4%. A margem Ebitda ficou 2,2 p.p. acima, chegando a 17,3%. O indicador de geração de caixa bruta foi impulsionado pela maior rentabilidade das operações na América do Norte, ganhos de margem em algumas operações no Brasil e menor participação de pedidos do segmento de geração de energia eólica na receita, uma vez que esse apresenta margens reduzidas. Os movimentos foram parcialmente compensados pelo fraco desempenho na Europa e na região Ásia-Pacífico. O resultado líquido foi de R$ 418,2 milhões, com crescimento de 9,7%.

Quer receber as melhores recomendações para montar sua carteira de ações de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Caps

Conheça o Full Trader e receba análises e recomendações de curto e médio prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via app, WhatsApp e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo;
  • Contato direto com nossos analistas via WhatsApp;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro;
  • Acesso ao produto Invista em Ações.

Acesse agora as mais diferentes recomendações

Day Trade

Swing Trade e Position Trade em Ações

Rastreador de Tendências (estratégia exclusiva)

Índice Futuro e Dólar

Opções

Long&Short

Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Brasil: panorama econômico

panorama econômico

No terceiro trimestre de 2019, o Brasil registrou variação positiva de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB) na comparação com período imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período de 2018, houve crescimento de 1,2%. Em valores correntes, o indicador atingiu R$ 1,842 trilhão, sendo R$ 1,582 trilhão referente ao valor adicionado e o restante aos impostos sobre produtos.

Nas atividades industriais, o desempenho foi puxado pela expansão de 12,0% nas indústrias extrativas, com grande contribuição da extração de petróleo, e de 1,3% em construção. Esses movimentos foram parcialmente compensados pela retração de 1,0% nas indústrias de transformação e de 0,9% na atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos.

Em serviços, os grupos que operaram em campo positivo foram atividades financeiras e seguros (1,2%), comércio (1,1%), informação e comunicação (1,1%) e atividades imobiliárias (0,3%). Os grupos que ficaram em campo negativo neste setor foram administração, defesa, saúde e educação pública e seguridade social (-0,6%) e transporte, armazenagem e correio (-0,1%).

Pela ótica da demanda, a formação bruta de capital fixo subiu 2,0%, fechando o segundo trimestre seguido no positivo, e o consumo das famílias aumentou 0,8%. Em contrapartida, as exportações regrediram 0,4% (terceira taxa negativa consecutiva) e as importações de bens e serviços saltaram 2,9% (terceira taxa positiva seguida), impactando negativamente o PIB.

Consideramos o resultado do terceiro trimestre positivo, mais precisamente pela recuperação das indústrias de construção e extração, sequência de cinco trimestres com crescimento no consumo das famílias e evolução dos investimentos em ativos de longo prazo. Nesse último caso, vale ressaltar que os últimos dois trimestres foram positivos, compensando o fraco desempenho apresentado entre o final de 2018 e o início do atual exercício. A retomada está altamente correlacionada com a queda dos juros, que permite o financiamento de projetos de inovação e expansão a custos mais baixos.

O principal efeito negativo no PIB foi a queda nas exportações e o aumento de importações. Muito em função da crise na Argentina, da desaceleração na atividade global, da acomodação da demanda na Ásia, do fraco desempenho de potências europeias e das incertezas com a guerra comercial entre China e Estados Unidos. Vale ressaltar que o Banco Central Europeu continua sua política expansionista.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,51% em novembro, contra 0,10% do mês anterior, fazendo o acumulado de 12 meses subir de 2,54% para 3,27%. O resultado contou com impacto de despesas pessoais (1,24%), alimentação e bebidas (0,72%) e habitação (0,71%), sendo parcialmente compensados pela queda de preços em artigos de residência (-0,39%), que possui pouco peso no indicador.

Devido ao surto de gripe suína africana no rebanho chinês, a demanda por proteínas animais de produtores brasileiros aumentou consideravelmente nos últimos meses, fazendo o preço da carne pressionar a inflação. Somente em novembro, este item ficou em média 8,09% mais caro. Outro fator relevante foi o reajuste na bandeira tarifária de energia elétrica, que passou de amarela (acréscimo de R$ 1,50/100 kWh consumidos) para vermelha patamar 1 (acréscimo de R$ 4,17/100 kWh consumidos), fazendo o item ficar em média 2,15% mais caro no mês.

Acreditamos que o IPCA continuará controlado, pelo menos, até o final de 2020, muito em função da baixa atividade econômica. Porém, com a baixa taxa de juros e o real desvalorizado frente ao dólar, a tendência é que o índice de preços apresente maior volatilidade que nos últimos dois anos.

Empresas da B3

Observando a atual conjuntura econômica e o cenário político do país, acreditamos que o mercado de ações continuará apresentando boas oportunidades para o longo prazo. Destacamos papéis de empresas situadas em setores cíclicos, bem como construtoras, siderúrgicas e fabricantes de componentes automotivos (setor bem descontado). Além disso, o setor de varejo também deve performar bem nos próximos meses.

No setor siderúrgico, que também se beneficia da retomada da construção, destacamos a Metalúrgica Gerdau (GOAU3, GOAU4), uma das nossas preferidas. A empresa passou por um interessante processo de reestruturação, a partir da redução de investimentos, gestão de capital de giro eficiente e controle de custos.

A alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/Ebitda caiu consideravelmente nos últimos anos, com grande contribuição do plano de desinvestimentos, que gerou aproximadamente R$ 7,0 bilhões. Devido à estratégia de controle de custos, simplificação das operações e iniciativas digitais, as despesas operacionais estão cada vez mais adequadas à realidade da empresa, demonstrando que o foco na eficiência está dando resultado.

Em termos de valorização, as ações GOAU4 têm sido um dos destaques nos últimos meses. Após passar praticamente todo o ano de 2018 e de 2019 ”de lado”, as ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau acumulam alta de mais de 70% desde agosto de 2019.

Conheça as nossas recomendações e invista melhor

Quer receber as melhores análises e recomendações de investimentos do mercado?

Conheça nossos Produtos.

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Fontes: IBGE, Tesouro Nacional e RI das empresas.

Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Economia Mundial – Estados Unidos

estados unidos

O índice que mede o nível de atividade do segmento industrial nos Estados Unidos continua desacelerando e se mantém na zona de retração desde julho de 2019, aumentando os temores do mercado quanto a uma possível recessão. O PMI Industrial do Institute of Supply Management (ISM) continuou abaixo de 50 pontos em dezembro, caindo de 48,1 pontos para 47,2 pontos, menor patamar desde junho de 2009.

Já o PMI Industrial do Markit, que considera apenas empresas privadas, apresentou comportamento diferente nos últimos meses. De novembro para dezembro esse indicador desacelerou de 52,6 pontos para 52,4 pontos, se mantendo na zona de expansão desde agosto de 2019. De acordo com a fonte, o nível de atividade do setor privado continuou o movimento de recuperação, mas as expectativas quanto ao futuro do setor permaneceram baixas, refletindo o receio de gestores com uma possível recessão.

O índice que mede o nível de atividade do setor de serviços e outros não industriais subiu 1,1 ponto em dezembro, atingindo 55,0 pontos, maior patamar desde agosto de 2019. O crescimento mais acelerado é reflexo do ritmo nas atividades de negócio, com contribuição da maior taxa de geração de empregos dos últimos cinco meses e primeira variação positiva nas exportações desde julho de 2019.

Mesmo com dados acima do esperado em quase todos os dados divulgados, com exceção do PMI Industrial do ISM, observamos que o risco de recessão continua presente, notadamente pela alta utilização dos fatores de produção.

Dados recentes indicam que o mercado de trabalho nos Estados Unidos continua aquecido. A taxa de desemprego, de acordo com o fechamento de novembro, está em 3,5%, a menor dos últimos cinquenta anos. A economia norte-americana criou 266 mil novas vagas no mês, bem acima das expectativas de mercado e alcançando o maior ritmo desde fevereiro de 2019. Os pedidos por seguro-desemprego se mantêm próximos a 200 mil por semana, sem indicar nenhum quadro de recessão para o curto prazo.

De uma forma geral, os indicadores de gerentes de compras demonstram recuperação da atividade, assim como dados de emprego.

Os fatores de produção continuam com alto nível de utilização, mas a variação de preços ao consumidor permanece sob controle, com elevação de 2,3% em um ano. Na passagem de outubro para novembro, o indicador de inflação desacelerou de 0,4% para 0,3%.

A última variação no índice de preços ao produtor de bens e serviços registrou deflação de 0,2%, compensando parcialmente a elevação de 0,3% do período anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve variação positiva de 1,1%, demonstrando acomodação da inflação. Vale ressaltar que em abril de 2019 havia atingido o pico de 2,4% nessa base de comparação.

De acordo com integrantes do Federal Reserve, não há perspectiva de reversão no ciclo de cortes na taxa de juros devido à desaceleração da atividade global e tensões comerciais com a China.  Assim, a tendência é que o comitê de política monetária mantenha a taxa de juros entre 1,50% e 1,75% nas próximas reuniões, marcadas para 29 de janeiro e 18 de março. De acordo com o CME Group, a probabilidade de manutenção na primeira data é de 91% e de 87% na segunda.

As negociações com a China continuam impactando a confiança do mercado internacional e afetando, em maior escala, economias que dependem de exportações, como é o caso da Alemanha. Já existem indicações por parte dos dois governos quanto a um acordo, principalmente sobre as tarifas cobradas sobre importações de alguns produtos. Questões referentes a reivindicações que tratam de assuntos como proteção dos direitos de propriedade intelectual e transferência de tecnologia para empresas chinesas não serão consideradas no primeiro momento.

De uma forma geral, as atenções dos investidores estão voltadas para a solução parcial da guerra comercial com a China e os desdobramentos do ataque recente a uma autoridade militar iraniana. Nesse último caso, o aumento da tensão no oriente médio poderia acarretar maior percepção de risco e migração de recursos para ativos mais seguros, como o ouro e o dólar. No Brasil, o reflexo já é observado no câmbio e nos preços dos combustíveis, uma vez que o petróleo e o dólar reagiram no mercado internacional com o aumento da incerteza gerada pela crise geopolítica.

Ações da B3

A Weg (WEGE3) é uma das empresas que possui alta exposição nos Estados Unidos. Em 2016, a companhia adquiriu no país a Bluffton Motor Works, fabricante de motores elétricos com sede no estado de Indiana. Com esta aquisição, passou a atender empresas de processamento de alimentos e fabricantes de máquinas industriais e equipamentos para comércio e serviços. No ano seguinte, comprou a CG Power USA, especializada na fabricação de transformadores de distribuição. Com estas movimentações, a Weg ampliou seu alcance internacional, fazendo proporção da receita com produtos vendidos para a América do Norte saltar para próximo de 44% do total.

Fontes: Institute of Supply Management, Bureau of Labor Statistics, Federal Open Market Committee, CME Group e RI da Weg

Conheça as nossas recomendações e invista melhor

Quer receber as melhores análises e recomendações de investimentos do mercado? Conheça nossos Produtos.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

E-book Como Investir Ouro e Dolar

E-book Como Investir Ouro e Dolar

A intenção desse E-Book é falar um pouco de investimentos que são procurados em função de serem considerados verdadeiros ‘’portos seguros’’: o Ouro e o Dólar. Queremos mostrar como é simples investir e criar reserva de valor, diversificando nossos investimentos tanto na compra de Ouro, quanto na compra de Dólar. Aprenda agora, como investir em ouro e dolar

Como investir em Ouro?

O ouro é considerado um dos metais mais preciosos do mundo, tendo o seu valor sido empregue como padrão para muitas moedas ao longo da história. Atualmente, seu uso ainda é muito amplo e abrange grande demanda por parte da fabricação de joias, da indústria e principalmente como reserva de valor.

A procura pelo investimento em ouro intensifica-se em momentos de crise econômica. O valor deste metal está mais relacionado com a aversão e tomada de risco do que com as dinâmicas da oferta e da procura

Existem diversas formas de se investir em Ouro, conheça agora três maneiras simples e seguras para fazer seus investimentos.

Como investir em Dólar?

O Dólar é ainda, indiscutivelmente, a moeda mais forte e negociada do mundo. E, assim como Ouro, também considerado um ‘’porto seguro’’, especialmente em momentos de crises.

Dentre as formas mais conhecidas para compra de Dólar, podemos destacar:

Compra direta em papel moeda

Dentre as formas mais comuns de compra de Dólar, destaca-se a compra direta em papel moeda. Entretanto, guardar este dinheiro em casa pode ser perigoso. Além disso, ao comprar dólares numa corretora de câmbio paga-se taxa e perde-se na diferença entre o preço de compra e venda da moeda (o chamado spread). Dessa forma, como opção de investimento para reserva de valor de longo prazo, não se recomenda a compra direta em papel moeda.

Receba as Melhores Recomendações de Investimentos

Quer receber as melhores análises e recomendações de investimentos do mercado? Conheça nossos Produtos, clicando aqui.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtubee inscreva-se.

Fontes das Informações: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão/Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos.

E-book Fundos Imobiliários

E-book Fundos Imobiliários

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além do fato dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa (atrelados ao mercado imobiliário) do Brasil. Confira o E-book Fundos Imobiliários e saiba como diversificar seus investimentos.

Quer receber as melhores análises e recomendações para a montagem da sua carteira de Fundos Imobiliários?

Adquira o nosso Produto TOP FUNDOS DE INVESTIMENTOS e receba as melhores recomendações e análises dos principais Fundos Imobiliários do mercado. Além disso, tenha acesso a nossa Carteira Exclusiva de Fundos Imobiliários.

Você pode ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários

As construtoras desses empreendimentos vendem uma parte do imóvel em cotas e o dono de cada cota recebe um valor proporcional do aluguel.

Quais Fundos Imobiliários posso investir?

Existem vários tipos de Fundos Imobiliários: Hospitais, Shoppings, Empresariais, FIIs que compram CRIs, LCIs, etc. O interessante é que o investidor escolha os que se adequem melhor o seu perfil, seja para tentar ganhar com a valorização da cota ou para ganhar o rendimento mensal de alugueis, por exemplo.

Mais Sobre o Top Fundos de Investimentos

Receba as melhores análises e recomendações de Fundos de Investimentos, através do produto mais completo do mercado. Conheça os melhores gestores do Brasil e do Mundo, e saiba como investir nos mais rentáveis Fundos de Renda Fixa, Fundos de Previdência, Fundos Internacionais, Fundos Multimercados, Fundos de Ações e Fundos Imobiliários. Para saber mais, clique aqui. 

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Fontes das Informações: Valor, InfoMoney, Quantum. Estadão/Broadcast. Folha. Exame. B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos.

E-book Fundos de Investimentos

E-book Fundos de Investimentos

Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas) com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira formada por vários tipos de investimentos (conhecidos como ativos). Todo o dinheiro aplicado nos Fundos de Investimentos é convertido em cotas. Cada cotista possui um número de cotas proporcional ao valor total de seus investimentos. Baixe agora o E-book Fundos de Investimentos

Cota

O valor da cota é atualizado diariamente e o cálculo do saldo do cotista é feito multiplicando o número de cotas adquiridas pelo valor da cota no dia. O patrimônio de um Fundo de Investimento é a soma de todos os recursos aplicados por seus diferentes investidores.

A administração e a gestão do Fundo são realizadas por profissionais capacitados (gestores), sendo o Fundo de Investimento regido por um regulamento. Esta alternativa de investimento apresenta diversas vantagens, em relação a investir individualmente.

Participantes

Administrador – Responsável pela constituição do Fundo, pelo seu funcionamento, pelos aspectos jurídicos e pela prestação de informações à CVM, o administrador defende os interesses dos cotistas.

Gestor – Responsável por acompanhar o mercado e definir a estratégia de montagem da carteira, segundo os objetivos e a política de investimento presentes no regulamento. Busca definir os melhores momentos de compra e venda de ativos financeiros, seleção de papéis e alocação, buscando o maior lucro possível.

Distribuidor – Responsável pela venda das cotas do Fundo. O papel do distribuidor pode ser desempenhado pelo próprio administrador ou terceiros contratados por ele.

Quer investir nos melhores Fundos de Investimentos do mercado?

Adquira o TOP FUNDOS e tenha acesso às melhores análises e recomendações, do produto mais completo do Brasil . Saiba mais, clicando aqui.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo consultoria, análises e recomendações de investimentos

E-book Como Investir em Ações

E-book Como Investir em Ações

Confira o E-Book Exclusivo, como investir em ações

Nos EUA muitas famílias têm suas economias em ações. Cerca de 60% dos americanos investem na Bolsa de Valores, representando quase 60% da poupança americana

Mercado de ações no Brasil

Em termos de números, nosso mercado não é tão grandioso quanto o americano. Segundo dados da Bovespa, fechamos o mês de maio de 2017, com aproximadamente 600 mil investidores, que negociam ações diretamente na Bolsa de Valores.

Se por um lado o nosso número de investidores não é tão grande, por outro lado, temos empresas tão boas e rentáveis quanto as americanas. Algumas delas, inclusive, também tem ações na Bolsa de Nova Iorque e fazem muito sucesso por lá, como as ações do Banco Itaú, por exemplo.

Além do Itaú, temos mais de 350 empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo.

Ações Ordinárias – ON

É o tipo de ação que concede o direito de voto nas assembleias da companhia ao seu detentor. Ou seja, se você for um investidor que possuir uma quantidade representativa das ações ordinárias, você poderá opinar nas estratégias definidas pelo conselho de administração da empresa. Codificação: As ações ordinárias negociadas na bolsa têm o código 3, como por exemplo: Petrobras (PETR3), Itaú (ITUB3), Banco do Brasil (BBAS3). Todas as ações que tiverem o final 3 são ações ordinárias.

Ações Preferenciais – PN

Os investidores que possuem as ações preferenciais têm preferência no recebimento dos dividendos pagos pela empresa quando ela tem lucro. Codificação: As ações preferenciais têm os códigos 4, 5 e 6, como por exemplo: Petrobras (PETR4), Bradesco (BBDC4), Usiminas (USIM5), Eletrobras (ELET6). Todas as ações que tiverem o final 4 ou 5 são ações preferenciais.

Quer receber as melhores análises e recomendações para a montagem de uma carteira de ações de longo prazo?

Esse conteúdo é um resumo do Relatório de Análise Setorial de Ações. O relatório completo é publicado, periodicamente, no nosso plano INVISTA EM AÇÕES.

Sobre o Invista em Ações

Conheça nosso produto INVISTA EM AÇÕES e tenha acesso a atualizações de 3 Carteiras Recomendadas com diferentes perfis: Carteira Dividendos, Carteira Crescimento e Carteira Top Recomendadas. Receba ainda, análises e recomendações das melhores ações da Bolsa de Valores.

Caso você queira receber análises e recomendações de médio e curto prazos, conheça o FULL TRADER.

 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

Importante: Leia o nosso Disclosure, antes de investir.

Receba nossos relatórios Grátis