Rastreador de Tendências: Estratégia de operações em médio prazo

Rastreador de Tendências

O Rastreador de Tendências foi criando por mim, Tiago, há mais de 10 anos. Ele utiliza conceitos simples de análise fundamentalista e de análise técnica (grafista). A intenção era ter uma estratégia na qual eu pudesse aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de baixa pudesse começar. Tenho em torno de 30% do meu patrimônio nessa estratégia e entendo que ela “casa” muito bem com a minha carteira de ações em longo prazo.

Atualmente ela é coordenada em conjunto com nosso analista fundamentalista Daniel e o nosso analista técnico, o Danillo – que fizeram um excelente trabalho de ajustes em relação ao que fazia inicialmente. Certamente o trabalho deles foi fundamental para melhorar os retornos das operações e, por consequência, das minhas operações e dos nossos clientes.

A estratégia possui dos filtros, um qualitativo e outro quantitativo:

Filtro qualitativo

As recomendações com o Rastreador de Tendências Capitalizo são realizadas em um grupo predeterminado (com avaliações semestrais) de ativos, de diferentes setores da economia. A intenção é separar os ativos que tenham maior potencial de valorização em curto e médio prazos. Por isso, buscamos tanto ações de boas empresas, quanto de empresas que estão em recuperação.

Nessa fase, o Daniel separa os ativos que têm melhor potencial de alta em médio prazo.

Filtro técnico (timing das operações)

São utilizadas médias móveis e padrões em médio prazo – como linhas tendência, canais, suportes, resistências, entre outros – para determinar ponto de entrada, possíveis reduções, stops e alvos das recomendações.

Nessa etapa, o Danillo trabalha apenas com os ativos pré-selecionados pelo Daniel. Toda tomada de decisão de entrada e saída das operações é feita utilizando o gráfico. Dessa forma, a recomendação fica muito mais objetiva. Lembro que também é possível que aconteçam reduções, onde é recomendada a venda de metade da posição com o intuito de garantir ganhos.

Como o objetivo das estratégia é identificar ativos que possam entrar e permanecer em tendência de alta por um bom tempo, a utilização do gráfico do Rastreador de Tendências é fundamental. Apenas como exemplo, abaixo temos um gráfico da Tenda Construtora (TEND3) que está, desde 2017, em um lindo canal de quase 400% de alta:

Mesmo quem nunca ouviu falar em análise técnica ou em gráficos, conseguiu visualizar a forte tendência de alta da TEND3. E é isso que a estratégia busca.

Como são enviadas as recomendações do Rastreador de Tendências?

Todas as recomendações são enviadas pelo nosso aplicativo, pelo nosso sistema (para quem estiver no computador) ou pelo WhatsApp (onde você pode interagir com nossa equipe de atendimento caso tenha alguma dúvida). Igualmente, você sempre será avisado quando houver uma recomendação de compra e quando for preciso encerrar a operação.

Qual a duração das operações?

Nessa estratégia, as operações duram, em média, de 2 semanas (normalmente operações com prejuízo) até 6 meses (normalmente operações com forte ganho). Já que as operações são mais “lentas” e têm o intuito de pegar tendências em médio prazo, o investidor que decidir seguir essa estratégia não precisa ficar o dia todo “grudado” na tela do computador e do celular. 20 minutos por dia são mais que suficientes para seguir as recomendações.

Quanto eu posso perder?

Em média, 60% das recomendações terminam com ganho. Dessa forma, em torno de 40% das operações geram prejuízo. O prejuízo médio costuma ficar entre 5% e 10%.

Quanto eu posso ganhar?

Por tratar-se de um investimento de Renda Variável, não é possível projetarmos nem prometermos nenhum ganho. Considerando os resultados passados, em uma operação ”ruim” os ganhos ficam entre 10% e 20%. Já em boas operações, os ganhos costumam ficar entre 20% e 60%. Em operações consideradas excelentes, o resultado depende do tempo e da intensidade da alta. Ou seja, os ganhos podem ser de 60%, 70% ou mesmo acima de 100%.

Resultados acumulados dos últimos 12 meses:

-Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 480,11%*

-Percentual de recomendações com ganho: 58,48%

Lembro ainda que, mantendo nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais com as operações encerradas até 13/02/2020

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Setor Sucroenergético

Setor Sucroenergético

De acordo com dados da safra 2019/2020, iniciada em 1° de abril de 2019, a região Centro-Sul do país processou 578,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar até 16 de janeiro. Esse montante representa uma elevação de 2,8% em relação ao mesmo período do ciclo anterior.

Produção de açúcar

A produção de açúcar chegou a 26,4 milhões de toneladas, representando uma variação positiva de 0,5%. A pequena reação pode ser explicada pela baixa atratividade do preço do produto no mercado internacional, fazendo os produtores priorizarem o etanol. Esse, por sua vez, atingiu a marca de 32,2 bilhões de litros, correspondendo a um crescimento de 6,6% e demonstrando recuperação após atraso devido a chuvas no início do ciclo.

Vendas de etanol

As vendas de etanol totalizaram 27,100 bilhões de litros no agregado da safra, representando uma alta de 10,4%. Do total, 1,602 bilhão de litros foi destinado à exportação e 25,497 bilhões de litros serviram para consumo interno. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, a balança comercial do produto ficou superavitária em US$ 391,6 milhões em 2019. Vale ressaltar que as vendas de etanol hidratado no Brasil continuam em patamar elevado, principalmente em função da substituição da gasolina por biocombustíveis.

Preços

O preço do etanol hidratado continua mais atrativo em relação a gasolina (abaixo de 73%) na maioria das principais capitais das regiões Sudeste e Centro-Oeste do país. Na cidade de São Paulo, o biocombustível apresentou preço médio de R$ 3,13 por litro na semana entre 12 e 18 de janeiro de 2020, representando 69,7% do valor da gasolina nos postos. Outros municípios onde a relação continua favorável são Belo Horizonte (68,7%), Goiânia (70,6%) e Cuiabá (64,6%). No Rio de Janeiro (85,1%) o derivado de petróleo é mais competitivo.

O preço do etanol atingiu o maior valor dos últimos seis anos, muito em função do aumento do consumo com a elevação do preço da gasolina. O Rio Grande do Sul apresenta o maior preço entre as capitais do Brasil, chegando a R$ 4,32 por litro, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 4,23 por litro. São Paulo tem a menor média, registrando R$ 3,07 por litro. A gasolina mais cara é a do Rio de Janeiro (R$ 5,04 por litro), e a mais barata é do Paraná (R$ 4,36 por litro).

A tendência para o curto prazo é que o preço dos combustíveis continue subindo, impulsionado pelas incertezas com o avanço do coronavírus. A Opep anunciou que vai estudar se reduz a oferta de petróleo para acompanhar o enfraquecimento da demanda na Ásia, região mais afetada pela epidemia. Antes da disseminação da doença, a atividade global vinha apresentando dados mais animadores, principalmente em alguns países da Europa. O acordo parcial entre China e Estados Unidos também foi uma notícia positiva.

A cotação do açúcar no mercado internacional demonstrou reação no final de 2019, chegando ao maior patamar dos últimos dois anos. O principal motivo foi excesso de chuvas na Tailândia, quarto maior produtor do mundo. De acordo com o fechamento de 24 de janeiro, a cotação do alimento no mercado internacional chegou a US$ 14,39 por libra peso, bem acima dos US$ 12,10 da abertura de 2019. O principal fator que pode contribuir com o incremento da oferta e a retomada de preços mais baixos é o aumento de exportações na Índia. Em contrapartida, existe expectativa de redução na produção em países como China e Tailândia, gerando um déficit em relação à demanda global.

A expectativa é que com a mudança no cenário de preços dos produtos originados a partir da moagem de cana, o mix de produção das usinas reduza a proporção de etanol gradualmente. Atualmente, a fatia média do etanol ultrapassa 60%, sendo a prioridade sobre o açúcar.

Com o efeito da queda na produção, preços mais atrativos no mercado internacional e a valorização do dólar frente ao real, o valor da saca de açúcar cristal apresentou viés de alta nos últimos dias, atingindo R$ 76,11 e representando uma variação positiva de 4,7% em relação a abertura de 2020.

Entre abril e dezembro de 2019, a exportação de açúcar caiu 11,0%, utilizando como base os embarques em milhões de toneladas. Considerando o total em dólares, a variação negativa chega a 26,8%, muito em função da desvalorização do produto no mercado internacional. Até o fechamento de 2019, foram vendidos 14,671 milhões de toneladas, correspondendo a US$ 4,268 bilhões. Um ano antes, na mesma base de comparação, o total exportado foi de 16,493 milhões de toneladas, representando US$ 5,833 bilhões.

Empresas do setor

Cosan (CSAN3)

A Cosan apresentou crescimento de 22,3% na receita líquida do terceiro trimestre de 2019, frente ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 18,861 bilhões (considerando 50% do resultado da Raízen). Destaque para o aumento no volume vendido de gasolina, etanol e diesel e melhor preço médio praticado em açúcar e etanol, além do efeito da revisão tarifária realizada em maio de 2019 na Comgás.

Esses movimentos foram parcialmente compensados pela queda no volume vendido de gás e açúcar. Com grande contribuição da melhora no resultado financeiro, o lucro líquido ajustado saltou de R$ 172,9 milhões para R$ 460,8 milhões.

Nos últimos 12 meses, as ações CSAN3 tiveram um desempenho positivo, subindo 102,03%, contra 21,74% do Ibovespa:

São Martinho (SMTO3)

A São Martinho apresentou elevação de 19,7% na receita líquida, atingindo R$ 770,1 milhões. Destaque positivo para o maio volume vendido de açúcar e energia elétrica e melhores preços de etanol. Esses movimentos foram parcialmente compensados menores preços de energia elétrica e açúcar e estagnação no volume de vendas de etanol. O lucro líquido cresceu 5,9%, sendo impactado pelo aumento de despesas financeiras e operacionais.

Nos últimos 12 meses, as ações SMTO3 também tiveram um desempenho positivo, subindo 57,89%, contra 21,74% do Ibovespa:

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Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Análise do Mercado de Fundos Imobiliários

Hoje tratemos uma breve análise do Mercado de Fundos Imobiliários no Brasil.

Vale a pena investir em Fundos Imobiliários?

Consideramos o investimento em Fundos Imobiliários uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Mas afinal, vale a pena investir em Fundos Imobiliários ?

Se compararmos com o investimento da compra de imóveis diretos, podemos citar uma série de vantagens, tais como:

Simplicidade

Por meio do seu home broker, o investidor negocia as suas cotas. Além disso,  ele não precisa se preocupar com burocracia e dos cuidados com o imóvel.

Liquidez

As cotas podem ser negociadas em Bolsa. Dessa forma, reduzimos o risco de não conseguir vender o ativo.

Fracionamento do Investimento

O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua necessidade. Em um imóvel ”físico” não conseguimos vender ”partes” de um imóvel.

Vantagem Fiscal

Para pessoas físicas, não há incidência de Imposto de Renda sobre o rendimento distribuído.

Risco

Um Fundo Imobiliário investe, normalmente, em grandes empreendimentos.  Com isso, temos diversificação de inquilinos e minimizamos o risco de perdas.

Gestão

A gestão ativa e profissional permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Contexto do mercado nos últimos anos

Como vimos, investir em imóveis através de Fundos Imobiliários pode ser muito vantajoso e seguro no longo prazo. Apesar disso, é inegável que o mercado imobiliário passou por um momento muito delicado nos últimos anos. No final de 2012, por exemplo, tínhamos um cenário de taxas de juros baixas, crédito abundante, vacância baixa e aluguéis em alta. Os preços dos imóveis eram muito altos e, por consequência, vimos uma forte valorização dos Fundos.

Posteriormente, com a perspectiva de piora na economia, juros em alta, crédito em queda, a vacância aumentou e os preços dos imóveis caíram. Para piorar, a oferta de imóveis era muito grande, o que pressionou ainda mais o preço dos imóveis. Em função disso,  os Fundos Imobiliários sofreram duras quedas.

E o momento atual. Pode ser considerando parecido com o de 2012 ou ainda é um bom momento para investir?

Acreditamos que o momento atual nada tem a ver com aquele cenário de 2012. A inflação controlada, juros em baixa e os preços dos imóveis mais baixos, deixam o momento atual muito atrativo para quem quer investir em imóveis.

Vale ressaltar também que teremos menos lançamentos nos próximos anos e crédito ainda restrito, o que afasta, nesse momento, risco de ”bolhas”. Dessa forma, conseguimos comprar bons imóveis, por bons preços. E isso é muito importante para quem já está ou ainda vai entrar nesse mercado.

Crédito Imobiliário

O indicador de custo de crédito para pessoas físicas, considerando o segmento de financiamento imobiliário com taxas de mercado, chegou a 12,92% ao ano em dezembro de 2019. Este é o menor patamar dos últimos sete anos, representando um corte de 0,52 ponto percentual frente ao mesmo período de 2018. Fazendo uma média ponderada com recursos direcionados com taxas reguladas, o percentual cobrado seria de 8,80%, 0,27 ponto percentual abaixo de dezembro do ano anterior.

Seguindo a tendência de cortes na taxa Selic, os bancos continuam reduzindo suas taxas mínimas. A Caixa Econômica Federal está oferecendo taxas a partir de 6,5% ao ano acrescida de TR, tanto no Sistema Financeiro Habitacional como no Sistema de Financiamento Imobiliário. O limite do financiamento é de 80% do valor para imóveis novos e 70% para imóveis usados. Entre os bancos privados, o Bradesco oferece as melhores condições, com taxas anuais começando em 7,30% mais TR, e limite de até 80% para imóveis novos e usados.

O crédito para financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo é o maior dos últimos cinco anos, impulsionado por novos lançamentos e redução de estoques. Em contrapartida, em 2019 a poupança teve a menor entrada de recursos desde 2016, muito em função da baixa atratividade da aplicação com a queda da taxa Selic. Em 2017 e 2018, a diferença entre captação e saques foi de R$ 17,126 bilhões e R$ 38,260 bilhões, respectivamente. Na última apuração chegou a R$ 13,327 bilhões.

Mesmo com esse movimento, o saldo da poupança está bem acima dos anos anteriores, chegando a R$ 845,5 bilhões, contra R$ 797,3 bilhões do mesmo período do ano anterior.

O volume emitido de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) subiu 93,9% na comparação com o ano anterior. A tendência de aumento nas operações com o título se confirmou, impulsionadas por nova legislação que regulamenta a multipropriedade. Vale ressaltar que a nova norma traz maior confiança aos investidores, e boa parte dos recursos utilizados no desenvolvimento dos projetos são obtidos no mercado de capitais.

A distribuição de ofertas de CRIs demonstram forte crescimento da proporção de investidores institucionais como detentores dos títulos, passando de 42,8% para 60,5% do total. As pessoas físicas regrediram sua participação de 44,8% para 25,8%, muito em função da evolução da indústria de fundos de investimento.

Segmento de locação

Em 2019, o Índice FipeZap de locação residencial apresentou alta de 4,93%, contra uma inflação de 4,31% (IPCA). De acordo com a fonte, Niterói e Salvador registraram retração no período, chegando a -0,46% e -1,96%, respectivamente. O preço médio de locação residencial foi de R$ 30,00/m² entre as cidades monitoradas pelo estudo, sendo que São Paulo registrou R$ 40,10/m², Rio de Janeiro, R$ 30,70/m² e Brasília, R$ 31,0/m². A rentabilidade média do aluguel residencial é de 0,39% ao mês.

No mesmo período, o Índice FipeZap de locação comercial demonstrou evolução de 0,06%. Destaque para São Paulo (+2,12%), Campinas (+4,64%) e Curitiba (+4,67%). Em contrapartida, Rio de Janeiro (-2,82%), Brasília (-6,38%), Porto Alegre (-0,54%) e Belo Horizonte (-0,73%) ainda estão em campo negativo. A cidade de São Paulo apresenta o maior valor por metro quadrado, com R$ 45,40, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 39,30. A rentabilidade média ficou em 0,45% ao mês.

Como é possível observar no gráfico abaixo, os valores praticados na venda de imóveis comerciais apresentam retração no acumulado de doze meses desde julho de 2015, sendo que o período mais crítico foi no início do segundo trimestre de 2016.

No quarto trimestre de 2019, a absorção líquida de escritórios de alta padrão na cidade de São Paulo desacelerou drasticamente frente ao período imediatamente anterior, passando de 184,4 mil m² para 53,1 mil m², representando uma diminuição de 71,2%. Vale ressaltar que esse é um movimento considerável, mas a queda é comum no final do ano. A vacância caiu de 16,8% para 16,1% nesse segmento, muito em função das ocupações nos empreendimentos WTorre Morumbi e Parque da Cidade.

De acordo com a Newmark Grubb, a menores vacâncias são observadas nas regiões do Itaim Bibi e Juscelino Kubischeck. Já no Rio de Janeiro a realidade é outra, uma vez que a vacância física continua bem acima dos 30%.

O segmento de galpões logísticos teve o melhor desemperno dos últimos quatro anos, puxado pela maior participação do e-commerce e necessidade de espaço para armazenagem do segmento comercial. A taxa de vacância chegou a 17,1%, segundo a consultoria Cushman & Wakefield, com grande impulso da ocupação de áreas que estavam vagas em dezembro. De acordo com a fonte, o preço médio mensal por metro quadrado fechou o ano em R$ 18,79.

O mercado de shopping centers voltou a apresentar variação positiva na área bruta locável adicionada após quatro anos consecutivos de retração. Outro ponto importante a ser ressaltado é a abertura líquida de novas lojas, uma vez que entre 2015 e 2017 houve uma perda de mais de 200 mil estabelecimentos. A estimativa inicial indica a abertura de 23 mil novas lojas em 2019 no Brasil, acelerando em relação às 8,1 mil de 2018 e compensando a perda de 19,3 mil de 2017.

Para 2020, podemos destacar projetos de expansão no número de lojas de varejistas que abriram capital recentemente, como Vivara e Centauro. Além disso, a Magazine Luiza estuda abrir lojas para a Netshoes e o Carrefour pretende aumentar a exposição no país.

Fundos Imobiliários

A demanda por FIIs continua em crescimento constante. As ofertas públicas registradas no acumulado de 2019 até novembro totalizaram R$ 19,3 bilhões, representado uma alta de 75% sobre o total do ano anterior. O volume de negociação dos papéis continua em crescimento desde 2014, sendo que a média diária passou de R$ 21 milhões para R$ 114 milhões em seis anos. Outro dado interessante é a alta participação de investidores pessoa física no volume depositado, chegando a 81%, um pouco acima dos 78% de 2018. Já o número de investidores mais do que dobrou nos últimos dois anos, atingindo 573,6 milhões.

A recuperação do mercado e a queda da taxa Selic têm feito crescer o número de produtos no segmento. A quantidade de fundos imobiliários registrados na CVM, em 2019, representou um crescimento de 18,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a 485 produtos diferentes.

O patrimônio líquido consolidado dos ativos negociados em bolsa passou de R$ 48,6 bilhões para R$ 80,6 bilhões entre novembro de 2018 e o mesmo período de 2019. Importante observar que atualmente o mercado está pagando R$ 1,11 para cada unidade do patrimônio consolidado dos fundos, contra R$ 0,94 do ano anterior.

A aplicação na classe deve permanecer entre as prioridades para os próximos anos, reflexo da queda na taxa de juros e do ciclo de expansão da economia. Importante observar que o setor imobiliário possui característica cíclica, se favorecendo em momentos de inflexão entre retração e retomada da atividade doméstica.

Nos dados divulgados recentemente, destaque para a recuperação do mercado de lajes corporativas em São Paulo, onde é possível observar queda na vacância dos empreendimentos de alto padrão, uma vez que o valor dos aluguéis vem se enquadrando a realidade de empresas que procuram aumentar a qualidade de seus escritórios. Além disso, o setor de shopping centers deve se favorecer com retomada da economia, sendo que o aumento no consumo ajuda a diminuir a inadimplência de locatários e os espaços vagos.

A perspectiva com o mercado é de crescimento no número de fundos diversificados, procurando evitar o risco de investir apenas em um ativo. O momento é oportuno para novas aquisições e o crescimento de negócios no estado de São Paulo demonstra que os gestores estão atentos a oportunidades com preços descontados. Mesmo com boas expectativas, é importante o investidor tomar decisões com base em suas necessidades, procurando analisar com cuidado o portfólio dos fundos visados.

Consideramos pontos positivos: a maior disponibilidade de crédito imobiliário, a baixa taxa de juros, o aumento do fluxo de aluguéis e o crescimento da demanda por galpões logísticos.

Consideramos pontos negativos: baixa satisfação com as condições correntes da economia, alta taxa de vacância no Rio de Janeiro e desemprego elevado.

Fontes: Banco Central, Newmark Grubb, FipeZAP, Anbima, B3, Abrasce e Bank of America Merrill Lynch.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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Construção civil – Análise Setorial

Análise do setor de construção civil

De acordo com estudo da CBIC, no terceiro trimestre de 2019 foram lançadas 33.199 unidades residenciais, com incremento de 4,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 23,9% na comparação com o mesmo período de 2018. As regiões Nordeste (-16,8%) e Sul (-21,3%) do país apresentaram retração na base anual. Destaque, novamente, para o Centro-Oeste, com variação positiva de 53,9%, atingindo 2.236 unidades lançadas. No Sudeste, houve incremento de 49,6% na comparação com o terceiro trimestre do ano anterior, chegando a 21.054 unidades lançadas. No Norte, a evolução foi de 43,0%.

O número de unidades vendidas ficou abaixo dos lançamentos do período, revertendo momentaneamente a tendência de redução nos estoques. Foram comercializadas 32.575 unidades no terceiro trimestre, com queda de 4,9% na comparação com o período imediatamente anterior e acréscimo de 15,4% na base anual. Mesmo com a queda nas vendas, é possível identificar uma melhora constante na demanda desde julho de 2017.

O melhor desempenho na venda de imóveis residenciais (3T19/3T18) foi observado, mais uma vez, na região Sudeste, com incremento de 31,4%, sendo seguida pelo Norte, com 19,4%. A regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram variações positivas de 16,4% e 1,2%, respectivamente. Somente no Nordeste houve retração na comercialização de residências, registrando diminuição de 10,2%.

A oferta disponível passou de 127.919 unidades, em setembro de 2018, para 124.644 unidades na última apuração, representando uma redução de 2,6%. Os estoques caíram nas regiões Nordeste (-17,3%), Sul (-2,7%) e Centro-Oeste (-1,1%). Do total vendido no período, 50,7% foi através do programa Minha Casa Minha Vida e o restante em outros padrões.

O setor de construção civil continua demonstrando sinais de recuperação, principalmente no que diz respeito à intenção de investimento e confiança dos empresários. Os motivos são as condições mais favoráveis de mercado, bem como baixa inflação e juros, gerando maior previsibilidade nos resultados. De acordo com a sondagem da indústria de construção realizada pela CNI, as expectativas quanto ao nível de atividade do setor, novos empreendimentos, compras de insumos e número de empregados continuam demonstrando otimismo.

Embora os índices de tendência futura estejam cada vez melhores, os indicadores de atividade permanecem em zona de contração. As métricas que ainda apresentam números negativos, mas em recuperação gradual, estão relacionados ao nível de atividade e emprego. A utilização da capacidade operacional continuou estagnada pelo terceiro mês consecutivo, se situando em 62%. A manutenção nesse patamar se deve ao aumento da ociosidade em pequenas empresas e manutenção em médias empresas, uma vez que as de grande porte continuam evoluindo.

Empresas do setor

Dentro de nossas recomendações em bolsa temos o ativo da Tenda (TEND3). A empresa, que está focada na faixa 2 do programa Minha Casa Minha Vida, possui alguns diferenciais em relação aos concorrentes. Um dos destaques é a menor necessidade de investimento em capital de giro, pois o percentual de vendas sobre a oferta está muito acima da média do setor. Além disso, o prazo médio de recebimento de clientes fica bem abaixo de concorrentes como MRV, Direcional e Eztec, indicando menor risco com recebíveis e descasamento de fluxo de caixa.

A situação financeira da companhia é confortável, sendo que o montante em caixa supera a dívida bruta. Outra que também apresenta esta característica é a Eztec. Essa, inclusive, possui a estrutura de capital mais conservadora, uma vez que a proporção de capital de terceiros sobre o patrimônio líquido é muito baixa. A maior rentabilidade patrimonial é da Tenda, com ROE de 18,09% no acumulado em doze meses. O pior resultado ficou com a Direcional, que teve prejuízo em demonstrativos anteriores. A EZTec passou a ser a maior entre as quatro, com valor de mercado próximo de R$ 13,4 bilhões. A MRV continuam com a maior participação no programa MCMV.

Ponderando os dados mencionados e a evolução dos negócios, apuramos que as duas melhores opções no setor de construção civil são a Tenda e a Eztec. A opção pela primeira se dá pelo crescimento mais linear em seu resultado operacional, melhores indicadores de mercado e rentabilidade superior sobre o capital empregado. Em contrapartida, é importante mencionar que a companhia está altamente concentrada na faixa 2 do Minha Casa Minha Vida, ficando altamente dependente do prosseguimento do programa e de incentivos do governo federal.

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Setor automotivo – Análise Setorial

Setor automotivo

O setor automotivo produziu aproximadamente 2,945 milhões de veículos em 2019, 2,3% acima do ano anterior. Destaque para o desempenho do setor no mercado interno, uma vez que o total de licenciamentos de produtos nacionais apresentou variação positiva de 10,4%, compensando a queda de 31,9% nas exportações de veículos montados.

Considerando apenas veículos leves, a evolução na produção foi de 2,1%, sendo que automóveis de passageiros absorveram a queda em comerciais leves. O total de licenciamentos foi 9,4% superior, mas as exportações caíram 31,6% nesse segmento.

A produção de caminhões cresceu 7,5%, mas apenas as linhas de pesados registraram um bom desempenho, uma vez que semipesados, médio e leves apresentaram retração no período. O total de licenciamentos cresceu 32,6%, compensando a queda de 45,0% nas exportações.

O volume produzido só não foi maior devido à diminuição nas exportações com a crise na Argentina, que absorve grande parte do que é vendido ao mercado externo. Outro país que contribuiu negativamente foi o Chile, que enfrentou uma onda de protestos que freou o mercado. A Argentina registrou retração de 49,6% na importação de veículos de passageiros produzidos no Brasil e de 63,5% em veículos de carga. O Chile apresentou quedas em automóveis de passageiros e veículos de carga de 26,5% e 32,8% respectivamente. Em contrapartida, o México comprou mais produtos, com destaque para a evolução de 110,3% em automóveis de passageiros.

No terceiro trimestre de 2019, o PIB argentino regrediu 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e cresceu 0,9% frente ao segundo trimestre. Esta foi a quinta apuração com diminuição no indicador nas últimas seis observações, mas com uma variação negativa menor que no final de 2018 e início de 2019. O país enfrenta grave crise e não existe perspectiva de recuperação para o curto e médio prazo, uma vez que o novo governo sinaliza a utilização de uma política econômica heterodoxa, com grande interferência do estado na economia.

O PIB do México ficou praticamente estável no terceiro trimestre, contrariando a expectativa de queda do mercado. Embora os dados indiquem ligeiro crescimento, vale ressaltar que a economia vem desacelerando desde o segundo trimestre de 2018, com grande chance de entregar a menor taxa de crescimento desde 2009. Em resposta, o Banco do México vem reduzindo a taxa básica de juros, sendo que em agosto de 2019 era de 8,25% a.a., fechando o ano em 7,50% a.a.

Para os próximos meses, a expectativa é que o setor automotivo mantenha o crescimento na produção, embora ainda em ritmo lento. Mesmo com o aumento das vendas de veículos produzidos no Brasil, o redirecionamento das exportações para outras regiões ainda não compensa a situação na Argentina. Além disso, dados recentes indicam desaceleração da atividade interna em relação a primeira metade do ano, principalmente no número de licenciamentos de caminhões.

Um indicador preocupante é a redução de 3,7% na quantidade de postos de trabalho nas montadoras. A Ford encerrou as operações na fábrica de São Bernardo do Campo no final de outubro, sendo uma contribuição negativa para o mercado de trabalho no setor. Outro motivo é a redução de três para dois turnos de trabalho em algumas fábricas.

Empresas do setor

Metal Leve (LEVE3)

A Metal Leve (LEVE3) registrou lucro líquido de R$ 69,2 milhões no terceiro trimestre, representando uma diminuição de 24,9% e com margem de 10,7% (-2,3 p.p.). Esse resultado é reflexo da perda na margem bruta e do impacto da queda nas exportações, sendo parcialmente compensados por ganhos na posição monetária líquida na Argentina, menores gastos operacionais e redução nas perdas por redução ao valor recuperável de contas a receber.

Iochpe Maxion (MYPK3)

A Iochpe Maxion (MYPK3) registrou lucro líquido de R$ 124,8 milhões no terceiro trimestre, representando um crescimento de 33,5%. O resultado acabou sendo influenciado por itens não recorrentes, bem como o reconhecimento de crédito fiscal. Destaque negativo para a queda na produção de veículos pesados e paralisações de clientes na América do Norte, queda na produção de veículos diversos na Europa e baixo volume de vendas na Ásia. Esses movimentos foram parcialmente compensados pelo bom desempenho no Brasil, sendo que a maior evolução foi observada em componentes estruturais.

 Tupy (TUPY3)

A Tupy (TUPY3), multinacional brasileira especializada em fundição de blocos de motor e cabeçotes, apresentou lucro líquido de R$ 66,5 milhões no terceiro trimestre, 25,0% abaixo do mesmo período do ano anterior. Destaque para o incremento de volumes em aplicações para veículos comerciais e no segmento hidráulico. Compensando esses movimentos, houve impacto de máquinas e veículos off-road, redução em exportações indiretas e aumento em despesas com energia e mão-de-obra.

Perspectivas

Mesmo observando esses fatores negativos, acreditamos que o desconto dos indicadores de mercado podem ser uma oportunidade para o longo prazo. Os preços das ações em relação ao lucro projetado e o valor patrimonial estão refletindo o risco atual do segmento a nível global, mas acreditamos na recuperação do mercado no médio prazo.

Por possuir característica cíclica, o setor automotivo deve se favorecer com o ciclo de expansão da economia nacional. Já no contexto internacional, a desaceleração da indústria de transformação tende a ser amenizada conforme incertezas geopolíticas são resolvidas.

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