Setor elétrico – Vale a pena investir?

Setor Defensivo

Para quem conhece sobre o mercado financeiro, e até mesmo pra quem só ouviu falar, sabe que momentos de quedas, com medo e pânico são comuns ao longo de toda história. Já aconteceram algumas vezes e com certeza irão acontecer novamente, restando saber apenas o motivo, a intensidade e outras variáveis.

Quando tratamos mais especificamente do mercado acionário, vemos empresas que tendem a apresentar maiores e outras menores dificuldades em momentos de crise.

E dentre as empresas que tendem a sofrer os menores impactos, merecem destaque as do setor elétrico, que inclusive já detém a fama de serem mais “defensivas” e boas pagadoras de dividendos.

Setor Elétrico

O setor de eletricidade compõe boa parcela dos principais índices acionários da bolsa brasileira. Somente no índice Bovespa, por exemplo, essas companhias representam quase 5% de participação.

De forma geral, as empresas do setor podem ser classificadas em três segmentos: Distribuição, transmissão e geração de energia. Detalhamos abaixo sobre os riscos e benefícios de cada um deles.

Distribuição de Energia

O segmento de distribuição está na ponta mais próxima do consumidor. É o estágio final da cadeia de produção elétrica. Por isso, dentre os três segmentos, em momento de crise este tende a ser o mais afetado.

Um dos impactos se deve, geralmente, as reduções (as vezes, inclusive, paralisações) de grande parte das atividades econômicas, principalmente as industriais. Com isto, a demanda de energia elétrica sofre redução em um primeiro momento.

Também há o risco do aumento de inadimplência, que dependendo da intensidade da crise econômica instaurada poderá atingir elevados níveis, afetando a geração de caixa das companhias.

Outro ponto de destaque refere-se a grande regulamentação as quais estas empresas (do setor elétrico, em geral) estão sujeitas. Portanto, medidas impostas pelo Governo Federal podem servir como agravante aos impactos para as distribuidoras, como por exemplo a suspensão do corte de energia para os inadimplentes, descontos nas tarifas de energia e até mesmo adiamento de reajustes de compensação de custos.

Esses e outros fatores acabam por impactar diretamente nos resultados operacionais em um horizonte de curto prazo.

Como exemplos de empresas listadas deste segmento há a Neoenergia (NEOE3) e a Copel (CPLE6). Desde que NEOE3 começou a ser negociada (02/07/19), as citadas companhias finalizaram 2019 rentabilizaram mais que o Ibovespa, com ambas apresentando praticamente 49% de valorização acumulada, enquanto o IBOV marcou menos de 15% no final desde período.

O desempenho destas ações e do índice ao longo do ano pode ser observado no gráfico abaixo.

Transmissão de Energia

O segmento de transmissão funciona como o elo entre a geração e a distribuição de energia. Toda eletricidade gerada é transmitida aos distribuidores pelas empresas do segmento de transmissão. E este é o segmento que tende a sofrer os menores efeitos em uma eventual crise.

Isto porque grande parte do faturamento das companhias vem do Governo Federal, fazendo com que suas receitas tenham maior previsibilidade. Também, vale ressaltar que as receitas não dependem da demanda por energia elétrica do consumidor.

Outro ponto importante refere-se a baixa necessidade de grandes investimentos, fazendo com que estas empresas possuam, de forma geral, baixos níveis de endividamento. E, quanto menor for a alavancagem, maior é a capacidade de distribuição de dividendos.

Dois exemplos de empresas do segmento de transmissão de energia são: Taesa (TAEE11) e ISA CTEEP (TRPL4). Ao longo do ano passado, estas duas companhias também registraram retornos superiores ao Ibovespa, com ambas atingindo rentabilidades acumuladas de aproximadamente 42%. Já o IBOV finalizou 2019 com um ganho de 31,58%.

O desempenho destas ações e do índice ao longo do ano pode ser observado no gráfico abaixo.

Geração de Energia

Como o próprio nome já define, o segmento de geração de energia compreende empresas responsáveis pelo fornecimento de energia elétrica. Dada a matriz energética brasileira, grande parte da potência produzida por essas companhias advém de hidrelétricas. Mas também, existe a utilização de termelétricas, parques eólicos e, mais recentemente e em aplicação crescente, a geração por meio de placas solares.

Dentre os três segmentos do setor elétrico, o de geração de energia tende a sofrer impactos intermediários entre os outros dois (distribuição e transmissão). Isto porque estas empresas possuem contratos pré-definidos de demanda de energia para as distribuidoras.

Atrelado a isto, as companhias de geração já contam com certos instrumentos de proteção contra períodos de maiores dificuldades, como no caso de escassez de água para as hidrelétricas por exemplo.

Como exemplos de empresas listadas em bolsa deste segmento há a Eletrobrás (ELET3) e a Engie (EGIE3). Ao longo de 2019, estas duas companhias registraram retornos superiores ao Ibovespa. Tanto ELET3 quanto EGIE3 apresentaram retornos acumulados de aproximadamente 60%.

Vale ressaltar, no entanto, que várias das empresas citadas possuem atividades juntamente nos três segmentos.

O desempenho destas ações e do índice ao longo do ano pode ser observado no gráfico abaixo.

Boas Pagadoras de Dividendos

Como citado anteriormente, as empresas do setor elétrico possuem a fama de serem uma das mais “defensivas” da bolsa. Além do fato de seus papéis possuírem um histórico de menor volatilidade, as companhias possuem destaque na distribuição de dividendos, no geral.

O gráfico abaixo apresenta o dividend yield dos últimos doze meses das empresas do setor elétrico listadas no Índice Bovespa, em comparação com o yield médio do próprio IBOV.

O gráfico nos mostra que, das seis companhias, cinco delas detém um dividend yield superior ao médio do índice, indicando a boa distribuição de proventos.

Quais Serão os Reais Impactos Sob Crises?

Enquanto se está imerso em um período de crise, torna-se extremamente difícil avaliar com exatidão os reais impactos que esta causará na economia e, consequentemente, no caixa das empresas.

No entanto, mesmo sem as certezas nestes difíceis momentos, a tendência é que, de forma geral, o setor elétrico acabe por sentir os efeitos de forma mais amenizada, com maior ênfase para o segmento de transmissão de energia.

Como exemplo, na atual crise do coronavírus não sabemos ao certo o quanto as empresas serão afetadas. Mas, contrastando o momento com as características das companhias do setor elétrico, vemos estas com bons atributos para atravessar os problemas que se avizinham.

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BDR – Brazilian Depositary Receipt

bdr

Sabe-se que alocar parte do capital em ativos do exterior pode trazer muitos benefícios a carteira de um investidor, como por exemplo a potencialização de seus ganhos e a redução dos riscos.

Existem diferentes formas de se realizar esta alocação fora do Brasil. Uma delas, refere-se a abertura de conta diretamente em uma corretora do exterior.

Entretanto, caso o investidor não esteja disposto, por variados motivos, a deter uma nova conta para realizar esses investimentos, os BRDs surgem com uma boa opção.

O Que São BDRs?

BDR nada mais é do que a abreviação, em inglês, para Brazilian Depositary Receipt. Para melhor entendimento, um BDR é um recibo de ações de empresas estrangeiras negociadas na bolsa de valores brasileira.

Portanto, um BDR torna-se uma maneira simples de se negociar diretamente pela B3, um ativo com lastro em papéis estrangeiros.

Vale ressaltar, porém, que o fato do investidor adquirir um BDR de uma determinada companhia do exterior não o tornará sócio desta empresa, como ocorre no caso de aquisição de uma ação, por exemplo. Este BDR é, como já dito, apenas lastreado nas ações desta companhia estrangeira.

Tipos de BDRs

Os BDRs podem ser classificados em duas grandes categorias: Patrocinados e Não Patrocinados.

Um BDR Patrocinado é um valor mobiliário emitido no Brasil por uma instituição depositária, a pedido de uma companhia do exterior. Portanto, o desejo de emissão deste BDR parte diretamente da empresa estrangeira. Esta, por sua vez, deve então contratar uma instituição depositária, à qual será responsável por emitir os BDRs.

Os BDRs Patrocinados são ainda subdivididos em três níveis: I, II e III.

Um BDR Patrocinado Nível I está disponível apenas para investidores qualificados e para outras entidades específicas, como instituições financeiras, fundos de investimento, dentre outras. O grande prejuízo, portanto, é que este tipo de BDR torna-se indisponível para a grande maioria dos pequenos investidores. Outra peculiaridade deste BDR é que ele só pode ser negociado em bolsa de valores.

Já os BDRs Patrocinados Nível II e III podem ser adquiridos por quaisquer investidores. Também, possuem a liberdade de serem negociados em mercados de balcão organizado.

Por fim, um BDR Não Patrocinado (BDR NP) deve, novamente, ser emitido por uma instituição depositária, porém sem acordo direto com a companhia emissora. Desta forma, esta instituição é quem possui a responsabilidade de que estes BDRs estejam lastreados nos ativos emitidos no exterior, bem como também são elas que devem divulgar ao mercado as informações financeiras e demais comunicados das respectivas empresas estrangeiras utilizadas nestes BDRs.

Da mesma forma que para os BDRs Patrocinados Nível I, os BDR NP também possuem a restrição de poderem ser negociados apenas por investidores qualificados e demais entidades específicas, novamente com destaque para os fundos de investimento, por exemplo.

Quantos BDRs Existem e Quanto Eles Rendem?

Atualmente, existem mais de 550 BDRs listados na bolsa brasileira, sendo quase em sua totalidade do tipo BDR Não Patrocinado.

Dentre todos os BDRs, merecem destaque os recibos de grandes e conhecidas empresas mundiais, como Apple, Berkshire Hathaway, Microsoft, McDonald’s, Amazon, Comcast, JP Morgan, Bank of America, Tesla, dentre outras.

Também, há um índice que reflete o retorno médio de uma carteira teórica formada por BDRs Não Patrocinados, o BDRX.

O gráfico abaixo apresenta o retorno acumulado dos últimos doze meses de cinco BDRs Não Patrocinados, das empresas: Tesla (TSLA34), Microsoft (MSFT34), Apple (AAPL34), Biogen Idec (BIIB34) e Target Corporation (TGTB34). Como comparativo, também está o retorno acumulado para o mesmo período do índice BRDX.

No gráfico, destaca-se o grande ganho obtido com o BDR da Tesla Motors, com uma valorização acumulada de mais de 269% nos últimos doze meses. No mesmo período, as outras empresas citadas seguiram retornos pouco maiores que 90%, com exceção da Target Corporation com quase 78%. O BDRX apresentou uma performance acumulada de aproximadamente 33,7%.

Quais os Riscos Atrelados aos BDRs?

Além de se tratar de um ativo de renda variável, estando portanto sujeito as variações de mercado, o BDR possui, de forma geral, um maior risco atrelado a sua falta de liquidez.

A precária liquidez no mercado de BDRs acaba sendo uma grande desvantagem deste tipo de ativo. E talvez o maior contribuinte para esta dificuldade seja a sua restrição para apenas investidores qualificados e algumas instituições, dado que a imensa maioria dos papéis sejam do tipo BDR Não Patrocinado. Isto faz com que haja um número muito reduzido de negociações diárias.

Entretanto, nos últimos anos tem havido algumas discussões nos órgãos reguladores do mercado brasileiro para que seja realizada modificações no que tange a regulamentação dos BDRs. Umas dessas modificações poderia permitir as negociações destes ativos para qualquer tipo de investidor.

Vale ressaltar também que, normalmente, os BDRs são destinados a investidores qualificados (com mais de R$1 milhão em aplicações financeiras). Porém, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já colocou em consulta pública que as normas sejam alteradas e que os BDRs possam ser negociados por qualquer investidor. Vamos aguardar.

Por fim, é recomendado aos diversos tipos de investidores que procurem auxílio de especialistas a respeito das melhores recomendações antes de se realizar os investimentos em BDRs.

Carteira Internacional

Aqui na Capitalizo, nós oferecemos a nossos clientes uma carteira de ações específica com as recomendações das melhores empresas estrangeiras. O investimento pode realizado tanto via BDRs quanto diretamente no exterior.

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Swing Trade – Como funciona

Swing Trade

O Swing Trade é uma das operações mais procuradas por investidores que querem fazer operações de curto prazo na Bolsa de Valores. Abaixo, separamos alguns tópicos importantes para entender melhor como funciona o Swing Trade e também as nossas recomendações nesse tipo de operação:

O que é Swing Trade?

Swing Trade é um tipo de operação que tem como objetivo captar movimentos de curto prazo na Bolsa. As operações costumam durar de um dia até um mês.

Como são definidos os pontos de entrada e saída das operações?

Na Capitalizo, utilizamos Análise Técnica (gráficos) para determinar os pontos de entrada e saída das operações. O acompanhamento é feito através dos gráficos diário e de 60 minutos.

Tipos de Operações e Mercados

As nossas recomendações dão tanto na “ponta comprada” (para ganharmos com a alta dos preços), quanto na “ponta vendida” (para ganharmos com as baixas dos preços). Além de enviarmos recomendações com ações, também são recomendadas operações nos Contratos Futuros de Boi Gordo e Milho.

Como são enviadas as recomendações de Swing Trade?

Todas as recomendações são enviadas pelo nosso Aplicativo, pelo nosso sistema (exclusivo para desktop) ou pelo Telegram (onde você também pode interagir com nossa equipe de atendimento, em caso de dúvidas). Igualmente, você sempre será avisado quando houver uma recomendação e quando for indicado encerrar a operação.

Quanto eu posso perder?

A assertividade média das recomendações de Swing Trade é de 54%. Isso significa que de cada 10 recomendações, temos lucro em 5. O prejuízo (stop) médio fica entre 1% e 5%.

Quanto eu posso ganhar?

Por tratar-se de um investimento de Renda Variável, não é possível projetarmos nem prometermos nenhum ganho. Porém, considerando os resultados passados, as operações com ganho (gain) costumam render entre 5% e 10%. Abaixo, seguem os resultados das recomendações enviadas nos últimos dias:

Vale ressaltar que os nossos clientes tem acesso ao histórico completo das nossas recomendações.

E você, quer fazer operações de curto prazo? Conte com as recomendações de Swing Trade da Capitalizo.

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações Day Trade;
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  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Temporada de Resultados do 1T20 – Baixe a agenda

Temporada de Resultados

Nesta semana, começa a Temporada de Resultados do primeiro trimestre de 2020.

Como já é de costume, em épocas de anúncios de resultados trimestrais, nosso time de análise tem uma programação especial, tanto com conteúdos gratuitos, quanto na atualização dos relatórios exclusivos para nossos clientes, analisando os principais resultados e atualizando os cenários das empresas que fazem parte das nossas recomendações.

Sabemos que os resultados desse e dos próximos trimestres serão fortemente impactados pela crise gerada pelo coronavírus e por isso a importância do acompanhamento próximo às empresas, especialmente para os investidores com foco no longo prazo. Dizemos isso, pois o investidor que consegue acompanhar os nossos relatórios e análises consegue conhecer melhor as empresas e investe mais tranquilo, aproveitando também as oportunidades que aparecem em momentos de turbulência.

Clicando no link abaixo, você terá acesso a agenda de resultados do primeiro trimestre de 2020. Aproveite para deixar o seu e-mail e receber nossas novidades, diariamente, dos resultados trimestrais das principais empresas da B3.

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Invista em ações no exterior

invista em ações no exterior

Muito se ouve sobre a realização de investimentos fora do Brasil, mas pouco se fala sobre a real importância de investir em ativos do exterior.

Portanto, separamos três principais motivos para realizar alocação de capital fora do nosso país: Diversidade de ativos, dolarização e diversificação. Unidos, estes argumentos podem potencializar os ganhos da carteira, além de contribuírem para redução do risco.

Diversidade de Ativos e Maturidade dos Mercados

A bolsa brasileira (B3) conta, atualmente, com a listagem de pouco mais de 400 companhias. Já nos EUA, este número ultrapassa a barreira dos 5.400 empresas, sendo uma amostra de que a diversidade de ativos por lá é muito maior que a existente aqui no Brasil.

Como exemplo, um dos índices acionários mais importantes nos EUA, o S&P 500, abrange uma carteira teórica de ações das 500 maiores empresas americanas em valor de mercado. Ou seja, um número maior que todas nossas empresas listadas até então.

Ainda sobre o mercado americano, outro ponto a ser destacado refere-se ao fato de suas bolsas abrigarem boa parte das maiores companhias do mundo, tais como Apple, Amazon, Bank of America, JP Morgan, dentre outras.

Se considerarmos o mercado de capitais como um todo, o mercado americano é aproximadamente 50 vezes maior que o brasileiro. Além deste número contribuir positivamente para a liquidez do sistema, ele também nos dá uma noção da maturidade do próprio mercado.

Mercados maduros trazem consigo uma experiência forjada por anos de diversidade, composta por crises, períodos de alta, momentos de pânico e de euforia. Isso contribui não somente para a grandeza do sistema financeiro, como também favorece os aspectos de segurança. Vale ressaltar que o mercado americano, por exemplo, é considerado o mercado mais regulado do mundo.

E estes aspectos não se valem apenas para os EUA, mas em termos de experiência, o mercado de capitais brasileiro é ainda jovem comparado a outras grandes potências mundiais.

Dolarização

Ainda na linha de maturidade, a moeda tida como padrão atualmente no mundo é o dólar. A moeda americana é utilizada como base para emissão de dívidas e para negociações multilaterais entre a grande maioria dos países.

Já a nossa moeda, mesmo com a criação do plano Real e a consequente estabilização monetária, ainda temos nossa inflação semelhante à de países emergentes. Isto é, o poder de depreciação do Real é superior ao dólar, o que nos é prejudicial visto que o padrão, como dito, é a moeda americana.

Outro importante destaque está relacionado à correlação histórica negativa existente entre o dólar e o Ibovespa. O gráfico abaixo nos mostra a evolução do IBOV e do Dólar desde meados de 2015.

Em outras palavras, esta correlação negativa indica que enquanto um se valoriza, o outro apresenta queda. E vice-versa. O que vale ressaltar, porém, é que isto não é uma regra. Apenas indica estatisticamente o efeito da relação entre o desempenho de nosso mercado com a moeda estrangeira.

A dolarização, portanto, permite deixar parte do portfólio exposto à moeda de padrão internacional, com menores efeitos deflacionários, além de deter o efeito da correlação para, no mínimo amenizar os impactos na carteira de possíveis quedas do mercado interno.

Diversificação

A diversificação em si é um dos principais seguros que os investidores devem utilizar para suas carteiras. À medida em que se aumenta a quantidade de ativos no portfólio, o chamado risco não sistemático se reduz.

Ao inserirmos neste universo de ativos, os papéis emitidos e negociados no exterior, ampliamos (e muito) o leque de opções para se realizar a diversificação.

E quando unimos este benefício aos outros dois elencados acima, potencializam-se os efeitos de redução de risco para a carteira do investidor.

Quanto Rendem os Ativos do Exterior?

O gráfico abaixo apresenta a rentabilidade, em dólar, do índice S&P 500 entre o início de 2009 e o final de 2019. Como já mencionado, o índice citado reflete o desempenho médio das ações das 500 maiores empresas americanas.

No período citado, a valorização total acumulada foi de quase 248%, novamente relembrando se tratar de valorização em dólar. Se extrapolarmos estes ganhos em nossa moeda, o retorno chega à casa dos 517%, devido à desvalorização do Real perante ao dólar como citado anteriormente.

Como Investir no Exterior?

Dentre outras formas, o investimento em ações de empresas estrangeiras pode ser feito principalmente de duas maneiras.

A primeira delas é diretamente pela B3 por meio de BDRs, que são recibos de ações de companhias do exterior negociadas na bolsa brasileira. Basicamente, são recibos com lastro em ativos estrangeiros.

Na B3 são negociados BDRs de empresas como Apple, McDonald’s, Microsoft, Amazon, dentre outras.

Um dos principais cuidados que o investidor deve se atentar está relacionado com a baixa liquidez destes BDRs.

Como alternativa, portanto, o investimento pode ser realizado diretamente no exterior, com a abertura de conta em uma corretora estrangeira. Neste caso, o investidor poderá comprar as ações e demais ativos negociados no respectivo país.

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Ebitda – Conheça esse importante indicador

ebitda

O Ebitda

Saber analisar os resultados divulgados por uma empresa é uma das qualidades mais importantes que um investidor pode ter. E um dos indicadores de maior relevância para a análise é o Ebitda.

A palavra Ebitda vem da abreviação na língua inglesa de “Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization”. Mas, traduzindo e explicando, o Ebitda nada mais é do que o lucro da companhia sem contabilizar os juros, impostos, depreciação e amortização.

Isto faz com que o Ebitda possua sua abreviação do português. Também pode-se chama-lo de Lajida (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização).

Utilização do Ebitda

Saber o significado do Ebitda infelizmente não é o suficiente para a maioria dos investidores, em especial para aqueles que estão iniciando no mundo dos investimentos. O que torna-se importante, é saber ao certo como ele é calculado e, principalmente, como deve ser interpretado.

A tabela abaixo apresenta um demonstrativo (DRE) simplificado dos resultados do quarto trimestre de 2019 da companhia Movida.

Sabemos que o Ebitda é o lucro sem considerar taxas, impostos, depreciação e amortização. Então, de acordo com o exemplo da tabela acima, para calcular o Ebitda basta subtrair da receita líquida os indicadores de “custo” e de “despesas administrativas”.

A partir deste exemplo prático, podemos concluir que o Ebitda reflete apenas os efeitos operacionais da companhia. Ou seja, ele exclui custos que não estão ligados diretamente ao core do negócio.

Portanto, a análise do Ebitda nos permite extrair informações do quão eficiente a empresa é operacionalmente, isto é, qual o seu poder de geração de caixa.

Outro indicador importante, derivado do Ebitda, é a Margem Ebitda. Ela é calculada como a simples razão entre o Ebitda e a Receita, sendo que esta última geralmente trata-se da Receita Líquida.

A margem Ebitda nos fornecerá basicamente o quanto da receita gerada pela companhia se transforma em “lucro”, ou melhor, em Ebitda. De forma grosseira, o acréscimo de margem Ebitda nos informa que o acréscimo de receita foi maior que o incremento de custos e despesas, sendo portanto outro indicador de eficiência operacional.

O gráfico abaixo nos fornece a evolução do Ebitda e de sua margem ao longo do tempo da empresa Movida.

A evolução do Ebitda e de sua margem no tempo pode nos dar a informação sobre os aspectos de gestão da empresa. Ou seja, o quanto as tomadas de decisões da equipe de gerência estão sendo assertivas para contribuir com o aumento destes indicadores. Mas aqui cabe o cuidado de se levar em consideração também as influências macro econômicas tanto do setor a qual a companhia esteja inserida, quanto da economia como um todo.

Cuidados ao se Analisar o Ebitda

O primeiro cuidado que merece destaque vale não somente ao Ebitda, mas também para todos os indicadores de forma geral. O investidor não se deve basear suas análises em apenas um indicador, ou um conjunto deles, para tomada de decisão sobre o investimento.

Quanto ao Ebitda especificamente, deve-se tomar o cuidado para que acontecimentos extraordinários não influenciem em seu resultado. Em toda empresa, podem ocorrer eventos ao longo de um período que contribuam positiva ou negativamente no valor do Ebitda, ou também de sua margem.

Para isto, muitas empresas disponibilizam o chamado Ebitda Ajustado, que nada mais é do que o Ebitda sem levar em consideração eventos que não são recorrentes no operacional da companhia.

Portanto, principalmente para aqueles investidores que não possuem (ou não desejam) experiência em análises de empresas, torna-se de extrema necessidade o aprendizado a respeito das interpretações, ou o acompanhamento de especialistas.

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Vacância em Fundos Imobiliários – O que significa?

vacância

Quando se trata de fundos imobiliários, um dos indicadores mais comuns e utilizados durante as análises é a vacância.

No rigor de seu significado, vacância é definida por demonstrar aquilo que não se encontra ocupado, isto é, aquilo que está vago.

No entanto, ao adentrarmos no universo dos FIIs, temos que saber que existem dois tipos de vacância a se analisar: a Vacância Financeira e a Vacância Física.

Vacância Financeira

A vacância financeira é a porção dos ativos do portfólio de um fundo imobiliário que não está gerando rendimentos. Em outras palavras, é a fração da carteira que não está rentabilizando o capital do fundo através de juros, aluguel ou arrendamentos.

E os motivos para que se haja vacância financeira são variados. Quando não está relacionada à vacância física (explicada abaixo), geralmente trata-se de um aluguel recém contratado que ainda está no período de carência. Ou seja, durante um período de alguns meses, por exemplo, o inquilino não pagaria o aluguel devido um acordo entre as partes. Nesses casos não há vacância física, mas há financeira, visto que nestes espaços ocupados não há pagamento de aluguel.

Vacância Física

A vacância física aponta o espaço que não está ocupado, isto é, qual a área deste espaço que não está sendo locada.

A vacância física, em alguns casos, pode refletir alguns problemas sobre o imóvel. Primeiro, ela reflete a qualidade do ativo. Um imóvel pode ter vacância elevada se possuir espaços locáveis (salas, escritórios…) que não sejam de boa qualidade. As vezes devido à idade do imóvel, má arquitetura ou localização.

Também, a vacância pode refletir muito sobre a qualidade de gestão. A alta vacância de um fundo, durante um período grande de tempo, talvez indique que o mesmo não esteja sendo bem gerido.

Ou simplesmente, uma vacância alta pode ser puro reflexo do atual momento econômico do país, em períodos de desaquecimento do mercado imobiliário.

Taxa de Vacância

A informação sobre vacância nos é fornecida através da Taxa de Vacância. Esta taxa é definida em termos percentuais.

A taxa de vacância física (ou mais utilizado como simplesmente “taxa de vacância”) é definida como a razão entre o espaço não locado e a área bruta locável total (ABL).

Seguindo o mesmo princípio, a taxa de vacância financeira retrata o montante de rendimentos que não está sendo gerado por determinados ativos sobre o rendimento total que o portfólio é capaz de fornecer.

Vejamos um exemplo da evolução de ambas taxas de vacância do fundo BC Fund (BRCR11), nos meses compreendidos entre fevereiro de 2019 a janeiro de 2020.

Neste exemplo, vemos que o fundo vem conseguindo reduzir seus níveis de vacância, tanto física quanto financeira. No mês de janeiro de 2020, cerca de 14,10% da área bruta locável total do fundo estava vaga. E seu portfólio estava gerando aproximadamente 91,9% (100% – 8,10%) dos rendimentos totais, do qual teria capacidade.

Alta Vacância Sempre é Ruim?

Não, ou melhor, nem sempre!

Como vimos, a taxa de vacância vai afetar diretamente os rendimentos mensais gerados. Se o objetivo do investidor for única e simplesmente obter o máximo de rendimentos, então talvez este deva procurar fundos com menor taxa de vacância possível.

No entanto, dá para enxergar a vacância como uma janela de oportunidade. O investidor pode escolher um fundo com vacância alta visando um fluxo de caixa positivo no futuro, com o acréscimo de rendimentos.

O fato da vacância estar alta também pode impactar no aumento da rentabilidade do fundo no futuro, a partir da valorização da cota. Fundos com alta vacância tendem a ter seus cotas desvalorizadas.

Neste caso, adquirir cotas de um fundo que o investidor julgou ter bons atributos, porém está com a vacância alta e suas cotas estão abaixo do valor que o mesmo julga real, pode trazer ganhos futuros a ele quando o fundo reduzir esta vacância. Isto é chamado de “Comprar Vacância!”

Abaixo segue o exemplo do Cyrela Thera Corporate (THRA11). Em 2016, em meio a recessão no Brasil, o Fundo chegou a ter mais de 30% de vacância, mesmo sendo um excelente empreendimento.

Dessa forma, quem conhecia a qualidade do prédio sabia que, quando a economia começasse a retomar, era provável que a vacância iria cair. Abriu-se assim, uma excelente oportunidade de “Compra de Vacância”. Atualmente, o prédio está 100% locado e as cotas subiram quase 150% de março/16 até abril/20. Além disso, tivemos o pagamento dos aluguéis, que foram pagos todos os meses desde 2017.

Retorno acumulado THRA11 – 16/03/2016 até 09/04/2020

Contudo, esta é uma tática utilizada geralmente por especialistas ou por investidores com larga experiência no mercado, não sendo recomendada, portanto, para investidores iniciantes. Pelo menos, não sem acompanhamento de algum especialista.

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar. 

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Venda alugada: Como ganhar com a baixa do mercado

Venda Alugada

Uma das operações que permite ao investidor ganhar com as baixas do mercado é a venda alugada de ações. Essa estratégia, também conhecida como short, consiste em vender as ações, alugar as mesmas e, posteriormente, comprar, liquidando a operação. Ao contrário das operações de compra ou long, nesse tipo de estratégia, quanto mais a ação cair, mais podemos ganhar.

O objetivo desse texto é mostrar uma operação recomendada pela nossa área de análise, e não explicar como a venda alugada funciona. Por isso, vamos deixar um e-book explicativo da estratégia. Para baixar o e-book Venda Alugada de Açõesclique aqui.

As recomendações de Venda Alugada da Capitalizo

As recomendações de Venda Alugada fazem parte do nosso produto Full Trader. A estratégia utilizada é a de Swing Trade. Essas operações normalmente são mais curtas, durando em torno de 7 até 15 dias. Todas as recomendações de Swing Trade são enviadas com os preços de entrada, stop e alvo.

Além das operações de Venda Alugada, também enviamos operações de Swing Trade para compra de ações – além das recomendações em Milho e Boi Futuro.

Recomendação de Venda Alugada em SUZB3

Como exemplo, abaixo segue a recomendação de Venda Alugada em SUZB3. Essa operação foi enviada no dia 13/05/2019, quando o analista identificou uma possível tendência de baixa no ativo. Como é possível observar, SUZB3 operava em uma zona de suporte que, se perdida, poderia fazer com o que ativo caísse nos dias seguintes:

Ainda antes da abertura do pregão, a recomendação foi enviada para os nossos clientes Full Trader:

A operação teria início caso SUZB3 atingisse os 40,3. O stop de perda projetado era em 42,46 e o alvo nos 35,36.

Vale lembrar que as recomendações são enviadas via Aplicativo e também pelo nosso Painel do Trader (para quem estiver logado no computador). Além disso, o investidor é avisado caso algum ponto seja atingido ou alterado.

Logo na abertura do mercado, a operação iniciou com a queda de SUZB3:

Redução Parcial

No dia 15/05/19, foi recomendada a redução parcial na operação a 36,66. Redução significa sair de metade da posição com o intuito de preservar os ganhos.

Alvo Atingido

Ainda na mesma semana, na sexta-feira (17/05), após 4 dias de queda, SUZB3 atingiu o alvo nos 35,36, encerrando a operação. Considerando a redução parcial, o ganho total foi de 10,64%:

Cuidados

No exemplo acima, vimos uma operação que saímos com ganho. Porém, muitas vezes as operações serão negativas. Como esse tipo de operação é naturalmente “alavancada”, recomendamos que todos entendam bem o risco x retorno e que não se alavanquem de maneira excessiva. Vale lembrar que as nossas recomendações de Swing Trade têm uma taxa de assertividade média de 55%.

Lembro ainda que, mantendo a nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

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Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações;
  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Vale a pena poupar investindo no Tesouro Direto?

investindo no Tesouro Direto

O simples ato de acumular dinheiro já é válido, mas sempre escutamos que uma boa forma de se fazer isso é na poupança. Conforme já comentamos outras vezes, em alguns casos, para aplicações de curtíssimo prazo, a poupança pode ter vantagens em relação a outros produtos, mas para investimentos com prazos de resgate superiores a 12 meses, dificilmente a poupança vai ser uma boa opção.

Abaixo, temos um comparativo em longo prazo entre Tesouro Direto x Poupança. Fizemos questão de colocar um Título Público, por ser a aplicação mais segura do mercado, garantida pelo Tesouro Nacional.

Fizemos questão, também, de usar como exemplo uma aplicação que nos proteja contra a alta da inflação em longo prazo, ou seja, simulamos a aplicação com NTN ou Notas do Tesouro Nacional, que nos garantem a correção do dinheiro pela inflação somadas a uma Taxa Fixa.

A simulação

Vamos supor que compramos, por exemplo, uma Título que nos remunere com IPCA+4,66% ao ano. Isso significa que, aconteça o que acontecer, nosso dinheiro será corrigido pela inflação, medida pelo IPCA (seja ela de 2% ou 40% ao ano) e, sobre esse valor corrigido, ainda vamos ganhar mais 4,66%.

A inflação é o pior inimigo de um investidor em longo prazo, pois ela corrói o poder de compra do nosso dinheiro. De nada adianta, por exemplo, a poupança render 5%, se inflação bater 7%.

Outros balizadores utilizados nessa simulação:

Inflação utilizada: 5,85% (que foi a média do IPCA nos últimos 10 anos). Em 2019, a inflação foi de 4,30%.

Taxa Fixa: 4,66%;

Aplicação inicial: R$ 10.000,00;

Aportes mensais: R$ 500,00 (lembrando que o mínimo de aplicação no Tesouro é R$ 30,00);

Título Público utilizado: Tesouro IPCA+ 2035. Vencimento em 15/05/2035.

Resultados da simulação (considerando o resgate em maio/2035):

Enquanto na poupança teríamos ganhado R$146.902,61, nos Títulos do Tesouro o montante seria de R$ 187.927,83. Nesse caso, a diferença de ganho a favor do Tesouro Direto seria de quase 28% . Vale ressaltar que os ganhos do Tesouro acima citados já são líquidos de taxas e Imposto de Renda.

E você, está esperando o que para sair da poupança e investir no Tesouro Direto?

Quer receber as melhores análises e recomendações para a montagem da sua Carteira de Investimentos?

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O Carteiras Capitalizo conta as recomendações dos nossos Produtos Top Fundos e Invista em Ações, além das recomendações de Títulos de Renda Fixa, incluindo Tesouro Direto. Além disso, tenha acesso a três Carteiras Diversificadas (Conservadora, Moderada e Agressiva).

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Analistas Responsáveis

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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Reinvestimento de Dividendos – Entenda a importância

Reinvestimento de Dividendos

Quando se visa o investimento a longo prazo, uma das técnicas mais empregadas e recomendadas pela grande maioria dos holders é o reinvestimento dos dividendos recebidos.

Ao se montar uma carteira diversificada, os rendimentos auferidos podem ter origens de diversas classes de ativos, como ações, títulos públicos, fundos imobiliários, entre outros. Esses dividendos, portanto, podem ser utilizados para novos aportes, levando a aquisição de mais ativos da carteira.

Não há a necessidade, porém, que esta aquisição seja realizada exatamente no ativo que originou o pagamento. Se em um determinado mês, um investidor recebeu dividendos de Ambev, ele não precisa, necessariamente, comprar novas ações de Ambev, por exemplo. Ele poderá utilizar este recurso para adquirir ações de outra(s) empresa(s) que ele possua em seu portfólio. Ou até mesmo de outros ativos no geral. Inclusive, muitas vezes os proventos são utilizados realmente para realizar o rebalanceamento de posições da carteira.

Qual o Efeito do Reinvestimento de Dividendos?

Se para o longo prazo, o investidor tende a se aproveitar dos benefícios dos juros compostos, o reinvestimento dos dividendos recebidos ao longo dos anos acaba potencializando a rentabilidade da carteira.

A tabela e o gráfico abaixo mostram os efeitos do reinvestimento dos proventos recebidos ao longo dos últimos dez anos das ações de Itaúsa (ITSA4). Vejamos que, ao longo destes 10 anos, as ações de Itaúsa obtiveram retorno médio de 7,7% a.a. Ou seja, se o investidor comprasse R$ 100,00 de ITSA4 em 01/02/2010, no dia 31/01/2020 estaria com aproximadamente R$ 210,00, como mostra o gráfico.

No entanto, se este mesmo investidor reinvestisse os proventos recebidos ao longo desses dez anos, comprando novas ações de ITSA4, no dia 31/01/2020 teria o equivalente a R$ 361,00. Isto mostra um retorno médio de 13,7% a.a.

O caso acima é apenas um dos inúmeros exemplos dos benefícios gerados pelo reinvestimento de dividendos para o longo prazo. E para empresas que possuem o histórico de pagar bons dividendos (como a própria Itaúsa, por exemplo), estes efeitos benéficos tendem a se tornar ainda mais evidentes.

Nossas Recomendações com Foco em Dividendos

Dentre nossas carteiras de ações para o longo prazo, a Capitalizo oferece uma, justamente, com as melhores empresas pagadoras de bons dividendos, o que permite ao nosso cliente potencializar seus ganhos reinvestindo os proventos recebidos.

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