O que é e como funciona o mercado futuro?

Você provavelmente já conhece o mercado à vista da bolsa de valores. Ele é popular tanto entre investidores quanto entre aqueles que não investem no mercado financeiro. Afinal, quem nunca escutou alguma notícia sobre cotação de ações ou sobre o índice Ibovespa, não é mesmo?

O que muitas pessoas não sabem é que as oportunidades da renda variável não se resumem às negociações realizadas no mercado à vista. O mercado futuro é outro ambiente repleto de possibilidades para investidores e especuladores.

Conhecer mais detalhadamente o que é e como funciona o mercado futuro pode lhe trazer inúmeras oportunidades. Então, continue a leitura deste post e saiba mais sobre o assunto!

O que é o mercado futuro?

O principal aspecto relacionado ao mercado futuro está justamente indicado em seu nome. Ele permite realizar operações visando uma data no futuro. Esta é a característica mais importante que o diferencia do mercado à vista — onde a compra e venda de ativos é fechada no mesmo momento.

Considerando tal particularidade, é importante saber também que o mercado futuro não envolve a negociação direta de ativos, mas sim de derivativos. Isto é, contratos que estão atrelados a um ativo, mas que se orientam por uma data futura.

O mercado futuro é um ambiente onde se negociam, principalmente, contratos de índice (como o Ibovespa), de dólar e de commodities (milho, café, boi gordo etc.). Inclusive, o surgimento deste ambiente se deu na produção rural.

Os produtores sempre investiram muito dinheiro em suas plantações e viviam a insegurança de não saber qual seria o preço do produto quando a colheita chegasse. Então, costumavam fechar negócios com um determinado preço futuro.

Assim, poderiam se proteger da insegurança. Quando a data chegasse, eles teriam lucro se o preço combinado fosse maior do que o valor normal. O prejuízo, em caso de preços mais baixos, era compensado pela venda do restante da produção.

Apesar de se atualizar e sofrer modificações ao longo do tempo, um dos objetivos do mercado futuro hoje é justamente permitir o hedge (proteção) a investidores, além de oferecer oportunidades para aqueles que desejam especular. Falaremos mais sobre o assunto adiante.

Como ele se diferencia do mercado à vista?

Embora tenha sido criado como mecanismo de proteção do produtor rural e envolvesse tradicionalmente a entrega física das sacas de produtos, atualmente o mercado futuro não diz respeito apenas à compra ou venda do ativo físico.

Apesar de haver a possibilidade de liquidação física, os ganhos ou prejuízos neste ambiente são realizados, normalmente, apenas em operações financeiras. Com isso, tem-se a maior diferença em relação ao mercado à vista: ao invés de ativos, os investidores operam contratos – e as oscilações no preço de cada um deles.

E, como não há compra de ativos, existe outra particularidade importante: no mercado futuro, não é preciso ter todo o dinheiro da operação. Você arca apenas com as oscilações — pagando a diferença em caso de prejuízo e recebendo o crédito em caso de lucro.

Os contratos futuros negociados no mercado são acordos que envolvem duas pessoas em relação ao preço de um ativo em determinada data. Em cada contrato está especificado o prazo e a quantidade de ativos – além de possíveis garantias, formas de liquidação, etc.

Há duas formas de realizar as operações no mercado futuro. Esperar a data de vencimento para realizar lucros ou prejuízos é a escolha geralmente utilizada por quem tem objetivos de proteção da carteira.

A outra possibilidade é especular. Ou seja, passar os contratos adiante, realizando compras e vendas que lhe pareçam vantajosas, a depender da variação de preços. Como as cotações dependem da lei de oferta e procura, há muito espaço para a especulação.

Quais as principais características do mercado futuro?

Você acabou de entender o que é o mercado futuro e quais são as diferenças mais importantes em relação ao mercado tradicional ou à vista. 

Agora, confira algumas informações importantes sobre este ambiente – essenciais para quem deseja operar com contratos futuros:

Como funcionam os contratos

Há dois tipos de contratos no mercado futuro: os comuns (ou cheios) e os mini contratos. Como o nome sugere, os primeiros são maiores e envolvem uma quantia mais alta de dinheiro, enquanto o segundo tipo é mais acessível financeiramente.

Os contratos comuns têm um lote padrão. Logo, não são acessíveis a investidores e especuladores de menor capital. Por isso, foram criados os mini contratos – a fim de dinamizar o mercado.

Os mini contratos podem ser negociados representando uma parcela bem menor do lote padrão de contratos comuns. Mas as possibilidades são limitadas, pois só existem mini contratos de índice e de dólar na bolsa brasileira.

Como acontece a alavancagem

O mercado futuro é alavancado – e esse é um dos principais atrativos do ambiente para especuladores. Como não é preciso pagar pelo valor do contrato – sendo necessária apenas uma margem de garantia, o especulador opera alavancado.

Ou seja, é possível negociar com valores mais altos do que aqueles que você possui em caixa. A possibilidade de alavancagem depende das regras de cada instituição financeira e envolve, como já expliquei, a disponibilização de uma margem de garantia — normalmente oferecida sob forma de dinheiro, títulos de renda fixa ou ações.

Vale destacar, no entanto, que segue sendo necessário que o especulador arque com o pagamento dos ajustes diários, quando houver – a partir das oscilações de preço ao longo do tempo. Entenda mais sobre estes ajustes no próximo tópico.

Como são realizados lucros e prejuízos

No mercado à vista, você realiza seu lucro ou prejuízo quando se desfaz de ações ou das cotas de fundos imobiliários, por exemplo. Mas como isso acontece no mercado futuro? Nesse caso, existe o chamado ajuste diário.

Diariamente o seu lucro ou prejuízo é calculado pela bolsa e você tem o valor creditado ou debitado da sua conta. Por isso, quem opera com contratos futuros precisa deixar dinheiro em caixa para pagamento de eventuais perdas.

Os ajustes diários acontecerão frequentemente até que sua posição no contrato seja encerrada. Eles representam resultados parciais da operação. Então, o lucro (ou a perda) obtido ao final da operação será a soma de todos os ajustes realizados a cada dia. 

Quando optar pelo mercado futuro?

Agora que você já conhece as principais características do mercado futuro pode estar se perguntando quando vale a pena fazer operações neste ambiente. Na prática, esta resposta depende dos seus objetivos em relação à renda variável.

De maneira geral, vale a pena realizar operações no mercado futuro para diversificar portfólio, proteger sua carteira (hedge) ou buscar por melhores rentabilidades no curto prazo. Para este último objetivo, é importante ressaltar a alta liquidez do mercado futuro – que eleva as possibilidades para quem deseja especular.

Como operar no mercado futuro?

Como você viu, a negociação de contratos e mini contratos futuros trazem muitas possibilidades aos investidores e especuladores – tanto na proteção da carteira quanto na especulação. E operar no mercado futuro não é complicado, desde que você entenda seu funcionamento.

As operações são feitas por meio do home broker ou plataforma de trade. Basta utilizar os tickers próprios de derivativos do mercado futuro — o código depende de cada grupo negociado (índices, dólar, commodities etc.).

Na hora de pesquisar os tickers e realizar o fechamento de contratos é muito importante ficar atento aos códigos que representam o mês e o ano, já que se trata de negociações feitas em uma data futura. Você pode saber mais sobre eles clicando aqui.

Além disso, você deve se informar sobre a margem de garantia e as condições de alavancagem apresentadas pela instituição financeira que utiliza. Com essas informações, é possível começar a operar no mercado futuro.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Investir em ações do setor bancário, saiba mais

empresas do setor bancário

O Setor Bancário

Ao realizar investimentos em ações visando ganhos para o longo prazo, um dos critérios de avaliação que o investidor deve levar em consideração é a perenidade das empresas, ou do setor no qual elas estão inseridas. E dentre esses setores destaca-se o setor bancário.

O bancos, além de deterem esta característica de perenidade, também podem ser considerados uma das categorias mais lucrativos do mercado. Esses resultados estão diretamente ligados ao grande spread bancário praticado pelas instituições financeiras.

Resumidamente, o banco cobra taxas muito maiores, por meio de suas operações de crédito, do que paga via instrumentos de aplicações financeiras. Para se ter uma noção, até 2019, o spread bancário do Brasil era o segundo maior do mundo, na época perdendo apenas para Madagascar. Atualmente, esse cenário não está muito diferente.

Porém, esse modelo de rentabilidade vem sendo ameaçado com o surgimento das fintechs (bancos digitais). Essas startups têm apresentado um bom ritmo de crescimento dado o fato de possuírem um modelo de negócio mais enxuto, quando comparado aos bancos tradicionais, ao trazer produtos mais baratos, em geral, aos seus clientes.

Esse novo cenário tem feito com que as Instituições Financeiras tradicionais busquem estratégias para reduzir seus custos operacionais, como por exemplo, a diminuição no quadro de funcionários e do número de agência físicas, além da ampliação e melhoria de seus canais digitais.

Contudo, para o futuro poderemos observar um cenário de melhor convergência entre as instituições do setor, sem grandes mudanças nas suas características, principalmente no que tange a rentabilidade do sistema bancário como um todo.

Dentre os bancos com ações negociadas na Bolsa de Valores, destacam-se: Banco ABC (ABCB4), Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11), BTG Pactual (BPAC11), Barisul (BRSR6), Itaú Unibanco (ITUB4), Banco Inter (BIDI4) e Banco Pan (BPAN4).

Abaixo separamos um breve resumo de cada um destes bancos e de seus resultados apresentados no primeiro trimestre de 2020.

BANCO ABC (ABCB4)

O Banco ABC BRASIL é um banco múltiplo, especializado na concessão de crédito e serviços para empresas de médio a grande porte, habilitado a operar nas carteiras Comercial, de Investimentos, Financeira, Crédito Imobiliário e Câmbio, contando ainda com uma agência nas Ilhas Cayman.

A margem financeira antes PDD do banco apresentou um crescimento de 8,3% no 1T20, em relação à obtida no 1T19. Destaque para o crescimento de 22,3% da margem financeira com clientes, atingindo a marca de R$ 172,6 milhões no trimestre.

A carteira de crédito expandida avançou 17,3% anualmente, passando para R$ 31,1 bilhões. Destaque para o crescimento da linha de empréstimos, expandindo 36,7% na comparação anual e atingindo R$ 17,8 bilhões. Todos os segmentos da linha de empréstimos apresentaram expansão, com “corporate” liderando o crescimento.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 81,0 milhões, o que implica em um retorno sob patrimônio líquido de 8,0% (contra 13,0% no mesmo trimestre do ano anterior).

BANCO DO BRASIL (BBAS3)

O Banco do Brasil é um banco controlado pela União Federal, fundado em 1808 e com valor de mercado de cerca de R$ 150 bilhões. Além disso, possui uma carteira de crédito de quase R$ 700 bilhões. Também conta com forte presença no setor de agronegócio, na administração pública e em serviços diversos.

A margem financeira líquida do banco apresentou um decréscimo de 9,5% entre o 1T19 e 1T20, passando para R$ 8,5 bilhões, reflexo principalmente do aumento de praticamente R$ 2 bilhões das despesas com PDD, devido ao provisionamento contra risco de crédito.

A carteira de crédito avançou 4,2% anualmente, passando para R$ 619,0 bilhões. Destaque positivo para os crescimentos de 10,5% da carteira negócios varejo e de 2,5% da carteira rural, ambas nos últimos doze meses. Já a carteira atacado para pessoa jurídica recuou 3,4% no mesmo período.

O lucro finalizou em quase R$ 3,4 bilhões, com decréscimo de 20,1% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 12,5% (contra 16,8% no mesmo trimestre do ano anterior).

BRADESCO (BBDC4)

O Bradesco é um banco múltiplo presente em todos os municípios brasileiros, com valor de mercado acima dos R$ 250 bilhões e uma carteira de crédito expandida de R$ 550 bilhões. Além disso, é dono da Bradesco Seguros, maior grupo segurador do Brasil com 25% de participação em prêmios emitidos.

A margem financeira do banco apresentou um crescimento de 2,9% entre o 1T19 e 1T20, passando para R$ 14,5 bilhões. O grande destaque negativo ficou com o forte aumento de 86,1% entre os trimestres da PDD Expandida, dada a redução das receitas com recuperação de crédito. Com isto, o resultado bruto da intermediação financeira fechou com queda de 25,7% na comparação entre 1T20 e 1T19.

A carteira de crédito expandida avançou 17% anualmente, passando para R$ 655 bilhões. O crescimento ocorreu em todos os segmentos de crédito, com destaque para 14,8% de grandes empresas e 17,8% de micro, pequenas e médias empresas.

O lucro finalizou em pouco menos de R$ 3,8 bilhões, sofrendo queda de 39,8% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 11,7% (contra 20,5% no mesmo trimestre do ano anterior).

SANTANDER (SANB11)

Maior banco estrangeiro atuando no Brasil e terceiro maior banco privado do país, o Santander tem foco no varejo e forte interação com o Banco de Atacado. É parte do Grupo Santander, com sede na Espanha, e contribuiu no primeiro trimestre de 2018 com 27% dos resultados globais do grupo.

A margem financeira do banco apresentou um crescimento de 12,1% entre o 1T19 e 1T20, passando para R$ 12,6 bilhões. O spread demonstrou nova queda, de 1,4 p.p. entre os trimestres citados, finalizando em 11,3%. Isso novamente justifica a margem financeira com clientes ter crescido menos de 5% anualmente, menor do que o crescimento da carteira como um todo.

A carteira de crédito avançou quase 22% anualmente, passando para R$ 378 bilhões. Destaque para o crescimento da linha de grandes empresas, registrando um acréscimo de praticamente 35% na comparação entre 1T19 e 1T20. A carteira de crédito ampliada (incluindo debêntures, FIDC, CRI, …) finalizou o primeiro trimestre deste ano com R$ 463 bilhões, representando aumento de 19,8% entre os trimestres citados.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 3,8 bilhões, o que implica em um retorno sob patrimônio líquido de 22,3% (contra 21,1% no mesmo trimestre do ano anterior).

BTG PACTUAL (BPAC11)

O Banco BTG Pactual é um banco de investimento e gestor de ativos e fortunas, com posição dominante no Brasil, tendo estabelecido uma bem sucedida plataforma internacional de investimentos e distribuição. O Banco BTG Pactual está organizado nas seguintes áreas de negócios: Investment Banking, Corporate Lending, Sales and Trading, Asset Management, Wealth Management e Participations.

Para o 1T20, a empresa reportou receita total de R$ 1,5 bilhão, com acréscimo de 2,4% em relação ao 1T19. Na comparação trimestral, porém, foi reportado um decréscimo de 39%. Destaque para o crescimento do segmento de Corporate Lending, obtido em ambas comparações, e para o ganho de 4% entre 1T19 e 1T20 da principal linha de negócios, de Sales & Trading.

As despesas operacionais se mantiveram próximas da equivalência na comparação anual e apresentaram brusca queda de 34% entre o 4T19 e o 1T20. Um dos grandes responsáveis pela redução trimestral foi a diminuição de 75% do montante pago de Bônus.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 768 milhões, reportando acréscimo de 13,8% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 14,5% (contra 15,1% no mesmo trimestre do ano anterior).

BANRISUL (BRSR6)

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul atua sob a forma de banco múltiplo e opera nas carteiras comercial, de crédito, de financiamento e de investimento, de crédito imobiliário, de desenvolvimento, de arrendamento mercantil e de investimentos, inclusive nas de operações de câmbio, corretagem de títulos e valores mobiliários e administração de cartões de crédito e consórcios.

A margem financeira do banco apresentou queda de 6,3% entre o 1T19 e 1T20, passando para R$ 1,26 bilhão. No comparativo trimestral entre 1T20 e 4T19 também houve redução, de 9,4%, afetada principalmente pelo ambiente de cortes da taxa Selic e da diminuição na taxa do cheque especial.

A carteira de crédito se demonstrou praticamente no mesmo nível de dezembro de 2019, se mantendo em R$ 36,2 bilhões. Ao compararmos com o 1T19, o crescimento foi de 5,5%. O destaque positivo ficou por conta da linha comercial para pessoa física, que registrou crescimento de 8,2% na comparação anual.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 257 milhões, sofrendo queda de 19,5% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 13,6% (contra 18,7% no mesmo trimestre do ano anterior). O lucro foi afetado principalmente pela redução da margem financeira e pelo maior provisionamento para enfrentamento de possíveis aumentos de inadimplência.

ITAÚ UNIBANCO (ITUB4)

O Itaú é o maior banco privado brasileiro, superando R$300 bilhões, e possui uma carteira de crédito de cerca de R$ 650 bilhões. Além da forte presença no país, cerca de 1/4 de sua carteira está distribuída entre outras economias da América Latina, como Chile, Colômbia e Argentina.

A margem financeira do banco apresentou um crescimento de 0,8% entre o 1T19 e 1T20, passando para R$ 17,8 bilhões. No entanto, no comparativo trimestral entre 1T20 e 4T19 houve redução de 8,4%, afetada principalmente pela mudança regulatória no teto de juros do cheque especial.

A carteira de crédito expandida avançou 17,6% anualmente, passando para R$ 640 bilhões. Ao compararmos com o 4T19, o crescimento foi de 9,8%, impactado principalmente pela desvalorização do Real frente ao dólar e demais moedas. O destaque negativo ficou por conta da retração de 0,8% na comparação anual da carteira de crédito para pessoas físicas no Brasil, sendo a primeira queda desde o 4T17.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 3,9 bilhões, sofrendo queda de 43,1% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 12,8% (contra 23,6% no mesmo trimestre do ano anterior). O lucro foi afetado principalmente pelo maior provisionamento para enfrentamento de possíveis aumentos de inadimplência.

BANCO INTER (BIDI4)

Fundado em 1994, o Banco Inter carrega a marca de ter sido o primeiro banco do Brasil a oferecer conta isenta de tarifas, passando de financeira para banco múltiplo com capital aberto na bolsa brasileira. Também, é o único banco brasileiro a oferecer, conjuntamente, serviços completos, gratuitos e digitais.

A margem financeira líquida ajustada do banco apresentou um crescimento de 8,2% no 1T20, com redução de 0,6 p.p., ao comparar com a obtida no 1T19. Destaque para o crescimento de 22% das receitas de intermediação financeira ajustada, na comparação anual, totalizando R$ 209,8 milhões.

A carteira de crédito ampliada avançou pouco mais de 57% anualmente, passando para R$ 5,6 bilhões. Destaque para o crescimento da linha de cartão de crédito, expandindo 118% na comparação anual e atingindo R$ 855,7 milhões. Vale destacar que todos os segmentos de crédito apresentando acréscimo.

O Banco finalizou o 1T20 com prejuízo líquido contábil de R$ 8,44 milhões, frente ao lucro de R$ 24,7 milhões obtido no primeiro trimestre de 2019.

BANCO PAN (BPAN4)

O Banco PAN é um dos principais bancos médios do Brasil e atua com foco em pessoas físicas, ofertando crédito consignado (empréstimo e cartão de crédito), financiamento de veículos, financiamento de motos, cartão de crédito institucional e seguros.

A margem financeira gerencial do banco apresentou um crescimento de 45% entre o 1T19 e 1T20, passando para R$ 1,2 bilhão. No entanto, no comparativo trimestral entre 1T20 e 4T19 houve redução de 4,0%. Destaque para os níveis de spread das operações de crédito e por cessão da carteira.

A carteira de crédito expandida avançou 15% anualmente, passando para R$ 25,0 bilhões. Ao compararmos com o 4T19, o crescimento foi de 5%. Destaque positivo para o crescimento de 19% nos últimos doze meses da carteira core (carteiras de crédito consignado, financiamento de veículos e cartões de crédito). Já as carteiras de Crédito Corporativo e Imobiliário apresentaram recuo no mesmo período.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 170 milhões, com crescimento de 77% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 13,7% (contra 9,3% no mesmo trimestre do ano anterior).

Realizamos um estudo comparativo de alguns indicadores dos ativos, o qual é mostrado na tabela abaixo.

Indicadores

Abaixo segue um estudo comparativo entre alguns indicadores fundamentalistas dos bancos:

NOME

CÓDIGO

DIVIDEND YIELD

P/L

P/VPA

ROE

ABC BRASIL

ABCB4

7,41%

6,23

0,75

12,10%

BRASIL

BBAS3

5,78%

5,14

0,83

17,63%

BRADESCO

BBDC4

9,15%

9,07

1,41

15,58%

SANTANDER BR

SANB11

10,11%

7,28

1,46

20,25%

BTGP BANCO

BPAC11

1,84%

16,17

2,86

16,97%

BANRISUL

BRSR6

7,04%

4,36

0,69

15,89%

ITAUUNIBANCO

ITUB4

7,76%

10,76

2,03

17,37%

BANCO INTER

BIDI4

0,58%

156,67

4,57

2,83%

BANCO PAN

BPAN4

1,86%

17,55

2,15

11,80%

Desempenho das Ações

O gráfico abaixo apresenta a valorização das ações dos bancos citados, em comparação com a rentabilidade do índice Bovespa, para os últimos 12 meses.

Fonte: Quantum 

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Mini índice: como operar e ganhar dinheiro na bolsa?

Embora o número de investidores na bolsa de valores tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos, o Brasil ainda tem uma parcela muito pequena da população ganhando dinheiro com a renda variável. Especialmente quando comparamos com outros países, como os Estados Unidos.

Um dos motivos para isso pode estar relacionado com o mito de que a bolsa de valores não é acessível, seja para investidores ou especuladores – o que não é verdade. É sim possível realizar investimentos e operações de especulação com pouco capital. E uma das formas de se fazer isso é aprendendo como operar mini índice.

Quer entender melhor sobre o que são e como operar este tipo de derivativo no mercado – e impulsionar seus ganhos na bolsa de valores? Então me acompanhe nesta leitura!

O que são mini contratos?

Antes de falar do mini índice, é preciso contextualizar em que ambiente ele é negociado na bolsa de valores. Ele faz parte do chamado mercado futuro, que se diferencia do mercado à vista (onde se operam ações e cotas de fundos imobiliários, por exemplo).

No mercado à vista, as operações de compra e venda de ativos, envolvendo duas partes, são efetivadas no momento presente. Assim, mesmo que haja um prazo para liquidação destas operações, o negócio entre as partes envolvidas é iniciado e concluído ao mesmo tempo.

Já no mercado futuro são negociados derivativos — contratos que derivam de outros ativos, cujos valores variam durante um determinado período, visando a liquidação (física ou apenas financeira) em uma data futura. 

Para especular com contratos cheios no mercado futuro, é comum que seja necessário dispor de uma alta quantia financeira. E foi justamente visando tornar este ambiente mais acessível a pequenos investidores que surgiram, em 2001, os mini contratos. 

Eles são variações dos contratos cheios, permitindo que sejam fomentados acordos de compra e venda entre as partes envolvidas a partir de um menor capital – ou margem de garantia – dos especuladores. 

O que é contrato mini índice?

Depois de entender um pouco sobre o mercado futuro e sobre contratos cheios e mini contratos, é hora de saber mais detalhes do mini índice. Trata-se de um mini contrato que visa negociar movimentos do Índice Ibovespa (IBOV) considerando datas futuras.

Este é, portanto, um derivativo que está ligado ao principal índice da bolsa de valores — que acompanha as cotações dos papéis de empresas mais negociadas no mercado brasileiro. Assim, quem opera com mini índice realiza negociações envolvendo a projeção de pontuação futura do IBOV.

Isso significa que o investidor ou especulador está operando movido pela sua expectativa de que o índice suba ou desça – alcançando um determinado patamar – até a data estabelecida no contrato. O objetivo é lucrar com estas movimentações do índice no curto prazo.

O mini índice pode ser identificado no home broker pelo ticker que se inicia com a sigla WIN. Além disso, há uma letra que representa o mês de vencimento do contrato no futuro — e o ano correspondente a ele.

Os meses são identificados pelas seguintes letras, com vencimento de 2 em 2 meses:

MêsCódigo
FevereiroG
AbrilJ
JunhoM
AgostoQ
OutubroV
DezembroZ

Como o mini índice funciona?

Como você já sabe, a pontuação futura do Índice Ibovespa pode ser negociada tanto por contratos cheios quanto por contratos de mini índice, certo? 

O diferencial entre eles é que os últimos são mais acessíveis a pequenos especuladores – tanto em relação ao montante disponível para operação quanto aos custos envolvidos. Agora, é o momento de entender como o mini índice funciona na prática.

Operando mini índice na prática

Você certamente já ouviu falar sobre a pontuação do índice Ibovespa. Por exemplo, quando se diz que o Ibovespa fechou em alta ou queda – em um patamar específico de pontuação. 

Isso ocorre porque o IBOV oscila ao longo do tempo e as oscilações são representadas por pontos.  E quem opera com mini índice terá ganhos ou prejuízos com estas variações.

A variação do mini índice é de R$ 0,20 para cada ponto de variação do IBOV – seja de lucro ou prejuízo. E a movimentação mínima ocorre de 5 em 5 pontos. Então, o especulador calcula seus ganhos – ou perdas – multiplicando o valor pela quantidade de pontos e pela quantidade de contratos. 

Para entender o funcionamento do mini índice na prática, imagine uma situação na qual um especulador negociou mini índice quando o IBOV estava a 75 mil pontos. Se a expectativa do investidor era de avanço no índice até a data de vencimento do contrato e o mesmo, de fato, subir – por exemplo, para 80 mil pontos, haverá ganhos.

Mas é importante estar atento para a possibilidade de o mercado não se comportar como o esperado. O mercado futuro apresenta alta volatilidade e, portanto, pode causar prejuízos aos especuladores.

Vale destacar também uma particularidade de se especular em mini índice: neste caso, não é necessário realizar a compra ou venda de ativos. É estabelecida uma margem de garantia para a operação e você tem a oportunidade de ganhar com as oscilações no preço. 

Também é possível contar com a alavancagem em suas operações – fazendo uso de mais dinheiro do que se tem em caixa para negociar mini índices e potencializar eventuais lucros.

Como operar mini índice?

Se você tem interesse em negociar contratos de mini índice é preciso, em primeiro lugar, aprender como o mercado funciona e como o derivativo costuma se comportar. E uma das questões mais importantes a se observar, neste caso, é a alta liquidez destes contratos.

A liquidez do mercado futuro é um dos motivos pelos quais especuladores optam pelas operações em mini índice. Afinal, o movimento do mercado é grande e a negociação de altos volumes por dia facilita a tarefa de encontrar compradores e vendedores dos mini contratos.

De maneira geral, o funcionamento do mini índice é bastante simples – fazendo com que se torne fácil aprender a operá-lo. Para fazer suas operações, basta identificar o ticker do contrato que você deseja (tenha atenção com a data de vencimento) e negociar de forma rápida pelo home broker.

No mini índice, é possível escolher entre esperar a data de vencimento do contrato e realizar a compra ou venda combinada ou realizar especulação neste período. A especulação se dá vendendo seu contrato antes do vencimento.

Além da especulação, o mini índice pode ser utilizado também como estratégia de proteção (hedge). Por exemplo, em uma situação de possível queda no IBOV no futuro você pode utilizar os mini contratos para proteger sua carteira de investimentos em ações – reduzindo os riscos.

Quando vale a pena operar mini índice?

Por fazer parte de um ambiente especulativo, o mini índice é mais adequado para investidores de perfil agressivo, que desejem se expor a riscos maiores em busca de rentabilidade no curto prazo. Afinal, a bolsa passa por oscilações frequentes – especialmente em períodos mais curtos, e o especulador está exposto a elas.

Operar mini contratos também pode fazer bastante sentido para investidores que desejam seguir uma estratégia de proteção para seu portfólio de ações.

Mas vale reforçar que, seja para especulação ou hedge, para saber se – e quando – o mercado futuro é adequado para você é essencial conhecê-lo antes de fazer suas operações. E, claro, avaliar seus objetivos dentro da bolsa antes negociar o derivativo.

Além disso, contar com apoio de uma equipe especializada para lhe trazer as melhores recomendações – e oportunidades – para fazer suas operações pode fazer grande diferença nos seus ganhos. Por isso, produtos como o Full Trader, da Capitalizo, podem ser decisivos para o seu sucesso na bolsa de valores.

Portanto, se você deseja impulsionar suas possibilidades de ganhar dinheiro na renda variável – seja como scalper trader ou não, conheça agora mesmo todos os produtos que a Capitalizo pode lhe oferecer. E, em caso de dúvidas sobre o melhor produto para você, entre em contato conosco!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Como escolher os melhores fundos para investir?

Os fundos de investimentos podem ser alternativas interessantes para muitas carteiras. Entre suas vantagens estão a diversificação de ativos e a possibilidade de contar com gestão profissional especializada na administração do portfólio.

Contudo, é muito comum que os investidores fiquem em dúvida na hora de escolher os melhores fundos para investir. Faz todo o sentido. Afinal, existem muitos tipos e opções diferentes para conhecer e avaliar, certo?

A leitura deste artigo ajudará você a tomar decisões mais acertadas. Continue conosco e saiba quais são os critérios essenciais para avaliar ao investir em fundos e escolher as melhores oportunidades para a sua carteira!

Saber o que é e como funciona um fundo de investimento

O primeiro passo para escolher os melhores fundos de investimento do mercado não poderia ser diferente. É preciso saber o que é e como funciona este veículo de investimento.

Vale a pena, portanto, contextualizar brevemente o que são os fundos de investimentos, para que você possa entender o funcionamento deles e estar mais preparado para analisá-los.

De forma simples, o fundo é uma modalidade coletiva de investimento. É comum que ele seja comparado a um condomínio: formado por diversos investidores (chamados de cotistas), que contam com um gestor para investir e gerir o capital do grupo.

Os fundos diferem de acordo com seu tipo — os quais você conhecerá ainda neste conteúdo — e, ainda, com os métodos e estratégias da gestão. Por causa disso, eles podem apresentar particularidades em relação aos portfólios, à liquidez, aos prazos, aportes mínimos etc.

O funcionamento de cada fundo é explicado em um documento essencial — o regulamento. Ele traz as regras de gestão e as possíveis taxas cobradas, assim como a estratégia de investimentos adotada e os direitos e deveres dos cotistas.

Identificar seu perfil de investidor

Ficou claro para você o que é um fundo de investimentos? Ótimo! O segundo passo para ser capaz de escolher os melhores é identificar o seu perfil de investidor. Isso porque os fundos são muito variados entre si.

Dependendo da forma de gestão e da estratégia adotada, eles podem ser mais conservadores, moderados ou arrojados. Portanto, o investidor precisa avaliar seu próprio perfil antes de fazer suas escolhas.

Afinal, não é indicado que alguém conservador invista em fundos arrojados. Em uma situação assim, o capital aportado no fundo estaria exposto a maiores riscos e as oscilações poderiam causar insatisfação no investidor.

De outro lado, pessoas que tenham como foco a busca por melhores rentabilidades dificilmente terão interesse em aportar em fundos de caráter mais conservador – exceto, talvez, para alocar a reserva emergencial. Logo, comparar o seu perfil com o perfil do investimento é fundamental para fazer boas escolhas.

Guiar-se por objetivos

Além da abertura a correr riscos, outros elementos que estão relacionados ao perfil de investidor são os objetivos. É preciso considerá-los também na hora de avaliar os fundos de investimentos – especialmente em relação a prazos para resgates de cotas.

Alguns fundos apresentam liquidez maior, com possibilidade até mesmo de negociar as cotas diretamente na bolsa de valores (como é o caso dos fundos imobiliários). Em outros, o capital deve ficar investido até uma data de vencimento.

Há, ainda, aqueles que apresentam a possibilidade de resgates, mas que têm um período definido até que o dinheiro seja creditado na sua conta — podendo variar de alguns dias a alguns meses, por exemplo.

Considerando tais especificidades, é importante que o investidor tenha em mente que escolher os melhores fundos de investimentos significa optar por aqueles que se adéquam bem aos objetivos que se tem para o dinheiro investido.

Avaliar cada tipo de fundo

Os fundos de investimentos são organizados em diferentes tipos, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Então, a tarefa de escolher os melhores para o seu portfólio passa por compreender as especificidades de cada um.

Como você viu até aqui, as características dos fundos variam de acordo com o tipo de fundo. De modo geral, esta classificação ajuda o investidor a identificar em quais ativos o portfólio do fundo mantem um foco maior.

Veja mais informações sobre os principais tipos de fundo de investimentos do mercado:

Fundos de Renda Fixa

Como o nome sugere, os fundos desse tipo têm a maior parte do portfólio alocado em produtos de renda fixa — como títulos do Tesouro, Certificados de Depósito Bancário, Letras de Crédito, Debêntures etc.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Os FIIs procuram obter lucro no mercado de imóveis — seja com negociação de terrenos, construção, compra e venda de imóveis, aluguel de prédios comerciais etc. Além do investimento em imóveis físicos, os fundos também podem investir em títulos de renda fixa ligados ao setor e cotas de outros FIIs.

Fundos de Ações

Investir diretamente em ações única opção para quem deseja buscar por melhores resultados financeiros na bolsa de valores. Os fundos de ações compõem o seu portfólio, principalmente, com papéis de empresas de capital aberto no mercado financeiro.

Algo importante a se falar sobre eles é que podem ter estratégias variadas, já que a bolsa é dinâmica. Então, existem fundos com gestão passiva, que buscam manter as ações por mais tempo no portfólio, e aqueles com gestão ativa — que podem utilizar operações diversas para rentabilizar, como o long e short.

Fundos Cambiais

Quem deseja ter investimentos em moedas pode conseguir por meio de fundos cambiais.

Normalmente, o câmbio é uma das alternativas utilizadas com objetivo de proteção. Assim, estes fundos podem ser interessantes para quem busca proteger a carteira das oscilações cambiais – e da desvalorização do real frente a moedas estrangeiras.

Fundos Multimercados

Por fim, outro dos principais tipos de fundos de investimentos não apresenta uma estratégia fixa em relação ao seu portfólio. Os multimercados podem assumir decisões mistas em relação aos outros fundos.

Logo, como o nome indica, não há regras específicas para os multimercados em relação ao percentual mantido em determinados ativos. Ou seja, há maior flexibilidade neste tipo de fundo de investimento para composição da carteira.

Desta forma, é preciso avaliar o regulamento de cada fundo multimercado para entender melhor a estratégia utilizada pela gestão.

Conhecer os fundos disponíveis no mercado

O último passo para escolher os melhores fundos para sua carteira de investimentos é saber quais as opções disponíveis no mercado. Alguns fundos, por exemplo, são de capital aberto e estão constantemente recebendo novos aportes.

Outros são de capital fechado e abrem apenas em momentos específicos para novos aportes. Então, saber quais são os mais indicados para os seus objetivos depende também da etapa de identificar os fundos que estão disponíveis.

Uma maneira de identificar os fundos de investimentos abertos para aportes e avaliar quais as melhores opções para você é contar com suporte e análise profissional.

O Top Fundos de Investimentos, da Capitalizo, por exemplo, oferece a você as melhores análises e recomendações de Fundos de Investimentos. Seja seu foco o mercado imobiliário, de ações ou multimercado, você pode montar sua carteira com o suporte da Capitalizo e começar a alcançar os seus objetivos!

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Scalper Trader: como ganhar dinheiro com scalping?

As pessoas interessadas em fazer operações de curto prazo na bolsa são chamadas de especuladores ou traders. Seus interesses se diferem dos demais investidores – que costumam ter objetivos de longo prazo na renda variável.

E, quando se fala em trades na bolsa, é impossível deixar de considerar que eles apresentam oportunidades e estratégias bastante diversas de operação – como, por exemplo, o day trade. Mas você já ouviu falar em operações ainda mais rápidas? 

O scalper trader é alguém que busca lucrar com movimentos específicos de curtíssimo prazo – seguindo, no mercado, uma estratégia conhecida como scalping

Confira mais informações sobre o assunto e descubra como ganhar dinheiro como scalper trader!

Quem é o scalper trader?

Scalper é como chamam o trader que segue a estratégia de scalping. Ela representa a realização de negociações rápidas na bolsa — geralmente, com duração de poucos minutos, visando aproveitar breves oportunidades que surgem com as movimentações do mercado.

Além de optar por seguir uma estratégia que foca na rapidez da compra e venda de um ativo, o scalper também costuma fazer um maior volume de operações ao longo do dia. Afinal, se seus movimentos são mais rápidos, o lucro de cada uma será limitado, certo?

Assim, a ideia do scalper trader é ter ganhos em diversas pequenas negociações ao longo do dia. Ao final do pregão, é possível acumular uma soma significativa de ganhos diários — aproximando-se de outras estratégias de especulação, como o day trade tradicional ou o swing trade.

O objetivo do scalping, portanto, é obter resultados positivos negociando uma quantidade elevada de ativos ou derivativos ao longo do dia – ainda que cada operação traga lucros limitados. 

Como o scalping funciona?

Você conseguiu entender o que é o scalper trader e já tem uma breve noção da estratégia de scalping – utilizada por esses especuladores. 

Então, que tal conhecer em detalhes o funcionamento do scalping e as atividades feitas pelo scalper trader?

Saiba mais a seguir:

Scalping x day trade

Um dos fatores que mais interessa aos traders saber sobre a prática de scalping está relacionado às diferenças entre ela e as demais estratégias de especulação. 

Para entender melhor como o scalper pode trazer lucros semelhantes ao day trade comum e outras técnicas de especulação, podemos comparar:

  • Uma operação de day trade que traga ganhos de 5%;
  • Dez operações de scalping que tenham cada uma o ganho de 0,5%, somando o mesmo percentual do exemplo anterior.

Perceba, portanto, que o scalping é uma modalidade de day trade. Contudo, o scalper trader tem como principal objetivo se expor ao mercado a partir de uma maior quantidade de operações diárias – que, por sua vez, tendem a ser mais curtas que os day trades normais.

De maneira semelhante, podemos pensar em relação às negociações de swing trade (que duram alguns dias ou semanas) e de position (com duração de semanas ou poucos meses). O que muda entre todos eles são os interesses do trade, certo?

A escolha entre o tipo de técnica para utilizar ao especular na bolsa depende também da sua disponibilidade. Afinal, cada uma gera demandas específicas em relação ao tempo em que o especulador precisa estar atento ao mercado para atuar. E, claro, em relação à exposição às oscilações.

Tipo de análise

Mais uma especificidade que vale a pena conhecer em relação ao scalper trader é que ele utiliza métodos de análises diferentes. Para suas operações Em geral, a especulação faz bastante uso da análise técnica ou gráfica — que consiste em observar gráficos para prever tendências.

Como se trata de uma prática de curtíssimo prazo, o scalping costuma utilizar outra estratégia: a análise do fluxo de ordens no book de ofertas. O objetivo é aproveitar oscilações muito rápidas na bolsa. Então, a análise deve focar nisso.

O scalper trader busca perceber qual é a melhor ordem de compra no momento (chamado de bid) e quando é a melhor ordem de venda (chamada de ask). A análise precisa ser incisiva, de modo a acompanhar constantemente o mercado.

Tape Reading

O tape reading – ou leitura do fluxo de ordem – é exatamente a técnica citada no tópico anterior. A estratégia consiste em acompanhar os negócios que estão acontecendo na bolsa em tempo real.

Assim, é possível observar quais são os ativos ou derivativos mais negociados e como as negociações estão acontecendo. E, como o scalper trader realiza operações instantâneas, não faria sentido ele observar gráficos com tendências para horas ou dias, certo?

O importante para ele é verificar como o mercado está se comportando neste momento. Então, o especulador consegue perceber oportunidades para entrar em uma posição e lucrar com ela dentro de um curtíssimo espaço de tempo.

Quais as vantagens e desvantagens do scalping?

Assim como outras modalidades de especulação, o scalping pode ser bastante interessante para especuladores que desejam obter rendimentos no curtíssimo prazo. Mas, será que vale a pena se tornar um scalper trader e aproveitar as oportunidades oferecidas por este tipo de operação? 

Confira alguns pontos positivos e negativos desta escolha:

Vantagens

Uma das vantagens do scalping é ter um funcionamento simples. Não é preciso analisar os fundamentos de uma empresa ou procurar por tendências de curto prazo no mercado, por exemplo. Ao avaliar o book de ofertas, o trader pode se posicionar no movimento que vê acontecendo em tempo real.

Se determinadas ações estão com seu volume de vendas e preço subindo, por exemplo, o scalper consegue realizar movimentos rápidos para aproveitar a subida do ativo. Assim, ele talvez consiga acompanhar os movimentos gerados por grandes players do mercado – e obter lucros.

Outro aspecto positivo da prática é a possibilidade de ganhar em escala. As negociações individuais podem perder uma parte do peso, já que o objetivo do scalping é somar várias pequenas operações lucrativas e conseguir uma soma interessante ao final do dia.

Os riscos vivenciados pelo scalper trader também podem ser menores do que em outras estratégias de trade, porque ele está exposto ao mercado por menos tempo. Logo, está se arriscando um pouco menos às mudanças inesperadas no cenário.

Desvantagens

Uma das principais desvantagens em relação ao scalping, por outro lado, são os custos. Como estamos falando de várias operações realizadas sucessivamente, a existência de taxas de corretagem e outras cobranças podem afetar os ganhos do trader.

Além disso, não é possível deixar de citar os riscos quando se fala da renda variável – especialmente atividades e especulação. O scalper trader precisa ter cautela para lidar com os riscos e reduzi-los nas suas operações conforme for possível – a partir, por exemplo, do uso de mecanismos de manejo de risco.

É preciso lembrar, ainda, que muitas atividades de scalping são alavancadas – para que seja possível negociar valores mais altos e aumentar eventuais lucros. Contudo, os riscos também aumentam e a possibilidade de prejuízo alavancado também existe.

Como ganhar dinheiro na bolsa como scalper trader?

Como você pode perceber, é possível ter lucros interessantes realizando especulações na bolsa através da técnica de scalping. Contudo, é preciso se preparar para fazer estas operações.

Os principais meios de aumentar suas chances de sucesso nessa jornada é estudando o assunto de maneira aprofundada e desenvolvendo seu conhecimento (e experiência) para tomar decisões mais acertadas na bolsa de valores.

E, seja para operações de scalping, outras técnicas de especulação ou até mesmo para investimento de longo prazo, uma das mais úteis ferramentas para melhorar a eficiência das suas escolhas é contar com a análise de especialistas na área. 

Ter este suporte para suas operações – especulativas ou não – lhe ajudará a economizar tempo e muito esforço na avaliação e percepção de oportunidades dentro do mercado financeiro. Por isso, produtos como o Full Trader, da Capitalizo, podem ser decisivos para o seu sucesso na bolsa de valores.

Portanto, se você deseja impulsionar suas possibilidades de ganhar dinheiro na renda variável – seja como scalper trader ou não, conheça agora mesmo todos os produtos que a Capitalizo pode lhe oferecer. E, em caso de dúvidas sobre o melhor produto para você, entre em contato conosco!

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. 

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Ações para a vida toda: o que fazer quando o mercado cai

Ações para a vida toda

Escolher as melhores ações para compor uma carteira nem sempre é uma tarefa fácil. Em alguns casos companhias que pareciam boas, não eram – seja em função de mudanças no mercado ou nas próprias empresas.

Porém, existem negócios que possuem muitas vantagens competitivas, que conseguem se adaptar às mudanças dos mercados e são geridos por excelentes profissionais – o que colabora para a valorização das ações. Quando se identifica esse tipo de empresa, o que um investidor de longo prazo deveria fazer é comprar e manter o máximo de tempo possível em carteira.

Logicamente, nenhuma empresa conseguirá manter seus negócios crescendo bem ou gerando lucros todos os anos. Qualquer empresa têm anos bons e anos ruins e, mesmo ótimas companhias não fogem a essa regra. Nesses momentos, o ideal é ter paciência e aguardar a recuperação.

Na teoria parece fácil, mas por que muitos investidores diante de ótimas oportunidades não as aproveitam?

Infelizmente, o principal motivo é que boa parte dos investidores em função de ruídos de curto prazo e movimentos de baixa, são levados a crer que as empresas não vão prosperar e que os preços das ações não vão mais subir.

Nesse momentos, muitos investidores vendem sua ações, quando na verdade deveriam manter ou comprar mais.

O que faz uma ação subir no longo prazo?

No longo prazo, quanto mais uma empresa gerar lucro e entregar retorno aos seus acionistas, maior a probabilidade da ação dessa empresa subir. Afinal, todos querem ser sócio de uma empresa que cresce e aumenta, ao longo dos anos, o pagamento de dividendos.

Quando falamos em longo prazo, na verdade, estamos dizendo “sem prazo definido”. Então, como não é possível quantificar o tempo que levará para uma ação subir, investiremos no mercado de ações apenas os valores que não temos necessidade de utilizar.

O que faz as ações caírem?

Se no longo prazo o que faz uma ação subir é o crescimento de lucros e retornos para seus acionistas, caso a empresa não cresça, suas ações dificilmente valorizarão ao longo dos anos.

Dessa forma, temos:

Ações que geram lucros crescentes = probabilidade de alta em longo prazo

Ações que não geram lucros = probabilidade de baixa em longo prazo

E no curto prazo, essa lógica funciona?

Se, no longo prazo, as coisas parecem mais “controláveis” ou “previsíveis”, no curto prazo, a lógica não costuma aparecer. Mesmo uma empresa que gera lucros pode ter as ações desvalorizadas. Da mesma forma, uma empresa que tenha prejuízos, pode ter suas ações super valorizadas.

Como costumamos falar, no curto prazo o mercado é “maníaco-depressivo”. E quem procurar uma resposta lógica a cada movimento de alta ou de baixa poderá perceber que esse exercício pode ser uma grande perda de tempo.

Além disso, fatores que podem nem influenciar nos resultados da empresa, como guerras, eleições ou mesmo um tweet do Trump, podem trazer muita volatilidade às ações.

Sendo assim, muitas vezes as ações de uma empresa caem sem seus lucros sequer serem afetados. Ou mesmo que os lucros sejam afetados, as ações caem tanto que parece que a empresa nunca mais terá lucros novamente.

Para comprovar a nossa “Teoria dos Mercados Maníaco-depressivos”, tomemos as ações da Lojas Renner (LRNE3) como exemplo. Abaixo, selecionamos os períodos em que tivemos fortes quedas das ações e também os longos períodos em que as ações pouco subiram.

Ações da Lojas Renner (LRNE3)

Setembro/2006 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 53%

Dezembro/2007 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 72%

Março/2006 até Março/2009: as ações subiram apenas 1%

Agosto/2010 até Março/2014: as ações subiram apenas 0,88%

Agosto/2010 até Dezembro/2011: as ações caíram mais de 30%

Maio/2013 até Fevereiro/2014: as ações caíram mais de 30%

Janeiro/2013 até Fevereiro/2016: as ações subiram apenas 1,55%

Julho/2015 até Fevereiro/2016: as ações caíram mais de 30%

Agosto/2016 até Dezembro/2016: as ações caíram mais de 20%

Julho/2016 até Setembro/2018: as ações subiram apenas 7%

Dezembro/2017 até Setembro/2018: as ações caíram mais de 20%

Outubro/2017 até Abril/2019: as ações subiram apenas 8%

Janeiro/2020 até Março/2020: as ações caíram mais de 56%

Valeu a pena investir em Lojas Renner (LREN3)?

Apenas olhando os números acima, você acreditaria que LREN3 foi uma das ações que mais renderam no longo prazo? Pode não parecer, mas veja a alta de LREN3 desde 2005:

De Abril/2005 até Julho/2020, as ações LREN3 (linha verde) tiveram alta de incríveis 8.500%, enquanto o Ibovespa (linha cinza) subiu pouco mais de 258%.

Essa valorização transformaria R$10.000 em mais de R$869.000 nesse período.

O preço segue o lucro?

No caso de Renner, apesar de diversos percalços, anos bons e anos ruins, no longo prazo o preço das ações seguiu o aumento do lucro e do retorno aos seus acionistas.

Em 2006, por exemplo, a empresa lucrava em torno de R$ 98 milhões, número que chegou a quase R$1 bilhão, quando observamos os resultados dos últimos 12 meses.

Abaixo, temos o gráfico do movimento das ações em relação ao lucro da empresa:

O que fazer quando o mercado cai forte?

Sabemos que esse ano Renner terá seus resultados afetados em função do coronavírus, que foi o principal responsável pelo fechamento das lojas. Assim como várias outras empresa serão afetada. Porém, conforme dito anteriormente, será que a empresa nunca mais vai voltar a performar bem?

A queda de mais de 50% entre janeiro e março desse ano, não parecem uma boa oportunidade não só para manter as ações em carteira, como também para comprar mais?

Na nossa avaliação, nos casos de empresas como Lojas Renner, uma queda brusca das ações significa, atualmente, uma ótima oportunidade para o longo prazo.

Entretanto, não devemos esquecer que algumas ações caem justamente porque seus negócios são ruins ou estão se deteriorando. Nesses casos, nem sempre queda é sinônimo de oportunidade.

Em momentos de queda do mercado, tenha calma e não aja por impulso, por mais desconfortáveis que esses movimentos possam parecer. O investidor que tem estratégia e paciência costuma ser recompensado no longo prazo.

Conte com a gente nessa jornada e tenha ações para a vida toda.

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Como fazer day trade durante uma crise?

Quando uma crise econômica acontece, muitas pessoas com investimentos de longo prazo na bolsa de valores se preocupam com as fortes quedas – comuns nestes momentos. Há quem aproveite as oportunidades para investir mais, enquanto outros realizam prejuízo por medo de novas baixas.

Nesse contexto, quem realiza novos investimentos precisa de tempo para colher bons resultados. Afinal, o mercado pode levar alguns meses ou anos para retomar seu crescimento. Então, as operações de especulação – como o day trade – acabam se tornando alternativas interessantes para quem busca por lucros no curtíssimo prazo durante uma crise.

Mas, como fazer day trade durante estes períodos de turbulência – e aproveitar as oportunidades que as crises oferecem aos especuladores? Continue a leitura deste artigo e descubra a resposta!

Especulação na crise: por que ela avança nestes momentos?

Períodos estáveis ou de alta na bolsa costumam trazer resultados positivos para os investidores de longo prazo. E acaba sendo confortável não se arriscar em operações mais complexas. Isso parece ser colocado em xeque quando uma crise aparece.

Em períodos de baixa, algumas pessoas aceitam correr um pouco mais de risco para manter a rentabilidade da carteira ou aproveitar eventuais oportunidades que surjam no período. Assim, as negociações de day trade chamam atenção.

O day trade consiste em negociações de compra e venda de ações ou derivativos dentro de um mesmo pregão. Por isso, são consideradas de curtíssimo prazo. Como o objetivo é lucrar com a variação de preço, não é necessário avaliar as empresas.

Isso significa que o especulador não precisa analisar, por exemplo, se uma companhia tem ou não condições de se recuperar bem da crise econômica. Seu trabalho é avaliar as possíveis movimentações do mercado para se posicionar de maneira vantajosa.

Existe até mesmo a possibilidade de lucrar com a queda das ações em poucos minutos ou horas. Este é, inclusive, um dos principais motivos pelos quais o day trade ganha evidência na crise: não existem ganhos apenas com a alta da bolsa, mas a partir de quaisquer movimentações – para cima ou para baixo.

Não é por acaso, portanto, que o número de especuladores aumenta nestes momentos – assim como a procura sobre o assunto.

Como fazer day trade e lucrar na crise?

Você já sabe que é possível fazer operações de trade e ter resultados positivos mesmo com o mercado em queda. Mas, como fazer day trade e lucrar na crise? 

Seguir algumas dicas é essencial para ser bem sucedido nestes momentos. Afinal, não se pode esquecer que a especulação também envolve altos riscos, certo? 

Então, confira o que fazer:

Conhecer as oportunidades do mercado

O primeiro passo para quem deseja saber como fazer day trade na crise é identificar as oportunidades que o mercado em baixa apresenta para especuladores. A ideia principal é permitir que o trader lucre acertando as tendências das oscilações na renda variável.

Ou seja, se ele investe em ações acreditando que elas valorizarão no curto prazo – e isso realmente acontece, é possível vender por um preço maior do que comprou e, assim, obter lucro. O contrário também é válido.

O especulador pode também perceber as tendências de queda na crise e se posicionar de outra forma: vendendo as ações por um preço mais alto e depois as comprando novamente por um valor menor. No caso, o lucro vem da diferença entre os preços.

Outra possibilidade interessante para especulação se encontra no mercado futuro. Nele, são negociados contratos que visam uma data no futuro. Esta, portanto, é mais uma maneira de ter resultados positivos ao especular em uma crise fazendo day trade.

O ideal é que você conheça as oportunidades que o mercado oferece para seus trades e identifique qual ambiente – e quais ativos – lhe trazem as alternativas mais interessantes para operações especulativas de curtíssimo prazo.

Investir em conhecimento

O fato de existirem oportunidades no mercado em baixa não significa que é fácil operar nestes momentos. É preciso lembrar que estar em crise não significa que todos os ativos seguirão em queda – e que se deve apostar apenas na baixa.

Na realidade, você precisa, antes de tudo, investir no seu conhecimento sobre a bolsa de valores, suas particularidades e, claro, sobre o day trade. Caso contrário, são muito grandes as chances de deixar passar oportunidades e até mesmo de ter prejuízos ao negociar sem um bom controle de riscos.

Saber como fazer day trade durante a crise não é apenas aprender a emitir ordens e realizar as negociações. O principal é saber, de fato, o que está fazendo. Ou seja, ter conhecimento de mercado para planejar suas operações e encontrar os melhores momentos para se posicionar na bolsa.

Ter uma estratégia

É comum que as pessoas se sintam atraídas pelo day trade devido às chances de ganhar dinheiro no curto prazo. Mas pensar que é fácil ser um especulador é uma ideia bastante errada. A rotina depende de bastante comprometimento e uma estratégia sólida para ter resultados consistentes.

Um trader deve ser disciplinado e capaz de organizar seus recursos e ferramentas de trabalho. A principal estratégia utilizada é a análise técnica. Ela consiste em avaliar os gráficos com dados da bolsa para reconhecer tendências.

Na especulação, o foco está em avaliar as informações sobre o mercado — por exemplo, volume de compras e vendas, ativos ou derivativos mais negociados, preços etc. Você precisa utilizar os dados para projetar os próximos movimentos e se posicionar em relação a eles.

A análise técnica parte da teoria de que o preço praticado na bolsa reflete a reação do mercado aos acontecimentos relevantes (como as notícias nacionais e internacionais e os efeitos da crise nos setores). Então, a observação dos gráficos é o recurso central.

Vale destacar, contudo, que até mesmo na análise técnica existem uma ampla gama de estratégias para serem utilizadas. É fundamental escolher aquelas que melhor atendem aos seus anseios e segui-las à risca.

Aprender a lidar com a volatilidade

Embora seja uma prática muito racional, existem questões emocionais implicadas na especulação. Consequentemente, algo relevante para saber como fazer day trade na crise e ter bons resultados é aprender a controlar suas emoções para lidar com a volatilidade.

Os impactos do momento crítico na bolsa causam oscilações maiores nos preços. Se você não estiver preparado para elas, pode ter reações emocionais que atrapalhem a análise e tragam prejuízo. Portanto, o melhor caminho é focar na técnica e segurar a ansiedade.

 Conhecer os mecanismos de segurança

Fazer day trade – seja durante crises ou não – é uma alternativa que envolve possibilidades de bons ganhos no curtíssimo prazo, mas também altos riscos. Para mitigá-los, costuma ser interessante conhecer os mecanismos de segurança existentes para trades.

O principal deles é o stop loss – que limita as perdas de uma operação especulativa. Para quem especula na bolsa de valores, utilizá-lo no dia a dia pode fazer toda a diferença nos resultados dos trades.

Seguir recomendações de analistas

Por fim, não se esqueça de que existem pessoas com mais experiência e conhecimento acerca do mercado do que você. Elas já passaram por crises e sabem como conquistar resultados positivos e consistentes com operações de curto prazo.

E, felizmente, você pode contar com a experiência e o conhecimento destes especialistas – seja em seus trades ou em investimentos de longo prazo. É o caso de quem opta por contratar serviços de análises e recomendações de equipes especializadas — como a da Capitalizo.

Essa é uma excelente alternativa para descobrir como fazer boas operações de curtíssimo prazo na bolsa – especialmente para quem está dando os primeiros passos como day trader e precisa de auxílio para fazer as melhores escolhas. 

Seguindo nossas recomendações, você conseguirá usufruir dos benefícios do day trade e controlar melhor os riscos da atividade – durante uma crise ou fora dela.

E você, está decidido a aumentar suas chances de ganho na bolsa durante a crise? Então contrate o produto Full Trader! Com ele, você recebe as melhores análises e recomendações de operações de curto, médio e longo prazos em Bolsa Valores, através do produto mais completo do mercado.

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Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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Long e Short – Entenda como funciona

A estratégia de Long e Short (Comprado e Vendido) consiste em uma operação casada (simultânea), na qual um investidor mantêm uma posição vendida em uma ação e comprada. Esse tipo de operação também pode ser conhecida como arbitragem.

Como ficamos com uma posição neutra (mesmo valor comprado e vendido), o intuito de ganhar com a diferença dos preços dos ativos.

Tipos de Long & Short

Intra-setorial – consiste na compra e venda de ações de empresas que pertencem ao mesmo setor. Exemplos: (USIM5 x GGBR4), (TIMP3 x VIVT4), (CCRO3 x ECOR3);

Intersetorial – compra ações de um setor e vende ações de outro, preferencialmente dos setores com maior peso no Ibovespa. Exemplos: (PETR4 x VALE3), (BBDC4 x ABEV3), (GGBR4 x CMIG4).

Spread ON/PN ou Controlada/Controladora – Compra de ações ordinárias e venda de ações preferenciais, ou vice-versa. Exemplo: (PETR3 x PETR4), (VALE3 x BRAP4), (GGBR4 x GOAU4), (ITAU4 x ITSA4);

Carteira de Ações x Índice – compra de uma carteira de ações e venda de contratos do índice futuro ou BOVA11. Exemplo: uma carteira de ações x BOVA11

Principais Vantagens

-A operação Long e Short é chamada de não direcional, ou seja, não importa se o mercado está subindo ou caindo, mas sim a diferença entre os ativos.

-A operação permite alavancagem financeira, pois é lastreada com margens de garantia. Essas garantias podem ser ações, dinheiro ou mesmo títulos de renda fixa. Dessa forma, você pode ter uma carteira de ações, por exemplo, e usá-la como garantia das suas operações Long e Short.

Cuidados

O principal cuidado que devemos ter com esse tipo de operação é não alavancar de maneira exagerada. Comece sempre com valores pequenos e diversificando as operações.

Operacionalizando o Long & Short

Como qualquer tipo de operação de arbitragem, se faz necessária a utilização de margens de garantia depositadas na Bolsa para que se possam realizar tais operações. Tais garantias podem ser na forma de:

Estas garantias são necessárias devido a posição vendida que se toma em um dos papéis em questão, pois, tal venda ocorre a descoberto, ou seja, o vendedor não possui tais papéis, ele os aluga no Banco de Títulos da Companhia Brasileira de Liquidação (CBLC).

As operações de compra e venda dos dois ativos são efetuadas simultaneamente, e com o “casamento” do financeiro, sendo assim quase não há desencaixe em tal operação.

Caso você queira ver na prática como funciona, clique aqui e confira o vídeo explicativo.

Nossas recomendações de Long e Short

As recomendações de Long e Short da Capitalizo fazem parte do nosso produto Full Trader. Temos uma estratégia que é utilizada há muitos anos, o que facilita nosso para nosso cliente na hora de montar a operação.

Vale ressaltar que monitoramos a operação e você só precisa montá-la na sua corretora. Lembrando que os avisos de montagem e desmontagem são enviados pelo WhatsApp, Aplicativo e também pelo nosso Painel do Trader (se você estiver logado no computador).

Abaixo, segue os resultados acumulados desde 2017 e em no últimos 12 meses:

Long&Short – 12 meses

-Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 67,61%

-Percentual de recomendações com ganho: 67,61%

Long&Short – desde agosto/17

-Total acumulado (soma percentual) desde agosto/17: + 242,55%

-Percentual de recomendações com ganho: 56,30%

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Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
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  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no YouTube e inscreva-se.

*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais com as operações encerradas até 27/05/2020

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Fundos de ações: como escolher os melhores?

Montar uma carteira de investimentos eficiente é um desafio. Um dos fatores que torna o processo bastante complexo é a quantidade de alternativas que estão disponíveis para o investidor. Nem sempre é simples saber escolher as melhores.

Na renda variável, por exemplo, existe uma diversidade de escolhas entre ativos e derivativos. Além de poder aportar diretamente nas ações, também é possível investir por meio dos fundos de ações. Mas, afinal, como encontrar os mais interessantes?

Saiba que ter dúvida sobre o assunto é muito comum. Neste post, você terá ajuda para aprender a escolher os melhores fundos de ações para o seu portfólio. Acompanhe nossas dicas!

O que são fundos de ações?

Vale a pena começar retomando brevemente o que são os fundos de ações e algumas diferenças dentro do mesmo grupo. Como o nome indica, trata-se de fundos que mantêm o foco no mercado de ações.

Isso significa que a maior parte do portfólio do fundo deve estar alocada nos papéis negociados na bolsa de valores brasileira. Em alguns casos, os fundos também apresentam uma parcela do patrimônio ligado a ativos estrangeiros.

Como em todo fundo, os investidores adquirem cotas dessa modalidade de investimento e se submetem às decisões de um gestor profissional. A equipe de gestão ou administração é a responsável por fazer as escolhas em relação aos investimentos que compõem o portfólio do fundo de ações.

Ou seja, os cotistas não têm papel decisório acerca das ações que serão compradas ou vendidas – e nem mesmo da estratégia seguida pelo gestor. A entrada no fundo se dá exatamente para usufruir da experiência e dos conhecimentos de uma gestão profissional – além, é claro, de outros benefícios que este veículo de investimento oferece.

Então, o seu trabalho é escolher o melhor fundo para seu perfil e objetivos e continuar acompanhando as decisões da gestão para avaliar se são condizentes com o que você deseja na bolsa. Afinal, os seus lucros dependem do bom andamento das operações feitas pelo fundo.

Para quem os fundos de ações são adequados?

Por serem representantes de investimentos da renda variável, conhecida pelo risco e volatilidade maior, os fundos de ações são adequados para investidores que tenham maior abertura ao risco. Ou seja, conservadores provavelmente não têm perfil para eles.

De modo geral, os investidores moderados e arrojados são aqueles que encontram oportunidades adequadas para seu perfil entre os fundos de ações. Nesse sentido, vale a pena falar sobre uma diferença fundamental: os fundos de gestão passiva e os de gestão ativa.

Os fundos de gestão passiva costumam ser menos complexos, com poucas mudanças no portfólio porque visam acompanhar um indicador. Já os de gestão ativa têm perfil mais arrojado, pois o gestor realiza diversas operações no mercado – a fim de buscar uma rentabilidade maior.

Assim, os fundos de ações com gestão ativa talvez não sejam adequados para investidores moderados, que ainda não desejam se expor aos riscos de trades ou de derivativos, por exemplo. Mas isso depende das suas decisões para a carteira, ok?

Como permitem uma diversificação e contam com gestão profissional, os investidores com menor abertura ao risco podem também considerar interessante a ideia de fazer aportes menores em fundos de ações para iniciar uma exposição controlada aos riscos da bolsa.

Antes de decidir se os fundos são apropriados para você, entretanto, avalie seu perfil de investidor e os seus objetivos. Além disso, não deixe de conhecer e ponderar os riscos.

Como escolher os melhores fundos de ações?

Avaliando as informações trazidas até aqui, deve ficar mais fácil para você decidir se deve ou não aportar em fundos de ações, certo? Então, uma vez que tenha decidido fazer o investimento, como escolher os melhores fundos?

É importante se fazer esse questionamento. Pois, na realidade, existem diversos fundos de ações disponíveis e é necessário saber avaliar as principais opções no mercado – que podem ser bastante distintas entre si. 

Portanto, é preciso ficar atento a alguns critérios de escolha. Veja quais são:

Avaliar o prospecto do fundo

Um fundo de investimentos, seja de ações ou de outros tipos, sempre precisa apresentar suas informações básicas por meio de um prospecto. É a partir dele que os investidores conseguem conhecer a gestão e obter dados fundamentais para tomar sua decisão.

Um elemento central é o objetivo do fundo. No prospecto há uma apresentação das estratégias e objetivos do fundo — que pode ser, por exemplo, acompanhar um índice, focar em determinado setor ou superar a rentabilidade de um indicador, por exemplo.

Além disso, também é indispensável conhecer as políticas de investimento e as regras aos quais os cotistas precisam se submeter. Procure saber também dos prazos para solicitar resgate, o aporte mínimo, entre outras informações importantes.

Analisar os resultados históricos

Observar o histórico de um fundo é uma das atitudes mais importantes na hora de escolher os melhores fundos de ações. Mas fique consciente do fato de que a rentabilidade passada não garante ganhos futuros, certo?

O objetivo de avaliar os resultados históricos é saber como o fundo vem entregando resultados para os cotistas. Também é possível conferir a ação do gestor em diferentes momentos da economia — por exemplo, em períodos de baixa na bolsa.

Não caia no erro de avaliar apenas os últimos meses ou até o último ano. É sempre indicado acompanhar períodos maiores. De preferência, desde a criação do fundo – para ser capaz de perceber intervalos bons e ruins. 

Quer saber mais? Confira nosso ranking de fundos de ações.

Conhecer os custos

Mais um elemento que deve ser observado é o custo de investir em determinado fundo. Como apresentam gestão profissional, os fundos de ações cobram taxas para quem deseja investir. A principal é a taxa de administração.

Eles também podem ter outras cobranças, como taxas de performance quando os resultados batem seu benchmark – ou índice de referência. Os valores cobrados variam de acordo com cada fundo, então, você deve considerá-los na hora de escolher.

Lembre-se de que o intuito não deve ser de encontrar as taxas mais baratas. É preciso avaliar o custo-benefício. Reflita se o que é cobrado reflete a qualidade da gestão do fundo e os resultados que ele entrega.

Contar com análise profissional

Saber como escolher os melhores fundos de ações para investir não pareceu uma tarefa simples para você? De fato, ela não é. Encontrar boas opções para aportes demanda tempo, conhecimento e uma boa capacidade de análise para ter condições de identificar as opções mais interessantes.

Por isso, a última dica é contar com uma análise profissional. Existem analistas especializados em fundos de ações, que facilitam todo o processo de avaliação para você – entregando todas as informações que você precisa conhecer para a tomada de decisão.

Na Capitalizo você conta com o produto Top Investimentos, que ajuda você não apenas a encontrar os melhores fundos de ações, mas também outros investimentos atrativos para o seu perfil. 

Come ele você conta com atualizações mensais de até quatro carteiras de investimentos, além de semanalmente receber as principais análises e recomendações dos melhores fundos de investimentos do mercado.

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Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Position Trade, Swing Trade, Day Trade e Scalping. Qual a diferença?

Position Trade, Swing Trade, Day Trade

Muitos investidores têm interesse em fazer operações na Bolsa de Valores com foco em especulação de curto prazo. Por isso, hoje falaremos a respeito dos principais tipos de operações que podemos realizar: Position Trade, Swing Trade, Day Trade e Scalping. Confira suas características e diferenças:

Position Trade

  • Operação de médio/longo prazo – pode durar entre uma semana até seis meses (em média);
  • Geralmente realizada por meio de um gráfico semanal, busca observar se o ativo tem histórico nesse período de tempo;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada no início e/ou fechamento da semana;
  • Operação indicada para traders que possuem menos tempo para acompanhar o mercado.

Swing Trade

  • Operação de curto prazo – pode durar de um dia até um mês (em média);
  • Na análise gráfica, a montagem da operação e estratégia é realizada no gráfico diário;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada no início e/ou fechamento do dia;
  • Operação indicada para traders que podem acompanhar o mercado diariamente.

Day Trade

  • Operações que iniciam e encerram no mesmo dia;
  • Na análise gráfica, a montagem da operação e estratégia é realizada nos gráficos de 5 e 15 minutos;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada durante o pregão;
  • Operação indicada para traders que podem acompanhar o mercado durante todo o pregão.

Scalping

  • Operações que iniciam e encerram no mesmo dia;
  • Na análise gráfica, a montagem da operação e estratégia é realizada nos gráficos de 1 e 2 minutos;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada durante o pregão;
  • Operação indicada para traders que podem acompanhar o mercado durante todo o pregão. Normalmente, nesse tipo de operação, é utilizada a estratégia de tape reading.

Quer aprender mais?

Confira o vídeo do nosso analista Danillo Fratta: Position Trade, Swing Trade, Day Trade e Scalping. Qual a diferença?

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Day Trade

Swing Trade e Position Trade em Ações

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Índice Futuro e Dólar

Opções

Long&Short

Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

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