LREN3 – Relatório Grátis de Lojas Renner

LREN3

A Lojas Renner inaugurou seu primeiro ponto de venda em Porto Alegre, em 1922. No início das operações, a empresa fazia parte do grupo A. J. Renner e comercializava artigos têxteis, até ampliar seu mix de produtos e iniciar suas atividades como loja de departamento. Pouco mais de quarenta anos depois, devido ao seu crescimento, se tornou independente de sua controladora e, em 1967, realizou a abertura de capital.

Após décadas de bom desempenho, passou por uma profunda reestruturação no início dos anos noventa e começou a operar no formato de loja de departamento especializada em moda. Passou, então, a se consolidar em outros estados, tais como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Em 1998, a J. C. Penney Brazil, subsidiária de uma das maiores redes de lojas de departamento dos Estados Unidos, adquiriu o controle acionário da companhia, que já contava com vinte e uma lojas. Com esse movimento, a empresa atingiu um novo patamar com um intenso plano de expansão.

INDICADORES E PERSPECTIVAS

A estratégia de investimento nas ações da Lojas Renner (LREN3) está centrada na qualidade da gestão e resiliência em momentos de crise. O valor pago conta com prêmio acima da média e a inclusão do ativo em carteira serve como defesa em cenários de stress, contribuindo com menor correlação com fatores macroeconômicos na comparação com outras varejistas. Vale ressaltar que empresas voltadas para o consumo discricionário tendem a se favorecer em ciclos de expansão econômica.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Milho Futuro: Saiba como operar

Milho Futuro

Hoje veremos como funciona e como é possível operar o contrato de Milho Futuro

O contrato de Milho Futuro

O milho é usado pela indústria para produzir diversos produtos como o óleo vegetal, o farelo, a farinha, o fubá e o creme para o setor alimentício.

Como a produção de milho no Brasil conta com diferentes locais de cultivo, a produção garante a oferta em boa parte do ano. No entanto, grande parte das negociações acontece nos períodos de safra e entressafra.

O contrato foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para a gestão do risco de oscilação de preço, sendo utilizado pelos participantes do mercado, como o produtor, a indústria, tradings, entre outros.

Características

Código de negociação: CCM

Tamanho do contrato: 450 sacas de 60kg líquidos

Cotação: R$ por saca

Volume do contrato: última cotação x 450

Variação mínima: R$0,01

Meses de vencimento: janeiro, março, maio, julho, agosto, setembro e novembro

Códigos meses de vencimento: janeiro (F), março (H), maio (K), julho (N), agosto (Q), setembro (U) e novembro (X)

Dia de vencimento: dia 15 do mês de vencimento. Caso não haja sessão de negociação, a data de vencimento será a próxima sessão de negociação

Tipos de Operações

Apesar da boa liquidez, não utilizamos os contratos de Milho em recomendações Day Trade. O mais comum é recomendarmos operações nesse tipo de contrato em recomendações Swing Trade – tanto na “ponta comprada” quanto na “ponta vendida”.

Além disso, é possível operar contratos de milho usando apenas uma margem de garantia. Dessa forma, o investidor com perfil mais agressivo pode operar de forma alavancada.

Vale a pena comentar também que, como o contrato tem vencimento e o preço desse vencimento é o mercado físico de Milho, é possível perceber que a volatilidade é menor do que no mercado de ações, por exemplo.

Abaixo segue uma das recomendações em milho futuro, enviada aos nossos clientes:

Operação de COMPRA Swing Trade em Milho Futuro

No dia 16/02/18, o gráfico diário do milho apontava uma possível tendência de alta. O milho havia testado uma região de resistência importante tanto no gráfico diário, quanto no semanal, em 34,30. O ativo acabou corrigindo, deixando um fundo próximo do topo. Dessa forma, foi recomendada uma oportunidade de compra no rompimento dos 34,31. Caso esse valor fosse rompido, o milho poderia engrenar uma tendência de alta. Abaixo seguem os pontos e o gráfico do contrato de milho (CCMH18):

Operação enviada

Gráfico

O milho (CCMH18) acabou confirmando a expectativa da operação e bateu no alvo no dia 26/02/18. Assim, o ganho da operação foi de 3,69 pontos (R$1.660) ou 10,75%, por contrato:

O ganho alavancado na operação

Considerando um contrato de milho “cheio”, seria preciso ter em conta em torno de R$ 17.000 para ter entrado nessa operação. Entretanto, como é uma característica dos contratos futuros, é possível operar alavancado. Dessa forma, seria possível, por exemplo, colocar ações em garantia dessa operação e ter comprado o contrato.

Nesses últimos dias, a margem exigida pela B3 estava em torno de R$ 900 por contrato. Assim, considerando o ganho da operação (R$ 1.660), o nosso lucro teria sido de mais de 84%.

Importante: para quem optar em operar com alavancagem, orientamos não alavancar de maneira excessiva.

Operação de VENDA Swing Trade em Milho Futuro

Ao contrário da operação que vimos anteriormente, a intenção de operar “vendido” é ganhar com a baixa dos preços do milho.

No dia 12/06/2018, no gráfico diário, o milho fez um pivot de baixa com uma figura de OCO, de reversão de tendência iniciando tendência de baixa. Oportunidade de venda em 39,10 com alvo na região de projeção de 200% do OCO:

Dessa forma, foi enviada uma recomendação de venda com entrada a 39,10, alvos nos 37 e stop nos 40,68:

No dia seguinte (13/06/18), o Milho abriu em forte baixa, batendo no alvo e encerrando a operação de venda – o ganho na operação foi de 5,37% (sem considerar a alavancagem):

Vale lembrar que as recomendações de Milho são enviadas pelo nosso APP, WhatsApp e Painel do Trader. Todos os pontos são passados e monitorados e você precisa apenas colocar as ordens na sua corretora. Conte com a Capitalizo para fazer suas operações em Milho Futuro.

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Índice Small Cap (SMLL): o que é e como investir?

Uma das possibilidades de investimentos na bolsa de valores são as empresas de menor porte. As small caps são companhias que têm valor de mercado menor quando comparadas a outras grandes empresas listadas na B3.

Elas normalmente têm market share avaliado entre R$ 4 e R$ 6 bilhões de reais — bem menores do que as chamadas blue chips, que são as maiores empresas da bolsa. Uma das vantagens das companhias small caps é seu potencial de valorização no longo prazo.

Assim, muitos investidores buscam small caps para compor seu portfólio, a fim de potencializar seus ganhos – assumindo também riscos mais significativos. Mas, você sabia que existe um índice na bolsa composto apenas pelas ações small caps? Estamos falando do SMLL.

O assunto lhe interessa? Então continue a leitura para saber mais sobre o Índice Small Cap e como ele pode estar presentes nos seus investimentos!

O que é o SMLL?

O Índice Small Cap – ou SMLL – se apresenta como uma carteira teórica de ações — reunindo, especificamente, papéis de companhias de menor porte. Ele é composto por empresas com menor capitalização e acompanha os movimentos destes ativos no mercado.

Assim, observar o índice SMLL permite entender como o grupo de empresas small caps vêm se comportamento na bolsa brasileira. Ele facilita, portanto, a análise das ações – avaliando, por exemplo, se estão se valorizando ou se desvalorizando nos últimos tempos.

O SMLL tem lógica semelhante a outros índices utilizados na bolsa. É o caso do Índice Ibovespa, que reflete as ações mais negociadas na renda variável — geralmente, blue chips. Ele é uma carteira teórica que replica os movimentos dos papéis com maior volume de negociação no mercado.

Como as small caps não apresentam alta procura ou liquidez, elas costumam ficar fora do Ibovespa. Portanto, o índice não oferece informações muito relevantes para quem deseja investir em companhias com menor capitalização.

Nesse caso, sua atenção deve estar ao índice SMLL, que se refere especificamente às small caps. Logo, pode ser usado para observar o desempenho das ações e servir como benchmark para comparar os resultados da sua carteira.

Como o SMLL funciona?

O Índice Small Cap parte de critérios claros para escolher as empresas que terão suas ações acompanhadas pela carteira teórica. Um dos aspectos centrais é que a companhia precisa apresentar valor de mercado que não ultrapasse 15% em relação a todas as empresas da bolsa.

O número de empresas que compõem o índice não é limitado de forma rígida. A quantidade de companhias consideradas depende dos critérios estabelecidos pela B3. No site da instituição, é possível verificar quais ações compõem o índice.

Vale destacar que a composição não é sempre a mesma. A cada quadrimestre a bolsa reavalia o índice e pode modificar as companhias que fazem parte dele. Os ativos devem estar entre os mais negociados na bolsa — e são excluídas as ações negociadas a menos de R$ 1,00.

Além disso, nem todas apresentam a mesma participação no SMLL. Ou seja, o índice não considera todas as companhias com o mesmo peso na composição. No site da B3, o investidor também consegue ver o peso atribuído a cada empresa. 

Alguns exemplos de companhias que compunha o índice entre maio e agosto de 2020:

  • ABC Brasil;
  • Lojas Marisa;
  • Arezzo;
  • Azul;
  • Banco Inter;
  • Banrisul;
  • Centauro;
  • Ecorodovias;
  • Metalúrgica Gerdau;
  • Grendene.

Como investir em small caps?

Como você viu, o Índice Small Cap é uma carteira teórica de ações na bolsa. Ou seja, não é possível investir diretamente nele. O intuito do SMLL é oferecer informações para quem deseja acompanhar o desempenho de determinadas empresas.

Contudo, é sim possível investir tendo o SMLL como referência. A principal possibilidade é se tornar investidor do ETF SMAL11. ETFs (ou Exchange Traded Funds) são fundos de índices que têm o objetivo de replicar a rentabilidade de algum índice da bolsa.

Assim, o ETF SMAL11 busca refletir rendimentos próximos ao do SMLL. Isto é, ele realiza investimentos em small caps de forma a acompanhar as subidas do índice ao longo do tempo — mantendo-se bem próximo a ele.

Podem existir outros ETFs que repliquem o índice small caps, mas o SMAL11 é o mais antigo e conhecido deles. Ele foi criado em 2008 e é administrado pela gestora BlackRock.

Outras possibilidades

Além do ETF, há também outras formas de investir em small caps. Uma delas é adquirindo cotas de fundos de investimentos que têm empresas de menor capitalização no portfólio. É mais uma opção de investimento indireto.

Por fim, claro, é possível adquirir diretamente as ações de companhias small caps. Ao fazer isso, você não conta com a gestão profissional encontrada nos ETFs e fundos de investimentos, mas têm liberdade para fazer suas escolhas. E pode obter retornos muito mais interessantes.

 A diversificação entre as diversas opções para investir em small caps também pode ser interessante, a depender do seu perfil e dos seus objetivos na bolsa de valores.

Quais são as vantagens do Índice Small Cap?

Acompanhar o Índice Small Cap e investir em empresas com menor capitalização pode apresentar algumas vantagens, mesmo quando comparadas a companhias de maior solidez e capital no mercado. 

Confira alguns destes benefícios a seguir!

Potencial de valorização

Um dos principais diferenciais das small caps quando comparadas às mid caps ou blue chips (empresas de médio e grande porte, respectivamente) é o potencial de valorização que elas apresentam.

Como são empresas menores, muitas delas estão em fase de crescimento no mercado e fazem investimentos frequentes para crescer e ocupar mais espaço diante da concorrência. Com isso, em médio e longo prazo as ações podem se valorizar acima da média.

O fenômeno pode ser visto ao comparar o Índice Small Cap com o Ibovespa, por exemplo. Em 2019, o SMLL apresentou uma valorização de 58,2%, enquanto o índice que acompanha as ações mais negociadas da bolsa teve uma valorização menor (31,6%).

Custos e aportes menores

Outra vantagem de investir em Índice Small Cap — seja por meio de ETFs que replicam o Índice Small Cap ou adquirindo as ações diretamente — são os custos menores. De forma geral, os papéis dessas empresas custam menos na comparação com ações de grandes companhias.

Além disso, caso invista em ETFs, você adquire participação na valorização de dezenas de empresas que compõem o índice de maneira mais prática e barata. Afinal, comprar papéis de mais de 50 empresas de forma independente seria mais custoso.

Agora que você conhece o Índice Small Cap, qual sua opinião sobre o assunto? Ele é um benchmark relevante na sua carteira? 

Seja qual for sua opinião, lembre-se de que investir em small caps pode ser uma alternativa interessante para diversificação. Então considere seu perfil e as informações que trouxemos sobre o assunto para se decidir!

E você, gostou de conhecer mais sobre o índice de Small Caps (SMLL)? Quer saber como escolher as melhores small caps para seu portfólio de ações e conhecer outras oportunidades disponíveis na bolsa de valores? 

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Você sabe quais são e como investir nas small caps da bolsa de valores?

Ao entrar na bolsa de valores você se depara com centenas de empresas. E pode ser bem complexo analisá-las e decidir onde investir. Uma dica para facilitar o processo é compreender as companhias a partir do tipo (ou tamanho) de cada uma delas – como no caso das small caps.

Por exemplo, identificando quais são as small caps, mid caps e blue chips da bolsa você consegue entender as características de cada grupo e saber qual deles lhe interessa mais. Então, que tal entender melhor o assunto?

Neste post você acompanhará tudo o que precisa saber sobre as ações small caps, entenderá melhor o seu funcionamento e descobrirá como investir nestes papéis na bolsa de valores. 

Confira!

O que são as small caps?

Começamos pela definição. As small caps são um tipo de empresa listada na bolsa de valores. O termo faz referência ao porte da companhia. Empresas de menor porte são consideradas small, as médias são mid e as maiores são as chamadas blue chips (ou large caps).

Embora não haja um limite específico para diferenciar os grupos, as small caps são geralmente consideradas as empresas que apresentam um valor de mercado entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões. Então, as companhias de menor valor de capitalização na bolsa entram nessa classificação.

Normalmente, as small caps representam negócios que estão em crescimento — portanto, reinvestem frequentemente os lucros e podem apresentar uma valorização a longo prazo, de acordo com o espaço que forem conquistando no mercado.

De outro lado, por serem empresas menores e, muitas vezes, menos conhecidas do que as grandes companhias, é normal que suas ações não tenham tanta procura. Assim, o volume de negociação — e, consequentemente, a liquidez — costumam ser menores quando se trata de small caps.

As maiores empresas listadas na bolsa, por outro lado, são as blue chips ou large caps. Elas geralmente são as que apresentam maior volume de negociação e liquidez, pois representam companhias que são bastante conhecidas e consolidadas no Brasil.

Quais são as small caps da bolsa de valores?

Embora as blue chips sejam reconhecidas por seu porte e, muitas vezes, pela solidez do negócio no mercado, isso não significa que as small caps sejam sempre empresas desconhecidas. Muitas companhias que recebem atenção em seu setor têm valor de capitalização mais baixo.

Um exemplo relevante na área de varejo é o da Magazine Luiza. A empresa ganhou atenção nos últimos anos devido à grande valorização de suas ações. E poucos investidores sabem que MGLU3 era, poucos anos atrás, uma das small caps do mercado brasileiro. 

Em julho de 2020, no entanto, o valor de mercado da companhia ultrapassava R$ 120 bilhões. Impressionante, não é?

Há exemplos de small caps que são bastante conhecidas em seus setores e costumam receber uma atenção significativa na bolsa. Falando ainda sobre o setor de varejo, podemos destacar a Via Varejo (VVAR3). A dona de marcas como Casas Bahia e Ponto Frio, ficou um bom tempo sob o controle do Grupo Pão de Açúcar. Desde a saída do grupo, a companhia vem atravessando um processo de turnaround, elevando as expectativas do mercado.

No setor de petróleo e gás, há dois bons exemplos de small caps. O primeiro refere-se a Enauta Participações (ENAT3), com mais de 20 anos de experiência na exploração de óleo e gás. Por fim, a PetroRio (PRIO3) mantém seu foco no investimento e na recuperação de ativos em produção, sendo especializada na gestão eficiente de reservatórios e no redesenvolvimento de campos de exploração maduros.

Uma das companhias que vem se destacando pelos bons resultados nos últimos trimestres é a Minerva (BEEF3). A empresa é atualmente uma das líderes de produção e comercialização de carne, exportação de gado vivo e de processamento de carnes bovina, suína e aves na América Latina.

No setor elétrico, os destaques ficam com Copel (CPLE6) e Energias do Brasil (ENBR3). Enquanto a primeira é uma companhia estatal controlada pelo Governo do Estado do Paraná, a segunda encontra-se sob controle da elétrica portuguesa Energias de Portugal.

Por fim, algumas small caps que merecem reconhecimento, mas que atuam em segmentos diferentes, são: Qualicorp (QUAL3), Movida (MOVI3) e Banco Inter (BIDI4).

A Qualicorp é um grupo empresarial e líder na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Já a Movida está entre as maiores companhias de aluguel de veículos do Brasil, sendo a terceira maior em termos de frota e receita. E o Banco Inter, carrega a marca de ter sido o primeiro banco 100% do Brasil a oferecer conta isenta de tarifas, passando de financeira para banco múltiplo com capital aberto na bolsa brasileira.

Abaixo, encontra-se o gráfico de rentabilidade acumulada das empresas citadas nos últimos 24 meses.

O grande destaque do período ficou com Banco Inter, com suas ações se valorizando 623,38%. Em seguida, há PRIO3 e CPLE6, com 400,76% e 247,01% de ganho acumulado. Movida e Via Varejo vêm na sequência com 195,32% e 185,31%. Por fim, BEEF3, QUAL3 e ENBR3 obtiveram uma performances de 92,69%, 70,57% e 46,99%, respectivamente. Somente as ações de Enauta que apresentaram desvalorização, com 7,18% negativos. Como comparação, o Ibovespa obteve um desempenho de 30,81% no período.

Como acompanhar as small caps na bolsa?

Os investidores da renda variável geralmente estão familiarizados com o Ibovespa. Ele é o índice que reúne as ações das empresas mais negociadas na bolsa. E, por isso, ajuda os investidores a avaliar como o mercado brasileiro vem se comportando — se ele vem subindo ou caindo, por exemplo.

Entretanto, o Ibovespa não costuma oferecer informações específicas sobre as small caps. Afinal, a maioria das empresas que compõem o índice são blue chips.

Então, como ter informações mais precisas sobre o comportamento das companhias de menor capital? Há um índice próprio para elas: o SMLL. É ele que acompanha os movimentos das ações small na bolsa. 

Inclusive, vale a pena ressaltar que, assim como é possível investir em modalidades de investimento que replicam o índice Ibovespa (como o ETF BOVA11), também existe esta possibilidade em relação ao índice SMLL. 

Quem deseja se expor às movimentações das small caps, portanto, pode compor uma carteira de ações deste tipo ou investir por meio do ETF (Exchange Traded Fund) SMAL11, que busca replicar o índice SMLL.

Vale a pena investir em small caps?

Agora você já sabe o que são as small caps e como elas funcionam. E descobriu que é possível investir nestes papéis tanto negociando as ações de uma empresa diretamente ou procurando fundos de investimentos ou ETF que visem companhias do tipo.

Mas, será vantajoso fazer o investimento em empresas de menor capital? As small caps podem apresentar vantagens interessantes aos investidores. Diante delas, cabe a cada investidor avaliar se são opções atrativas para seu caso.

Uma das principais vantagens das small caps é a possibilidade de valorização acima da média. Como você viu, as companhias são de menor porte e podem estar em fase de crescimento. Assim, há a chance de que o preço das ações avance bastante no médio e longo prazo.

Esta é uma diferença relevante em relação às empresas de maior capital — que, geralmente, já conquistaram um espaço no mercado e não apresentam tanto potencial de crescimento. Então, os ganhos podem ser maiores com small caps.

Entretanto, todo investidor deve saber que as possibilidades de lucro acima da média são acompanhadas por riscos mais significativos. Com as small caps não seria diferente. Por serem empresas menores, elas geralmente não apresentam tanta solidez quanto grandes companhias.

Como investir em small caps?

Se você considerar que as small caps são um bom investimento para sua carteira, não deixe de seguir alguns cuidados importantes para fazer boas escolhas. Em primeiro lugar, lembre que cada empresa é única.

Logo, não é por se classificar em um grupo que ela terá comportamento previsível. Nem toda small caps apresenta, necessariamente, bons potenciais de valorização, por exemplo. É preciso analisar individualmente as características do negócio. 

Por esse motivo, pode valer mais a pena compor uma carteira de small caps escolhendo cada ativo que fará parte dela. Além disso, adquirir os papéis de forma autônoma poderá lhe trazer melhores resultados.

Então, busque ter estratégias de análise — como a fundamentalista — para observar aspectos relevantes antes de investir. Além disso, procure informações de qualidade sobre a companhia. Nem sempre é fácil encontrá-las – especialmente no caso de negócios mais novos, mas elas são essenciais.

E você, gostou de conhecer mais sobre as empresas de menor capital na bolsa? Quer saber como escolher as melhores small caps para seu portfólio de ações e conhecer outras oportunidades disponíveis na bolsa de valores? 

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Além disso, você também tem acesso às carteiras: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações. 

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Fundos de investimentos imobiliários: o que são e como investir em FII?

Os fundos de investimentos imobiliários ou FIIs são uma das modalidades de investimentos coletivos do mercado. Existem diferentes fundos disponíveis — como os fundos de ações, renda fixa, cambiais e, claro, os FIIs. 

Cada tipo de fundo é caracterizado por focar em determinados ativos em seu portfólio. Para investir por meio deste veículo de investimento, é preciso comprar cotas. E os resultados financeiros conquistados pelo fundo são compartilhados com os cotistas – de acordo com o percentual que cada um investiu. 

O portfólio do fundo é composto por um gestor profissional. Assim, esta modalidade pode ser uma alternativa interessante para quem busca por facilidade e acessibilidade na hora de investir no mercado financeiro.  Nos fundos imobiliários, as vantagens se repetem – mas há algumas especificidades que podem agradar a diversos investidores. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura para conhecer mais detalhes sobre os FIIs e descobrir como investir em fundos de investimentos imobiliários!

O que são fundos de investimentos imobiliários?

Na introdução deste artigo você aprendeu algumas informações básicas sobre o funcionamento dos  fundos de investimentos. Entendendo a lógica deles, fica fácil saber que FIIs têm como foco o setor imobiliário, certo? O objetivo, então, é obter lucro com negociações realizadas no mercado de imóveis.

Os fundos imobiliários podem negociar diretamente a propriedade de imóveis — vendendo ou alugando bens físicos, por exemplo. Mas eles podem também envolver outros tipos de operações no mercado financeiro.

Os FIIs que negociam imóveis físicos são chamados de fundos de tijolos. Outro tipo comum é o fundo de papel, cujos investimentos se dão em títulos de renda fixa ligados ao mercado (como Certificados de Recebíveis Imobiliários). 

Existe, ainda, um terceiro tipo bastante comum: os fundos de fundos. O portfólio deles é composto por cotas de outros FIIs. Ou seja, o gestor de um fundo desse tipo analisa os FIIs disponíveis e adquire cotas deles para diversificar a carteira participar dos lucros destes outros fundos.

Como os FIIs funcionam?

O funcionamento básico dos fundos imobiliários é semelhante aos outros fundos. Há uma instituição responsável por criar o fundo e emitir as cotas dele. Então, os investidores se tornam cotistas a partir da compra de cotas e têm direito aos eventuais ganhos.

O fundo é organizado por um gestor — que é um investidor profissional e toma as decisões relevantes acerca das aplicações do fundo. Ou seja, da compra e venda de ativos. O cotista não participa das escolhas de investimento, ele apenas recebe a participação nos lucros do portfólio.

Uma particularidade em relação aos fundos de investimentos imobiliários é que eles têm suas cotas negociadas na bolsa de valores. A maioria dos demais tipos de fundos negociam as cotas nas plataformas das corretoras de valores ou bancos de investimento.

Por serem listados na bolsa, os FIIs apresentam boa liquidez. Isto é, é possível vender suas cotas quando quiser, emitindo uma boleta de venda no home broker e esperando que outro investidor interessado as compre.

Outra característica é que as cotas dos FIIs podem aumentar ou baixar de valor, dependendo dos movimentos do mercado financeiro na renda variável – e, claro, do setor imobiliário. Portanto, o investidor tem a possibilidade de lucrar ao vender suas cotas por um preço mais alto.

É claro que o contrário também pode acontecer. Em alguns casos, as cotas podem estar valendo menos do que quando você as comprou. Então, existe o risco de prejuízo, caso você opte por se desfazer delas em um momento de baixa.

Quais são as vantagens do investimento?

Os fundos imobiliários apresentam algumas vantagens interessantes para os investidores. Confira quais são elas e veja se o investimento pode lhe interessar!

Praticidade

Muitos brasileiros desejam investir no mercado imobiliário por enxergarem benefícios neste setor. Especialmente em um cenário de aquecimento econômico, que aumenta a busca por aluguéis e compra de imóveis.

Entretanto, investir diretamente em um imóvel envolve alta quantia de dinheiro — além de grande burocracia. Quem já comprou uma casa ou apartamento já teve esta experiência. Imagine, então, como seria difícil adquirir um shopping ou prédio comercial?

Por meio de um FII, o investimento em empreendimentos de grande porte se torna mais prático e acessível. Afinal, ao adquirir cotas, o investidor pode participar dos lucros sem despender muito dinheiro.

Diversificação

Mais uma vantagem de investir em fundos imobiliários é poder diversificar sua carteira. De modo geral, os fundos têm um portfólio composto por vários ativos. Um fundo de tijolos, por exemplo, pode ter shoppings em diversas cidades do país.

Com isso, é possível usufruir de mais segurança em relação aos riscos de vacância, já que são regiões diferentes. A rentabilidade também se torna atrativa, pois o fundo diversifica as escolhas e recebe lucro de diversos locais.

Dividendos

Um dos pontos que mais atrai investidores para os fundos de investimentos imobiliários é a possibilidade de receber uma renda passiva, gerada pela distribuição de rendimentos. Os FIIs são obrigados a compartilhar um alto percentual de seus lucros com os cotistas.

Logo, os dividendos são frequentes (geralmente, mensais) e oferecem ao investidor ganhos constantes. Você pode utilizar a renda da maneira como quiser ou pode reinvestir os proventos, impulsionando ainda mais a construção do seu patrimônio.

Nesse sentido, ganham atenção especial os fundos de tijolos voltados ao aluguel de imóveis. Eles podem investir em galpões, hospitais, faculdades, shoppings e prédios comerciais. Assim, recebem aluguéis mensais dos inquilinos e compartilham o lucro com os cotistas.

Vale destacar, ainda, que o recebimento de dividendos por meio dos FIIs é isento de Imposto de Renda. A venda das cotas, no entanto, é tributada.

Como investir em FIIs?

Você ficou interessada para investir em FIIs? Eles podem ser alternativas adequadas para investidores moderados e arrojados – que queiram investir no setor imobiliário e se expor aos riscos da renda variável. Logo, é importante lembrar que estes são investimentos de risco.

Ainda assim, eles costumam apresentar estabilidade maior do que o investimento em ações, por exemplo. Por isso, eles podem ser uma opção interessante para quem deseja entrar na renda variável, mas busca por uma segurança um pouco maior neste ambiente.

De modo geral, os fundos de investimentos imobiliários se adequam bem às pessoas que procuram por possibilidades de renda passiva. Como você viu, os dividendos são compartilhados frequentemente – fazendo com que você receba dinheiro periodicamente na sua conta.

Aprendendo a investir em fundos imobiliários

Se o seu perfil e objetivos combinam com as oportunidades dos FIIs, é hora de aprender como investir neles. Na verdade, é bem simples. As cotas são negociadas na bolsa, então basta acessar o home broker e emitir uma ordem de compra das cotas.

Os fundos imobiliários são identificados com tickers correspondentes — normalmente, eles são compostos por quatro letras seguidas do número 11. Ao digitar o código, você consegue comprar ou vender as cotas no mercado.

Mas lembre-se de que existem inúmeros FIIs disponíveis. Então, vale a pena pesquisar sobre eles antes de escolher aqueles que lhe interessam. Atente para o tipo de fundo e para o portfólio de cada um. Também é interessante analisar o histórico de rentabilidade conquistada por ele e o perfil do gestor.

Ao colocar estas dicas em prática, você conseguirá encontrar fundos de investimentos imobiliários que se adequam melhor aos seus objetivos. Certamente os FIIs podem trazer resultados consistentes para sua carteira, caso se encaixem bem na sua estratégia. 

Agora, se você tem interesse em montar uma carteira de investimento de Fundos Imobiliários e contar com a ajuda de especialistas, conheça o Top Fundos de Investimentos. Com ele, você recebe relatórios e análises completas dos principais FIIs do mercado, além de ter acesso a fundos de Renda Fixa, Multimercado, Ações, Previdência e Internacionais para diversificar suas aplicações. 

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Como analisar os dividendos das ações? Descubra!

Quem já tem algum conhecimento sobre o mercado financeiro e investimento em ações provavelmente conhece o conceito de dividendos. Ele se refere à distribuição de lucros das empresas listadas em bolsa.

Assim, elas separam uma parcela de seu lucro líquido e compartilham com as acionistas, de acordo com a proporção de ações que cada um possui. Focar nos proventos, inclusive, costuma ser uma estratégia valorizada por quem deseja ter uma renda passiva.

Mas como analisar os dividendos das ações? Você sabe o que considerar para escolher as empresas que pagam bons proventos? Continue a leitura e descubra a resposta!

Como funciona o pagamento de dividendos?

Depois de conhecer o conceito de dividendos, é importante entender como funciona o pagamento deles. Compreendendo o processo de distribuição do lucro, o investidor tem mais informações para analisar empresas e tomar decisões na bolsa.

Saiba mais a seguir:

Percentual distribuído 

Como você sabe, o lucro das empresas é o dinheiro gerado em suas operações — depois de pagar os custos do negócio. As informações sobre o percentual distribuído com os acionistas devem constar no estatuto da companhia.

De modo geral, as empresas optam por distribuir apenas uma parte do lucro com os investidores. Isso porque o montante total também serve para distribuição entre os sócios nominais do negócio e para reinvestir no próprio crescimento da empresa. 

Lucro apurado

Conferir as regras no estatuto é um cuidado relevante para o investidor. Mas não é suficiente saber o percentual que a empresa pretende distribuir. Também é importante identificar o lucro que está sendo conquistado. Afinal, os dividendos dependem diretamente dele.

Se não houver lucro, não há distribuição de dividendos. A não ser no caso de empresas que mantêm uma reserva financeira de lucro para distribuir aos acionistas mesmo em períodos de menor ganho. De qualquer forma, você pode ter informações sobre o lucro nos relatórios da companhia.

Recebimento de dividendos

O lucro pode ser distribuído em dinheiro ou na forma de novas ações. O período de distribuição fica a cargo de cada empresa e também deve constar no estatuto. Existem algumas possibilidades, como distribuição mensal, trimestral, semestral ou anual.

Ainda sobre o recebimento dos dividendos em ações, é importante ter atenção com quatro conceitos relacionados às datas:

  • Data de declaração: diz respeito ao dia em que a empresa anuncia a distribuição de dividendos, informando o valor e as demais datas;
  • Data de registro: nesse dia, a companhia registra os acionistas elegíveis a receber o lucro;
  • Data ex-dividendos: refere-se ao período a partir do qual novos investidores que adquirirem as ações não entram na distribuição atual de dividendos.
  • Data de pagamento: ela se refere ao dia em que ocorre a distribuição dos lucros.

Como analisar os dividendos das ações?

Até aqui você viu alguns conceitos e situações importantes para observar em relação aos dividendos distribuídos pelas empresas. Estes dados podem ser muito úteis na hora de decidir sobre quais ações comprar na bolsa. 

Mas, além disso, também existem dicas que ajudam os investidores a analisar as companhias de modo mais profundo quando o assunto é recebimento e distribuição de proventos

Veja quais são!

Conferir o dividend yield (DY)

Um dos indicadores mais utilizados para avaliar os benefícios de uma empresa em relação aos dividendos é o DY. Ele é um indicador múltiplo que relaciona o preço pago pela ação com os dividendos ligados a ela.

Seu cálculo parte da quantidade de dividendos por ação — que é dividida pelo preço da ação na bolsa. Logo, ele proporciona uma análise dos lucros projetados para o papel considerando os valores de negociação que ele tem no mercado no momento.

Isso significa que o DY pode mudar constantemente, a partir tanto das oscilações de preço na bolsa quanto dos dados sobre dividendos distribuídos recentemente pela companhia. 

Assim, ao comparar o dividend yield de várias ações, você consegue avaliar quais empresas são as maiores pagadoras no quesito.

Identificar o dividend payout

Apesar de importante, não é indicado que o DY seja visto como um indicador isolado. Na análise de ações, é sempre melhor avaliar diversos aspectos juntos, para ter maior embasamento nas suas escolhas.

Outro indicador relevante que se relacionada aos dividendos é o dividend payout. Ele apresenta um cálculo um pouco diferente. No caso, refere-se a divisão entre os dividendos pagos nos últimos 12 meses pelo lucro que cada ação teve no mesmo período.

Enquanto o DY faz uma relação entre o dividendo e o preço do papel, o payout complementa a análise ao mostrar a ligação entre o lucro e a distribuição de dividendos. Desse modo, você consegue ver se a divisão de lucros está sendo sustentável e se é interessante para o acionista.

Analisar os fundamentos das empresas

Ainda que o seu objetivo principal na bolsa seja receber dividendos no longo prazo, não se limite aos indicadores diretamente relacionados a eles para tomar suas decisões de investimentos. É importante, ainda, analisar a empresa como um todo.

Por quê? O motivo é que vale a pena se certificar de estar investindo em negócios sólidos e com boas perspectivas para o futuro. Afinal, mesmo que possa ter distribuído bons proventos agora ou no passado, não há garantias de que os lucros continuem em alta.

Então, além de pagar dividendos interessantes, a companhia também precisa ser bem gerida e apresentar resultados consistentes. Vale a pena analisar seus fundamentos e, inclusive, a resiliência que ela tem para passar por momentos econômicos difíceis.

Contar com serviço de análise

Como você viu, guiar-se apenas por um DY ou um payout alto não é o melhor caminho, pois há o risco de fazer uma análise superficial. Outro fator que também influencia na distribuição de dividendos é o setor da empresa.

Negócios em setores perenes não costumam demandar altos investimentos constantes. Então, eles apresentam lucro mais líquido e podem ter distribuição consistente. De outro lado, empresas novas ou em setores dinâmicos podem ter maiores demandas de reinvestimento.

Você quer saber como identificar as boas pagadoras de dividendos e saber avaliar as empresas para fazer boas escolhas na hora de investir? Nossa dica é contar com o serviço de análise especializado. Assim, é possível utilizar os conhecimentos de especialistas experientes no mercado para orientar seus investimentos. 

Para saber mais sobre esta alternativa, basta clicar aqui.

Seguindo as dicas deste post, ficará bem mais fácil encontrar as oportunidades na bolsa de valores para ter uma carteira sólida focada em dividendos. E, assim, você poderá aproveitar o melhor da renda passiva e conquistar sua independência financeira!

E você, quer começar a investir em ações para ganhar proventos e viver de renda? Então não deixe de conhecer o Invista em Ações, produto da Capitalizo que ajuda você, investidor, a ter uma carteira sólida focada em dividendos e no longo prazo. 

Com o Invista em Ações, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

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Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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IRB Brasil (IRBR3): receba nossa próxima recomendação de Médio Prazo

recomendação de médio prazo

O que está acontecendo com o IRB Brasil (IRBR3)?

Desde que Gestora Squadra Investimentos publicou sua carta de 184 páginas sobre as “inconsistências” da IRB Brasil, em fevereiro de 2020, a empresa tem vivido um verdadeiro ‘’inferno astral’’. A empresa, uma das queridinhas da Bolsa de Valores, virou o ‘’patinho feio’’, gerando uma série de dúvidas nos investidores e no mercado.

As ações de código IRBR3, acompanhando as incertezas do mercado e as notícias sobre a administração da empresa, chegaram a cair mais de 80% desde fevereiro. Quando consideramos a máxima das ações em janeiro (R$45,19) e a mínima de março (R$6,43), a queda é ainda maior, cerca de 85%. Ou seja, para se recuperar da queda entre esses dois meses as ações teriam que subir mais de 600%.

Em relação ao nosso posicionamento de longo prazo, estamos fora do papel (com convicção). Considerando as incertezas, além da quantidade de oportunidades que existem hoje no mercado, preferimos aguardar o novo posicionamento que a IRB terá no mercado.

Vale lembrar que, além da empresa não ter respondido de forma precisa todos os pontos colocados pela Squadra (e nem algumas questões que nós enviamos), a empresa passou por mais eventos importantes, tais como:

  • a diretoria da empresa havia informado que a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, tinha posição no IRB. O que foi negado por Buffett;
  • renúncia do então presidente executivo, José Carlos Cardoso, e do vice-presidente de finanças, Fernando Passos;
  • em 12 de março, ainda sem recuperação do caso Buffett e sem convencer os investidores de que sua contabilidade estava em ordem, a sede do IRB amanheceu com a Polícia Federal batendo à porta. A Operação Suitcase apura o envolvimento do ex-vice-presidente de finanças, Fernando Passos (demitido dias antes), em esquemas de corrupção ativa e passiva;
  • renúncia de conselheiros representantes do Bradesco e Itaú, que levantaram dúvidas a respeito da permanência dos bancos no controle da companhia;
  • retirada do guidance (projeções) de 2020 e possibilidade de alteração na política de dividendos;
  • postergação do anúncio dos Resultados do Primeiro Trimestre de 2020;
  • fiscalização da Susep, que submete a empresa a uma fiscalização especial, a fim de apurar as provisões técnicas;
  • anúncio dos resultados do Primeiro Trimestre, com queda no lucro de 92%, mas alta de 13% nos prêmios emitidos. Além disso, foram ajustados os balanços de 2018 e 2019;
  • anúncio do aumento de capital, que pode chegar até R$2,1 bilhões.

Esses eventos abalaram ainda mais a credibilidade da empresa perante o mercado e seus investidores. Vale lembrar que, além do cenário atual da IRB, estamos em meio de uma das maiores crises globias e o Brasil vive uma período de turbulência economia e política. Ou seja, o IRB sofre o impacto de três crises.

No curto/médio prazos as ações podem subir

Pensando no longo prazo, entendemos que existam ações mais interessantes do que IRBR3 neste momento. Porém, quando olhamos o ativo pensando no curto/médio prazo (2-6 meses), consideramos que IRB possa oferecer uma boa oportunidade de compra. Além das fortes quedas das ações, caso o fluxo de notícias deixe de ser tão negativo, as ações podem corresponder de maneira positiva. Ou seja, se o mercado ”exagerou” na queda, existe uma boa possibilidade de recuperação (mesmo que parcial) dos preços.

Para tanto, deveremos ter alguma recomendação nos papeis para operações de curto e médio prazo, utilizando nossa Estratégia do Rastreador de Tendências, com foco mais ‘’especulativo’’ e que usa a Análise Técnica (gráfico) para apontar os momentos de compra e venda das ações.

Vale ressaltar que, utilizando esta estratégia, havíamos recomendado a redução (venda de metade da posição) em IRBR3 a R$43,7 em janeiro, e o encerramento da operação da operação de compra a R$34,43 em fevereiro. De lá para cá, aguardamos um momento melhor para voltar ao papel.

Quer receber nossa próxima Recomendação de Médio Prazo em IRBR3?

Caso você queira receber nossa próxima recomendação de médio prazo nas ações IRBR3, clique aqui.

Além disso, disponibilizamos também o vídeo explicativo da operação:

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações Day Trade;
  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Livros sobre investimentos: conheça os melhores para impulsionar seu patrimônio!

O que você faz quando precisa adquirir conhecimento sobre um assunto? Procura pelo tema na internet, matricula-se em cursos, conversa com pessoas experientes e, provavelmente, lê livros renomados, certo?

Essas são as principais formas de aprender. Ler sobre a história de outras pessoas ou conhecer os ensinamentos que elas escrevem pode te ajudar a impulsionar suas escolhas no mercado financeiro.

Por isso, os livros sobre investimentos são fundamentais para quem deseja estudar e alcançar melhores resultados nos seus aportes. Confira então nossa lista com 8 das melhores obras sobre o assunto para investidores!

1. O Investidor Inteligente

Benjamin Graham é um dos maiores especialistas em investimento de longo prazo — sendo considerado o precursor da estratégia de buy and hold em ações. Então, o livro dele não poderia ficar de fora da lista, certo?

“O Investidor Inteligente” é uma obra essencial para quem deseja iniciar seus investimentos na renda variável ou já tem a experiência, mas deseja aprofundar conhecimentos. O autor aborda bastante a análise fundamentalista.

Assim, esta é uma forma de você aprender mais sobre como analisar ações e tomar suas decisões na bolsa, diversificando os investimentos com eficácia. Nada como aprender com grandes nomes do segmento, não é mesmo?

2. Segredos da Mente Milionária

O enriquecimento é um objetivo comum aos investidores. Quem não deseja aumentar seu patrimônio e conquistar a sonhada independência financeira – podendo viver só com os frutos da sua renda passiva?

A conquista do enriquecimento, contudo, não depende apenas de boas escolhas objetivas ao investir. É preciso também ficar atento ao que você pensa e como funciona sua mente e os seus hábitos.

É disso que trata um dos melhores livros sobre finanças e investimentos: “Segredos da Mente Milionária”, escrito por T. Harv Eker. O autor explora como as pessoas milionárias se diferenciam das outras. Então, ajuda o leitor a lidar melhor com seu dinheiro – e, claro, com seus investimentos.

3. Pai Rico Pai Pobre

Outro livro clássico para investidores é o “Pai Rico Pai Pobre”, de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter. Os autores escreveram uma obra que parte de experiências pessoais e tem o objetivo de falar sobre dinheiro de maneira didática.

O livro é permeado por exemplos e diagramas que facilitam a compreensão de alguns conceitos contábeis — como passivos e ativos. Sua ideia central é ensinar os leitores a construir uma vida mais próspera por meio da aquisição de ativos.

É uma obra essencial para quem deseja entender mais sobre empreendedorismo e construção de patrimônio. Um tema interessante abordado é sobre o fato de a principal diferença entre ricos e pobres não estar no quanto ganham, mas nas escolhas que fazem.

4. O Jeito Warren Buffett de Investir

Você provavelmente já ouviu falar em Warren Buffett. Ele é seguidor de Benjamin Graham e acabou se tornando uma lenda dos investimentos — enriquecendo incrivelmente a partir de boas decisões de longo prazo na bolsa de valores.

Os ensinamentos de Buffett são seguidos por muitas pessoas ao redor do mundo. Por isso, vale a pena ler um livro que resume a maneira como o grande investidor realiza suas escolhas. A obra foi escrita por Robert G. Hagstrom.

Que tal cuidar das finanças e investir utilizando as mesmas estratégias de um bilionário? Ao ler o livro, você consegue entender a filosofia de Buffet e conhecer 12 princípios que estão presentes em sua forma de tomar decisões.

5. Investimentos Inteligentes

Se você é um investidor iniciante e deseja uma obra didática, com exemplos práticos, que lhe auxilie a entender mais sobre o mercado financeiro e as escolhas que precisa fazer, Gustavo Cerbasi tem um livro para o seu caso.

É a obra “Investimentos Inteligentes”, lançada em 2013. Nela, o autor aborda um pouco sobre os desafios do investidor e oferece estratégias e dicas para evitar erros e avaliar os ativos com qualidade.

Cerbasi é um educador financeiro brasileiro com muitos anos de experiência em investimentos e consultoria a investidores. Logo, é mais uma leitura essencial para quem busca estratégias para aumentar o patrimônio a partir de bons investimentos.

6. Ações Comuns, Lucros Extraordinários

O próximo exemplo da nossa lista de livros sobre finanças e investimentos foi escrito por Philip Fisher e se tornou um grande clássico quando se fala sobre ações — alguns dos ativos mais complexos que você pode ter na sua carteira.

As pessoas que investem em ações precisam conhecer como elas funcionam e de quais maneiras é possível ter lucro com elas. No livro “Ações Comuns, Lucros Extraordinários”, você encontra informações essenciais sobre o mercado de ações.

Além disso, o autor elenca nada menos do que 15 aspectos que devem ser considerados na hora de escolher seus investimentos na renda variável. É possível, inclusive, entender o método que Fisher utilizou para avaliar as ações.

7. Os Axiomas de Zurique

Mais uma obra que vale a pena incluir na sua lista de próximas leituras é o livro “Os Axiomas de Zurique”, de Max Gunther. O autor partiu da análise de banqueiros suíços para escrever dicas de como ganhar dinheiro.

Apesar do contexto analisado ter sido o da Suíça, os ensinamentos propostos por Gunther podem ser aplicados em qualquer local. O livro traz 12 axiomas principais e 16 adicionais para falar sobre negócios e dinheiro.

É uma fonte de pesquisa interessante para especuladores da bolsa e para quem deseja tomar decisões com cada vez mais eficiência. Você aprenderá sobre riscos, padrões e volatilidade nos investimentos.

8. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar

Para finalizar nossa lista, mais um dos livros indispensáveis para investidores é de alguém da área de Psicologia. Daniel Kahneman foi ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2002, por pesquisar as finanças comportamentais.

No livro “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar”, o autor apresenta alguns dos aspectos principais de suas pesquisas. Com isso, ele elucida a maneira como sua mente processa informações e realiza decisões — ora intuitivas, ora racionais.

Afinal, entender o funcionamento do cérebro em ambos os contextos ajuda a saber como evitar conclusões irracionais nas suas finanças e nos seus investimentos. O livro traz exemplos práticos que facilitam a sua compreensão e tornam os conceitos palpáveis.

Você acabou de acompanhar a nossa lista com 8 dos melhores livros sobre investimentos. Sem dúvida, vale a pena ter contato com estas obras para avaliar como elas podem ser úteis nas suas decisões. 

Assim, é possível contar com ensinamentos de grandes autores e nomes do mercado para cuidar cada vez melhor das suas finanças e fazer bons investimentos!

E que tal colocar sua aprendizagem em prática e fazer investimentos mais sólidos no mercado? Com o Capitalizo Completo você monta uma carteira diversificada de investimentos, que vão desde renda fica à variável. 

Além disso, você tem acesso a todos os produtos da Capitalizo e as melhores recomendações e análises do mercado para investir em ações, fundos de investimentos e títulos de renda fixa! Acesse agora e comece a impulsionar seu patrimônio.

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Empresas com receita em dólar, vale a pena investir?

Empresas com receita em dólar

Ao estudarmos as empresas com capital aberto na Bolsa de Valores, nos deparamos com uma forte presença de companhias multinacionais, que possuem suas atividades e seus mercados espalhados por várias regiões do planeta. Portanto, seus ganhos podem se dar através das mais variadas moedas possíveis.

Tratando-se de moedas, não há como não pensarmos no dólar, que já é, há algum tempo, a moeda utilizada como “padrão” para negociações internacionais.

Observando mais especificamente as companhias brasileiras, vemos muitos exemplos de empresas que possuem parte de suas receitas dolarizadas, ou seja, em função do dólar americano. Isto tende a trazer certos benefícios e riscos que devem ser levados em consideração.

Quais as Vantagens de Possuir Receitas Dolarizadas?

Como primeira vantagem, merece destaque a diversificação. O fato de uma empresa brasileira possuir parte de suas receitas atreladas ao dólar indica que a mesma detém seus mercados localizados ao redor do mundo. Isto pode ser encarado como um grande aliado para que a companhia busque expandir ainda mais seus horizontes de atuação, ganhando novos mercados e, consequentemente, agregando valor ao seu fluxo de receitas.

A diversificação também pode ser benéfica em momentos de crise, principalmente se estas forem pontuais em determinadas regiões ou países. Por exemplo, muitas empresas que possuem parte de seus mercados localizados fora do Brasil, acabaram por sofrer menos os impactos de nossa recessão entre 2015 e 2017, dado que a demanda lá fora não foi afetada.

Outra vantagem da dolarização está ligada ao próprio dólar. Como comentado, o dólar americano é a “moeda padrão” das negociações na maioria dos países. E quando comparado ao nosso Real, vemos o quão forte o dólar se mostra, sofrendo com menores efeitos de desvalorização.

Por fim, e ainda na linha da desvalorização, podemos destacar a importância de se haver receitas dolarizadas em meio a variações do nosso câmbio. Em momentos de enfraquecimento do Real, estas empresas podem ser beneficiadas.

Existem Riscos?

Sim, e o principal deles é a própria variação do câmbio. A maioria destas companhias utilizam instrumentos derivativos para suavizar os impactos das oscilações cambiais, tanto em casos de valorização quanto em desvalorização.

Em caso de súbita alta do dólar, por exemplo, esses instrumentos derivativos podem gerar fortes efeitos negativos nos resultados financeiros das empresas.

Entretanto, vale ressaltar que esses instrumentos são importantes para contrapor alguns ganhos que por ventura venham a distorcer os resultados. Alguns destes ganhos podem ter sido gerados simplesmente pelo fortalecimento do dólar, e não devido a possíveis melhorias operacionais promovidas pela companhia.

Exemplos de Empresas com Receitas em Dólar

No Brasil, existem alguns setores que costumam apresentar forte dolarização, como por exemplo o de alimentos e bebidas, metal mecânico, de siderurgia e de moda. Para cada um destes setores, podemos extrair algumas empresas, como: Minerva, Marfrig, Weg e Alpargatas.

A Minerva (BEEF3) é uma das maiores produtoras de carnes in natura e seus derivados na América do Sul, atuando também na exportação de gado vivo e no processamento de carne bovina, suína e de aves. Cerca de 43% das receitas da companhia advém das operações no Paraguai, Argentina, Uruguai e Colômbia.

A Marfrig (MRFG3) é a segunda maior produtora de carne bovina do mundo, com uma plataforma de produção diversificada nas Américas. Em torno de 72% de suas receitas resultam das operações na América do Norte, por exemplo.

A Weg (WEGE3) é uma companhia de carácter global, voltada para o desenvolvimento e produção de equipamentos eletroeletrônicos, com destaque para as soluções em máquinas elétricas, de automação e tintas. No caso da Weg, cerca de 54% de suas receitas são oriundas do mercado externo.

A Alpargatas (ALPA4) é uma das maiores empresas voltadas para a comercialização de calçados do Brasil, detendo em seu portfólio cinco diferentes marcas, sendo uma delas a Havaianas. Os negócios internacionais da companhia representam mais de 26% das receitas.

Vale lembrar que, além da nossa Carteira de Ações Internacionais, cerca de 40% das nossas recomendações de longo prazo possuem algum tipo de receita em dólar ou operações no exterior.

Rentabilidade das Ações na B3

O gráfico abaixo apresenta a rentabilidade das ações das cinco companhias citadas, nos últimos 12 meses, em comparação com o índice Bovespa:

Nos últimos 12 meses, temos: ALPA4 com alta de +37,9%, BEEF3 com valorização de +63,55%, MRFG3 que subiu +138,36% e, finalmente,  WEGE3 que teve expressiva valorização de +199,86%.

No mesmo período, o Ibovespa teve queda de -1,59%, enquanto o dólar subiu +38,09%.

Por fim, cabe ressaltar que o simples fato da empresa deter parte de suas receitas dolarizada não é garantia de bons resultados. Portanto, antes da realização dos investimentos, torna-se recomendado um intenso estudo a respeito das companhias, o que pode ser auxiliado com o acompanhamento de especialistas.

Quer receber as melhores recomendações de ações para montar sua carteira de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raiz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo e Avaliação dos seus investimentos

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CSHG Logística (HGLG11): fundo imobiliário de galpões logísticos

O CSHG Logística (HGLG11) é um Fundo Imobiliário com o objetivo auferir ganhos pela aquisição e locação, predominante, de galpões logísticos industriais. Fundado em 2010 pela gestora Credit Suisse, ele possui empreendimentos em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

A carteira consolidada do CSHG Logística é composta por 86,4% de imóveis, divididos em onze empreendimentos, e 9,1% aplicado em fundos de renda fixa e títulos públicos federais indexados à taxa Selic (LFT) e o restante em CRIs e LCIs. O total do seu patrimônio é avaliado em R$1,6 bilhão.

Em relação ao rendimento dos seus cotistas, o retorno acumulado dos últimos 12 meses foi de 25,38%, contra 3,80% do IFIX no mesmo período. Nestes meses, foi distribuído, em média, R$0,77 em dividendos por cota. Podemos analisar melhor o retorno do Fundo no gráfico abaixo:

O CSHG Logística FII conta com uma gestão profissional, focada no crescimento do fundo e geração de valor aos cotistas. Suas cotas, de código HGLG11, foram negociadas em todos os pregões, refletindo a qualidade do fundo. Portanto, se quiser saber mais detalhes e analisar se o CSHG Logística é uma boa escolha para seus investimentos, acesse nosso relatório completo do Fundo Imobiliário. 

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