Retração de Fibonacci: o que é e como usar este indicador?

Será que o padrão de nascimento de coelhos, as obras artísticas e o mercado financeiro têm algo em comum? Pode parecer bem estranho falar isso, mas os três contextos — e muitos outros — têm relação com a sequência Fibonacci.

Ela representa um modelo matemático simples, no qual cada número da sequência corresponde à soma dos dois números anteriores a ele. Apesar da aparente simplicidade, há utilidade para ela nas ciências da computação, no design, na teoria de jogos e até mesmo na bolsa de valores.

Na especulação, a chamada retração de Fibonacci é utilizada por alguns analistas e por investidores para perceber possíveis tendências nos ativos. Veja a seguir o que é e como usar o indicador na bolsa!

O que é a retração de Fibonacci?

A retração de Fibonacci é o nome dado a um indicador utilizado na análise de ativos e derivativos por especuladores. Ele pode ser usado em conjunto com a análise técnica para tentar identificar padrões no comportamento dos preços no mercado de renda variável.

As projeções de Fibonacci são dinâmicas. Assim, podem ser úteis para compreender os ciclos de movimentação da bolsa de valores no curto prazo. Para entender mais sobre como ela é usada no trade, é preciso conhecer a série Fibonacci.

Série Fibonacci

A série Fibonacci é um conceito da matemática, desenvolvido por Leonardo Pisano Bigollo. Ele foi um matemático Italiano do século XII. Analisando alguns fenômenos da natureza, Leonardo chegou a uma sequência numérica de “razão ouro”.

Basicamente, trata-se de uma série de números que se inicia no número 0 e cujo número seguinte será sempre a soma dos dois anteriores a ele. Por exemplo:

0 – 1 – 1 – 2 – 3 – 5 – 8 – 13 – 21 – 34 – 55 – 89…

Outra característica da sequência é que a razão entre dois números dela é chamada de Phi e corresponde a 1,618. Assim, qualquer número dividido pelo anterior alcançará um resultado próximo a esse.

A série Fibonacci representa o equilíbrio perfeito, por causa de sua razão constante. Além de ser analisada em fenômenos naturais, ela pode ser encontrada em diversas obras de arte ou arquitetura. Por exemplo, os trabalhos de Leonardo da Vinci e as pirâmides do Egito.

Fibonacci e a especulação financeira

Como você viu, a série de Fibonacci não tem origem ou relação específica com os investimentos ou a especulação na bolsa. Mas a sequência e a razão ouro são aplicadas de maneira inversa para analisar os padrões de reversão de preços na renda variável.

A razão considerada é de 0,618 e a sequência numérica é entendida por especuladores como um indicador para níveis de suporte e resistência no gráfico. A sequência considerada para o equilíbrio perfeito é expressa em porcentagens. Por exemplo: 100%, 61,8%, 50%, 38,2%, 23,6% e 0%.

Como a retração de Fibonacci funciona?

Como você viu, a sequência de Fibonacci aplicada à especulação considera porcentagens. A ideia é que ela expresse o movimento dos preços na bolsa de valores — que, de modo geral, sofrem uma retração em algum momento e depois voltam a se mover na tendência.

Esse ciclo visto no mercado é a base para o conceito de retração de Fibonacci. Ele representa, então, o momento ou intervalo em que a bolsa retrocede e apresenta uma mudança de tendência no preço.

O uso da sequência por especuladores possibilita simplificar a análise do mercado financeiro e identificar as chamadas zonas de alerta. Normalmente, são considerados pontos de alerta as porcentagens representadas por 23,6%, 38,2% e 61,8%.

Além disso, há algumas interpretações para os possíveis pontos de reversão no movimento. Por exemplo, na zona de 6% há uma movimentação leve, mas rápida. Na de 23% é possível observar uma retração leve, revertendo a tendência.

Já as retrações que acontecem no ponto de 38,2% são consideradas moderadas. Na zona de 62% há retrações fortes, mais raras do que as outras. Elas podem trazer oportunidades interessantes na especulação. Por isso, são conhecidas como “retração de ouro”.

Para alguns especuladores, a retração de Fibonacci é aliada à Teoria de Dow na análise dos preços. Assim, é comum que eles avaliem também os pontos 50%, 76,4% e 100% como importantes.

Como calcular? 

Como você viu, existem maneiras diferentes de interpretar a retração de Fibonacci na especulação. É interessante se aprofundar sobre o assunto e identificar quais seriam suas preferências, caso queira colocá-la em prática nas suas análises.

Calcular a retração de Fibonacci é algo simples. O trader só precisa ter acesso ao gráfico de um ativo ou derivativo e analisar os movimentos de preços. O cálculo pode ser feito de maneira automática pela plataforma da renda variável, na ferramenta chamada “retração de Fibonacci”.

Basta que você selecione o início e o fim do movimento que deseja avaliar. Então, o sistema lhe mostra a linha de Fibonacci para aquele ativo. Depois, é possível interpretar os dados segundo as porcentagens vistas.

Em um exemplo prático, considere a análise de uma ação que teve preço inicial de R$ 20,00 e passou para R$ 30,00. Aplicando a sequência, 100% é o ponto mais baixo (R$ 20,00) e 0 é o mais alto (R$30,00). As linhas de suporte podem ser encontradas em 38,2% e 61,8% (zona de ouro).

Vale ressaltar, no entanto, que as razões de Fibonacci superam os 100% sempre que preciso. Ou seja, é possível haver retrações superiores a 100%.

Quando utilizar a retração de Fibonacci?

A aplicação das ideias matemáticas da retração de Fibonacci na especulação tem o objetivo de ajudar o trader a identificar padrões comportamentais nos preços de ativos e derivativos. Especificamente, pontos de resistência ou suporte.

Assim, a ferramenta pode ser útil para lhe mostrar zonas onde os preços estão apresentando tendência de mudança. Logo, oportunidades para montar operações de especulação e lucrar com a oscilação da bolsa.

A retração de Fibonacci pode ser utilizada para analisar qualquer tipo de ativo ou derivativo na renda variável. As chamadas zonas de alerta podem lhe indicar pontos de entrada para negociações de trade.

Contudo, vale a pena ter atenção ao utilizar os valores matemáticos para especular. Como você viu, ele oferece uma análise simplificada. Portanto, é importante não basear suas decisões apenas no indicador da retração de Fibonacci.

Tenha uma estratégia de análise técnica eficiente e um bom manejo de risco para especular com mais segurança. Fazer análises equivocadas pode gerar prejuízos significativos. Então, é preciso ficar atento.

___

Quer ser um trader e um investidor bem sucedido? Conheça o Full Trader, o produto mais completo da Capitalizo para quem deseja investir em ações!

Com ele, você tem acesso ao pregão ao vivo com a venda e compra de ativos em tempo real para suas operações de Day Trade. Além disso, receba relatórios e análises para investimentos de buy&hold, swing trade, position trade, rastreador de tendências (técnica exclusiva) e muito mais.

Acesse agora e comece a impulsionar de vez seus investimentos.

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.


Ranking de Preço Lucro (P/L)

Ranking de Preço Lucro

Realizamos um estudo com ações listadas na B3 para identificar as mais baratas em relação ao seu lucro. Dessa forma, formamos um Ranking de Preço Lucro (P/L).

O P/L é o tempo que a ação leva para “devolver” ao investidor o valor pago por ela. Abaixo temos o cálculo:

P/L = Cotação da Ação / Lucro Por Ação

Exemplo: Ação cotada R$ 20,00 e o lucro líquido anual por ação R$ 4,00.

Calculando o P/L, temos: 20/4= 5.

Portanto, serão necessários cinco anos para o retorno do investimento.

Como funciona o indicador

O P/L é um indicador amplamente utilizado, em função da facilidade do cálculo e pela possibilidade de comparação com outras empresas.

Quanto mais elevado for o P/L da companhia, maior será a disposição do mercado em pagar pelos lucros da mesma. Um P/L elevado também pode indicar que o mercado tem expectativas altas para o papel.

Um P/L baixo pode mostrar que o mercado não está tão confiante em relação as ações da empresa. Porém, também pode indicar que aquela ação pode ser uma boa oportunidade que ainda não foi percebida pelo mercado. Dessa forma, um múltiplo baixo pode indicar que a ação da empresa está atrativa.

É importante ressaltar que alguns analistas e investidores trabalham com o conceito do P/L esperado, na qual incluem a previsão de lucro dos 12 meses seguintes.

Cuidados ao usar o indicador

É importante frisar que o indicador P/L não deve ser analisado de forma isolada. O ideal é sempre utilizá-lo em conjunto de outros indicadores. Além disso, não recomendamos utilizar o indicador fazendo comparações com ações de diferentes setores.

Por fim, vale a pena comentar que o indicador P/L pode ser um bom termômetro sobre a confiança dos investidores. Porém,  não necessariamente é um indicador preciso na avaliação da saúde financeira das companhias.

O Ranking

Abaixo separamos 5 ativos que atualmente estão com P/L abaixo de 6, dentre os principais ativos que acompanhamos:

EMPRESA CÓDIGO P/L
Light LIGT3 3,71
Smiles SMLS3 4,74
Banrisul BRSR6 5,12
Copel CPLE6 5,38
Banco do Brasil BBAS3 5,82

LIGHT (LIGT3)

A Light é uma empresa integrada do setor de energia elétrica no Brasil, atuante nos segmentos de geração, distribuição e comercialização de energia. A companhia atua no estado do Rio de Janeiro, com área de concessão que atinge cerca de 26% do estado, englobando mais de 30 municípios.

Para o 2T20, a empresa reportou receita líquida de R$ 2,36 bilhões no segundo trimestre de 2020, com decréscimo de 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi pressionado pela controlada SESA, principalmente devido à piora do mercado faturado no trimestre, parcialmente compensada pelo reajuste tarifário.

A empresa reportou Ebitda Ajustado de R$ 145,0 milhões no 2T20, representando decréscimo de 62,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda Ajustada foi de 6,1%, com perda de 8,5 p.p. em comparação ao 2T19. Destaque negativo para as pressões geradas pelo aumento da inadimplência, sentido no segmento de distribuição.

A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 45,0 milhões no segundo trimestre de 2020, revertendo o lucro de R$ 11,0 milhões apresentado no mesmo período do ano anterior.

SMILES (SMLS3)

A Smiles é um dos maiores programas de fidelidade do Brasil, com uma base formada por mais de 17 milhões participantes. Além do acúmulo de milhas com a Gol e seus parceiros, a companhia conta atualmente com parcerias formadas com os maiores bancos do Brasil e América do Sul, administradora de cartões de crédito, hotéis, postos de gasolina e etc.

Para o 2T20, a empresa reportou receita líquida de R$ 56,5 milhões, representando um decréscimo de 79,6% em relação ao 2T19. A forte piora é consequência dos reflexos da pandemia, devido às restrições impostas no setor de viagens e turismo.

A empresa reportou Ebitda de R$ 6,2 milhões negativos no 2T20, representando queda de 103,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de -11%, com perda de 75,9 p.p. em comparação ao 2T19. Por mais que os custos e despesas tenham apresentado redução, a forte queda das receitas acabou por pressionar o Ebitda, levando-o para patamares negativos.

A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 400 mil no 2T20, com margem líquida de -0,6%, revertendo o lucro reportado no 2T19. O resultado é reflexo da piora operacional.

BANRISUL (BRSR6)

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul atua sob a forma de banco múltiplo e opera nas carteiras comercial, de crédito, de financiamento e de investimento, de crédito imobiliário, de desenvolvimento, de arrendamento mercantil e de investimentos, inclusive nas de operações de câmbio, corretagem de títulos e valores mobiliários e administração de cartões de crédito e consórcios.

A margem financeira do banco apresentou queda de 3,9% entre o 2T19 e 2T20, passando para R$ 1,3 bilhão. No comparativo trimestral entre 2T20 e 1T20, porém, houve acréscimo, de 3,0%. As perdas no comparativo anual reflete principalmente o ambiente de cortes da taxa Selic e da diminuição na taxa do cheque especial.

A carteira de crédito total apresentou crescimento de 5,0% entre os meses de junho de 2019 e de 2020, atingindo a marca de quase R$ 36,0 bilhões. Ao compararmos com o 1T20, no entanto, houve ligeira queda 0,6%, influenciada pela redução na carteira comercial, minimizada pelo aumento no crédito rural.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 119,8 milhões, sofrendo queda de 64,3% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 5,9% (contra 16,4% no mesmo trimestre do ano anterior). O lucro foi afetado principalmente pela redução da margem financeira e pelo maior provisionamento para enfrentamento de possíveis aumentos de inadimplência.

COPEL (CPLE6)

A Copel é uma empresa estatal de energia elétrica, controlada pelo Governo do estado do Paraná. Seus principais negócios são distribuição de energia (atendendo 4,6 milhões de consumidores no Paraná) e geração e transmissão (com capacidade total de 6,3GW e 6,6 mil km de linhas de transmissão). Além disso, a empresa também atua no segmento de telecomunicações e tem participação na Compagas, de distribuição de gás natural.

Para o 2T20, a empresa reportou receita líquida de R$ 4,7 bilhões, representando um acréscimo de 26,8% em relação ao 2T19. Destaque para o efeito positivo de R$ 809,2 milhões referentes a créditos fiscais na parte de distribuição, sendo este um item não recorrente.

A empresa reportou Ebitda de R$ 1,8 bilhão no 2T20, representando acréscimo de 89,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ficou em 38,4%, com ganho 12,7 p.p. em relação ao obtido no 2T19.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no segundo trimestre de 2020, representando alta de 359,7% do lucro registrado no 2T19. Desconsiderando os efeitos dos créditos fiscais, o lucro líquido ajustado saltou 20,0%, ainda com contribuição da forte redução em encargos de transporte de Itaipu e insumos para operação de gás.

BANCO DO BRASIL (BBAS3)

O Banco do Brasil é um banco controlado pela União Federal, fundado em 1808 e com valor de mercado de cerca de R$ 150 bilhões. Além disso, possui uma carteira de crédito de quase R$ 700 bilhões. Também conta com forte presença no setor de agronegócio, na administração pública e em serviços diversos.

A margem financeira bruta do banco apresentou um acréscimo de 8,2% entre o 2T19 e 2T20, passando para R$ 13,5 bilhões. Já a margem financeira líquida sofreu queda de 7,0% na comparação anual, reflexo principalmente do aumento de praticamente R$ 1,7 bilhão das despesas com PDD, devido ao provisionamento contra risco de crédito.

A carteira de crédito ampliada avançou 5,1% anualmente, passando para R$ 721,6 bilhões. Destaque positivo para os crescimentos de 6,3% da carteira de pessoas jurídicas, em especial de grandes empresas e de também 6,3% da carteira de pessoas físicas, ambas nos últimos doze meses.

O lucro finalizou em pouco mais de R$ 3,2 bilhões, com decréscimo de 23,7% na comparação anual. O retorno sob patrimônio líquido foi de 11,9% (contra 17,6% no mesmo trimestre do ano anterior).

Quer receber as melhores recomendações de ações para montar sua carteira de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raiz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

A Melhor Ação da Bolsa de Valores – Relatório Grátis

A pergunta que todo investir faz é: qual a melhor ação da bolsa de valores? Afinal, todo queremos aproveitar as melhores oportunidades na Bolsa de Valores. E, por mais que 2020 esteja sendo um ano de grande volatilidade no mercado, existem ações e empresas que continuam apresentando uma ótima performance.

Por exemplo, apesar da crise mundial instaurada pelo Coronavírus, a melhor ação da Bolsa de Valores já alcançou uma valorização acima de 90% somente neste ano. Este fato deve-se a qualidade e capacidade da empresa de enfrentar momentos turbulentos. 

Afinal, a companhia é uma fabricante e distribuidora global de equipamentos eletroeletrônicos. Ela atua principalmente no setor de bens de capital com soluções em máquinas elétricas, automação e tintas. Além disso, atua dentro e fora do Brasil, sendo que, hoje, quase 60% das receitas vêm de fora, seja via exportação ou produção em outros países.

Quer saber qual a melhor ação da Bolsa de Valores? Confira no nosso relatório gratuito completo.

Agora, se você já quer começar a receber recomendações e relatórios de outras companhias, adquira o Invista em Ações. Nosso produto oferece para você recomendações de análise fundamentalista de diversas empresas, seguindo uma estratégia de Buy&Hold de baixo giro de carteira e orientação para aportes periódicos. 

O que você recebe acesso a seis diferentes Carteiras:

  1. Carteira Dividendos
  2. Crescimento
  3. Top Recomendadas
  4. Small Caps
  5. Buy & Hold Raíz
  6. Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Como avaliar a qualidade de uma ação que está barata na bolsa?

Encontrar ações baratas é um dos objetivos de muitos investidores na bolsa de valores. Contudo, o conceito nem sempre está claro para todos ao avaliar a ação. Qual sua opinião sobre o assunto? Para você, ver um papel sendo negociado a um preço baixo significa que ele está barato?

Por exemplo, uma ação que custe R$ 10,00 está barata ou cara, para você? Na verdade, olhando apenas para o preço não é possível ter esta resposta. Afinal, adquirir papéis de negócios ruins a preços mais baixos provavelmente não será uma escolha vantajosa para longo prazo.

Assim, é preciso saber avaliar a ação para verificar, pelo valor que a empresa tem, se o preço atual está acima ou abaixo do esperado. A oportunidade está em encontrar boas empresas a preços mais baixos do que elas valem.

Quer saber como fazer isso? Confira algumas dicas para avaliar a qualidade de uma ação barata na bolsa de valores!

Aplicar o valuation

Um dos principais recursos para analisar o preço das ações em relação ao seu valor é o valuation — um conceito ligado ao value investing ou investimento em valor. Ele é aplicado por grandes investidores, como Warren Buffett.

Buffett tem diversos ensinamentos para compartilhar com investidores, e um deles é a seguinte frase: “o tempo é amigo dos bons negócios, e inimigo dos maus negócios”. Ou seja, quem tem visão de longo prazo precisa buscar por empresas de qualidade.

Adquirir ações somente pelo preço pode ser uma estratégia válida para especuladores. Afinal, eles não pretendem ficar com os papéis por muito tempo, mas apenas aproveitar as oscilações para lucrar com a posterior venda.

Se o seu objetivo é continuar como sócio das empresas, para lucrar com a distribuição de proventos ou com a valorização das ações no longo prazo, você não pode olhar apenas para o preço. A ideia do valuation, portanto, é fazer uma análise do preço e da qualidade da empresa.

Ou seja, se companhias de alta qualidade estão, por algum motivo, sendo negociadas a valores mais baratos na bolsa o investidor se vê diante de uma oportunidade. Adquirir as ações assim aumenta seu potencial de valorização, porque a perspectiva é que bons negócios cresçam no futuro.

E por que boas empresas estariam com suas ações baratas? A explicação é que a bolsa apresenta oscilações no curto prazo. A alta ou baixa dos preços acompanha a lei de oferta e procura — e nem sempre reflete o aumento ou a queda na qualidade das companhias.

Utilizar a análise fundamentalista

Depois de conhecer o valuation como forma de avaliar uma ação barata na bolsa, é preciso entender a relação dele com a análise fundamentalista. Como você viu, para definir se o preço de um papel está barato é importante saber o seu valor intrínseco.

Ou seja: qual preço seria o justo para refletir a qualidade da companhia? Se as ações estiverem sendo negociadas no momento a um preço maior, a alta procura pode estar fazendo com que elas estejam caras. Na situação oposta, a procura baixa pode levar a um preço mais barato.

A análise fundamentalista visa olhar para a qualidade da empresa, de forma a identificar se ela apresenta bons fundamentos para o futuro. Assim, os investidores de longo prazo devem buscar por companhias sólidas.

Para isso, são analisados indicadores quantitativos (que mostram a saúde financeira da empresa) e qualitativos (que estão ligados à qualidade da gestão). E é a partir desta análise que se encontra, inclusive, o valuation.

Conheça a seguir alguns dos principais fundamentos para observar em uma ação barata na bolsa de valores:

Preço / Valor Patrimonial (P/VPA)

Em primeiro lugar, ao avaliar o preço de uma ação você precisa realmente entender se ele está barato em relação ao que vale, não é? Há um indicador múltiplo que é útil nesses casos. Trata-se do Preço / Valor Patrimonial.

Ele relaciona o preço do papel ao valor que a companhia tem (de forma proporcional ao número de ações dela no mercado). Assim, quanto mais baixa for a relação, mais barato o ativo está sendo negociado.

Nível de governança corporativa

Depois de observar que a ação está, de fato, barata, é hora de aprofundar a análise fundamentalista para entender se a empresa tem qualidade para o longo prazo. Um dos principais indicadores qualitativos é o nível de governança corporativa.

A própria B3 classifica as empresas pelo nível de governança, segundo critérios relacionados à transparência de dados e à relação com os acionistas. Quanto maior o nível, mais transparente é a companhia.

Liquidez corrente

Outro fundamento que vale a pena considerar para avaliar a qualidade da ação é a liquidez corrente do negócio. Ela é essencial para a saúde financeira empresarial, pois mostra como está a sua capacidade de pagamento.

A liquidez corrente é a relação entre os passivos circulantes e os ativos circulantes da companhia. Logo, ela mostra como estão as finanças no curto prazo e de que forma a empresa consegue arcar com seus custos.

Endividamento

Junto com a liquidez corrente, vale a pena olhar para o nível de endividamento da empresa. Nem sempre as dívidas são aspectos negativos, pois podem estar sendo utilizadas de maneira estratégica. Ainda assim, é importante analisar o indicador.

De modo geral, quanto maior o endividamento, mais complicada pode ser a situação do negócio — especialmente se passar por momentos críticos. Então, manter um nível saudável de dívidas indica qualidade da gestão financeira.

Retorno sobre investimento

Outro fundamento importante para os investidores é o ROE (retorno sobre o investimento) da empresa. Ele representa como a companhia recebe retorno pelos investimentos que realiza no próprio negócio.

Então, um ROE mais alto é sinal de que a empresa tem conseguido um nível interessante de receita e lucro. Se o ROE for consistente, é indicativo de saúde financeira e administrativa.

Histórico de lucro

Por fim, quem investe em ações para o longo prazo pretende ser sócio de bons negócios, certo? E bons negócios dão lucro. Logo, observar o histórico de lucros da empresa é um fundamento relevante para saber se ela tem qualidade.

O ideal é olhar um período de tempo significativo. Afinal, os lucros podem estar acima da média por um período, mas não serem consistentes em um intervalo maior. Quanto mais informações você tem, melhor fica sua análise.

Neste post, você viu como avaliar a qualidade de uma ação que está barata na bolsa. Além de aprender a analisar o preço dos ativos, foi possível conferir fundamentos que indicam sua qualidade. Lembre-se apenas de avaliá-los em conjunto, e não isoladamente.

Quer melhorar seus resultados na bolsa de valores e encontrar boas oportunidades a partir da análises de especialistas? Conheça o Invista em Ações

Assim, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras: Carteira Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.  

Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Relatório Grátis: resultados das empresas e impactos do coronavírus

Os resultados empresariais do segundo trimestre de 2020 (2T20) começaram a ser divulgados. Como prometido na liberação da agenda de resultados, o time de analistas da Capitalizo estão disponibilizando este relatório com informações e pequenas análises das principais empresas da B3.

Além disso, será feita uma programação especial com conteúdos gratuitos e a atualização das carteiras e relatórios exclusivos dos nossos clientes. Sabemos que os resultados desse, e dos próximos trimestres, serão fortemente impactados pela crise do COVID-19. Por isso, torna-se essencial um acompanhamento dessas empresas, especialmente para quem investe no longo prazo.

Na Capitalizo, o investidor consegue acompanhar os nossos relatórios e análises, possibilitando um maior conhecimento sobre os negócios e os cenários econômicos das empresas – através de indicadores essenciais. Assim, você investe mais tranquilo e aproveita as oportunidades que aparecem em momentos de turbulência.

Agora, baixe nosso relatório dos resultados do 2T20, este documento será atualizado conforme as empresas liberam suas informações. Não se preocupe, vamos enviar o documento atualizado para seu e-mail cadastrado no momento do download, assim você não perder nada!

Quer receber as melhores recomendações de ações para montar sua carteira de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raíz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Como definir stop loss e stop gain de uma ação? Descubra!

Especular com ações ou derivativos demanda muito tempo e análise. Afinal, ter exposição direta às oscilações da bolsa requer um nível de concentração e manejo de risco para fazer operações mais seguras. Por isso, é essencial se basear em uma estratégia.

Felizmente, existem algumas ferramentas e recursos que ajudam o especulador a definir estratégias e operar com mais controle. Alguns deles são o stop loss e o stop gain — que servem como mecanismos para automatizar algumas atividades.

Certamente, vale a pena conhecê-los e avaliar se podem ser úteis na sua rotina como trader. Continue a leitura para saber mais e aprender como definir o stop!

O que é o stop loss?

O stop loss tem um objetivo central: limitar as perdas na especulação. Todo trader deve saber que está se expondo a perdas — e que um prejuízo não representa o fim de sua prática. Na verdade, a busca não deve ser por evitar qualquer perda.

Ou seja, é preciso reconhecer que em alguns momentos o mercado se comporta de maneira diferente do previsto. Assim, podem acontecer prejuízos eventuais. Mas se, no geral, seus resultados são bons, o lucro total compensa as perdas.

Ter a relação entre lucro e perda em mente é importante para algo essencial: o controle das emoções. Muitos especuladores iniciantes perdem dinheiro tentando compensar prejuízos pequenos. Eles se mantêm em operações desvantajosas esperando uma retomada que não vem.

Nesse sentido, é fundamental saber realizar prejuízos e evitar perdas ainda maiores. E o stop loss pode ajudar nesta tarefa. Ele representa uma automação de venda – ou de compra – quando suas ações chegam a um patamar de perda limítrofe.

Isto é, a partir de um preço você não tem mais interesse em continuar na posição. Suponha que comprou ações a R$ 50,00 buscando a alta nos preços, e está disposto a insistir na operação apenas até o patamar de R$ 49,00. Para não precisar acompanhar o mercado constantemente, é possível definir um stop.

O stop loss fará com que seus papéis, neste caso, sejam vendidos automaticamente quando eles alcançarem o patamar de preço definido – até o qual você está disposto a perder. Assim, você evita prejuízos ainda maiores. 

O que é o stop gain?

Agora você já entendeu como funciona o stop loss. O stop gain tem lógica semelhante, mas oposta. Ele serve para vender – ou comprar – as ações quando elas chegam ao preço que você definiu como o lucro desejado.

Em outras palavras, o stop gain pode limitar seus ganhos. Suponha que em suas ações compradas a R$ 50,00 você analisou o mercado e pretende sair com lucro de R$ 5,00 em cada ativo. Assim, pode ativar o stop para vendê-las quando estiverem a R$ 55,00.

Ele é útil para realizar o seu lucro, mesmo se você não estiver online para fazer isso de forma manual quando o mercado subir. Desse modo, o stop gain também é um recurso para aumentar a segurança no trade.

Afinal, neste exemplo, depois de chegar aos R$ 55,00 desejados, os papéis podem cair novamente, certo? Os movimentos da bolsa são dinâmicos e não acontecem de forma linear. Então, o especulador corre o risco de perder bons ganhos e encontrar números menores quando voltar a operar – e o stop gain evita esta situação.

Para que servem os mecanismos de stop?

Como você viu, o principal intuito de cadastrar stop — tanto o loss quanto o gain — é permitir maior controle na operação de trade. É claro que não é possível controlar totalmente as negociações na renda variável. Os riscos sempre são inerentes à especulação. 

Contudo, diversas estratégias podem servir como manejo para reduzi-los. Por exemplo, basear suas escolhas em uma análise técnica de qualidade diminui muito a possibilidade de cometer equívocos e ter prejuízos.

E utilizar os recursos e ferramentas disponíveis para investidores também ajuda a se organizar melhor e mitigar ainda mais os riscos. Daí a importância dos mecanismos de stop, especialmente para especuladores que não acompanham o mercado durante todo o pregão.

Tenha em mente que muitos traders conciliam as operações na bolsa com outras atividades (profissionais ou pessoais). Por isso, pode ficar mais difícil aproveitar as oportunidades que surgem, realizando seu lucro ou reduzindo prejuízos no momento ideal.

Como eles funcionam?

O stop loss e o stop gain funcionam como ordens de venda automatizadas. Em ambos os casos, a ordem é feita por um valor abaixo – ou acima – do patamar do mercado atual, a depender do tipo de operação (se compra ou venda). Tudo é definido pelo especulador.

A partir da análise feita do mercado e das tendências que você perceber, é possível delimitar qual é o valor limite de perda ou de ganho para sair da operação. Depois, basta definir cada stop e deixar que as negociações sejam feitas de forma automática, caso o mercado alcance os preços.

Não se esqueça de que o uso do stop deve ser pensado dentro da sua estratégia. Isso significa que eles podem dar resultados positivos ou mesmo atrapalhar as operações, dependendo da forma como foram definidos.

No trade, é indispensável ter consciência sobre as decisões tomadas. Definir um stop loss ou stop gain sem o devido cuidado pode fazer com que você não alcance os resultados que deseja ao especular. Então, tenha cautela.

Como definir o stop loss e o stop gain?

Dentro de uma estratégia bem fundamentada e acompanhada, os mecanismos de stop podem fazer muita diferença na rotina do trader. Então, vale a pena saber como definir stop gain e stop loss nas suas operações.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que as formas de definição deles depende de cada plataforma utilizada para especulação. Confira o passo a passo na instituição financeira que você utiliza para ter acesso à bolsa de valores.

Apesar das diferenças que podem existir entre as etapas, a definição do stop na venda de ações segue uma lógica básica. No caso do stop gain, em geral, basta definir um patamar para o preço desejado na plataforma que utiliza para suas operações.

Esta operação só será executada se o mercado alcançar o patamar estabelecido. Já o stop loss funciona de maneira diferente. Ele é definido com a realização de uma ordem de disparo

Assim, a venda ou a compra só acontecerá se o mercado ultrapassar o valor estabelecido para executar a operação. Do contrário, os ativos continuam na sua posse até que você realize a compra ou venda manualmente.

E então, gostou de conhecer o stop gain e o stop loss? Você considera que eles podem ser úteis na sua estratégia de operação na bolsa? Lembre-se de avaliar as possibilidades com atenção e de ter cuidado ao definir cada um deles corretamente!

Quer ser um trader e um investidor bem sucedido? Conheça o Full Trader, o produto mais completo da Capitalizo para quem deseja investir em ações!

Com ele, você tem acesso ao pregão ao vivo com a venda e compra de ativos em tempo real para suas operações de Day Trade. Além disso, receba relatórios e análises para investimentos de buy&hold, swing trade, position trade, rastreador de tendências (técnica exclusiva), e muito mais.

Acesse agora e comece a impulsionar de vez seus investimentos.

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Destaques da Semana Capitalizo

Destaques da Semana

Confira os destaques das nossas últimas publicações gratuitas do nosso Canal no Youtube e do Blog da Capitalizo. Essa semana, muito conteúdo para você.

Confira também os destaques do mercado do dia 24/08, clicando aqui.

– Curto e Médio Prazos (Trade)

Artigo – Resultados das Recomendações Full Trader (12 meses)

Artigo – Resultados das Recomendações de Day Trade (12 meses e 2020)

Artigo – Rastreador de Tendências – Como funciona nossa estratégia de médio prazo em ações

Vídeo – COGN3, IRBR3, SLCE3 e IBOVESPA – Ações que estão de olho para o médio prazo

Vídeo – Reprise da LIVE | Como proteger a carteira com Opções

Vídeo – Fechamento do Pregão 24/08 – Ao vivo, diariamente, no nosso Canal

– Fundos Imobiliários

Artigo – Fundos Imobiliários em Destaque 

Renda Fixa e Carteiras

Artigo – Taxas dos Títulos do Tesouro Direto

Artigo – Destaques Econômicos da Semana

Vídeo – OURO, vale a pena investir? Como comprar ouro na B3 e através de Fundos

Participação em vídeos da Zahl Investimentos:

Vídeo – Melhores Fundos de 2020 | Truxt Long Bias

Vídeo – Boas pagadoras de dividendos | ITSA4

Conteúdos novos e atualizados na plataforma de clientes Capitalizo

Todos os dias, disponibilizamos novos conteúdos para nossos clientes. Veja abaixo as atualizações da última semana. Para visualizar cada um, entre na plataforma de clientes utilizando seu login. Se você ainda não é cliente Capitalizo, adquira um de nossos produtos e tenha acesso a conteúdos exclusivos.

Relatórios Invista em Ações

– Resumo das Resultados do 2TRI20, Relatório de Suzano (SUZB3), Informações sobre a oferta Pública de Ações de Rumo Logística (RAIL3), Relatório de Duratex (DTEX3), Relatório de Azul (AZUL4), Relatório de Itaú (ITUB3, ITUB4), Relatório de JBS (JBSS3), Relatório de Valuation de Klabin (KLBN3, KLBN4, KLBN11), Relatório de Log-In (LOGN3), Relatório de BB Seguridade (BBSE3), Relatório de Sinqia (SQIA3)

Relatórios Top Fundos de Investimentos

-Fundos de Investimentos: Relatório de Abertura e Fechamento de Fundos, Relatório do Verde AM Long Bias FIC Ações, Relatório do Verde AM Long Bias FIC Ações, Relatório do ARX Elbrus Debêntures Incentivadas, Relatório do Apex Long Biased Previdência, Relatório do Trend Renda Fixa Simples

-Fundos Imobiliários: Informativo Semanal de Fundos Imobiliários e Carteira de FIIs,

Top Renda Fixa

-Panorama Econômico Semanal

Full Trader

-As análises e recomendações do nosso produto Full Trader são enviadas durante o pregão: Day Trade, Swing Trade, Position Trade, Rastreador de Tendências, Opções e Long&Short.

Quer receber as melhores análises e recomendações de investimentos do mercado?

Conheça nossos produtos de recomendações

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

O que são e como avaliar os resultados trimestrais das empresas da bolsa?

Quando o assunto é investimento, a tomada de decisão sobre a negociação dos ativos deve ser muito bem embasada. Para isso, é possível utilizar os próprios relatórios que as empresas listadas na bolsa de valores disponibilizam ao mercado — como seus resultados trimestrais.

Eles ajudam o investidor a fazer análises e projeções, entender como está a saúde financeira da companhia e ter uma perspectiva sobre as possibilidades e desafios no curto prazo. Tudo isso pode ser útil para tomar decisões mais acertadas na bolsa de valores.

Neste artigo, você entenderá o que são e como avaliar os resultados trimestrais das empresas na bolsa de valores. Ainda, acompanhará 3 dicas para evitar que a época de divulgação de balanços trimestrais das companhias atrapalhe os seus investimentos.

Vamos lá?

O que são os resultados trimestrais?

Antes de escolher em qual ativo investir, é importante fazer uma análise criteriosa da empresa. O investidor deve levar em consideração os fatores financeiros do setor em que a companhia atua, a governança corporativa, o impacto das variáveis macroeconômicas, entre outros pontos.

Assim, o relatório de resultados trimestrais é muito esperado pelos investidores que enxergam no documento a oportunidade de verificar as condições gerais da organização. Assim, eles podem decidir se adquirem as ações ou permanecem com elas na carteira, por exemplo.

Basicamente, os relatórios são um conjunto de informações financeiras, administrativas e patrimoniais que devem, por lei, ser divulgadas pelas empresas de capital aberto. 

Ou seja, as companhias que têm suas ações negociadas na bolsa são obrigadas a fornecer os dados rotineiramente. Os relatórios indicam o desempenho geral do negócio no período de três meses.

Qual é a importância dos resultados trimestrais?

Mas, por que é importante conhecer os resultados trimestrais de uma empresa da bolsa? A resposta é simples: ao analisá-los, o investidor consegue avaliar a saúde financeira da empresa e o negócio como um todo. Assim, pode utilizar as informações como base para uma tomada de decisão mais sólida na bolsa de valores. 

Esta avaliação faz parte de uma boa análise fundamentalista. Porém, mais do que apenas observar as informações pontuais em um único documento, o ideal é comparar vários relatórios.  A estratégia ajuda a entender melhor o desempenho da empresa ao longo do tempo — trazendo mais dados para analisar as tendências do mercado para o longo prazo.

Nesse sentido, é importante ter cuidado para não se basear apenas em um relatório trimestral. Ainda que ele traga resultados negativos, por exemplo, nem sempre é motivo para desespero. O contrário também ocorre: números positivos em um trimestre não significa, necessariamente, que o negócio é sólido.

Se seus investimentos estão focados no longo prazo, a divulgação de um resultado trimestral abaixo ou acima das expectativas não lhe diz tudo o que precisa saber. É preciso avaliar os acontecimentos pontuais dentro da estratégia mais ampla.

Em algumas situações, uma performance pontual ruim pode até ser uma oportunidade para investir em mais ações de uma empresa. Isso porque o preço dos ativos pode ficar mais baixo e, em caso de retomada dos resultados no futuro, a valorização dos papéis poderá ficar acima da média.

Quais dados avaliar nos resultados trimestrais?

Agora você sabe o que são os resultados trimestrais e como eles podem ser analisados. É muito importante também identificar quais são as principais informações encontradas nos relatórios. 

Confira a seguir quais dados avaliar!

Demonstrativo de fluxo de caixa

O documento indica a posição financeira da companhia no último trimestre analisado. Ou seja, as entradas e saídas de caixa. Com ele, o investidor pode analisar, por exemplo, se os dividendos pagos pela empresa estão de acordo com sua geração de caixa.

Balanço patrimonial

O balanço patrimonial é um dos principais documentos publicados pelas empresas nos relatórios trimestrais. Ele permite avaliar o alinhamento da companhia em relação às condições econômicas e contábeis em determinado período.

É possível obter uma série de análises — além de extrair os indicadores mais importantes para basear uma decisão de investimento. No balanço patrimonial, você terá acesso, por exemplo, aos dados sobre o volume de ativos. Ou seja, a todos os bens e direitos que a empresa possui.

Entre os ativos, estão os valores em caixa, bens imobilizados, estoques, marcas, patentes, etc. Os passivos também aparecem no balanço. Eles representam todas as obrigações de curto, médio e longo prazo — como empréstimos, contas com fornecedores e financiamentos.

Ao relacionar os ativos e passivos, o balanço patrimonial permite conhecer o patrimônio líquido de uma companhia. O conceito representa a diferença entre as obrigações a pagar e os direitos a receber. Logo, indica como está o resultado financeiro geral da empresa.

Como você pode ver, o documento possibilita extrair informações relevantes que ajudam a avaliar a saúde financeira do negócio, o valor da empresa, a possibilidade de lucro, entre outros aspectos.

Demonstração do Resultado do Exercício

Por fim, o DRE é um relatório que apresenta um resumo financeiro proveniente dos resultados operacionais e também não operacionais da empresa. O documento se baseia no faturamento total da companhia e indica se houve lucro ou prejuízo no período analisado.

3 Dicas para não se prejudicar em épocas de divulgação de resultados

Ao longo dos trimestres, profissionais do mercado aguardam os relatórios para analisar os possíveis impactos financeiros, estimar futuras movimentações e recomendar ou não as ações da companhia para os investidores.

Logo, na época de divulgação é esperado que o preço das ações apresente maior volatilidade — com tendências tanto para baixo como para cima. Afinal, os documentos são relevantes para analisar se a empresa atendeu ou não ao esperado, bem como acompanhar a evolução ao longo dos meses.

Assim, a divulgação dos documentos pode trazer efeitos significativos na sua carteira e também no seu emocional

Confira 3 dicas para analisar de forma racional os documentos e lidar com este momento de divulgação de resultados, a fim de não prejudicar seus investimentos em época de divulgação de resultados:

  1. Busque bons desempenhos no longo prazo

Lembre-se de avaliar os resultados trimestrais em termos gerais — considerando o histórico mais amplo da companhia. Cada trimestre deve ser considerado em relação aos anteriores e também às expectativas de futuro.

Para buscar bons desempenhos e aumentar a possibilidade de ter lucro com os investimentos, é importante colocar em prática a análise fundamentalista. Avalie, por exemplo, o crescimento da receita, o retorno sobre o capital investido, as margens operacionais e o endividamento da companhia.

  1. Saiba lidar com a volatilidade

Lembre-se de que a volatilidade é inevitável na renda variável. Além disso, ela é esperada em períodos de divulgação dos resultados trimestrais. 

Logo, é preciso ponderar se uma flutuação maior de preço ocorreu devido aos movimentos do mercado ou à mudança de fundamentos da empresa.

Quando o preço cai, mas a companhia segue apresentando qualidade, a tendência é que os papéis se valorizem no futuro. Uma mudança de estratégia pode ser necessária em outro cenário: quando a companhia perde seus fundamentos e a baixa de preços reflete isso. 

Neste último caso, vale a pena avaliar se ela ainda faz sentido na sua carteira – caso você a tenha no portfólio.

  1. Tenha paciência

Por fim, entenda que bons investimentos precisam de tempo para se concretizar. Se os seus objetivos são de longo prazo, tenha em mente sua estratégia na hora de avaliar os resultados trimestrais. Então acompanhe sempre as movimentações para realizar eventuais ajustes.

Agora que você sabe o que são e como avaliar os resultados trimestrais, não deve esquecer que um desempenho abaixo do esperado nem sempre indica que a empresa é ruim. Por isso, é importante acompanhar outras projeções para a companhia e ficar sempre atento aos fundamentos dela!

Para te ajudar nesta avaliação dos resultados trimestrais, o time da Capitalizo prepara sempre um documento com as informações divulgadas das principais empresas da B3. Assim, você tem todas informações em um só lugar! Acesse e faça o download.

Agora, se quiser saber quais as empresas que os clientes da Capitalizo possuem em carteira, conheça o Invista em Ações. Nosso produto oferece para você recomendações de análise fundamentalista de diversas empresas, seguindo uma estratégia de Buy&Hold de baixo giro de carteira e orientação para aportes periódicos. 

Acesse nossas recomendações de diferentes Carteiras: Carteira Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Investimento no Exterior: bolsa de valores americana, dolarização e tributações

invista em ações no exterior

Já falamos aqui no blog sobre a importância de investir no exterior, e como essa diversificação é relevante para minimizar os riscos na sua carteira de investimentos.

Agora, separamos três pontos principais para quem deseja realizar alocação de capital fora do nosso país, principalmente nos EUA: diversidade de ativos, dolarização e tributação. Assim, você fica mais preparado para começar a expandir seu portfólio de ações, potencializando seus ganhos!

Diversidade e maturidade dos mercados

A Bolsa de Valores do Brasil, a B3, possui em seu portfólio um pouco mais de 400 companhias, até o momento. Já nos EUA, este número ultrapassa a barreira de 5.400 empresas, sendo uma amostra de que a diversidade de ativos por lá é muito maior que a existente aqui no Brasil.

Como exemplo, um dos índices acionários mais importantes nos EUA, o S&P 500, abrange uma carteira teórica de ações das 500 maiores empresas americanas em valor de mercado. Ou seja, um número maior que todas as nossas empresas listadas até então.

Outro ponto a ser destacado, refere-se ao fato da bolsa americana listar parte das maiores companhias do mundo, tais como Apple, Amazon, Bank of America, JP Morgan, dentre outras. O que serve de atrativo para investidores do mundo todo.

Considerando o mercado de capitais como um todo, o americano é aproximadamente 50 vezes maior que o brasileiro. Além deste número contribuir positivamente para a liquidez do sistema, ele também nos dá uma noção da maturidade do mercado.

Mercados maduros trazem consigo uma experiência composta por crises, períodos de alta, momentos de pânico e de euforia. O que contribui, não somente para a grandeza do sistema financeiro, como também favorece os aspectos de segurança. Vale ressaltar que o mercado americano é considerado o mercado mais regulado do mundo.

Dolarização

Ainda na linha de maturidade, a moeda padrão no mundo, atualmente, é o dólar. A moeda americana é utilizada como base para emissão de dívidas e para negociações multilaterais entre a maioria dos países.

Já a nossa moeda, mesmo com a criação do plano Real e a consequente estabilização monetária, ainda possui inflação semelhante à de países emergentes. Isto é, o poder de depreciação do Real é superior ao dólar, o que nos é prejudicial visto que o padrão, como dito, é a moeda americana.

Outro importante destaque está relacionado à correlação histórica negativa existente entre o dólar e o Ibovespa. O gráfico abaixo nos mostra a evolução do IBOV e do Dólar desde meados de 2015.

Em outras palavras, esta correlação negativa indica que enquanto um se valoriza, o outro apresenta queda. E vice-versa. O que vale ressaltar, porém, é que isto não é uma regra. Apenas indica estatisticamente o efeito da relação entre o desempenho de nosso mercado com a moeda estrangeira.

A dolarização, portanto, permite deixar parte do portfólio exposto à moeda de padrão internacional, com menores efeitos deflacionários, além de deter o efeito da correlação para, no mínimo amenizar os impactos na carteira de possíveis quedas do mercado interno. Inclusive, já falamos também da importância de investir em empresas brasileiras que possuem parte do seu capital atrelado ao dólar.

Quanto rende os investimentos no exterior?

O gráfico abaixo apresenta a rentabilidade, em dólar, do índice S&P 500 entre agosto de 2010 e agosto de 2020. Como já mencionado, o índice citado reflete o desempenho médio das ações das 500 maiores empresas americanas.

No período citado, a valorização total acumulada foi de pouco mais de 66,0%, novamente relembrando se tratar de valorização em dólar. Se extrapolarmos estes ganhos em nossa moeda, o retorno chega à casa dos 180,9%, devido à desvalorização do Real perante ao dólar como citado anteriormente.

Como investir no exterior?

Dentre outras formas, o investimento em ações de empresas estrangeiras pode ser feito principalmente de duas maneiras.

A primeira delas é diretamente pela B3 por meio de BDRs, que são recibos com lastro em ativos de companhias do exterior negociadas na bolsa brasileira. Um dos principais cuidados que o investidor deve se atentar está relacionado com a baixa liquidez destes BDRs.

Outra alternativa mais direta é por meio de abertura de conta em uma corretora estrangeira. Neste caso, o investidor poderá comprar as ações e demais ativos diretamente na bolsa de valores do respectivo país.

Tributação em caso de investimento direto

Quando possuímos investimentos no exterior por meio de conta nestes países, é preciso ficar atento as regras de tributação. Uma das desvantagens, inclusive, que podemos citar no investimento direto é que a tributação dos rendimentos ocorre em base mensal.

O investidor que aplica capital lá fora e recebe dividendos, deverá pagar carnê-leão de acordo com uma tabela progressiva, como mostrado na tabela abaixo. Também há a versão para rendimentos anuais, em caso de ajuste na declaração do imposto de renda, também mostrado a seguir.

TABELA SOBRE RENDIMENTO MENSAL
BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA DEDUÇÃO
Até R$ 1.903,98 Isento
De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 7,50% R$ 142,80
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15,0% R$ 354,80
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 22,5% R$ 636,13
Acima de R$ 4.664,68 27,5% R$ 869,36
TABELA SOBRE RENDIMENTO ANUAL
BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA DEDUÇÃO
Até R$ 22.847,76 Isento
De R$ 22.847,77 até R$ 33.919,80 7,50% R$ 1.713,58
De R$ 33.919,81 até R$ 45.012,60 15,0% R$ 4.257,57
De R$ 45.012,61 até R$ 55.976,16 22,5% R$ 7.633,51
Acima de R$ 55.976,16 27,5% R$ 10.432,32

Ainda a respeito dos dividendos, pode haver imposto de renda retido na fonte em outros países. Nos EUA, por exemplo, essa alíquota varia entre os estados, ficando em torno de 30%. Vale ressaltar, no entanto, que todo o imposto pago no exterior é compensável no Brasil. Neste exemplo dos 30% americanos, seria compensado com teto do Imposto de Renda brasileiro (27,5%).

No caso de rendimentos periódicos, como no caso de alguns títulos de dívida pública ou privada, há a incidência de alíquota fixa de 15% sobre o valor recebido. O imposto incidente também deverá ser pago via carnê-leão.

Por fim, no caso de ganhos de capital (venda de ações com lucro, por exemplo), são tributados alíquotas de acordo com a tabela progressiva abaixo.

TABELA SOBRE GANHO DE CAPITAL
GANHO DE CAPITAL ALÍQUOTA
Até R$ 5.000,00 15,0%
De R$ 5.000,01 até R$ 10 milhões 17,5%
De R$ 10 milhões até R$ 30 milhões 20,0%
Acima de 30 milhões 22,5%

No Brasil, sabemos que há isenção de pagamento de imposto sobre o lucro para vendas de até R$ 20 mil por mês. Já nos EUA, essa isenção mensal não existe. Entretanto, na prestação de contas, essa isenção mensal sobe para R$ 35 mil quando se trata de liquidações de aplicações no exterior.

Sucessão direta em caso de morte

O investimento direto no exterior também gera algumas implicações na sucessão dos investimentos em caso de morte. Quando há investimentos no exterior, deve-se ter atenção quanto a burocracia envolvida, além do custo fiscal no caso de sucessão.

Em alguns estados americanos, por exemplo, o imposto cobrado sobre herança pode chegar a 40%. Como base de comparação, no estado de São Paulo é cobrado um imposto de apenas 4% nestes casos.

Novamente citando os EUA, existe limites de isenção para o não pagamento desta taxa. Porém, há variações. Americanos residentes no país só pagam o tributo no que exceder US$ 5,5 milhões por pessoa, ou US$ 11 milhões por casal (esse teto foi recentemente ampliado).

Para estrangeiros nos EUA, a isenção se reduz para US$ 60 mil. Portanto, o restante será taxado pelos 40% (média) caso o investidor morra.

O processo burocrático em si é rápido e simples. No entanto, cabe ao investidor ficar ciente do tributo a ser pago nestes casos envolvendo sucessão.

Existem maneiras de evitar o inventário. Uma delas, aceita por alguns bancos, corretoras e custodiantes, é fazer aplicações conjuntas, que prevejam direitos ao sobrevivente. Outra forma é por meio das contas TOD (“transfer on death”), que preveem beneficiários diretos, em proporções acertadas anteriormente. Vale ressaltar que, mesmos nestes casos, o investidor ainda terá que pagar os impostos.

Carteira Internacional

Aqui na Capitalizo, nós oferecemos a nossos clientes uma carteira de ações específica com as recomendações das melhores empresas estrangeiras. O investimento pode realizado tanto via BDRs quanto diretamente no exterior.

Quer receber as melhores recomendações de ações para montar sua carteira de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. Nosso produto oferece para você recomendações de análise fundamentalista de diversas empresas, seguindo uma estratégia de Buy&Hold de baixo giro de carteira e orientação para aportes periódicos. 

Acesse nossas recomendações de diferentes Carteiras: Carteira Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Ranking de Ações: 5 maiores altas de 2020

Maiores altas da Bolsa em 2018

O ano de 2020 ficará marcado na Bolsa de Valores, em março tivemos uma volatilidade que afetou grande parte do mercado, devido a crise do Coronavírus no Brasil e no mundo. Agora, cinco meses depois, a economia global começa a se recuperar, assim como o mercado de ações. O Ibovespa voltou a atingir os 100 mil pontos, mas ainda mantém uma média negativa de cerca de -10%.

Com toda essa movimentação do mercado nos últimos tempos, tivemos diversos ativos que conseguiram se recuperar – inclusive voltando a operar nas máximas do ano. Abaixo, segue a listagem das 5 ações que mais sobem em 2020, dos ativos que acompanhamos:

Quem são as empresas?

LOCAWEB (LWSA3)

Iniciando suas atividades em 1998, a Locaweb é uma empresa que abriu seu capital na B3 recentemente (fevereiro de 2020), sendo especializada em oferecer serviços de hospedagem de sites, revenda de Host, registro de domínio e computação em nuvem. Atualmente, possui um valor de mercado na casa de R$ 4,2 bilhões.

WEG (WEGE3)

A WEG é uma empresa global de equipamentos eletroeletrônicos. Ela atua principalmente no setor de bens de capital com soluções em máquinas elétricas, automação e tintas. Além disso, atua dentro e fora do Brasil, sendo que hoje quase 60% das receitas vêm de fora, seja via exportação ou produção em outros países.

OI (OIBR4)

A Oi é uma das maiores empresas do setor de telecomunicações do Brasil, principalmente no que tange sua grande infraestrutura ao longo de todo o país. A companhia atende quase a totalidade dos municípios brasileiros, com a prestação de serviços de telefonia fixa e móvel, de transmissão de dados e de TV por assinatura, separadas basicamente através de segmentos residenciais, de mobilidade pessoal e comerciais.

MAGAZINE LUIZA (MGLU3)

A Magazine Luiza é uma das maiores rede de varejo de eletrônicos e móveis, contando com mais de 60 anos de experiência no mercado. Atualmente, a Magazine Luiza opera mais de 1100 lojas no segmento de varejo, além de sua crescente plataforma de E-commerce.

B2W (BTOW3)

A B2W é uma das maiores empresas de e-commerce do Brasil, com quatro marcas online: Submarino, Americanas.com, Shoptime e Sou Barato. Sua operação é estruturada em duas principais frentes de negócio: Vendas diretas e Marketplace. Além disso, a empresa também oferece outros serviços de tecnologia, logística, distribuição e pagamentos. A B2W é controlada pelas Lojas Americanas que detém 62% das ações.

Quer receber as melhores recomendações de ações para montar sua carteira de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raiz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo e Avaliação da sua Carteira

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Receba nossos relatórios Grátis