Quantas ações devo ter na minha carteira de investimentos?

 

Quem investe, costuma ter algumas perguntas recorrentes em comum: Vale a pena ter uma carteira de longo prazo ou é melhor comprar e vender ações no médio prazo? Como compor uma boa carteira de investimentos em ações? Quantas ações deve-se ter em carteira?

Quem observa a atual performance da nossa bolsa de valores, provavelmente já se deu conta de que as crises podem ser excelentes oportunidades para construir um belíssimo patrimônio, desde que haja conhecimento e recursos para tal.

Neste artigo, você terá o privilégio de conhecer dicas importantes de como montar uma carteira, dos riscos da renda variável e das possibilidades de aportes. Confira!

Como montar uma carteira de investimentos?

Uma imensidão de fatores podem direcionar a montagem de uma carteira, sendo necessário adotar a estratégia que mais faz sentido aos seus objetivos financeiros.

Pode ser que você escolha por causa de notícias relevantes, branding, setores de atuação, análise fundamentalista, tendências de alta ou baixa, entre outros aspectos.

No entanto, o primeiro ponto que deve considerar é o seu perfil de investimento, pois mesmo em um ambiente arrojado, ainda é possível ter decisões conservadoras. 

Com isso, você pode definir se pretende comprar e vender ações no mesmo dia ou estruturar sua tática para o médio e longo prazo, alocando ativos periodicamente.

É importantíssimo que você estude bem o mercado financeiro e pesquise sobre as empresas que pretende investir, até para evitar os populares “micos” na carteira.

Sempre que possível, diversifique seus investimentos para obter não só o melhor equilíbrio entre risco x retorno, mas administrar seu patrimônio com inteligência.

Quantas ações são boas para ter em uma carteira?

Esse é o tipo de pergunta que valeria um milhão de reais em qualquer programa de auditório, sendo que a resposta é tão subjetiva quanto o segredo da felicidade.

Não existe um consenso entre os investidores, pois entra em questão o seu perfil de risco e, principalmente, quanto consegue se dedicar a conhecer cada empresa.

Isto é, imaginando que você tenha a pretensão de colocar entre 50 a 60 companhias na sua carteira, será mesmo que teria tempo e paciência para estudar todas elas? 

Esse dilema encontra nuances filosóficas até mesmo na estratégia de diversificação, pois é possível explorar focos diferentes de acordo com os setores escolhidos.

Porém, quanto mais exagerada for a diversificação, pode ser que sua carteira tenha correlação positiva com o Ibovespa e você performe apenas a média do mercado.

Seu poder aquisitivo e o volume de negociações também são fatores cruciais, portanto, inicie com poucas empresas e teste a performance ao decorrer do tempo.

Nossos analistas recomendam que o investidor tenha em média 15 a 20 ações em sua carteira. Entendemos que 15 ativos seja um mínimo necessário para garantir uma boa diversificação. Já ultrapassar os 20 ativos começa a tornar o controle mais complexo, principalmente para quem não tem muito tempo para dedicar-se a esta atividade.

Mas não é necessário já iniciar com 15 ativos todos de uma vez. O investidor pode ir selecionando uma a uma e montando seu portfólio até chegar ao número ideal. É claro também que, se ele se sente confortável, pode aumentar essa quantidade máxima.

Quais são os riscos reais de investir em ações?

Um dos fatores que influenciam bastante no ato de não cravar um número exato de ações na carteira é, basicamente, reconhecer que a renda variável tem seus riscos.

A bolsa de valores é um mundo onde muita coisa pode acontecer em questão de segundos, sendo que se expor demais às incertezas nem sempre é a melhor decisão.

O risco de mercado já é um velho conhecido dos investidores, tendo em vista que o desempenho dos preços pode ter influência do dólar, da inflação, da taxa de juros etc.

Além disso, o risco de liquidez também pode preocupar, uma vez que é possível encontrar dificuldades de negociar um papel com pouquíssimo volume de mercado.

Quais são as carteiras de investimento da Capitalizo? 

Se você quer investir em ações, mas deseja poupar tempo com análises, pesquisas e estudos meticulosos, contar com a ajuda de profissionais especializados é a saída. Voltado para a estratégia e o foco no longo prazo, o produto perfeito para você é o INVISTA EM AÇÕES. Ele conta com análises e recomendações para identificar boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz e Ações Internacionais.

Partindo desse princípio, trouxemos abaixo as carteiras que o time de análise da Capitalizo bate o martelo e recomenda com gosto para seus inúmeros clientes de renda variável.

Dividendos

Como há sempre aqueles perfis de investidores que almejam viver de dividendos, recebendo proventos periódicos das empresas, nada como uma carteira específica.

Os profissionais da Capitalizo fazem um verdadeiro garimpo entre as melhores oportunidades, observando sempre as empresas com forte potencial de lucratividade.

A intenção é indicar aqueles ativos que possam performar bem a longo prazo, mas tendo a expertise de revisar os pesos de cada ação quando houver necessidade.

Crescimento

Para surgir jogadores como Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar, Lewandowski, entre tantos outros, existem olheiros que repararam nos potenciais atletas da base.

Dentro dessa analogia, os nossos “olheiros” focam naquelas empresas que tendem a se destacar das demais e que podem ser grandes joias no futuro.

São analisadas questões quantitativas e qualitativas, de modo que você tenha um portfólio recheado de boas opções com forte potencial de retorno positivo.

Top Recomendadas

Mas se você quer entrar na bolsa de valores com os dois pés na porta, então é melhor ficar de olho nas empresas que exalam sucesso e contam com projeções fantásticas.

Sendo assim, a Carteira Top Recomendadas tem o propósito de escolher aqueles ativos de linha de frente com um alto potencial de valorização no longo prazo

No entanto, por mais que o olhar seja de holder, as indicações são devidamente preparadas a partir de análises para fluxos de compra no curto e médio prazo. 

Small Caps

A intenção aqui é escolher os ativos de baixa capitalização de mercado, ou seja, aqueles que ainda não são líderes em seus setores ou cases de recuperação.

Tendo isso em vista, a especialidade da Capitalizo nesse segmento é achar possíveis diamantes na bolsa de valores, que podem “reluzir” bastante em resultados positivos.

A carteira tem como critério focar em empresas com valor de mercado inferior a 15 bilhões de reais, visando auferir poderosos ganhos no longo prazo basicamente.

Buy and Hold Raiz

É claro que a Capitalizo também conta com recomendações especiais para aqueles clientes com a paciência de Jó, focando nos dados fundamentalistas e performance.

A ideia é ter visão de águia para alocar as melhores ações, cujo princípio é focar nas empresas que dispõem de vantagens competitivas diante da concorrência.

Você pensará realmente como sócio das companhias, obtendo recomendações que são capazes de enfrentar diferentes condições econômicas e aprender com as crises.

Ações Internacionais

É o tipo de carteira para quem tem um olhar muito além do nosso território, buscando proteger o patrimônio contra as oscilações da moeda e obter poderosos dividendos.

O objetivo é recomendar empresas internacionais com alta capitalização e participação de mercado, além de um forte potencial de crescimento no longo prazo.

Para isso, você pode investir por meio dos BDR’s, certificados que replicam os ativos estrangeiros na bolsa brasileira; ou direto nas stocks (ações) em uma corretora fora do Brasil.

Em resumo, para montar uma carteira de investimentos em ações é preciso estudar bastante o mercado de capitais, sendo que a recomendação de especialistas pode otimizar seu tempo para que tome boas decisões.

Você achou formidável a explicação de cada carteira e quer saber se existem outros pacotes ofertados? Pois bem. Se deseja uma experiência incrível e contar com as melhores análises e recomendações de todas as modalidades de investimentos (Renda Fixa, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários e Renda Variável), conheça o Capitalizo Completo. Com ele, você tem acesso a todos os produtos da Capitalizo com mais de 50% de desconto no valor total! Ele inclui o Full Trader com as análises e recomendações de ativos da bolsa de valores para operar no curto, médio e longo prazos, incluindo Day Trade, Swing Trade, e Position Trade em Ações, além de operações com derivativos, como termo, contratos futuros e opções.

Mini índice: como operar e ganhar dinheiro na bolsa?

Embora o número de investidores na bolsa de valores tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos, o Brasil ainda tem uma parcela muito pequena da população ganhando dinheiro com a renda variável. Especialmente quando comparamos com outros países, como os Estados Unidos.

Um dos motivos para isso pode estar relacionado com o mito de que a bolsa de valores não é acessível, seja para investidores ou especuladores – o que não é verdade. É sim possível realizar investimentos e operações de especulação com pouco capital. E uma das formas de se fazer isso é aprendendo como operar mini índice.

Quer entender melhor sobre o que são e como operar este tipo de derivativo no mercado – e impulsionar seus ganhos na bolsa de valores? Então me acompanhe nesta leitura!

O que são mini contratos?

Antes de falar do mini índice, é preciso contextualizar em que ambiente ele é negociado na bolsa de valores. Ele faz parte do chamado mercado futuro, que se diferencia do mercado à vista (onde se operam ações e cotas de fundos imobiliários, por exemplo).

No mercado à vista, as operações de compra e venda de ativos, envolvendo duas partes, são efetivadas no momento presente. Assim, mesmo que haja um prazo para liquidação destas operações, o negócio entre as partes envolvidas é iniciado e concluído ao mesmo tempo.

Já no mercado futuro são negociados derivativos — contratos que derivam de outros ativos, cujos valores variam durante um determinado período, visando a liquidação (física ou apenas financeira) em uma data futura. 

Para especular com contratos cheios no mercado futuro, é comum que seja necessário dispor de uma alta quantia financeira. E foi justamente visando tornar este ambiente mais acessível a pequenos investidores que surgiram, em 2001, os mini contratos. 

Eles são variações dos contratos cheios, permitindo que sejam fomentados acordos de compra e venda entre as partes envolvidas a partir de um menor capital – ou margem de garantia – dos especuladores. 

O que é contrato mini índice?

Depois de entender um pouco sobre o mercado futuro e sobre contratos cheios e mini contratos, é hora de saber mais detalhes do mini índice. Trata-se de um mini contrato que visa negociar movimentos do Índice Ibovespa (IBOV) considerando datas futuras.

Este é, portanto, um derivativo que está ligado ao principal índice da bolsa de valores — que acompanha as cotações dos papéis de empresas mais negociadas no mercado brasileiro. Assim, quem opera com mini índice realiza negociações envolvendo a projeção de pontuação futura do IBOV.

Isso significa que o investidor ou especulador está operando movido pela sua expectativa de que o índice suba ou desça – alcançando um determinado patamar – até a data estabelecida no contrato. O objetivo é lucrar com estas movimentações do índice no curto prazo.

O mini índice pode ser identificado no home broker pelo ticker que se inicia com a sigla WIN. Além disso, há uma letra que representa o mês de vencimento do contrato no futuro — e o ano correspondente a ele.

Os meses são identificados pelas seguintes letras, com vencimento de 2 em 2 meses:

Mês Código
Fevereiro G
Abril J
Junho M
Agosto Q
Outubro V
Dezembro Z

Como o mini índice funciona?

Como você já sabe, a pontuação futura do Índice Ibovespa pode ser negociada tanto por contratos cheios quanto por contratos de mini índice, certo? 

O diferencial entre eles é que os últimos são mais acessíveis a pequenos especuladores – tanto em relação ao montante disponível para operação quanto aos custos envolvidos. Agora, é o momento de entender como o mini índice funciona na prática.

Operando mini índice na prática

Você certamente já ouviu falar sobre a pontuação do índice Ibovespa. Por exemplo, quando se diz que o Ibovespa fechou em alta ou queda – em um patamar específico de pontuação. 

Isso ocorre porque o IBOV oscila ao longo do tempo e as oscilações são representadas por pontos.  E quem opera com mini índice terá ganhos ou prejuízos com estas variações.

A variação do mini índice é de R$ 0,20 para cada ponto de variação do IBOV – seja de lucro ou prejuízo. E a movimentação mínima ocorre de 5 em 5 pontos. Então, o especulador calcula seus ganhos – ou perdas – multiplicando o valor pela quantidade de pontos e pela quantidade de contratos. 

Para entender o funcionamento do mini índice na prática, imagine uma situação na qual um especulador negociou mini índice quando o IBOV estava a 75 mil pontos. Se a expectativa do investidor era de avanço no índice até a data de vencimento do contrato e o mesmo, de fato, subir – por exemplo, para 80 mil pontos, haverá ganhos.

Mas é importante estar atento para a possibilidade de o mercado não se comportar como o esperado. O mercado futuro apresenta alta volatilidade e, portanto, pode causar prejuízos aos especuladores.

Vale destacar também uma particularidade de se especular em mini índice: neste caso, não é necessário realizar a compra ou venda de ativos. É estabelecida uma margem de garantia para a operação e você tem a oportunidade de ganhar com as oscilações no preço. 

Também é possível contar com a alavancagem em suas operações – fazendo uso de mais dinheiro do que se tem em caixa para negociar mini índices e potencializar eventuais lucros.

Como operar mini índice?

Se você tem interesse em negociar contratos de mini índice é preciso, em primeiro lugar, aprender como o mercado funciona e como o derivativo costuma se comportar. E uma das questões mais importantes a se observar, neste caso, é a alta liquidez destes contratos.

A liquidez do mercado futuro é um dos motivos pelos quais especuladores optam pelas operações em mini índice. Afinal, o movimento do mercado é grande e a negociação de altos volumes por dia facilita a tarefa de encontrar compradores e vendedores dos mini contratos.

De maneira geral, o funcionamento do mini índice é bastante simples – fazendo com que se torne fácil aprender a operá-lo. Para fazer suas operações, basta identificar o ticker do contrato que você deseja (tenha atenção com a data de vencimento) e negociar de forma rápida pelo home broker.

No mini índice, é possível escolher entre esperar a data de vencimento do contrato e realizar a compra ou venda combinada ou realizar especulação neste período. A especulação se dá vendendo seu contrato antes do vencimento.

Além da especulação, o mini índice pode ser utilizado também como estratégia de proteção (hedge). Por exemplo, em uma situação de possível queda no IBOV no futuro você pode utilizar os mini contratos para proteger sua carteira de investimentos em ações – reduzindo os riscos.

Quando vale a pena operar mini índice?

Por fazer parte de um ambiente especulativo, o mini índice é mais adequado para investidores de perfil agressivo, que desejem se expor a riscos maiores em busca de rentabilidade no curto prazo. Afinal, a bolsa passa por oscilações frequentes – especialmente em períodos mais curtos, e o especulador está exposto a elas.

Operar mini contratos também pode fazer bastante sentido para investidores que desejam seguir uma estratégia de proteção para seu portfólio de ações.

Mas vale reforçar que, seja para especulação ou hedge, para saber se – e quando – o mercado futuro é adequado para você é essencial conhecê-lo antes de fazer suas operações. E, claro, avaliar seus objetivos dentro da bolsa antes negociar o derivativo.

Além disso, contar com apoio de uma equipe especializada para lhe trazer as melhores recomendações – e oportunidades – para fazer suas operações pode fazer grande diferença nos seus ganhos. Por isso, produtos como o Full Trader, da Capitalizo, podem ser decisivos para o seu sucesso na bolsa de valores.

Como operar Dólar Futuro com a Capitalizo?

No nosso produto Full Trader, também temos as operações de Dólar Futuro. Na nossa sala ao vivo, você acompanha em tempo real as recomendações dos analistas que, durante todo o pregão, passam os melhores pontos de compra e venda. Além das operações com Mini Contratos, você também pode acompanhar as recomendações em Day Trade e Swing Trade de Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Índice Futuro, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro.

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. 

Além das recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via app, Telegram e Painel do Trader, adquirindo o Full Trader, você também tem acesso ao produto Invista em Ações, focado em análises e recomendações de ações para longo prazo na bolsa de valores. Com ele, você conta com seis tipos de Carteiras de Investimento: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raiz e Ações Internacionais.

E mais: além das análises e recomendações, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar; análise de seus investimentos já existentes; além de materiais e mentorias online e ao vivo exclusivas para clientes para tirar dúvidas.

Se você deseja impulsionar suas possibilidades de ganhar dinheiro na renda variável – seja como scalper trader ou não, conheça agora mesmo todos os produtos que a Capitalizo pode lhe oferecer. E, em caso de dúvidas sobre o melhor produto para você, entre em contato conosco!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fundos imobiliários para 2021: será que é melhor tijolo ou papel?

Você tem buscado novas formas de diluir os prejuízos na carteira e ter melhores resultados? O que acha de investir em fundos imobiliários para 2021?

É importante que as estratégias de cada investidor mudem conforme o cenário que se apresenta, sendo que, assim como no livro A arte da Guerra, de Sun Tzu, as posições táticas e análises de pontos fortes podem fazer a diferença. 

Para facilitar a sua tomada de decisão, acompanhe a leitura e confira como os fundos imobiliários de tijolo e papel podem vir a ser boas oportunidades!

Quais são as vantagens de investir em Fundos Imobiliários?

Só o fato de poder investir em grandiosos empreendimentos de qualidade, sem sombra de dúvidas já é uma excelente vantagem dos fundos imobiliários. 

Os FIIs permitem que, com poucos recursos, você invista não somente em imóveis residenciais, mas shoppings, hotéis, hospitais, galpões logísticos etc.

O fator liquidez é um aspecto preponderante, pois é possível negociar as cotas diretamente no home broker e não precisar levar meses para comprar um imóvel.

Vale salientar que é mais fácil para os investidores em termos de decisão, pois há uma gestão profissional que cuida da alocação de recursos para ter uma boa rentabilidade.

A dor de cabeça de resolver burocracias com documentações, manutenção de imóveis, bem como lidar com inquilinos problemáticos também não será sua.

Além disso, o investimento em FIIs te protege das oscilações da inflação e os rendimentos são isentos de tributação, o que é um baita benefício para pessoas físicas.

Qual é a diferença entre FIIs de tijolo e FIIs de papel?

Antes de você procurar os códigos dos ativos e negociar na bolsa, não podemos deixar de esclarecer qual é a diferença entre os dois principais tipos de FIIs disponíveis.

Os fundos de tijolo tem o propósito de colocar recursos em imóveis já construídos, permitindo a exploração comercial desses empreendimentos para receber aluguéis.

Uma boa dica para escolher ótimos fundos de tijolo, além de observar a rentabilidade, é verificar se a taxa de vacância está alta e qual é o tempo de duração dos contratos.

Já em relação aos fundos imobiliários de papel, o investimento consiste em aportar o seu dinheiro em títulos, geralmente de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário.

Com isso, você pode receber rendimentos de LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) ou mesmo Letras Hipotecárias.

Como está o atual cenário para esses fundos?

Apesar do IFIX, o índice de fundos imobiliários, apresentar uma queda de 12,5% em 2020, desde o momento crítico da pandemia já se vê uma alta de 29%.

Dentro desse panorama, os índices IFI-E e IFI-D, que reúnem os principais fundos de tijolo e papel respectivamente, obtiveram retornos de 30% e 24% desde março.

Olhando de ângulos diferentes, muito do resultado positivo dos FIIs de tijolo se deve aos fundos de logística, que obtiveram um excelente desempenho em 2020.

Enquanto os fundos de papel performaram um pouco menos por conta da baixa performance dos FIIs de recebíveis da Kinea, que estão bem expostos à Taxa Selic.

Todavia, muitos fundos de papel vêm apresentando ótimos rendimentos mensais e preços que poderíamos considerar como “descontados” diante da sua relevância.

Em contrapartida, a esperada vacina pode significar boas notícias para os FIIs de tijolo, pois as restrições para a abertura de estabelecimentos tendem a diminuir.

Quais são os fundos que talvez sejam boas escolhas para 2021?

Nessa dualidade quase que filosófica, colocaremos mais um temperinho para que compreenda melhor a situação dos fundos de tijolo e fundos de papel.

A seguir, a fim de ajudar você a escolher os melhores fundos para investir, visando o cenário do ano que virá, conheça um pouco mais a respeito do XPML11 e IRDM11.

XPML11

O XP Malls, que é administrado pelo BTG Pactual, é um fundo de tijolo com segmentação em shoppings, cujo patrimônio alcança o valor de 2 bilhões de reais.

São mais de 240 mil cotistas desfrutando de um portfólio diversificado de shoppings em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Amazonas e Bahia

Cerca de 88% do seu patrimônio está alocado em imóveis já construídos, enquanto o resto corresponde aos CRIs, cotas de outros FIIs e fundos de renda fixa.

Em relatório apresentado pela XP Asset Management, gestora do fundo, a estratégia é trabalhar em torno de uma reciclagem de portfólio para melhorar os resultados.

Com a pandemia e o fechamento de shoppings consequentemente, o valor de suas cotas e a distribuição de rendimentos periódicos sofreram sérios impactos.

Porém, tendo em vista a projeção de retomada da normalidade, esse pode ser um dos fundos imobiliários para 2021 com grande potencial, visando o médio e longo prazo.

Inclusive, se compararmos com a performance do IFIX, o XPML11 apresenta uma ótima recuperação e já se posiciona a frente do índice no gráfico de retorno acumulado.

As cotas de XPML11 apresentaram retorno de -9,88% nos últimos doze meses, frente a -6,05% do Índice de Fundos Imobiliários (IFIX). Desde o início das negociações do fundo, em 27/12/2017, as cotas mantêm uma valorização de 36,70%, enquanto o IFIX marca 24,83% no mesmo período.

IRDM11

Quando se trata dos fundos de papel, a alternativa mais interessante no momento é o FII Iridium Recebíveis Imobiliários, que conta com quase 100 mil cotistas.

Sua gestão ativa tem foco maior em títulos de renda fixa como os CRIs, além de um LCI no Banco ABC Brasil e um vasto portfólio de FIIs de tijolo e papéis.

Esse fundo também é administrado pela BTG Pactual e pode ser uma ótima escolha em se tratando de rendimentos, cujo índice de dividend yield bateu 10,06% em 10/12.

Para se ter uma ideia do potencial do IRDM11, só este ano foram distribuídos mais de 11 reais em rendimentos por cota, sendo o maior nos últimos 3 anos.

Recentemente, anunciado em Fato Relevante, foram subscritas quase 3,6 milhões de novas cotas desse fundo de papel, totalizando assim cerca de 352,5 milhões de reais.

Nos últimos doze meses, as cotas de IRDM11 apresentaram um retorno positivo de 37,7% em relação ao desempenho do IFIX, que retraiu algo em torno de 6,05%.

No gráfico de retorno acumulado, o fundo Iridium demonstra um resultado muito satisfatório, demonstrando que sempre teve ótimos retornos em relação ao IFIX.

As cotas de IRDM11 apresentaram retorno de 37,70% nos últimos doze meses, frente a -6,05% do Índice de Fundos Imobiliários (IFIX). Desde o início das negociações do fundo, em 07/03/2018, as cotas mantêm uma valorização de 150,70%, enquanto o IFIX marca 20,51% no mesmo período.

Qual é a importância de diversificar?

Há de se ressaltar que investir em fundos imobiliários para 2021 também é uma forma de diversificar o seu dinheiro, melhorando assim a relação entre risco e retorno.

O ato de montar uma carteira diversificada é uma forma de diluir os impactos auferidos em determinados ativos, até mesmo observando o cenário macroeconômico.

É a oportunidade de equilibrar os seus aportes e ter a possibilidade de aumentar os ganhos, independentemente se o horizonte é de curto, médio ou longo prazo.

Contudo, jamais se esqueça de analisar o desempenho obtido com os ativos e balancear periodicamente os investimentos, a fim de obter melhores resultados.

Para finalizarmos, perceba que tanto os FIIs de tijolo quanto os de papel podem ser boas escolhas de fundos imobiliários para 2021, dependendo é claro da estratégia que pretende adotar.

Se o seu propósito é diversificar os aportes você precisa conhecer o quanto antes as  melhores recomendações do produto Carteiras Capitalizo. Com ele você terá acesso ao produto Top Fundos, Invista em Ações e recomendações de Renda Fixa (Títulos e Tesouro Direto.) Mensalmente você receberá atualização de carteira para diferentes perfis (Conservadora, Moderada e Agressiva). Além disso, você conta com nosso suporte para montar uma carteira personalizada.
Inclusive, se quiser uma experiência ainda mais incrível, aproveite a oportunidade para adquirir todos os produtos com o Capitalizo Completo e, com isso, aumentar as suas chances de obter bons retornos ao decorrer do tempo.

JGP Strategy FIC: saiba tudo desse Fundo Multimercado

O JGP Strategy FIC é um Fundo Multimercado da gestora JGP Asset. Fundada na década de 90, ela conta com mais de 10 fundos em seu portfólio e é uma empresa conhecida no mercado de investimentos. Em relação ao Fundo Multimercado JGP Strategy, ele funciona em forma de condomínio aberto, seu objetivo é ter um rendimento de 150% do CDI no longo prazo e é destinado a investidores em geral. 

O patrimônio do JGP Strategy está dividido em diversos investimentos, como títulos públicos federais, fundos de investimentos no exterior, ações, operações compromissadas, entre outros. Em questão de gastos, a taxa administrativa do fundo é de 1,85% do patrimônio líquido e há cobrança de taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. 

Em relação aos ganhos dos últimos 12 meses, o Fundo Multimercado JGP Strategy obteve retorno acumulado de 10,46%, equivalente a 228,42% do CDI. Confira esse desempenho no gráfico abaixo: 

 

Por fim, o Fundo Multimercado JGP Strategy pertence a uma gestora tradicional e conta com uma carteira diversificada. Seu retorno tem sido acima do benchmark, mesmo durante os momentos de volatilidade do mercado. Se quiser uma análise completa e o nosso posicionamento, baixe o relatório gratuito do Fundo de Multimercado JGP Strategy.

Se você tem interesse em investir em Fundos de Multimercado, conheça o Top Fundos de Investimentos. Com ele, você recebe relatórios e análises dos principais Fundos Multimercado, além de ter acesso a fundos de Renda Fixa, Imobiliários, Ações, Previdência e Internacionais. Assim, você pode montar sua carteira com diversificação para alcançar seus objetivos! 

Acesse agora e tenha atualizações de até 4 carteiras de investimentos para diferentes perfis e comece a impulsionar o seu patrimônio!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Como fazer uma análise fundamentalista de ações eficiente?

Quem se insere na bolsa de valores pode ter duas posturas diferentes: a de especulação e a de investimento. A primeira mantém o foco no lucro que pode ser obtido no curto prazo — e, para isso, faz uso de análises técnicas ou gráficas.

Já no segundo caso, o objetivo é identificar empresas sólidas e com perspectivas de resultados financeiros positivos no futuro. Diferente da especulação, no investimento de longo prazo é preciso se certificar de que a companhia tenha bons fundamentos e que ofereça projeções promissoras.

Uma das principais alternativas para encontrar estas empresas na bolsa é descobrir como fazer uma boa análise fundamentalista. Afinal, ela permite ao investidor entender a situação do negócio e basear melhor suas decisões na bolsa. Então continue a leitura e aprenda a fazer uma análise fundamentalista de ações eficiente!

O que é a análise fundamentalista de ações?

A análise fundamentalista parte do conceito de fundamentos, que são indicadores que mostram a saúde financeira de uma companhia, assim como outros aspectos importantes. Por exemplo, sua participação no mercado, a qualidade da sua gestão, etc.

Todos são pontos essenciais para as decisões de sociedade. Afinal, se você fosse convidado para se tornar um dos sócios principais de um negócio teria que avaliar as possibilidades e os riscos inerentes a ele, não é mesmo?

O investimento em ações também deve ser visto dessa forma. Ainda que a quantidade de papéis comprados não garanta a você uma participação majoritária, o retorno obtido com os investimentos depende da saúde da empresa.

O lucro do investidor com as ações pode se dar tanto com o recebimento de proventos quanto com a valorização do preço dos papéis.

No primeiro caso, trata-se da divisão de parte dos lucros da empresa e distribuição entre os acionistas. Logo, o negócio precisa ser sólido e ter resultados positivos para lhe dar dinheiro.

No caso da valorização das ações a lógica é parecida. Se você pensa em lucrar com a venda dos papéis no futuro, é preciso escolher companhias que ofereçam expectativas positivas. Caso ela enfrente problemas ao longo do tempo, a tendência é que os papéis se desvalorize.

Portanto, saber como fazer uma análise fundamentalista eficiente proporciona um melhor manejo de riscos e aumenta suas chances de sucesso. A estratégia de avaliar empresas, inclusive, foi e ainda é defendida por grandes investidores – como Benjamin Graham e Warren Buffett.

Como fazer análise fundamentalista?

Um dos principais objetivos da análise fundamentalista é avaliar o presente e as perspectivas de futuro da empresa para encontrar oportunidades na compra de ações. Para isso, um aspecto é central: a informação.

A avaliação dos fundamentos consiste em buscar dados sobre as companhias listadas na bolsa e refletir sobre eles — tanto individualmente como em conjunto. Assim, pode-se saber mais sobre o desempenho do negócio e fazer previsões sobre o comportamento dele no longo prazo.

Ficou claro até aqui? Então veja a seguir quais são os passos essenciais para entender como fazer uma análise fundamentalista eficiente e encontrar boas oportunidades de investimento na renda variável:

Conhecer os principais fundamentos

Existem diversos fundamentos que merecem a atenção dos investidores. Como expliquei, eles envolvem tanto a realidade financeira da empresa quanto seus aspectos de gestão – e também fatores relacionados ao mercado e à economia de maneira mais ampla.

Ou seja, não é recomendado analisar somente a empresa, de maneira isolada. Afinal, ela faz parte de determinado setor, está exposta a riscos e possibilidades da economia nacional e internacional, etc.

Nesse sentido, os fundamentos podem ser quantitativos ou qualitativos – e você precisa entendê-los para fazer uma análise mais adequada.

Qualitativos

Os qualitativos dizem respeito a evidências que não são medidas, necessariamente, em números. Um exemplo é a qualidade da gestão, que pode ser percebida pela transparência de informações e pela reputação da empresa no mercado, por exemplo.

Quantitativos

Já os quantitativos indicam fundamentos numéricos — especialmente úteis para avaliação da saúde financeira e dos resultados do negócio. Alguns exemplos são:

  • A receita e o lucro da empresa: mostram como o negócio vem se comportando e lucrando nos últimos anos;
  • O valor intrínseco: avalia o valor da empresa e projeta qual seria o preço justo da ação para refleti-lo;
  • O Preço/Valor Patrimonial: cálculo que mostra a relação do preço de mercado da ação em relação ao seu patrimônio;
  • O ROE: taxa de retorno de investimento dos acionistas;
  • O Dividend Yeld: a quantidade (em percentual) de dividendos pagos em relação ao preço da ação.

Acompanhar informações sobre as empresas

Uma vez que você conheça os principais fundamentos da empresa, e eleja aqueles que usará para realizar sua análise fundamentalista, um cuidado indispensável é acompanhar as informações sobre as companhias que despertam seu interesse.

Afinal, os dados que proporcionam a análise partem das informações compartilhadas pelo negócio e das notícias que envolvem a empresa e/ou o seu setor. Em relação aos fundamentos quantitativos, você deve ficar atento às análises contábeis.

As empresas de capital aberto devem divulgar seus balanços para informar investidores e interessados — geralmente, a divulgação acontece trimestralmente. Dois documentos essenciais são o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

Ao acompanhar os dados relevantes sobre as empresas, fique atento e busque fazer uma avaliação histórica dos negócios. Não é indicado considerar apenas o último trimestre ou mesmo o último ano. O ideal é ter um histórico amplo para saber como a companhia vem se comportando ao longo dos anos.

Comparar empresas do mesmo setor

Outro ponto importante é se atentar à comparação entre companhias. Ao avaliar as informações de dois ou mais negócios de seu interesse, você deve considerar empresas de um mesmo setor.

Do contrário, há o risco de ter resultados sem fidedignidade, já que os dados comparados não terão relação entre si.

Entender o ambiente macroeconômico

Todos os resultados de uma companhia têm relação também com o ambiente macroeconômico — do Brasil e do mundo. Afinal, diversos acontecimentos internacionais impactam negócios brasileiros.

Assim, vale a pena acompanhar notícias sobre:

  • O PIB atual e as expectativas em relação a ele;
  • A taxa de renda e desemprego no país;
  • Os índices de inflação e o poder de compra da população;
  • A taxa de juros nacional e a taxa de câmbio com moedas relevantes;
  • A competitividade da empresa no mercado nacional e global;
  • O crescimento do setor no qual a empresa se insere.

Contar com suporte de especialistas

Como você pode ver, a tarefa de realizar uma análise fundamentalista de ações é bastante complexa, já que são muitos detalhes envolvidos na hora de descobrir como avaliar um papel.

Por isso, a última dica para analisar os fundamentos das companhias com eficiência é contar com suporte de profissionais especializados no assunto.

Quem contrata o produto Invista em Ações, oferecido pela Captalizo, por exemplo, tem a vantagem de encontrar as informações fundamentalista reunidas de maneira simples e muito mais prática para o investidor.

Desta forma, fica muito mais fácil não apenas fazer uma análise fundamentalista muito mais eficiente, como também contar com recomendações de especialista acerca das melhores ações disponíveis no mercado.  

Assim, você se sentirá muito mais seguro ao tomar suas decisões de longo prazo na bolsa e fará bons investimentos no mercado financeiro!

Quer começar a construir uma carteira muito mais sólida a partir de agora? Então contrate o produto Invista em Ações. Assim você tem acesso a Carteiras de Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

Além disso, toda semana são enviadas atualizações das melhores ações, como aviso de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e semestrais para incrementar sua carteira de ações e impulsionar seu patrimônio!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Fundos de Renda Fixa – Ranking 2020

mitos e verdades sobre investimentos

Abaixo segue o Ranking com alguns dos principais Fundos de Renda Fixa do país. Na lista, constam os retornos do mês, anual e dos últimos 12 meses.

A lista leva em consta o fechamento do dia 10/12/2020, e considera os Fundos de Inflação (Debêntures e Títulos Públicos):

NOME

MÊS

2020

12 MESES

JOURNEY CAPITAL ENDURANCE DEB INC JUROS REAIS ADVISORY FIC FI-INFRA

2,04%

10,32%

10,81%

WESTERN ASSET IMA-B5 ATIVO FI RF

1,86%

8,71%

9,29%

WESTERN ASSET ATIVO MAX RF

2,11%

7,55%

7,65%

ICATU VANGUARDA PRÉ-FIXADO FIRF LP

2,90%

7,18%

7,25%

XP INFLAÇÃO REFERENCIADO IPCA FI RENDA FIXA LP

1,32%

7,02%

7,67%

BTG PACTUAL DEBÊNTURES INCENTIVADAS INFLAÇÃO INFRA FIC RENDA FIXA

1,67%

6,93%

7,67%

TESOURO IPCA CURTO RF

0,88%

6,78%

7,44%

BTG PACTUAL CRED CORP PLUS FI RF CP

0,28%

6,61%

7,07%

TREND INFLAÇÃO CURTA FIRF LP

0,87%

6,58%

7,19%

BNP PARIBAS F INC DE INV INFR DEB INC RF

1,22%

6,51%

7,43%

CDI

0,06%

2,65%

2,90%

IBOVESPA

5,73%

-0,45%

4,03%

IMA-B 5

0,89%

7,04%

7,67%

IMA GERAL

1,18%

4,46%

4,78%

O que é e o que faz um Fundo de Renda Fixa?

Os fundos classificados como Renda Fixa apresentam como principal fator de risco de sua carteira a variação da taxa de juros, de índice de preços, ou ambos. Devem ter pelo menos 80% da sua carteira investida em ativos que estejam relacionados a esses fatores de risco.

Na prática, esses ativos financeiros são, em sua maioria, os chamados títulos de Renda Fixa, como os Títulos Públicos, Debêntures e os Títulos de Emissão Bancária, como CDBs, LCIs, entre outros. Os fundos também podem incluir na carteira títulos que apresentam maior risco de crédito, como os Títulos Privados, e podem utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem.

Dentro dos Fundos de Renda Fixa, existem algumas classificações de acordo com sua política majoritária de investimento. Por exemplo, existem os fundos especializados em ativos de Crédito Privado, em especial as debêntures. Esses fundos possuem grande parte de seu patrimônio alocado nesta classe de ativo, e recebem em seu nome o sufixo “CP”.

De forma semelhante, há fundos voltados para Títulos Públicos atrelados à Inflação (IPCA+), isto é, com grande parte de seu patrimônio atrelado a esta modalidade de ativo. Nesta mesma linha, há os Fundos IMA-B, que buscam representar o desempenho do índice IMA-B (Índice de Mercado Anbima), cuja carteira é formada por títulos Tesouro IPCA+. Por fim, não podemos deixar de considerar os fundos com seus investimentos focados em Títulos Públicos Prefixados e em Títulos Tesouro Selic.

Contudo, vale ressaltar que os Fundos de Renda Fixa são excelente alternativa para investidores de perfil mais conservador ou ainda, para investidores mais agressivos, que têm a necessidade de formar uma reserva de liquidez.

E você, quer receber as melhores recomendações de Fundos de Renda Fixa?

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Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar. 

Analistas Responsáveis

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Melhores pagadoras de dividendos: o que podemos esperar em 2021?

Em um cenário de incertezas que assola o mundo, será que existe alguma estratégia campeã? Que tal investir em possíveis melhores pagadoras de dividendos?

Com a corrida das vacinas e a notificação de bons índices de eficácia nos testes finais, o mercado financeiro tem se mostrado otimista, principalmente para os investidores que sabem a relevância do longo prazo.

Neste artigo, você compreenderá como é possível driblar cenários de incerteza, a importância da análise fundamentalista e de uma estratégia de dividendos. Confira!

Como lidar com as incertezas atuais?

Diferentemente do risco, em que é possível avaliar se um investimento é relevante ou não a partir de análises estatísticas, a incerteza causa certo pânico no mercado.

Muitos novatos querem a “fórmula secreta” para ganhar dinheiro na bolsa, mas não é bem assim que funciona, pois tudo parte de um processo de inteligência emocional.

Para lidar com as incertezas e possíveis cisnes negros que despencam os mercados, torna-se crucial utilizarmos dois pilares: autoconhecimento e autogestão das emoções.

Isto é, não basta apenas ter uma vasta bagagem financeira se você não se conhece e não domina suas próprias atitudes, até mesmo para não fazer escolhas equivocadas.

As incertezas requerem pensamentos ainda mais analíticos, de modo que possamos afastar as heurísticas e vieses cognitivos que podem alterar nossa percepção.

Mais do que sermos investidores resilientes, devemos pensar no conceito da antifragilidade, ou seja, evoluir após situações imprevisíveis e de grande pressão.

Mesmo com incertezas, há luz no fim do túnel?

Se o ano de 2020 deixou você igual ao quadro O Grito, de Edvard Munch, saiba que ainda é possível fazer bons aportes em um cenário recheado de incertezas.

No entanto, a tão esperada “luz no fim do túnel” costuma aparecer para quem aprende que o olhar a longo prazo faz uma enorme diferença, bem como o estudo contínuo.

A análise fundamentalista permite fazermos possíveis projeções a partir de avaliações financeiras, setoriais e de fatores macroeconômicos, impulsionando boas estratégias.

Diversificar as ações na carteira, por exemplo, é uma baita tática para ter uma melhor relação entre risco x retorno, além é claro de tentar se proteger das incertezas.

Uma carteira diversificada pode conter segmentos distintos e com grande potencial de valorização, especialmente para os investidores que anseiam viver de dividendos.

Quais empresas podem ser as melhores pagadoras de dividendos em 2021?

Apesar de o ano ter sido atípico, os balanços do 3º trimestre revelaram que tem muitas empresas que parecem nem ter sentido a crise ou que se recuperaram muito rápido.

Com isso, pensando em uma estratégia voltada para receber proventos de maneira periódica, trouxemos abaixo uma lista com 3 das melhores pagadoras de dividendos.

1. Engie (EGIE3)

Com uma capacidade instalada de 10.211 MW, distribuídos em 61 usinas, a Engie é considerada a maior geradora de energia privada do Brasil.

Inclusive, mais de 85% do que é produzido pela empresa tem fontes renováveis, utilizando-se de energias eólicas, hidrelétricas, biomassa e solares.

As cinco novas subestações do projeto Gralha Azul, no Paraná, e o término das obras de linhas de transmissão são grandes destaques para 2021.

No 3º trimestre deste ano, a empresa mostrou uma receita líquida de mais de 3 bilhões de reais, reportando assim um crescimento de 28,7% em relação ao 3T de 2019.

Investir nas ações dessa companhia do setor elétrico é uma estratégia centrada na característica defensiva de suas operações, além da diversificação do portfólio.

Vale ressaltar que seu dividend yield (DY) é de 5,43% nos últimos doze meses, mas há a esperança de que a empresa apresente algo em torno de 8,1% no ano que vem.

2. Santander (SANB11)

Sendo um dos grandes bancos presentes na bolsa de valores, o Santander é uma companhia internacional com grande escala no nosso país.

É considerada a 3ª maior instituição financeira privada atuando no Brasil, tendo como base os clientes pessoas físicas e empresas de pequeno e médio porte.

Além disso, o grupo Santander sabe a importância de investir em inovação e tecnologia, bem como ficar de olho nas oportunidades trazidas pelo “novo normal”.

O lucro gerencial do banco teve um acréscimo de 82,7% em relação ao 2T20, com quase 4 bilhões de reais e um retorno sobre patrimônio líquido de 21,2%.

Embora a margem financeira tenha apresentado uma retração de 8,7%, vale ressaltar que a carteira de crédito avançou cerca de 4%, passando assim para R$ 397,4 bilhões.

Para o código unit SANB11, que aglutina ações ordinárias e preferenciais da companhia, espera-se um DY de 8,3% em 2021, superando os 7,61% atuais.

3. Comgás (CGAS5)

Com uma rede de mais de 16 mil km de gás natural, a Comgás fornece seus serviços para quase 2 milhões de consumidores residenciais, comerciais e industriais.

É uma companhia com uma área de concessão que abriga cerca de 26% do PIB (Produto Interno Bruto) do país, abrangendo 177 cidades no estado de SP.

A margem Ebitda ficou em 28,9%, o que representa um ganho de 3,4% em comparação ao 3º trimestre de 2019, mostrando melhor diluição dos custos.

A empresa reportou uma receita líquida de R$ 2,3 bilhões e lucro líquido de R$ 292 milhões, com decréscimos de 12,8% e 22% respectivamente em relação ao 3T19.

No entanto, de acordo com a plataforma Economatica, a ação PNA da Comgás apresenta o melhor desempenho da mediana de dividend yield nos últimos 11 anos.

Inclusive, o código CGAS5 valorizou 77,85% em 12 meses, tendo um DY de 9,05%, cuja distribuição este ano foi de cerca de 9 reais de dividendos por ação.

Bônus: Taesa (TAEE11)

Como nossos analistas estavam bonzinhos, trouxemos uma dica bônus para dar um up na sua estratégia de carteira diversificada com as melhores pagadoras de dividendos.

A Taesa é tida como uma das maiores empresas de transmissão de energia elétrica do país, ou seja, serve como intermediária entre as empresas geradoras e distribuidoras.

É um grupo privado que conta com, aproximadamente, 11.062 km em linhas de transmissão, além de 97 subestações distribuídas em todas as regiões do Brasil.

Quanto aos resultados do 3T20, a receita líquida de vendas chegou ao patamar de R$ 449,8 milhões, reportando uma alta de 5,9% em relação ao mesmo período de 2019.

Já o lucro líquido teve um crescimento de 76,6% na comparação entre o 3T20 e 3T19, atingindo a marca de R$ 631,9 milhões — refletindo assim uma ótima gestão.

Suas ações units contam com um índice de dividend yield de 9,68%, sendo que este foi o ano de maior distribuição de dividendos da companhia: R$ 3,05 por ação.

Por fim, perceba que a paciência e o estudo contínuo são fatores importantíssimos na análise fundamentalista, algo que ajuda a compreender quais são as melhores pagadoras de dividendos que, possivelmente, podem reportar bons valores. Se você gostou das informações que leu e quer saber mais detalhes sobre as empresas citadas e outras do mercado, então está mais do que na hora de conhecer o nosso produto Invista em Ações. Com ele você recebe:

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Até onde uma ação pode subir – Recomendação em LOGN3

Até onde uma ação pode subir

Uma dúvida que persegue boa parte dos investidores é até onde uma ação pode subir ou se a ação está ”cara”.

Essa concepção de caro ou barato depende dos ”olhos de quem vê”. Por exemplo, um investidor pode achar as ações do Banco Inter (BIDI4) baratas, pois para ele é um negócio disruptivo. Já outro investidor pode considerar a BIDI4 cara, e que o banco não vai obter lucros suficientes. Porém, nesse caso, temos uma unanimidade: as ações BIDI4 subiram muito – de junho de 2018 até hoje, a alta foi de mais de 420%.

Vamos supor que o Banco Inter realmente não seja um negócio disruptivo e que, em determinado momento, o mercado perceba isso e comece a vender as ações provocando uma forte baixa dos preços. A grande questão é: não há como prever quando isso irá acontecer, portanto, temos que aproveitar esses movimentos de alta?

A resposta é sim. Mesmo em empresas sem fundamentos, ou com fundamentos ”questionáveis”, é possível aproveitar o fluxo comprador durante um bom tempo.

O Rastreador de Tendências

Para quem já é nosso cliente ou nos acompanha há mais tempo, sabe que temos uma estratégia que é utilizada para captar esse movimentos de ”fluxos de compra”. Esse método chama-se Rastreador de Tendências.

A intenção dessa estratégia é aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de baixa possa começar. Se quiser conhecer mais detalhes dessa tática, confira o artigo Rastreador de Tendências – Estratégia de médio prazo em ações.

Nesse contexto, não tentamos adivinhar se a ação está cara ou barata, se a empresa é disruptiva ou não é. O que queremos é aproveitar ao máximo, ”surfando” o movimento de alta das ações. E para isso, usamos os gráficos.

A Login (LOGN3)

O caso da Login (LOGN3) é bastante interessante. A empresa que tem como principal atividade a cabotagem (navegação entre portos marítimos dentro das águas costeiras) pertencia a Vale do Rio Doce até 2007, quando fez IPO na B3. A companhia passou por sérias dificuldades e inciou um profundo processo de reestruturação em 2016. Já em 2018, os resultados apareceram e a Login voltou a operar no azul.

Mesmo com a reestruturação, a empresa ainda tem um endividamento bastante elevado e uma série de desafios. Se por um lado a LOGN3 ainda não é um ativo considerado interessante pelo nosso setor de Análise Fundamentalista, por outro tem experimentado um alto fluxo na ponta compradora. Isso porque o mercado que a empresa atua tem forte potencial de crescimento. Além disso, a continuidade da melhora da companhia pode levá-la a outros patamares.

Dessa forma, a LOGN3 é um ativo que se enquadra perfeitamente na nossa Estratégia do Rastreador de Tendências. Abaixo, segue uma das operações que fizemos em Login utilizando essa estratégia:

A recomendação de compra em Login (LOGN3)

Depois de uma algumas semanas ”andando de lado”, a recomendação de compra em LOGN3 foi dada em 18/03/19 a R$8,73. A intenção era antecipar uma possível alta do ativo caso esse movimento lateral fosse rompido. Por outro lado, se o ativo começasse a cair o stop seria acionado, encerrando a operação.

A LOGN3 ficou praticamente mais dois meses nesse movimento lateral até que em junho ele foi rompido, dando início a sequência de alta das ações.

No dia 10/07/19 foi recomendada a Redução Parcial (venda de metade da posição) a R$14,00 com o intuito de preservar os ganhos da operação.

Finalmente, em 13/11/2019, nossos analistas identificaram um possível esgotamento do movimento de alta e encerram a operação, recomendando a venda R$18,67:

Para os nossos clientes que fizeram a redução (venda de metade da posição) o ganho total foi de 87,11%. Para quem quis aproveitar o movimento todo e não fez a redução parcial, o ganho foi ainda maior e alcançou 113,86%.

Vale comentar que durante todo o movimento avisamos os momentos de compra, possível redução e de venda em nossas recomendações. Esses avisos são enviados via Telegram, aplicativo ou Painel do Trader (para quem estiver no computador). Na prática, você só precisa colocar as ordens na sua corretora de preferência.

O que fazer depois de encerrar uma operação 

Conforme vimos no exemplo, a grande vantagem dessa estratégia é que não precisamos tentar adivinhar até onde os preços irão, já que a utilização de gráficos nos aponta exatamente os momentos de compra e de venda.

Dessa forma, após o encerramento de uma operação basta aguardar uma nova oportunidade, seja em outra ação ou na que foi encerrada.

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Ações para a vida toda: o que fazer quando o mercado cai

Ações para a vida toda

Escolher as melhores ações para compor uma carteira nem sempre é uma tarefa fácil. Em alguns casos companhias que pareciam boas, não eram – seja em função de mudanças no mercado ou nas próprias empresas.

Porém, existem negócios que possuem muitas vantagens competitivas, que conseguem se adaptar às mudanças dos mercados e são geridos por excelentes profissionais – o que colabora para a valorização das ações. Quando se identifica esse tipo de empresa, o que um investidor de longo prazo deveria fazer é comprar e manter o máximo de tempo possível em carteira.

Logicamente, nenhuma empresa conseguirá manter seus negócios crescendo bem ou gerando lucros todos os anos. Qualquer empresa têm anos bons e anos ruins e, mesmo ótimas companhias não fogem a essa regra. Nesses momentos, o ideal é ter paciência e aguardar a recuperação.

Na teoria parece fácil, mas por que muitos investidores diante de ótimas oportunidades não as aproveitam?

Infelizmente, o principal motivo é que boa parte dos investidores em função de ruídos de curto prazo e movimentos de baixa, são levados a crer que as empresas não vão prosperar e que os preços das ações não vão mais subir.

Nesse momentos, muitos investidores vendem sua ações, quando na verdade deveriam manter ou comprar mais.

O que faz uma ação subir no longo prazo?

No longo prazo, quanto mais uma empresa gerar lucro e entregar retorno aos seus acionistas, maior a probabilidade da ação dessa empresa subir. Afinal, todos querem ser sócio de uma empresa que cresce e aumenta, ao longo dos anos, o pagamento de dividendos.

Quando falamos em longo prazo, na verdade, estamos dizendo “sem prazo definido”. Então, como não é possível quantificar o tempo que levará para uma ação subir, investiremos no mercado de ações apenas os valores que não temos necessidade de utilizar.

O que faz as ações caírem?

Se no longo prazo o que faz uma ação subir é o crescimento de lucros e retornos para seus acionistas, caso a empresa não cresça, suas ações dificilmente valorizarão ao longo dos anos.

Dessa forma, temos:

Ações que geram lucros crescentes = probabilidade de alta em longo prazo

Ações que não geram lucros = probabilidade de baixa em longo prazo

E no curto prazo, essa lógica funciona?

Se, no longo prazo, as coisas parecem mais “controláveis” ou “previsíveis”, no curto prazo, a lógica não costuma aparecer. Mesmo uma empresa que gera lucros pode ter as ações desvalorizadas. Da mesma forma, uma empresa que tenha prejuízos, pode ter suas ações super valorizadas.

Como costumamos falar, no curto prazo o mercado é “maníaco-depressivo”. E quem procurar uma resposta lógica a cada movimento de alta ou de baixa poderá perceber que esse exercício pode ser uma grande perda de tempo.

Além disso, fatores que podem nem influenciar nos resultados da empresa, como guerras, eleições ou mesmo um tweet do Trump, podem trazer muita volatilidade às ações.

Sendo assim, muitas vezes as ações de uma empresa caem sem seus lucros sequer serem afetados. Ou mesmo que os lucros sejam afetados, as ações caem tanto que parece que a empresa nunca mais terá lucros novamente.

Para comprovar a nossa “Teoria dos Mercados Maníaco-depressivos”, tomemos as ações da Lojas Renner (LRNE3) como exemplo. Abaixo, selecionamos os períodos em que tivemos fortes quedas das ações e também os longos períodos em que as ações pouco subiram.

Ações da Lojas Renner (LREN3)

Setembro/2006 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 53%

Dezembro/2007 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 72%

Março/2006 até Março/2009: as ações subiram apenas 1%

Agosto/2010 até Março/2014: as ações subiram apenas 0,88%

Agosto/2010 até Dezembro/2011: as ações caíram mais de 30%

Maio/2013 até Fevereiro/2014: as ações caíram mais de 30%

Janeiro/2013 até Fevereiro/2016: as ações subiram apenas 1,55%

Julho/2015 até Fevereiro/2016: as ações caíram mais de 30%

Agosto/2016 até Dezembro/2016: as ações caíram mais de 20%

Julho/2016 até Setembro/2018: as ações subiram apenas 7%

Dezembro/2017 até Setembro/2018: as ações caíram mais de 20%

Outubro/2017 até Abril/2019: as ações subiram apenas 8%

Janeiro/2020 até Março/2020: as ações caíram mais de 56%

Junho/2020 até Novembro/2020: as ações caíram mais de 23%

Valeu a pena investir em Lojas Renner (LREN3)?

Apenas olhando os números acima, você acreditaria que LREN3 foi uma das ações que mais renderam no longo prazo? Pode não parecer, mas veja a alta de LREN3 desde 2005:

De Abril/2005 até Novembro/2020, as ações LREN3 (linha verde) tiveram alta de incríveis 8.500%, enquanto o Ibovespa (linha cinza) subiu pouco mais de 324%.

Essa valorização transformaria R$10.000 em mais de R$869.000 nesse período.

O preço segue o lucro?

No caso de Renner, apesar de diversos percalços, anos bons e anos ruins, no longo prazo o preço das ações seguiu o aumento do lucro e do retorno aos seus acionistas.

Em 2006, por exemplo, a empresa lucrava em torno de R$ 98 milhões, número que chegou a mais de R$1 bilhão, quando observamos os resultados dos últimos 12 meses.

Abaixo, temos o gráfico do movimento das ações em relação ao lucro da empresa:

O que fazer quando o mercado cai forte?

Sabemos que esse ano Renner terá seus resultados afetados em função do coronavírus, que foi o principal responsável pelo fechamento das lojas. Assim como várias outras empresa serão afetada. Porém, conforme dito anteriormente, será que a empresa nunca mais vai voltar a performar bem?

A queda de mais de 50% entre janeiro e março desse ano, não parecem uma boa oportunidade não só para manter as ações em carteira, como também para comprar mais?

Na nossa avaliação, nos casos de empresas como Lojas Renner, uma queda brusca das ações significa, atualmente, uma ótima oportunidade para o longo prazo.

Entretanto, não devemos esquecer que algumas ações caem justamente porque seus negócios são ruins ou estão se deteriorando. Nesses casos, nem sempre queda é sinônimo de oportunidade.

Em momentos de queda do mercado, tenha calma e não aja por impulso, por mais desconfortáveis que esses movimentos possam parecer. O investidor que tem estratégia e paciência costuma ser recompensado no longo prazo.

Conte com a gente nessa jornada e tenha ações para a vida toda.

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Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch: entenda as estratégias de cada investidor

Quem deseja investir cada vez melhor se beneficia de conhecer a história de grandes investidores. Eles têm muito conhecimento e experiência no mercado e podem compartilhar importantes lições com você.

Nomes de importante peso na bolsa de valores, como Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch construíram fortunas com investimentos em ações. Então, vale a pena tentar modelar as técnicas que deram tão certo para eles, não é?

A seguir, você conhecerá um pouco mais sobre a história de cada um deles e verá quais são as estratégias utilizadas nas suas carteiras. Confira!

As estratégias de Benjamin Graham

Começamos pelo pai do value investing (ou investimento de valor) — estratégia utilizada por outros grandes nomes, inclusive, os que vamos apresentar a seguir. 

Benjamin Graham é um dos maiores investidores de todos os tempos. Conheça mais sobre ele!

Quem foi Benjamin Graham

Graham foi um jovem de origem judaica cuja família passou por dificuldades na guerra. Em busca de dinheiro para ajudar seus familiares, ele começou a trabalhar em Wall Street depois de se formar na faculdade.

Apesar de iniciar sua atuação em um cargo operacional, a capacidade analítica de Graham chamou atenção e logo ele foi promovido — até chegar rapidamente a sócio da empresa onde trabalhava, aos 26 anos de idade.

Além do trabalho na bolsa, Graham se tornou também professor universitário e autor de livros. As obras dele, “Security Analysis” e “O Investidor Inteligente” são considerados dois dos títulos mais importantes sobre mercado financeiro e investimentos.

A carreira como professor durou até seus 62 anos, quando ele deixou a sala de aula. Em 1976, Graham faleceu de causas naturais, aos 82 anos.

Como Graham investia

Benjamin Graham não apenas utilizava estratégias interessantes na bolsa — ele criou a sua! Ele é precursor do que conhecemos por value investing. Uma técnica que consiste, basicamente, em encontrar boas empresas a preços descontados.

Os resultados dos investimentos desse grande nome foram vantajosos tanto em suas escolhas pessoais quanto à frente de sua empresa (a Graham-Newman). Um dos princípios centrais praticados por ele era o manejo de risco.

Graham chamava a atenção para o fato de que não é possível prever o que acontece no mercado de ações. Por isso, via no value investing uma maneira de obter margem de segurança ao investir. Ao optar por empresas descontadas, era possível reduzir a possibilidade de desvalorização.

Além disso, ele defendia adotar uma postura conservadora ao analisar ações — buscando por empresas de qualidade para o longo prazo. A diversificação também era considerada fundamental por ele para controlar os riscos na bolsa.

As estratégias de Warren Buffett

Depois de conhecer o mentor Benjamin Graham, vamos saber mais sobre a vida de Warren Buffett. Ele aprendeu muito com o antigo professor e chegou ao patamar de maior investidor da bolsa de valores. 

Veja mais!

Quem é Warren Buffett

É difícil encontrar investidores da bolsa que não tenham ouvido falar nos ensinamentos de Warren Buffett. Ele conquistou tantos resultados incríveis ao longo do tempo que se tornou um mito — é chamado de oráculo de Omaha.

Buffett é norte-americano e teve um exemplo de investidor na própria casa: seu pai trabalhou como operador da bolsa. Assim, desde muito jovem ele já colocou em prática algumas lições sobre investimentos. Sua primeira compra de ações se deu aos 11 anos.

Na faculdade, Buffett se graduou em Economia e estudou na Universidade de Columbia, com Benjamin Graham, para se especializar. Por alguns anos os dois trabalharam juntos em um negócio de gestão de investimentos. Depois, Buffett criou a sua própria empresa.

Como Buffett investe 

Até hoje, Warren Buffett realiza investimentos pela sua empresa – a Berkshire Hathaway – e traz resultados a diversos investidores. Além disso, seus relatórios de análise são esperados com muita expectativa pelo mercado. Assim como seu principal mentor, a estratégia central adotada por ele é a do value investing.

Apesar de tanta fama, um dos diferenciais de Buffett é seguir uma estratégia relativamente simples. Começa por um cuidado fundamental: ele só investe em negócios que consegue entender. Antes de comprar ações, ele precisa saber como a empresa ganha dinheiro.

Outro critério utilizado em seus investimentos é buscar por companhias que tenham segurança na geração do fluxo de caixa — conseguindo se comportar com resiliência em momentos críticos da economia.

Além disso, Buffett também se preocupa em analisar o longo prazo. Assim, prefere investir em empresas que apresentam vantagens competitivas em relação à concorrência — dando sinais de que o negócio se perpetuará no futuro.

As estratégias de Peter Lynch

Por fim, temos mais um grande investidor com o qual você pode aprender importantes orientações para guiar seus investimentos na bolsa. Peter Lynch é um dos maiores gestores de fundos de todos os tempos. 

Confira a seguir o que ele tem a ensinar!

Quem é Peter Lynch

Lynch também é norte-americano e nasceu no ano de 1944. Sua entrada no mercado financeiro se deu desde jovem — quando comprou ações de uma empresa e, depois de algum tempo, obteve um lucro interessante com elas.

Na faculdade, Lynch se especializou nas áreas de História, Filosofia e Psicologia. Depois, fez mestrado em Administração de Empresas e em 1966 iniciou sua carreira em investimentos a partir de um estágio em um fundo de ações.

Logo depois ele passou a ser o gestor do fundo. Até hoje, o Fidelity, que foi gerido por ele durante anos, é um dos fundos mais rentáveis da história. A carreira de sucesso levou Lynch a se aposentar cedo: aos 46 anos ele saiu do cargo de liderança e passou a se dedicar à filantropia.

Como Lynch investe

E qual foi a estratégia acertada que levou Lynch a ótimos resultados na gestão de um fundo de ações? Além de se basear também no value investing, ele apresentou um diferencial: investir em empresas com maior potencial de crescimento.

Lynch aportou em muitas empresas de menor porte, acreditando que elas podem trazer retornos maiores do que grandes empresas com perfil de risco semelhante. Assim, ele buscava rentabilidade acima da média.

Outro cuidado que o investidor tinha era optar por negócios econômicos. Ou seja, que cuidassem bem do capital e valorizassem o retorno dado aos acionistas. Isso significava investir em empresas simplificadas, sem enormes prédios ou luxos desnecessários.

E então, o que você achou das estratégias de Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch? É possível notar que todas têm em comum a importância dada à análise fundamentalista. Afinal, quem investe voltado ao longo prazo precisa se certificar de encontrar empresas sólidas!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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