Fundos imobiliários para 2021: será que é melhor tijolo ou papel?

Você tem buscado novas formas de diluir os prejuízos na carteira e ter melhores resultados? O que acha de investir em fundos imobiliários para 2021?

É importante que as estratégias de cada investidor mudem conforme o cenário que se apresenta, sendo que, assim como no livro A arte da Guerra, de Sun Tzu, as posições táticas e análises de pontos fortes podem fazer a diferença. 

Para facilitar a sua tomada de decisão, acompanhe a leitura e confira como os fundos imobiliários de tijolo e papel podem vir a ser boas oportunidades!

Quais são as vantagens de investir em Fundos Imobiliários?

Só o fato de poder investir em grandiosos empreendimentos de qualidade, sem sombra de dúvidas já é uma excelente vantagem dos fundos imobiliários. 

Os FIIs permitem que, com poucos recursos, você invista não somente em imóveis residenciais, mas shoppings, hotéis, hospitais, galpões logísticos etc.

O fator liquidez é um aspecto preponderante, pois é possível negociar as cotas diretamente no home broker e não precisar levar meses para comprar um imóvel.

Vale salientar que é mais fácil para os investidores em termos de decisão, pois há uma gestão profissional que cuida da alocação de recursos para ter uma boa rentabilidade.

A dor de cabeça de resolver burocracias com documentações, manutenção de imóveis, bem como lidar com inquilinos problemáticos também não será sua.

Além disso, o investimento em FIIs te protege das oscilações da inflação e os rendimentos são isentos de tributação, o que é um baita benefício para pessoas físicas.

Qual é a diferença entre FIIs de tijolo e FIIs de papel?

Antes de você procurar os códigos dos ativos e negociar na bolsa, não podemos deixar de esclarecer qual é a diferença entre os dois principais tipos de FIIs disponíveis.

Os fundos de tijolo tem o propósito de colocar recursos em imóveis já construídos, permitindo a exploração comercial desses empreendimentos para receber aluguéis.

Uma boa dica para escolher ótimos fundos de tijolo, além de observar a rentabilidade, é verificar se a taxa de vacância está alta e qual é o tempo de duração dos contratos.

Já em relação aos fundos imobiliários de papel, o investimento consiste em aportar o seu dinheiro em títulos, geralmente de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário.

Com isso, você pode receber rendimentos de LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) ou mesmo Letras Hipotecárias.

Como está o atual cenário para esses fundos?

Apesar do IFIX, o índice de fundos imobiliários, apresentar uma queda de 12,5% em 2020, desde o momento crítico da pandemia já se vê uma alta de 29%.

Dentro desse panorama, os índices IFI-E e IFI-D, que reúnem os principais fundos de tijolo e papel respectivamente, obtiveram retornos de 30% e 24% desde março.

Olhando de ângulos diferentes, muito do resultado positivo dos FIIs de tijolo se deve aos fundos de logística, que obtiveram um excelente desempenho em 2020.

Enquanto os fundos de papel performaram um pouco menos por conta da baixa performance dos FIIs de recebíveis da Kinea, que estão bem expostos à Taxa Selic.

Todavia, muitos fundos de papel vêm apresentando ótimos rendimentos mensais e preços que poderíamos considerar como “descontados” diante da sua relevância.

Em contrapartida, a esperada vacina pode significar boas notícias para os FIIs de tijolo, pois as restrições para a abertura de estabelecimentos tendem a diminuir.

Quais são os fundos que talvez sejam boas escolhas para 2021?

Nessa dualidade quase que filosófica, colocaremos mais um temperinho para que compreenda melhor a situação dos fundos de tijolo e fundos de papel.

A seguir, a fim de ajudar você a escolher os melhores fundos para investir, visando o cenário do ano que virá, conheça um pouco mais a respeito do XPML11 e IRDM11.

XPML11

O XP Malls, que é administrado pelo BTG Pactual, é um fundo de tijolo com segmentação em shoppings, cujo patrimônio alcança o valor de 2 bilhões de reais.

São mais de 240 mil cotistas desfrutando de um portfólio diversificado de shoppings em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Amazonas e Bahia

Cerca de 88% do seu patrimônio está alocado em imóveis já construídos, enquanto o resto corresponde aos CRIs, cotas de outros FIIs e fundos de renda fixa.

Em relatório apresentado pela XP Asset Management, gestora do fundo, a estratégia é trabalhar em torno de uma reciclagem de portfólio para melhorar os resultados.

Com a pandemia e o fechamento de shoppings consequentemente, o valor de suas cotas e a distribuição de rendimentos periódicos sofreram sérios impactos.

Porém, tendo em vista a projeção de retomada da normalidade, esse pode ser um dos fundos imobiliários para 2021 com grande potencial, visando o médio e longo prazo.

Inclusive, se compararmos com a performance do IFIX, o XPML11 apresenta uma ótima recuperação e já se posiciona a frente do índice no gráfico de retorno acumulado.

As cotas de XPML11 apresentaram retorno de -9,88% nos últimos doze meses, frente a -6,05% do Índice de Fundos Imobiliários (IFIX). Desde o início das negociações do fundo, em 27/12/2017, as cotas mantêm uma valorização de 36,70%, enquanto o IFIX marca 24,83% no mesmo período.

IRDM11

Quando se trata dos fundos de papel, a alternativa mais interessante no momento é o FII Iridium Recebíveis Imobiliários, que conta com quase 100 mil cotistas.

Sua gestão ativa tem foco maior em títulos de renda fixa como os CRIs, além de um LCI no Banco ABC Brasil e um vasto portfólio de FIIs de tijolo e papéis.

Esse fundo também é administrado pela BTG Pactual e pode ser uma ótima escolha em se tratando de rendimentos, cujo índice de dividend yield bateu 10,06% em 10/12.

Para se ter uma ideia do potencial do IRDM11, só este ano foram distribuídos mais de 11 reais em rendimentos por cota, sendo o maior nos últimos 3 anos.

Recentemente, anunciado em Fato Relevante, foram subscritas quase 3,6 milhões de novas cotas desse fundo de papel, totalizando assim cerca de 352,5 milhões de reais.

Nos últimos doze meses, as cotas de IRDM11 apresentaram um retorno positivo de 37,7% em relação ao desempenho do IFIX, que retraiu algo em torno de 6,05%.

No gráfico de retorno acumulado, o fundo Iridium demonstra um resultado muito satisfatório, demonstrando que sempre teve ótimos retornos em relação ao IFIX.

As cotas de IRDM11 apresentaram retorno de 37,70% nos últimos doze meses, frente a -6,05% do Índice de Fundos Imobiliários (IFIX). Desde o início das negociações do fundo, em 07/03/2018, as cotas mantêm uma valorização de 150,70%, enquanto o IFIX marca 20,51% no mesmo período.

Qual é a importância de diversificar?

Há de se ressaltar que investir em fundos imobiliários para 2021 também é uma forma de diversificar o seu dinheiro, melhorando assim a relação entre risco e retorno.

O ato de montar uma carteira diversificada é uma forma de diluir os impactos auferidos em determinados ativos, até mesmo observando o cenário macroeconômico.

É a oportunidade de equilibrar os seus aportes e ter a possibilidade de aumentar os ganhos, independentemente se o horizonte é de curto, médio ou longo prazo.

Contudo, jamais se esqueça de analisar o desempenho obtido com os ativos e balancear periodicamente os investimentos, a fim de obter melhores resultados.

Para finalizarmos, perceba que tanto os FIIs de tijolo quanto os de papel podem ser boas escolhas de fundos imobiliários para 2021, dependendo é claro da estratégia que pretende adotar.

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JGP Strategy FIC: saiba tudo desse Fundo Multimercado

O JGP Strategy FIC é um Fundo Multimercado da gestora JGP Asset. Fundada na década de 90, ela conta com mais de 10 fundos em seu portfólio e é uma empresa conhecida no mercado de investimentos. Em relação ao Fundo Multimercado JGP Strategy, ele funciona em forma de condomínio aberto, seu objetivo é ter um rendimento de 150% do CDI no longo prazo e é destinado a investidores em geral. 

O patrimônio do JGP Strategy está dividido em diversos investimentos, como títulos públicos federais, fundos de investimentos no exterior, ações, operações compromissadas, entre outros. Em questão de gastos, a taxa administrativa do fundo é de 1,85% do patrimônio líquido e há cobrança de taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. 

Em relação aos ganhos dos últimos 12 meses, o Fundo Multimercado JGP Strategy obteve retorno acumulado de 10,46%, equivalente a 228,42% do CDI. Confira esse desempenho no gráfico abaixo: 

 

Por fim, o Fundo Multimercado JGP Strategy pertence a uma gestora tradicional e conta com uma carteira diversificada. Seu retorno tem sido acima do benchmark, mesmo durante os momentos de volatilidade do mercado. Se quiser uma análise completa e o nosso posicionamento, baixe o relatório gratuito do Fundo de Multimercado JGP Strategy.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Fundos de Renda Fixa – Ranking 2020

mitos e verdades sobre investimentos

Abaixo segue o Ranking com alguns dos principais Fundos de Renda Fixa do país. Na lista, constam os retornos do mês, anual e dos últimos 12 meses.

A lista leva em consta o fechamento do dia 10/12/2020, e considera os Fundos de Inflação (Debêntures e Títulos Públicos):

NOME

MÊS

2020

12 MESES

JOURNEY CAPITAL ENDURANCE DEB INC JUROS REAIS ADVISORY FIC FI-INFRA

2,04%

10,32%

10,81%

WESTERN ASSET IMA-B5 ATIVO FI RF

1,86%

8,71%

9,29%

WESTERN ASSET ATIVO MAX RF

2,11%

7,55%

7,65%

ICATU VANGUARDA PRÉ-FIXADO FIRF LP

2,90%

7,18%

7,25%

XP INFLAÇÃO REFERENCIADO IPCA FI RENDA FIXA LP

1,32%

7,02%

7,67%

BTG PACTUAL DEBÊNTURES INCENTIVADAS INFLAÇÃO INFRA FIC RENDA FIXA

1,67%

6,93%

7,67%

TESOURO IPCA CURTO RF

0,88%

6,78%

7,44%

BTG PACTUAL CRED CORP PLUS FI RF CP

0,28%

6,61%

7,07%

TREND INFLAÇÃO CURTA FIRF LP

0,87%

6,58%

7,19%

BNP PARIBAS F INC DE INV INFR DEB INC RF

1,22%

6,51%

7,43%

CDI

0,06%

2,65%

2,90%

IBOVESPA

5,73%

-0,45%

4,03%

IMA-B 5

0,89%

7,04%

7,67%

IMA GERAL

1,18%

4,46%

4,78%

O que é e o que faz um Fundo de Renda Fixa?

Os fundos classificados como Renda Fixa apresentam como principal fator de risco de sua carteira a variação da taxa de juros, de índice de preços, ou ambos. Devem ter pelo menos 80% da sua carteira investida em ativos que estejam relacionados a esses fatores de risco.

Na prática, esses ativos financeiros são, em sua maioria, os chamados títulos de Renda Fixa, como os Títulos Públicos, Debêntures e os Títulos de Emissão Bancária, como CDBs, LCIs, entre outros. Os fundos também podem incluir na carteira títulos que apresentam maior risco de crédito, como os Títulos Privados, e podem utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem.

Dentro dos Fundos de Renda Fixa, existem algumas classificações de acordo com sua política majoritária de investimento. Por exemplo, existem os fundos especializados em ativos de Crédito Privado, em especial as debêntures. Esses fundos possuem grande parte de seu patrimônio alocado nesta classe de ativo, e recebem em seu nome o sufixo “CP”.

De forma semelhante, há fundos voltados para Títulos Públicos atrelados à Inflação (IPCA+), isto é, com grande parte de seu patrimônio atrelado a esta modalidade de ativo. Nesta mesma linha, há os Fundos IMA-B, que buscam representar o desempenho do índice IMA-B (Índice de Mercado Anbima), cuja carteira é formada por títulos Tesouro IPCA+. Por fim, não podemos deixar de considerar os fundos com seus investimentos focados em Títulos Públicos Prefixados e em Títulos Tesouro Selic.

Contudo, vale ressaltar que os Fundos de Renda Fixa são excelente alternativa para investidores de perfil mais conservador ou ainda, para investidores mais agressivos, que têm a necessidade de formar uma reserva de liquidez.

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Como escolher os melhores fundos para investir?

Os fundos de investimentos podem ser alternativas interessantes para muitas carteiras. Entre suas vantagens estão a diversificação de ativos e a possibilidade de contar com gestão profissional especializada na administração do portfólio.

Contudo, é muito comum que os investidores fiquem em dúvida na hora de escolher os melhores fundos para investir. Faz todo o sentido. Afinal, existem muitos tipos e opções diferentes para conhecer e avaliar, certo?

A leitura deste artigo ajudará você a tomar decisões mais acertadas. Continue conosco e saiba quais são os critérios essenciais para avaliar ao investir em fundos e escolher as melhores oportunidades para a sua carteira!

Saber o que é e como funciona um fundo de investimento

O primeiro passo para escolher os melhores fundos de investimento do mercado não poderia ser diferente. É preciso saber o que é e como funciona este veículo de investimento.

Vale a pena, portanto, contextualizar brevemente o que são os fundos de investimentos, para que você possa entender o funcionamento deles e estar mais preparado para analisá-los.

De forma simples, o fundo é uma modalidade coletiva de investimento. É comum que ele seja comparado a um condomínio: formado por diversos investidores (chamados de cotistas), que contam com um gestor para investir e gerir o capital do grupo.

Os fundos diferem de acordo com seu tipo — os quais você conhecerá ainda neste conteúdo — e, ainda, com os métodos e estratégias da gestão. Por causa disso, eles podem apresentar particularidades em relação aos portfólios, à liquidez, aos prazos, aportes mínimos etc.

O funcionamento de cada fundo é explicado em um documento essencial — o regulamento. Ele traz as regras de gestão e as possíveis taxas cobradas, assim como a estratégia de investimentos adotada e os direitos e deveres dos cotistas.

Identificar seu perfil de investidor

Ficou claro para você o que é um fundo de investimentos? Ótimo! O segundo passo para ser capaz de escolher os melhores é identificar o seu perfil de investidor. Isso porque os fundos são muito variados entre si.

Dependendo da forma de gestão e da estratégia adotada, eles podem ser mais conservadores, moderados ou arrojados. Portanto, o investidor precisa avaliar seu próprio perfil antes de fazer suas escolhas.

Afinal, não é indicado que alguém conservador invista em fundos arrojados. Em uma situação assim, o capital aportado no fundo estaria exposto a maiores riscos e as oscilações poderiam causar insatisfação no investidor.

De outro lado, pessoas que tenham como foco a busca por melhores rentabilidades dificilmente terão interesse em aportar em fundos de caráter mais conservador – exceto, talvez, para alocar a reserva emergencial. Logo, comparar o seu perfil com o perfil do investimento é fundamental para fazer boas escolhas.

Guiar-se por objetivos

Além da abertura a correr riscos, outros elementos que estão relacionados ao perfil de investidor são os objetivos. É preciso considerá-los também na hora de avaliar os fundos de investimentos – especialmente em relação a prazos para resgates de cotas.

Alguns fundos apresentam liquidez maior, com possibilidade até mesmo de negociar as cotas diretamente na bolsa de valores (como é o caso dos fundos imobiliários). Em outros, o capital deve ficar investido até uma data de vencimento.

Há, ainda, aqueles que apresentam a possibilidade de resgates, mas que têm um período definido até que o dinheiro seja creditado na sua conta — podendo variar de alguns dias a alguns meses, por exemplo.

Considerando tais especificidades, é importante que o investidor tenha em mente que escolher os melhores fundos de investimentos significa optar por aqueles que se adéquam bem aos objetivos que se tem para o dinheiro investido.

Avaliar cada tipo de fundo

Os fundos de investimentos são organizados em diferentes tipos, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Então, a tarefa de escolher os melhores para o seu portfólio passa por compreender as especificidades de cada um.

Como você viu até aqui, as características dos fundos variam de acordo com o tipo de fundo. De modo geral, esta classificação ajuda o investidor a identificar em quais ativos o portfólio do fundo mantem um foco maior.

Veja mais informações sobre os principais tipos de fundo de investimentos do mercado:

Fundos de Renda Fixa

Como o nome sugere, os fundos desse tipo têm a maior parte do portfólio alocado em produtos de renda fixa — como títulos do Tesouro, Certificados de Depósito Bancário, Letras de Crédito, Debêntures etc.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Os FIIs procuram obter lucro no mercado de imóveis — seja com negociação de terrenos, construção, compra e venda de imóveis, aluguel de prédios comerciais etc. Além do investimento em imóveis físicos, os fundos também podem investir em títulos de renda fixa ligados ao setor e cotas de outros FIIs.

Fundos de Ações

Investir diretamente em ações única opção para quem deseja buscar por melhores resultados financeiros na bolsa de valores. Os fundos de ações compõem o seu portfólio, principalmente, com papéis de empresas de capital aberto no mercado financeiro.

Algo importante a se falar sobre eles é que podem ter estratégias variadas, já que a bolsa é dinâmica. Então, existem fundos com gestão passiva, que buscam manter as ações por mais tempo no portfólio, e aqueles com gestão ativa — que podem utilizar operações diversas para rentabilizar, como o long e short.

Fundos Cambiais

Quem deseja ter investimentos em moedas pode conseguir por meio de fundos cambiais.

Normalmente, o câmbio é uma das alternativas utilizadas com objetivo de proteção. Assim, estes fundos podem ser interessantes para quem busca proteger a carteira das oscilações cambiais – e da desvalorização do real frente a moedas estrangeiras.

Fundos Multimercados

Por fim, outro dos principais tipos de fundos de investimentos não apresenta uma estratégia fixa em relação ao seu portfólio. Os multimercados podem assumir decisões mistas em relação aos outros fundos.

Logo, como o nome indica, não há regras específicas para os multimercados em relação ao percentual mantido em determinados ativos. Ou seja, há maior flexibilidade neste tipo de fundo de investimento para composição da carteira.

Desta forma, é preciso avaliar o regulamento de cada fundo multimercado para entender melhor a estratégia utilizada pela gestão.

Conhecer os fundos disponíveis no mercado

O último passo para escolher os melhores fundos para sua carteira de investimentos é saber quais as opções disponíveis no mercado. Alguns fundos, por exemplo, são de capital aberto e estão constantemente recebendo novos aportes.

Outros são de capital fechado e abrem apenas em momentos específicos para novos aportes. Então, saber quais são os mais indicados para os seus objetivos depende também da etapa de identificar os fundos que estão disponíveis.

Uma maneira de identificar os fundos de investimentos abertos para aportes e avaliar quais as melhores opções para você é contar com suporte e análise profissional.

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