Destaques do Dia | 23/01

Economia em Pauta

Dia 25 de janeiro é aniversário de fundação de São Paulo-SP e feriado na cidade. Como de costume, em feriados, não há pregão de negociação de renda variável na B3, a bolsa de valores brasileira. A partir de 2022, porém, a B3 já anunciou que irá manter seu funcionamento nesses casos.

Segundo o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central hoje, a expectativa para a Taxa Selic ao final de 2021 subiu 0,25% em relação ao documento da semana passada e agora traz a projeção de 3,50%. Indicador, atualmente, está na mínima histórica de 2,00%.

Expectativas de mercado para o final de 2021 segundo o Relatório Focus do Banco Central:
Inflação (IPCA): 3,50%
Construção civil PIB: 3,49%
Dólar (câmbio): R$ 5,00
Selic (juros): 3,50%


 

Destaques Corporativos

Em meio a entraves nas negociações para desestatização da Eletrobras (ELET3 ELET5 ELET6), a companhia de energia, anunciou, neste domingo, 24, a renuncia do presidente Wilson Ferreira Junior, que alegou motivos pessoais. Ainda não há sucessor indicado.

Fonte: Infomoney e companhias

Destaques de Conteúdo Grátis Capitalizo

Vídeo – TOP 6 SMALL CAPS DE 2021 | Parte 1

Vídeo – Como montar sua carteira de investimentos | Aplicações em CDBs

Vídeo – IBOVESPA + 2 AÇÕES que estamos comprados para o médio prazo

Vídeo – Fechamento do Pregão 22/01 – Ao vivo, diariamente, no nosso Canal

O mercado em 22/01/2021

O Ibovespa fechou em queda de 0,80% a 117.380,49 pontos. O S&P 500 caiu 0,30% a 3.841,47 pontos. O IFIX caiu 0,27% a 2.862,97 pontos. Já o dólar futuro subiu 2,34% cotado a R$ 5,47. O Bitcoin está sendo negociado a 183.333,73.

Ações e BDRs:

Destaques de alta:GFSA3 (+3,82%), AAPL34 (+3,79%), MTRE3 (+3,35%), MELI34 (+3,33%), BRFS3 (+3,19%), PFIZ34 (+2,58%)

Destaques de baixa: IRBR3 (-8,95%), PFRM3 (-5,53%), SHOW3 (-5,26%), CVCB3 (-4,98%), CASH3 (-4,91%), PTNT4 (-4,66%)

Agenda de proventos (Dividendos e JCP):

Ativo Código Valor  Data ex Pagamento
Itaú ITUB4 0,050 25/01/2021 30/04/2021
Itaúsa ITSA4 0,017 25/01/2021 30/04/2021

Conteúdos novos e atualizados na plataforma de clientes Capitalizo

Todos os dias, disponibilizamos novos conteúdos para os nossos clientes. Veja abaixo as atualizações dessa semana. Para visualizar cada um, entre na plataforma de clientes utilizando seu login. Se você ainda não é cliente Capitalizo, adquira um de nossos produtos e tenha acesso a conteúdos exclusivos.

Relatórios Invista em Ações

Relatório de Análise da Even (EVEN3), Relatório de Análise da Camil (CAML3), Relatório de Análise da Natura (NTCO3), Relatório de Análise do JPMorgan Chase & Co (JPM, JPMC34), Prévia Operacional da Tenda (TEND3), Atualização de informações sobre a Cemig (CMIG3, CMIG4), Calendário de divulgação dos resultados das companhias do 4T20

Relatórios Top Fundos de Investimentos

-Fundos de Investimentos: Relatório de Análise do Adam Macro Strategy II FIC Multimercado

Fundos Imobiliários: Informativo Semanal de Fundos Imobiliários, Relatório de análise do CSHG Renda Urbana FII (HGRU11)

Top Renda Fixa

-Panorama Econômico Semanal

Full Trader

-As análises e recomendações do nosso produto Full Trader são enviadas durante o pregão: Day Trade, Swing Trade, Position Trade, Rastreador de Tendências, Opções e Long&Short.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Como ganhar dinheiro na Bolsa de Valores

A forma mais comum de ganhar dinheiro na Bolsa de Valores é através da valorização das ações. Você já teve curiosidade de entender o que pode levar uma ação a valorizar em longo prazo?

Primeiramente, vale ressaltar que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, apesar de você ter em mente uma perspectiva de longo prazo, não necessariamente significa que você vai esperar anos para ganhar dinheiro.

Não são raros exemplos de empresas com forte valorização em curtos espaços de tempo. Em 12 meses, por exemplo, as ações da Weg (WEGE3) sobem mais de 132% e do Magazine Luiza (MGLU3), em torno de 80%. Ou seja, mesmo que o seu objetivo seja de longo prazo, você não está “proibido” de começar com bons ganhos.

A rentabilidade em Longo Prazo

O intuito desse artigo é mostrar que, em longo prazo, investir em ações pode nos trazer resultados incríveis.

Abaixo, seguem alguns exemplos de ganhos de algumas ações de 02/01/2000 até hoje (20/01/2021).

Obs: aplicações simuladas de R$ 10.000.

Código Empresa Rentabilidade  Valor atual (R$)*
WEGE3 Weg 25547%          2.564.705,88
SUZB3 Suzano Papel 24400%          2.450.000,00
ALPA4 Alpargatas 24300%          2.440.000,00
LAME3 Lojas Americanas 13189%          1.328.947,37
SHUL4 Schulz 11889%          1.198.888,89
ROMI3 Romi 9215%              931.538,46
RAPT4 Randon 8491%              859.090,91
FESA4 Ferbasa 7256%              735.600,00
TRPL4 Transmissão Paulista 7093%              719.285,71
ITSA4 Itaúsa 3950%              405.000,00
BBAS3 Banco do Brasil 3812%              391.176,47
GUAR3 Guararapes 3653%              375.348,84
EGIE3 Engie 3559%              365.862,07
VALE3 Vale 3499%              359.863,01
ABEV3 AmBev 3432%              353.157,89
CDI CDI 1046%              114.600,00
Poupança Poupança 358%                45.800,00
LIGT3 Light -33%                  6.724,28

*Essa tabela não considerou, ainda, os dividendos. Fonte: ProfitChart e Quantum.

E o que essa tabela nos diz?

Alguns ativos tiveram resultados extraordinários, como por exemplo, as ações da Weg e da Alpargatas. Por outro lado, temos o exemplo da Light (LIGT3) que apresentou desvalorização durante esse longo período.

O que fez a Light ter um resultado tão ruim e a Weg um resultado tão bom?

Resumidamente, o que faz uma ação subir, em longo prazo, é o interesse das pessoas em comprar essas ações. Quanto mais “compras” tiver, mais ela vai subir. Simples assim.

O que leva um investidor de longo prazo a comprar ações é a capacidade que essa empresa tem de gerar retorno para seus acionistas. Esse retorno pode vir na forma de crescimento constante de vendas, lucros, dividendos de ou retornos sobre o patrimônio. Basicamente, quanto mais uma empresa crescer (com qualidade) e maior for a perspectiva desse crescimento, mais pessoas irão comprar essas ações e mais elas vão subir.

Abaixo, temos os gráficos mostrando a evolução dos lucros (ou prejuízos) de Light e Weg. Em um, temos lucros não constantes (e vários prejuízos). Em outro, temos lucros crescentes, com apenas alguns anos de estabilidade.

Você acha que é preciso dizer a que empresas cada um dos gráficos abaixo se refere?

Gráfico 1

Gráfico 2

A missão da Capitalizo, como uma empresa de análises e recomendações, está justamente, em:

  • Entender quais empresas continuarão crescendo e entregando bons resultados, como a Weg;
  • Entender quais empresas não possuem boas perspectivas boas em longo prazo, como a Light;
  • Entender quais empresas não tem perspectivas boas em curto prazo, mas podem reverter esse quadro, como foi o caso de Magazine Luiza.

O caso de Magazine Luiza (MGLU3)

Magazine Luiza é um ótimo exemplo de empresa que conseguiu se recuperar. A empresa vinha de péssimos e constantes resultados (desde sua abertura na Bolsa, em 2011), e suas ações ficaram praticamente 5 anos em queda.

A empresa começou um profundo processo de reestruturação, que começou a apresentar resultados no início de 2016. Veja o comportamento da lucratividade da empresa e a reversão do prejuízo para fortes lucros:

O resultado dessa reestruturação da companhia foi uma forte demanda de compra das ações MGLU3, que fizeram com que as mesmas tivessem uma forte valorização. Apenas entre janeiro/2016 até hoje, as ações subiram mas de 23.000%.

Seja em empresas que estão bem e podem melhorar ainda mais ou em empresas que podem se recuperar e gerar excelentes ganhos, o mercado está cheio de ótimas oportunidades de investimentos em longo prazo. Conte com a gente nessa jornada!

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Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

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Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raiz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo e Avaliação dos seus investimentos

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Saiba onde investir em 2021

Passado o turbulento ano de 2020, a expectativa é grande para o que virá em 2021. Neste material exclusivo que elaboramos para você, traçamos um panorama econômico e quais as perspectivas para o ano que vem.

Além disso, você ainda terá acesso a algumas de nossas recomendações de ativos que estamos de olho e que têm potencial para ter bons desempenhos!

Confira oportunidades de investimentos em Renda Fixa, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários, Ações para Longo Prazo, além dos resultados das nossas operações de curto prazo e médio prazos na Bolsa de Valores.

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Rastreador de Tendências: Estratégia de operações em médio prazo

Rastreador de Tendências

O Rastreador de Tendências foi criando por mim, Tiago, há mais de 10 anos. Ele utiliza conceitos simples de análise fundamentalista e de análise técnica (grafista). A intenção era ter uma estratégia na qual eu pudesse aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de baixa pudesse começar. Tenho em torno de 40% do patrimônio da família nessa estratégia e entendo que ela “casa” muito bem com a minha carteira de ações em longo prazo.

Atualmente ela é coordenada em conjunto com nosso analista fundamentalista Daniel e o nosso analista técnico, o Danillo – que fizeram um excelente trabalho de ajustes em relação ao que fazia inicialmente. Certamente o trabalho deles foi fundamental para melhorar os retornos das operações e, por consequência, das minhas operações e dos nossos clientes.

A estratégia possui dos filtros, um qualitativo e outro quantitativo:

Filtro qualitativo

As recomendações com o Rastreador de Tendências Capitalizo são realizadas em um grupo predeterminado (com avaliações semestrais) de ativos, de diferentes setores da economia. A intenção é separar os ativos que tenham maior potencial de valorização em curto e médio prazos. Por isso, buscamos tanto ações de boas empresas, quanto de empresas que estão em recuperação.

Nessa fase, o Daniel separa os ativos que têm melhor potencial de alta em médio prazo.

Filtro técnico (timing das operações)

São utilizadas médias móveis e padrões em médio prazo – como linhas tendência, canais, suportes, resistências, entre outros – para determinar ponto de entrada, possíveis reduções, stops e alvos das recomendações.

Nessa etapa, o Danillo trabalha apenas com os ativos pré-selecionados pelo Daniel. Toda tomada de decisão de entrada e saída das operações é feita utilizando o gráfico. Dessa forma, a recomendação fica muito mais objetiva. Lembro que também é possível que aconteçam reduções, onde é recomendada a venda de metade da posição com o intuito de garantir ganhos.

Como o objetivo das estratégia é identificar ativos que possam entrar e permanecer em tendência de alta por um bom tempo, a utilização do gráfico do Rastreador de Tendências é fundamental. Apenas como exemplo, abaixo temos um gráfico da Tenda Construtora (TEND3) que está, desde 2017, em um lindo canal de quase 400% de alta:

Mesmo quem nunca ouviu falar em análise técnica ou em gráficos, conseguiu visualizar a forte tendência de alta da TEND3. E é isso que a estratégia busca.

Como são enviadas as recomendações do Rastreador de Tendências?

Todas as recomendações são enviadas pelo nosso Aplicativo, pelo nosso sistema (para quem estiver no computador) ou pelo Telegram (onde você pode interagir com nossa equipe de atendimento caso tenha alguma dúvida). Igualmente, você sempre será avisado quando houver uma recomendação de compra e quando for preciso encerrar a operação.

Qual a duração das operações?

Nessa estratégia, as operações duram, em média, de 2 semanas (normalmente operações com prejuízo) até 6 meses (normalmente operações com forte ganho). Já que as operações são mais “lentas” e têm o intuito de pegar tendências em médio prazo, o investidor que decidir seguir essa estratégia não precisa ficar o dia todo “grudado” na tela do computador e do celular. 20 minutos por dia são mais que suficientes para seguir as recomendações.

Quanto eu posso perder?

Em média, 60% das recomendações terminam com ganho. Dessa forma, em torno de 40% das operações geram prejuízo. O prejuízo médio costuma ficar entre 5% e 10%, mas em alguns casos pode ser maior.

Quanto eu posso ganhar?

Por tratar-se de um investimento de Renda Variável, não é possível projetarmos nem prometermos nenhum ganho. Considerando os resultados passados, em uma operação ”ruim” os ganhos ficam entre 10% e 20%. Já em boas operações, os ganhos costumam ficar entre 20% e 60%. Em operações consideradas excelentes, o resultado depende do tempo e da intensidade da alta. Ou seja, os ganhos podem ser de 60%, 70% ou mesmo acima de 100%.

Resultados acumulados dos últimos 12 meses:

-Total acumulado (soma percentual) em 12 meses: + 802,01%*

-Percentual de recomendações com ganho: 81,25%

Lembro ainda que, mantendo nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações Day Trade;
  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Analistas Responsáveis

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*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais com as operações encerradas até  21/01/2021

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Livros sobre investimentos: conheça os melhores para impulsionar seu patrimônio!

O que você faz quando precisa adquirir conhecimento sobre um assunto? Procura pelo tema na internet, matricula-se em cursos, conversa com pessoas experientes e, provavelmente, lê livros renomados, certo?

Essas são as principais formas de aprender. Ler sobre a história de outras pessoas ou conhecer os ensinamentos que elas escrevem pode te ajudar a impulsionar suas escolhas no mercado financeiro.

Por isso, os livros sobre investimentos são fundamentais para quem deseja estudar e alcançar melhores resultados nos seus aportes. Confira então nossa lista com 8 das melhores obras sobre o assunto para investidores!

1. O Investidor Inteligente

Benjamin Graham é um dos maiores especialistas em investimento de longo prazo — sendo considerado o precursor da estratégia de buy and hold em ações. Então, o livro dele não poderia ficar de fora da lista, certo?

“O Investidor Inteligente” é uma obra essencial para quem deseja iniciar seus investimentos na renda variável ou já tem a experiência, mas deseja aprofundar conhecimentos. O autor aborda bastante a análise fundamentalista.

Assim, esta é uma forma de você aprender mais sobre como analisar ações e tomar suas decisões na bolsa, diversificando os investimentos com eficácia. Nada como aprender com grandes nomes do segmento, não é mesmo?

2. Segredos da Mente Milionária

O enriquecimento é um objetivo comum aos investidores. Quem não deseja aumentar seu patrimônio e conquistar a sonhada independência financeira – podendo viver só com os frutos da sua renda passiva?

A conquista do enriquecimento, contudo, não depende apenas de boas escolhas objetivas ao investir. É preciso também ficar atento ao que você pensa e como funciona sua mente e os seus hábitos.

É disso que trata um dos melhores livros sobre finanças e investimentos: “Segredos da Mente Milionária”, escrito por T. Harv Eker. O autor explora como as pessoas milionárias se diferenciam das outras. Então, ajuda o leitor a lidar melhor com seu dinheiro – e, claro, com seus investimentos.

3. Pai Rico Pai Pobre

Outro livro clássico para investidores é o “Pai Rico Pai Pobre”, de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter. Os autores escreveram uma obra que parte de experiências pessoais e tem o objetivo de falar sobre dinheiro de maneira didática.

O livro é permeado por exemplos e diagramas que facilitam a compreensão de alguns conceitos contábeis — como passivos e ativos. Sua ideia central é ensinar os leitores a construir uma vida mais próspera por meio da aquisição de ativos.

É uma obra essencial para quem deseja entender mais sobre empreendedorismo e construção de patrimônio. Um tema interessante abordado é sobre o fato de a principal diferença entre ricos e pobres não estar no quanto ganham, mas nas escolhas que fazem.

4. O Jeito Warren Buffett de Investir

Você provavelmente já ouviu falar em Warren Buffett. Ele é seguidor de Benjamin Graham e acabou se tornando uma lenda dos investimentos — enriquecendo incrivelmente a partir de boas decisões de longo prazo na bolsa de valores.

Os ensinamentos de Buffett são seguidos por muitas pessoas ao redor do mundo. Por isso, vale a pena ler um livro que resume a maneira como o grande investidor realiza suas escolhas. A obra foi escrita por Robert G. Hagstrom.

Que tal cuidar das finanças e investir utilizando as mesmas estratégias de um bilionário? Ao ler o livro, você consegue entender a filosofia de Buffet e conhecer 12 princípios que estão presentes em sua forma de tomar decisões.

5. Investimentos Inteligentes

Se você é um investidor iniciante e deseja uma obra didática, com exemplos práticos, que lhe auxilie a entender mais sobre o mercado financeiro e as escolhas que precisa fazer, Gustavo Cerbasi tem um livro para o seu caso.

É a obra “Investimentos Inteligentes”, lançada em 2013. Nela, o autor aborda um pouco sobre os desafios do investidor e oferece estratégias e dicas para evitar erros e avaliar os ativos com qualidade.

Cerbasi é um educador financeiro brasileiro com muitos anos de experiência em investimentos e consultoria a investidores. Logo, é mais uma leitura essencial para quem busca estratégias para aumentar o patrimônio a partir de bons investimentos.

6. Ações Comuns, Lucros Extraordinários

O próximo exemplo da nossa lista de livros sobre finanças e investimentos foi escrito por Philip Fisher e se tornou um grande clássico quando se fala sobre ações — alguns dos ativos mais complexos que você pode ter na sua carteira.

As pessoas que investem em ações precisam conhecer como elas funcionam e de quais maneiras é possível ter lucro com elas. No livro “Ações Comuns, Lucros Extraordinários”, você encontra informações essenciais sobre o mercado de ações.

Além disso, o autor elenca nada menos do que 15 aspectos que devem ser considerados na hora de escolher seus investimentos na renda variável. É possível, inclusive, entender o método que Fisher utilizou para avaliar as ações.

7. Os Axiomas de Zurique

Mais uma obra que vale a pena incluir na sua lista de próximas leituras é o livro “Os Axiomas de Zurique”, de Max Gunther. O autor partiu da análise de banqueiros suíços para escrever dicas de como ganhar dinheiro.

Apesar do contexto analisado ter sido o da Suíça, os ensinamentos propostos por Gunther podem ser aplicados em qualquer local. O livro traz 12 axiomas principais e 16 adicionais para falar sobre negócios e dinheiro.

É uma fonte de pesquisa interessante para especuladores da bolsa e para quem deseja tomar decisões com cada vez mais eficiência. Você aprenderá sobre riscos, padrões e volatilidade nos investimentos.

8. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar

Para finalizar nossa lista, mais um dos livros indispensáveis para investidores é de alguém da área de Psicologia. Daniel Kahneman foi ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2002, por pesquisar as finanças comportamentais.

No livro “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar”, o autor apresenta alguns dos aspectos principais de suas pesquisas. Com isso, ele elucida a maneira como sua mente processa informações e realiza decisões — ora intuitivas, ora racionais.

Afinal, entender o funcionamento do cérebro em ambos os contextos ajuda a saber como evitar conclusões irracionais nas suas finanças e nos seus investimentos. O livro traz exemplos práticos que facilitam a sua compreensão e tornam os conceitos palpáveis.

Você acabou de acompanhar a nossa lista com 8 dos melhores livros sobre investimentos. Sem dúvida, vale a pena ter contato com estas obras para avaliar como elas podem ser úteis nas suas decisões. 

Assim, é possível contar com ensinamentos de grandes autores e nomes do mercado para cuidar cada vez melhor das suas finanças e fazer bons investimentos!

E que tal colocar sua aprendizagem em prática e fazer investimentos mais sólidos no mercado? Com o Capitalizo Completo você monta uma carteira diversificada de investimentos, que vão desde renda fica à variável. 

Além disso, você tem acesso a todos os produtos da Capitalizo e as melhores recomendações e análises do mercado para investir em ações, fundos de investimentos e títulos de renda fixa! Acesse agora e comece a impulsionar seu patrimônio.

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8 Small Caps para 2021

As ações classificadas como small caps são aquelas que possuem menor valor de mercado ou que não apresentam tanta liquidez na Bolsa de Valores. Assim, elas costumam ter maior potencial de crescimento ao longo do tempo.

Depois que o Ibovespa bateu a máxima histórica de 125 mil pontos, será que é hora de investir em small caps em 2021?

Descubra no eBook exclusivo sobre o tema que preparamos para você.

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Small caps, blue chips e micro caps: entenda as diferenças

Ao começar a investir no mercado financeiro, é normal se interessar por modalidades que possam trazer maior rentabilidade — mesmo que isso signifique maior risco. Nesse sentido, a bolsa de valores se torna atrativa para muitos investidores.

Dentre as oportunidades disponíveis na bolsa, as ações ganham destaque. Elas são populares e podem ser uma boa opção de investimento – especialmente para o longo prazo. No entanto, é importante entender o que são as ações small caps, blue chips e micro caps antes de fazer seus aportes.

Afinal, conhecer os tipos de ações de acordo com o tamanho de valor de mercado das companhias listadas em bolsa pode ajudar o investidor a identificar boas oportunidades no mercado. 

Por isso, neste artigo, você conhecerá as características e as diferenças entre small caps, blue chips e micro caps e descobrirá como identificá-las no mercado! Boa leitura!

O que são small caps?

Small cap é um termo em inglês que significa baixa capitalização, em tradução livre – uma abreviação para small capitalization. Empresas consideradas small caps costumam ter um valor de mercado menor em relação a outras companhias negociadas na bolsa de valores.

Em geral, elas são empresas que valem entre US$ 300 milhões a US$2 bilhões. Habitualmente, small caps também são companhias em processo acelerado de expansão. Muitas são relativamente novas, com poucos anos de atuação no mercado e ainda pouco conhecidas pelos investidores.

Ao longo do tempo, a tendência é que uma empresa do tipo small cap cresça e seu lucro aumente de forma significativa. Caso isso ocorra, significará mais retorno para quem comprou as ações antes desse desenvolvimento. 

Por conta desta característica, as small caps costumam oferecer boas possibilidades de lucro aos investidores – especialmente no longo prazo.

Riscos

Investir nesse tipo de ativo, contudo, exige mais atenção do que em empresas já consolidadas. Afinal, o risco das small caps é maior. Como o foco principal é crescer, estas companhias tendem a se endividar mais para conseguir custear o plano de investimento.

Consequentemente, ficam mais expostas às oscilações da economia, como uma eventual queda de atividades ou alta dos juros. Outro risco característico desses papéis é a baixa liquidez. Como são organizações menores e, às vezes, pouco conhecidas, essas ações tendem a ser menos negociadas na bolsa.

Isso significa que há o risco de ter que esperar algum tempo para encontrar um comprador para suas ações. Também pode acontecer de ter que vendê-las por um valor abaixo do que o adquirido.

Exemplos de small caps na B3

Na bolsa de valores brasileira, são exemplos de small caps:

  • Movida (MOVI3);
  • Camil (CAML3);
  • Banco Inter (BIDI4).

O que são blue chips?

Provavelmente, você já ouviu falar das ações blue chips, certo? Afinal, elas são as mais conhecidas pelos investidores – e também por quem não investe. Elas também são as ações mais negociadas em qualquer bolsa de valores.

O termo blue chips deriva das fichas azuis do poker – as mais valiosas da mesa. Por isso, as blue chips são, em geral, ações de grandes empresas, que tendem a ter o maior peso no índice Ibovespa. 

Normalmente, são os papéis mais negociados na bolsa de valores e também costumam ter resultados operacionais robustos e boas divisões de lucros. Como contam com grande procura, costumam ter alta liquidez.

As blue chips são consideradas companhias seguras e consolidadas. Isso não significa que o preço das ações blue chips não varia, mas elas tendem a oscilar menos ao longo do tempo na comparação com companhias menores.

Outras características das blue chips são o alto valor de mercado (costumam ter valor de capitalização de cerca de US$ 10 bilhões ou mais), a forte geração de caixa e a boa governança corporativa.

Por suas características, as ações de empresas blue chips são boas opções para quem busca por empresas sólidas para ter na carteira.

Exemplos de blue chips na B3

Na B3, são exemplos de blue chips:

  • Petrobras (PETR4);
  • Vale (VALE3);
  • Ambev (ABEV3);
  • Itaú Unibanco (ITUB4);
  • Bradesco (BBDC4).

O que são micro caps?

Até aqui você conheceu as small caps e as blue chips da bolsa de valores – dois universos distintos, que podem gerar oportunidades aos investidores. Agora, é a vez de entender o que são as micro caps – que também fazem parte da bolsa de valores.

As micro caps são as empresas listadas na bolsa que possuem, normalmente, valor de mercado entre US$ 50 milhões a US$ 300 milhões. Quando comparadas às outras empresas apresentadas neste artigo, elas são menores – inclusive em relação às small caps.

Por terem menor patrimônio líquido e baixa liquidez, as ações micro caps são pouco conhecidas pelo público geral. Muitas vezes, elas são até mesmo ignoradas pelos investidores, que desconhecem as características desses papéis e os fundamentos destas empresas.

Em geral, assim como as small caps, essas companhias têm alto potencial de crescimento e valorização. Também são negócios relativamente novos ou de uma área de atuação mais restrita. Isso possibilita ganhos maiores para os investidores mais abertos aos riscos.

Riscos

Por outro lado, os riscos de investir em companhias micro caps também são maiores. Afinal, assim como as small caps, estas empresas têm ainda um longo caminho a percorrer – e podem estar mais expostas às variações econômicas e de mercado.

Elas também costumam pagar dividendos mais baixos. Isso porque boa parte dos lucros acaba sendo reinvestido na própria companhia.

Vale destacar, no entanto, que, em algum momento, uma blue chip já pode ter sido uma micro ou small caps. E muitos investidores que investiram nestas companhias, anos atrás, podem ter tido lucros elevados. 

Por isso, ao investir em uma micro cap com bons fundamentos – assim como nas small caps -, você pode ter a chance de comprar uma ação por preços mais atrativos e, no futuro, usufruir de eventuais avanços da companhia.

Exemplos de micro caps na B3

A lista de micro caps na bolsa brasileira não é tão extensa. São exemplos de empresas micro caps:

  • Indústrias ROMI S.A (ROMI3);
  • Valid Certificadora Digital (VLID3).

Small caps, blue chips ou micro caps: qual escolher?

Agora você já sabe o que são e quais as características destes três tipos de ações, de acordo com o valor de capitalização de cada empresa negociada em bolsa.

Para fixar as diferenças entre ações small caps, blue chips e micro caps, entenda que:

  • as micro caps têm liquidez limitada, valor de mercado mais baixo, maiores riscos e alto potencial de crescimento – especialmente no longo prazo;
  • as small caps têm baixo valor de capitalização e menor liquidez, mas costumam estar relacionadas às empresas que estão em processo acelerado de expansão;
  • as blue chips são ações de primeira linha – de empresas consolidadas no mercado, estáveis, líderes em seus setores, com histórico positivo. Por isso, são mais conhecidas e desejadas por muitos investidores. Contudo, podem não ter um potencial de valorização tão alto.

A escolha entre um e outro papel depende dos objetivos individuais de cada investidor. A compra de ações deve estar alinhada ao seu perfil de investidor e às suas metas. A partir dessa avaliação, ficará muito mais fácil montar uma carteira de ações mais sólida e diversificada – que ajudará você a alcançar seus objetivos financeiros ao longo do tempo.

E, independentemente do tipo de ação que você deseja manter na sua carteira – seja ela uma small cap, blue chip ou micro cap, tenha em mente que essa decisão nunca deve ser tomada baseada em “achismos”. 

É fundamental fazer análises precisas e bem fundamentadas para definir quais são as melhores small caps, blue chips e micro caps para ter na sua carteira.

Além disso, a diversificação da carteira de investimentos é uma estratégia importante. Então, embora as blue chips sejam mais cobiçadas pelos investidores, não deixe de considerar as outras opções.

Concluindo

Ao ler este artigo você deu um importante passo em direção ao sucesso do seu portfólio de investimentos. Afinal, agora você já tem conhecimento suficiente para identificar quais ações são small caps, micro caps ou blue chips e quais delas estão mais alinhadas às suas metas pessoais.

O próximo passo é contar com um serviço de análise profissionais, que ajudará você a montar uma carteira diversificada e alinhada ao seu perfil e objetivos. Para isso, conheça o Invista em Ações!

Recomendações da Capitalizo

O Invista em Ações traz as análises e recomendações para identificar boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico:

Dividendos: Tem como objetivo garimpar as melhores oportunidades em empresas com forte potencial de distribuição de lucros. Nossa intenção é indicar os ativos que possam performar no longo prazo, com revisão de pesos e ou de ativos, sempre que julgarmos necessário.

Crescimento: Tem como objetivo garimpar as melhores oportunidades em empresas com forte potencial de crescimento, com revisão de pesos e ou de ativos, sempre que julgarmos necessário.

Top Recomendadas: Tem como objetivo escolher ativos com alto potencial de valorização no longo prazo, mas que possam contar com fluxo de compra no curto e médio prazo.

Small Caps: Tem como objetivo escolher ativos de baixa capitalização, mesclando cases de recuperação e crescimento para auferir ganhos no longo prazo. Small e Mid Caps são empresas com valor de mercado inferior a R$ 15 bilhões.

Buy & Hold Raíz: Está focada na qualidade da empresa e nas vantagens competitivas frente aos concorrentes. A visão é de longo prazo, pensando como sócio de companhias com alta rentabilidade e liquidez, capazes de enfrentar diferentes condições econômicas.

Ações Internacionais: Está focada em empresas americanas de alta capitalização, que apresentam alta participação de mercado e potencial de crescimento no longo prazo.

Nossos resultados

Small Caps

A Camil (CAML3) é dona de várias marcas de grãos, açúcar e pescado como Camil, União, Coqueiro, Pai João, Príncipe e Carreteiro. Desde que tornou-se um recomendação da Capitalizo, em 21/06/2019, CAML3 já valorizou 72,3%. Confira no gráfico abaixo o desempenho das ações neste período em comparação ao Ibovespa e ao SMLL, índice que reúne os ativos da B3 classificados como small caps:

 Blue Chips

A Weg (WEGE3) é uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, além de atuar em outros setores como energia e tintas. Desde que tornou-se um recomendação da Capitalizo, em 14/08/2017, WEGE3 já valorizou 529,1%. Confira no gráfico abaixo o desempenho das ações neste período em comparação ao Ibovespa:

Quer aproveitar oportunidades como essas?

Com o Invista em Ações, você terá acesso às recomendações do time da Capitalizo para investir nas melhores empresas da Bolsa de Valores, sejam elas micro caps, small caps ou blue chips. O objetivo é analisar empresas com boas oportunidades de crescimento e pagamento de dividendos para potencializar seus investimentos de longo prazo. 

Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais. Além disso, você também tem acesso às carteiras: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

Acesse agora!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Day Trade – Contrato de Índice Futuro + Resultados das nossas recomendações

Contrato de Índice Futuro

O que é e como funciona o Contrato de Índice Futuro

O Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice de ações mais importante do Brasil. Ele é resultado de uma carteira teórica de ações e units negociadas na B3, cuja quantidade pode variar de acordo com as regras de composição.

O Ibovespa tem como critério o retorno total das ações, refletindo assim as variações de um determinado número de ativos que compõem a carteira.

Já o Contrato Futuro de Ibovespa possibilita a negociação das expectativas futuras do mercado de ações (Ibovespa) sem a necessidade de realizar a compra de toda a cesta de ações que compõe o índice. Abaixo, vamos usar o exemplo do minicontrato, que pode ser negociado de 1 em 1.

Minicontrato Ibovespa

Código de negociação: WIN

Vencimento: quarta-feira mais próxima do 15° dia do mês de vencimento do contrato – o mini-índice Bovespa vence de 2 em 2 meses.

Meses de vencimento: Fevereiro (G), Abril (J), Junho (M), Agosto (Q), Outubro (V) e Dezembro (Z).

Formação do código e vencimento: WINV19, em que:

WIN= código

Z =  mês de vencimento

19 = ano de vencimento

Abaixo segue o book do mini-índice:

Liquidez do contrato: pelo menos 1 contrato

Cálculo do Volume Financeiro

O volume de cada contrato é calculado multiplicando-se a última cotação por R$ 0,20, ou seja, cada variação de 1 ponto equivale a R$ 0,20. Portanto, no exemplo acima, o contrato cotado a 110.140 pontos vale R$ 22.028,00.

Day Trade no Índice Futuro

O Minicontrato é muito utilizado para operações de curto prazo, especialmente o Day Trade. Isso porque podemos operar os contratos sem ter todo o valor do mesmo. Em algumas corretoras, esse valor pode ser R$ 50, R$ 20 ou até menos. Ou seja, com R$ 50 poderíamos operar um contato que vale mais de R$ 22.000.

Vale relembrar que não recomendamos essa alavancagem para quem está começando. Por isso, se você ainda não entende bem como funciona, vá com calma.

Por outro lado, quando utilizamos a alavancagem da forma correta, ela pode ser nossa aliada, impulsionando nossos ganhos e não comprometendo todo o nosso capital quando uma operação não dá certo.

Por exemplo, vamos imaginar uma pessoa que tenha separado R$ 1.000 por contrato para operar no Day Trade. Vamos supor que ela tenha feito uma compra a 110.140 e, após alguns minutos, vendido a 110.640, com ganho de 500 pontos por contrato. Esse ganho equivaleria a R$ 100 por contrato.

Esse ganho pode parecer ”pouco” quando comparamos com o valor cheio do contrato. Entretanto, quando comparamos o ganho de R$ 100 aos R$ 1.000 que foram disponibilizados, o ganho percentual é de 10% – que pode ter sido alcançado em questão de minutos.

Além disso, podemos fazer várias dessas operações durante o dia.

Como operar Índice Futuro com a Capitalizo

No nosso produto Full Trader, além das recomendações de Day Trade em Dólar e Ações, também temos as operações de Índice Futuro. Através do nosso pregão ao vivo, nosso cliente conta com as recomendações dos analistas que, durante todo o pregão, passam os melhores pontos de compra e venda de minicontratos.

Resultados das nossas recomendações de Day Trade em Índice Futuro

Índice Futuro – Resultados dos últimos 30 dias

Total acumulado (soma de pontos) em 30 dias:  + 2.530 pontos

Percentual de recomendações com ganho em 30 dias: 47,87%

Índice Futuro – Resultados em 2020

Total acumulado (soma de pontos) em 2020:  + 55.650 pontos

Percentual de recomendações com ganho em 2020: 56,03%

Índice Futuro – Resultados em 12 meses

Total acumulado (soma de pontos) em 12 meses:  + 60.290 pontos

Percentual de recomendações com ganho em 12 meses: 56,51%

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações;
  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Informativo Semanal de Fundos Imobiliários

Fundos Imobiliários em destaque

Confira os Fundos Imobiliários em destaque nessa semana, a variação do IFIX e a agenda de proventos.

IFIX

O IFIX é um índice de retorno total de Fundos Imobiliários formado por uma carteira teórica. O seu objetivo principal é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos produtos deste setor negociados nos mercados de bolsa e de balcão organizado da B3.

Em 2021, o IFIX sobe 0,04% e, em doze meses, cai 9,90%.

Indicador

jan/21

dez/20

nov/20

out/20

IFIX

-0,43%

+2,19%

+1,51%

-1,01%

Gráfico IFIX- Retorno dos últimos 12 meses (em %)


Fatos Relevantes

O CSHG REAL ESTATE FII – HGRE11, administrado e sob gestão da Credit Suisse Hedging-Griffo, publicou Fato Relevante informando que assinou o termo de pagamento de sinal e imissão de posse de duas unidades do Subcondomínio One Berrini Corporate, Torre 4 – Setor C, integrante do Condomínio Thera One, localizado em São Paulo/SP. O sinal pago foi de quase R$ 20,9 milhões.

O XP LOG FII – XPLG11, administrado pela Vórtx DTVM, publicou Fato Relevante informando que celebrou carta de intenções para aquisição de 50% do ativo imobiliário “Frações Ideais do Condomínio TIMs”. A negociação está sujeita à conclusão satisfatória das condições de diligência. Os imóveis possuem área bruta locável total de 98,6 mil m², localizados em Serra/ES.

O REC RECEBÍVIES IMOBILIÁRIOS FII – RECR11, administrado pela BRL Trust DTVM, publicou Fato Relevante informando a aprovação da 9ª emissão de cotas. A oferta distribuirá cerca de 3,6 milhões de novas cotas, perfazendo o montante de R$ 350,0 milhões. O período de Direito de Preferência está programado para se estender entre os dias 21/01 a 04/02.

O RBR ALPHA MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE FII – RBRF11, administrado pelo BTG Pactual e sob gestão da RBR Asset Management, publicou Comunicado ao Mercado informando o resultado final da alocação de sua 6ª oferta. Ao todo, foram integralizadas quase 4,5 milhões de novas cotas, perfazendo o montante de R$ 420,0 milhões.

O SDI RIO BRAVO RENDA LOGÍSTICA FII – SDIL11, administrado e sob gestão da Rio Bravo Investimentos, publicou Comunicado ao Mercado informando que seus imóveis foram reavaliados, adicionando valor 10,95% superior ao seu valor patrimonial, em relação ao valor de dezembro de 2020.

O SP DOWNTOWN FII – SPTW11, administrado pela Genial Investimentos Corretora de Valores, publicou Fato Relevante informando que o Imóvel Badaró foi reavaliado, resultando em uma perda de 9,5% em relação ao seu valor contábil referente ao mês de outubro. Assim, foi registrado valor 6,4% inferior ao valor patrimonial do fundo.

O MALLS BRASIL PLURAL FII – MALL11, administrado pela Genial investimentos Corretora de Valores, publicou Fato Relevante informando que seus imóveis foram reavaliados, resultando em uma perda de 0,3% em relação ao seu valor contábil. Assim, foi registrado valor 0,92% inferior ao valor patrimonial do fundo.

O AUTONOMY EDIFÍCIOS CORPORATIVOS FII – AIEC11, administrado pela Modal DTVM, publicou Fato Relevante informando que seus ativos imobiliários foram reavaliados, adicionando valor 3,70% superior ao seu valor patrimonial, em relação ao valor de novembro de 2020.

O VOTORANTIM SECURITIES FII – VSEC11, administrado pela Votorantim Asset Management, publicou Fato Relevante informando que iniciou os procedimentos para a apresentação de oferta pública voluntária de aquisição das cotas dos FIIs Securities e Securities III, pelo valor patrimonial das cotas em 31/12/2020.

O TORRE NORTE FII – TRNT11, administrado pelo BTG Pactual, publicou Fato Relevante informando que não recebeu o pagamento de aluguel de alguns de suas locatárias, referente à competência de dezembro de 2020. Também, o fundo recebeu os valores referentes a determinados alugueis que estavam inadimplentes referente a novembro de 2020. Assim, no balanço, a distribuição de rendimentos foi impactada positivamente em cerca de R$ 0,04 / cota.

O VINCI SHOPPING CENTERS FII – VISC11, administrado pela BRL Trust DTVM e sob gestão da Vinci Partners, publicou Fato Relevante informando impetrou Mandado de Segurança em face da Receita Federal, a fim de que seja reconhecido o direito líquido e certo do fundo em não se sujeitar ao recolhimento de IR e IR-Fonte sobre rendimentos e ganhos líquidos auferidos na venda de cotas de outros fundos de investimento.

O VINCI OFFICES FII – VISC11, administrado pela BRL Trust DTVM e sob gestão da Vinci Partners, publicou Fato Relevante informando impetrou Mandado de Segurança em face da Receita Federal, a fim de que seja reconhecido o direito líquido e certo do fundo em não se sujeitar ao recolhimento de IR e IR-Fonte sobre rendimentos e ganhos líquidos auferidos na venda de cotas de outros fundos de investimento.

O VINCI LOGÍSTICA FII – VISC11, administrado pela BRL Trust DTVM e sob gestão da Vinci Partners, publicou Fato Relevante informando impetrou Mandado de Segurança em face da Receita Federal, a fim de que seja reconhecido o direito líquido e certo do fundo em não se sujeitar ao recolhimento de IR e IR-Fonte sobre rendimentos e ganhos líquidos auferidos na venda de cotas de outros fundos de investimento.

O MAX RETAIL FII – MAXR11, administrado pelo BTG Pactual, publicou Fato Relevante informando que houve flexibilização de algumas condições comerciais para uma de suas locatárias, visando manter seus contratos de locação. Com isso, a distribuição de rendimentos será impactada em cerca de R$ 1,19 / cota, em relação ao mês de novembro de 2020.

O SANTANDER PAPEIS IMOBILIÁRIOS CDI FII – SADI11, administrado pelo Santander Caceis Brasil DTVM, publicou Fato Relevante informando que recebeu notificação da cedente de alguns CRIs da 1ª emissão da True Securitizadora, comunicando sobre a desistência da recompra facultativa dos crédito imobiliários. Assim, a recompra não irá mais ocorrer.

O CYRELA THERA CORPORATE FII – THRA11, administrado pelo BTG Pactual, publicou Fato Relevante informando que duas de suas locatárias decidiram rescindir seus respectivos contratos de locação. Dado o pagamento dos valores previstos no contrato, decorrente das rescisões, a administradora estima que o fundo tenha um impacto positivo de cerca de R$ 0,35 / cota em sua distribuição de rendimentos.

Fonte: Economatica e Comunicados dos Fundos.

Proventos (Dividendos)

Nome Ticker Valor
FII ALIANZA TRUST RENDA IMOBILIÁRIA ALZR11 R$ 0,39
FII RIZA ARCTIUM REAL ESTATE ARCT11 R$ 8,78
FII BLUECAP RENDA LOGÍSTICA BLCP11 R$ 0,72
FII BTG PACTUAL SHOPPINGS BPML11 R$ 0,20
FII BRL PROP II BRLA11 R$ 0,97
FII BTG PACTUAL LOGÍSTICA BTLG11 R$ 0,60
FII BRASIL VAREJO BVAR11 R$ 14,18
FII CAPITÂNIA SECURITIES II CPTS11 R$ 1,00
FII ELDORADO ELDO11B R$ 4,10
FII CAMPUS FARIA LIMA FCFL11 R$ 0,55
FII GALAPAGOS FUNDO DE FUNDOS GCFF11 R$ 0,70
FII HOSPITAL DA CRIANÇA HCRI11 R$ 3,08
FII FOF INTEGRAL BREI IBFF11 R$ 0,36
FII IRIDIUM RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS IRDM11 R$ 1,59
FII MAUÁ CAPITAL RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS MCCI11 R$ 0,60
FII MOGNO CRIS HIGH GRADE MGCR11 R$ 0,66
FII MOGNO HOTEIS MGHT11 R$ 0,57
FII MORE REAL ESTATE FOF MORE11 R$ 1,00
FII OURINVEST FUNDO DE FUNDOS OUFF11 R$ 0,92
FII OURINVEST LOGÍSTICA OULG11 R$ 0,57
FII OURINVEST RENDA ESTRUTURADA OURE11 R$ 1,13
FII RBR ALPHA MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE RBRF11 R$ 0,86
FII RBR RENDIMENTOS HIGH GRADE RBRR11 R$ 0,60
FII RBR CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO RBRY11 R$ 0,97
FII RIZA AKIN RZAK11 R$ 0,01
FII SHOPPING PARQUE DOM PEDRO SHDP11B R$ 5,07
FII TORRE NORTE TRNT11 R$ 0,63
FII TRANSINC TSNC11 R$ 63,97
FII VALORA CRI ÍNDICE DE PREÇO VGIP11 R$ 1,54
FII VALORA RE III VGIR11 R$ 0,50
FII OURINVEST RE I WTSP11B R$ 0,13
FII XP INDUSTRIAL XPIN11 R$ 0,62
FII XP MALLS XPML11 R$ 0,68

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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Destaques econômicos da semana

Destaques econômicos da semana

Confira os principais destaques da economia brasileira e mundial.

INFLAÇÃO

Segundo dados do IBGE, a inflação oficial do país (IPCA) fechou o ano em 4,52%, sendo a maior variação desde 2016, quando ficou em 6,29%. Em dezembro, o indicador acelerou em relação ao período imediatamente anterior, passando de 0,89% para 1,35%.

No ano, o principal impacto foi observado no grupo de alimentação e bebidas, que registrou inflação de 14,09%. Destaque para óleo de soja (103,79%), arroz (76,01%), batata-inglesa (67,27%), tomate (52,76%), leite longa vida (26,93%) e carnes (17,97%). Os movimentos são explicados pelo aumento da demanda em função do auxílio emergencial do governo federal, além da redução da oferta com o aumento das exportações. O grupo de habitação ficou em segundo, com variação positiva de 5,25% e efeito da energia elétrica (9,14%). Vale ressaltar que no final do ano a bandeira tarifária passou para vermelha patamar 2.

Em dezembro, o principal impacto foi observado em habitação (2,88%) devido a revisão tarifária em energia elétrica. Alimentação e bebidas (1,74%) continuaram pressionando o índice de preços, e o grupo de transportes (1,36%) também teve impacto relevante. Destaque para passagens aéreas (28,05%), que continuam reajustando os valores conforme a demanda aumenta.

SERVIÇOS

De acordo com dados do IBGE, o setor de serviços apresentou alta de 2,6% em novembro, alcançando o sexto mês consecutivo de crescimento. Desde junho, houve ganho acumulado de 19,2%, sendo insuficiente para compensar a queda de 19,6% do período entre fevereiro e maio. Com isso, o volume de serviços ainda ficou 14,1% abaixo do recorde histórico de novembro de 2014 e 3,2% abaixo de fevereiro de 2020.

A atividade de transportes registrou um ganho acumulado de 26,7% desde maio, mas ainda precisa avançar 5,4% para alcançar o volume pré-pandemia. Serviços prestados às famílias apresentaram alta de 98,8% no período, mas ainda precisam de mais 34,2% para retornar ao patamar de fevereiro. Atividades como restaurantes, hotéis e transporte de passageiros foram as mais impactadas pela pandemia devido à necessidade de presença física para a prestação de serviço.

DÓLAR

O dólar comercial encerrou a semana de 15 de janeiro cotado a R$ 5,3042, com variação negativa de 2,1% frente ao real. A moeda norte-americana perdeu força devido ao anúncio feito pelo presidente eleito nos Estados Unidos, indicando um novo pacote de estímulos a economia com US$ 1,9 trilhão. Vale ressaltar que o aumento na oferta de dólares tira parte da pressão sobre moedas de países emergentes, como é o caso do Brasil. A curva de juros nos Estados Unidos ficou mais achatada em relação a semana anterior, sendo que as Treasuries de 10 anos reverteram a tendência de alta, embora permaneçam acima de 1,0% a.a.

VAREJO

O comércio varejista apresentou retração de 0,1% no volume de vendas em novembro, interrompendo uma sequência de seis meses de crescimento. Mesmo assim, o setor continua operando 7,3% acima do período pré-pandemia, uma vez que entre maio e outubro houve evolução de 32,2%. Cinco das oito atividades analisadas pelo IBGE apresentaram aumento no volume de vendas frente ao mês anterior.

Destaque para o desempenho de livros, jornais, revistas e papelaria (5,6%), tecidos, vestuário e calçados (3,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,6%). Vale ressaltar o efeito das promoções da Black Friday. Esses movimentos foram compensados pelas quedas em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,2%) e combustíveis e lubrificantes (-0,4%), com impacto da inflação.

INTENÇÃO DE CONSUMO

A intenção de consumo das famílias, medida pela CNC, subiu 0,7% em janeiro, frente a dezembro, chegando a 73,6 pontos. Essa foi a quinta alta consecutiva, mas não foi suficiente para evitar a pior marca para o mês desde o início da série histórica, em 2010. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve retração de 24,2%, mantendo o indicador abaixo do nível de satisfação (100 pontos) desde abril de 2015. Destaque positivo para a evolução nos itens que medem a satisfação com o emprego atual e o momento para duráveis. Vale ressaltar a recuperação gradual do mercado de trabalho e maior acesso ao crédito.

CONFIANÇA DO EMPRESÁRIO

De acordo com a CNI, o índice de confiança do empresário industrial recuou 2,2 pontos em janeiro, frente ao período imediatamente anterior, chegando a 60,9 pontos e permanecendo em zona de satisfação (50 pontos). Porém, o indicador continua 4,4 pontos abaixo do período pré-pandemia. Vale ressaltar o clima de incertezas para os próximos seis meses devido à evolução da pandemia no Brasil e em outros países, principalmente na Europa.

O aumento no contágio, inclusive levando a números recordes em várias regiões do mundo, reacenderam o sinal de alerta em empresários da indústria, uma vez que já estão sendo tomadas novas medidas restritivas para conter o avanço do vírus. Além disso, o ano começa sem as medidas emergências por parte do governo, que se encontra sem alternativas devido ao nível de endividamento.

MUNDO

Em 14 de janeiro, o presidente eleito Joe Biden anunciou um novo pacote de estímulo a economia, com injeção de US$ 1,9 trilhão. Metade com custo será para auxiliar as famílias, incluindo suplementação do seguro-desemprego e aumento de requisitos para o recebimento de pagamentos diretos. O restante será utilizado para distribuição de vacinas e ajuda para estados e municípios. A China apresentou crescimento de 2,3% no PIB em 2020, sendo que o quarto trimestre registrou variação positiva de 6,5% na base anual. O país deve ser um dos únicos a apresentar crescimento no ano, muito em função da eficiência para conter a pandemia, além do aumento de gastos públicos.

RELATÓRIO FOCUS

Esta semana, o Banco Central divulgou o Relatório Focus com as previsões dos principais economistas do país acerca de alguns indicadores da economia nacional para 2021 e 2022. A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 15 de janeiro e divulgada na manhã do dia 18. A perspectiva para o desenvolvimento do PIB melhorou sensivelmente, e as previsões com a taxa Selic se mantiveram em 3,25%. As previsões para o IPCA apresentaram leve aumento, e o câmbio permaneceu em R$ 5,00/US$. Para o próximo ano, destaque para a revisão para baixo na dívida líquida do setor público.

Fontes: Agência Brasil, Banco Central, Confederação Nacional do Comércio, Fenabrave, FGV, IBGE, Ministério da Economia e Valor Econômico.

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