Entenda a correlação entre os Fundos Imobiliários e a Taxa Selic

Fundos Imobiliários e a Taxa Selic

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central manteve a taxa básica de juros (Selic) em 2% ao ano. O que esta medida impacta nos fundos imobiliários? Confira o artigo e entenda a relação entre Fundos Imobiliários e a Taxa Selic.

Durante os últimos anos, vemos uma forte correlação entre a taxa de juros com os FIIs. E existem algumas explicações para ratificar esta relação, como explicaremos ao longo deste texto.

Esta correlação existente é de ordem inversa. Isto quer dizer que, enquanto a Selic sobe, a rentabilidade dos fundos imobiliários tende e diminuir. E vice-versa. O gráfico abaixo exemplifica um pouco desta relação, no período compreendido entre os finais dos anos de 2010 e 2020.

Ao invés de mostrar algum fundo específico, mostraremos o índice dos FIIs (IFIX).

Como já sabemos, os fundos imobiliários pagam rendimentos mensais a seus cotistas. Esta renda é proveniente dos aluguéis e demais receitas geradas a partir dos ativos investidos pelo fundo, uma vez que estes são obrigados a distribuir no mínimo 95% de seu lucro.

Quando a Selic é baixa, a maioria dos investidores – antes acostumados com os altos juros pagos pelos ativos de renda fixa – se vêm quase que obrigados a partirem para a renda variável. E, se analisarmos os fundos imobiliários especificamente, somente seus rendimentos distribuídos já conseguem superar com certa facilidade a rentabilidade de aplicações mais conservadoras.

Como exemplo, o gráfico abaixo apresenta a distribuição de rendimentos nos últimos doze meses do fundo imobiliário Hedge Top FOFII 3, de código HFOF11.

A análise do gráfico acima nos permite concluir que o fundo HFOF11 distribuiu aproximadamente R$ 9,31 reais por cota aos seus cotistas, no acumulado dos últimos doze meses. Se consideramos o valor da cota de R$ 110,00, no fechamento do dia 17 de setembro de 2020, temos um Dividend Yield anualizado de cerca de 8,46%. Ou seja, um retorno realmente superior a muitas aplicações mais conservadoras, sem levar ainda em consideração possíveis valorizações do valor das próprias cotas do fundo.

De forma geral, os investidores preferem assumir risco um pouco maior. Os fundos imobiliários conseguem suprir exatamente esta necessidade. Os rendimentos muitas vezes garantem uma boa previsibilidade, enquanto a variação do preço das cotas pode superar ainda mais as expectativas de retorno.

E estas afirmações se confirmam quando contrastamos o gráfico já mostrado acima com a evolução do número de investidores em fundos imobiliários. A imagem abaixo apresenta a quantidade de CPFs que investem em FIIs.

Fonte: B3

Por fim, vale ressaltar, ainda, que o mercado de Fundos Imobiliários hoje é muito mais maduro do que o cenário de alguns anos atrás. Além da quantidade e qualidade de novos Fundos, as gestoras estão muito mais transparentes – o que facilita a tomada de decisão na hora de escolher onde investir.

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Ticker: o que é e como interpretar este código na bolsa de valores?

Antes de investir na bolsa, é importante conhecer o ticker dos ativos. Esse código costuma ser uma abreviação do nome da ação – e tem como objetivo facilitar tanto a identificação quanto a negociação dos ativos no home broker.

Essa combinação de letras e números segue um padrão e é fundamental conhecer seu significado. Isso evita que você faça uma transação equivocada – o que pode, inclusive, gerar prejuízos financeiros ao investidor.

Neste artigo, você entenderá o que é o ticker, como ele funciona e descobrirá como interpretar esse código ao fazer operações na bolsa de valores. Continue a leitura e saiba mais!

O que é ticker?

O ticker é um código de referência utilizado nas operações da bolsa de valores. É ele que permite que ações e outros ativos, derivativos ou modalidades de investimento sejam negociados. Ele visa facilitar a identificação de cada ativo para que os investidores possam negociar.

Antes de acessar o home broker e fazer os investimentos, portanto, é importante conhecer os códigos dos ativos que você pretende comprar. 

Se você pretende investir na bolsa, saiba que, ao digitar o ticker na sua plataforma de investimentos, será possível acessar as informações de cada papel na plataforma, como:

  • preço de mercado atualizado em tempo real;
  • porcentagem de alta ou baixa do preço do ativo, em comparação ao valor no início do pregão;
  • quantidade de operações e volume de papéis negociados.

Essas informações servem como um guia para a tomada de decisão e são importantes tanto para operações de curto prazo quanto para investimentos de longo prazo. Se os papéis já estiverem na sua carteira, também é possível acompanhar a rentabilidade do ativo a partir do ticker.

Percebeu a importância deste código para qualquer investidor da renda variável?

Como esse código funciona?

O ticker tem regras próprias, que variam de mercado para mercado. Por exemplo, no Brasil há uma regra para composição dos tickers, enquanto nos EUA há outras orientações. 

As variações do código, no entanto, podem ocorrer também de acordo com o ambiente no qual ele é negociado dentro de um mesmo mercado e de acordo com o ativo e o tipo de ação. O ticker da Petrobras, por exemplo, pode ser encontrado na bolsa brasileira (B3) como PETR3 ou PETR4.

Uma opção de Petrobras, por outro lado – um derivativo, costumam ter um ticker iniciado por PETR, seguido por uma outra letra e número, de acordo com a especificidade da opção.

Já na bolsa americana, é possível encontrar ADRs dessa mesma empresa negociadas pelo ticker PBR. Portanto, não há um código universal para todos os ativos negociados nas bolsas ao redor do mundo.

Na B3, em geral, o ticker é representado por uma quantidade definida de letras, seguidas de um número que qualifica cada ativo. No mercado futuro também há regras semelhantes para os derivativos.

Como o ticker é composto?

Agora que você entendeu o que é ticker de ações e de outros ativos, é importante compreender a composição do código.

Como você já sabe, um ticker tem a função de facilitar a visualização do ativo ou derivativo na plataforma de negociação. Por isso, temos um padrão que permite a consulta de dados de forma simples.

No Brasil, o código dos ativos é formado por uma sequência de letras e números. As letras representam o nome do ativo, como mostrado no exemplo da Petrobras. Os algarismos também são utilizados para diferenciar os tipos de ativos.

De forma geral, o ticker é composto por quatro letras em caixa alta, que quase sempre fazem alusão ao nome da empresa, e um número. O último elemento indica o tipo de papel que será adquirido. Essa estruturação ajuda na consulta dos mais diversos ativos – incluindo ações ordinárias e preferenciais, units e até mesmo fundos imobiliários.

Os tickers da bolsa brasileira

Quer entender melhor a composição destes códigos, na prática? Então confira a seguir as principais características e diferenças entre os tickers presentes na bolsa de valores brasileira:

Ações ordinárias e preferenciais

Você já ouviu falar das ações ordinárias e preferenciais? A principal diferença entre elas está no fato de que as primeiras dão o direito ao voto nas assembleias da empresa. Já as preferenciais não permitem participar desse evento, mas têm prioridade na distribuição de proventos.

Em geral, as ações ordinárias têm final 3, enquanto as preferenciais costumam apresentar ticker com final 4. Ao buscar ações de algumas empresas listadas na bolsa, você encontrará apenas uma das duas opções. No caso das companhias que oferecerem os dois tipos, por outro lado, o investidor deve escolher entre eles e ter atenção no momento de digitar o código no home broker. 

Ter esta atenção é importante para fazer a negociação correta – e comprar ou vender o ativo que, de fato, é de seu interesse.

Vale destacar, contudo, que os números 3 e 4 não são os únicos a compor um ticker de uma ação da bolsa. Isso porque existem tipos diferentes de ações ordinárias e preferenciais.

Conheça outros números que podem estar presentes no final dos códigos e descubra o que eles representam:

  • 1: referente aos ativos que possuem direito de subscrição a uma ação ordinária;
  • 2: referente aos ativos com direito de subscrição a um papel preferencial;
  • 3: mostra que o papel é uma ação ordinária;
  • 4: indica que o ativo é uma ação preferencial;
  • 5 a 8: referentes aos ativos de ações preferenciais das classes A a D, respectivamente;
  • 9: descreve uma subscrição de ação ordinária;
  • 10: simboliza uma subscrição de ação preferencial.

Mercado fracionário

O mercado fracionário é o ambiente onde as frações dos lotes padrão das empresas são negociadas. Nesse caso, os tickers são os mesmos, mas os códigos são finalizados com a letra F após o número. Exemplos são a BBDC3F e a USIM5F — ação ordinária do Bradesco e ação preferencial classe A da Usiminas, respectivamente – ambas negociadas no fracionário.

Vale destacar que, nesse mercado, os preços das ações costumam ser diferentes na comparação com o mercado de lotes, pois existe outro book de ofertas.

Units, fundos imobiliários e outros

Além dos números apresentados para as ações, os investidores podem encontrar códigos que terminam com 11 na bolsa de valores. Esses tickers são referentes a outros ativos e modalidades de investimento, principalmente:

  • Fundos imobiliários;
  • Units (uma espécie de conjunto de ações, composto por papéis preferenciais e ordinários);
  • Fundos de índice (ETFs).

Também existem as opções, que são derivativos associados a determinadas ações ou outros ativos. Nesse caso, o código costuma ser o mesmo do papel correspondente, acrescido de uma quinta letra e um ou mais números. 

A quinta letra é referente ao mês de vencimento da opção e ao tipo de opção (se call ou put), enquanto o número final corresponde ao strike (preço combinado) do derivativo.

Por que é importante conhecer o ticker?

Mesmo que, em um primeiro momento, os códigos dos ativos e derivativos pareçam complicados, eles seguem uma lógica e são úteis para garantir operações corretas na bolsa de valores. Conhecê-los é a única forma de comprar ou vender os ativos corretos no home broker.

Também é importante saber como interpretar o ticker na bolsa para diferenciar a aquisição de ações, cotas de fundos imobiliários ou derivativos, além de identificar possíveis direitos de subscrição nos papéis. 

Conhecer o ticker é, portanto, indispensável para fazer seus investimentos na renda variável de maneira adequada.

E, se precisar de ajuda para conhecer as melhores oportunidades de investimento ou operações na renda variável, conheça o Full Trader, nosso produto completo para quem deseja operar com ações! 

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Empresas com receita em dólar, vale a pena investir?

Empresas com receita em dólar

Ao estudarmos as empresas com capital aberto na Bolsa de Valores, nos deparamos com uma forte presença de companhias multinacionais, que possuem suas atividades e seus mercados espalhados por várias regiões do planeta. Portanto, seus ganhos podem se dar através das mais variadas moedas possíveis.

Tratando-se de moedas, não há como não pensarmos no dólar, que já é, há algum tempo, a moeda utilizada como “padrão” para negociações internacionais.

Observando mais especificamente as companhias brasileiras, vemos muitos exemplos de empresas que possuem parte de suas receitas dolarizadas, ou seja, em função do dólar americano. Isto tende a trazer certos benefícios e riscos que devem ser levados em consideração.

Quais as Vantagens de Possuir Receitas Dolarizadas?

Como primeira vantagem, merece destaque a diversificação. O fato de uma empresa brasileira possuir parte de suas receitas atreladas ao dólar indica que a mesma detém seus mercados localizados ao redor do mundo. Isto pode ser encarado como um grande aliado para que a companhia busque expandir ainda mais seus horizontes de atuação, ganhando novos mercados e, consequentemente, agregando valor ao seu fluxo de receitas.

A diversificação também pode ser benéfica em momentos de crise, principalmente se estas forem pontuais em determinadas regiões ou países. Por exemplo, muitas empresas que possuem parte de seus mercados localizados fora do Brasil, acabaram por sofrer menos os impactos de nossa recessão entre 2015 e 2017, dado que a demanda lá fora não foi afetada.

Outra vantagem da dolarização está ligada ao próprio dólar. Como comentado, o dólar americano é a “moeda padrão” das negociações na maioria dos países. E quando comparado ao nosso Real, vemos o quão forte o dólar se mostra, sofrendo com menores efeitos de desvalorização.

Por fim, e ainda na linha da desvalorização, podemos destacar a importância de se haver receitas dolarizadas em meio a variações do nosso câmbio. Em momentos de enfraquecimento do Real, estas empresas podem ser beneficiadas.

Existem Riscos?

Sim, e o principal deles é a própria variação do câmbio. A maioria destas companhias utilizam instrumentos derivativos para suavizar os impactos das oscilações cambiais, tanto em casos de valorização quanto em desvalorização.

Em caso de súbita alta do dólar, por exemplo, esses instrumentos derivativos podem gerar fortes efeitos negativos nos resultados financeiros das empresas.

Entretanto, vale ressaltar que esses instrumentos são importantes para contrapor alguns ganhos que por ventura venham a distorcer os resultados. Alguns destes ganhos podem ter sido gerados simplesmente pelo fortalecimento do dólar, e não devido a possíveis melhorias operacionais promovidas pela companhia.

Exemplos de Empresas com Receitas em Dólar

No Brasil, existem alguns setores que costumam apresentar forte dolarização, como por exemplo o de alimentos e bebidas, metal mecânico, de siderurgia e de moda. Para cada um destes setores, podemos extrair algumas empresas, como: Minerva, Marfrig, Weg e Alpargatas.

A Minerva (BEEF3) é uma das maiores produtoras de carnes in natura e seus derivados na América do Sul, atuando também na exportação de gado vivo e no processamento de carne bovina, suína e de aves. Cerca de 43% das receitas da companhia advém das operações no Paraguai, Argentina, Uruguai e Colômbia.

A Marfrig (MRFG3) é a segunda maior produtora de carne bovina do mundo, com uma plataforma de produção diversificada nas Américas. Em torno de 72% de suas receitas resultam das operações na América do Norte, por exemplo.

A Weg (WEGE3) é uma companhia de carácter global, voltada para o desenvolvimento e produção de equipamentos eletroeletrônicos, com destaque para as soluções em máquinas elétricas, de automação e tintas. No caso da Weg, cerca de 54% de suas receitas são oriundas do mercado externo.

A Alpargatas (ALPA4) é uma das maiores empresas voltadas para a comercialização de calçados do Brasil, detendo em seu portfólio cinco diferentes marcas, sendo uma delas a Havaianas. Os negócios internacionais da companhia representam mais de 26% das receitas.

Vale lembrar que, além da nossa Carteira de Ações Internacionais, cerca de 40% das nossas recomendações de longo prazo possuem algum tipo de receita em dólar ou operações no exterior.

Rentabilidade das Ações na B3

O gráfico abaixo apresenta a rentabilidade das ações das cinco companhias citadas, nos últimos 12 meses, em comparação com o índice Bovespa:

Nos últimos 12 meses, temos: ALPA4 com alta de +16,22%, MRFG3 que subiu +16,49% e WEGE3 que teve expressiva valorização de +117,14%. BEEF3 foi a única que sofreu desvalorização: -20,91%.

No mesmo período, o Ibovespa subiu apenas 1,22%, enquanto o dólar subiu +27,56%.

Por fim, cabe ressaltar que o simples fato da empresa deter parte de suas receitas dolarizada não é garantia de bons resultados. Portanto, antes da realização dos investimentos, torna-se recomendado um intenso estudo a respeito das companhias, o que pode ser auxiliado com o acompanhamento de especialistas.

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Além das recomendações de empresas dolarizadas, como as do exemplo acima, o produto conta também com a Carteira Internacional. Nela, você tem acesso às recomendações de ações de empresas estrangeiras e pode adquirir tanto as stocks (ações diretas) como os BDR’s, certificados que replicam os ativos internacionais aqui no Brasil.

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Temporada de Resultados do 4T20 – Baixe a agenda

Comprar, vender ou manter?

Acompanhar a evolução dos resultados das empresas é de fundamental importância para a tomada de decisões de quem investe em suas ações visando a rentabilidade ao longo prazo na bolsa de valores.

Por isso, nesta agenda que preparamos, você pode conferir as datas de divulgação dos balanços do quarto trimestre de 2020 das companhias listas na B3.

É importante lembrar que algumas empresas ainda não comunicaram suas datas de liberação dos resultados. Assim como algumas datas podem sofrer modificações. Portanto, nas próximas semanas, manteremos as informações atualizadas com os períodos de divulgações.

É sempre interessante também bater o calendário com o site de relacionamento com o investidor da empresa de seu interesse.

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Saiba onde investir em 2021

Passado o turbulento ano de 2020, a expectativa é grande para o que virá em 2021. Neste material exclusivo que elaboramos para você, traçamos um panorama econômico e quais as perspectivas para o ano que vem.

Além disso, você ainda terá acesso a algumas de nossas recomendações de ativos que estamos de olho e que têm potencial para ter bons desempenhos!

Confira oportunidades de investimentos em Renda Fixa, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários, Ações para Longo Prazo, além dos resultados das nossas operações de curto prazo e médio prazos na Bolsa de Valores.

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Livros sobre investimentos: conheça os melhores para impulsionar seu patrimônio!

O que você faz quando precisa adquirir conhecimento sobre um assunto? Procura pelo tema na internet, matricula-se em cursos, conversa com pessoas experientes e, provavelmente, lê livros renomados, certo?

Essas são as principais formas de aprender. Ler sobre a história de outras pessoas ou conhecer os ensinamentos que elas escrevem pode te ajudar a impulsionar suas escolhas no mercado financeiro.

Por isso, os livros sobre investimentos são fundamentais para quem deseja estudar e alcançar melhores resultados nos seus aportes. Confira então nossa lista com 8 das melhores obras sobre o assunto para investidores!

1. O Investidor Inteligente

Benjamin Graham é um dos maiores especialistas em investimento de longo prazo — sendo considerado o precursor da estratégia de buy and hold em ações. Então, o livro dele não poderia ficar de fora da lista, certo?

“O Investidor Inteligente” é uma obra essencial para quem deseja iniciar seus investimentos na renda variável ou já tem a experiência, mas deseja aprofundar conhecimentos. O autor aborda bastante a análise fundamentalista.

Assim, esta é uma forma de você aprender mais sobre como analisar ações e tomar suas decisões na bolsa, diversificando os investimentos com eficácia. Nada como aprender com grandes nomes do segmento, não é mesmo?

2. Segredos da Mente Milionária

O enriquecimento é um objetivo comum aos investidores. Quem não deseja aumentar seu patrimônio e conquistar a sonhada independência financeira – podendo viver só com os frutos da sua renda passiva?

A conquista do enriquecimento, contudo, não depende apenas de boas escolhas objetivas ao investir. É preciso também ficar atento ao que você pensa e como funciona sua mente e os seus hábitos.

É disso que trata um dos melhores livros sobre finanças e investimentos: “Segredos da Mente Milionária”, escrito por T. Harv Eker. O autor explora como as pessoas milionárias se diferenciam das outras. Então, ajuda o leitor a lidar melhor com seu dinheiro – e, claro, com seus investimentos.

3. Pai Rico Pai Pobre

Outro livro clássico para investidores é o “Pai Rico Pai Pobre”, de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter. Os autores escreveram uma obra que parte de experiências pessoais e tem o objetivo de falar sobre dinheiro de maneira didática.

O livro é permeado por exemplos e diagramas que facilitam a compreensão de alguns conceitos contábeis — como passivos e ativos. Sua ideia central é ensinar os leitores a construir uma vida mais próspera por meio da aquisição de ativos.

É uma obra essencial para quem deseja entender mais sobre empreendedorismo e construção de patrimônio. Um tema interessante abordado é sobre o fato de a principal diferença entre ricos e pobres não estar no quanto ganham, mas nas escolhas que fazem.

4. O Jeito Warren Buffett de Investir

Você provavelmente já ouviu falar em Warren Buffett. Ele é seguidor de Benjamin Graham e acabou se tornando uma lenda dos investimentos — enriquecendo incrivelmente a partir de boas decisões de longo prazo na bolsa de valores.

Os ensinamentos de Buffett são seguidos por muitas pessoas ao redor do mundo. Por isso, vale a pena ler um livro que resume a maneira como o grande investidor realiza suas escolhas. A obra foi escrita por Robert G. Hagstrom.

Que tal cuidar das finanças e investir utilizando as mesmas estratégias de um bilionário? Ao ler o livro, você consegue entender a filosofia de Buffet e conhecer 12 princípios que estão presentes em sua forma de tomar decisões.

5. Investimentos Inteligentes

Se você é um investidor iniciante e deseja uma obra didática, com exemplos práticos, que lhe auxilie a entender mais sobre o mercado financeiro e as escolhas que precisa fazer, Gustavo Cerbasi tem um livro para o seu caso.

É a obra “Investimentos Inteligentes”, lançada em 2013. Nela, o autor aborda um pouco sobre os desafios do investidor e oferece estratégias e dicas para evitar erros e avaliar os ativos com qualidade.

Cerbasi é um educador financeiro brasileiro com muitos anos de experiência em investimentos e consultoria a investidores. Logo, é mais uma leitura essencial para quem busca estratégias para aumentar o patrimônio a partir de bons investimentos.

6. Ações Comuns, Lucros Extraordinários

O próximo exemplo da nossa lista de livros sobre finanças e investimentos foi escrito por Philip Fisher e se tornou um grande clássico quando se fala sobre ações — alguns dos ativos mais complexos que você pode ter na sua carteira.

As pessoas que investem em ações precisam conhecer como elas funcionam e de quais maneiras é possível ter lucro com elas. No livro “Ações Comuns, Lucros Extraordinários”, você encontra informações essenciais sobre o mercado de ações.

Além disso, o autor elenca nada menos do que 15 aspectos que devem ser considerados na hora de escolher seus investimentos na renda variável. É possível, inclusive, entender o método que Fisher utilizou para avaliar as ações.

7. Os Axiomas de Zurique

Mais uma obra que vale a pena incluir na sua lista de próximas leituras é o livro “Os Axiomas de Zurique”, de Max Gunther. O autor partiu da análise de banqueiros suíços para escrever dicas de como ganhar dinheiro.

Apesar do contexto analisado ter sido o da Suíça, os ensinamentos propostos por Gunther podem ser aplicados em qualquer local. O livro traz 12 axiomas principais e 16 adicionais para falar sobre negócios e dinheiro.

É uma fonte de pesquisa interessante para especuladores da bolsa e para quem deseja tomar decisões com cada vez mais eficiência. Você aprenderá sobre riscos, padrões e volatilidade nos investimentos.

8. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar

Para finalizar nossa lista, mais um dos livros indispensáveis para investidores é de alguém da área de Psicologia. Daniel Kahneman foi ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2002, por pesquisar as finanças comportamentais.

No livro “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar”, o autor apresenta alguns dos aspectos principais de suas pesquisas. Com isso, ele elucida a maneira como sua mente processa informações e realiza decisões — ora intuitivas, ora racionais.

Afinal, entender o funcionamento do cérebro em ambos os contextos ajuda a saber como evitar conclusões irracionais nas suas finanças e nos seus investimentos. O livro traz exemplos práticos que facilitam a sua compreensão e tornam os conceitos palpáveis.

Você acabou de acompanhar a nossa lista com 8 dos melhores livros sobre investimentos. Sem dúvida, vale a pena ter contato com estas obras para avaliar como elas podem ser úteis nas suas decisões. 

Assim, é possível contar com ensinamentos de grandes autores e nomes do mercado para cuidar cada vez melhor das suas finanças e fazer bons investimentos!

E que tal colocar sua aprendizagem em prática e fazer investimentos mais sólidos no mercado? Com o Capitalizo Completo você monta uma carteira diversificada de investimentos, que vão desde renda fica à variável. 

Além disso, você tem acesso a todos os produtos da Capitalizo e as melhores recomendações e análises do mercado para investir em ações, fundos de investimentos e títulos de renda fixa! Acesse agora e comece a impulsionar seu patrimônio.

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Small caps, blue chips e micro caps: entenda as diferenças

Ao começar a investir no mercado financeiro, é normal se interessar por modalidades que possam trazer maior rentabilidade — mesmo que isso signifique maior risco. Nesse sentido, a bolsa de valores se torna atrativa para muitos investidores.

Dentre as oportunidades disponíveis na bolsa, as ações ganham destaque. Elas são populares e podem ser uma boa opção de investimento – especialmente para o longo prazo. No entanto, é importante entender o que são as ações small caps, blue chips e micro caps antes de fazer seus aportes.

Afinal, conhecer os tipos de ações de acordo com o tamanho de valor de mercado das companhias listadas em bolsa pode ajudar o investidor a identificar boas oportunidades no mercado. 

Por isso, neste artigo, você conhecerá as características e as diferenças entre small caps, blue chips e micro caps e descobrirá como identificá-las no mercado! Boa leitura!

O que são small caps?

Small cap é um termo em inglês que significa baixa capitalização, em tradução livre – uma abreviação para small capitalization. Empresas consideradas small caps costumam ter um valor de mercado menor em relação a outras companhias negociadas na bolsa de valores.

Em geral, elas são empresas que valem entre US$ 300 milhões a US$2 bilhões. Habitualmente, small caps também são companhias em processo acelerado de expansão. Muitas são relativamente novas, com poucos anos de atuação no mercado e ainda pouco conhecidas pelos investidores.

Ao longo do tempo, a tendência é que uma empresa do tipo small cap cresça e seu lucro aumente de forma significativa. Caso isso ocorra, significará mais retorno para quem comprou as ações antes desse desenvolvimento. 

Por conta desta característica, as small caps costumam oferecer boas possibilidades de lucro aos investidores – especialmente no longo prazo.

Riscos

Investir nesse tipo de ativo, contudo, exige mais atenção do que em empresas já consolidadas. Afinal, o risco das small caps é maior. Como o foco principal é crescer, estas companhias tendem a se endividar mais para conseguir custear o plano de investimento.

Consequentemente, ficam mais expostas às oscilações da economia, como uma eventual queda de atividades ou alta dos juros. Outro risco característico desses papéis é a baixa liquidez. Como são organizações menores e, às vezes, pouco conhecidas, essas ações tendem a ser menos negociadas na bolsa.

Isso significa que há o risco de ter que esperar algum tempo para encontrar um comprador para suas ações. Também pode acontecer de ter que vendê-las por um valor abaixo do que o adquirido.

Exemplos de small caps na B3

Na bolsa de valores brasileira, são exemplos de small caps:

  • Movida (MOVI3);
  • Camil (CAML3);
  • Banco Inter (BIDI4).

O que são blue chips?

Provavelmente, você já ouviu falar das ações blue chips, certo? Afinal, elas são as mais conhecidas pelos investidores – e também por quem não investe. Elas também são as ações mais negociadas em qualquer bolsa de valores.

O termo blue chips deriva das fichas azuis do poker – as mais valiosas da mesa. Por isso, as blue chips são, em geral, ações de grandes empresas, que tendem a ter o maior peso no índice Ibovespa. 

Normalmente, são os papéis mais negociados na bolsa de valores e também costumam ter resultados operacionais robustos e boas divisões de lucros. Como contam com grande procura, costumam ter alta liquidez.

As blue chips são consideradas companhias seguras e consolidadas. Isso não significa que o preço das ações blue chips não varia, mas elas tendem a oscilar menos ao longo do tempo na comparação com companhias menores.

Outras características das blue chips são o alto valor de mercado (costumam ter valor de capitalização de cerca de US$ 10 bilhões ou mais), a forte geração de caixa e a boa governança corporativa.

Por suas características, as ações de empresas blue chips são boas opções para quem busca por empresas sólidas para ter na carteira.

Exemplos de blue chips na B3

Na B3, são exemplos de blue chips:

  • Petrobras (PETR4);
  • Vale (VALE3);
  • Ambev (ABEV3);
  • Itaú Unibanco (ITUB4);
  • Bradesco (BBDC4).

O que são micro caps?

Até aqui você conheceu as small caps e as blue chips da bolsa de valores – dois universos distintos, que podem gerar oportunidades aos investidores. Agora, é a vez de entender o que são as micro caps – que também fazem parte da bolsa de valores.

As micro caps são as empresas listadas na bolsa que possuem, normalmente, valor de mercado entre US$ 50 milhões a US$ 300 milhões. Quando comparadas às outras empresas apresentadas neste artigo, elas são menores – inclusive em relação às small caps.

Por terem menor patrimônio líquido e baixa liquidez, as ações micro caps são pouco conhecidas pelo público geral. Muitas vezes, elas são até mesmo ignoradas pelos investidores, que desconhecem as características desses papéis e os fundamentos destas empresas.

Em geral, assim como as small caps, essas companhias têm alto potencial de crescimento e valorização. Também são negócios relativamente novos ou de uma área de atuação mais restrita. Isso possibilita ganhos maiores para os investidores mais abertos aos riscos.

Riscos

Por outro lado, os riscos de investir em companhias micro caps também são maiores. Afinal, assim como as small caps, estas empresas têm ainda um longo caminho a percorrer – e podem estar mais expostas às variações econômicas e de mercado.

Elas também costumam pagar dividendos mais baixos. Isso porque boa parte dos lucros acaba sendo reinvestido na própria companhia.

Vale destacar, no entanto, que, em algum momento, uma blue chip já pode ter sido uma micro ou small caps. E muitos investidores que investiram nestas companhias, anos atrás, podem ter tido lucros elevados. 

Por isso, ao investir em uma micro cap com bons fundamentos – assim como nas small caps -, você pode ter a chance de comprar uma ação por preços mais atrativos e, no futuro, usufruir de eventuais avanços da companhia.

Exemplos de micro caps na B3

A lista de micro caps na bolsa brasileira não é tão extensa. São exemplos de empresas micro caps:

  • Indústrias ROMI S.A (ROMI3);
  • Valid Certificadora Digital (VLID3).

Small caps, blue chips ou micro caps: qual escolher?

Agora você já sabe o que são e quais as características destes três tipos de ações, de acordo com o valor de capitalização de cada empresa negociada em bolsa.

Para fixar as diferenças entre ações small caps, blue chips e micro caps, entenda que:

  • as micro caps têm liquidez limitada, valor de mercado mais baixo, maiores riscos e alto potencial de crescimento – especialmente no longo prazo;
  • as small caps têm baixo valor de capitalização e menor liquidez, mas costumam estar relacionadas às empresas que estão em processo acelerado de expansão;
  • as blue chips são ações de primeira linha – de empresas consolidadas no mercado, estáveis, líderes em seus setores, com histórico positivo. Por isso, são mais conhecidas e desejadas por muitos investidores. Contudo, podem não ter um potencial de valorização tão alto.

A escolha entre um e outro papel depende dos objetivos individuais de cada investidor. A compra de ações deve estar alinhada ao seu perfil de investidor e às suas metas. A partir dessa avaliação, ficará muito mais fácil montar uma carteira de ações mais sólida e diversificada – que ajudará você a alcançar seus objetivos financeiros ao longo do tempo.

E, independentemente do tipo de ação que você deseja manter na sua carteira – seja ela uma small cap, blue chip ou micro cap, tenha em mente que essa decisão nunca deve ser tomada baseada em “achismos”. 

É fundamental fazer análises precisas e bem fundamentadas para definir quais são as melhores small caps, blue chips e micro caps para ter na sua carteira.

Além disso, a diversificação da carteira de investimentos é uma estratégia importante. Então, embora as blue chips sejam mais cobiçadas pelos investidores, não deixe de considerar as outras opções.

Concluindo

Ao ler este artigo você deu um importante passo em direção ao sucesso do seu portfólio de investimentos. Afinal, agora você já tem conhecimento suficiente para identificar quais ações são small caps, micro caps ou blue chips e quais delas estão mais alinhadas às suas metas pessoais.

O próximo passo é contar com um serviço de análise profissionais, que ajudará você a montar uma carteira diversificada e alinhada ao seu perfil e objetivos. Para isso, conheça o Invista em Ações!

Recomendações da Capitalizo

O Invista em Ações traz as análises e recomendações para identificar boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico:

Dividendos: Tem como objetivo garimpar as melhores oportunidades em empresas com forte potencial de distribuição de lucros. Nossa intenção é indicar os ativos que possam performar no longo prazo, com revisão de pesos e ou de ativos, sempre que julgarmos necessário.

Crescimento: Tem como objetivo garimpar as melhores oportunidades em empresas com forte potencial de crescimento, com revisão de pesos e ou de ativos, sempre que julgarmos necessário.

Top Recomendadas: Tem como objetivo escolher ativos com alto potencial de valorização no longo prazo, mas que possam contar com fluxo de compra no curto e médio prazo.

Small Caps: Tem como objetivo escolher ativos de baixa capitalização, mesclando cases de recuperação e crescimento para auferir ganhos no longo prazo. Small e Mid Caps são empresas com valor de mercado inferior a R$ 15 bilhões.

Buy & Hold Raíz: Está focada na qualidade da empresa e nas vantagens competitivas frente aos concorrentes. A visão é de longo prazo, pensando como sócio de companhias com alta rentabilidade e liquidez, capazes de enfrentar diferentes condições econômicas.

Ações Internacionais: Está focada em empresas americanas de alta capitalização, que apresentam alta participação de mercado e potencial de crescimento no longo prazo.

Nossos resultados

Small Caps

A Camil (CAML3) é dona de várias marcas de grãos, açúcar e pescado como Camil, União, Coqueiro, Pai João, Príncipe e Carreteiro. Desde que tornou-se um recomendação da Capitalizo, em 21/06/2019, CAML3 já valorizou 72,3%. Confira no gráfico abaixo o desempenho das ações neste período em comparação ao Ibovespa e ao SMLL, índice que reúne os ativos da B3 classificados como small caps:

 Blue Chips

A Weg (WEGE3) é uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, além de atuar em outros setores como energia e tintas. Desde que tornou-se um recomendação da Capitalizo, em 14/08/2017, WEGE3 já valorizou 529,1%. Confira no gráfico abaixo o desempenho das ações neste período em comparação ao Ibovespa:

Quer aproveitar oportunidades como essas?

Com o Invista em Ações, você terá acesso às recomendações do time da Capitalizo para investir nas melhores empresas da Bolsa de Valores, sejam elas micro caps, small caps ou blue chips. O objetivo é analisar empresas com boas oportunidades de crescimento e pagamento de dividendos para potencializar seus investimentos de longo prazo. 

Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais. Além disso, você também tem acesso às carteiras: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

Acesse agora!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir. Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

5 Dicas para criar uma carteira de dividendos agora mesmo

Ter uma carteira de dividendos pode ser uma alternativa interessante para quem busca por investimentos de longo prazo na renda variável e deseja obter renda passiva no futuro. Afinal, esse tipo de portfólio pode sofrer menos efeitos da volatilidade, pois não se baseia apenas no crescimento do valor das ações para trazer resultados ao investidor.

Em geral, os papéis que compõem uma carteira voltada para dividendos têm algumas características em comum. Entre elas, estão a expectativa de pagamento contínuo de proventos, um índice de Dividend Yield atrativo e fundamentos sólidos das empresas.

Neste artigo, você acompanhará 5 dicas para criar uma carteira de dividendos sólida e aumentar seu patrimônio no longo prazo a partir do recebimento de proventos. Confira!

Afinal, o que são dividendos?

Antes de conferir nossas 5 dicas para criar uma carteira eficiente de dividendos, é preciso entender o que são, de fato, estes proventos distribuídos por empresas listadas na bolsa de valores.

Os dividendos são parte dos lucros que uma companhia de capital aberto distribui aos seus acionistas — de forma proporcional aos papéis que cada um possui. A remuneração visa satisfazer os investidores e atrair o interesse do mercado. 

O mais comum é que os dividendos sejam pagos em dinheiro ou ações. As empresas também podem fazer o pagamento em direitos de subscrição, o que é menos habitual. A frequência com que os dividendos são pagos varia de acordo com cada companhia – e a informação deve constar no estatuto da empresa.

As carteiras de dividendos, portanto, são formadas por um conjunto de investimentos em renda variável cujo objetivo é permitir ao investidor receber proventos e obter renda passiva ao longo do tempo. Elas podem ser compostas, por exemplo, por ações e fundos de investimento imobiliário.

O mais comum, no entanto, é que os investidores optem por montar uma carteira de ações focadas em dividendos.

Como criar uma carteira de dividendos?

A ideia de ter uma carteira de dividendos lhe interessa? Então, é importante entender como criar um bom portfólio deste tipo – a fim de obter bons resultados no longo prazo.

Para criar uma carteira de dividendos em ações eficiente é importante buscar por empresas que tenham histórico de pagar bons proventos aos acionistas. Outra característica comum de uma boa carteira de dividendos é trazer companhias mais sólidas – que tendem a oferecer menores riscos ao investidor.

Também é válido focar no médio e longo prazo para obter retornos mais consistentes. Ao investir desse modo, é possível atenuar os riscos da carteira. Afinal, as oscilações temporárias do mercado influenciarão pouco nos seus resultados — já que não será de seu interesse vender os papéis tão cedo, certo?

Ou seja, ao escolher uma carteira de dividendos é fundamental ter paciência para deixar o dinheiro investido – colhendo os resultados durante os anos. O valor referente aos proventos é pago periodicamente pelas empresas, de acordo com as diretrizes de cada uma – e você se beneficiará deles se mantiver sua estratégia no longo prazo.

Por fim, para criar uma carteira de dividendos robusta, é importante fazer uma boa análise de fundamentos antes de escolher os ativos. Apesar de os rendimentos passados não serem garantia de ganhos futuros, fazer uma avaliação cuidadosa é fundamental para ter sucesso nesta jornada.

5 dicas para montar sua carteira de dividendos

Agora que você já sabe o que são os dividendos e como criar uma carteira direcionada ao recebimento de proventos na bolsa de valores, confira 5 dicas para começar a compor seu portfólio de dividendos agora mesmo!

1. Avalie a solidez da empresa

Em geral, empresas que pagam bons dividendos são mais sólidas do que aquelas que não pagam — pois já estão consolidadas e podem compartilhar uma maior parte do seu lucro com os acionistas. Tal ponto deve ser cuidadosamente avaliado, já que bons fundamentos costumam resultar em menores riscos para o investidor.

Outra dica é ter atenção ao histórico de pagamento das companhias. Ele não é garantia de lucro futuro, mas pode lhe dar informações importantes. Analise os últimos anos de distribuição de proventos para entender a frequência de pagamentos. 

Fique atento também à constância na distribuição. Se a empresa pagou muito bem em um ano, mas não manteve a média, ela pode não ser a melhor opção para uma carteira de dividendos.

2. Identifique as maiores pagadoras

Alguns indicadores fundamentalistas ajudam você a identificar quais são as maiores pagadoras de dividendos da bolsa. Por exemplo, o dividend yield e o dividend payout. Saiba mais sobre eles a seguir:

Dividend yield

Esse indicador é obtido pela divisão do valor pago de dividendo pelo preço de cada ação. O resultado permite comparar o valor relativo pago por diferentes empresas para entender quais distribuem mais proventos em relação ao preço de compra dos papéis.

Na teoria, quanto maior o dividend yield de uma empresa, mais proventos ela distribui. No entanto, não basta apenas analisar o indicador isoladamente para tomar a decisão de compra dos ativos.

Dividend payout

O cálculo do dividend payout é feito dividindo o valor pago de dividendos pelo lucro da empresa em determinado período. Assim, é possível descobrir quanto do percentual de lucro da companhia é distribuído para os acionistas – e quanto é reinvestido no próprio negócio.

A análise permite comparar empresas e descobrir o que elas fazem com o lucro. Mas vale destacar, novamente, que o indicador não deve ser analisado de maneira isolada.

3. Conheça seu perfil de investidor e seus objetivos

É fundamental analisar se o seu perfil de investidor é compatível com o tipo de risco das ações. Você deve estar preparado para passar por possíveis oscilações do mercado ao longo do tempo. Então, este é um investimento indicado para perfis moderados e arrojados.

Também é importante entender quais são os seus objetivos financeiros. As ações se adéquam melhor aos planos de longo prazo. Ter uma renda passiva — para a aposentadoria, por exemplo — é uma das principais metas de quem investe em empresas que pagam bons dividendos.

Já quem está montando patrimônio tende a utilizar os dividendos recebidos para comprar novas ações. Nesse caso, o objetivo é acelerar a acumulação de capital para, no futuro, usufruir dos recursos.

4. Mantenha um bom planejamento financeiro

Um bom planejamento financeiro é fundamental para quem deseja montar uma carteira de dividendos. Para isso, é necessário entender qual é a porcentagem do seu salário que será destinada para gastos fixos e variáveis e quanto poderá ser investido mensalmente.

Ajustar alguns custos pode ser necessário para que você consiga fazer investimentos constantes. Isso é importante para que a sua carteira cresça e, no longo prazo, seja possível ter uma renda proveniente dos dividendos.

5. Reinvista os dividendos

Reinvestir os dividendos é uma estratégia poderosa para acumular mais patrimônio, pois você conta com a ação indireta dos juros compostos – a partir da exposição à economia real – a seu favor. Assim, até mesmo quem começa com pouco dinheiro tem chances de obter maiores ganhos se mantiver os reinvestimentos.

Ao reinvestir os dividendos sempre que possível, você reduz o seu preço médio por ação e aumenta o valor da sua carteira. Afinal, quando você compra mais ativos com os dividendos recebidos, sua quantidade de ações na carteira cresce sem a necessidade de colocar mais do seu próprio dinheiro.

Uma carteira de dividendos bem montada é capaz de acelerar o crescimento do seu patrimônio, criar uma fonte de renda passiva no futuro e proteger o poder de compra do seu dinheiro. E conquistar estas vantagens ficará muito mais fácil ao seguir nossas dicas!

E você, quer começar a investir em ações para ganhar proventos e viver de renda? Então não deixe de conhecer o Invista em Ações, produto da Capitalizo que ajuda você, investidor, a ter uma carteira sólida focada em dividendos e no longo prazo. 

Com o Invista em Ações, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras: Carteira Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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