Fundos Imobiliários: veja 7 fatores essenciais para analisar melhor

Você está afim de investir em fundos imobiliários em 2021, mas não tem muita noção sobre o assunto? Saiba que existem alguns fatores que precisam ser analisados antes.

Os fundos imobiliários (FIIs) são uma boa alternativa para acionistas que nutrem o sonho de terem imóveis como patrimônio, sendo que nem é preciso ter muito dinheiro para comprar as cotas.

Neste artigo, para que faça melhores investimentos, trouxemos uma lista com 7 pontos-chave que influenciam na escolha de FIIs para a sua carteira. Confira!

1. Volatilidade

Assim como ocorre com as ações, os fundos imobiliários também estão sujeitos às oscilações de preços no mercado financeiro, uma vez que sua cotação não é fixa.

A volatilidade é uma medida estatística que tem como intuito evidenciar o sobe e desce dos ativos, observando assim um determinado período como meses ou anos.

Feita essa explicação, vale ressaltar que os FIIs costumam ter uma volatilidade menor do preço das cotas em detrimento das ações, o que pode representar mais segurança.

Inclusive, ao observar situações de incerteza com o cenário futuro, os fundos que apresentam menores oscilações costumam ser uma boa opção defensiva de carteira.

Isso também se reflete nos índices de mercado, pois o IBOV (Índice Ibovespa de ações) costuma ter mais volatilidade do que o IFIX (Índice de fundos imobiliários).

2. Vacância

Para os FIIs que investem diretamente em imóveis, a rentabilidade pode vir da valorização do empreendimento ou do aluguel obtido, sendo que aí entra a vacância.

Quando se trata de vacância física, refere-se ao percentual que mede a proporção de espaço não locado em relação à Área Bruta Locável (ABL).

Ou seja, se um empreendimento tiver 200 mil metros quadrados de ABL e há 20 mil metros disponíveis para locação, isso quer dizer que a taxa de vacância é de 10%.

No entanto, existe também o indicador de vacância financeira, que corresponde à área que não está gerando receita dividida pela área total do fundo imobiliário.

Apesar de ser menos utilizada, essa vacância pode indicar o grau de “eficiência” do ativo, a fim de verificar a parte que não está sendo rentabilizada de fato.

3. Contratos atípicos

Enquanto os contratos típicos de imóveis respeitam uma previsão mínima determinada pelo código civil, os contratos atípicos contam com regras particulares.

Nos típicos, geralmente se observa uma duração de 5 anos, tendo como base um indexador de reajuste anual e, naturalmente, uma revisional ao final do 3º ano.

Em contrapartida, os contratos considerados atípicos podem apresentar durações de 10 anos, por exemplo, cujos ajustes são indexados à inflação.

Vale lembrar que esses contratos não contam com revisional, isto é, a renegociação só é possível ao final do contrato ou caso haja rescisão antecipada.

Com isso, os investidores que visam o longo prazo dão mais preferência para acordos atípicos, pois isso pode representar maior previsibilidade de recebimentos.

4. Prazo dos contratos

Complementando o tópico anterior, a análise do prazo de vencimento dos contratos é de suma importância na hora de verificar qual FII deve ser alocado em sua carteira.

Por mais que o FII tenha uma boa representatividade de contratos atípicos, pode ser que esses estejam se aproximando do vencimento e tragam certa preocupação.

Em um conceito geral, quanto maior for o prazo estabelecido nos contratos, a tendência é que haja uma boa previsão de receita ao decorrer do período.

Prazos longos contam com menor propensão dos locatários desocuparem o imóvel e, a partir dessa decisão, terem que arcar com possíveis multas rescisórias.

Além disso, fundos que dispõem de muitos contratos vencendo no mesmo ano ou próximos disso, por exemplo, podem sofrer uma certa desvalorização das cotas.

5. Liquidez

Sendo uma das principais vantagens dos fundos imobiliários em comparação com o investimento em imóveis físicos, a liquidez é um fator preponderante a ser analisado.

De forma geral, entende-se por liquidez a capacidade de reverter as cotas do fundo em dinheiro no mercado secundário, ou seja, a rapidez em que se pode vender um ativo.

Com isso, você pode contar com a liberdade de vender as suas cotas em qualquer momento, algo que seria mais trabalhoso se fosse uma negociação de imóvel físico.

Da mesma maneira que acontece com as ações, os fundos que têm uma boa imagem no mercado, naturalmente, contam com maior liquidez nas negociações.

Claro que é importante levar em consideração os fatos relevantes do mercado, a composição da carteira do fundo, a cotação do ativo e assim por diante.

6. Indicador P/VP

Utilizado na análise fundamentalista tanto de ações quanto de fundos imobiliários, o indicador P/VP (Valor de mercado/Valor Patrimonial) é bem revelador aos acionistas.

É possível ter uma percepção se o preço do ativo está barato ou não, verificando assim quanto o valor de mercado pode estar acima do valor contábil do fundo imobiliário.

Valores que indiquem resultados abaixo de 1, por exemplo, entende-se que o fundo está sendo negociado em deságio, mas estará em ágio se for acima de 1.

Identificar cotações muito abaixo do valor patrimonial pode nos dizer que o mercado está precificando um negócio inviável ou, até mesmo, uma má gestão do fundo.

Em boa parte das situações, os imóveis que fazem parte de uma carteira de fundos de tijolo costumam ser reavaliados periodicamente, deixando o P/VP defasado às vezes.

7. Dividendos

Se você já tem a pretensão de formar uma carteira de dividendos, saiba que o investimento em fundos imobiliários pode ser até mais vantajoso do que as ações.

Para tanto, torna-se importante analisar o percentual de Dividend Yield (DY) presente no fundo, ou seja, quanto foi pago de proventos nos últimos 12 meses apurados.

Imaginando que você tenha um fundo que proporcione o valor de R$ 1,50 de rendimento mensal ou “aluguel”, temos então o montante de R$ 18,00 no ano.

Caso a cota atual do fundo corresponda ao preço de R$ 122,50 e dividamos o resultado de rendimento acumulado por esse valor, logo temos um DY de 14,69%.

Nunca é demais ressaltar que, diferente do recebimento de um aluguel tradicional, que confere como ganho de capital, a distribuição de dividendos nos FIIs é isenta de IR.

Para encerrarmos, veja que existem vários pormenores relevantes antes de alocar cotas de fundos imobiliários na sua carteira, sendo importante assim contar com uma análise eficiente para tomar decisões cada vez melhores.

Por que confiar nas recomendações da Capitalizo? 

Se você está pensando em como escolher os melhores fundos para investir, confiar nas recomendações da Capitalizo tende a ser uma excelente decisão estratégica.

Nem sempre é possível dispor de tempo, paciência e conhecimento para garimpar as possibilidades do mercado, sendo necessário transferir essa responsabilidade. É um grande diferencial contar com uma equipe de profissionais que sabem analisar a macroeconomia, verificar os fundamentos dos FIIs e enxergar possíveis “diamantes”.

A Capitalizo recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas. Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX.

Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 45,03% de rentabilidade, contra apenas 34,73% do índice.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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E-book Guia Completo sobre Day Trade

Fazer Day Trade é comprar e vender ativos da Bolsa de Valores dentro do mesmo dia.

Esse tipo de operação pode ser muito vantajoso pois possui bom potencial de rentabilidade, possibilidade de ganhar tanto na alta quanto na baixa, realizar lucros no curto prazo, utilizar movimentos gráficos a seu favor para aproveitar oportunidades e expor-se menos a riscos macro e crises de mercado.

Fundos de investimentos imobiliários: o que são e como investir em FII?

Os fundos de investimentos imobiliários ou FIIs são uma das modalidades de investimentos coletivos do mercado. Existem diferentes fundos disponíveis — como os fundos de ações, renda fixa, cambiais e, claro, os FIIs. 

Cada tipo de fundo é caracterizado por focar em determinados ativos em seu portfólio. Para investir por meio deste veículo de investimento, é preciso comprar cotas. E os resultados financeiros conquistados pelo fundo são compartilhados com os cotistas – de acordo com o percentual que cada um investiu. 

O portfólio do fundo é composto por um gestor profissional. Assim, esta modalidade pode ser uma alternativa interessante para quem busca por facilidade e acessibilidade na hora de investir no mercado financeiro.  Nos fundos imobiliários, as vantagens se repetem – mas há algumas especificidades que podem agradar a diversos investidores. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura para conhecer mais detalhes sobre os FIIs e descobrir como investir em fundos de investimentos imobiliários!

O que são fundos de investimentos imobiliários?

Na introdução deste artigo você aprendeu algumas informações básicas sobre o funcionamento dos  fundos de investimentos. Entendendo a lógica deles, fica fácil saber que FIIs têm como foco o setor imobiliário, certo? O objetivo, então, é obter lucro com negociações realizadas no mercado de imóveis.

Os fundos imobiliários podem negociar diretamente a propriedade de imóveis — vendendo ou alugando bens físicos, por exemplo. Mas eles podem também envolver outros tipos de operações no mercado financeiro.

Os FIIs que negociam imóveis físicos são chamados de fundos de tijolos. Outro tipo comum é o fundo de papel, cujos investimentos se dão em títulos de renda fixa ligados ao mercado (como Certificados de Recebíveis Imobiliários). 

Existe, ainda, um terceiro tipo bastante comum: os fundos de fundos. O portfólio deles é composto por cotas de outros FIIs. Ou seja, o gestor de um fundo desse tipo analisa os FIIs disponíveis e adquire cotas deles para diversificar a carteira participar dos lucros destes outros fundos.

Como os FIIs funcionam?

O funcionamento básico dos fundos imobiliários é semelhante aos outros fundos. Há uma instituição responsável por criar o fundo e emitir as cotas dele. Então, os investidores se tornam cotistas a partir da compra de cotas e têm direito aos eventuais ganhos.

O fundo é organizado por um gestor — que é um investidor profissional e toma as decisões relevantes acerca das aplicações do fundo. Ou seja, da compra e venda de ativos. O cotista não participa das escolhas de investimento, ele apenas recebe a participação nos lucros do portfólio.

Uma particularidade em relação aos fundos de investimentos imobiliários é que eles têm suas cotas negociadas na bolsa de valores. A maioria dos demais tipos de fundos negociam as cotas nas plataformas das corretoras de valores ou bancos de investimento.

Por serem listados na bolsa, os FIIs apresentam boa liquidez. Isto é, é possível vender suas cotas quando quiser, emitindo uma boleta de venda no home broker e esperando que outro investidor interessado as compre.

Outra característica é que as cotas dos FIIs podem aumentar ou baixar de valor, dependendo dos movimentos do mercado financeiro na renda variável – e, claro, do setor imobiliário. Portanto, o investidor tem a possibilidade de lucrar ao vender suas cotas por um preço mais alto.

É claro que o contrário também pode acontecer. Em alguns casos, as cotas podem estar valendo menos do que quando você as comprou. Então, existe o risco de prejuízo, caso você opte por se desfazer delas em um momento de baixa.

Quais são as vantagens do investimento?

Os fundos imobiliários apresentam algumas vantagens interessantes para os investidores. Confira quais são elas e veja se o investimento pode lhe interessar!

Praticidade

Muitos brasileiros desejam investir no mercado imobiliário por enxergarem benefícios neste setor. Especialmente em um cenário de aquecimento econômico, que aumenta a busca por aluguéis e compra de imóveis.

Entretanto, investir diretamente em um imóvel envolve alta quantia de dinheiro — além de grande burocracia. Quem já comprou uma casa ou apartamento já teve esta experiência. Imagine, então, como seria difícil adquirir um shopping ou prédio comercial?

Por meio de um FII, o investimento em empreendimentos de grande porte se torna mais prático e acessível. Afinal, ao adquirir cotas, o investidor pode participar dos lucros sem despender muito dinheiro.

Diversificação

Mais uma vantagem de investir em fundos imobiliários é poder diversificar sua carteira. De modo geral, os fundos têm um portfólio composto por vários ativos. Um fundo de tijolos, por exemplo, pode ter shoppings em diversas cidades do país.

Com isso, é possível usufruir de mais segurança em relação aos riscos de vacância, já que são regiões diferentes. A rentabilidade também se torna atrativa, pois o fundo diversifica as escolhas e recebe lucro de diversos locais.

Dividendos

Um dos pontos que mais atrai investidores para os fundos de investimentos imobiliários é a possibilidade de receber uma renda passiva, gerada pela distribuição de rendimentos. Os FIIs são obrigados a compartilhar um alto percentual de seus lucros com os cotistas.

Logo, os dividendos são frequentes (geralmente, mensais) e oferecem ao investidor ganhos constantes. Você pode utilizar a renda da maneira como quiser ou pode reinvestir os proventos, impulsionando ainda mais a construção do seu patrimônio.

Nesse sentido, ganham atenção especial os fundos de tijolos voltados ao aluguel de imóveis. Eles podem investir em galpões, hospitais, faculdades, shoppings e prédios comerciais. Assim, recebem aluguéis mensais dos inquilinos e compartilham o lucro com os cotistas.

Vale destacar, ainda, que o recebimento de dividendos por meio dos FIIs é isento de Imposto de Renda. A venda das cotas, no entanto, é tributada.

Como investir em FIIs?

Você ficou interessada para investir em FIIs? Eles podem ser alternativas adequadas para investidores moderados e arrojados – que queiram investir no setor imobiliário e se expor aos riscos da renda variável. Logo, é importante lembrar que estes são investimentos de risco.

Ainda assim, eles costumam apresentar estabilidade maior do que o investimento em ações, por exemplo. Por isso, eles podem ser uma opção interessante para quem deseja entrar na renda variável, mas busca por uma segurança um pouco maior neste ambiente.

De modo geral, os fundos de investimentos imobiliários se adequam bem às pessoas que procuram por possibilidades de renda passiva. Como você viu, os dividendos são compartilhados frequentemente – fazendo com que você receba dinheiro periodicamente na sua conta.

Aprendendo a investir em fundos imobiliários

Se o seu perfil e objetivos combinam com as oportunidades dos FIIs, é hora de aprender como investir neles. Na verdade, é bem simples. As cotas são negociadas na bolsa, então basta acessar o home broker e emitir uma ordem de compra das cotas.

Os fundos imobiliários são identificados com tickers correspondentes — normalmente, eles são compostos por quatro letras seguidas do número 11. Ao digitar o código, você consegue comprar ou vender as cotas no mercado.

Mas lembre-se de que existem inúmeros FIIs disponíveis. Então, vale a pena pesquisar sobre eles antes de escolher aqueles que lhe interessam. Atente para o tipo de fundo e para o portfólio de cada um. Também é interessante analisar o histórico de rentabilidade conquistada por ele e o perfil do gestor.

Ao colocar estas dicas em prática, você conseguirá encontrar fundos de investimentos imobiliários que se adequam melhor aos seus objetivos. Certamente os FIIs podem trazer resultados consistentes para sua carteira, caso se encaixem bem na sua estratégia. 

Recomendações da Capitalizo! 

Se você está pensando em como escolher os melhores fundos para investir, confiar nas recomendações da Capitalizo tende a ser uma excelente decisão estratégica.

Nem sempre é possível dispor de tempo, paciência e conhecimento para garimpar as possibilidades do mercado, sendo necessário transferir essa responsabilidade.

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Nossos resultados! 

A Capitalizo recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas.

Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX.

Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 46,4% de rentabilidade, o que representa 12,22% acima do índice.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Nem todo mundo perde em um dia ruim na bolsa de valores

Hoje, queremos falar sobre um dia de turbulência na bolsa de valores, e de alguns resultados positivos que alcançamos.

Você pode estar se perguntando: como assim? Valorização em um dia ruim? É isso mesmo! Vamos explicar.

O cenário e nossas recomendações

No dia 5 de fevereiro de 2021, recomendamos para os nossos clientes a venda das ações do Banco do Brasil (BBAS3) a R$ 33,96 e de Petrobras (PETR4) a R$ 29,02.

Nesta segunda-feira, 22, houve fortes tensões no mercado, em função das notícias envolvendo a interferência do Governo Federal na presidência da Petrobras. As ações da petroleira afundaram no pregão e encerraram o dia com duras quedas: PETR4 caiu -21,51% e PETR3 -20,48%!

Este cenário gerou também clima de apreensão em torno de ativos de outras estatais: BBAS3, por exemplo, desceu -11,65% em um único dia!

E mais! Quem estava posicionado nessas empresas a partir da estratégia das carteiras recomendadas da Capitalizo saiu desses negócios com uma rentabilidade de 26,1% em BBAS3 e 73,8% em PETR4!!

Quem seguiu essas duas recomendações da Capitalizo, portanto, embolsou bons lucros e ainda evitou uma forte desvalorização desses dois ativos poucos dias depois.

O outro lado da moeda: Lojas Americanas

E fica ainda melhor!

Há algum tempo, já viemos alertando sobre a possível fusão entre as Lojas Americanas (LAME3, LAME4), uma das mais tradicionais redes de varejo do país, e cuja as ações são recomendadas pela Capitalizo; e a B2W (BTOW3), líder em comércio eletrônico na América Latina.

Na última sexta-feira, 19, as empresas anunciaram oficialmente a aprovação do estudo dessa potencial união. O que ocorreu foi que, justamente na segunda-feira, mesmo em um dia de caos no mercado brasileiro, as ações das Lojas Americanas dispararam!

LAME4 subiu 19,88% e LAME3 decolou nada mais nada menos do que 40% no pregão da segunda!

Não perca mais tempo, nem oportunidades como essa!

Esses resultados não são mera obra do acaso ou golpes de sorte. Na Capitalizo, há equipes especializada de analistas avaliando o mercado e identificando riscos e oportunidades como essas e tantas outras. É por isso que nos orgulhamos tanto dos nossos resultados e fazemos questão de dividir com você.

Com isso, queremos que você seja mais um de nossos tantos clientes satisfeitos com as análises, recomendações e ganhos da Capitalizo!

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Ele é dividido em seis carteiras, cada uma com um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

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O momento é turbulento e estamos aqui para lhe ajudar!

A semana política e econômica no Brasil começou agitada. E os acontecimentos que vêm se desenrolando nos últimos dias, somados às perspectivas do que pode acontecer, mexeram com o mercado por aqui.

Em meio à intervenção na presidência da Petrobras, as ações da estatal abriram despencando cerca de 16% no pregão desta segunda-feira, 22. Isso puxou o Ibovespa para baixo e, ao longo da manhã, o principal índice da bolsa de valores brasileira acumulou perdas de mais de 5%. Há ainda rumores de que outras intervenções em outras estatais podem estar por vir. O que deixou o mercado ainda mais apreensivo.

Isto também te deixou apreensivo? Clique aqui e converse com nossa equipe de atendimento para saber como você pode proteger seu patrimônio!

Também hoje, o Banco Central voltou a elevar a expectativa para a Taxa Selic pela segunda semana seguida. O Relatório Focus trouxe a projeção dos juros no Brasil com novo acréscimo de 0,25%, levando o indicador para um provável fechamento em 4,00% ao final de 2021. Atualmente, a meta Selic está na mínima recorde de 2,00%.

O documento ainda projeta inflação (IPCA) em 3,82% para o encerramento do ano, o sétimo aumento semanal seguido da expectativa. Agora, resultado já fica acima da meta oficial do governo, que é de 3,75%, com tolerância de 1,5% para mais ou para menos.

️ Essas mudanças de cenário também podem refletir na maneira que o mercado se comporta e, consequentemente, nos seus investimentos.

Mas temos boas notícias!

A Capitalizo conta com uma série de produtos de análises e recomendações de investimentos, com diferentes objetivos e elaborado para diversos perfis.

O mais importante é que não visamos apenas a maior possibilidade de rentabilidade e os benefícios que cada modalidade de ativo pode proporcionar. Temos como norte, principalmente, a SEGURANÇA!

É justamente para lhe proteger de momentos como esses, que nossas estratégias são construídas. E são nessas horas que você atesta a importância de contar com um produto como o nosso.

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Separamos alguns exemplos:

Carteira Diversificada

Para minimizar riscos de crises setoriais que podem afetar todo ou grande parte do seu capital, é preciso evitar a concentração. Diluir os seus investimentos em diferentes classes de ativos faz com que, no longo prazo, você esteja menos sujeito a impactos pontuais no mercado.

📈 Desde janeiro de 2020, a Carteira Diversificada Agressiva da Capitalizo rendeu 32,71%, contra os 3,50% do Ibovespa e os 2,98% do CDI.

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Carteira internacional

Uma excelente maneira de diversificar e não ficar tão preso e vulnerável à essas incertezas locais, é colocar parte do seu patrimônio no exterior, investindo em empresas internacionais.

📈 Nossa Carteira Recomendada Internacional já valorizou mais de 59% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de 49,33%.

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Day Trade

Há também quem busque aproveitar oportunidades na Bolsa de Valores que surgem justamente nesses momentos de oscilações e volatilidade no curto prazo.

📈 Nos últimos 12 meses, o nosso produto Full Trader teve rentabilidade total de 215,89% nas operações de Day Trade com ações.

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Está mais do que provado que é importante, portanto, você contar com auxílio profissional na hora de construir sua carteira de investimentos e alocar o seu capital em seu portfólio, seja qual for o seu objetivo, prazo e/ou perfil.

Ou você ficará sempre à deriva em momentos de turbulência!

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7 Dicas fundamentais para quem deseja viver de dividendos

Um dos seus maiores objetivos é ter uma renda passiva no futuro? Não precisar trabalhar e, mesmo assim, receber uma quantia mensal para pagar as contas com tranquilidade é a meta de muitos investidores. De fato, fazendo os investimentos certos, é possível viver de dividendos.

A renda passiva é uma das melhores formas de construir riqueza e acumular capital, aumentando a sua renda. Para isso, é necessário praticar uma série de ações voltadas para o acúmulo de recursos financeiros e fazer bons investimentos.

Neste artigo, você verá 7 dicas para quem deseja viver de dividendos. Não deixe de conferir o conteúdo até o final!

O que é viver de renda?

Renda passiva é um termo muito comum no mercado financeiro. Para construir capital e acumular patrimônio é necessário criar algo que seja rentável por si só. Assim, você não precisará despender tempo trabalhando.

Ou seja, quem vive de renda não precisa trabalhar ativamente. Significa que a pessoa tem um investimento inicial que permite lucrar através dele. 

Com o passar do tempo, é possível construir um patrimônio sólido. Depois, o dinheiro aportado continuará rendendo e lhe gerando lucros. Uma das formas de obter tal vantagem é por meio dos dividendos.

O que pode gerar proventos ao investidor?

Mas, afinal, como receber dividendos? Entre os ativos que possibilitam o ganho de proventos estão as Ações que pagam dividendos ou juros sobre capital próprio e os Fundos de Investimento Imobiliário (FII).

Entenda melhor sobre cada alternativa a seguir!

Ações

As empresas listadas na bolsa de valores brasileira são obrigadas a distribuir parte do lucro com seus acionistas. Não há valor mínimo a ser distribuído e o percentual varia de acordo com o estatuto de cada empresa.

Assim, algumas empresas pagam dividendos com maior frequência — e em maior volume — do que outras. Com isso, a porcentagem de distribuição acaba sendo critério para escolha dos investidores que desejam viver de renda.

Os dividendos são isentos de Imposto de Renda, mas há outros tipos de proventos. Por exemplo, os juros sobre capital próprio (JCP). Nesse caso, o IR é descontado na fonte quando o investidor recebe o montante.

Fundos Imobiliários

Outra opção para quem quer viver de dividendos é investir em Fundos Imobiliários. Trata-se de fundos que investem em títulos do setor de imóveis ou nas propriedades físicas. Normalmente, os dividendos dos FIIs são distribuídos de forma mensal.

7 Dicas fundamentais para quem deseja viver de dividendos

Você deseja ter uma carteira focada em renda passiva? Então confira 7 dicas para tornar isso possível!

1.Tenha planejamento e objetivos

O primeiro passo para quem busca viver de dividendos é traçar objetivos e analisar como está sua saúde financeira. Conheça os seus principais gastos e a sua receita para entender quais hábitos você precisa mudar.

Fazer um orçamento mensal ajuda a definir o que é essencial e supérfluo. Você também pode estabelecer um teto de gastos e estimar quanto precisa investir para viver de dividendos. O cálculo deve considerar os seus gastos e a sua estimativa de rentabilidade.

2. Avalie seu perfil

O seu perfil de investidor considera as suas características financeiras e define o risco que você está disposto a aceitar nos investimentos. Com isso, você poderá direcionar os seus aportes e estabelecer uma margem de diversificação para alcançar seus objetivos.

Os perfis são divididos em conservador, moderado e agressivo. Para cada um deles existe uma composição de carteira mais adequada para viver de dividendos.

3. Foque no longo prazo

Quem pensa em construir uma boa base para o futuro e viver de renda deve investir com foco em um horizonte mais longo. De forma geral, quanto mais tempo o seu dinheiro fica investido, maior é a ação dos juros compostos ou da economia real sobre ele.

Além disso, ao focar no longo prazo, você tem mais tempo para fazer aportes e receber mais dividendos. Outra vantagem é não sofrer tanto impacto da volatilidade no curto prazo. Também há mais tempo para recuperar eventuais perdas na carteira.

4. Faça aportes frequentes

Você pode e deve criar o hábito de fazer aportes mensais. Essa estratégia é fundamental para que o seu capital aumente ao longo dos anos.

Ao aportar um valor todos os meses, você também evita gastar o dinheiro com outras coisas e deixar seu plano de lado. O ideal é ver os investimentos como uma conta que deve ser paga todos os meses. Ou seja, não espere sobrar dinheiro para começar a investir.

5. Avalie as empresas e os FIIs

Fazer uma boa avaliação de empresas ou FIIs que pagam dividendos é fundamental para quem quer obter renda passiva. Nesse caso, o mais importante é entender se a companhia ou o fundo consegue ser lucrativa a longo prazo.

Afinal, os dividendos são parte do lucro que é distribuído aos investidores. Isso significa que organizações ou fundos que apresentam resultados financeiros negativos não terão nada a dividir com os acionistas ou cotistas.

Para fazer a análise da melhor forma, você pode considerar alguns indicadores, como:

  • Dividend Yield: mede a rentabilidade dos dividendos em relação ao preço das Ações ou cotas; 
  • Dividend Payout: é a porcentagem do lucro que será pago aos investidores.

6. Diversifique a carteira

Um meio de receber dividendos de forma mais frequente é pela diversificação da carteira. Ela também ajuda a proteger os investimentos. Para isso, é possível escolher Ações de empresas de setores diferentes, por exemplo.

Uma carteira diversificada pode conter papéis de segmentos diferentes, como da construção civil, bancário, elétrico ou varejista, por exemplo. Para entender quais são os mais adequados, o investidor precisa analisar o momento e as empresas – e, claro, suas preferências. 

7. Siga o plano traçado

Por fim, é importante ter disciplina para seguir o seu plano até viver de dividendos. Mesmo que pareça uma realidade distante, lembre-se de que é necessário dar o primeiro passo e manter o foco nos seus objetivos.

Para acelerar o resultado, você pode seguir algumas estratégias, como diminuir os gastos, aumentar os aportes e reinvestir os dividendos. Com isso, a sua carteira pode otimizar o potencial de valorização ao longo do tempo.

Quem quer viver de dividendos deve investir em empresas ou fundos que pagam bons proventos. Para isso, como você viu, é necessário estudar os investimentos, diversificar a carteira e buscar fazer boas escolhas. Além de ter disciplina, controle financeiro e organização.

Por fim, tenha em mente que contar com um serviço de recomendação de investimentos – como a Capitalizo – pode ajudar a acelerar seus resultados em prol de um futuro financeiro muito mais tranquilo.

Quer receber as melhores recomendações para a montagem da sua carteira de longo prazo? Conheça o Carteiras Capitalizo, o produto que irá ajudar a montar seu patrimônio de investimentos e viver de renda no futuro! 

Com ele, você terá acesso às recomendações de longo prazo da Capitalizo, como Carteiras de Ações (Dividendos, Buy&Hold, Top Recomendadas, Small Caps e mais), Fundos de Investimentos e Renda Fixa. Assim, você diversificada e monta seu portfólio de acordo com seus objetivos e perfil! Acesse agora.

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 96%! No gráfico abaixo, comparamos a valorização da carteira da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período. 

Vale ressaltar que, nesse tempo todo, ficamos levemente abaixo apenas de um fundo de investimento focado em dividendos (que rendeu 101% no período) e que também está entre as nossas recomendações do produto Top Fundos. Lembrando ainda que ele está fechado para captação e não paga os dividendos direto na conta, diferente do proporcionado pelas ações da nossa carteira.

A Capitalizo também recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas. Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX. Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 46,4% de rentabilidade, o que representa 12,22% acima do índice.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Small Caps: conheça os IPOs recentes que podem ser interessantes

Você é daquele tipo de pessoa que tenta fugir do efeito manada e busca oportunidades que ninguém viu ainda? Que tal focar em small caps com IPOs recentes na bolsa?

Dentre as diversas estratégias que podem ser adotadas pelos investidores, adquirir ações de empresas com baixo volume de capitalização pode ser uma boa alternativa, especialmente se os fundamentos da companhia são positivos.

Para ter uma noção melhor do assunto, acompanhe a leitura e confira as vantagens de investir em small caps e quais são as possíveis opções para 2021!

Por que ficar de olho em small caps?

Apesar de as small caps terem baixa liquidez, apresentarem maior risco e serem difíceis de obter informações, existem certas vantagens que podem torná-las atrativas.

grande potencial de valorização, ou seja, se a empresa é bem administrada e apresenta um bom ritmo de crescimento, a tendência é que traga bons resultados.

Com isso, os investidores podem focar em estratégias de médio e longo prazo, especialmente a de stock picking, a fim de aproveitar um possível retorno positivo.

São empresas que não costumam se afetar automaticamente com uma crise internacional, pois os negócios são mais voltados para a economia doméstica.

Um outro ponto que pode acontecer é que empresas pequenas podem ser adquiridas por seus concorrentes e, dependendo da situação, elevar bastante o preço do papel.

Por falar em preço, uma característica que sempre é apontada em relação às small caps é a questão de as cotações serem bem baratas, possibilitando grandes aportes.

Quais são as small caps com IPO recente que valham a pena?

Normalmente, as small caps costumam ser empresas de baixa capitalização, que estão em setores não consolidados ou são novatas na bolsa de valores.

A partir desse ponto, torna-se interessante observar de que forma será o desenvolvimento dessas “debutantes” da bolsa, a fim de garimpar boas oportunidades.

Sendo assim, veja abaixo algumas das opções de small caps com IPO recente que podem ser atrativas no longo prazo para seus acionistas.

Aeris (AERI3) 

Dentro da área industrial, temos uma novata que está de olho na sustentabilidade e sabe a importância de focar em energias renováveis para o futuro: a Aeris Energy.

É uma fabricante de pás eólicas fundada em 2010, tendo o propósito de investir bastante em pesquisa e desenvolvimento, a fim de entregar produtos de qualidade.

Além da percepção de que investir em tecnologia é o segredo para inovar, a empresa tem a preocupação de gerir bem as pessoas e motivá-las continuamente.

O segmento eólico ainda tem muito a crescer no Brasil e no mundo, sendo que hoje representa 7% aproximadamente, porém, em 2050, a estimativa é de mais de 20%.

Com a presença na bolsa de valores, a projeção da companhia é saltar de 4,5 GW/ano para 9 GW/ano de capacidade instalada até o final de 2021. 

Segundo o relatório de demonstrações financeiras do 3T20, a Aeris obteve um lucro líquido no período de R$ 56.445 milhões, uma alta de 101,26% em relação a 2019.

Quanto às novidades da empresa, foi anunciada a emissão de R$ 600 milhões em debêntures, destinadas ao refinanciamento de dívidas presentes na companhia.

Desde o seu IPO, em 10 de novembro de 2020, as ações da Aeris (AERI3) já rentabilizaram mais de 114%, frente a 13,92% de valorização do Ibovespa no mesmo período. Confira no gráfico abaixo:

Locaweb (LWSA3)

Não é à toa que a Locaweb está entre as oportunidades de small caps para 2021, afinal, o modelo de negócios é bem relevante e isso tem refletido na cotação.

A companhia trabalha com o registro de domínios de sites, computação em nuvem, serviços de hospedagem, modelo SaaS e diversos outros fatores tecnológicos.

A oferta primária de ações proporcionou R$ 575 milhões à Locaweb, valor destinado para novas aquisições, reforço do capital de giro e pagamento de dívidas.

Existe uma boa governança corporativa estabelecida, afinal, conta com administradores experientes no setor de tecnologia e grande foco estratégico.

Segundo as informações do relatório do 3T20 da companhia, a parte de Commerce atingiu R$ 40,3 milhões em receita líquida, um aumento de 90,3% vs. o 3T19.

Além disso, a posição de caixa líquido, que corresponde ao saldo de empréstimos e financiamentos, está em um patamar de R$ 449,3 milhões.

A novidade para os acionistas é que foi anunciado o desdobramento das ações ordinárias, na ordem de 1 para 4, possibilitando assim novos entrantes no ativo.

Desde o seu IPO, em 5 de fevereiro de 2020, as ações da LocaWeb (LWSA3) já rentabilizaram mais de 643%, frente a 3,16% de valorização do Ibovespa no mesmo período. Confira no gráfico abaixo:

Como está a concorrência dessas empresas?

Atualmente, com o fechamento da fábrica da Wobben, em Sorocaba/SP, a Aeris disputa mais o mercado nacional com a Tecsis, outra empresa genuinamente brasileira.

A Tecsis atua não somente em território tupiniquim, mas atende diversas demandas na América do Norte, Europa e Ásia, isto é, aproximadamente 70% da produção.

A LM Wind Power segue o mesmo rumo, pois conta com unidades em Ipojuca/PE e em mais de 10 países, além é claro de uma produção de mais de 228 mil pás eólicas.

Quando se trata do cenário da concorrência para a Locaweb, podemos considerar que ela nada de braçada há um bom tempo e mantém um market share de 26,2%

Entre as empresas que rivalizam com ela, podemos apontar a HostGator, Uol Host, Wix, Go Daddy e outras tantas plataformas de hospedagem, SaaS e domínio.

No entanto, a representatividade nacional dessas empresas ainda é muito baixa diante da Locaweb, sendo que a preocupação maior são os entrantes internacionais.

Qual é a importância de analisar bem o mercado?

Em uma analogia simples, analisar o mercado é como se fosse um time reconhecendo o gramado antes de uma partida oficial, a fim de identificar possíveis vantagens.

Estudar com afinco sobre a bolsa faz com que você esteja um passo à frente de demais investidores, podendo ter a possibilidade de alcançar bons resultados a longo prazo.

Para tanto, torna-se importante não só se informar sobre as oscilações da macroeconomia, mas também focar em análises fundamentalistas e técnicas.

Quando nos munimos do máximo de conhecimento possível, a chance é maior de fazermos investimentos inteligentes e, com isso, podermos aumentar o patrimônio.

Analisar bem o mercado é uma forma de verificar se as small caps tão faladas por aí são realmente relevantes, vislumbrando uma estratégia sólida e eficiente.

Como resumo, perceba que tanto Aeris quanto Locaweb podem ser boas alternativas, mas é relevante estudar o desenvolvimento dessas small caps e verificar se fazem sentido dentro da sua estratégia.

Se você tem o objetivo de investir em ações na bolsa de valores sob a estratégia e o foco no longo prazo, seja visando a rentabilidade ou o recebimento de dividendos, o produto perfeito para você é o INVISTA EM AÇÕES.

Com ele, você conta com análises e recomendações para identificar boas empresas, aproveitar o potencial de valorização de seus ativos e acumular patrimônio utilizando a passagem do tempo a seu favor. É o auxílio que você precisa para construir e diversificar seu portfólio, investindo nas melhores companhias do Brasil e do Mundo.

O Invista em Ações traz as análises e recomendações para identificar boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais

Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

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O que esperar para os FIIs em 2021?

À medida em que as crises surgem, os investidores costumam identificar oportunidades para diversificar. Sendo assim, quais são as expectativas de FIIs para 2021?

Sabemos que os fundos imobiliários têm atraído bastante a atenção dos investidores, especialmente porque muitos estão com preços relativamente baratos se olharmos o histórico, mas é preciso sempre acompanhar com cautela e estratégia.

Neste artigo, a proposta é apresentar um panorama atualizado do que se espera em 2021 e mostrar como recomendações profissionais podem fazer a diferença. Confira!

Qual é a importância de investir em FIIs?

Investir em FIIs traz a possibilidade de adquirir imóveis de alto valor agregado, mas não sendo necessário ter muitos recursos à disposição, pois os preços das cotas dos ativos são bem acessíveis.

Ao contrário da compra de um imóvel real, você não terá que esquentar a cabeça com documentações, reformas, inquilinos problemáticos e outras situações.

O fator liquidez é algo bem relevante nesse quesito, levando em consideração que é mais fácil tornar as suas cotas de FIIs em dinheiro do que o imóvel em si.

Em termos de decisão, torna-se mais simples para os investidores optarem pelos fundos imobiliários, porque há  profissionais especializados cuidado da gestão do portfólio de ativos.

É uma excelente chance de diversificar a sua carteira, diluindo assim os impactos de determinados ativos para proporcionar melhorias na relação entre risco e retorno.

Além disso, a projeção é que os FII’s que acompanhamos paguem um yield médio de, pelo menos, 6,32% nos próximos 12 meses, uma informação importante para quem opta pela estratégia de receber dividendos. Vale destacar que os FIIs tiveram um desempenho abaixo do normal em 2020 em função da crise que abateu quase todos os setores. Além disso, o segmento de shopping centers foi muito afetado com as medidas restritivas e fechamento do comércio, o que acabou puxando a média para baixo.

Quais são as expectativas de FIIs para 2021?

Com a pandemia e as crises financeiras e políticas instauradas em 2020, vários mercados praticamente “derreteram” e muitos índices foram afetados.

Um bom exemplo disso é o caso do IFIX (Índice de Fundos Imobiliários), que reportou uma queda de 15,8% no mês de março por conta das notícias que pintavam.

A seguir, analisaremos alguns setores específicos e os impactos que sofreram, a fim de gerar um panorama de FIIs para 2021 e projeções talvez mais agradáveis.

Galpões Logísticos

Quando se trata de uma análise a respeito dos fundos de tijolo, o segmento de galpões logísticos foi um verdadeiro ponto fora da curva entre as expectativas.

Isso ocorreu por conta do fechamento dos comércios físicos e do aumento exponencial de vendas pelos e-commerces, gerando demanda para a logística.

A “competição” entre as varejistas de quem entregava mais rápido caiu como uma luva para o segmento, mantendo aquecido os mercados de galpões em 2020.

O setor teve níveis menores de inadimplência, inclusive com poucas renegociações envolvidas e contratos de natureza atípica o que elevou a previsibilidade.

Com a tendência forte de o e-commerce continuar em um ritmo acelerado este ano, naturalmente que a demanda por galpões pode se manter e isso é bem atrativo.

Lajes Corporativas

Embora o setor de lajes tenha sofrido pelos efeitos da pandemia, podemos observar que o impacto não foi tão grave se compararmos com hotéis e shoppings.

A adoção do home office para cumprir as medidas de isolamento social atingiram em cheio os FIIs desse tipo, afinal, os escritórios ficaram praticamente vazios.

Para manter os níveis de vacância em patamares calmos, as equipes de gestão de renegociação dos contratos de aluguel tiveram que oferecer diferimentos e descontos.

A Faria Lima, por exemplo, que é consolidada em São Paulo, foi menos afetada, mas áreas não tão atrativas sentiram o golpe e foram à lona com o aumento da vacância.

Partindo dessa premissa, fundos com imóveis bem localizados e grande diversificação podem se sobressair sobre os demais e servir de oportunidade.

Recebíveis Imobiliários

Em contrapartida, os fundos de papel foram aqueles que performaram melhor no ano passado e correspondem às expectativas de FIIs para 2021.

São raros os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) que não honraram suas obrigações, por mais que suas rentabilidades fossem afetadas pela queda da Selic.

Os ativos indexados ao IGP-M ou IPCA se aproveitaram da maior pressão inflacionária, muito por conta da liberação do auxílio emergencial e da falta de produtos.

Levando em consideração a atual conjuntura macroeconômica brasileira, a chance desses resultados perdurarem por mais um tempo em 2021 ainda é grande.

Partindo do pressuposto da diversificação aliada à liquidez e recebimento de proventos, os FIIs de papel podem proporcionar estratégias relevantes.

Shopping Centers

Em uma retrospectiva de 2020, fica evidente que os fundos de shoppings sofreram bem mais com os efeitos da pandemia por conta das medidas de isolamento.

Inclusive, os empreendimentos desse segmento tiveram quase todas as suas atividades suspensas no pico de infecção, tendo apenas a permissão de abrir áreas essenciais.

Apesar das reaberturas ao longo do ano, a movimentação nos shoppings está bem longe do que era, pois há limitações de funcionamento e medo de contaminação.

Tendo isso em vista, o aumento do índice de inadimplência dentro do setor foi notório, fazendo com que as equipes de gestão renegociem ao máximo.

Quanto às expectativas de FIIs para 2021, podemos dizer que o ano ainda pode ser desafiador para os shoppings, mas o processo de imunização traz uma certa esperança.

Por que confiar nas recomendações da Capitalizo? 

Se você está pensando em como escolher os melhores fundos para investir, confiar nas recomendações da Capitalizo tende a ser uma excelente decisão estratégica.

Nem sempre é possível dispor de tempo, paciência e conhecimento para garimpar as possibilidades do mercado, sendo necessário transferir essa responsabilidade.

É um grande diferencial contar com uma equipe de profissionais que sabem analisar a macroeconomia, verificar os fundamentos dos FIIs e enxergar possíveis “diamantes”.

A Capitalizo recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas.

Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX.

Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 46,4% de rentabilidade, o que representa 12,22% acima do índice.

Quer surfar na onda dos FIIs e ter a possibilidade de receber bons rendimentos? Então está mais do que na hora de você aproveitar as Carteiras Capitalizo hoje mesmo! Você terá acesso a relatórios completos, orientações profissionais, bem como análises e recomendações de diversos ativos, seja de renda variável, seja de renda fixa.

Logística e E-commerce: confira empresas novas na bolsa para você ficar de olho

Se você tem o costume de acompanhar as notícias, deve ter percebido que as empresas de logística e e-commerce alcançaram recordes de vendas em 2020.

Dentro dessa perspectiva, investidores inteligentes conseguem reparar oportunidades a partir de empresas ligadas a esses segmentos, sendo que IPOs recentes têm se destacado em diversos aspectos na bolsa de valores.

Neste artigo, você conhecerá um pouco mais sobre a tendência das compras online e quais empresas podem vir a ser atrativas. Acompanhe a leitura e confira!

Qual é a tendência das compras online?

De acordo com dados da companhia Ebit, a intenção de compra na internet cresceu 6,7 pontos percentuais no comparativo entre o 3º trimestre de 2020 e o de 2019.

Boa parte dessa elevação se deve à mudança de comportamento por parte dos consumidores, uma vez que a pandemia influenciou o nosso jeito de comprar.

A necessidade de dar uma resposta rápida diante da crise fez com que o setor de varejo investisse mais em seus sites, aplicativos, sistemas de pagamento etc.

Comprar online virou a solução não apenas de jovens superconectados, mas também de pessoas que nem sequer imaginavam adquirir produtos e serviços por uma tela.

O manejo de dados oriundos de pesquisas em mecanismos de busca e redes sociais auxiliam nas estratégias de marketing, proporcionando vendas personalizadas.

Claro que a logística também bebe bastante dessa fonte de sucesso, afinal, os consumidores estão mais em casa e desejam receber suas compras o quanto antes

A tendência é que tenhamos uma expansão ainda maior das compras online, por conta dos investimentos no setor e da percepção de praticidade por parte dos clientes.

Logística e E-commerce formam um casal perfeito?

Levando em consideração a premissa lançada no tópico anterior, logística e e-commerce são vistos quase como “almas gêmeas”, pois se complementam muito.

Para as lojas virtuais, a questão de implementar uma boa cadeia logística é algo que proporciona diferenciais competitivos, visando a fidelização de seus clientes.

É necessário pensar em fatores como a estocagem de produtos nos galpões, o envio para a preparação do pedido, o rastreamento de pedidos, o controle de entrega etc.

A confirmação da sua compra implica em um fluxo de informações complexas que interligam diversos processos, a fim de suprir as demandas de maneira eficaz.

Há uma correlação positiva entre os dois setores, tendo em vista que quanto mais vendas o e-commerce tiver, naturalmente, maior será o volume logístico empregado.

Quais IPOs recentes têm a ver com esses setores?

Com a tendência de crescimento do e-commerce, torna-se normal verificarmos oportunidades na bolsa de valores que podem ser vantajosas, não é mesmo?

Sendo assim, dentro dos IPOs recentes, duas empresas têm chamado atenção e provam que o casamento entre logística e e-commerce dá muito certo.

A seguir, veja como as companhias Sequoia e Enjoei podem ser small caps interessantes para investimentos de médio e longo prazo.

Sequoia (SEQL3)

Com sede em Embu das Artes-SP e controlada pela empresa Warburg Pincus, a Sequoia é novata na bolsa, mas uma das maiores operadoras logísticas de varejo.

A fundação ocorreu em 2010 por Armando Marchesan Neto, atual CEO da empresa e que criou a companhia com base em suas experiências de entrega.

A Sequoia tem uma abrangência nacional, atendendo 3.359 cidades e cobrindo 92% do PIB (Produto Interno Bruto), sendo que o IPO levantou quase 1 bilhão de reais.

O propósito de negócio da companhia é dividido em três grandes frentes: a entrega expressa para B2C, as soluções para B2B e as operações de centros de distribuição.

Para ter noção da importância da Sequoia no mercado de compras online, ela simplesmente atende 8 das 10 maiores empresas de e-commerce do Brasil.

Segundo a divulgação de resultados do 3T20 da companhia, a receita líquida no período foi de R$ 277,5 milhões uma alta de 124% em relação ao 3T19.

Já o ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) foi de 34,1%, representando uma alta de 5,9 pontos percentuais em comparação com o mesmo período apurado.

Desde o seu IPO, em outubro de 2020, as ações da Sequoia (SEQL3) já valorizaram 130,56%, contra 24,34% do Ibovespa, no mesmo período.

Enjoei (ENJU3)

O propósito da Enjoei, que nasceu em 2009 como um blog, é o de dar destino aos produtos que as pessoas gostam, porém não veem mais utilidade no dia a dia.

Ou seja, a empresa atua no sistema de re-commerce, que diz respeito à venda virtual de produtos usados, contribuindo assim com um consumo consciente e sustentável.

A startup foi fundada por Ana Luiza McLaren e Tiê de Lima, tendo a proposta de ser um marketplace disruptivo e com a alcunha de “brechó” online. 

Pelo layout similar a uma rede social e linguagem que aproxima o público jovem, a Enjoei conta hoje com um sortimento de mais de 85 mil marcas na plataforma.

Com o objetivo de expansão da marca e desenvolvimento de soluções fintech, a Enjoei captou R$ 1,13 bilhão com o IPO, sendo R$ 618,84 milhões para o caixa.

Conforme dados da startup, a receita líquida foi de R$ 22.378 milhões no terceiro trimestre de 2020, o que demonstra uma alta de 52% em relação ao 3T19.

No entanto, o EBITDA (Lucro antes dos Juros e Impostos) apresentou uma variação negativa de R$ 5.490 milhões no comparativo entre os dois períodos.

Desde o seu IPO, em novembro de 2020, as ações da Enjoei (ENJU3) já valorizaram 60,0%, contra 17,79% do Ibovespa, no mesmo período.

Como está a concorrência dessas empresas?

Enquanto Enjoei disputa um espaço ferrenho com diversos marketplaces e plataformas de programas e serviços, a Sequoia nada de braçada em seu setor.

Isso porque é a única listada na bolsa no modelo Less than TruckLoad (LTL), isto é, quando a carga é fracionada entre várias empresas em um mesmo caminhão.

No que se refere aos armazéns logísticos, pode-se até fazer um paralelo com a JSL Logística, mas o nicho B2C de entregas rápidas traz um enorme diferencial.

Já a startup Enjoei ainda está engatinhando no mercado, encarando uma forte sombra do Mercado Livre, que fez um grande sucesso na Black Friday de 2020.

Acreditar em Enjoei pode vir a ser uma boa aposta para o futuro, até mesmo levando em conta que seu centro de distribuição fica na Sequoia e que a tendência é expandir.

Para finalizarmos, perceba a importância de analisar os resultados de segmentos como logística e e-commerce, a fim de obter informações preciosas que podem significar a possibilidade de bons investimentos.

Se você quer receber as melhores recomendações para montar uma carteira de longo prazo, conte com a nossa expertise por meio do Invista em Ações! Você receberá análises profissionais e atualizações sobre as empresas, a fim de diversificar o seu patrimônio e otimizar tempo. 

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