Fundos Imobiliários: veja 7 fatores essenciais para analisar melhor

Você está afim de investir em fundos imobiliários em 2021, mas não tem muita noção sobre o assunto? Saiba que existem alguns fatores que precisam ser analisados antes.

Os fundos imobiliários (FIIs) são uma boa alternativa para acionistas que nutrem o sonho de terem imóveis como patrimônio, sendo que nem é preciso ter muito dinheiro para comprar as cotas.

Neste artigo, para que faça melhores investimentos, trouxemos uma lista com 7 pontos-chave que influenciam na escolha de FIIs para a sua carteira. Confira!

1. Volatilidade

Assim como ocorre com as ações, os fundos imobiliários também estão sujeitos às oscilações de preços no mercado financeiro, uma vez que sua cotação não é fixa.

A volatilidade é uma medida estatística que tem como intuito evidenciar o sobe e desce dos ativos, observando assim um determinado período como meses ou anos.

Feita essa explicação, vale ressaltar que os FIIs costumam ter uma volatilidade menor do preço das cotas em detrimento das ações, o que pode representar mais segurança.

Inclusive, ao observar situações de incerteza com o cenário futuro, os fundos que apresentam menores oscilações costumam ser uma boa opção defensiva de carteira.

Isso também se reflete nos índices de mercado, pois o IBOV (Índice Ibovespa de ações) costuma ter mais volatilidade do que o IFIX (Índice de fundos imobiliários).

2. Vacância

Para os FIIs que investem diretamente em imóveis, a rentabilidade pode vir da valorização do empreendimento ou do aluguel obtido, sendo que aí entra a vacância.

Quando se trata de vacância física, refere-se ao percentual que mede a proporção de espaço não locado em relação à Área Bruta Locável (ABL).

Ou seja, se um empreendimento tiver 200 mil metros quadrados de ABL e há 20 mil metros disponíveis para locação, isso quer dizer que a taxa de vacância é de 10%.

No entanto, existe também o indicador de vacância financeira, que corresponde à área que não está gerando receita dividida pela área total do fundo imobiliário.

Apesar de ser menos utilizada, essa vacância pode indicar o grau de “eficiência” do ativo, a fim de verificar a parte que não está sendo rentabilizada de fato.

3. Contratos atípicos

Enquanto os contratos típicos de imóveis respeitam uma previsão mínima determinada pelo código civil, os contratos atípicos contam com regras particulares.

Nos típicos, geralmente se observa uma duração de 5 anos, tendo como base um indexador de reajuste anual e, naturalmente, uma revisional ao final do 3º ano.

Em contrapartida, os contratos considerados atípicos podem apresentar durações de 10 anos, por exemplo, cujos ajustes são indexados à inflação.

Vale lembrar que esses contratos não contam com revisional, isto é, a renegociação só é possível ao final do contrato ou caso haja rescisão antecipada.

Com isso, os investidores que visam o longo prazo dão mais preferência para acordos atípicos, pois isso pode representar maior previsibilidade de recebimentos.

4. Prazo dos contratos

Complementando o tópico anterior, a análise do prazo de vencimento dos contratos é de suma importância na hora de verificar qual FII deve ser alocado em sua carteira.

Por mais que o FII tenha uma boa representatividade de contratos atípicos, pode ser que esses estejam se aproximando do vencimento e tragam certa preocupação.

Em um conceito geral, quanto maior for o prazo estabelecido nos contratos, a tendência é que haja uma boa previsão de receita ao decorrer do período.

Prazos longos contam com menor propensão dos locatários desocuparem o imóvel e, a partir dessa decisão, terem que arcar com possíveis multas rescisórias.

Além disso, fundos que dispõem de muitos contratos vencendo no mesmo ano ou próximos disso, por exemplo, podem sofrer uma certa desvalorização das cotas.

5. Liquidez

Sendo uma das principais vantagens dos fundos imobiliários em comparação com o investimento em imóveis físicos, a liquidez é um fator preponderante a ser analisado.

De forma geral, entende-se por liquidez a capacidade de reverter as cotas do fundo em dinheiro no mercado secundário, ou seja, a rapidez em que se pode vender um ativo.

Com isso, você pode contar com a liberdade de vender as suas cotas em qualquer momento, algo que seria mais trabalhoso se fosse uma negociação de imóvel físico.

Da mesma maneira que acontece com as ações, os fundos que têm uma boa imagem no mercado, naturalmente, contam com maior liquidez nas negociações.

Claro que é importante levar em consideração os fatos relevantes do mercado, a composição da carteira do fundo, a cotação do ativo e assim por diante.

6. Indicador P/VP

Utilizado na análise fundamentalista tanto de ações quanto de fundos imobiliários, o indicador P/VP (Valor de mercado/Valor Patrimonial) é bem revelador aos acionistas.

É possível ter uma percepção se o preço do ativo está barato ou não, verificando assim quanto o valor de mercado pode estar acima do valor contábil do fundo imobiliário.

Valores que indiquem resultados abaixo de 1, por exemplo, entende-se que o fundo está sendo negociado em deságio, mas estará em ágio se for acima de 1.

Identificar cotações muito abaixo do valor patrimonial pode nos dizer que o mercado está precificando um negócio inviável ou, até mesmo, uma má gestão do fundo.

Em boa parte das situações, os imóveis que fazem parte de uma carteira de fundos de tijolo costumam ser reavaliados periodicamente, deixando o P/VP defasado às vezes.

7. Dividendos

Se você já tem a pretensão de formar uma carteira de dividendos, saiba que o investimento em fundos imobiliários pode ser até mais vantajoso do que as ações.

Para tanto, torna-se importante analisar o percentual de Dividend Yield (DY) presente no fundo, ou seja, quanto foi pago de proventos nos últimos 12 meses apurados.

Imaginando que você tenha um fundo que proporcione o valor de R$ 1,50 de rendimento mensal ou “aluguel”, temos então o montante de R$ 18,00 no ano.

Caso a cota atual do fundo corresponda ao preço de R$ 122,50 e dividamos o resultado de rendimento acumulado por esse valor, logo temos um DY de 14,69%.

Nunca é demais ressaltar que, diferente do recebimento de um aluguel tradicional, que confere como ganho de capital, a distribuição de dividendos nos FIIs é isenta de IR.

Para encerrarmos, veja que existem vários pormenores relevantes antes de alocar cotas de fundos imobiliários na sua carteira, sendo importante assim contar com uma análise eficiente para tomar decisões cada vez melhores.

Por que confiar nas recomendações da Capitalizo? 

Se você está pensando em como escolher os melhores fundos para investir, confiar nas recomendações da Capitalizo tende a ser uma excelente decisão estratégica.

Nem sempre é possível dispor de tempo, paciência e conhecimento para garimpar as possibilidades do mercado, sendo necessário transferir essa responsabilidade. É um grande diferencial contar com uma equipe de profissionais que sabem analisar a macroeconomia, verificar os fundamentos dos FIIs e enxergar possíveis “diamantes”.

A Capitalizo recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas. Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX.

Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 46,4% de rentabilidade, o que representa 12,22% acima do índice.

Quer surfar na onda dos FIIs e ter a possibilidade de receber bons rendimentos? Então está mais do que na hora de você aproveitar as Carteiras Capitalizo hoje mesmo! Você terá acesso a relatórios completos, orientações profissionais, bem como análises e recomendações de diversos ativos, seja de renda variável, seja de renda fixa.

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Aprenda a aplicar o seu dinheiro e formar uma reserva de emergência

Um dos grandes pilares da educação financeira é saber poupar dinheiro, sendo que manter uma reserva de emergência pode quebrar um enorme galho a curto prazo.

Ter o hábito de guardar parte do seu salário é algo que pode modificar a forma como lida com o dinheiro, de modo que consiga se planejar melhor, conquistar objetivos e se prevenir de problemas repentinos.

A seguir, veja o que deve levar em consideração ao estruturar sua reserva de emergência, bem como os ativos ideais para isso. Acompanhe a leitura e confira!

Em quais circunstâncias vale ter uma reserva de emergência?

Em uma analogia simples, a reserva de emergência pode ser entendida como uma espécie de seguro de carro, ou seja, você paga esperando não precisar usar tão cedo.

Investir de forma coerente é se precaver quanto aos imprevistos, de modo que tenha recursos para suprir situações que poderiam ser desesperadoras em outros contextos. 

O fator desemprego, por exemplo, é uma das circunstâncias que carecem da reserva de emergência, tendo em vista a dificuldade de se recolocar no mercado de trabalho.

Passar por episódios de doença na família também é algo que devemos nos preocupar, até mesmo se for necessária a compra de medicamentos de forma periódica.

Além disso, esse colchão de liquidez pode servir para cobrir despesas com mantimentos, dívidas inesperadas, reformas e manutenções, entre outros aspectos.

Quais são os fatores que devem ser levados em consideração?

Todavia, para que consiga escolher ativos que correspondam a sua necessidade de compor uma reserva de emergência, existem fatores que você deve ficar de olho.

Para que filtre melhor as suas opções, trouxemos abaixo algumas das informações mais relevantes na hora de poupar dinheiro para uma reserva e se preservar dos problemas.

Liquidez

O primeiro ponto é a liquidez dos investimentos, ou seja, em quanto tempo é possível transformar esse ativo em dinheiro, a fim de ter recursos disponíveis de forma rápida.

Tendo isso em vista, o ideal é focar em ativos de alta liquidez, especialmente aqueles com liquidação diária, pois podem ser resgatados a qualquer momento que precisar.

Com isso, você pode se programar melhor e retirar o valor investido sem ter que esperar muitos dias, o que pode fazer a diferença conforme a emergência em si.

Existem ativos que dispõe de prazos até 90 ou 180 dias também, que embora a liquidez não seja imediata, confere um prazo relativamente compreensível. 

Risco de Crédito 

Você deve levar em conta a questão do risco de crédito, que diz respeito à capacidade da instituição emissora honrar a dívida ou não com seus investidores. 

Por mais que títulos de renda fixa como CDB, RDB, LCI e LCA tenham a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), confira quem emitiu o ativo antes de investir.

Isto é, dê preferência aos bancos de renome no mercado, pois isso minimiza a possibilidade de a instituição ter problemas para honrar a dívida negociada contigo.

Mesmo que os bancos pequenos ofereçam taxas atrativas de retorno, mantenha os pés no chão e avalie bem os riscos inerentes à operação, diversificando se achar melhor.

Imposto de Renda e Taxas

Não poderíamos deixar de citar o tão famoso imposto de renda, pois é um dos pontos-chave na vida de qualquer investidor e que precisa ser apurado direitinho.

No caso de títulos públicos, títulos privados e fundos de investimento referenciados em DI/Selic, a cobrança de IR segue a tabela regressiva, ou seja: 

  • 22,5% para resgates até 180 dias;
  • 20% para resgates entre 181 dias a 360 dias;
  • 17,5% para resgates entre 361 a 720 dias;
  • 15% para resgates ocorridos depois de 720 dias.

Já no caso dos LCIs e LCAs, os investidores contam com a isenção de imposto de renda, porém há uma carência mínima de resgate de 90 dias.

Além disso, os títulos públicos são tarifados em 0,25% ao ano pela B3 e os fundos DI têm taxas administrativas que variam conforme as especificações do fundo.

Quais são as alternativas de aplicações financeiras no mercado?

A partir dos fatores mencionados nos tópicos anteriores, fica muito mais simples filtrar os investimentos que fazem mais sentido a sua jornada de poupar dinheiro.

Sendo assim, preparamos algumas dicas de classes de ativos de renda fixa que podem ser úteis em sua reserva de emergência e, ainda, ajudar na diversificação de carteira.

Tesouro Selic

Os títulos públicos são os primeiros investimentos que as pessoas costumam conhecer, sendo uma importante opção para montar uma reserva de emergência.

Por emprestar o seu dinheiro para o governo, esse tipo de investimento é considerado como “risk free”, afinal, a possibilidade de tomar “calote” do país é bem pequena.

O Tesouro Selic é um investimento de liquidez D+1, cuja taxa de retorno está atrelada à taxa básica de juros do país + um percentual de rentabilidade anual definido.

CDBs

No caso dos Certificados de Depósito Bancário, você emprestará seu dinheiro para a instituição de sua escolha, a fim de cobrir os recursos dos serviços bancários.

Por mais que haja diversas opções de CDBs por aí, dê a preferência àqueles que pagam, pelo menos, 100% do CDI e sejam emitidos por grandes bancos.

Com esse tipo de título a liquidez é imediata (D+0), sendo relevante para seu fluxo de caixa financeiro pessoal, de modo que consiga honrar contas de curto prazo. 

LCI e LCA

Já as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio são alternativas interessantes, mesmo que a liquidez não seja tão alta assim como os CDBs e títulos públicos.

O ideal é buscar letras de crédito que disponham de uma carência de 90 dias pelo menos, servindo de complemento aos investimentos de altíssima liquidez.

Filtre por ativos que tenham percentuais de retorno acima de 90%, lembrando sempre que eles não exigem cobrança de IR, o que representa uma grande vantagem.

Fundos de Renda Fixa

Os fundos de investimento também são uma excelente alternativa para você compor a sua reserva de emergência, principalmente aqueles referenciados em DI/Selic.

Esses tipos de aplicações contam com liquidez imediata e, normalmente, a taxa de administração costuma ser mais baixa do que os outros tipos de fundo.

Além disso, pensando em perfis conservadores, boa parte dos fundos DI apresentam riscos de baixo ou médio porte, o que proporciona maior segurança.

Podemos concluir que a reserva de emergência pode ser composta por classes de ativos diferentes de acordo com a liquidez, o risco de crédito e as taxas, sendo interessante mesclar dois ou mais ativos para diversificar a carteira.

Abaixo, você confere o desempenho em rentabilidade da Carteira Diversificada Moderada da Capitalizo. 30% dela é composta por ativos de reserva de emergência. Perceba que, desde dezembro de 2019, ela já valorizou 26,11%, contra apenas 3,01% do CDI.

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Fundos de investimentos imobiliários: o que são e como investir em FII?

Os fundos de investimentos imobiliários ou FIIs são uma das modalidades de investimentos coletivos do mercado. Existem diferentes fundos disponíveis — como os fundos de ações, renda fixa, cambiais e, claro, os FIIs. 

Cada tipo de fundo é caracterizado por focar em determinados ativos em seu portfólio. Para investir por meio deste veículo de investimento, é preciso comprar cotas. E os resultados financeiros conquistados pelo fundo são compartilhados com os cotistas – de acordo com o percentual que cada um investiu. 

O portfólio do fundo é composto por um gestor profissional. Assim, esta modalidade pode ser uma alternativa interessante para quem busca por facilidade e acessibilidade na hora de investir no mercado financeiro.  Nos fundos imobiliários, as vantagens se repetem – mas há algumas especificidades que podem agradar a diversos investidores. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura para conhecer mais detalhes sobre os FIIs e descobrir como investir em fundos de investimentos imobiliários!

O que são fundos de investimentos imobiliários?

Na introdução deste artigo você aprendeu algumas informações básicas sobre o funcionamento dos  fundos de investimentos. Entendendo a lógica deles, fica fácil saber que FIIs têm como foco o setor imobiliário, certo? O objetivo, então, é obter lucro com negociações realizadas no mercado de imóveis.

Os fundos imobiliários podem negociar diretamente a propriedade de imóveis — vendendo ou alugando bens físicos, por exemplo. Mas eles podem também envolver outros tipos de operações no mercado financeiro.

Os FIIs que negociam imóveis físicos são chamados de fundos de tijolos. Outro tipo comum é o fundo de papel, cujos investimentos se dão em títulos de renda fixa ligados ao mercado (como Certificados de Recebíveis Imobiliários). 

Existe, ainda, um terceiro tipo bastante comum: os fundos de fundos. O portfólio deles é composto por cotas de outros FIIs. Ou seja, o gestor de um fundo desse tipo analisa os FIIs disponíveis e adquire cotas deles para diversificar a carteira participar dos lucros destes outros fundos.

Como os FIIs funcionam?

O funcionamento básico dos fundos imobiliários é semelhante aos outros fundos. Há uma instituição responsável por criar o fundo e emitir as cotas dele. Então, os investidores se tornam cotistas a partir da compra de cotas e têm direito aos eventuais ganhos.

O fundo é organizado por um gestor — que é um investidor profissional e toma as decisões relevantes acerca das aplicações do fundo. Ou seja, da compra e venda de ativos. O cotista não participa das escolhas de investimento, ele apenas recebe a participação nos lucros do portfólio.

Uma particularidade em relação aos fundos de investimentos imobiliários é que eles têm suas cotas negociadas na bolsa de valores. A maioria dos demais tipos de fundos negociam as cotas nas plataformas das corretoras de valores ou bancos de investimento.

Por serem listados na bolsa, os FIIs apresentam boa liquidez. Isto é, é possível vender suas cotas quando quiser, emitindo uma boleta de venda no home broker e esperando que outro investidor interessado as compre.

Outra característica é que as cotas dos FIIs podem aumentar ou baixar de valor, dependendo dos movimentos do mercado financeiro na renda variável – e, claro, do setor imobiliário. Portanto, o investidor tem a possibilidade de lucrar ao vender suas cotas por um preço mais alto.

É claro que o contrário também pode acontecer. Em alguns casos, as cotas podem estar valendo menos do que quando você as comprou. Então, existe o risco de prejuízo, caso você opte por se desfazer delas em um momento de baixa.

Quais são as vantagens do investimento?

Os fundos imobiliários apresentam algumas vantagens interessantes para os investidores. Confira quais são elas e veja se o investimento pode lhe interessar!

Praticidade

Muitos brasileiros desejam investir no mercado imobiliário por enxergarem benefícios neste setor. Especialmente em um cenário de aquecimento econômico, que aumenta a busca por aluguéis e compra de imóveis.

Entretanto, investir diretamente em um imóvel envolve alta quantia de dinheiro — além de grande burocracia. Quem já comprou uma casa ou apartamento já teve esta experiência. Imagine, então, como seria difícil adquirir um shopping ou prédio comercial?

Por meio de um FII, o investimento em empreendimentos de grande porte se torna mais prático e acessível. Afinal, ao adquirir cotas, o investidor pode participar dos lucros sem despender muito dinheiro.

Diversificação

Mais uma vantagem de investir em fundos imobiliários é poder diversificar sua carteira. De modo geral, os fundos têm um portfólio composto por vários ativos. Um fundo de tijolos, por exemplo, pode ter shoppings em diversas cidades do país.

Com isso, é possível usufruir de mais segurança em relação aos riscos de vacância, já que são regiões diferentes. A rentabilidade também se torna atrativa, pois o fundo diversifica as escolhas e recebe lucro de diversos locais.

Dividendos

Um dos pontos que mais atrai investidores para os fundos de investimentos imobiliários é a possibilidade de receber uma renda passiva, gerada pela distribuição de rendimentos. Os FIIs são obrigados a compartilhar um alto percentual de seus lucros com os cotistas.

Logo, os dividendos são frequentes (geralmente, mensais) e oferecem ao investidor ganhos constantes. Você pode utilizar a renda da maneira como quiser ou pode reinvestir os proventos, impulsionando ainda mais a construção do seu patrimônio.

Nesse sentido, ganham atenção especial os fundos de tijolos voltados ao aluguel de imóveis. Eles podem investir em galpões, hospitais, faculdades, shoppings e prédios comerciais. Assim, recebem aluguéis mensais dos inquilinos e compartilham o lucro com os cotistas.

Vale destacar, ainda, que o recebimento de dividendos por meio dos FIIs é isento de Imposto de Renda. A venda das cotas, no entanto, é tributada.

Como investir em FIIs?

Você ficou interessada para investir em FIIs? Eles podem ser alternativas adequadas para investidores moderados e arrojados – que queiram investir no setor imobiliário e se expor aos riscos da renda variável. Logo, é importante lembrar que estes são investimentos de risco.

Ainda assim, eles costumam apresentar estabilidade maior do que o investimento em ações, por exemplo. Por isso, eles podem ser uma opção interessante para quem deseja entrar na renda variável, mas busca por uma segurança um pouco maior neste ambiente.

De modo geral, os fundos de investimentos imobiliários se adequam bem às pessoas que procuram por possibilidades de renda passiva. Como você viu, os dividendos são compartilhados frequentemente – fazendo com que você receba dinheiro periodicamente na sua conta.

Aprendendo a investir em fundos imobiliários

Se o seu perfil e objetivos combinam com as oportunidades dos FIIs, é hora de aprender como investir neles. Na verdade, é bem simples. As cotas são negociadas na bolsa, então basta acessar o home broker e emitir uma ordem de compra das cotas.

Os fundos imobiliários são identificados com tickers correspondentes — normalmente, eles são compostos por quatro letras seguidas do número 11. Ao digitar o código, você consegue comprar ou vender as cotas no mercado.

Mas lembre-se de que existem inúmeros FIIs disponíveis. Então, vale a pena pesquisar sobre eles antes de escolher aqueles que lhe interessam. Atente para o tipo de fundo e para o portfólio de cada um. Também é interessante analisar o histórico de rentabilidade conquistada por ele e o perfil do gestor.

Ao colocar estas dicas em prática, você conseguirá encontrar fundos de investimentos imobiliários que se adequam melhor aos seus objetivos. Certamente os FIIs podem trazer resultados consistentes para sua carteira, caso se encaixem bem na sua estratégia. 

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Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX.

Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 46,4% de rentabilidade, o que representa 12,22% acima do índice.

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8 indicadores da análise fundamentalista que você deve conhecer

A análise fundamentalista de ações visa ajudar o investidor a optar pelos papéis mais atrativos para sua carteira de longo prazo. O objetivo é identificar boas empresas listadas na bolsa— que tenham gestão de qualidade e apresentem perspectivas positivas para o futuro.

A análise é feita a partir de indicadores, que podem ser qualitativos ou quantitativos. Os primeiros dizem mais respeito às questões organizacionais da empresa, elementos que não podem ser medidos em números.

Já os quantitativos partem dos dados contábeis do negócio e indicam mais fortemente a saúde financeira dele. A seguir, você conhecerá 8 indicadores que são essenciais em uma análise de fundamentos eficiente.

Vamos lá?

1. Balanço patrimonial

O balanço patrimonial pode ser comparado a um raio-x das finanças de uma empresa. Ele mostra a relação entre os ativos e os passivos da companhia. Ou seja, relaciona os bens que ela tem com as obrigações que precisa pagar.

Assim, o balanço mostra como está a situação financeira do negócio, indicando se há dívidas maiores do que as condições de pagamento ou se ele está operando de forma positiva. Essas são informações importantes na análise fundamentalista.

Ao subtrair os passivos dos ativos, é possível chegar até o patrimônio líquido da companhia. Ele é mais um indicador central para tomar decisões acerca da compra ou não das ações de uma determinada empresa.

2. Demonstrativos financeiros

Existem também outros documentos financeiros tão importantes para o investidor quanto o balanço patrimonial. Por exemplo, o DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício). Ele mostra de maneira objetiva se a empresa vem operando com lucro ou prejuízo.

Outros demonstrativos financeiros que vale a pena analisar são o de fluxo de caixa e o fluxo de lucro acumulado. Ao observar as informações contidas neles, você consegue entender mais sobre os resultados do negócio — atuais e históricos.

Se você está se perguntando como ter acesso às informações contábeis, saiba que as empresas listadas na bolsa de valores têm obrigação de divulgar seus documentos para investidores e interessados. Então, é possível acompanhar os dados a partir destas comunicações.

3. Dívida bruta / patrimônio líquido

Alguns indicadores de análise fundamentalista não partem de apenas um conceito. Eles são múltiplos. Isto é, relacionam dois elementos para aprofundar a análise. É o caso do fundamento dívida bruta sobre o patrimônio líquido.

Você já viu neste post que conhecer o patrimônio líquido é importante para saber sobre as condições financeiras da empresa. Relacioná-lo à dívida bruta é útil para entender mais do processo de endividamento dela.

Mas fique atento a um aspecto: nem sempre uma dívida tem viés negativo. A depender da empresa que você está analisando, o endividamento pode significar expansão do negócio e novos investimentos. Ou mesmo recuperação de crise. É importante, portanto, analisar com cuidado.

4. Dívida líquida / margem Ebitda

Ainda sobre dívida, existe um indicador que relaciona a dívida líquida com a chamada margem Ebitda — que se refere ao lucro obtido antes de descontar juros, impostos, depreciação e amortização.

A margem Ebitda mostra ao investidor o potencial de lucratividade do negócio, desconsiderando as deduções operacionais. Quando se relaciona com a dívida líquida, o resultado indica quanto tempo a empresa levaria para quitar suas dívidas com o lucro recebido.

É claro que se trata de um cálculo artificial, que considera a manutenção dos níveis de dívida e de Ebitda ao longo do tempo. Ainda assim, o indicador traz uma visão interessante para quem deseja analisar se o endividamento do negócio parece sustentável ou não.

5. Preço / lucro

Além de indicadores que consideram as características da própria empresa, existem algumas ferramentas da análise fundamentalista que partem do preço em que as ações estão sendo negociadas na bolsa.

Eles são interessantes para o investidor, pois ajudam a avaliar o retorno que o investimento nos papéis pode trazer. Um dos mais importantes é o preço / lucro. O indicador relaciona o valor pago pela ação e o lucro projetado para ela.

Ele pode ser muito útil para comparar empresas e procurar aquela que apresenta melhores perspectivas de retorno para você. Também é interessante para analisar se o preço da ação está caro ou barato em determinado momento.

6. Preço/ valor patrimonial da ação

Mais um indicador múltiplo que considera o valor das ações negociadas na bolsa e o preço sobre o valor patrimonial da ação. Nesse caso, o preço de mercado é relacionado ao patrimônio líquido da empresa.

Para permitir o cálculo, o patrimônio líquido é dividido pelo número de papéis que a companhia tem. Assim, é viável saber qual é o patrimônio relacionado a cada ação. Depois, o número é comparado com o preço do papel.

O indicador P / VPA é uma forma de entender se o valor de mercado reflete o valor contábil da empresa. Assim como o indicador anterior, ele também é relevante para observar se um determinado papel está sendo negociado por um preço justo, alto ou baixo na bolsa.

7. Valor intrínseco

Muitos investidores de longo prazo procuram por oportunidades para adquirir ações com preços descontados na bolsa. Ou seja, ativos que estão sendo negociados a um nível de preço menor do que eles realmente valem.

Além dos dois indicadores que você viu serem úteis para analisar tal fator, conhecer o valor intrínseco da companhia é mais uma maneira de observá-lo. Por isso, ele é um indicador central na análise fundamentalista.

O valor intrínseco (ou valor justo) se refere ao preço que uma ação deveria ter para refletir a qualidade da empresa. Mas, como sabemos, o mercado financeiro oscila ao longo do tempo e nem sempre a relação acontece.

Logo, é possível encontrar papéis sendo vendidos por preços menores — o que indica uma possível valorização acima da média no longo prazo.

8. Dividend Yield

Outro interesse muito comum entre investidores de longo prazo é se tornar sócio de empresas que compartilhem partes significativas de seu lucro com os acionistas. Se este é o seu caso, você pode se beneficiar de analisar o indicador dividend yield.

Ele considera os proventos distribuídos nos últimos 12 meses e divide o resultado do período pelo preço da ação na bolsa. Logo, é uma forma de entender o retorno que o investidor pode ter em distribuição de lucros na compra de determinados papéis.

Bastante interessante, certo?

Neste artigo você conheceu 8 indicadores essenciais para fazer sua análise fundamentalista. É importante destacar, no entanto, que eles não devem ser vistos de maneira isolada e descontextualizada. 

O ideal é considerar diversas informações sobre a companhia de seu interesse para tomar suas decisões de investimento, como por exemplo, capacidade de expansão, setor de mercado que está inserida, gestão, histórico da empresa, entre outros. Assim, se você acredita que não tem conhecimentos suficientes para analisar adequadamente as ações, vale a pena contar com um serviço de análise profissional.

E se quiser garantir uma análise fundamentalista de qualidade para a renda variável, montar uma estratégia eficaz de buy and hold – além de ter acesso, inclusive, às melhores small caps do mercado – adquira nosso produto Invista em Ações.

Assim, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Confira na imagem abaixo a rentabilidade da nossa Carteira Crescimento, um portfólio de longo prazo que tem o objetivo de garimpar oportunidades nas melhores empresas do Brasil e do mundo com forte potencial de crescimento. 

Ela valorizou, desde agosto de 2017, mais de 138,65%, contra 65% do Ibovespa e 43% do Dow Jones, um dos principais índices da bolsa de valores norte-americana no mesmo período.



Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras: Carteira Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.  

Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Ranking de Fundos de Ações

Ranking de Fundos de Ações

Quem gosta de aproveitar todas as oportunidades e potencial de rentabilidade que a Bolsa de Valores pode proporcionar, mas não tem tempo, paciência e/ou conhecimento para avaliar, selecionar e acompanhar ativo por ativo, pode optar pelos Fundos de Investimentos.

Uma das principais vantagens de um fundo são as escolhas de uma gestão profissional, especializada na administração do portfólio. Investindo em um fundo, você também conta com uma diversificação estratégica de ativos, evitando expor-se a eventuais riscos decorrentes da concentração como crises pontuais e/ou setoriais.

Fundos de Investimentos em Ações

Dentre os diversos tipos de Fundos de Investimentos, existem os fundos de ações, que são aqueles focados em selecionar e inserir em seu portfólio os papéis de empresas listadas na Bolsa de Valores.

Realizamos um estudo com o rendimento dos principais fundos de investimento em ações disponíveis no mercado. Vale ressaltar que constam nessa categoria, Fundo de Ações Long Only, Long Biased e no Exterior.

O Ranking leva em contato o fechamento dos últimos 12 meses:

Fundos de Ações – Rentabilidade em 12 Meses

FUNDOS DE AÇÕES RETORNO 12M
OPEN VISTA TECNOLOGIA GLOBAL FIA IE 75,30%
OPPORTUNITY GLOBAL EQUTY USD FIA BDR I 60,14%
WESTERN ASSET FIA BDR 54,02%
VERDE AM MUNDI ACOES GLOBAIS FIC FIA IE 52,15%
JP MORGAN GLOBAL RESEARCH ENHANCED INDEX EQUITY FIA IE 47,3%
WESTERN ASSET GLOBAL EQUITIES FIA 47,21%
LEGG MASON ROYCE US SMALL CAP OPPORTUNITY FIA IE 39,44%
OPEN VISTA CIÊNCIAS MÉDICAS FIA IE 34,9%
TRUXT I VALOR FIC FIA 34,32%
FORPUS AÇÕES FIC FIA 32,41%

Conheça o Top Fundos e receba as melhores recomendações e acompanhamento do mercado de Fundos de Investimentos

O Top Fundos de Investimentos é o produto mais completo do mercado. Adquirindo nosso produto, você receberá informações para investir nos mais diferentes Fundos:

  • Fundos de Renda Fixa
  • Fundos de Previdência
  • Fundos Internacionais
  • Fundos Multimercados
  • Fundos de Ações 
  • Fundos Imobiliários
  • Três Carteiras Recomendadas de Fundos de Investimentos e a nossa Carteira de Fundos Imobiliários

Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar. 

Desde maio de 2020, nossa Carteira Recomendada de Fundos de Investimentos em Ações já rendeu mais de 64%. No mesmo período, o desempenho do Ibovespa, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, foi de cerca de 24%. Já o S&P 500, um dos principais índices do mercado de capitais norte-americano foi de 42%.

Conte você também com essa e muitas outras carteiras vencedoras!

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Nem todo mundo perde em um dia ruim na bolsa de valores

Hoje, queremos falar sobre um dia de turbulência na bolsa de valores, e de alguns resultados positivos que alcançamos.

Você pode estar se perguntando: como assim? Valorização em um dia ruim? É isso mesmo! Vamos explicar.

O cenário e nossas recomendações

No dia 5 de fevereiro de 2021, recomendamos para os nossos clientes a venda das ações do Banco do Brasil (BBAS3) a R$ 33,96 e de Petrobras (PETR4) a R$ 29,02.

Nesta segunda-feira, 22, houve fortes tensões no mercado, em função das notícias envolvendo a interferência do Governo Federal na presidência da Petrobras. As ações da petroleira afundaram no pregão e encerraram o dia com duras quedas: PETR4 caiu -21,51% e PETR3 -20,48%!

Este cenário gerou também clima de apreensão em torno de ativos de outras estatais: BBAS3, por exemplo, desceu -11,65% em um único dia!

E mais! Quem estava posicionado nessas empresas a partir da estratégia das carteiras recomendadas da Capitalizo saiu desses negócios com uma rentabilidade de 26,1% em BBAS3 e 73,8% em PETR4!!

Quem seguiu essas duas recomendações da Capitalizo, portanto, embolsou bons lucros e ainda evitou uma forte desvalorização desses dois ativos poucos dias depois.

O outro lado da moeda: Lojas Americanas

E fica ainda melhor!

Há algum tempo, já viemos alertando sobre a possível fusão entre as Lojas Americanas (LAME3, LAME4), uma das mais tradicionais redes de varejo do país, e cuja as ações são recomendadas pela Capitalizo; e a B2W (BTOW3), líder em comércio eletrônico na América Latina.

Na última sexta-feira, 19, as empresas anunciaram oficialmente a aprovação do estudo dessa potencial união. O que ocorreu foi que, justamente na segunda-feira, mesmo em um dia de caos no mercado brasileiro, as ações das Lojas Americanas dispararam!

LAME4 subiu 19,88% e LAME3 decolou nada mais nada menos do que 40% no pregão da segunda!

Não perca mais tempo, nem oportunidades como essa!

Esses resultados não são mera obra do acaso ou golpes de sorte. Na Capitalizo, há equipes especializada de analistas avaliando o mercado e identificando riscos e oportunidades como essas e tantas outras. É por isso que nos orgulhamos tanto dos nossos resultados e fazemos questão de dividir com você.

Com isso, queremos que você seja mais um de nossos tantos clientes satisfeitos com as análises, recomendações e ganhos da Capitalizo!

Clique aqui para conhecer o nosso produto Invista em Ações, focado em análises e recomendações de boas empresas da bolsa de valores visando rentabilidade no longo prazo.

Ele é dividido em seis carteiras, cada uma com um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

Clique aqui e torne-se agora mesmo um cliente Capitalizo!

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O momento é turbulento e estamos aqui para lhe ajudar!

A semana política e econômica no Brasil começou agitada. E os acontecimentos que vêm se desenrolando nos últimos dias, somados às perspectivas do que pode acontecer, mexeram com o mercado por aqui.

Em meio à intervenção na presidência da Petrobras, as ações da estatal abriram despencando cerca de 16% no pregão desta segunda-feira, 22. Isso puxou o Ibovespa para baixo e, ao longo da manhã, o principal índice da bolsa de valores brasileira acumulou perdas de mais de 5%. Há ainda rumores de que outras intervenções em outras estatais podem estar por vir. O que deixou o mercado ainda mais apreensivo.

Isto também te deixou apreensivo? Clique aqui e converse com nossa equipe de atendimento para saber como você pode proteger seu patrimônio!

Também hoje, o Banco Central voltou a elevar a expectativa para a Taxa Selic pela segunda semana seguida. O Relatório Focus trouxe a projeção dos juros no Brasil com novo acréscimo de 0,25%, levando o indicador para um provável fechamento em 4,00% ao final de 2021. Atualmente, a meta Selic está na mínima recorde de 2,00%.

O documento ainda projeta inflação (IPCA) em 3,82% para o encerramento do ano, o sétimo aumento semanal seguido da expectativa. Agora, resultado já fica acima da meta oficial do governo, que é de 3,75%, com tolerância de 1,5% para mais ou para menos.

️ Essas mudanças de cenário também podem refletir na maneira que o mercado se comporta e, consequentemente, nos seus investimentos.

Mas temos boas notícias!

A Capitalizo conta com uma série de produtos de análises e recomendações de investimentos, com diferentes objetivos e elaborado para diversos perfis.

O mais importante é que não visamos apenas a maior possibilidade de rentabilidade e os benefícios que cada modalidade de ativo pode proporcionar. Temos como norte, principalmente, a SEGURANÇA!

É justamente para lhe proteger de momentos como esses, que nossas estratégias são construídas. E são nessas horas que você atesta a importância de contar com um produto como o nosso.

Conheça nossos produtos clicando aqui!

Separamos alguns exemplos:

Carteira Diversificada

Para minimizar riscos de crises setoriais que podem afetar todo ou grande parte do seu capital, é preciso evitar a concentração. Diluir os seus investimentos em diferentes classes de ativos faz com que, no longo prazo, você esteja menos sujeito a impactos pontuais no mercado.

📈 Desde janeiro de 2020, a Carteira Diversificada Agressiva da Capitalizo rendeu 32,71%, contra os 3,50% do Ibovespa e os 2,98% do CDI.

▶️ Para saber mais e conhecer exatamente os ativos que compõem essa carteira, clique aqui!

Carteira internacional

Uma excelente maneira de diversificar e não ficar tão preso e vulnerável à essas incertezas locais, é colocar parte do seu patrimônio no exterior, investindo em empresas internacionais.

📈 Nossa Carteira Recomendada Internacional já valorizou mais de 59% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de 49,33%.

▶️ Para saber mais e conhecer exatamente os ativos que compõem essa carteira, clique aqui!

Essas carteiras fazem parte do nosso produto Carteiras Capitalizo: Clique aqui e adquira agora mesmo!

Day Trade

Há também quem busque aproveitar oportunidades na Bolsa de Valores que surgem justamente nesses momentos de oscilações e volatilidade no curto prazo.

📈 Nos últimos 12 meses, o nosso produto Full Trader teve rentabilidade total de 215,89% nas operações de Day Trade com ações.

▶️ Para contar você também com as análises e recomendações em tempo real para ativos da Bolsa de Valores, clique aqui!

Está mais do que provado que é importante, portanto, você contar com auxílio profissional na hora de construir sua carteira de investimentos e alocar o seu capital em seu portfólio, seja qual for o seu objetivo, prazo e/ou perfil.

Ou você ficará sempre à deriva em momentos de turbulência!

Torne-se um cliente Capitalizo agora mesmo clicando aqui!

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7 Dicas fundamentais para quem deseja viver de dividendos

Um dos seus maiores objetivos é ter uma renda passiva no futuro? Não precisar trabalhar e, mesmo assim, receber uma quantia mensal para pagar as contas com tranquilidade é a meta de muitos investidores. De fato, fazendo os investimentos certos, é possível viver de dividendos.

A renda passiva é uma das melhores formas de construir riqueza e acumular capital, aumentando a sua renda. Para isso, é necessário praticar uma série de ações voltadas para o acúmulo de recursos financeiros e fazer bons investimentos.

Neste artigo, você verá 7 dicas para quem deseja viver de dividendos. Não deixe de conferir o conteúdo até o final!

O que é viver de renda?

Renda passiva é um termo muito comum no mercado financeiro. Para construir capital e acumular patrimônio é necessário criar algo que seja rentável por si só. Assim, você não precisará despender tempo trabalhando.

Ou seja, quem vive de renda não precisa trabalhar ativamente. Significa que a pessoa tem um investimento inicial que permite lucrar através dele. 

Com o passar do tempo, é possível construir um patrimônio sólido. Depois, o dinheiro aportado continuará rendendo e lhe gerando lucros. Uma das formas de obter tal vantagem é por meio dos dividendos.

O que pode gerar proventos ao investidor?

Mas, afinal, como receber dividendos? Entre os ativos que possibilitam o ganho de proventos estão as Ações que pagam dividendos ou juros sobre capital próprio e os Fundos de Investimento Imobiliário (FII).

Entenda melhor sobre cada alternativa a seguir!

Ações

As empresas listadas na bolsa de valores brasileira são obrigadas a distribuir parte do lucro com seus acionistas. Não há valor mínimo a ser distribuído e o percentual varia de acordo com o estatuto de cada empresa.

Assim, algumas empresas pagam dividendos com maior frequência — e em maior volume — do que outras. Com isso, a porcentagem de distribuição acaba sendo critério para escolha dos investidores que desejam viver de renda.

Os dividendos são isentos de Imposto de Renda, mas há outros tipos de proventos. Por exemplo, os juros sobre capital próprio (JCP). Nesse caso, o IR é descontado na fonte quando o investidor recebe o montante.

Fundos Imobiliários

Outra opção para quem quer viver de dividendos é investir em Fundos Imobiliários. Trata-se de fundos que investem em títulos do setor de imóveis ou nas propriedades físicas. Normalmente, os dividendos dos FIIs são distribuídos de forma mensal.

7 Dicas fundamentais para quem deseja viver de dividendos

Você deseja ter uma carteira focada em renda passiva? Então confira 7 dicas para tornar isso possível!

1.Tenha planejamento e objetivos

O primeiro passo para quem busca viver de dividendos é traçar objetivos e analisar como está sua saúde financeira. Conheça os seus principais gastos e a sua receita para entender quais hábitos você precisa mudar.

Fazer um orçamento mensal ajuda a definir o que é essencial e supérfluo. Você também pode estabelecer um teto de gastos e estimar quanto precisa investir para viver de dividendos. O cálculo deve considerar os seus gastos e a sua estimativa de rentabilidade.

2. Avalie seu perfil

O seu perfil de investidor considera as suas características financeiras e define o risco que você está disposto a aceitar nos investimentos. Com isso, você poderá direcionar os seus aportes e estabelecer uma margem de diversificação para alcançar seus objetivos.

Os perfis são divididos em conservador, moderado e agressivo. Para cada um deles existe uma composição de carteira mais adequada para viver de dividendos.

3. Foque no longo prazo

Quem pensa em construir uma boa base para o futuro e viver de renda deve investir com foco em um horizonte mais longo. De forma geral, quanto mais tempo o seu dinheiro fica investido, maior é a ação dos juros compostos ou da economia real sobre ele.

Além disso, ao focar no longo prazo, você tem mais tempo para fazer aportes e receber mais dividendos. Outra vantagem é não sofrer tanto impacto da volatilidade no curto prazo. Também há mais tempo para recuperar eventuais perdas na carteira.

4. Faça aportes frequentes

Você pode e deve criar o hábito de fazer aportes mensais. Essa estratégia é fundamental para que o seu capital aumente ao longo dos anos.

Ao aportar um valor todos os meses, você também evita gastar o dinheiro com outras coisas e deixar seu plano de lado. O ideal é ver os investimentos como uma conta que deve ser paga todos os meses. Ou seja, não espere sobrar dinheiro para começar a investir.

5. Avalie as empresas e os FIIs

Fazer uma boa avaliação de empresas ou FIIs que pagam dividendos é fundamental para quem quer obter renda passiva. Nesse caso, o mais importante é entender se a companhia ou o fundo consegue ser lucrativa a longo prazo.

Afinal, os dividendos são parte do lucro que é distribuído aos investidores. Isso significa que organizações ou fundos que apresentam resultados financeiros negativos não terão nada a dividir com os acionistas ou cotistas.

Para fazer a análise da melhor forma, você pode considerar alguns indicadores, como:

  • Dividend Yield: mede a rentabilidade dos dividendos em relação ao preço das Ações ou cotas; 
  • Dividend Payout: é a porcentagem do lucro que será pago aos investidores.

6. Diversifique a carteira

Um meio de receber dividendos de forma mais frequente é pela diversificação da carteira. Ela também ajuda a proteger os investimentos. Para isso, é possível escolher Ações de empresas de setores diferentes, por exemplo.

Uma carteira diversificada pode conter papéis de segmentos diferentes, como da construção civil, bancário, elétrico ou varejista, por exemplo. Para entender quais são os mais adequados, o investidor precisa analisar o momento e as empresas – e, claro, suas preferências. 

7. Siga o plano traçado

Por fim, é importante ter disciplina para seguir o seu plano até viver de dividendos. Mesmo que pareça uma realidade distante, lembre-se de que é necessário dar o primeiro passo e manter o foco nos seus objetivos.

Para acelerar o resultado, você pode seguir algumas estratégias, como diminuir os gastos, aumentar os aportes e reinvestir os dividendos. Com isso, a sua carteira pode otimizar o potencial de valorização ao longo do tempo.

Quem quer viver de dividendos deve investir em empresas ou fundos que pagam bons proventos. Para isso, como você viu, é necessário estudar os investimentos, diversificar a carteira e buscar fazer boas escolhas. Além de ter disciplina, controle financeiro e organização.

Por fim, tenha em mente que contar com um serviço de recomendação de investimentos – como a Capitalizo – pode ajudar a acelerar seus resultados em prol de um futuro financeiro muito mais tranquilo.

Quer receber as melhores recomendações para a montagem da sua carteira de longo prazo? Conheça o Carteiras Capitalizo, o produto que irá ajudar a montar seu patrimônio de investimentos e viver de renda no futuro! 

Com ele, você terá acesso às recomendações de longo prazo da Capitalizo, como Carteiras de Ações (Dividendos, Buy&Hold, Top Recomendadas, Small Caps e mais), Fundos de Investimentos e Renda Fixa. Assim, você diversificada e monta seu portfólio de acordo com seus objetivos e perfil! Acesse agora.

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 96%! No gráfico abaixo, comparamos a valorização da carteira da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período. 

Vale ressaltar que, nesse tempo todo, ficamos levemente abaixo apenas de um fundo de investimento focado em dividendos (que rendeu 101% no período) e que também está entre as nossas recomendações do produto Top Fundos. Lembrando ainda que ele está fechado para captação e não paga os dividendos direto na conta, diferente do proporcionado pelas ações da nossa carteira.

A Capitalizo também recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas. Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX. Se olharmos a performance de 2018 até janeiro de 2021, a nossa Carteira de FIIs está com 46,4% de rentabilidade, o que representa 12,22% acima do índice.

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