Ranking de Fundos de Ações

Ranking de Fundos de Ações

Quem gosta de aproveitar todas as oportunidades e potencial de rentabilidade que a Bolsa de Valores pode proporcionar, mas não tem tempo, paciência e/ou conhecimento para avaliar, selecionar e acompanhar ativo por ativo, pode optar pelos Fundos de Investimentos.

Uma das principais vantagens de um fundo são as escolhas de uma gestão profissional, especializada na administração do portfólio. Investindo em um fundo, você também conta com uma diversificação estratégica de ativos, evitando expor-se a eventuais riscos decorrentes da concentração como crises pontuais e/ou setoriais.

Fundos de Investimentos em Ações

Dentre os diversos tipos de Fundos de Investimentos, existem os fundos de ações, que são aqueles focados em selecionar e inserir em seu portfólio os papéis de empresas listadas na Bolsa de Valores.

Realizamos um estudo com o rendimento dos principais fundos de investimento em ações disponíveis no mercado. Vale ressaltar que constam nessa categoria, Fundo de Ações Long Only, Long Biased e no Exterior.

O Ranking leva em contato o fechamento dos últimos 12 meses:

Fundos de Ações – Rentabilidade em 12 Meses

FUNDOS DE AÇÕES RETORNO 12M
LEGG MASON ROYCE US SMALL CAP OPPORTUNITY FIA IE 109,78%
TRIGONO DELPHOS INCOME FIC FIA 105,65%
TRIGONO VERBIER FIA 105,21%
TRIGONO FLAGSHIP 60 SMALL CAPS FIC FIA 104,02%
EXPLORITAS LATAM FIC FIA 103,12%
TREND IBOVESPA ALAVANCADO FIA 92,03%
ORGANON FIC FIA 87,59%
TARPON GT FIC FIA 86,96%
KADIMA EQUITIES FIC FIA 68,69%
LUMINUS FIA 63,65%

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O Top Fundos de Investimentos é o produto mais completo do mercado. Adquirindo nosso produto, você receberá informações para investir nos mais diferentes Fundos:

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Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar. 

Desde outubro de 2017, nossa Carteira Recomendada de Fundos de Investimentos em Ações já rendeu mais de 117%. No mesmo período, o desempenho do Ibovespa, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, foi de cerca de 56%. Já o S&P 500, um dos principais índices do mercado de capitais norte-americano foi de 41%.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Como fazer uma análise fundamentalista de ações eficiente?

Quem se insere na bolsa de valores pode ter duas posturas diferentes: a de especulação e a de investimento. A primeira mantém o foco no lucro que pode ser obtido no curto prazo — e, para isso, faz uso de análises técnicas ou gráficas.

Já no segundo caso, o objetivo é identificar empresas sólidas e com perspectivas de resultados financeiros positivos no futuro. Diferente da especulação, no investimento de longo prazo é preciso se certificar de que a companhia tenha bons fundamentos e que ofereça projeções promissoras.

Uma das principais alternativas para encontrar estas empresas na bolsa é descobrir como fazer uma boa análise fundamentalista. Afinal, ela permite ao investidor entender a situação do negócio e basear melhor suas decisões na bolsa. Então continue a leitura e aprenda a fazer uma análise fundamentalista de ações eficiente!

O que é a análise fundamentalista de ações?

A análise fundamentalista parte do conceito de fundamentos, que são indicadores que mostram a saúde financeira de uma companhia, assim como outros aspectos importantes. Por exemplo, sua participação no mercado, a qualidade da sua gestão, etc.

Todos são pontos essenciais para as decisões de sociedade. Afinal, se você fosse convidado para se tornar um dos sócios principais de um negócio teria que avaliar as possibilidades e os riscos inerentes a ele, não é mesmo?

O investimento em ações também deve ser visto dessa forma. Ainda que a quantidade de papéis comprados não garanta a você uma participação majoritária, o retorno obtido com os investimentos depende da saúde da empresa.

O lucro do investidor com as ações pode se dar tanto com o recebimento de proventos quanto com a valorização do preço dos papéis.

No primeiro caso, trata-se da divisão de parte dos lucros da empresa e distribuição entre os acionistas. Logo, o negócio precisa ser sólido e ter resultados positivos para lhe dar dinheiro.

No caso da valorização das ações a lógica é parecida. Se você pensa em lucrar com a venda dos papéis no futuro, é preciso escolher companhias que ofereçam expectativas positivas. Caso ela enfrente problemas ao longo do tempo, a tendência é que os papéis se desvalorize.

Portanto, saber como fazer uma análise fundamentalista eficiente proporciona um melhor manejo de riscos e aumenta suas chances de sucesso. A estratégia de avaliar empresas, inclusive, foi e ainda é defendida por grandes investidores – como Benjamin Graham e Warren Buffett.

Como fazer análise fundamentalista?

Um dos principais objetivos da análise fundamentalista é avaliar o presente e as perspectivas de futuro da empresa para encontrar oportunidades na compra de ações. Para isso, um aspecto é central: a informação.

A avaliação dos fundamentos consiste em buscar dados sobre as companhias listadas na bolsa e refletir sobre eles — tanto individualmente como em conjunto. Assim, pode-se saber mais sobre o desempenho do negócio e fazer previsões sobre o comportamento dele no longo prazo.

Ficou claro até aqui? Então veja a seguir quais são os passos essenciais para entender como fazer uma análise fundamentalista eficiente e encontrar boas oportunidades de investimento na renda variável:

Conhecer os principais fundamentos

Existem diversos fundamentos que merecem a atenção dos investidores. Como expliquei, eles envolvem tanto a realidade financeira da empresa quanto seus aspectos de gestão – e também fatores relacionados ao mercado e à economia de maneira mais ampla.

Ou seja, não é recomendado analisar somente a empresa, de maneira isolada. Afinal, ela faz parte de determinado setor, está exposta a riscos e possibilidades da economia nacional e internacional, etc.

Nesse sentido, os fundamentos podem ser quantitativos ou qualitativos – e você precisa entendê-los para fazer uma análise mais adequada.

Qualitativos

Os qualitativos dizem respeito a evidências que não são medidas, necessariamente, em números. Um exemplo é a qualidade da gestão, que pode ser percebida pela transparência de informações e pela reputação da empresa no mercado, por exemplo.

Quantitativos

Já os quantitativos indicam fundamentos numéricos — especialmente úteis para avaliação da saúde financeira e dos resultados do negócio. Alguns exemplos são:

  • A receita e o lucro da empresa: mostram como o negócio vem se comportando e lucrando nos últimos anos;
  • O valor intrínseco: avalia o valor da empresa e projeta qual seria o preço justo da ação para refleti-lo;
  • O Preço/Valor Patrimonial: cálculo que mostra a relação do preço de mercado da ação em relação ao seu patrimônio;
  • O ROE: taxa de retorno de investimento dos acionistas;
  • O Dividend Yeld: a quantidade (em percentual) de dividendos pagos em relação ao preço da ação.

Acompanhar informações sobre as empresas

Uma vez que você conheça os principais fundamentos da empresa, e eleja aqueles que usará para realizar sua análise fundamentalista, um cuidado indispensável é acompanhar as informações sobre as companhias que despertam seu interesse.

Afinal, os dados que proporcionam a análise partem das informações compartilhadas pelo negócio e das notícias que envolvem a empresa e/ou o seu setor. Em relação aos fundamentos quantitativos, você deve ficar atento às análises contábeis.

As empresas de capital aberto devem divulgar seus balanços para informar investidores e interessados — geralmente, a divulgação acontece trimestralmente. Dois documentos essenciais são o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

Ao acompanhar os dados relevantes sobre as empresas, fique atento e busque fazer uma avaliação histórica dos negócios. Não é indicado considerar apenas o último trimestre ou mesmo o último ano. O ideal é ter um histórico amplo para saber como a companhia vem se comportando ao longo dos anos.

Comparar empresas do mesmo setor

Outro ponto importante é se atentar à comparação entre companhias. Ao avaliar as informações de dois ou mais negócios de seu interesse, você deve considerar empresas de um mesmo setor.

Do contrário, há o risco de ter resultados sem fidedignidade, já que os dados comparados não terão relação entre si.

Entender o ambiente macroeconômico

Todos os resultados de uma companhia têm relação também com o ambiente macroeconômico — do Brasil e do mundo. Afinal, diversos acontecimentos internacionais impactam negócios brasileiros.

Assim, vale a pena acompanhar notícias sobre:

  • O PIB atual e as expectativas em relação a ele;
  • A taxa de renda e desemprego no país;
  • Os índices de inflação e o poder de compra da população;
  • A taxa de juros nacional e a taxa de câmbio com moedas relevantes;
  • A competitividade da empresa no mercado nacional e global;
  • O crescimento do setor no qual a empresa se insere.

Contar com suporte de especialistas

Como você pode ver, a tarefa de realizar uma análise fundamentalista de ações é bastante complexa, já que são muitos detalhes envolvidos na hora de descobrir como avaliar um papel.

Por isso, a última dica para analisar os fundamentos das companhias com eficiência é contar com suporte de profissionais especializados no assunto.

Quem contrata o produto Invista em Ações, oferecido pela Captalizo, por exemplo, tem a vantagem de encontrar as informações fundamentalista reunidas de maneira simples e muito mais prática para o investidor.

Desta forma, fica muito mais fácil não apenas fazer uma análise fundamentalista muito mais eficiente, como também contar com recomendações de especialista acerca das melhores ações disponíveis no mercado.  

Assim, você se sentirá muito mais seguro ao tomar suas decisões de longo prazo na bolsa e fará bons investimentos no mercado financeiro!

Quer começar a construir uma carteira muito mais sólida a partir de agora? Então contrate o produto Invista em Ações. Assim você tem acesso a Carteiras de Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

Além disso, toda semana são enviadas atualizações das melhores ações, como aviso de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e semestrais para incrementar sua carteira de ações e impulsionar seu patrimônio!

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3 razões para ter criptoativos em sua carteira de investimentos!

Dentre todas as criptomoedas existentes, a mais famosa, com certeza, é o Bitcoin. Mas, além dele, existem ainda outras diversas alternativas que podem ser tão interessantes quanto. Confira 3 principais motivos que nosso setor de análise entende que você deve investir em criptoativos:

1. Segurança

Cada vez mais, muitas exchanges e corretoras confiáveis passam a trabalhar com criptomoedas, além de fundos de investimentos que já contam com essa modalidade em seu portfólio.

2. Aceitação cada vez maior

Instituições gigantescas ao redor do mundo como a Tesla e a Mastercard têm nos planos passar a aceitar criptomoedas como forma de pagamento. O Morgan Stanley vai fornecer acesso a fundos de Bitcoin. Já no Brasil, teremos, em breve, um ETF de criptoativos na B3. Além de muitas outras evoluções.

3. Escassez

O Bitcoin é escasso e tem quantidade muito limitada, o que é bom para um ativo de reserva de valor, ainda mais em um cenário de juros baixos e com a brutal impressão de dinheiro que é feita pelos bancos centrais mundo afora.

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Nos últimos 12 meses, o Bitcoin já valorizou mais de 1.000%, saindo da casa dos R$ 37 mil para uma cotação de mais de R$ 324 mil. Isso mesmo! E, somente, em 2021, a alta já é de mais de 85%. Um desempenho em tanto. Confira o movimento do ativo no gráfico abaixo:

Já pensou na grande oportunidade que você pode ter perdido? Mas calma. Estamos aqui para lhe ajudar e fazer de tudo para que você não perca mais chances como essa!

O preço vai continuar subindo?

É impossível cravar o grau de evolução do valor do bitcoin daqui pra frente. Mas, de uma coisa temos certeza: enquanto esses fundamentos continuarem sólidos, não há motivos para que o bitcoin não suba mais ao longo tempo. E, além dele, existem ainda outras inúmeras criptomoedas que estão em momento semelhante ao do início do boom do Bitcoin e que podem, daqui para frente, lhe proporcionar excelentes lucros!

Agora que você já sabe as vantagens de contar com os criptoativos em seu portfólio de investimentos, você deve estar se perguntando: “mas como vou saber avaliar e escolher exatamente em quais devo investir?”

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ETF: saiba o que é e como funciona

A maioria dos investidores já deve, no mínimo, ter ouvido a respeito de ETFs, sendo estes uma forma de realizar seus investimentos no mercado de capitais.

Em seu conceito, ETF é a abreviação, em inglês, para Exchange Traded Fund. Chamado também de “Fundo de Índice”, o ETF é um tipo de investimento que aloca seu capital em um conjunto pré-determinado de ativos.

De forma geral, um ETF assemelha-se a um fundo de investimento, podendo alocar seu dinheiro em uma “cesta” de commodities, títulos de renda fixa, ações índices de mercado, entre outros. Vale ressaltar, porém, que a grande maioria dos ETFs possuem uma gestão passiva seguindo uma metodologia pré-determinada.

Quais as vantagens dos ETFs?

Dentre as vantagens de realizar investimentos via ETF, destacamos: diversificação, facilidade e taxas reduzidas.

Como dito, um ETF é formado por um conjunto de ativos. Portanto, seu primeiro grande benefício está relacionado a diversificação. Ao se adquirir um ETF, o investidor acaba usufruindo da performance dos variados ativos que compõe o mesmo. Além do mais, a diversificação é uma das grandes aliadas na redução de riscos.

Quanto à facilidade, um ETF pode ser negociado facilmente no ambiente de bolsa de valores, como uma ação ou cota de fundo imobiliário, por exemplo. Portanto, com simples operações de compras e vendas de ETFs o investidor estará, de forma indireta, negociando grandes quantidades de ativos.

Por fim, vale ressaltar que os ETFs são administrados por companhias de gestão. Por isso, semelhantes aos fundos de investimento, nos ETFs também são cobradas taxas relativas a essa atividade gerencial, mesmo que passiva. As taxas, porém, costumam ser menores que as praticadas pela maioria dos fundos. Um ETF de ações, por exemplo, pode cobrar taxa de administração de 0,5% a.a., enquanto uma taxa de um fundo de investimento acionário é praticada atualmente em torno de 2,0% a.a.

Existem desvantagens ao se investir em ETF?

Sim, como em qualquer ativo mobiliário. Uma das grandes desvantagens dos ETFs refere-se ao fato dos investidores não deterem a gestão do portfólio que o compõe. Nele pode haver papéis que não agrade um determinado investidor, que acaba se vendo impotente diante da situação.

O fato dos ETFs cobrarem taxas pelas suas administrações também pode ser visto como uma desvantagem, uma vez que acaba por subtrair parte da rentabilidade gerada pelos ativos.

Por fim, para o investidor que deseja receber diretamente os proventos distribuídos pelos ativos, um ETF pode não ser uma boa opção, já que os ETFs não distribuem dividendos. Os rendimentos recebidos pelo ETF, a partir dos ativos que o compõe, são reinvestidos dentro do próprio ETF, seguindo sua metodologia pré-determinada.

Quais ETFs existem no Brasil?

Na bolsa brasileira existem, atualmente, mais de 15 ETFs listados. A grande maioria deles é composta por ETFs que investem em ações. No entanto, também há ETFs de títulos de renda fixa.

Dentre todos, destacam-se três: BOVA11, SMAL11 e IVVB11.

O BOVA11 é um ETF que replica o desempenho do índice Bovespa. Portanto, sua carteira é composta juntamente pelas ações das empresas integrantes do IBOV.

Semelhante ao anterior, o SMAL11 também busca retornos replicando um índice. Neste caso, no entanto, o índice é o SMLL. Assim, a carteira deste ETF é composta pelas ações de companhias Small Caps (baixa capitalização) que integram o índice citado.

Por fim, o IVVB11 é o ETF que replica o desempenho do índice americano S&P500, sendo este composto pelas 500 maiores empresas, em termos de valor de mercado, dos EUA.

Engana-se, porém, quem acredita que os ETFs são poucos comuns, dada a pouca quantidade destes no Brasil. Como argumento contrário a esta falácia, cabe citar que nos EUA, por exemplo, os ETFs representam aproximadamente 1/3 de todo volume de suas bolsas.

Quanto rende um ETF?

O gráfico abaixo apresenta o desempenho dos três ETFs citados acima desde maio de 2014:

Pelo gráfico, vemos que o BOVA11 obteve uma valorização de aproximadamente 125% no período citado. Já o SMAL11, ultrapassou este primeiro e valorizou 131%. Por fim, o IVVB11 obteve uma performance de mais de 479% até o momento.

Vale ressaltar que, pelo fato de refletir o desempenho de ações americanas, o IVVB11 também contabiliza os efeitos do câmbio ao se transferir os preços de Dólar para Real.

Por fim, cabe ressaltar que é necessário que o investidor entenda a fundo os ETFs antes de adquiri-los, sabendo avaliar quais os ativos o compõe, quais parâmetros influenciam suas performances e quais são seus riscos. O auxílio de profissionais e especialistas também pode se tornar fundamental antes de se realizar os investimentos.

Além disso, vale ressaltar que, apesar do ETFs serem boas opções de investimento, a escolha e montagem de carteira diretamente em ações pode trazer ainda mais ganhos no longo prazo.

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Resultados

Desde abril de 2017, o portfólio pessoal do Tiago Prux já valorizou mais de 328% contra 90% do Ibovespa, 79% do S&P 500 e 23% do CDI no mesmo período!

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Ações ‘baratas’: saiba identificar barganhas na Bolsa de Valores

É possível pagar R$ 0,50 por uma nota de R$ 1,00? Saiba como identificar uma barganha na Bolsa de Valores e comprar ações ‘baratas’.

Benjamin Graham

Pai da filosofia de Investimentos em Valor (ou Value Investing), Benjamin Graham é considerado o mentor do maior investidor de todos os tempos, Warren Buffet. Graham ficou famoso pela frase: “comprar uma nota de US$ 1 com uma moeda de US$ 0,50”.

Graham acreditava que é preciso sempre investir com uma margem de segurança. Isso quer dizer que, como o mercado financeiro muitas vezes gera distorções entre preço e “valor justo” de uma ação, existem sempre oportunidades para comprar ações “baratas”. E para Benjamin Graham, o importante não é só comprar ações baratas, mas também comprar ações dentro de uma margem de segurança, com desconto significativo em relação ao seu valor intrínseco. Dessa forma, não só é mais fácil gerar grandes retornos, como também é possível minimizar os riscos de variação nos preços das ações.

Como identificar ações baratas

Uma das formas mais comuns de se ver se uma ação está “barata” é observar o seu P/VPA, ou seja, o preço por ação dividido pelo valor patrimonial por ação. Esse indicador mostra quanto os investidores estão pagando por cada real dos ativos residuais da empresa.

Vamos supor que a empresa ABCD esteja cotada na Bolsa a R$ 10,00, e que o seu valor patrimonial por ação também seja de R$ 10. Nesse caso, o nosso P/VPA seria de 1,00 (10/10), ou seja, as ações da empresa ABCD estariam sendo negociadas exatamente com o valor do seu patrimônio. Na verdade, isso não é comum, porque as ações, em sua maioria, são negociadas com uma expectativa de crescimento. Dessa forma, é normal que os P/VPAs de grande parte das ações estejam com valores superiores a R$ 1,00.

Porém, como sabemos, o mercado não é perfeito e em muitos casos (especialmente em tempos de baixa) mesmo ações de boas empresas podem cair e serem negociadas até abaixo do seu valor patrimonial. Ou seja, elas valem na Bolsa menos que seu próprio patrimônio. Sim, esse tipo de distorção é mais comum do que se imagina.

Ranking P/VPA

Realizamos um estudo com ações listadas na B3 para identificar as mais baratas em relação ao seu valor patrimonial. Porém, é importante ressaltar que o índice deve ser analisado em conjunto com outros indicadores e não é garantia de ativo subavaliado. Valores muito elevados podem significar oportunidade de crescimento, com incremento do patrimônio através de lucros e aumento do denominador.

Separamos algumas empresas que operam próximo ou abaixo do seu P/VPA:

EMPRESA CÓDIGO P/VPA
D1000 Varejo Farma DMVF3 0,56
Iochpe-Maxion MYPK3 0,58
Banrisul BRSR6  0,59
Josapar JOPA3  0,69
Tecnisa  TCSA3  0,71

Conheça as empresas citadas na lista

D1000 Varejo Farma (DMVF3): P/VPA 0,56

Integrante do Grupo Profarma (que também tem ações na bolsa), a D1000 é uma rede de drogarias formada pelas aquisições das bandeiras Drogasmil, Farmalife, Drogarias Tamoio e Drogaria Rosário. A empresa conta com cerca de 200 lojas no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Tocantins.

O recente IPO da D1000 captou pouco mais de R$ 460 milhões visando estratégia de crescimento, amortização de dívidas e capital de giro. Um dos grandes objetivos da companhia é ganhar espaço de mercado. A empresa também conta com uma estratégia bem interessante de expansão das marcas próprias, com seus produtos representando mais de 6% do autosserviço da rede.

Um dos maiores desafios da D1000 é superar a desconfiança do mercado com sua controladora, a Profarma, que nunca conseguiu efetivamente entregar os bons resultados esperados pelos investidores, e mostrar que são negócios diferentes. Outra questão é um possível conflito de interesses, uma vez que  a D1000 é uma grande cliente da própria Profarma.

Resumidamente, é um modelo de negócio que tem suas complexidades, mas que pode valer a pena para quem acreditar nessa recuperação.

Iochpe-Maxion (MYPK3): P/VPA 0,58

A Iochpe-Maxion é a maior produtora de rodas do mundo e um dos principais produtores de componentes estruturais nas Américas. Com mais de 100 anos de existência, conta com 31 plantas industriais, localizadas em 14 países, reunindo, aproximadamente, 15 mil funcionários.

A companhia é muito forte no exterior em função de se recuperar mais rapidamente. Como ponto negativo, há um menor crescimento na Ásia em função da crise.

Banrisul (BRSR6): P/VPA 0,59

Com mais de 90 anos de história, o Banrisul é o maior banco do Rio Grande do Sul, com participação de mercado de 48,41% no estado. 

Por lei e contratos, o Banrisul é responsável pela cobrança de impostos, transferência de fundos do Estado e a administração das folhas de pagamento dos servidores públicos estaduais, aposentados e fornecedores. Além disso, fornece serviços para entidades do governo estadual e para a maioria dos governos municipais do RS.

A empresa ainda possui muitos pontos para ajusta. Sua via de crescimento deve ser por meio da expansão dos canais de atendimento, modernização e melhoria de eficiência. Uma privatização do banco, no entanto, é muito difícil no momento.

Josapar (JOPA3): P/VPA 0,69

Há 10 anos no mercado, a Josapar é uma micro cap com valor de mercado de R$ 386 milhões. É conhecida, principalmente, pelas marcas Tio João (arroz), Meu Biju (arroz e feijão), Supremo (adubos e fertilizantes especiais), além da Supra Soy (produtos a base de soja), exportando seus produtos para mais de 40 países. Assim, está entre as 100 maiores empresa de agronegócio do Brasil, com receita de mais de R$ 1,5 bi em 12 meses.

A Josapar tem uma liquidez baixa na bolsa de valores e vale a pena ficar de olho, principalmente quem gosta de se adiantar e, aos poucos, comprar um ativo que não é tão comentado. A tendência é que, futuramente, a empresa possa melhorar em termos de governança e também em termos de liquidez das suas ações, em um processo que foi semelhante ao que foi visto com Irani Celulose e Dimed, por exemplo.

Tecnisa (TCSA3): P/VPA 0,71

Registrando prejuízo desde 2016, a Tecnisa passa por um período de reestruturação. Ela é uma das maiores incorporadoras de empreendimentos residenciais do Brasil, com 43 anos de mercado. Cresceu muito a partir de 2007, diversificando territorialmente. O crescimento, porém, não ocorreu de maneira rentável.

A partir de 2015, a Tecnisa optou por priorizar parcerias financeiras, permanecendo-se responsável pelos processos de incorporação, construção e venda, além de focar atuação na região Metropolitana de São Paulo, sempre com foco na manutenção da sua rentabilidade.

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Nossos resultados

Confira, nas imagens abaixo, exemplos de algumas das nossas diversas carteiras recomendadas do produto Invista em Ações.

Na primeira, trazemos a rentabilidade da nossa Carteira Recomendada de Ações visando o Crescimento, portfólio de longo prazo que tem o objetivo de garimpar oportunidades nas melhores empresas do Brasil e do mundo com forte potencial de rentabilização. Ela valorizou, desde agosto de 2017, mais de 141%, contra 68% do Ibovespa e 50% do Dow Jones, no mesmo período!

Desde abril de 2018, a Carteira de Ações focada em Dividendos já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 106%! No gráfico abaixo, comparamos a valorização da carteira da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período:

Já nossa Carteira Recomendada de empresas Internacionais já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. Superando, no mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana.

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Stock Picking: você sabe como colocar em prática essa estratégia?

Há diversas formas de ganhar dinheiro na bolsa, podendo ser mais fácil quando há uma linha de raciocínio consciente. Falando nisso, você sabe o que é stock picking?

Ao contrário da gestão passiva, que visa acompanhar um determinado benchmark, o stock picking tem a característica de ser voltado para uma gestão ativa, a fim de obter resultados mais atrativos em relação aos indexadores do mercado.

Neste artigo, você entenderá melhor os princípios dessa estratégia, bem como as melhores dicas para aplicá-la na prática. Acompanhe a leitura e confira!

O que é stock picking?

Basicamente, investir em ações por meio de uma estratégia stock picking é selecionar papéis que podem superar a média do mercado, medida pelos mais variados índices.

A intenção é procurar, de forma individual, boas empresas com grande potencial de valorização e que estejam com preços considerados “descontados”.

Essa é uma tática avançada de investimentos que requer muito estudo e um acompanhamento apurado de cenários, a fim de aproveitar as melhores oportunidades.

Com disciplina e tempo para identificar as empresas de maior solidez no mercado, a tendência é que você consiga minimizar os riscos e fazer bons aportes.

Quais são os principais princípios do stock picking?

Toda linha de raciocínio de stock picking é baseada em focar no que há de melhor, mas dentro das condições ideais de preço, visando uma boa valorização do papel.

O princípio é obter ganho de capital com o negócio, portanto, comprar por uma ação como se fosse um carrinho de brinquedo e vender como se fosse uma Ferrari.

Parte do pressuposto também de verificar até onde a ação pode subir, para montar a estratégia de venda no momento exato e, com isso, obter o melhor lucro possível.

As estratégias utilizadas podem até variar conforme o seu perfil, mas uma coisa é certa: você precisa saber sobre análises fundamentalistas, técnicas e de valuation.

Será mesmo que vale a pena?

Talvez o maior dilema seja pensar se compensa investir individualmente nas companhias ou optar por uma gestão passiva, buscando ETFs ou mesmo fundos de ações.

Pois bem, desde que você tenha tempo, paciência, disciplina e comprometimento com os estudos sobre o mercado financeiro, pode-se montar uma carteira promissora.

No entanto, não podemos achar que só a nossa estratégia está certa, até porque lidamos também com investidores que têm mais recursos e experiência de mercado.

Em eventos considerados “cisnes negros”, como a pandemia que vivemos, toda estratégia é colocada à prova e pode ser que as técnicas tenham que ser repensadas.

Como adotar essa estratégia na prática?

Para adotar a estratégia de stock picking na prática, visando superar os principais indexadores, você precisa obedecer a alguns fatores para minimizar as falhas.

Tendo isso em vista, preparamos abaixo algumas dicas especiais para que compreenda melhor as possibilidades da bolsa e o que é necessário para negociar melhor.

Acompanhe o que acontece na economia 

Se você é uma pessoa que não liga muito para acompanhar as notícias nos telejornais ou mesmo na internet, melhor rever seus conceitos, pois isso pode fazer a diferença.

Ter um olhar atento ao ambiente macroeconômico e o desempenho do mercado de ações é uma tremenda vantagem, a fim de entender o porquê de algumas oscilações.

Leia bastante sobre a taxa de juros nacional, a taxa de câmbio, o PIB, os índices de desemprego, o nível de competitividade entre empresas nacionais e globais etc.

Além disso, acompanhar os desdobramentos políticos é algo que favorece as suas estratégias, especialmente quando há leis, decretos e projetos de grande destaque.

Estude sobre fundamentos qualitativos e quantitativos

Tornar-se sócio de uma companhia é entender como ela ganha dinheiro, ou seja, você deve esmiuçar os valores atrelados às receitas, ao endividamento e aos lucros.

Acompanhar os resultados das empresas no trimestre será quase como um mantra, uma vez que é possível comparar períodos e perceber se há uma oportunidade.

Para avaliar o potencial de crescimento, você deve observar como é o setor em que a empresa atua, identificando se ela é líder e quais são as suas estratégias competitivas.

Faça comparações entre empresas do mesmo setor, leia os fatos relevantes e entenda que cada índice fundamentalista não faz sentido sozinho, mas sim visto em conjunto.

Saiba comparar valor e preço

Assim como o famoso investidor Warren Buffett faz, estudar o valuation das empresas é algo de suma importância para visualizar oportunidades que outros não estão vendo.

Na prática, você deve verificar se o preço de uma ação hoje corresponde ao respectivo perfil de saúde financeira da empresa, projetando as verdadeiras barganhas da bolsa.

O valor de mercado de uma companhia diante dos acionistas pode ser observado não só pelo fluxo de caixa descontado, mas múltiplos como P/L, P/VPA, EV/Ebitda etc.

Ver o grau de endividamento de uma empresa também é útil, pois pode representar tanto a intenção de expandir o negócio quanto o surgimento de crises financeiras.

Monte uma carteira diversificada

Desenvolver uma carteira de ações é como montar um time de futebol, isto é, você não pode só escalar jogadores ofensivos, pois a defesa ficará muito exposta.

Sendo assim, a melhor tática para “ganhar o jogo” é equilibrar as posições e escolher o que é melhor dentro do conjunto da obra, visando o resultado positivo no final.

Independentemente se você optar por 10 ou 40 ações na carteira, saiba diversificar as alocações em empresas que podem proporcionar bons resultados a longo prazo.

Inclusive, dentro do segmento é possível diversificar ainda mais, ou seja, no setor de energia, por exemplo, pode-se optar por ações de geração, transmissão e distribuição.

Foque seus aportes no longo prazo

Por mais que os seus amigos traders mostrem gráficos atrativos e digam que ganham rios de dinheiro, ponha os pés no chão e veja o longo prazo como uma boa tática.

Empresas sólidas, com bons índices de governança corporativa e lucros expressivos não necessariamente serão tão voláteis, portanto, a valorização vem aos poucos.

Focar em gestões qualificadas, que prezam pela transparência e contam com inovações para prosperar ainda mais, faz com que você não seja pego de surpresa.

Quanto mais posições acionárias de boas empresas obtiver, maiores as chances de alcançar bons ganhos de capital e, talvez, receber proventos periódicos.

Um exemplo de oportunidade surgida foi a Tenda (TEND3), que hoje é uma das principais construtoras do país focada em empreendimentos econômicos como os do programa Minha Casa Minha Vida. Já acompanhávamos a empresa desde 2007, época em que ela enfrentou problemas. Após esse período, ela conseguiu se reestruturar e voltou para a bolsa de valores em 2017, com seu valor de mercado um pouco acima do que ela possuía em caixa. Isso proporcionava uma boa margem de segurança para a entrada no ativo. De lá para cá, as ações da empresa já valorizaram mais de 400%.

Por fim, perceba que o stock picking pode ser uma boa estratégia por inúmeros fatores, mas cabe a você identificar se terá tempo e paciência para estudar tudo isso com o real afinco que deve empregar.

Invista em Ações

Se você tem o objetivo de investir em ações na bolsa de valores sob a estratégia e o foco no longo prazo, seja visando a rentabilidade ou o recebimento de dividendos, o produto perfeito para você é o INVISTA EM AÇÕES.

Com ele, você conta com análises e recomendações para identificar boas empresas, aproveitar o potencial de valorização de seus ativos e acumular patrimônio utilizando a passagem do tempo a seu favor. É o auxílio que você precisa para construir e diversificar seu portfólio, investindo nas melhores companhias do Brasil e do Mundo.

O Invista em Ações traz as análises e recomendações de boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais

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Confira, nas imagens abaixo, exemplos de algumas das nossas diversas carteiras recomendadas do produto Invista em Ações.

Na primeira, trazemos a rentabilidade da nossa Carteira Recomendada de Ações visando o Crescimento, portfólio de longo prazo que tem o objetivo de garimpar oportunidades nas melhores empresas do Brasil e do mundo com forte potencial de rentabilização. Ela valorizou, desde agosto de 2017, mais de 141%, contra 68% do Ibovespa e 50% do Dow Jones, no mesmo período!

Desde abril de 2018, a Carteira de Ações focada em Dividendos já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 106%! No gráfico abaixo, comparamos a valorização da carteira da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período:

Já nossa Carteira Recomendada de empresas Internacionais já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. Superando, no mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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O que é e como funciona o mercado futuro?

Você provavelmente já conhece o mercado à vista da bolsa de valores. Ele é popular tanto entre investidores quanto entre aqueles que não investem no mercado financeiro. Afinal, quem nunca escutou alguma notícia sobre cotação de ações ou sobre o índice Ibovespa, não é mesmo?

O que muitas pessoas não sabem é que as oportunidades da renda variável não se resumem às negociações realizadas no mercado à vista. O mercado futuro é outro ambiente repleto de possibilidades para investidores e especuladores.

Conhecer mais detalhadamente o que é e como funciona o mercado futuro pode lhe trazer inúmeras oportunidades. Então, continue a leitura deste post e saiba mais sobre o assunto!

O que é o mercado futuro?

O principal aspecto relacionado ao mercado futuro está justamente indicado em seu nome. Ele permite realizar operações visando uma data no futuro. Esta é a característica mais importante que o diferencia do mercado à vista — onde a compra e venda de ativos é fechada no mesmo momento.

Considerando tal particularidade, é importante saber também que o mercado futuro não envolve a negociação direta de ativos, mas sim de derivativos. Isto é, contratos que estão atrelados a um ativo, mas que se orientam por uma data futura.

O mercado futuro é um ambiente onde se negociam, principalmente, contratos de índice (como o Ibovespa), de dólar e de commodities (milho, café, boi gordo etc.). Inclusive, o surgimento deste ambiente se deu na produção rural.

Os produtores sempre investiram muito dinheiro em suas plantações e viviam a insegurança de não saber qual seria o preço do produto quando a colheita chegasse. Então, costumavam fechar negócios com um determinado preço futuro.

Assim, poderiam se proteger da insegurança. Quando a data chegasse, eles teriam lucro se o preço combinado fosse maior do que o valor normal. O prejuízo, em caso de preços mais baixos, era compensado pela venda do restante da produção.

Apesar de se atualizar e sofrer modificações ao longo do tempo, um dos objetivos do mercado futuro hoje é justamente permitir o hedge (proteção) a investidores, além de oferecer oportunidades para aqueles que desejam especular. Falaremos mais sobre o assunto adiante.

Como ele se diferencia do mercado à vista?

Embora tenha sido criado como mecanismo de proteção do produtor rural e envolvesse tradicionalmente a entrega física das sacas de produtos, atualmente o mercado futuro não diz respeito apenas à compra ou venda do ativo físico.

Apesar de haver a possibilidade de liquidação física, os ganhos ou prejuízos neste ambiente são realizados, normalmente, apenas em operações financeiras. Com isso, tem-se a maior diferença em relação ao mercado à vista: ao invés de ativos, os investidores operam contratos – e as oscilações no preço de cada um deles.

E, como não há compra de ativos, existe outra particularidade importante: no mercado futuro, não é preciso ter todo o dinheiro da operação. Você arca apenas com as oscilações — pagando a diferença em caso de prejuízo e recebendo o crédito em caso de lucro.

Os contratos futuros negociados no mercado são acordos que envolvem duas pessoas em relação ao preço de um ativo em determinada data. Em cada contrato está especificado o prazo e a quantidade de ativos – além de possíveis garantias, formas de liquidação, etc.

Há duas formas de realizar as operações no mercado futuro. Esperar a data de vencimento para realizar lucros ou prejuízos é a escolha geralmente utilizada por quem tem objetivos de proteção da carteira.

A outra possibilidade é especular. Ou seja, passar os contratos adiante, realizando compras e vendas que lhe pareçam vantajosas, a depender da variação de preços. Como as cotações dependem da lei de oferta e procura, há muito espaço para a especulação.

Quais as principais características do mercado futuro?

Você acabou de entender o que é o mercado futuro e quais são as diferenças mais importantes em relação ao mercado tradicional ou à vista. 

Agora, confira algumas informações importantes sobre este ambiente – essenciais para quem deseja operar com contratos futuros:

Como funcionam os contratos

Há dois tipos de contratos no mercado futuro: os comuns (ou cheios) e os mini contratos. Como o nome sugere, os primeiros são maiores e envolvem uma quantia mais alta de dinheiro, enquanto o segundo tipo é mais acessível financeiramente.

Os contratos comuns têm um lote padrão. Logo, não são acessíveis a investidores e especuladores de menor capital. Por isso, foram criados os mini contratos – a fim de dinamizar o mercado.

Os mini contratos podem ser negociados representando uma parcela bem menor do lote padrão de contratos comuns. Mas as possibilidades são limitadas, pois só existem mini contratos de índice e de dólar na bolsa brasileira.

Como acontece a alavancagem

O mercado futuro é alavancado – e esse é um dos principais atrativos do ambiente para especuladores. Como não é preciso pagar pelo valor do contrato – sendo necessária apenas uma margem de garantia, o especulador opera alavancado.

Ou seja, é possível negociar com valores mais altos do que aqueles que você possui em caixa. A possibilidade de alavancagem depende das regras de cada instituição financeira e envolve, como já expliquei, a disponibilização de uma margem de garantia — normalmente oferecida sob forma de dinheiro, títulos de renda fixa ou ações.

Vale destacar, no entanto, que segue sendo necessário que o especulador arque com o pagamento dos ajustes diários, quando houver – a partir das oscilações de preço ao longo do tempo. Entenda mais sobre estes ajustes no próximo tópico.

Como são realizados lucros e prejuízos

No mercado à vista, você realiza seu lucro ou prejuízo quando se desfaz de ações ou das cotas de fundos imobiliários, por exemplo. Mas como isso acontece no mercado futuro? Nesse caso, existe o chamado ajuste diário.

Diariamente o seu lucro ou prejuízo é calculado pela bolsa e você tem o valor creditado ou debitado da sua conta. Por isso, quem opera com contratos futuros precisa deixar dinheiro em caixa para pagamento de eventuais perdas.

Os ajustes diários acontecerão frequentemente até que sua posição no contrato seja encerrada. Eles representam resultados parciais da operação. Então, o lucro (ou a perda) obtido ao final da operação será a soma de todos os ajustes realizados a cada dia. 

Quando optar pelo mercado futuro?

Agora que você já conhece as principais características do mercado futuro pode estar se perguntando quando vale a pena fazer operações neste ambiente. Na prática, esta resposta depende dos seus objetivos em relação à renda variável.

De maneira geral, vale a pena realizar operações no mercado futuro para diversificar portfólio, proteger sua carteira (hedge) ou buscar por melhores rentabilidades no curto prazo. Para este último objetivo, é importante ressaltar a alta liquidez do mercado futuro – que eleva as possibilidades para quem deseja especular.

Como operar no mercado futuro?

Como você viu, a negociação de contratos e mini contratos futuros trazem muitas possibilidades aos investidores e especuladores – tanto na proteção da carteira quanto na especulação. E operar no mercado futuro não é complicado, desde que você entenda seu funcionamento.

As operações são feitas por meio do home broker ou plataforma de trade. Basta utilizar os tickers próprios de derivativos do mercado futuro — o código depende de cada grupo negociado (índices, dólar, commodities etc.).

Na hora de pesquisar os tickers e realizar o fechamento de contratos é muito importante ficar atento aos códigos que representam o mês e o ano, já que se trata de negociações feitas em uma data futura. Você pode saber mais sobre eles clicando aqui.

Além disso, você deve se informar sobre a margem de garantia e as condições de alavancagem apresentadas pela instituição financeira que utiliza. Com essas informações, é possível começar a operar no mercado futuro.

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Nossos resultados

Confira nas imagens abaixo as rentabilidades de algumas das nossas modalidades de operações em mercado futuro (índice, dólar e commodities) em diferentes prazos e períodos:

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
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Position Trade, Swing Trade, Day Trade e Scalping. Qual a diferença?

Position Trade, Swing Trade, Day Trade

Muitos investidores têm interesse em fazer operações na Bolsa de Valores com foco em especulação de curto prazo. Por isso, hoje falaremos a respeito dos principais tipos de operações que podemos realizar: Position Trade, Swing Trade, Day Trade e Scalping. Confira suas características e diferenças:

Position Trade

  • Operação de médio/longo prazo – pode durar entre uma semana até seis meses (em média);
  • Geralmente realizada por meio de um gráfico semanal, busca observar se o ativo tem histórico nesse período de tempo;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada no início e/ou fechamento da semana;
  • Operação indicada para traders que possuem menos tempo para acompanhar o mercado;
  • A nossa estratégia de Position Trade é chamada de Rastreador de Tendências.

Swing Trade

  • Operação de curto prazo – pode durar de um dia até um mês (em média);
  • Na análise gráfica, a montagem da operação e estratégia é realizada no gráfico diário;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada no início e/ou fechamento do dia;
  • Operação indicada para traders que podem acompanhar o mercado diariamente.

Day Trade

  • Operações que iniciam e encerram no mesmo dia;
  • Na análise gráfica, a montagem da operação e estratégia é realizada nos gráficos de 5 e 15 minutos;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada durante o pregão;
  • Operação indicada para traders que podem acompanhar o mercado durante todo o pregão.

Scalping

  • Operações que iniciam e encerram no mesmo dia;
  • Na análise gráfica, a montagem da operação e estratégia é realizada nos gráficos de 1 e 2 minutos;
  • A montagem da operação e estratégia é realizada durante o pregão;
  • Operação indicada para traders que podem acompanhar o mercado durante todo o pregão. Normalmente, nesse tipo de operação, é utilizada a estratégia de tape reading.

Quer aprender mais?

Confira o vídeo do nosso analista Danillo Fratta: Position Trade, Swing Trade, Day Trade e Scalping. Qual a diferença?

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Receba de forma clara e objetiva recomendações de compra e venda de ativos, que serão acompanhadas pelo nosso time de analistas. Se está a procura por recomendações que utilizam estratégias sólidas, minimizando riscos e maximizando seus ganhos, esse é o produto recomendado para você. Seja você um trader iniciante ou com experiência.

Acesse agora as mais diferentes recomendações

Day Trade e Swing Trade em Ações

Rastreador de Tendências (estratégia exclusiva)

Índice Futuro e Dólar

Opções

Long & Short

Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

Criptoativos

Nossos resultados

Confira a rentabilidade acumulada das operações recomendadas da Capitalizo em Day Tradee, Swing Trade e Rastreador de Tendências:

Day Trade em Índice Futuro:

-Total acumulado (soma de pontos) desde Julho/2017:  + 181.480 pontos

-Percentual de recomendações com ganho desde Julho/2017: 58,50%

Entenda como funciona a estratégia de Day trade em Índice Futuro

 

Day Trade em Dólar

-Total acumulado (soma de pontos) desde Julho/2017:  + 4.671 pontos

-Percentual de recomendações com ganho desde Julho/2017: 60,08%

Entenda como funciona a estratégia de Day trade em Dólar Futuro

 

Day Trade em Ações

-Total acumulado (soma percentual) desde Outubro/2017:  + 777,75%

-Percentual de recomendações com ganho desde Outubro/2017: 59,64%

Entenda como funciona a estratégia de Day trade em Ações

 

Swing Trade (Ações)

-Ganho total acumulado desde Junho/2017: + 325,86%

-Percentual de recomendações com ganho desde Junho/2017: 56,32%

Entenda como funciona a estratégia Swing Trade

 

Rastreador de Tendências em Ações

-Ganho total acumulado desde Julho/2017: + 1.727,47%

-Percentual de recomendações com ganho desde Julho/2017: 77,63%

Entenda como funciona a estratégia do Rastreador de Tendências

 

Importante: O Produto Invista em Ações (recomendações de Longo Prazo) está incluso no Full Trader.

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Aprenda a aplicar o seu dinheiro e formar uma reserva de emergência

Um dos grandes pilares da educação financeira é saber poupar dinheiro, sendo que manter uma reserva de emergência pode quebrar um enorme galho a curto prazo.

Ter o hábito de guardar parte do seu salário é algo que pode modificar a forma como lida com o dinheiro, de modo que consiga se planejar melhor, conquistar objetivos e se prevenir de problemas repentinos.

A seguir, veja o que deve levar em consideração ao estruturar sua reserva de emergência, bem como os ativos ideais para isso. Acompanhe a leitura e confira!

Em quais circunstâncias vale ter uma reserva de emergência?

Em uma analogia simples, a reserva de emergência pode ser entendida como uma espécie de seguro de carro, ou seja, você paga esperando não precisar usar tão cedo.

Investir de forma coerente é se precaver quanto aos imprevistos, de modo que tenha recursos para suprir situações que poderiam ser desesperadoras em outros contextos. 

O fator desemprego, por exemplo, é uma das circunstâncias que carecem da reserva de emergência, tendo em vista a dificuldade de se recolocar no mercado de trabalho.

Passar por episódios de doença na família também é algo que devemos nos preocupar, até mesmo se for necessária a compra de medicamentos de forma periódica.

Além disso, esse colchão de liquidez pode servir para cobrir despesas com mantimentos, dívidas inesperadas, reformas e manutenções, entre outros aspectos.

Quais são os fatores que devem ser levados em consideração?

Todavia, para que consiga escolher ativos que correspondam a sua necessidade de compor uma reserva de emergência, existem fatores que você deve ficar de olho.

Para que filtre melhor as suas opções, trouxemos abaixo algumas das informações mais relevantes na hora de poupar dinheiro para uma reserva e se preservar dos problemas.

Liquidez

O primeiro ponto é a liquidez dos investimentos, ou seja, em quanto tempo é possível transformar esse ativo em dinheiro, a fim de ter recursos disponíveis de forma rápida.

Tendo isso em vista, o ideal é focar em ativos de alta liquidez, especialmente aqueles com liquidação diária, pois podem ser resgatados a qualquer momento que precisar.

Com isso, você pode se programar melhor e retirar o valor investido sem ter que esperar muitos dias, o que pode fazer a diferença conforme a emergência em si.

Existem ativos que dispõe de prazos até 90 ou 180 dias também, que embora a liquidez não seja imediata, confere um prazo relativamente compreensível. 

Risco de Crédito 

Você deve levar em conta a questão do risco de crédito, que diz respeito à capacidade da instituição emissora honrar a dívida ou não com seus investidores. 

Por mais que títulos de renda fixa como CDB, RDB, LCI e LCA tenham a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), confira quem emitiu o ativo antes de investir.

Isto é, dê preferência aos bancos de renome no mercado, pois isso minimiza a possibilidade de a instituição ter problemas para honrar a dívida negociada contigo.

Mesmo que os bancos pequenos ofereçam taxas atrativas de retorno, mantenha os pés no chão e avalie bem os riscos inerentes à operação, diversificando se achar melhor.

Imposto de Renda e Taxas

Não poderíamos deixar de citar o tão famoso imposto de renda, pois é um dos pontos-chave na vida de qualquer investidor e que precisa ser apurado direitinho.

No caso de títulos públicos, títulos privados e fundos de investimento referenciados em DI/Selic, a cobrança de IR segue a tabela regressiva, ou seja: 

  • 22,5% para resgates até 180 dias;
  • 20% para resgates entre 181 dias a 360 dias;
  • 17,5% para resgates entre 361 a 720 dias;
  • 15% para resgates ocorridos depois de 720 dias.

Já no caso dos LCIs e LCAs, os investidores contam com a isenção de imposto de renda, porém há uma carência mínima de resgate de 90 dias.

Além disso, os títulos públicos são tarifados em 0,25% ao ano pela B3 e os fundos DI têm taxas administrativas que variam conforme as especificações do fundo.

Quais são as alternativas de aplicações financeiras no mercado?

A partir dos fatores mencionados nos tópicos anteriores, fica muito mais simples filtrar os investimentos que fazem mais sentido a sua jornada de poupar dinheiro.

Sendo assim, preparamos algumas dicas de classes de ativos de renda fixa que podem ser úteis em sua reserva de emergência e, ainda, ajudar na diversificação de carteira.

Tesouro Selic

Os títulos públicos são os primeiros investimentos que as pessoas costumam conhecer, sendo uma importante opção para montar uma reserva de emergência.

Por emprestar o seu dinheiro para o governo, esse tipo de investimento é considerado como “risk free”, afinal, a possibilidade de tomar “calote” do país é bem pequena.

O Tesouro Selic é um investimento de liquidez D+1, cuja taxa de retorno está atrelada à taxa básica de juros do país + um percentual de rentabilidade anual definido.

CDBs

No caso dos Certificados de Depósito Bancário, você emprestará seu dinheiro para a instituição de sua escolha, a fim de cobrir os recursos dos serviços bancários.

Por mais que haja diversas opções de CDBs por aí, dê a preferência àqueles que pagam, pelo menos, 100% do CDI e sejam emitidos por grandes bancos.

Com esse tipo de título a liquidez é imediata (D+0), sendo relevante para seu fluxo de caixa financeiro pessoal, de modo que consiga honrar contas de curto prazo. 

LCI e LCA

Já as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio são alternativas interessantes, mesmo que a liquidez não seja tão alta assim como os CDBs e títulos públicos.

O ideal é buscar letras de crédito que disponham de uma carência de 90 dias pelo menos, servindo de complemento aos investimentos de altíssima liquidez.

Filtre por ativos que tenham percentuais de retorno acima de 90%, lembrando sempre que eles não exigem cobrança de IR, o que representa uma grande vantagem.

Fundos de Renda Fixa

Os fundos de investimento também são uma excelente alternativa para você compor a sua reserva de emergência, principalmente aqueles referenciados em DI/Selic.

Esses tipos de aplicações contam com liquidez imediata e, normalmente, a taxa de administração costuma ser mais baixa do que os outros tipos de fundo.

Além disso, pensando em perfis conservadores, boa parte dos fundos DI apresentam riscos de baixo ou médio porte, o que proporciona maior segurança.

Podemos concluir que a reserva de emergência pode ser composta por classes de ativos diferentes de acordo com a liquidez, o risco de crédito e as taxas, sendo interessante mesclar dois ou mais ativos para diversificar a carteira.

Abaixo, você confere a rentabilidade das Carteiras Diversificadas da Capitalizo para diferentes perfis, desde outubro de 2017. Uma porcentagem de cada uma é composta por ativos de reserva de emergência. Compare o desempenho de cada frente ao CDI no mesmo período.

Nossas Recomendações

Se você quer saber do que essas carteiras acima são compostas e deseja ter a melhor experiência com recomendações e análises de todas as modalidades de investimentos (Renda Fixa, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários e Renda Variável), então está mais do que na hora de se cadastrar no nosso produto Capitalizo Completo.

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– As análises e recomendações de ativos para operações de curto e médio prazos: Day Trade, Swing Trade, e Position Trade em Ações, além de Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro.
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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Nova Carteira Recomendada na Capitalizo!

Quem já é cliente da Capitalizo já recebe muitas estratégias, carteiras e recomendações que podem ir desde a Renda Fixa, passando pelos Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários, ações, criptoativos e muito mais.

E temos mais uma novidade!

Agora, você pode seguir diretamente a carteira pessoal do próprio Tiago Prux, montada pelos analistas da Capitalizo.

A CARTEIRA TIAGO PRUX busca reunir as modalidades e ativos em uma composição que possa potencializar à rentabilidade com o passar do tempo. O objetivo da carteira é superar o Ibovespa e o Dow Jones no longo prazo.

E será que vale a pena acompanhar o portfólio do diretor da Capitalizo?

Resultados

A rentabilidade da Carteira Tiago Prux foi de mais do que 323% desde abril de 2017. No mesmo período, o Ibovespa, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, subiu cerca 83%, enquanto o S&P 500 (um dos principais indicadores do mercado financeiro norte-americano) teve alta de somente 72,6%.

Então, o que está esperando para ir em busca de uma rentabilidade como essa para a sua própria carteira de investimentos?

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Com ele, além da Carteira Tiago Prux, você recebe análises e recomendações de:

 Renda Fixa
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 Carteiras de ações para longo prazo: crescimento, dividendos, internacionais, small caps, top recomendadas e buy and hold raíz
 Operações de curto prazo: day trade e swing trade com ações, Rastreador de Tendências (estratégia exclusiva), opções, long & short, termo e aluguel de ações, boi gordo e milho futuro, índice futuro e Dólar
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