Aprenda a aplicar o seu dinheiro e formar uma reserva de emergência

Um dos grandes pilares da educação financeira é saber poupar dinheiro, sendo que manter uma reserva de emergência pode quebrar um enorme galho a curto prazo.

Ter o hábito de guardar parte do seu salário é algo que pode modificar a forma como lida com o dinheiro, de modo que consiga se planejar melhor, conquistar objetivos e se prevenir de problemas repentinos.

A seguir, veja o que deve levar em consideração ao estruturar sua reserva de emergência, bem como os ativos ideais para isso. Acompanhe a leitura e confira!

Em quais circunstâncias vale ter uma reserva de emergência?

Em uma analogia simples, a reserva de emergência pode ser entendida como uma espécie de seguro de carro, ou seja, você paga esperando não precisar usar tão cedo.

Investir de forma coerente é se precaver quanto aos imprevistos, de modo que tenha recursos para suprir situações que poderiam ser desesperadoras em outros contextos. 

O fator desemprego, por exemplo, é uma das circunstâncias que carecem da reserva de emergência, tendo em vista a dificuldade de se recolocar no mercado de trabalho.

Passar por episódios de doença na família também é algo que devemos nos preocupar, até mesmo se for necessária a compra de medicamentos de forma periódica.

Além disso, esse colchão de liquidez pode servir para cobrir despesas com mantimentos, dívidas inesperadas, reformas e manutenções, entre outros aspectos.

Quais são os fatores que devem ser levados em consideração?

Todavia, para que consiga escolher ativos que correspondam a sua necessidade de compor uma reserva de emergência, existem fatores que você deve ficar de olho.

Para que filtre melhor as suas opções, trouxemos abaixo algumas das informações mais relevantes na hora de poupar dinheiro para uma reserva e se preservar dos problemas.

Liquidez

O primeiro ponto é a liquidez dos investimentos, ou seja, em quanto tempo é possível transformar esse ativo em dinheiro, a fim de ter recursos disponíveis de forma rápida.

Tendo isso em vista, o ideal é focar em ativos de alta liquidez, especialmente aqueles com liquidação diária, pois podem ser resgatados a qualquer momento que precisar.

Com isso, você pode se programar melhor e retirar o valor investido sem ter que esperar muitos dias, o que pode fazer a diferença conforme a emergência em si.

Existem ativos que dispõe de prazos até 90 ou 180 dias também, que embora a liquidez não seja imediata, confere um prazo relativamente compreensível. 

Risco de Crédito 

Você deve levar em conta a questão do risco de crédito, que diz respeito à capacidade da instituição emissora honrar a dívida ou não com seus investidores. 

Por mais que títulos de renda fixa como CDB, RDB, LCI e LCA tenham a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), confira quem emitiu o ativo antes de investir.

Isto é, dê preferência aos bancos de renome no mercado, pois isso minimiza a possibilidade de a instituição ter problemas para honrar a dívida negociada contigo.

Mesmo que os bancos pequenos ofereçam taxas atrativas de retorno, mantenha os pés no chão e avalie bem os riscos inerentes à operação, diversificando se achar melhor.

Imposto de Renda e Taxas

Não poderíamos deixar de citar o tão famoso imposto de renda, pois é um dos pontos-chave na vida de qualquer investidor e que precisa ser apurado direitinho.

No caso de títulos públicos, títulos privados e fundos de investimento referenciados em DI/Selic, a cobrança de IR segue a tabela regressiva, ou seja: 

  • 22,5% para resgates até 180 dias;
  • 20% para resgates entre 181 dias a 360 dias;
  • 17,5% para resgates entre 361 a 720 dias;
  • 15% para resgates ocorridos depois de 720 dias.

Já no caso dos LCIs e LCAs, os investidores contam com a isenção de imposto de renda, porém há uma carência mínima de resgate de 90 dias.

Além disso, os títulos públicos são tarifados em 0,25% ao ano pela B3 e os fundos DI têm taxas administrativas que variam conforme as especificações do fundo.

Quais são as alternativas de aplicações financeiras no mercado?

A partir dos fatores mencionados nos tópicos anteriores, fica muito mais simples filtrar os investimentos que fazem mais sentido a sua jornada de poupar dinheiro.

Sendo assim, preparamos algumas dicas de classes de ativos de renda fixa que podem ser úteis em sua reserva de emergência e, ainda, ajudar na diversificação de carteira.

Tesouro Selic

Os títulos públicos são os primeiros investimentos que as pessoas costumam conhecer, sendo uma importante opção para montar uma reserva de emergência.

Por emprestar o seu dinheiro para o governo, esse tipo de investimento é considerado como “risk free”, afinal, a possibilidade de tomar “calote” do país é bem pequena.

O Tesouro Selic é um investimento de liquidez D+1, cuja taxa de retorno está atrelada à taxa básica de juros do país + um percentual de rentabilidade anual definido.

CDBs

No caso dos Certificados de Depósito Bancário, você emprestará seu dinheiro para a instituição de sua escolha, a fim de cobrir os recursos dos serviços bancários.

Por mais que haja diversas opções de CDBs por aí, dê a preferência àqueles que pagam, pelo menos, 100% do CDI e sejam emitidos por grandes bancos.

Com esse tipo de título a liquidez é imediata (D+0), sendo relevante para seu fluxo de caixa financeiro pessoal, de modo que consiga honrar contas de curto prazo. 

LCI e LCA

Já as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio são alternativas interessantes, mesmo que a liquidez não seja tão alta assim como os CDBs e títulos públicos.

O ideal é buscar letras de crédito que disponham de uma carência de 90 dias pelo menos, servindo de complemento aos investimentos de altíssima liquidez.

Filtre por ativos que tenham percentuais de retorno acima de 90%, lembrando sempre que eles não exigem cobrança de IR, o que representa uma grande vantagem.

Fundos de Renda Fixa

Os fundos de investimento também são uma excelente alternativa para você compor a sua reserva de emergência, principalmente aqueles referenciados em DI/Selic.

Esses tipos de aplicações contam com liquidez imediata e, normalmente, a taxa de administração costuma ser mais baixa do que os outros tipos de fundo.

Além disso, pensando em perfis conservadores, boa parte dos fundos DI apresentam riscos de baixo ou médio porte, o que proporciona maior segurança.

Podemos concluir que a reserva de emergência pode ser composta por classes de ativos diferentes de acordo com a liquidez, o risco de crédito e as taxas, sendo interessante mesclar dois ou mais ativos para diversificar a carteira.

Abaixo, você confere a rentabilidade das Carteiras Diversificadas da Capitalizo para diferentes perfis, desde outubro de 2017. Uma porcentagem de cada uma é composta por ativos de reserva de emergência. Compare o desempenho de cada frente ao CDI no mesmo período.

Nossas Recomendações

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Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Nova Carteira Recomendada na Capitalizo!

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E temos mais uma novidade!

Agora, você pode seguir diretamente a carteira pessoal do próprio Tiago Prux, montada pelos analistas da Capitalizo.

A CARTEIRA TIAGO PRUX busca reunir as modalidades e ativos em uma composição que possa potencializar à rentabilidade com o passar do tempo. O objetivo da carteira é superar o Ibovespa e o Dow Jones no longo prazo.

E será que vale a pena acompanhar o portfólio do diretor da Capitalizo?

Resultados

A rentabilidade da Carteira Tiago Prux foi de mais do que 323% desde abril de 2017. No mesmo período, o Ibovespa, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, subiu cerca 83%, enquanto o S&P 500 (um dos principais indicadores do mercado financeiro norte-americano) teve alta de somente 72,6%.

Então, o que está esperando para ir em busca de uma rentabilidade como essa para a sua própria carteira de investimentos?

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Day trade de Ações vale a pena? Confira 5 dicas práticas para operar agora!

Em meio ao aumento de CPFs cadastrados na bolsa, a modalidade de operações de day trade na bolsa de valores vêm ficando cada vez mais popular, principalmente no mercado de futuros (mini índice e mini dólar). Porém, por ser um mercado extremamente alavancado e complexo, muitas pessoas acabam sofrendo um grande prejuízo antes mesmo de entender, de fato, como gerar lucros consistentemente.

Com essa premissa, muitos demonizam o day trade e tratam logo como “cassino”, quando na verdade é uma profissão que deve ser levada a sério, até por que ninguém se torna um médico ou um piloto de avião da noite pro dia. Ela requer muito estudo, experiência e o principal: o auxílio de profissionais.

Essas operações chamam atenção por conseguirem gerar lucros de forma extremamente rápida, mas é aqui onde mora o perigo. Para começar com o pé direito no day trade, o iniciante precisa tomar alguns cuidados, começando por entender como funciona esse tipo de operação, que nada mais é do que comprar e vender um ativo dentro do mesmo pregão. 

Por conta da popularização da bolsa que ocorreu nesses últimos anos no Brasil, o day trade em contratos futuros se tornou muito acessível. Algumas corretoras chegam a oferecer margem para operar 1 contrato de mini índice com apenas 25 reais na conta.

O problema é que esse mini contrato vale cerca de R$ 22.000,00, ou seja, você está extremamente alavancado e participando do mercado que um trader com 10 anos de experiência está negociando.

É como entrar numa corrida de 100 metros rasos com uma mochila de 40kg nas costas, você já começa na desvantagem!

Por isso, o day trade com ações pode ser mais interessante para quem está começando, pois o mercado acionário é naturalmente mais calmo que o de futuros por não envolver alavancagem, além de ter mais ativos para operar.

Então, separamos 5 dicas para você começar de forma sólida nessas operações e gerar seus primeiros resultados nas ações! Vamos a elas agora:

  • Tenha uma Rotina

Disciplina é a chave para gerar ganhos consistentes no day trade, pois como é um tipo de operação em que tudo pode mudar em questão de segundos, você precisa estar preparado.

Então, uma rotina de operações é uma prática muito importante e você precisa leva-la a sério. Como sua profissão! Logo, Tarefas como essas devem ser diárias:

  • Avaliar o fechamento dos mercados internacionais do dia anterior;
  • Acompanhar as posições dos grandes fundos para saber quais ativos ficar de olho;
  • Estar por dentro dos eventos e notícias mundiais;
  • Manter o registro de suas operações para avaliar seu desempenho;
  • Simular dias de pregão para treinar reconhecimento de padrões.

Além disso, o day trade é uma atividade extremamente cansativa para a mente. Logo, é importante também que você pratique alguma atividade física para manter o equilíbrio e, consequentemente, o foco necessário para operar.

  • Siga uma Estratégia

É muito comum que o iniciante mude de estratégia toda semana. É como um ciclo vicioso: ele define um método, começa a operá-lo e assim que algo não anda conforme ele quer, descarta tudo e recomeça do zero. Isso é um erro muito grave, pois a bolsa de valores é um mercado variável, ou seja, as perdas controladas fazem parte da profissão e você, de uma forma ou de outra, precisa aprender a conviver com elas. 

Todo esse sofrimento pode ser evitado buscando acompanhamento profissional, pois uma pessoa capacitada já passou por esses problemas no começo e sabe muito bem como contorná-los. Ou seja, você vai acabar ganhando muito tempo e ainda por cima não vai sofrer os prejuízos que uma pessoa sem acompanhamento geralmente sofre.

Aqui na Capitalizo temos um programa que te ajuda a definir uma estratégia e te acompanha pregão a pregão, buscando sempre o resultado do cliente através de estratégias bem fundamentadas. Então, conheça o projeto Full Trader, que no ano conturbado que foi 2020 conseguiu entregar excelentes resultados para seus assinantes, basta ver os números no final do post!

Por fim, um manejo de risco bem ajustado é indispensável na vida de um day trader. Um iniciante precisa aprender a trabalhar com relações de risco retorno favoráveis, sempre ter metas de lucro maiores que os prejuízos máximos para o dia. Dessa forma ele já começa com as probabilidades ao seu favor. 

  • Diversifique sua Carteira

Diversificar não é apenas para o investidor de longo prazo, muito pelo contrário, essa é uma prática que tem como objetivo diluir os riscos de sofrer um grande prejuízo de uma só vez.

Quando você começa a gerar os primeiros lucros, é fácil se sentir muito confiante e acabar perdendo boa parte dos ganhos que levaram algumas semanas para construir. Então, é importante se proteger dessa eventual soberba diversificando seus lucros.

Para isso, você precisa alocar uma parte dos seus ganhos em outras aplicações para conseguir, aos poucos, construir seu patrimônio. Então, à medida que seu capital for crescendo, separe um pedaço para diversificar, isso vai ajudar a lidar com a incerteza do mercado e ao mesmo tempo criar confiança para que você opere com mais tranquilidade.

  • Entenda todos os Custos envolvidos

O day trade por si só é uma operação que envolve mais custos por você estar abrindo muitas ordens no mesmo dia, então é necessário ficar de olho no custo de corretagem da sua corretora para que ele não consuma todos os seus ganhos.

Existem corretoras que oferecem planos de corretagem com plataforma para operar, inclusive algumas chegam a oferecer corretagem grátis para ações. Por isso, é importante ficar de olho em ofertas de planos mais em conta para você que quer operar day trade com ações.

  • Adquira Conhecimento e Experiência profissional

Aprender tudo sozinho não é impossível, porém buscar ajudar de um profissional pode te economizar rios de dinheiro. Então, já que o capital é o fôlego do trader, é importante preservá-lo ao máximo durante o período de aprendizado.

O caminho mais rápido, e fácil, para alcançar esse objetivo sem sofrer grandes prejuízos é procurar ajuda profissional. Para isso, a Capitalizo possui um produto de análises e recomendações e também de acompanhamento, o Full Trader, onde o foco é exclusivo no resultado e no desenvolvimento do cliente.

O Full Trader é um produto completo para curto, médio e longo prazos na bolsa. Ele conta com um time de analistas que monitoram o mercado e fazem recomendações em tempo real.

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Um pouco dos resultados das Operações de Day Trade com Ações do produto Full Trader:

Resultados em 2021

  • Total acumulado (soma percentual) em 2021:  + 124,81%
  • Percentual de recomendações com ganho em 2021: 51,24%

Resultados em 2020

  • Total acumulado (soma percentual) em 2020:  + 286,77%
  • Percentual de recomendações com ganho em 2020: 60,79%

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações;
  • Contato direto com nossa equipe via WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Fundos de ações: como escolher os melhores?

Montar uma carteira de investimentos eficiente é um desafio. Um dos fatores que torna o processo bastante complexo é a quantidade de alternativas que estão disponíveis para o investidor. Nem sempre é simples saber escolher as melhores.

Na renda variável, por exemplo, existe uma diversidade de escolhas entre ativos e derivativos. Além de poder aportar diretamente nas ações, também é possível investir por meio dos fundos de ações.

Abaixo segue o gráfico de rentabilidade do Fundo Dynamo, um dos fundos de ações que acompanhamos e é um dos mais tradicionais do mercado:

Em 2020, mesmo com o Ibovespa registrando alta de somente 2,92%, o Dynamo subiu 26,14%. No longo prazo a diferença é ainda maior. Desde sua criação, em 1996, o Dynamo sobe incríveis 36.046%, enquanto o Ibovespa 2.413%.

Mas, afinal, como encontrar os mais interessantes, assim como o Dynamo? Saiba que ter dúvida sobre o assunto é muito comum. Neste post, você terá ajuda para aprender a escolher os melhores fundos de ações para o seu portfólio. Acompanhe nossas dicas!

O que são fundos de ações?

Vale a pena começar retomando brevemente o que são os fundos de ações e algumas diferenças dentro do mesmo grupo. Como o nome indica, trata-se de fundos que mantêm o foco no mercado de ações.

Isso significa que a maior parte do portfólio do fundo deve estar alocada nos papéis negociados na bolsa de valores brasileira. Em alguns casos, os fundos também apresentam uma parcela do patrimônio ligado a ativos estrangeiros.

Como em todo fundo, os investidores adquirem cotas dessa modalidade de investimento e se submetem às decisões de um gestor profissional. A equipe de gestão ou administração é a responsável por fazer as escolhas em relação aos investimentos que compõem o portfólio do fundo de ações.

Ou seja, os cotistas não têm papel decisório acerca das ações que serão compradas ou vendidas – e nem mesmo da estratégia seguida pelo gestor. A entrada no fundo se dá exatamente para usufruir da experiência e dos conhecimentos de uma gestão profissional – além, é claro, de outros benefícios que este veículo de investimento oferece.

Então, o seu trabalho é escolher o melhor fundo para seu perfil e objetivos e continuar acompanhando as decisões da gestão para avaliar se são condizentes com o que você deseja na bolsa. Afinal, os seus lucros dependem do bom andamento das operações feitas pelo fundo.

Para quem os fundos de ações são adequados?

Por serem representantes de investimentos da renda variável, conhecida pelo risco e volatilidade maior, os fundos de ações são adequados para investidores que tenham maior abertura ao risco. Ou seja, conservadores provavelmente não têm perfil para eles.

De modo geral, os investidores moderados e arrojados são aqueles que encontram oportunidades adequadas para seu perfil entre os fundos de ações. Nesse sentido, vale a pena falar sobre uma diferença fundamental: os fundos de gestão passiva e os de gestão ativa.

Os fundos de gestão passiva costumam ser menos complexos, com poucas mudanças no portfólio porque visam acompanhar um indicador. Já os de gestão ativa têm perfil mais arrojado, pois o gestor realiza diversas operações no mercado – a fim de buscar uma rentabilidade maior.

Assim, os fundos de ações com gestão ativa talvez não sejam adequados para investidores moderados, que ainda não desejam se expor aos riscos de trades ou de derivativos, por exemplo. Mas isso depende das suas decisões para a carteira, ok?

Como permitem uma diversificação e contam com gestão profissional, os investidores com menor abertura ao risco podem também considerar interessante a ideia de fazer aportes menores em fundos de ações para iniciar uma exposição controlada aos riscos da bolsa.

Antes de decidir se os fundos são apropriados para você, entretanto, avalie seu perfil de investidor e os seus objetivos. Além disso, não deixe de conhecer e ponderar os riscos.

Como escolher os melhores fundos de ações?

Avaliando as informações trazidas até aqui, deve ficar mais fácil para você decidir se deve ou não aportar em fundos de ações, certo? Então, uma vez que tenha decidido fazer o investimento, como escolher os melhores fundos?

É importante se fazer esse questionamento. Pois, na realidade, existem diversos fundos de ações disponíveis e é necessário saber avaliar as principais opções no mercado – que podem ser bastante distintas entre si. 

Portanto, é preciso ficar atento a alguns critérios de escolha. Veja quais são:

Avaliar o prospecto do fundo

Um fundo de investimentos, seja de ações ou de outros tipos, sempre precisa apresentar suas informações básicas por meio de um prospecto. É a partir dele que os investidores conseguem conhecer a gestão e obter dados fundamentais para tomar sua decisão.

Um elemento central é o objetivo do fundo. No prospecto há uma apresentação das estratégias e objetivos do fundo — que pode ser, por exemplo, acompanhar um índice, focar em determinado setor ou superar a rentabilidade de um indicador, por exemplo.

Além disso, também é indispensável conhecer as políticas de investimento e as regras aos quais os cotistas precisam se submeter. Procure saber também dos prazos para solicitar resgate, o aporte mínimo, entre outras informações importantes.

Analisar os resultados históricos

Observar o histórico de um fundo é uma das atitudes mais importantes na hora de escolher os melhores fundos de ações. Mas fique consciente do fato de que a rentabilidade passada não garante ganhos futuros, certo?

O objetivo de avaliar os resultados históricos é saber como o fundo vem entregando resultados para os cotistas. Também é possível conferir a ação do gestor em diferentes momentos da economia — por exemplo, em períodos de baixa na bolsa.

Não caia no erro de avaliar apenas os últimos meses ou até o último ano. É sempre indicado acompanhar períodos maiores. De preferência, desde a criação do fundo – para ser capaz de perceber intervalos bons e ruins. 

Quer saber mais? Confira nosso ranking de fundos de ações.

Conhecer os custos

Mais um elemento que deve ser observado é o custo de investir em determinado fundo. Como apresentam gestão profissional, os fundos de ações cobram taxas para quem deseja investir. A principal é a taxa de administração.

Eles também podem ter outras cobranças, como taxas de performance quando os resultados batem seu benchmark – ou índice de referência. Os valores cobrados variam de acordo com cada fundo, então, você deve considerá-los na hora de escolher.

Lembre-se de que o intuito não deve ser de encontrar as taxas mais baratas. É preciso avaliar o custo-benefício. Reflita se o que é cobrado reflete a qualidade da gestão do fundo e os resultados que ele entrega.

Contar com análise profissional

Saber como escolher os melhores fundos de ações para investir não pareceu uma tarefa simples para você? De fato, ela não é. Encontrar boas opções para aportes demanda tempo, conhecimento e uma boa capacidade de análise para ter condições de identificar as opções mais interessantes.

Por isso, a última dica é contar com uma análise profissional. Existem analistas especializados em fundos de ações, que facilitam todo o processo de avaliação para você – entregando todas as informações que você precisa conhecer para a tomada de decisão.

E é isso que você tem pronto no nosso produto Top Fundos!

Com o TOP FUNDOS ele você conta com atualizações mensais de até quatro carteiras de investimentos, além de semanalmente receber as principais análises e recomendações dos melhores fundos de investimentos do mercado. O Top Fundos conta com uma seleção de carteiras dos melhores fundos de investimentos do mercado, dentre eles uma voltada exclusivamente para fundos de investimentos em ações!

Esta Carteira de Fundos de Ações é composta por fundos com diferentes estratégias, prazos de resgates e que priorizam o retorno no longo prazo. Seu objetivo é, no mínimo, superar o Ibovespa e o Dow Jones com o passar do tempo. Ela inclui fundos de ações (BDR’s e Internacionais), fundos de ações e dividendos, fundos de small e mid caps e fundos de fundos.

Rentabilidade da Capitalizo

Desde outubro de 2017, nossa Carteira Recomendada de Fundos de Investimentos em Ações já rendeu mais de 117%. Assim, ela foge da curva e se torna uma das carteiras mais rentáveis do Brasil, senão a mais rentável. No mesmo período, por exemplo, o desempenho do Ibovespa, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, foi de cerca de 56%. Já o Dow Jones, um dos principais índices do mercado de capitais norte-americano foi de pouco mais de 41%. A nossa carteira, portanto, atinge, nesse momento, mais do que o dobro do IBOV e supera de longe o DIJA.

Conte você também com essa e muitas outras carteiras vencedoras!

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Mini índice: como operar e ganhar dinheiro na bolsa?

Embora o número de investidores na bolsa de valores tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos, o Brasil ainda tem uma parcela muito pequena da população ganhando dinheiro com a renda variável. Especialmente quando comparamos com outros países, como os Estados Unidos.

Um dos motivos para isso pode estar relacionado com o mito de que a bolsa de valores não é acessível, seja para investidores ou especuladores – o que não é verdade. É sim possível realizar investimentos e operações de especulação com pouco capital. E uma das formas de se fazer isso é aprendendo como operar mini índice.

Quer entender melhor sobre o que são e como operar este tipo de derivativo no mercado – e impulsionar seus ganhos na bolsa de valores? Então me acompanhe nesta leitura!

O que são mini contratos?

Antes de falar do mini índice, é preciso contextualizar em que ambiente ele é negociado na bolsa de valores. Ele faz parte do chamado mercado futuro, que se diferencia do mercado à vista (onde se operam ações e cotas de fundos imobiliários, por exemplo).

No mercado à vista, as operações de compra e venda de ativos, envolvendo duas partes, são efetivadas no momento presente. Assim, mesmo que haja um prazo para liquidação destas operações, o negócio entre as partes envolvidas é iniciado e concluído ao mesmo tempo.

Já no mercado futuro são negociados derivativos — contratos que derivam de outros ativos, cujos valores variam durante um determinado período, visando a liquidação (física ou apenas financeira) em uma data futura. 

Para especular com contratos cheios no mercado futuro, é comum que seja necessário dispor de uma alta quantia financeira. E foi justamente visando tornar este ambiente mais acessível a pequenos investidores que surgiram, em 2001, os mini contratos. 

Eles são variações dos contratos cheios, permitindo que sejam fomentados acordos de compra e venda entre as partes envolvidas a partir de um menor capital – ou margem de garantia – dos especuladores. 

O que é contrato mini índice?

Depois de entender um pouco sobre o mercado futuro e sobre contratos cheios e mini contratos, é hora de saber mais detalhes do mini índice. Trata-se de um mini contrato que visa negociar movimentos do Índice Ibovespa (IBOV) considerando datas futuras.

Este é, portanto, um derivativo que está ligado ao principal índice da bolsa de valores — que acompanha as cotações dos papéis de empresas mais negociadas no mercado brasileiro. Assim, quem opera com mini índice realiza negociações envolvendo a projeção de pontuação futura do IBOV.

Isso significa que o investidor ou especulador está operando movido pela sua expectativa de que o índice suba ou desça – alcançando um determinado patamar – até a data estabelecida no contrato. O objetivo é lucrar com estas movimentações do índice no curto prazo.

O mini índice pode ser identificado no home broker pelo ticker que se inicia com a sigla WIN. Além disso, há uma letra que representa o mês de vencimento do contrato no futuro — e o ano correspondente a ele.

Os meses são identificados pelas seguintes letras, com vencimento de 2 em 2 meses:

Mês Código
Fevereiro G
Abril J
Junho M
Agosto Q
Outubro V
Dezembro Z

Como o mini índice funciona?

Como você já sabe, a pontuação futura do Índice Ibovespa pode ser negociada tanto por contratos cheios quanto por contratos de mini índice, certo? 

O diferencial entre eles é que os últimos são mais acessíveis a pequenos especuladores – tanto em relação ao montante disponível para operação quanto aos custos envolvidos. Agora, é o momento de entender como o mini índice funciona na prática.

Operando mini índice na prática

Você certamente já ouviu falar sobre a pontuação do índice Ibovespa. Por exemplo, quando se diz que o Ibovespa fechou em alta ou queda – em um patamar específico de pontuação. 

Isso ocorre porque o IBOV oscila ao longo do tempo e as oscilações são representadas por pontos.  E quem opera com mini índice terá ganhos ou prejuízos com estas variações.

A variação do mini índice é de R$ 0,20 para cada ponto de variação do IBOV – seja de lucro ou prejuízo. E a movimentação mínima ocorre de 5 em 5 pontos. Então, o especulador calcula seus ganhos – ou perdas – multiplicando o valor pela quantidade de pontos e pela quantidade de contratos. 

Para entender o funcionamento do mini índice na prática, imagine uma situação na qual um especulador negociou mini índice quando o IBOV estava a 75 mil pontos. Se a expectativa do investidor era de avanço no índice até a data de vencimento do contrato e o mesmo, de fato, subir – por exemplo, para 80 mil pontos, haverá ganhos.

Mas é importante estar atento para a possibilidade de o mercado não se comportar como o esperado. O mercado futuro apresenta alta volatilidade e, portanto, pode causar prejuízos aos especuladores.

Vale destacar também uma particularidade de se especular em mini índice: neste caso, não é necessário realizar a compra ou venda de ativos. É estabelecida uma margem de garantia para a operação e você tem a oportunidade de ganhar com as oscilações no preço. 

Também é possível contar com a alavancagem em suas operações – fazendo uso de mais dinheiro do que se tem em caixa para negociar mini índices e potencializar eventuais lucros.

Como operar mini índice?

Se você tem interesse em negociar contratos de mini índice é preciso, em primeiro lugar, aprender como o mercado funciona e como o derivativo costuma se comportar. E uma das questões mais importantes a se observar, neste caso, é a alta liquidez destes contratos.

A liquidez do mercado futuro é um dos motivos pelos quais especuladores optam pelas operações em mini índice. Afinal, o movimento do mercado é grande e a negociação de altos volumes por dia facilita a tarefa de encontrar compradores e vendedores dos mini contratos.

De maneira geral, o funcionamento do mini índice é bastante simples – fazendo com que se torne fácil aprender a operá-lo. Para fazer suas operações, basta identificar o ticker do contrato que você deseja (tenha atenção com a data de vencimento) e negociar de forma rápida pelo home broker.

No mini índice, é possível escolher entre esperar a data de vencimento do contrato e realizar a compra ou venda combinada ou realizar especulação neste período. A especulação se dá vendendo seu contrato antes do vencimento.

Além da especulação, o mini índice pode ser utilizado também como estratégia de proteção (hedge). Por exemplo, em uma situação de possível queda no IBOV no futuro você pode utilizar os mini contratos para proteger sua carteira de investimentos em ações – reduzindo os riscos.

Quando vale a pena operar mini índice?

Por fazer parte de um ambiente especulativo, o mini índice é mais adequado para investidores de perfil agressivo, que desejem se expor a riscos maiores em busca de rentabilidade no curto prazo. Afinal, a bolsa passa por oscilações frequentes – especialmente em períodos mais curtos, e o especulador está exposto a elas.

Operar mini contratos também pode fazer bastante sentido para investidores que desejam seguir uma estratégia de proteção para seu portfólio de ações.

Mas vale reforçar que, seja para especulação ou hedge, para saber se – e quando – o mercado futuro é adequado para você é essencial conhecê-lo antes de fazer suas operações. E, claro, avaliar seus objetivos dentro da bolsa antes negociar o derivativo.

Além disso, contar com apoio de uma equipe especializada para lhe trazer as melhores recomendações – e oportunidades – para fazer suas operações pode fazer grande diferença nos seus ganhos. Por isso, produtos como o Full Trader, da Capitalizo, podem ser decisivos para o seu sucesso na bolsa de valores.

Quer auxílio para operar nessas modalidades? Então conheça o Full Trader, o produto mais completo do mercado para recomendações de ativos na Bolsa de Valores. 

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Além das recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via app, Telegram e Painel do Trader, adquirindo o Full Trader, você também tem acesso ao produto Invista em Ações, focado em análises e recomendações de ações para longo prazo na bolsa de valores. Com ele, você conta com seis tipos de Carteiras de Investimento, cada uma focada em um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raiz e Ações Internacionais.

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Resultados das operações de Day Trade com Índice Futuro

  • Desde 2017

Total acumulado: + 150.880 pontos

Percentual de recomendações com ganhos: 58,91%

  • Últimos 12 meses:

Total acumulado: + 56.550 pontos

Operações com ganho: 57,33%

Se você deseja impulsionar suas possibilidades de ganhar dinheiro na renda variável – seja como scalper trader ou não, conheça agora mesmo todos os produtos que a Capitalizo pode lhe oferecer. E, em caso de dúvidas sobre o melhor produto para você, entre em contato conosco!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Milho Futuro: Saiba como operar

Milho Futuro

Hoje veremos como funciona e como é possível operar o contrato de Milho Futuro

O contrato de Milho Futuro

O milho é usado pela indústria para produzir diversos produtos como o óleo vegetal, o farelo, a farinha, o fubá e o creme para o setor alimentício.

Como a produção de milho no Brasil conta com diferentes locais de cultivo, a produção garante a oferta em boa parte do ano. No entanto, grande parte das negociações acontece nos períodos de safra e entressafra.

O contrato foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para a gestão do risco de oscilação de preço, sendo utilizado pelos participantes do mercado, como o produtor, a indústria, tradings, entre outros.

Características

Código de negociação: CCM

Tamanho do contrato: 450 sacas de 60kg líquidos

Cotação: R$ por saca

Volume do contrato: última cotação x 450

Variação mínima: R$0,01

Meses de vencimento: janeiro, março, maio, julho, agosto, setembro e novembro

Códigos meses de vencimento: janeiro (F), março (H), maio (K), julho (N), agosto (Q), setembro (U) e novembro (X)

Dia de vencimento: dia 15 do mês de vencimento. Caso não haja sessão de negociação, a data de vencimento será a próxima sessão de negociação

Tipos de Operações

Apesar da boa liquidez, não utilizamos os contratos de Milho em recomendações Day Trade. O mais comum é recomendarmos operações nesse tipo de contrato em recomendações Swing Trade – tanto na “ponta comprada” quanto na “ponta vendida”.

Além disso, é possível operar contratos de milho usando apenas uma margem de garantia. Dessa forma, o investidor com perfil mais agressivo pode operar de forma alavancada.

Vale a pena comentar também que, como o contrato tem vencimento e o preço desse vencimento é o mercado físico de Milho, é possível perceber que a volatilidade é menor do que no mercado de ações, por exemplo.

Abaixo segue uma das recomendações em milho futuro (CCMK21), enviada aos nossos clientes, além de outra de boi gordo (BGIK21). Confira como essas operações aparecem na plataforma dos nossos cliente e veja alguns dos nossos resultados nesta modalidade.

Quando enviamos uma operação, você visualiza o tipo (compra ou venda), o código para buscar no seu home broker, a data de início e o preço de entrada da operação, a eventual redução de posição e seu preço, o stop, o preço de saída, além da cotação atual do ativo e seu percentual de ganho.

A operação em (Boi Gordo BGIK21) está com rentabilidade atual de 1,78%. Já a de Milho Futuro (CCMK21) valoriza, até agora, 6,15%. Ambas estão em andamento.

Vale lembrar que as recomendações de Milho são enviadas pelo nosso APP, Telegram e Painel do Trader. Todos os pontos são passados e monitorados e você precisa apenas colocar as ordens na sua corretora. Conte com a Capitalizo para fazer suas operações em Milho Futuro.

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações Day Trade;
  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Analistas Responsáveis

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

 

Como definir stop loss e stop gain de uma ação? Descubra!

Especular com ações ou derivativos demanda muito tempo e análise. Afinal, ter exposição direta às oscilações da bolsa requer um nível de concentração e manejo de risco para fazer operações mais seguras. Por isso, é essencial se basear em uma estratégia.

Felizmente, existem algumas ferramentas e recursos que ajudam o especulador a definir estratégias e operar com mais controle. Alguns deles são o stop loss e o stop gain — que servem como mecanismos para automatizar algumas atividades.

Certamente, vale a pena conhecê-los e avaliar se podem ser úteis na sua rotina como trader. Continue a leitura para saber mais e aprender como definir o stop!

O que é o stop loss?

O stop loss tem um objetivo central: limitar as perdas na especulação. Todo trader deve saber que está se expondo a perdas — e que um prejuízo não representa o fim de sua prática. Na verdade, a busca não deve ser por evitar qualquer perda.

Ou seja, é preciso reconhecer que em alguns momentos o mercado se comporta de maneira diferente do previsto. Assim, podem acontecer prejuízos eventuais. Mas se, no geral, seus resultados são bons, o lucro total compensa as perdas.

Ter a relação entre lucro e perda em mente é importante para algo essencial: o controle das emoções. Muitos especuladores iniciantes perdem dinheiro tentando compensar prejuízos pequenos. Eles se mantêm em operações desvantajosas esperando uma retomada que não vem.

Nesse sentido, é fundamental saber realizar prejuízos e evitar perdas ainda maiores. E o stop loss pode ajudar nesta tarefa. Ele representa uma automação de venda – ou de compra – quando suas ações chegam a um patamar de perda limítrofe.

Isto é, a partir de um preço você não tem mais interesse em continuar na posição. Suponha que comprou ações a R$ 50,00 buscando a alta nos preços, e está disposto a insistir na operação apenas até o patamar de R$ 49,00. Para não precisar acompanhar o mercado constantemente, é possível definir um stop.

O stop loss fará com que seus papéis, neste caso, sejam vendidos automaticamente quando eles alcançarem o patamar de preço definido – até o qual você está disposto a perder. Assim, você evita prejuízos ainda maiores. 

O que é o stop gain?

Agora você já entendeu como funciona o stop loss. O stop gain tem lógica semelhante, mas oposta. Ele serve para vender – ou comprar – as ações quando elas chegam ao preço que você definiu como o lucro desejado.

Em outras palavras, o stop gain pode limitar seus ganhos. Suponha que em suas ações compradas a R$ 50,00 você analisou o mercado e pretende sair com lucro de R$ 5,00 em cada ativo. Assim, pode ativar o stop para vendê-las quando estiverem a R$ 55,00.

Ele é útil para realizar o seu lucro, mesmo se você não estiver online para fazer isso de forma manual quando o mercado subir. Desse modo, o stop gain também é um recurso para aumentar a segurança no trade.

Afinal, neste exemplo, depois de chegar aos R$ 55,00 desejados, os papéis podem cair novamente, certo? Os movimentos da bolsa são dinâmicos e não acontecem de forma linear. Então, o especulador corre o risco de perder bons ganhos e encontrar números menores quando voltar a operar – e o stop gain evita esta situação.

Para que servem os mecanismos de stop?

Como você viu, o principal intuito de cadastrar stop — tanto o loss quanto o gain — é permitir maior controle na operação de trade. É claro que não é possível controlar totalmente as negociações na renda variável. Os riscos sempre são inerentes à especulação. 

Contudo, diversas estratégias podem servir como manejo para reduzi-los. Por exemplo, basear suas escolhas em uma análise técnica de qualidade diminui muito a possibilidade de cometer equívocos e ter prejuízos.

E utilizar os recursos e ferramentas disponíveis para investidores também ajuda a se organizar melhor e mitigar ainda mais os riscos. Daí a importância dos mecanismos de stop, especialmente para especuladores que não acompanham o mercado durante todo o pregão.

Tenha em mente que muitos traders conciliam as operações na bolsa com outras atividades (profissionais ou pessoais). Por isso, pode ficar mais difícil aproveitar as oportunidades que surgem, realizando seu lucro ou reduzindo prejuízos no momento ideal.

Como eles funcionam?

O stop loss e o stop gain funcionam como ordens de venda automatizadas. Em ambos os casos, a ordem é feita por um valor abaixo – ou acima – do patamar do mercado atual, a depender do tipo de operação (se compra ou venda). Tudo é definido pelo especulador.

A partir da análise feita do mercado e das tendências que você perceber, é possível delimitar qual é o valor limite de perda ou de ganho para sair da operação. Depois, basta definir cada stop e deixar que as negociações sejam feitas de forma automática, caso o mercado alcance os preços.

Não se esqueça de que o uso do stop deve ser pensado dentro da sua estratégia. Isso significa que eles podem dar resultados positivos ou mesmo atrapalhar as operações, dependendo da forma como foram definidos.

No trade, é indispensável ter consciência sobre as decisões tomadas. Definir um stop loss ou stop gain sem o devido cuidado pode fazer com que você não alcance os resultados que deseja ao especular. Então, tenha cautela.

Como definir o stop loss e o stop gain?

Dentro de uma estratégia bem fundamentada e acompanhada, os mecanismos de stop podem fazer muita diferença na rotina do trader. Então, vale a pena saber como definir stop gain e stop loss nas suas operações.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que as formas de definição deles depende de cada plataforma utilizada para especulação. Confira o passo a passo na instituição financeira que você utiliza para ter acesso à bolsa de valores.

Apesar das diferenças que podem existir entre as etapas, a definição do stop na venda de ações segue uma lógica básica. No caso do stop gain, em geral, basta definir um patamar para o preço desejado na plataforma que utiliza para suas operações.

Esta operação só será executada se o mercado alcançar o patamar estabelecido. Já o stop loss funciona de maneira diferente. Ele é definido com a realização de uma ordem de disparo

Assim, a venda ou a compra só acontecerá se o mercado ultrapassar o valor estabelecido para executar a operação. Do contrário, os ativos continuam na sua posse até que você realize a compra ou venda manualmente.

E então, gostou de conhecer o stop gain e o stop loss? Você considera que eles podem ser úteis na sua estratégia de operação na bolsa? Lembre-se de avaliar as possibilidades com atenção e de ter cuidado ao definir cada um deles corretamente!

Quer ser um trader e um investidor bem sucedido? Conheça o Full Trader, o produto mais completo da Capitalizo para quem deseja investir em ações!

Com ele, você tem acesso ao pregão ao vivo com a venda e compra de ativos em tempo real para suas operações de Day Trade. Além disso, receba relatórios e análises para investimentos de buy&hold, swing trade, position trade, rastreador de tendências (técnica exclusiva), e muito mais.

Comodidade de nossas recomendações

Quando nossos clientes recebem uma operação recomendada de Swing Trade, ela já vem com o preço de entrada, preço de saída, alvo e stop, além de redução de posição quando for o caso. Como no exemplo abaixo:

Como você recebe as operações:

E nossos resultados?

Confira o histórico dos resultados acumulados da estratégia (somente operações encerradas):

  • 2017: +69,23%
  • 2018: +9,29%
  • 2019: +37,29%
  • 2020: +62,97%

  • 12 meses: + 63,39%
  • Total acumulado desde 2017: + 314,89%
  • Taxa de acerto total: 56,05%

Importante lembrar ainda que, mantendo nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

Acesse agora e comece a impulsionar de vez seus investimentos.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
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Análise Dividend Yield em Fundos Imobiliários

Sabemos que uma das mais benéficas características dos FIIs é sua distribuição de rendimentos em periodicidade mensal. E, quando falamos sobre um rendimento recebido mensalmente pelos investidores, o mais desejado é que esta quantia seja a mais alta possível. Antes, porém, devemos analisar de onde se origina esses dividendos.

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

De forma geral, os FIIs são obrigados a distribuir, no mínimo, 95% de seus lucros sob forma de rendimentos a seus cotistas. Esse montante, então, é dividido pelo número total de cotas do fundo, gerando o rendimento equivalente a cada cota, que será distribuído aos cotistas de acordo com a quantidade de cotas que os mesmos possuem.

No entanto, avaliar o valor bruto dos dividendos por cota distribuídos pode causar algumas distorções, uma vez que FIIs com valores mais altos de cotas tendem a apresentar valores também mais altos de seus rendimentos. A seguir mostraremos alguns exemplos destas distorções.

Exemplos

A tabela abaixo apresenta os dados de valores das cotas e rendimentos, sendo estes a soma dos dividendos distribuídos nos últimos doze meses.

FUNDO IMOBILIÁRIO COTA EM 06/11/2020 RENDIMENTOS (12 MESES)
PQDP11 R$ 2.995,03 R$ 167,70 / Cota
XPLG11 R$ 130,00 R$ 7,11 / Cota
HFOF11 R$ 103,43 R$ 9,11 / Cota
FLMA11 R$ 2,95 R$ 0,11 / Cota

A análise fria dos dados nos induz a pensar que o PQDP11 distribui melhores dividendos. Já na outra ponta, seria o FLMA11 o pior pagador dentre os quatro exemplos. Entretanto, quando avaliamos seus respectivos valores de dividend yield, concluímos o contrário.

Como é Calculado e Utilizado o Dividend Yield?

O dividend yield é uma normalização do valor dos rendimentos distribuídos pelo valor das cotas negociadas no mercado. Basta, portanto, dividir o valor do dividendo pelo valor da cota. Como padrão, utiliza-se no mercado a soma dos rendimentos distribuídos nos últimos doze meses, divididos então pelo valor da cota. Com isto, obtemos o chamado dividend yield anualizado.

Voltando ao nosso exemplo, a tabela abaixo atualiza os respectivos valores de dividend yield para cada FII.

FUNDO IMOBILIÁRIO COTA EM 06/11/2020 RENDIMENTOS (12 MESES) DIVIDEND YIELD ANUAL
PQDP11 R$ 2.995,03 R$ 167,70 / Cota 5,60%
XPLG11 R$ 130,00 R$ 7,11 / Cota 5,47%
HFOF11 R$ 103,43 R$ 9,11 / Cota 8,81%
FLMA11 R$ 2,95 R$ 0,11 / Cota 3,82%

A análise da tabela acima nos deixa claro que a simples visualização dos rendimentos de forma separada não nos dá a verdadeira conclusão de qual FII renderá mais em termos de dividendos.

Um investidor que possua R$ 100 mil para aportar em um destes fundos, poderá adquirir: 33 cotas do PQDP11; ou 769 cotas do XPLG11; ou 966 cotas do HFOF11; ou 33.898 cotas do FLMA11, considerando os valores nestas datas apresentadas, com arredondamento para baixo no cálculo das cotas inteiras.

Neste caso hipotético, este mesmo investidor teria recebido ao longo dos doze meses: R$ 5.534,10 com o PQDP11; ou R$ 5.467,59 com o XPLG11; ou R$ 8.800,26 com o HFOF11; ou R$ 3.728,78 o FLMA11, seguindo a mesma ordem definida pela coluna de dividend yield mostrada na tabela.

Variações do Dividend Yield

Como vimos, o dividend yield é calculado de acordo com os rendimentos distribuídos e com o valor das cotas. Em relação aos rendimentos, como eles são funções que dependem dos lucros gerados pelos fundos, eles podem sofrer variações.

Existem FIIs que possuem, de forma geral, baixa mudança de seus rendimentos distribuídos. Os fundos do setor de galpões logísticos, por exemplo, costumam apresentar maior previsibilidade de seus lucros, sem muitas alterações mês a mês.

Por outro lado, há fundos em que seus rendimentos apresentam maiores oscilações, como os do setor de shopping center, devido à característica de seus alugueis recebidos estarem atreladas a um percentual das receitas dos lojistas. Como exemplo, o gráfico abaixo demostra esta diferença de oscilações entre um fundo de galpões (XPLG11) e um de shopping centers (PQDP11).

Quando avaliamos as oscilações do dividend yield, além das oscilações mensais que o próprio rendimento pode ter (como visto), também temos que o valor da cota varia dia a dia de acordo com as negociações no mercado. E, por mais que o mercado de FIIs possua uma volatilidade histórica mais amenizada (quando comparada as ações, por exemplo), o valor do dividend yield apresenta variações.

Para amenizar as oscilações de curto prazo sofrida pela variação das cotas a mercado, muitos especialistas costumam utilizar o valor patrimonial da cota para o cálculo do dividend yield. Vale lembrar que o valor patrimonial da cota é o valor do patrimônio líquido do fundo dividido pelo número total de cotas do mesmo.

Por fim, como conclusão temos que valores mais altos de dividend yield indicam maiores ganhos com a distribuição de rendimentos. No entanto, deve-se tomar cuidado com as variações dos preços das cotas para o seu cálculo, principalmente em momento de maiores volatilidades.

Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame. B3, MoneyTimes.

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Nossos resultados

A Capitalizo recomenda os Fundos Imobiliários com visão de longo prazo para o investidor que quer ganhar tanto com o recebimento de dividendos quanto com a valorização das cotas. Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX. Se olharmos a performance desde 2017, a nossa Carteira de FIIs está com mais de 38% de rentabilidade, bem acima do índice no mesmo período.

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Ranking de P/L (Preço Lucro)

Ranking de Preço Lucro

Realizamos um estudo com ações listadas na B3 para identificar as mais baratas em relação ao seu lucro. Dessa forma, formamos um Ranking de Preço Lucro (P/L).

O P/L é uma fórmula que estima o tempo, levando em conta que a empresa mantenha os seus lucros, que suas ações levarão para “devolver” ao investidor o valor pago por ela. Abaixo temos o cálculo:

P/L = Cotação da Ação / Lucro Por Ação

Exemplo: Ação cotada R$ 20,00 e o lucro líquido anual por ação R$ 4,00.

Calculando o P/L, temos: 20/4= 5.

Portanto, serão necessários cinco anos para o retorno do investimento.

Como funciona o indicador

O P/L é um indicador amplamente utilizado, em função da facilidade do cálculo e pela possibilidade de comparação com outras empresas.

Quanto mais elevado for o P/L da companhia, maior será a disposição do mercado em pagar pelos lucros da mesma. Um P/L elevado também pode indicar que o mercado tem expectativas altas para o papel.

Um P/L baixo pode mostrar que o mercado não está tão confiante em relação as ações da empresa. Porém, também pode indicar que aquela ação pode ser uma boa oportunidade que ainda não foi percebida pelo mercado. Dessa forma, um múltiplo baixo pode indicar que a ação da empresa está atrativa.

É importante ressaltar que alguns analistas e investidores trabalham com o conceito do P/L esperado, na qual incluem a previsão de lucro dos 12 meses seguintes.

Cuidados ao usar o indicador

É importante frisar que o indicador P/L não deve ser analisado de forma isolada. O ideal é sempre utilizá-lo em conjunto de outros indicadores. Além disso, não recomendamos utilizar o indicador fazendo comparações com ações de diferentes setores.

Por fim, vale a pena comentar que o indicador P/L pode ser um bom termômetro sobre a confiança dos investidores. Porém,  não necessariamente é um indicador preciso na avaliação da saúde financeira das companhias.

O Ranking

Abaixo separamos 5 ativos que atualmente estão com P/L abaixo de 6, dentre os principais ativos que acompanhamos:

EMPRESA CÓDIGO P/L
Randon RAPT3 5,72
Wiz Soluções WIZS3 5,5
Taesa TAEE3 5,46
Cyrela CYRE3 5,38
Companhia Energética de São Paulo CESP6 5,32
Confira detalhes sobre cada uma dessas empresas:

RANDON (RAPT4)

Maior fabricante de reboques e semirreboques da América Latina, a Randon, produz carrocerias, reboques, semirreboques e vagões ferroviários em quatro unidades industriais no Brasil e duas no exterior. É a principal exportadora brasileira do segmento, com uma fatia de 70% do setor e seus produtos circulando em mais de 70 países. Também é controladora da Fras-Le, marca global fabricante de autopeças, como lonas e pastilhas de freio.

Em fevereiro de 2021, a Randon reportou uma receita líquida de R$ 610 milhões, crescimento de 46,4% frente ao mesmo mês de 2020. Enquanto o número de emplacamentos de implementos caía 1,9%, a empresa registrou crescimento de 4,8% em relação ao mês anterior. Ou seja, mesmo a Randon sendo a maior do mercado, ela consegue crescer acima da média.

Além disso, a Randon tem boas perspectivas de médio e longo prazos, em função da demanda resiliente de veículos pesados e das vendas estáveis de reposição; além de se beneficiar com o Agronegócio, que vive um ótimo momento.

WIZ (WIZS3)

Há quase 50 anos, a Wiz atua na gestão de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros, desenvolvendo soluções completas de venda e pós-venda, tanto no segmento pessoa física como pessoa jurídica. É dividida em diferentes segmentos:

Rede Wiz, onde conta com um time que atua de forma presencial nas agências da Caixa com a distribuição de seguros em mais de 400 municípios brasileiros. Recentemente, perderam a disputa com a Alper no processo competitivo com a Caixa, mas receberão os valores do contratos já fechados.
Inter Seguros, companhia que atua na comercialização de seguros, consórcios e previdência nas plataformas do Inter, com que tem um contrato de 50 anos.
BMG Corretora, que atua na comercialização de produtos de seguridade, incluindo seguros, consórcios, capitalização e previdência privada, por meio dos canais de distribuição do Banco BMG. Possui acesso a uma extensa rede de distribuição composta por cerca de 800 lojas físicas (lojas Help!), além de e 2 mil correspondentes bancários ativos, em um contrato de 20 anos.
Wiz Conseg, que opera na venda de seguros e produtos financeiros em redes de concessionárias.

TAESA (TAEE3)

A Taesa é uma das principais transmissoras de energia do país, contando com 39 concessões, sendo 10 concessões na holding, 10 investidas integrais e 19 participações. Possui um total de 13.576 km de linhas de transmissão e 97 subestações. Está presente em 18 Estados, além do Distrito Federal. O prazo médio de suas concessões é de quase 17 anos. Só entre 2006 e 2020, já pagou cerca de R$ 9,5 bilhões em dividendos.

A empresa conta com base de ativos premium e dedicação a transmissão, histórico consistente de pagamento de dividendos, crescimento sustentável com geração de valor para o acionista, excelência operacional, histórico comprovado de disciplina financeira e alto nível de governança corporativa.

Outro destaque é que a Cemig deve vender a porcentagem que possui na Taesa. Ainda é muito cedo para detalhes, mas especialistas entendem que há empresas como a Alupar que devem participar desse processo, o que seria muito importante para a Taesa.

A Taesa teve um ótimo 2020 e, no quarto trimestre, registrou lucro líquido de R$ 829 milhões, uma alta de 194,7% na comparação anual, ajudada, principalmente pela disparada do IGP-M.

CYRELA (CYRE3)

A Cyrela foi fundada em 1962, em São Paulo-SP e abriu capital na bolsa de valores em 2005. Incorporou a Goldsztein em 2009 e a Andrade Mendonça em 2011. Atua com incorporação, compra e venda de imóveis, contando com uma posição de liderança na indústria. São mais de 50 anos de história, mais de 2.600 funcionários (entre obras e administrativo), e mais de 200.000 clientes.

Seu fundador, Elie Horn, é, não só uma das pessoas mais ricas do Brasil, como  uma das figuras mais fantásticas do nosso país, tanto como empresário como pelas ações de filantropia que exerce. O empresário conseguiu imprimir um estilo único à Cyrela e é esse um dos motivos pelos quais é uma empresa tão respeitada no mercado.

A Cyrela conta uma disciplina financeira incrível, além de ser uma empresa bem conservadora e que pode pagar bons dividendos. Recentemente, fez os IPOs das subsidiárias Lavvi, Plano e Plano e Cury, outra empresa fantástica. Além disso, em 2018, lançou a fintech CashMe, plataforma que oferece empréstimos com imóveis em garantia e que possui mais de R$ 500  milhões em carteira. A CashMe também conta com possibilidade de IPO.

CESP (CESP3)

A CESP (Companhia Energética de São Paulo) adquiriu, em 2018, o controle acionário da companhia Votorantim Energia e a SF Ninety Two, por meio do leilão de compra e venda de ações ordinárias que pertenciam ao Governo do Estado de São Paulo. Já em  2020, a SF Ninety Two foi totalmente incorporada pela Votorantim Energia.

A CESP tem como atividade principal a operação de sistemas de geração e a comercialização de energia elétrica. A Companhia, atualmente, possui três usinas de geração hidrelétrica no Estado de São Paulo. A empresa tem uma proposta de crescimento bem interessante e está resolvendo os problemas do déficit previdenciário. Importante lembrar que a Cesp patrocina o plano de aposentadoria aos seus empregados e ex-empregados. Além disso, a empresa tem um processo envolvendo a usina de Três Irmãos que corre na justiça há algum tempo, mas que pode fazer com que quase R$ 5 bilhões entrem no caixa da empresa.

Recentemente, foram aprovados mais R$ 2,96 de pagamento de dividendos por ação. Elas ficaram ex-dividendos no dia 5 de abril e o pagamento será realizado em duas parcelas. A primeira acontece em 15 de abril de 2021 (junto com JCP já anunciado de R$ 1,82). A segunda parcela, será efetuada em 15 de setembro de 2021.

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Dentre tantas empresas consideradas “baratas” na bolsa de valores e que podem representar boas oportunidades, como saber exatamente em quais investir?

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O Invista em Ações traz as análises e recomendações de boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais

Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

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Nossos resultados

Confira, nas imagens abaixo, os resultados em rentabilidade de algumas de nossas carteiras que compõem o produto Invista em Ações!

A nossa Carteira Crescimento, portfólio de longo prazo que tem o objetivo de garimpar oportunidades nas melhores empresas do Brasil e do mundo com forte potencial de rentabilização, valorizou, desde agosto de 2017, mais de 141%, contra 68% do Ibovespa e 50% do Dow Jones, no mesmo período!

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 106%! No gráfico abaixo, comparamos a valorização da carteira da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período.

Se você busca diversificação e desempenho no exterior, nossa Carteira Recomendada Internacional já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de 57%.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raiz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Quantas ações devo ter na minha carteira de investimentos?

Quem investe, costuma ter algumas perguntas recorrentes em comum: Vale a pena ter uma carteira de longo prazo ou é melhor comprar e vender ações no médio prazo? Como compor uma boa carteira de investimentos em ações? Quantas ações deve-se ter em carteira?

Quem observa a atual performance da nossa bolsa de valores, provavelmente já se deu conta de que as crises podem ser excelentes oportunidades para construir um belíssimo patrimônio, desde que haja conhecimento e recursos para tal.

Neste artigo, você terá o privilégio de conhecer dicas importantes de como montar uma carteira, dos riscos da renda variável e das possibilidades de aportes. Confira!

Como montar uma carteira de investimentos?

Uma imensidão de fatores podem direcionar a montagem de uma carteira, sendo necessário adotar a estratégia que mais faz sentido aos seus objetivos financeiros.

Pode ser que você escolha por causa de notícias relevantes, branding, setores de atuação, análise fundamentalista, tendências de alta ou baixa, entre outros aspectos.

No entanto, o primeiro ponto que deve considerar é o seu perfil de investimento, pois mesmo em um ambiente arrojado, ainda é possível ter decisões conservadoras. 

Com isso, você pode definir se pretende comprar e vender ações no mesmo dia ou estruturar sua tática para o médio e longo prazo, alocando ativos periodicamente.

É importantíssimo que você estude bem o mercado financeiro e pesquise sobre as empresas que pretende investir, até para evitar os populares “micos” na carteira.

Sempre que possível, diversifique seus investimentos para obter não só o melhor equilíbrio entre risco x retorno, mas administrar seu patrimônio com inteligência.

Quantas ações são boas para ter em uma carteira?

Esse é o tipo de pergunta que valeria um milhão de reais em qualquer programa de auditório, sendo que a resposta é tão subjetiva quanto o segredo da felicidade.

Não existe um consenso entre os investidores, pois entra em questão o seu perfil de risco e, principalmente, quanto consegue se dedicar a conhecer cada empresa.

Isto é, imaginando que você tenha a pretensão de colocar entre 50 a 60 companhias na sua carteira, será mesmo que teria tempo e paciência para estudar todas elas? 

Esse dilema encontra nuances filosóficas até mesmo na estratégia de diversificação, pois é possível explorar focos diferentes de acordo com os setores escolhidos.

Porém, quanto mais exagerada for a diversificação, pode ser que sua carteira tenha correlação positiva com o Ibovespa e você performe apenas a média do mercado.

Seu poder aquisitivo e o volume de negociações também são fatores cruciais, portanto, inicie com poucas empresas e teste a performance ao decorrer do tempo.

Nossos analistas recomendam que o investidor tenha em média de 15 a 20 ações em sua carteira. Entendemos que 15 ativos seja um mínimo necessário para garantir uma boa diversificação. Já ultrapassar os 20 ativos começa a tornar o controle mais complexo, principalmente para quem não tem muito tempo para dedicar-se a esta atividade.

Mas não é necessário já iniciar com 15 ativos todos de uma vez. O investidor pode ir selecionando uma a uma e montando seu portfólio até chegar ao número ideal. É claro também que, se ele se sente confortável, pode aumentar essa quantidade máxima.

Quais são os riscos reais de investir em ações?

Um dos fatores que influenciam bastante no ato de não cravar um número exato de ações na carteira é, basicamente, reconhecer que a renda variável tem seus riscos.

A bolsa de valores é um mundo onde muita coisa pode acontecer em questão de segundos, sendo que se expor demais às incertezas nem sempre é a melhor decisão.

O risco de mercado já é um velho conhecido dos investidores, tendo em vista que o desempenho dos preços pode ter influência do dólar, da inflação, da taxa de juros etc.

Além disso, o risco de liquidez também pode preocupar, uma vez que é possível encontrar dificuldades de negociar um papel com pouquíssimo volume de mercado.

Quais são as carteiras de investimento da Capitalizo? 

Se você quer investir em ações, mas deseja poupar tempo com análises, pesquisas e estudos meticulosos, contar com a ajuda de profissionais especializados é a saída. Voltado para a estratégia e o foco no longo prazo, o produto perfeito para você é o INVISTA EM AÇÕES. Ele conta com análises e recomendações para identificar boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz e Ações Internacionais. Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Trouxemos abaixo as carteiras que o time de análise da Capitalizo bate o martelo e recomenda com gosto para seus inúmeros clientes de renda variável.

Dividendos

Como há sempre aqueles perfis de investidores que almejam viver de dividendos, recebendo proventos periódicos das empresas, nada como uma carteira específica.

Os profissionais da Capitalizo fazem um verdadeiro garimpo entre as melhores oportunidades, observando sempre as empresas com forte potencial de lucratividade.

A intenção é indicar aqueles ativos que possam performar bem a longo prazo, mas tendo a expertise de revisar os pesos de cada ação quando houver necessidade.

Crescimento

Para surgir jogadores como Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar, Lewandowski, entre tantos outros, existem olheiros que repararam nos potenciais atletas da base.

Dentro dessa analogia, os nossos “olheiros” focam naquelas empresas que tendem a se destacar das demais e que podem ser grandes joias no futuro.

São analisadas questões quantitativas e qualitativas, de modo que você tenha um portfólio recheado de boas opções com forte potencial de retorno positivo.

Top Recomendadas

Mas se você quer entrar na bolsa de valores com os dois pés na porta, então é melhor ficar de olho nas empresas que exalam sucesso e contam com projeções fantásticas.

Sendo assim, a Carteira Top Recomendadas tem o propósito de escolher aqueles ativos de linha de frente com um alto potencial de valorização no longo prazo

No entanto, por mais que o olhar seja de holder, as indicações são devidamente preparadas a partir de análises para fluxos de compra no curto e médio prazo. 

Small Caps

A intenção aqui é escolher os ativos de baixa capitalização de mercado, ou seja, aqueles que ainda não são líderes em seus setores ou cases de recuperação.

Tendo isso em vista, a especialidade da Capitalizo nesse segmento é achar possíveis diamantes na bolsa de valores, que podem “reluzir” bastante em resultados positivos.

A carteira tem como critério focar em empresas com valor de mercado inferior a 15 bilhões de reais, visando auferir poderosos ganhos no longo prazo basicamente.

Buy & Hold Raiz

É claro que a Capitalizo também conta com recomendações especiais para aqueles clientes com a paciência de Jó, focando nos dados fundamentalistas e performance.

A ideia é ter visão de águia para alocar as melhores ações, cujo princípio é focar nas empresas que dispõem de vantagens competitivas diante da concorrência.

Você pensará realmente como sócio das companhias, obtendo recomendações que são capazes de enfrentar diferentes condições econômicas e aprender com as crises.

Ações Internacionais

É o tipo de carteira para quem tem um olhar muito além do nosso território, buscando proteger o patrimônio contra as oscilações da moeda e obter poderosos dividendos.

O objetivo é recomendar empresas internacionais com alta capitalização e participação de mercado, além de um forte potencial de crescimento no longo prazo.

Para isso, você pode investir por meio dos BDR’s, certificados que replicam os ativos estrangeiros na bolsa brasileira; ou direto nas stocks (ações) em uma corretora fora do Brasil.

Em resumo, para montar uma carteira de investimentos em ações é preciso estudar bastante o mercado de capitais, sendo que a recomendação de especialistas pode otimizar seu tempo para que tome boas decisões.

Alguns de nossos resultados

Confira na imagem abaixo a rentabilidade da nossa Carteira Recomendada de Crescimento, portfólio de longo prazo que tem o objetivo de garimpar oportunidades nas melhores empresas do Brasil e do mundo com forte potencial de rentabilização. Ela valorizou, desde agosto de 2017, mais de 141%, contra 68% do Ibovespa e 50% do Dow Jones, no mesmo período!

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 106%! No gráfico abaixo, comparamos a valorização da carteira da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período.

Já nossa Carteira Recomendada Internacional já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de 57%.

Lembre-se: sendo cliente Capitalizo e adquirindo qualquer um dos nossos produtos, você também:

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