As 15 maiores barganhas da bolsa no setor elétrico!

Provavelmente você já ouviu falar bastante na importância do setor elétrico em termos de investimento, certo? Mas quais serão as barganhas da bolsa nesse segmento?

Comprar ações com cotações justas e preços em conta, pode fazer toda a diferença em sua estratégia de ganhar dinheiro na bolsa de valores, no entanto, faz-se necessário observar bem as oportunidades que aparecem ao longo do tempo. 

Sendo assim, preparamos um material riquíssimo sobre o setor elétrico, as empresas que valem a pena e como as nossas recomendações podem te ajudar. Confira!

Afinal, como é o setor elétrico?

Sob a batuta da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o setor elétrico é, basicamente, subdividido em 3 grupos: geração, transmissão e distribuição de energia.

A energia proveniente de termoelétricas, hidroelétricas, usinas nucleares, eólicas e solares é transmitida por meio de torres e postes e vendida pelas distribuidoras.

Sem sombra de dúvidas, podemos observar que é um dos segmentos mais coesos da bolsa, tendo diversas empresas que melhoraram bastante em termos operacionais.

Entre as vantagens de investir nesse setor, temos a robusta política de inovação para melhorar a confiabilidade dos serviços, bem como preservar o meio ambiente.

Além disso, costumam ser empresas que resistem bem às crises, demonstram ter poucas oscilações nos preços dos ativos e pagam generosos dividendos.

Quais são as barganhas da bolsa nesse setor?

Para investir de forma estratégica, devemos observar as possibilidades que o mercado financeiro oferece, bem como os serviços e novidades acerca das empresas.

Pensando nisso, preparamos abaixo uma lista de 15 ações que são verdadeiras barganhas da bolsa por conta do índice de preço sobre valor patrimonial (P/VP).

1. Engie (EGIE3)

Com um índice de preço sobre o valor patrimonial de 4,07, a companhia Engie é considerada a maior empresa privada de geração de energia do nosso país.

Conta com termoelétricas, hidrelétricas, parques de energia solar e parques eólicos, ou seja, tem como uma das premissas o foco em energia limpa e renovável.

É tida como nota mil em qualidade e gestão, apresentando assim um bom desempenho em questão de transparência e governança com seus acionistas.

Além disso, a Engie é uma das maiores pagadoras de dividendos dos últimos 10 anos, quase R$ 18 por ação, e suas ações já valorizaram 308% nesse mesmo período.

2. Energisa (ENGI3)

Embora seja uma empresa que não costuma aparecer com frequência nos radares dos investidores, a Energisa faz parte da carteira de muitos fundos de ações por aí. 

É uma empresa centenária e que atende, aproximadamente, 8 milhões de consumidores em 17 estados, sendo assim o 5º maior grupo distribuidor de energia.

Além da distribuição, a Energisa também conta com operações de transmissão e geração, cuja área de concessão equivale a 24% do território nacional.

Com um P/VP de 4,07, a Energisa se configura como uma das barganhas da bolsa, bem como uma oportunidade que pode ser mais bem observada no radar de carteiras.

3. AES Brasil (TIET11)

Já a AES Brasil é uma empresa de 20 anos que investe 100% em energia renovável, tendo um portfólio formado por fontes solares, eólicas e hidráulicas.

Suas principais plantas estratégicas estão nos estados de São Paulo, Rio Grande do Norte e Bahia, a fim de desenvolver soluções renováveis de grande e pequeno porte.

Recentemente, com a pretensão de desenvolver projetos de fontes complementares a partir de contratos de longo prazo, a AES assinou um acordo com a Ferbasa.

Vale ressaltar que a empresa pretende investir algo em torno de R$ 2,35 bilhões entre 2021 e 2025, ou seja, o P/VP de 3,72 está baixo perto do possível crescimento futuro.

4. Eneva (ENEV3)

Caso você não saiba, a Eneva é fruto da fusão entre a MPX Energia e a OGX Maranhão, sociedades que pertenciam ao Grupo EBX, do ex-bilionário Eike Batista.

Esse é um dos casos de reestruturação de marca mais incríveis da B3, tendo em vista que a companhia tem entregado muito crescimento e o P/VP de 2,61 ainda é baixo.

É uma empresa pioneira no modelo de negócio R2W, que consiste em integrar totalmente a exploração de gás natural com a comercialização de energia gerada.

Seu parque de geração térmica tem uma representatividade de 9% na capacidade térmica do Brasil, sendo assim a maior provedora de gás natural.

5. CPFL Energia (CPFE3)

Uma outra companhia que também não é tão comentada pelos analistas por aí é a CPFL Energia, uma holding que gera, distribui e comercializa energia elétrica.

Essa empresa centenária tem localizações em São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, que são polos econômicos e industriais importantíssimos.

Um detalhe curioso sobre a CPFL é que o controle da companhia é feito pela State Grid Corporation of China, responsável por boa parte da rede elétrica chinesa.

Costuma ter um bom índice de dividend yield e seu preço sobre valor patrimonial está na faixa de 2,23, portanto, uma das barganhas da bolsa no setor elétrico.

6. Equatorial (EQTL3)

É uma empresa com excelente gestão, solidez financeira, exercendo um bom trabalho no que diz respeito ao aumento de eficiência e que, consequentemente, reduz perdas.

Costuma ser a preferida de grandes players do mercado, sendo que seu exemplo de gestão fez com que a Light trouxesse ex-executivos da Equatorial para se reestruturar. 

Essa holding atua no setor elétrico na distribuição, transmissão e geração, tendo operações focadas no Maranhão, Alagoas, Pará e Piauí.

Com um índice de P/VP de 2,49, o Grupo Equatorial tem ações ordinárias relativamente baratas em relação à cotação atual e suas valorizações. 

7. Taesa (TAEE3)

Considerada uma verdadeira “vaca leiteira” em termos de pagamento de dividendos, a Taesa é uma excelente empresa do setor elétrico e tem o P/VP de apenas 2,05. 

É um dos maiores grupos privados com foco em transmissão de energia elétrica, tendo 97 subestações, 11.062 km de linhas em operação e 2.514 km em construção. 

Marca presença nas 5 regiões do Brasil, mantendo assim suas operações em 18 estados, além de um Centro de Operação e Controle em Brasília.

Vale lembrar que, atualmente, a Taesa detém 39 concessões de transmissão, cujo prazo médio dos contratos é de 16,4 anos, algo que gera uma previsibilidade.

8. Alupar (ALUP4)

Com uma alavancagem controlada e forte geração de caixa, a Alupar também é outra empresa que apresenta uma gestão fantástica e um P/VP de 1,28 apenas.

Ela é uma holding que atua em segmentos de geração e transmissão de energia elétrica, controlando empresas no Brasil, Colômbia e Peru

A companhia dispõe da concessão de 30 sistemas de transmissão, que correspondem a 7.929 km de extensão, cujo prazo é de 30 anos de contrato. 

Tendo instalações novas e modernas à disposição, a eficiência operacional e os níveis de disponibilidade são elevados, proporcionando menores gastos com manutenção.

9. ISA Cteep (TRPL4)

Com um P/VP de 1,32, a companhia ISA Cteep é tida como a maior em transmissão de energia elétrica do Brasil, responsável por quase 1/3 da energia gerada no país.

Para se ter uma ideia ainda melhor da importância dela no cenário nacional, aproximadamente 94% da energia do estado de SP é transmitida pela companhia.

Além disso, essa gigante tem 18 mil km de linhas de transmissão e 129 subestações mantidas em 17 estados da federação, fora o que ainda está em construção.

Apesar de ter um payout mínimo de 75% do lucro líquido e ser uma boa pagadora de dividendos, com o fim da rede básica do sistema existente até 2025, o yield pode cair.

10. EDP Energias (ENBR3)

A EDP Energias é composta por 1 usina termelétrica a carvão e 6 usinas hidrelétricas, uma empresa integrada e controlada pela companhia Energias de Portugal.

Além disso, uma das marcas da EDP é o compromisso em proporcionar energia renovável para seus clientes, especialmente por meio de painéis solares.

A companhia já distribuiu mais 25 mil Gwh e comercializou mais de 16 mil Gwh de energia, cujos prazos de alguns de seus lotes de transmissão vão até 2047.

O P/VP de 1,05 é uma verdadeira barganha da bolsa, uma vez que a empresa pretende distribuir, no mínimo, 1 real de dividendos e recomprar 8% das ações.

11. Cemig (CMIG4)

Já a estatal Cemig, que atua não só em Minas Gerais, mas em 24 estados do país e no Distrito Federal, exerce um grande papel em gerar, transmitir e distribuir energia.

Possui o maior índice de atendimento aos consumidores de baixa renda no país, fornecendo energia para quase 43% do total de clientes da classe residencial.

Nos últimos anos, tornou-se notória a melhoria nos indicadores de liquidez, porque houve refinanciamento de dívidas, vendas de ativos e redução de alavancagem.

Opera em cima do valor patrimonial, com 1,05 em P/VP, e tem um caminho amplo ainda para crescimento e demonstração do seu valor no mercado.

12. Light (LIGT3)

Já a companhia carioca Light atua firmemente nos segmentos de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil.

É um outro caso interessante de reestruturação, por causa da entrada de gestoras e da participação de empresários como Carlos Alberto Sicupira e Ronaldo Cézar Coelho.

Recentemente, a Light recebeu permissão para efetuar uma política de reajuste médio de 6,75% nas tarifas executadas e, além disso, fizeram emissão de ações no mercado.

O índice de P/VP é de 0,77, podendo ser uma possibilidade de investimento, tendo em vista que mesmo empresas problemáticas conseguem arrumar a casa com o tempo.

13. Neoenergia (NEOE3)

Já a Neoenergia, que é controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, apresenta um índice de P/VP de 0,97, sendo então outra grande barganha da bolsa que desperta olhares.

Basicamente, a companhia atua nos segmentos de distribuição, transmissão, geração eólica e hidrelétrica, bem como a geração térmica e comercialização de energia.

A Neoenergia está presente em 18 estados brasileiros e tem a meta de aumentar a capacidade de transmissão por meio da participação em novos leilões de energia.

No entanto, eles pagam um ágio grande nessas concessões, algo que vimos de forma recente no leilão da CEB (Companhia Energética de Brasília).

14. Copel (CPLE3)

Quando se trata da paranaense Copel, que gera, transmite, distribui e comercializa energia elétrica, o P/VP observado é de 0,86, portanto, uma bagatela.

É uma das maiores do setor elétrico e atende, diretamente, 4,7 milhões de unidades consumidoras em 395 municípios do Paraná, cujo parque gerador tem 30 usinas.

A tese em cima desse ativo se assemelha à reestruturação da Cemig, isto é, a Copel atuou firme na venda de ativos e tem muitos investimentos ainda para fazer. 

Melhorou a alavancagem financeira no curto prazo, reduziu custos e, por consequência do bom trabalho, vem aumentando a receita operacional.

15. Eletrobras (ELET3)

Para completar a nossa lista, trouxemos também a estatal Eletrobras, que atua nos processos de geração, transmissão e comercialização de energia elétrica.

É uma companhia que detém cerca de 30% do total de capacidade instalada no Brasil, sendo que 96% de sua capacidade promove baixa emissão de gases de efeito estufa.

É uma gigante que detém, aproximadamente, 71 mil km de linhas de transmissão e seu preço sobre valor patrimonial, que está em 0,90, pode crescer ainda.

Existe uma boa expectativa de ocorrer a privatização da Eletrobras, embora ainda sem data certa, cujo valor da negociação poderia servir para subsidiar os preços de energia.

Confira o ranking das empresas do setor elétrico na Bolsa de Valores de acordo com o P/VPA.

Por que investir no setor elétrico com a Capitalizo? 

Entre as carteiras recomendadas da Capitalizo, a carteira de dividendos é recheada de oportunidades no setor elétrico, afinal, as empresas pagam excelentes proventos.

Nossos resultados

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 103%! Fora os proventos recebidos. É uma das carteiras mais vencedoras do Brasil!

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa e também o índice de dividendos no mesmo período:

Esse desempenho só foi possível em função de estratégias precisas, focando em ações que não só pagam bons dividendos, mas estão em processo de recuperação e crescimento.

Portanto, perceba que investir em empresas do setor elétrico, por meio das recomendações profissionais da Capitalizo, pode ser a chance que precisava para aproveitar as barganhas da bolsa e, com isso, ter bons retornos.

Além da Carteira Dividendos, o Invista em Ações traz outras cinco carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, além de análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais das principais empresas da bolsa de valores.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: Esse material é meramente informativo e não representa oferta, análise ou recomendação de Valores Mobiliários. Leia nosso Disclosure antes de investir.

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Melhor Small Cap da Bolsa

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Quando o assunto é Small Cap, todos ficamos impressionados com as altas absurdas nos preços das ações. Mas, por trás dessa empresa que viu o preço de suas ações deslancharem, sempre há aquelas que não vão pra frente. Por isso, é importante saber identificar empresas com potencial de crescimento EXPLOSIVO. Afinal, você sabe qual a Melhor Small Cap da bolsa?

Ações do Mercado de Games

relatorio especial acoes do mercado de games

O mercado de games sempre foi forte, mas nos últimos anos essa indústria se mostrou em fortíssima revolução por conta da profissionalização de grandes campeonatos. Por isso, no dia 25 de maio, nós disponibilizamos, em celebração ao dia do Orgulho Nerd, um Relatório Especial e gratuito sobre 2 Ações do Mercado de Games. Aproveite!

Quando comprar e vender ações no médio prazo

operações

Sabemos que, operando no curto prazo, é praticamente impossível comprar na mínima e vender na máxima. Na verdade, não é nossa pretensão achar que poderemos sempre ganhar ou que venderemos no melhor ponto. Porém, muitos investidores até conseguem comprar ações em bons preços, mas não tem muita ideia de quando vendê-las. Quando isso acontece, normalmente o resultado é que as pessoas encerram as operações muito cedo e deixam de ganhar dinheiro.

A melhor forma de não encerrar uma operação muito cedo é identificar se a ação está em uma tendência de alta e “surfar” ao máximo essa tendência. Conforme vimos no artigo Rastreador de Tendências: Estratégia de Médio Prazo em Ações, utilizando gráficos é possível identificar claramente se uma ação está em tendência de alta – no caso da Estratégia do Rastreador, poderemos ficar meses ”surfando” essa tendência.

Como exemplo de tendência de alta, temos as ações do BTG Pactual (BPAC11) que estavam um belo canal de alta, iniciado em março de 2020:

Como podemos perceber, apesar do claro movimento de alta das ações, tivemos também dias de baixa, o que pode ter levado muito investidores a sair das ações antes da perda do canal e, consequentemente, terem deixado de ganhar um bom dinheiro.

Na nossa estratégia, depois de configurado esse canal de alta, o ponto de saída estava claro: somente quando os preços rompessem o canal – o que poderia indicar o final da tendência altista.

A perda do canal de alta acabou acontecendo em setembro desse ano, quando recomendamos o encerramento da operação:

No caso da operação acima, o ganho foi superior aos 100%.

Obviamente não sabemos se os preços das ações BPAC11 continuarão caindo ou se podem voltar a subir, porém, caso siga caindo, ficaremos de fora, aguardando o melhor momento para se posicionar novamente.

O aspecto psicológico

Conforme observamos acima, mesmo para quem nunca viu um gráfico, foi fácil perceber o canal de alta e que não haveria motivos para vender enquanto as ações BPAC11 continuassem dentro dessa tendência. Porém, se é tão fácil, porque a maioria das pessoas não segue esse tipo de estratégia?

Primeiramente, vale comentar que não são todos os investidores que conhecem ou tem perfil para operar utilizando gráficos. Dessa forma, enquanto você pode estar preocupado com o canal de alta, outros investidores sequer estão olhando para esse gráfico.

Porém, o que mais atrapalha o investidor a não usar ou respeitar essa as tendências dos gráficos é a falta de paciência. Isso mesmo, na maior parte das vezes os investidores ficam impacientes e, na pressa de garantir ganhos, acabam saindo cedo demais. Outros ainda, não vendem as ações ”achando” que voltarão a subir.

Vale ressaltar, que avisamos aos nossos clientes a hora de comprar e de vender. Porém, de nada vale nosso trabalho, se o investidor deixar o ”psicológico” atrapalhar e não respeitar a estratégia proposta.

Exemplos de recomendações com lucro

Abaixo, seguem alguns exemplos de recomendações bem sucedidas nas quais conseguimos surfar boas tendências, pela Estratégia do Rastreador:

Operação de compra em Estácio (YDUQ3) +75,21%

Operação de compra em Gafisa (GFSA3) +53,32%

Operação de compra em Ferbasa (FESA4) +110,97%

Operação de compra em Unidas (LCAM3) +80,78%

Operação de compra em Direcional (DIRR3) +42,82%

Operação de compra em Login (LOGN3) +84,31%

Operação de compra em Minerva (BEEF3) +56,74%

Operação de compra em Tenda (TEND3) +40,18%

Operação de compra em Sinqia (SQIA3) +38,83%

Operação de compra em Sinqia (SQIA3) +26,52%

Nossos Resultados: Rentabilidade acumulada da estratégia do Rastreador de Tendências (somente operações encerradas):

 

-2017: + 200,01%

-2018: + 49,70%

-2019: + 153,79%

-2020: + 47,66%

-12 meses: + 66,06%

 

-Total acumulado desde 2017: + 1.727,47%

-Percentual de recomendações com ganho (total): 77,63%

Importante lembrar ainda que, mantendo nossa política de transparência, os resultados de todas as recomendações estão disponíveis para os clientes Full Trader em nosso sistema.

E você, quer aproveitar as tendência de médio prazo das ações? Conte com as recomendações da Capitalizo.

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Analistas Responsáveis

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*Esses números refletem a soma dos resultados percentuais com as operações fechadas nos últimos 12 meses.

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Como utilizar as Opções para proteger sua carteira

No último post (leia aqui), vimos na prática como que funcionam as operações de compra a seco de opções. Essa estratégia é muito usada por traders e investidores um pouco mais arrojados para, de forma segura, conseguir rentabilizar suas carteiras.

E o melhor de tudo, sempre arriscando um pouco para ter a possibilidade de ganhar muito.

Mas, o mercado de opções não se resume a compra de calls com o intuito de especular.  Muito pelo contrário, as opções são ferramentas muito versáteis e podem ser utilizadas de muitas maneiras.

Outra estratégia muito conhecida pelos investidores de longo prazo é a compra de puts para proteção de carteira. Ela funciona como um hedge (uma trava), onde em momentos de stress no mercado sua carteira não sofreria com as possíveis quedas das ações.

Como isso funciona?

Como vimos no primeiro post de opções, uma opção de venda (chamada de put) nada mais é do que o direito de vender algum ativo a um determinado preço (strike) numa data específica de vencimento.

Ela funciona, precisamente, de maneira contrária às opções de compra e para você entender como elas podem proteger sua carteira, precisamos dar uma olhada no conceito de hedge:

Hedge

O hedge é uma operação feita com opções que permite “travar” o preço de um ativo em carteira.  Fazendo isso, a estratégia tem como objetivo proteger sua posição, visto que nas opções conseguimos prever o preço de exercício numa data específica.

Para entender melhor, imagine que, por fatores externos, o mercado está passando por um período de stress e você tem uma posição de VALE3 que pode sofrer muito com isso.

Então, por precaução, você foi lá e comprou as opções de venda dela afim de travar sua posição no preço de strike. Ficou assim:

  • Cotação da VALE3 no dia: R$100,00
  • Preço de Strike da put: R$99,00

Nesse cenário, digamos que sua posição tenha o preço médio de R$90,00. Então, com tudo encaminhado e hedge feito, a pergunta que você pode estar se fazendo é “certo, mas como isso protegeria minha posição?”

Perceba que, ao travar a posição, caso o mercado continue no seu curso de alta, suas ações continuarão se valorizando e você terá perdido o valor do prêmio, correto?

Exato! Infelizmente é o preço a se pagar pela proteção.

Mas, digamos que aconteça alguma coisa no mundo que afete drasticamente o mercado de comodities. Ao lembrar que a Vale é uma empresa que está diretamente ligada com esse mercado, você corre para o home broker e se depara com suas ações cotadas a R$40,00.

Num cenário em que você não tivesse comprado as opções de venda, estaria nesse momento com um pouco mais de 55% de prejuízo e sob perigo de perder ainda mais.

Mas, como você fez o hedge, tem o direito de vender suas ações pelo preço de strike da opção, ou seja, enquanto no mercado ela está sendo negociada a 40 reais, você poderia vendê-las a R$99,00.

Nesse segundo cenário, você não só se protegeu da fortíssima queda, como também garantiu aqueles 10% de lucro que já tinha valorizado antes de comprar as puts.

Hedge na vida real

Em suma, um hedge pode ser comparado a um seguro de carro, onde você paga a seguradora para ter a garantia contra batidas, furtos e etc. Mas, as pessoas pagam esses seguros não com o intuito de usá-los, afinal ninguém quer sofrer um acidente de trânsito, e sim para sentir a segurança de que se algo acontecer elas terão um seguro que vai cobrir todo o prejuízo.

É justamente assim que o hedge funciona, ele cobre todo o prejuízo que você teria em condições normais. Isso só é possível porque as opções te dão um preço e uma data específicos de exercício.

Então, comprando as puts você consegue travar naquele preço e se o mercado estiver acima do preço de strike, você perde um pequeno valor. Mas se estiver abaixo, você pode acionar as opções e cair fora naquele preço estipulado, protegendo assim sua carteira.

Puts de BOVA11

Investidores experientes costumam comprar opções de venda do fundo de índice que replica o IBOV para proteger suas carteiras, a BOVA11.

E por que motivo a BOVA11 é utilizada? Simples, por ser um fundo de índice, ao travar sua posição nele você estará se protegendo de uma queda que pode atingir o mercado como um todo.

A maior vantagem disso é que você não tem que se preocupar em estudar e apostar qual setor vai sofrer mais com as prováveis quedas, visto que a trava é feita no maior índice de ações do mercado, o IBOV.

Outras estratégias com Opções

Se você está lendo até aqui, provavelmente se interessou pelo mercado de opções. Sendo assim, saiba que a compra a seco e o hedge são apenas 2 de vários conceitos e estratégias com opções.

Então, se você quer entender como as opções funcionam e quais estratégias você pode aplicar para rentabilizar sua carteira, especular ou apenas proteger suas posições, baixe o nosso Guia Definitivo Para Operar Opções Na Bolsa De Valores e aprenda de uma vez por todas como operar nesse mercado.

Esse é um mercado muito versátil e útil na mão de investidores experientes, porém um grande perigo se você for iniciante, pois ele envolve muita alavancagem e dependendo de como a operação é montada, seu possível prejuízo pode beirar o ilimitado.

Sendo assim, tenha sempre o apoio de profissionais como a equipe da Capitalizo através do nosso produto Full Trader.

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Você sabe quais são e como investir nas small caps da bolsa de valores?

Ao entrar na bolsa de valores você se depara com centenas de empresas. E pode ser bem complexo analisá-las e decidir onde investir. Uma dica para facilitar o processo é compreender as companhias a partir do tipo (ou tamanho) de cada uma delas – como no caso das small caps.

Por exemplo, identificando quais são as small caps, mid caps e blue chips da bolsa você consegue entender as características de cada grupo e saber qual deles lhe interessa mais. Então, que tal entender melhor o assunto?

Neste post você acompanhará tudo o que precisa saber sobre as ações small caps, entenderá melhor o seu funcionamento e descobrirá como investir nestes papéis na bolsa de valores. 

Confira!

O que são as small caps?

Começamos pela definição. As small caps são um tipo de empresa listada na bolsa de valores. O termo faz referência ao porte da companhia. Empresas de menor porte são consideradas small, as médias são mid e as maiores são as chamadas blue chips (ou large caps).

Embora não haja um limite específico para diferenciar os grupos, as small caps são geralmente consideradas as empresas que apresentam um valor de mercado entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões. Então, as companhias de menor valor de capitalização na bolsa entram nessa classificação.

Normalmente, as small caps representam negócios que estão em crescimento — portanto, reinvestem frequentemente os lucros e podem apresentar uma valorização a longo prazo, de acordo com o espaço que forem conquistando no mercado.

De outro lado, por serem empresas menores e, muitas vezes, menos conhecidas do que as grandes companhias, é normal que suas ações não tenham tanta procura. Assim, o volume de negociação — e, consequentemente, a liquidez — costumam ser menores quando se trata de small caps.

As maiores empresas listadas na bolsa, por outro lado, são as blue chips ou large caps. Elas geralmente são as que apresentam maior volume de negociação e liquidez, pois representam companhias que são bastante conhecidas e consolidadas no Brasil.

Quais são as small caps da bolsa de valores?

Embora as blue chips sejam reconhecidas por seu porte e, muitas vezes, pela solidez do negócio no mercado, isso não significa que as small caps sejam sempre empresas desconhecidas. Muitas companhias que recebem atenção em seu setor têm valor de capitalização mais baixo.

Um exemplo relevante na área de varejo é o da Magazine Luiza. A empresa ganhou atenção nos últimos anos devido à grande valorização de suas ações. E poucos investidores sabem que MGLU3 era, poucos anos atrás, uma das small caps do mercado brasileiro. 

Em julho de 2020, no entanto, o valor de mercado da companhia ultrapassava R$ 120 bilhões. Impressionante, não é?

Há exemplos de small caps que são bastante conhecidas em seus setores e costumam receber uma atenção significativa na bolsa. Falando ainda sobre o setor de varejo, podemos destacar a Via Varejo (VVAR3). A dona de marcas como Casas Bahia e Ponto Frio, ficou um bom tempo sob o controle do Grupo Pão de Açúcar. Desde a saída do grupo, a companhia vem atravessando um processo de turnaround, elevando as expectativas do mercado.

No setor de petróleo e gás, há dois bons exemplos de small caps. O primeiro refere-se a Enauta Participações (ENAT3), com mais de 20 anos de experiência na exploração de óleo e gás. Por fim, a PetroRio (PRIO3) mantém seu foco no investimento e na recuperação de ativos em produção, sendo especializada na gestão eficiente de reservatórios e no redesenvolvimento de campos de exploração maduros.

Uma das companhias que vem se destacando pelos bons resultados nos últimos trimestres é a Minerva (BEEF3). A empresa é atualmente uma das líderes de produção e comercialização de carne, exportação de gado vivo e de processamento de carnes bovina, suína e aves na América Latina.

No setor elétrico, os destaques ficam com Copel (CPLE6) e Energias do Brasil (ENBR3). Enquanto a primeira é uma companhia estatal controlada pelo Governo do Estado do Paraná, a segunda encontra-se sob controle da elétrica portuguesa Energias de Portugal.

Por fim, algumas small caps que merecem reconhecimento, mas que atuam em segmentos diferentes, são: Qualicorp (QUAL3), Movida (MOVI3) e Banco Inter (BIDI4).

A Qualicorp é um grupo empresarial e líder na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Já a Movida está entre as maiores companhias de aluguel de veículos do Brasil, sendo a terceira maior em termos de frota e receita. E o Banco Inter, carrega a marca de ter sido o primeiro banco 100% do Brasil a oferecer conta isenta de tarifas, passando de financeira para banco múltiplo com capital aberto na bolsa brasileira.

Abaixo, encontra-se o gráfico de rentabilidade acumulada das empresas citadas nos últimos 24 meses.

A maior valorização do período ficou com Banco Inter (BIDI4), com suas ações se rentabilizando 545,69%. Destaque também para PetroRio (PRIO3) com 442,03% de ganho acumulado. Na sequência, aparecem:
Via Varejo (VVAR3) 195,95%
Qualicorp (QUAL3) 78,45%
Copel (CPLE6) 67,47%
Movida (MOVI3) 55,35%
Minerva (BEEF3) 36,99%
Enauta (ENAT3) 38,23%
EDP Brasil (ENBR3) 10,84%
Como comparação, o Ibovespa obteve um desempenho de 31,36% no período.

Como acompanhar as small caps na bolsa?

Os investidores da renda variável geralmente estão familiarizados com o Ibovespa. Ele é o índice que reúne as ações das empresas mais negociadas na bolsa. E, por isso, ajuda os investidores a avaliar como o mercado brasileiro vem se comportando — se ele vem subindo ou caindo, por exemplo.

Entretanto, o Ibovespa não costuma oferecer informações específicas sobre as small caps. Afinal, a maioria das empresas que compõem o índice são blue chips.

Então, como ter informações mais precisas sobre o comportamento das companhias de menor capital? Há um índice próprio para elas: o SMLL. É ele que acompanha os movimentos das ações small na bolsa. 

Inclusive, vale a pena ressaltar que, assim como é possível investir em modalidades de investimento que replicam o índice Ibovespa (como o ETF BOVA11), também existe esta possibilidade em relação ao índice SMLL. 

Quem deseja se expor às movimentações das small caps, portanto, pode compor uma carteira de ações deste tipo ou investir por meio do ETF (Exchange Traded Fund) SMAL11, que busca replicar o índice SMLL.

Vale a pena investir em small caps?

Agora você já sabe o que são as small caps e como elas funcionam. E descobriu que é possível investir nestes papéis tanto negociando as ações de uma empresa diretamente ou procurando fundos de investimentos ou ETF que visem companhias do tipo.

Mas, será vantajoso fazer o investimento em empresas de menor capital? As small caps podem apresentar vantagens interessantes aos investidores. Diante delas, cabe a cada investidor avaliar se são opções atrativas para seu caso.

Uma das principais vantagens das small caps é a possibilidade de valorização acima da média. Como você viu, as companhias são de menor porte e podem estar em fase de crescimento. Assim, há a chance de que o preço das ações avance bastante no médio e longo prazo.

Esta é uma diferença relevante em relação às empresas de maior capital — que, geralmente, já conquistaram um espaço no mercado e não apresentam tanto potencial de crescimento. Então, os ganhos podem ser maiores com small caps.

Entretanto, todo investidor deve saber que as possibilidades de lucro acima da média são acompanhadas por riscos mais significativos. Com as small caps não seria diferente. Por serem empresas menores, elas geralmente não apresentam tanta solidez quanto grandes companhias.

Como investir em small caps?

Se você considerar que as small caps são um bom investimento para sua carteira, não deixe de seguir alguns cuidados importantes para fazer boas escolhas. Em primeiro lugar, lembre que cada empresa é única.

Logo, não é por se classificar em um grupo que ela terá comportamento previsível. Nem toda small caps apresenta, necessariamente, bons potenciais de valorização, por exemplo. É preciso analisar individualmente as características do negócio. 

Por esse motivo, pode valer mais a pena compor uma carteira de small caps escolhendo cada ativo que fará parte dela. Além disso, adquirir os papéis de forma autônoma poderá lhe trazer melhores resultados.

Então, busque ter estratégias de análise — como a fundamentalista — para observar aspectos relevantes antes de investir. Além disso, procure informações de qualidade sobre a companhia. Nem sempre é fácil encontrá-las – especialmente no caso de negócios mais novos, mas elas são essenciais.

E você, gostou de conhecer mais sobre as empresas de menor capital na bolsa? Quer saber como escolher as melhores small caps para seu portfólio de ações e conhecer outras oportunidades disponíveis na bolsa de valores? 

Com o Invista em Ações, produto da Capitalizo, você tem acesso a carteira de Small Caps, que apresenta as melhores empresas do segmento com alto potencial de valorização, de acordo com as recomendações do nosso time de analistas! 

Assim, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Além disso, você também tem acesso às carteiras: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações. 

Então confira nosso produto e alavanque seu patrimônio!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Opções: como especular nesse mercado?

Se você já investe na bolsa de valores há algum tempo ou está começando agora, com certeza já ouviu falar das opções. O mercado de opções também é negociado na B3 e eles são derivativos de outros ativos de renda variável, como as ações, por exemplo.

Mas, para que servem as opções? Como elas funcionam? É possível lucrar nesse mercado?

Essas e outras dúvidas serão comentadas ao longo de dois posts. Pois esse assunto é cheio de detalhes e queremos entregar um conteúdo bem completo. Confira!

Como funcionam as Opções?

As opções nada mais são do que direitos. Então, quando um investidor compra uma opção de compra da PETR4, por exemplo, ele está comprando o direito de comprar PETR4 em um determinado preço (chamado de strike). Este direito pode ser exercido ou não, a escolha é do tomador, ou seja; do comprador.

Já quem vende a opção, o chamado lançador, tem a obrigação de honrar o compromisso de comprar/vender o ativo-objeto atrelado a mesma.

Para entender, de fato, como e por quê as opções são tão procuradas pelos investidores, é importante conhecer alguns conceitos básicos. Veja a seguir:

Conceitos básicos

  • Ativo-Objeto: É o bem, a mercadoria ou o ativo que está atrelado à opção. Ou seja, caso a opção seja exercida, é esse ativo que será comprado/vendido;
  • Titular ou Tomador: É um dos protagonistas da operação, nesse caso, o tomador é quem compra a opção e, por sua vez, tem o direito de comprar ou vender o ativo-objeto;
  • Lançador: Esse é o segundo protagonista, ele fica na ponta da venda da opção e, por isso, assume a obrigação de comprar/vender o ativo objeto em troca de uma determinada recompensa, chamada de prêmio;
  • Prêmio: Basicamente, o prêmio se assemelha ao “preço da opção”, ou seja, é o valor pago pelo tomador para ter o direito de comprar/vender o ativo-objeto;
  • Strike: É o preço de exercício, ou seja, o preço em que o ativo-objeto será comprado/vendido caso a opção seja exercida.
  • Call (Opção de Compra): São opções que dão o direito de comprar um ativo a um preço pré-determinado na data de vencimento. Lembrando sempre que é um direito, não uma obrigação, ou seja, o tomador pode ou não exercer esse direito. Caso não queira, ele pode simplesmente esperar a opção virar pó (vencimento da opção).
  • Put (Opção de Venda): Aqui a lógica é a mesma, porém inversa. A put dá o direito ao tomador de vender o ativo-objeto na data de vencimento a um determinado preço. Nesse caso, a venda também não é obrigatória, pois o tomador pode, se assim desejar, deixar a opção vencer e, como diz o termo do mercado financeiro “virar pó”.

Entenda a formação dos códigos

O código das opções por si só já apresenta várias características delas, sendo assim, é muito importante compreender como ele é formado. Assim, sempre que você vir um, em 2 segundos já irá saber os principais conceitos daquela opção.

Então vamos lá!

Os códigos das opções são formados por 7 dígitos, sendo quatro iniciais referente ao ativo-objeto: PETR, de PETR4 por exemplo. Depois, há uma 5ª letra informando o vencimento e se a opção é uma call ou uma put de acordo com a tabela abaixo:

E por fim, os 2 números no final do código nos informa o preço de strike da opção. Sendo assim, pegando como exemplo a opção PETRC20, o que dá pra saber só de bater o olho? Veja:

  • Ativo-objeto: ações da Petrobras;
  • Tipo e vencimento: Opção de compra (call) com vencimento em março;
  • Preço de strike: em torno de R$ 20,00

Viu como é simples? De início as opções parecem ser muito mais complexas do que já são. Mas é um mercado que vale muito a pena aprender a operar pela sua utilidade.

Logo, se você deseja se aprofundar no tema e realmente aprender a operar opções de uma vez por todas, clique aqui e faça o download do nosso Guia Definitivo de Opções.

Especulando com opções

Certo, mas por que alguém compraria o direito de comprar um ativo se ela pode, simplesmente, comprar o ativo de uma vez? A resposta para essa pergunta é bem simples. Para entender um pouco do poder das opções e responder essa dúvida, veja o exemplo a seguir:

Imagine que João está vendendo um terreno de R$ 200.000,00 e você quer muito comprá-lo, mas só terá esse dinheiro em dezembro. Infelizmente, João não pode reservar para você, mas oferece vender o direito de compra do terreno até dezembro por R$ 10.000,00.

Então, se ambos concordarem, estaria fechado um negócio e você como tomador teria o direito, e não obrigação, de comprar o terreno de João por R$ 200.000,00.

Perceba que foi montada a estrutura de uma opção de compra (call):

  • Você e João como protagonistas (tomador e lançador);
  • O terreno como ativo-objeto;
  • R$200.000,00 seria o preço da venda, nosso strike;
  • O vencimento dessa opção seria em dezembro;
  • E por fim, temos R$10.000,00 como o prêmio da operação.

Em suma, caso você queira exercer esse direito, João teria a obrigação de lhe vender o terreno por R$ 200.000,00 até dezembro. Essa é a principal vantagem das opções de compra: não importa o que aconteça, o lançador é obrigado a honrar seu compromisso.

Possíveis cenários

Agora imagina que antes de dezembro será construído um shopping de alto padrão ao lado desse terreno. O preço avaliado do terreno de João aumentará em 3 vezes ou mais, podendo ser vendido agora por R$ 600.000,00 tranquilamente.

Mas, para a infelicidade de João, ele não pode vender seu terreno no novo preço de mercado. Uma vez assumido o compromisso com você, ele precisa honrá-lo e te vender o terreno a R$ 200.000,00, já que que recebeu 10 mil anteriormente por esse direito.

Em outro cenário, caso aconteça algo e o terreno passe a valer R$ 50.000,00 e você não veja mais vantagem em comprá-lo, você pode, simplesmente, não fazer nada e deixar a opção vencer. Ou também pode não exercer seu direito e comprar o terreno a 50 mil depois da opção vencer, a escolha seria sua.

Comprando Opções de Compra – Call

Esse exemplo do terreno de João traz consigo o funcionamento perfeito de uma compra de calls. As calls são as opções de compra que dão ao tomador o direito de comprar o ativo-objeto a tal preço.

Certo, mas e como lucrar com essas opções?

Simples, comprar o direito de comprar um terreno a R$ 200 mil te dá a possibilidade de ganhar muito dinheiro no caso do terreno se valorizar, enquanto que ao mesmo tempo elimina a possiblidade de perder com a desvalorização do mesmo.

Claro que no segundo cenário você perderia o valor do prêmio, mas é um número irrisório quando comparado ao preço cheio do ativo-objeto.

Nossos resultados

Perdas mínimas e controladas com ganhos beirando o ilimitado, essa é a maior vantagem da compra à seco de opções. São operações desse tipo que a equipe da Capitalizo rastreia, analisa e recomenda aos clientes Full Trader.

Claro que com um controle de risco bem gerido, estamos sempre buscando maximizar os ganhos e minimizar os riscos dos nossos clientes. Veja a seguir algumas operações recomendadas pelos nossos analistas:

Como pode ver, nas operações com opções, a Capitalizo busca por fortes potenciais de valorização. O objetivo aqui é comprar opções sem possuir o ativo-objeto e vendê-las antes do dia do vencimento por um preço maior, assim obtendo lucro.

É uma forma simples de se alavancar, pois você estará arriscando um valor fixo (valor pago pelas opções) em troca da possibilidade de lucro ilimitado.

Opções – Resultados acumulados

-Ganho total acumulado desde Janeiro/2020: + 256,62%

-Percentual de recomendações com ganho desde Janeiro/2020: 64,71%

Lembrando que o time da Capitalizo sempre avisa a cada passo da operação, todas as recomendações de compra e venda, seja com lucro ou prejuízo.

Conheça o produto Full Trader

Se você também deseja receber recomendações de operações como essas e de muitas outras, conheça o Full Trader. Sendo a assinatura que trouxe um retorno para seus clientes de mais de 320% desde 2017, o Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Trade na Bolsa de Valores não funciona!

Fazer trade na Bolsa de Valores, ou seja, executar operações de curto e médio prazos com seus ativos visando ganhos com as oscilações de preço, é uma das estratégias do mercado financeiro que mais tem chamado a atenção das pessoas ultimamente.

E não raras vezes, você já deve ter ouvido outras tantas pessoas dizendo que “trade não funciona”, “trade é arriscado” ou que “trade é cassino”.

Em certo ponto elas estão certas:

QUANDO VOCÊ NÃO SABE O QUE ESTÁ FAZENDO.

Separamos 5 momentos em que, provavelmente, o seu trade não vai funcionar!

Quando você:

Investe sem estratégia
Você não terá sucesso nos seus trades quando você entra em uma operação sem saber o porquê. Quando você não sabe como escolher o momento de entrar ou de sair de um ativo. Ou pior: quando você tenta adivinhar o ponto de entrada e/ou saída. É preciso uma análise gráfica coerente e que aponte tendências claras de direção, seja para cima ou para baixo.

Alavanca demais
Se você perder em uma operação alavancado demais (usando dinheiro que não tem) ou que colocou um dinheiro que você iria precisar, você pode ter grandes prejuízos, comprometer uma verba que não podia, ficar devendo ou acabar queimando todos os seus recursos sendo “expulso” do mercado sem conseguir retornar. Separe uma porcentagem de seu capital que você “aceite” perder para aplicar em operações de risco mais alto.

Segue dicas sem saber por que
Muita gente opera na famosa “dica do amigo”. Entra em trades sem saber o motivo, sem acompanhar a movimentação gráfica ou as notícias que podem impactar a empresa em questão, apenas porque alguém falou que determinada ação vai subir. Isso pode, além de te trazer prejuízo, fazer você perder sem nem saber por quê. Ou seja, ainda não trará aprendizado algum. Seja fiel ao que você sabe e busque entender as estratégias que você está utilizando.

Se prende em uma ação
Um erro comum de muitos traders é virar “torcedor” de uma ação. Se uma ação não está seguindo o que sua estratégia apontou, não adianta ficar esperando-a se recuperar baseado apenas em esperança. É preciso “saber perder” e retirar esse capital retido em um ativo em declínio e direcioná-lo para outro com maior potencial de ganho. Não busque “vingar-se” dos ativos. Você não é obrigado a recuperar seu dinheiro no mesmo papel que te fez perder. Evite prejuízos ainda maiores e migre para uma nova operação.

Não diversifica
Uma estratégia concentrada é perigosa até para quem opera no curto prazo. Se você gosta de day trade ou swing trade, busque também entrar em diversas operações simultâneas. A tendência que, em conjunto, elas proporcionem uma melhor rentabilidade é maior. Buscar ganhos astronômicos apostando tudo em uma operação também pode lhe expor a riscos desnecessários e comprometer todo ou grande parte do seu capital.

Mas ok! Sabemos que entender tudo de trade não é assim tão simples e nem fácil de aprender da noite para o dia. Por isso, estamos aqui para lhe ajudar.

Na Capitalizo, você conta com uma equipe profissional de analistas que vão, de maneira estratégica, selecionar as operações com maior potencial de rentabilidade e com a maior segurança possível. Basta você escolher quais recomendações seguir.

▪️ Com o nosso produto Full Trader, você tem, além do acesso às carteiras para longo prazo do Invista em Ações, as análises e recomendações de ativos para operações de curto e médio prazos: Day Trade e Swing Trade em Ações, além de Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro.

▪️ Na sala do Pregão ao Vivo, você acompanha o mercado e as recomendações de operações de Day Trade dos nossos analistas em tempo real.

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Confira os resultados de algumas das nossas estratégias do Full Trader

– Rastreador de Tendências

Rentabilidade de + 66,06% nos últimos 12 meses
Rentabilidade de + 1.727,47% desde Julho de 2017

– Long&Short

Rentabilidade de + 56,49% nos últimos 12 meses
Rentabilidade de + 380,76 desde Agosto de 2017

– Swing Trade

Rentabilidade de + 80,06% nos últimos 12 meses
Rentabilidade de + 357,21% desde Agosto de 2017

– Day Trade

Mini-Índice
Rentabilidade de + 181.480 pontos
Total acumulado desde Julho de 2017

Mini-Dólar
Rentabilidade de + 4.671 pontos
Total acumulado desde Julho de 2017

Ações
Rentabilidade de + 777,75%
Total acumulado desde Outubro de 2017

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Confira o que dizem as pessoas que já estão investindo com estratégia!

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Dia do Orgulho Nerd na Bolsa de Valores

25 de Maio é o DIA DO ORGULHO NERD! E você sabia que existem diversos ativos na Bolsa de Valores que têm relação com o universo geek?

Recentemente, a Disney (DIS), gigante com ações na bolsa americana e BDRs aqui no Brasil (DISB34), adquiriu os direitos da franquia Star Wars, considerada por muitos a maior referência do universo geek no mundo:

Já a Magalu (MGLU3), empresa com uma das ações mais comentadas da bolsa de valores brasileira, adquiriu o Jovem Nerd, maior plataforma multimídia do País voltada para o público nerd e geek:


A bolsa norte-americana conta com diversas empresas das chamadas big techs (gigantes de tecnologia) listadas, como Amazon (AMZN AMZO34), Netflix (NFLX NFLX34), Facebook (FB FBOK34), Twitter (TWTR TWTR34), Apple (AAPL AAPL34) e Google (GOOGL GOGL34). Inclusive, há um ETF (fundo de índice) recém lançado na bolsa brasileira composto exclusivamente por companhias desse tipo:

Na cultura nerd, não pode faltar o video-game. A Sony, uma das maiores empresas do mundo no segmento e produtora do console PlayStation, tem suas stocks listadas como SONY e os BDRs aqui no Brasil como SNEC34:

Falando em vídeo-games, existem fundos de investimentos que, em seu portfólio, contam com empresas que são produtoras de games como o Trend eSports da XP Investimentos, o BB Ações Games BDR e o Warren Games:

 

Se você quer receber as melhores análises e recomendações de grandes empresas internacionais, incluindo as de tecnologia, conheça nossa CARTEIRA INTERNACIONAL, que pertence ao INVISTA EM AÇÕES, nosso produto voltado para recomendações de ações para o longo prazo. Clique aqui para adquirir agora mesmo!

Com o Invista em Ações, você conta com análises e recomendações para identificar boas empresas, aproveitar o potencial de valorização de seus ativos e acumular patrimônio utilizando a passagem do tempo a seu favor. É o auxílio que você precisa para construir e diversificar seu portfólio, investindo nas melhores companhias do Brasil e do Mundo.

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Nossos Resultados

Para você ter uma ideia, nossa Carteira Recomendada de Ações Internacionais (stocks e BDRs) já valorizou mais de 72% desde abril de 2020, batendo o desempenho do Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana no mesmo período.

Quer ir em busca de rentabilidades como essa? Venha para o lado Capitalizo da força!
E que o GAIN esteja com você! 🖖🏼

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Melhore seus resultados de curto prazo na Bolsa de Valores!

Queremos saber: como estão as suas operações na Bolsa de Valores? Você está atingindo os resultados que você esperava? Você gosta de operar no curto e no médio prazo e quer melhorar seus resultados? Nós podemos lhe ajudar!

Sabemos que, em meio a um mercado tão dinâmico e diferentes estratégias de trade disponíveis, fica cada vez mais necessário o auxílio de profissionais especializados para que você possa tomar as melhores decisões, em busca do máximo de rentabilidade e segurança possível.

A grande vantagem das operações de curto e médio prazos é buscar ganhos com as oscilações dos ativos, independente do cenário macro ou dos movimentos mais amplos do mercado financeiro.

Por isso, o FULL TRADER é o produto ideal para você! Com ele, você tem:

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E como são os resultados da Capitalizo?

Separamos alguns exemplos abaixo, onde você pode conferir os resultados em rentabilidade de algumas operações fechadas das tantas recomendadas pelo time de análise da Capitalizo para curto e médio prazos.

Entenda:

Day Trade: são operações na bolsa de valores onde você compra e vende um ativo dentro do pregão de um mesmo dia, buscando lucros com sua oscilação.
Swing Trade: são operações na bolsa de valores, onde você pode lucrar com a valorização dos ativos em alguns dias, semanas ou meses.
Long & Short: operação na qual você realiza uma compra em um ativo e uma venda em outro a partir de uma estratégia estabelecida de correlação. O objetivo é lucrar com a diferença da oscilação entre esses ativos.
Rastreador de Tendências: estratégia exclusiva da Capitalizo que une as análises fundamentalista e técnica para encontrar boas oportunidades no médio prazo. As operações costumam durar, em média, de 2 a 6 meses.

Por onde recebo essas operações?

Abaixo, separamos os resultados totais do consolidado de operações fechadas de cada uma das estratégias exemplificadas na tabela acima:

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