As 15 maiores barganhas da bolsa no setor elétrico!

Provavelmente você já ouviu falar bastante na importância do setor elétrico em termos de investimento, certo? Mas quais serão as barganhas da bolsa nesse segmento?

Comprar ações com cotações justas e preços em conta, pode fazer toda a diferença em sua estratégia de ganhar dinheiro na bolsa de valores, no entanto, faz-se necessário observar bem as oportunidades que aparecem ao longo do tempo. 

Sendo assim, preparamos um material riquíssimo sobre o setor elétrico, as empresas que valem a pena e como as nossas recomendações podem te ajudar. Confira!

Afinal, como é o setor elétrico?

Sob a batuta da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o setor elétrico é, basicamente, subdividido em 3 grupos: geração, transmissão e distribuição de energia.

A energia proveniente de termoelétricas, hidroelétricas, usinas nucleares, eólicas e solares é transmitida por meio de torres e postes e vendida pelas distribuidoras.

Sem sombra de dúvidas, podemos observar que é um dos segmentos mais coesos da bolsa, tendo diversas empresas que melhoraram bastante em termos operacionais.

Entre as vantagens de investir nesse setor, temos a robusta política de inovação para melhorar a confiabilidade dos serviços, bem como preservar o meio ambiente.

Além disso, costumam ser empresas que resistem bem às crises, demonstram ter poucas oscilações nos preços dos ativos e pagam generosos dividendos.

Quais são as barganhas da bolsa nesse setor?

Para investir de forma estratégica, devemos observar as possibilidades que o mercado financeiro oferece, bem como os serviços e novidades acerca das empresas.

Pensando nisso, preparamos abaixo uma lista de 15 ações que são verdadeiras barganhas da bolsa por conta do índice de preço sobre valor patrimonial (P/VP).

1. Engie (EGIE3)

Com um índice de preço sobre o valor patrimonial de 4,07, a companhia Engie é considerada a maior empresa privada de geração de energia do nosso país.

Conta com termoelétricas, hidrelétricas, parques de energia solar e parques eólicos, ou seja, tem como uma das premissas o foco em energia limpa e renovável.

É tida como nota mil em qualidade e gestão, apresentando assim um bom desempenho em questão de transparência e governança com seus acionistas.

Além disso, a Engie é uma das maiores pagadoras de dividendos dos últimos 10 anos, quase R$ 18 por ação, e suas ações já valorizaram 308% nesse mesmo período.

2. Energisa (ENGI3)

Embora seja uma empresa que não costuma aparecer com frequência nos radares dos investidores, a Energisa faz parte da carteira de muitos fundos de ações por aí. 

É uma empresa centenária e que atende, aproximadamente, 8 milhões de consumidores em 17 estados, sendo assim o 5º maior grupo distribuidor de energia.

Além da distribuição, a Energisa também conta com operações de transmissão e geração, cuja área de concessão equivale a 24% do território nacional.

Com um P/VP de 4,07, a Energisa se configura como uma das barganhas da bolsa, bem como uma oportunidade que pode ser mais bem observada no radar de carteiras.

3. AES Brasil (TIET11)

Já a AES Brasil é uma empresa de 20 anos que investe 100% em energia renovável, tendo um portfólio formado por fontes solares, eólicas e hidráulicas.

Suas principais plantas estratégicas estão nos estados de São Paulo, Rio Grande do Norte e Bahia, a fim de desenvolver soluções renováveis de grande e pequeno porte.

Recentemente, com a pretensão de desenvolver projetos de fontes complementares a partir de contratos de longo prazo, a AES assinou um acordo com a Ferbasa.

Vale ressaltar que a empresa pretende investir algo em torno de R$ 2,35 bilhões entre 2021 e 2025, ou seja, o P/VP de 3,72 está baixo perto do possível crescimento futuro.

4. Eneva (ENEV3)

Caso você não saiba, a Eneva é fruto da fusão entre a MPX Energia e a OGX Maranhão, sociedades que pertenciam ao Grupo EBX, do ex-bilionário Eike Batista.

Esse é um dos casos de reestruturação de marca mais incríveis da B3, tendo em vista que a companhia tem entregado muito crescimento e o P/VP de 2,61 ainda é baixo.

É uma empresa pioneira no modelo de negócio R2W, que consiste em integrar totalmente a exploração de gás natural com a comercialização de energia gerada.

Seu parque de geração térmica tem uma representatividade de 9% na capacidade térmica do Brasil, sendo assim a maior provedora de gás natural.

5. CPFL Energia (CPFE3)

Uma outra companhia que também não é tão comentada pelos analistas por aí é a CPFL Energia, uma holding que gera, distribui e comercializa energia elétrica.

Essa empresa centenária tem localizações em São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, que são polos econômicos e industriais importantíssimos.

Um detalhe curioso sobre a CPFL é que o controle da companhia é feito pela State Grid Corporation of China, responsável por boa parte da rede elétrica chinesa.

Costuma ter um bom índice de dividend yield e seu preço sobre valor patrimonial está na faixa de 2,23, portanto, uma das barganhas da bolsa no setor elétrico.

6. Equatorial (EQTL3)

É uma empresa com excelente gestão, solidez financeira, exercendo um bom trabalho no que diz respeito ao aumento de eficiência e que, consequentemente, reduz perdas.

Costuma ser a preferida de grandes players do mercado, sendo que seu exemplo de gestão fez com que a Light trouxesse ex-executivos da Equatorial para se reestruturar. 

Essa holding atua no setor elétrico na distribuição, transmissão e geração, tendo operações focadas no Maranhão, Alagoas, Pará e Piauí.

Com um índice de P/VP de 2,49, o Grupo Equatorial tem ações ordinárias relativamente baratas em relação à cotação atual e suas valorizações. 

7. Taesa (TAEE3)

Considerada uma verdadeira “vaca leiteira” em termos de pagamento de dividendos, a Taesa é uma excelente empresa do setor elétrico e tem o P/VP de apenas 2,05. 

É um dos maiores grupos privados com foco em transmissão de energia elétrica, tendo 97 subestações, 11.062 km de linhas em operação e 2.514 km em construção. 

Marca presença nas 5 regiões do Brasil, mantendo assim suas operações em 18 estados, além de um Centro de Operação e Controle em Brasília.

Vale lembrar que, atualmente, a Taesa detém 39 concessões de transmissão, cujo prazo médio dos contratos é de 16,4 anos, algo que gera uma previsibilidade.

8. Alupar (ALUP4)

Com uma alavancagem controlada e forte geração de caixa, a Alupar também é outra empresa que apresenta uma gestão fantástica e um P/VP de 1,28 apenas.

Ela é uma holding que atua em segmentos de geração e transmissão de energia elétrica, controlando empresas no Brasil, Colômbia e Peru

A companhia dispõe da concessão de 30 sistemas de transmissão, que correspondem a 7.929 km de extensão, cujo prazo é de 30 anos de contrato. 

Tendo instalações novas e modernas à disposição, a eficiência operacional e os níveis de disponibilidade são elevados, proporcionando menores gastos com manutenção.

9. ISA Cteep (TRPL4)

Com um P/VP de 1,32, a companhia ISA Cteep é tida como a maior em transmissão de energia elétrica do Brasil, responsável por quase 1/3 da energia gerada no país.

Para se ter uma ideia ainda melhor da importância dela no cenário nacional, aproximadamente 94% da energia do estado de SP é transmitida pela companhia.

Além disso, essa gigante tem 18 mil km de linhas de transmissão e 129 subestações mantidas em 17 estados da federação, fora o que ainda está em construção.

Apesar de ter um payout mínimo de 75% do lucro líquido e ser uma boa pagadora de dividendos, com o fim da rede básica do sistema existente até 2025, o yield pode cair.

10. EDP Energias (ENBR3)

A EDP Energias é composta por 1 usina termelétrica a carvão e 6 usinas hidrelétricas, uma empresa integrada e controlada pela companhia Energias de Portugal.

Além disso, uma das marcas da EDP é o compromisso em proporcionar energia renovável para seus clientes, especialmente por meio de painéis solares.

A companhia já distribuiu mais 25 mil Gwh e comercializou mais de 16 mil Gwh de energia, cujos prazos de alguns de seus lotes de transmissão vão até 2047.

O P/VP de 1,05 é uma verdadeira barganha da bolsa, uma vez que a empresa pretende distribuir, no mínimo, 1 real de dividendos e recomprar 8% das ações.

11. Cemig (CMIG4)

Já a estatal Cemig, que atua não só em Minas Gerais, mas em 24 estados do país e no Distrito Federal, exerce um grande papel em gerar, transmitir e distribuir energia.

Possui o maior índice de atendimento aos consumidores de baixa renda no país, fornecendo energia para quase 43% do total de clientes da classe residencial.

Nos últimos anos, tornou-se notória a melhoria nos indicadores de liquidez, porque houve refinanciamento de dívidas, vendas de ativos e redução de alavancagem.

Opera em cima do valor patrimonial, com 1,05 em P/VP, e tem um caminho amplo ainda para crescimento e demonstração do seu valor no mercado.

12. Light (LIGT3)

Já a companhia carioca Light atua firmemente nos segmentos de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil.

É um outro caso interessante de reestruturação, por causa da entrada de gestoras e da participação de empresários como Carlos Alberto Sicupira e Ronaldo Cézar Coelho.

Recentemente, a Light recebeu permissão para efetuar uma política de reajuste médio de 6,75% nas tarifas executadas e, além disso, fizeram emissão de ações no mercado.

O índice de P/VP é de 0,77, podendo ser uma possibilidade de investimento, tendo em vista que mesmo empresas problemáticas conseguem arrumar a casa com o tempo.

13. Neoenergia (NEOE3)

Já a Neoenergia, que é controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, apresenta um índice de P/VP de 0,97, sendo então outra grande barganha da bolsa que desperta olhares.

Basicamente, a companhia atua nos segmentos de distribuição, transmissão, geração eólica e hidrelétrica, bem como a geração térmica e comercialização de energia.

A Neoenergia está presente em 18 estados brasileiros e tem a meta de aumentar a capacidade de transmissão por meio da participação em novos leilões de energia.

No entanto, eles pagam um ágio grande nessas concessões, algo que vimos de forma recente no leilão da CEB (Companhia Energética de Brasília).

14. Copel (CPLE3)

Quando se trata da paranaense Copel, que gera, transmite, distribui e comercializa energia elétrica, o P/VP observado é de 0,86, portanto, uma bagatela.

É uma das maiores do setor elétrico e atende, diretamente, 4,7 milhões de unidades consumidoras em 395 municípios do Paraná, cujo parque gerador tem 30 usinas.

A tese em cima desse ativo se assemelha à reestruturação da Cemig, isto é, a Copel atuou firme na venda de ativos e tem muitos investimentos ainda para fazer. 

Melhorou a alavancagem financeira no curto prazo, reduziu custos e, por consequência do bom trabalho, vem aumentando a receita operacional.

15. Eletrobras (ELET3)

Para completar a nossa lista, trouxemos também a estatal Eletrobras, que atua nos processos de geração, transmissão e comercialização de energia elétrica.

É uma companhia que detém cerca de 30% do total de capacidade instalada no Brasil, sendo que 96% de sua capacidade promove baixa emissão de gases de efeito estufa.

É uma gigante que detém, aproximadamente, 71 mil km de linhas de transmissão e seu preço sobre valor patrimonial, que está em 0,90, pode crescer ainda.

Existe uma boa expectativa de ocorrer a privatização da Eletrobras, embora ainda sem data certa, cujo valor da negociação poderia servir para subsidiar os preços de energia.

Confira o ranking das empresas do setor elétrico na Bolsa de Valores de acordo com o P/VPA.

Por que investir no setor elétrico com a Capitalizo? 

Entre as carteiras recomendadas da Capitalizo, a carteira de dividendos é recheada de oportunidades no setor elétrico, afinal, as empresas pagam excelentes proventos.

Nossos resultados

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 103%! Fora os proventos recebidos. É uma das carteiras mais vencedoras do Brasil!

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa e também o índice de dividendos no mesmo período:

Esse desempenho só foi possível em função de estratégias precisas, focando em ações que não só pagam bons dividendos, mas estão em processo de recuperação e crescimento.

Portanto, perceba que investir em empresas do setor elétrico, por meio das recomendações profissionais da Capitalizo, pode ser a chance que precisava para aproveitar as barganhas da bolsa e, com isso, ter bons retornos.

Além da Carteira Dividendos, o Invista em Ações traz outras cinco carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, além de análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais das principais empresas da bolsa de valores.

Lembre-se: sendo cliente Capitalizo, você também:

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: Esse material é meramente informativo e não representa oferta, análise ou recomendação de Valores Mobiliários. Leia nosso Disclosure antes de investir.

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Ações do Mercado de Games

relatorio especial acoes do mercado de games

O mercado de games sempre foi forte, mas nos últimos anos essa indústria se mostrou em fortíssima revolução por conta da profissionalização de grandes campeonatos. Por isso, no dia 25 de maio, nós disponibilizamos, em celebração ao dia do Orgulho Nerd, um Relatório Especial e gratuito sobre 2 Ações do Mercado de Games. Aproveite!

Você sabe quais são e como investir nas small caps da bolsa de valores?

Ao entrar na bolsa de valores você se depara com centenas de empresas. E pode ser bem complexo analisá-las e decidir onde investir. Uma dica para facilitar o processo é compreender as companhias a partir do tipo (ou tamanho) de cada uma delas – como no caso das small caps.

Por exemplo, identificando quais são as small caps, mid caps e blue chips da bolsa você consegue entender as características de cada grupo e saber qual deles lhe interessa mais. Então, que tal entender melhor o assunto?

Neste post você acompanhará tudo o que precisa saber sobre as ações small caps, entenderá melhor o seu funcionamento e descobrirá como investir nestes papéis na bolsa de valores. 

Confira!

O que são as small caps?

Começamos pela definição. As small caps são um tipo de empresa listada na bolsa de valores. O termo faz referência ao porte da companhia. Empresas de menor porte são consideradas small, as médias são mid e as maiores são as chamadas blue chips (ou large caps).

Embora não haja um limite específico para diferenciar os grupos, as small caps são geralmente consideradas as empresas que apresentam um valor de mercado entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões. Então, as companhias de menor valor de capitalização na bolsa entram nessa classificação.

Normalmente, as small caps representam negócios que estão em crescimento — portanto, reinvestem frequentemente os lucros e podem apresentar uma valorização a longo prazo, de acordo com o espaço que forem conquistando no mercado.

De outro lado, por serem empresas menores e, muitas vezes, menos conhecidas do que as grandes companhias, é normal que suas ações não tenham tanta procura. Assim, o volume de negociação — e, consequentemente, a liquidez — costumam ser menores quando se trata de small caps.

As maiores empresas listadas na bolsa, por outro lado, são as blue chips ou large caps. Elas geralmente são as que apresentam maior volume de negociação e liquidez, pois representam companhias que são bastante conhecidas e consolidadas no Brasil.

Quais são as small caps da bolsa de valores?

Embora as blue chips sejam reconhecidas por seu porte e, muitas vezes, pela solidez do negócio no mercado, isso não significa que as small caps sejam sempre empresas desconhecidas. Muitas companhias que recebem atenção em seu setor têm valor de capitalização mais baixo.

Um exemplo relevante na área de varejo é o da Magazine Luiza. A empresa ganhou atenção nos últimos anos devido à grande valorização de suas ações. E poucos investidores sabem que MGLU3 era, poucos anos atrás, uma das small caps do mercado brasileiro. 

Em julho de 2020, no entanto, o valor de mercado da companhia ultrapassava R$ 120 bilhões. Impressionante, não é?

Há exemplos de small caps que são bastante conhecidas em seus setores e costumam receber uma atenção significativa na bolsa. Falando ainda sobre o setor de varejo, podemos destacar a Via Varejo (VVAR3). A dona de marcas como Casas Bahia e Ponto Frio, ficou um bom tempo sob o controle do Grupo Pão de Açúcar. Desde a saída do grupo, a companhia vem atravessando um processo de turnaround, elevando as expectativas do mercado.

No setor de petróleo e gás, há dois bons exemplos de small caps. O primeiro refere-se a Enauta Participações (ENAT3), com mais de 20 anos de experiência na exploração de óleo e gás. Por fim, a PetroRio (PRIO3) mantém seu foco no investimento e na recuperação de ativos em produção, sendo especializada na gestão eficiente de reservatórios e no redesenvolvimento de campos de exploração maduros.

Uma das companhias que vem se destacando pelos bons resultados nos últimos trimestres é a Minerva (BEEF3). A empresa é atualmente uma das líderes de produção e comercialização de carne, exportação de gado vivo e de processamento de carnes bovina, suína e aves na América Latina.

No setor elétrico, os destaques ficam com Copel (CPLE6) e Energias do Brasil (ENBR3). Enquanto a primeira é uma companhia estatal controlada pelo Governo do Estado do Paraná, a segunda encontra-se sob controle da elétrica portuguesa Energias de Portugal.

Por fim, algumas small caps que merecem reconhecimento, mas que atuam em segmentos diferentes, são: Qualicorp (QUAL3), Movida (MOVI3) e Banco Inter (BIDI4).

A Qualicorp é um grupo empresarial e líder na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Já a Movida está entre as maiores companhias de aluguel de veículos do Brasil, sendo a terceira maior em termos de frota e receita. E o Banco Inter, carrega a marca de ter sido o primeiro banco 100% do Brasil a oferecer conta isenta de tarifas, passando de financeira para banco múltiplo com capital aberto na bolsa brasileira.

Abaixo, encontra-se o gráfico de rentabilidade acumulada das empresas citadas nos últimos 24 meses.

A maior valorização do período ficou com Banco Inter (BIDI4), com suas ações se rentabilizando 545,69%. Destaque também para PetroRio (PRIO3) com 442,03% de ganho acumulado. Na sequência, aparecem:
Via Varejo (VVAR3) 195,95%
Qualicorp (QUAL3) 78,45%
Copel (CPLE6) 67,47%
Movida (MOVI3) 55,35%
Minerva (BEEF3) 36,99%
Enauta (ENAT3) 38,23%
EDP Brasil (ENBR3) 10,84%
Como comparação, o Ibovespa obteve um desempenho de 31,36% no período.

Como acompanhar as small caps na bolsa?

Os investidores da renda variável geralmente estão familiarizados com o Ibovespa. Ele é o índice que reúne as ações das empresas mais negociadas na bolsa. E, por isso, ajuda os investidores a avaliar como o mercado brasileiro vem se comportando — se ele vem subindo ou caindo, por exemplo.

Entretanto, o Ibovespa não costuma oferecer informações específicas sobre as small caps. Afinal, a maioria das empresas que compõem o índice são blue chips.

Então, como ter informações mais precisas sobre o comportamento das companhias de menor capital? Há um índice próprio para elas: o SMLL. É ele que acompanha os movimentos das ações small na bolsa. 

Inclusive, vale a pena ressaltar que, assim como é possível investir em modalidades de investimento que replicam o índice Ibovespa (como o ETF BOVA11), também existe esta possibilidade em relação ao índice SMLL. 

Quem deseja se expor às movimentações das small caps, portanto, pode compor uma carteira de ações deste tipo ou investir por meio do ETF (Exchange Traded Fund) SMAL11, que busca replicar o índice SMLL.

Vale a pena investir em small caps?

Agora você já sabe o que são as small caps e como elas funcionam. E descobriu que é possível investir nestes papéis tanto negociando as ações de uma empresa diretamente ou procurando fundos de investimentos ou ETF que visem companhias do tipo.

Mas, será vantajoso fazer o investimento em empresas de menor capital? As small caps podem apresentar vantagens interessantes aos investidores. Diante delas, cabe a cada investidor avaliar se são opções atrativas para seu caso.

Uma das principais vantagens das small caps é a possibilidade de valorização acima da média. Como você viu, as companhias são de menor porte e podem estar em fase de crescimento. Assim, há a chance de que o preço das ações avance bastante no médio e longo prazo.

Esta é uma diferença relevante em relação às empresas de maior capital — que, geralmente, já conquistaram um espaço no mercado e não apresentam tanto potencial de crescimento. Então, os ganhos podem ser maiores com small caps.

Entretanto, todo investidor deve saber que as possibilidades de lucro acima da média são acompanhadas por riscos mais significativos. Com as small caps não seria diferente. Por serem empresas menores, elas geralmente não apresentam tanta solidez quanto grandes companhias.

Como investir em small caps?

Se você considerar que as small caps são um bom investimento para sua carteira, não deixe de seguir alguns cuidados importantes para fazer boas escolhas. Em primeiro lugar, lembre que cada empresa é única.

Logo, não é por se classificar em um grupo que ela terá comportamento previsível. Nem toda small caps apresenta, necessariamente, bons potenciais de valorização, por exemplo. É preciso analisar individualmente as características do negócio. 

Por esse motivo, pode valer mais a pena compor uma carteira de small caps escolhendo cada ativo que fará parte dela. Além disso, adquirir os papéis de forma autônoma poderá lhe trazer melhores resultados.

Então, busque ter estratégias de análise — como a fundamentalista — para observar aspectos relevantes antes de investir. Além disso, procure informações de qualidade sobre a companhia. Nem sempre é fácil encontrá-las – especialmente no caso de negócios mais novos, mas elas são essenciais.

E você, gostou de conhecer mais sobre as empresas de menor capital na bolsa? Quer saber como escolher as melhores small caps para seu portfólio de ações e conhecer outras oportunidades disponíveis na bolsa de valores? 

Com o Invista em Ações, produto da Capitalizo, você tem acesso a carteira de Small Caps, que apresenta as melhores empresas do segmento com alto potencial de valorização, de acordo com as recomendações do nosso time de analistas! 

Assim, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Além disso, você também tem acesso às carteiras: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações. 

Então confira nosso produto e alavanque seu patrimônio!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Opções: como especular nesse mercado?

Se você já investe na bolsa de valores há algum tempo ou está começando agora, com certeza já ouviu falar das opções. O mercado de opções também é negociado na B3 e eles são derivativos de outros ativos de renda variável, como as ações, por exemplo.

Mas, para que servem as opções? Como elas funcionam? É possível lucrar nesse mercado?

Essas e outras dúvidas serão comentadas ao longo de dois posts. Pois esse assunto é cheio de detalhes e queremos entregar um conteúdo bem completo. Confira!

Como funcionam as Opções?

As opções nada mais são do que direitos. Então, quando um investidor compra uma opção de compra da PETR4, por exemplo, ele está comprando o direito de comprar PETR4 em um determinado preço (chamado de strike). Este direito pode ser exercido ou não, a escolha é do tomador, ou seja; do comprador.

Já quem vende a opção, o chamado lançador, tem a obrigação de honrar o compromisso de comprar/vender o ativo-objeto atrelado a mesma.

Para entender, de fato, como e por quê as opções são tão procuradas pelos investidores, é importante conhecer alguns conceitos básicos. Veja a seguir:

Conceitos básicos

  • Ativo-Objeto: É o bem, a mercadoria ou o ativo que está atrelado à opção. Ou seja, caso a opção seja exercida, é esse ativo que será comprado/vendido;
  • Titular ou Tomador: É um dos protagonistas da operação, nesse caso, o tomador é quem compra a opção e, por sua vez, tem o direito de comprar ou vender o ativo-objeto;
  • Lançador: Esse é o segundo protagonista, ele fica na ponta da venda da opção e, por isso, assume a obrigação de comprar/vender o ativo objeto em troca de uma determinada recompensa, chamada de prêmio;
  • Prêmio: Basicamente, o prêmio se assemelha ao “preço da opção”, ou seja, é o valor pago pelo tomador para ter o direito de comprar/vender o ativo-objeto;
  • Strike: É o preço de exercício, ou seja, o preço em que o ativo-objeto será comprado/vendido caso a opção seja exercida.
  • Call (Opção de Compra): São opções que dão o direito de comprar um ativo a um preço pré-determinado na data de vencimento. Lembrando sempre que é um direito, não uma obrigação, ou seja, o tomador pode ou não exercer esse direito. Caso não queira, ele pode simplesmente esperar a opção virar pó (vencimento da opção).
  • Put (Opção de Venda): Aqui a lógica é a mesma, porém inversa. A put dá o direito ao tomador de vender o ativo-objeto na data de vencimento a um determinado preço. Nesse caso, a venda também não é obrigatória, pois o tomador pode, se assim desejar, deixar a opção vencer e, como diz o termo do mercado financeiro “virar pó”.

Entenda a formação dos códigos

O código das opções por si só já apresenta várias características delas, sendo assim, é muito importante compreender como ele é formado. Assim, sempre que você vir um, em 2 segundos já irá saber os principais conceitos daquela opção.

Então vamos lá!

Os códigos das opções são formados por 7 dígitos, sendo quatro iniciais referente ao ativo-objeto: PETR, de PETR4 por exemplo. Depois, há uma 5ª letra informando o vencimento e se a opção é uma call ou uma put de acordo com a tabela abaixo:

E por fim, os 2 números no final do código nos informa o preço de strike da opção. Sendo assim, pegando como exemplo a opção PETRC20, o que dá pra saber só de bater o olho? Veja:

  • Ativo-objeto: ações da Petrobras;
  • Tipo e vencimento: Opção de compra (call) com vencimento em março;
  • Preço de strike: em torno de R$ 20,00

Viu como é simples? De início as opções parecem ser muito mais complexas do que já são. Mas é um mercado que vale muito a pena aprender a operar pela sua utilidade.

Logo, se você deseja se aprofundar no tema e realmente aprender a operar opções de uma vez por todas, clique aqui e faça o download do nosso Guia Definitivo de Opções.

Especulando com opções

Certo, mas por que alguém compraria o direito de comprar um ativo se ela pode, simplesmente, comprar o ativo de uma vez? A resposta para essa pergunta é bem simples. Para entender um pouco do poder das opções e responder essa dúvida, veja o exemplo a seguir:

Imagine que João está vendendo um terreno de R$ 200.000,00 e você quer muito comprá-lo, mas só terá esse dinheiro em dezembro. Infelizmente, João não pode reservar para você, mas oferece vender o direito de compra do terreno até dezembro por R$ 10.000,00.

Então, se ambos concordarem, estaria fechado um negócio e você como tomador teria o direito, e não obrigação, de comprar o terreno de João por R$ 200.000,00.

Perceba que foi montada a estrutura de uma opção de compra (call):

  • Você e João como protagonistas (tomador e lançador);
  • O terreno como ativo-objeto;
  • R$200.000,00 seria o preço da venda, nosso strike;
  • O vencimento dessa opção seria em dezembro;
  • E por fim, temos R$10.000,00 como o prêmio da operação.

Em suma, caso você queira exercer esse direito, João teria a obrigação de lhe vender o terreno por R$ 200.000,00 até dezembro. Essa é a principal vantagem das opções de compra: não importa o que aconteça, o lançador é obrigado a honrar seu compromisso.

Possíveis cenários

Agora imagina que antes de dezembro será construído um shopping de alto padrão ao lado desse terreno. O preço avaliado do terreno de João aumentará em 3 vezes ou mais, podendo ser vendido agora por R$ 600.000,00 tranquilamente.

Mas, para a infelicidade de João, ele não pode vender seu terreno no novo preço de mercado. Uma vez assumido o compromisso com você, ele precisa honrá-lo e te vender o terreno a R$ 200.000,00, já que que recebeu 10 mil anteriormente por esse direito.

Em outro cenário, caso aconteça algo e o terreno passe a valer R$ 50.000,00 e você não veja mais vantagem em comprá-lo, você pode, simplesmente, não fazer nada e deixar a opção vencer. Ou também pode não exercer seu direito e comprar o terreno a 50 mil depois da opção vencer, a escolha seria sua.

Comprando Opções de Compra – Call

Esse exemplo do terreno de João traz consigo o funcionamento perfeito de uma compra de calls. As calls são as opções de compra que dão ao tomador o direito de comprar o ativo-objeto a tal preço.

Certo, mas e como lucrar com essas opções?

Simples, comprar o direito de comprar um terreno a R$ 200 mil te dá a possibilidade de ganhar muito dinheiro no caso do terreno se valorizar, enquanto que ao mesmo tempo elimina a possiblidade de perder com a desvalorização do mesmo.

Claro que no segundo cenário você perderia o valor do prêmio, mas é um número irrisório quando comparado ao preço cheio do ativo-objeto.

Nossos resultados

Perdas mínimas e controladas com ganhos beirando o ilimitado, essa é a maior vantagem da compra à seco de opções. São operações desse tipo que a equipe da Capitalizo rastreia, analisa e recomenda aos clientes Full Trader.

Claro que com um controle de risco bem gerido, estamos sempre buscando maximizar os ganhos e minimizar os riscos dos nossos clientes. Veja a seguir algumas operações recomendadas pelos nossos analistas:

Como pode ver, nas operações com opções, a Capitalizo busca por fortes potenciais de valorização. O objetivo aqui é comprar opções sem possuir o ativo-objeto e vendê-las antes do dia do vencimento por um preço maior, assim obtendo lucro.

É uma forma simples de se alavancar, pois você estará arriscando um valor fixo (valor pago pelas opções) em troca da possibilidade de lucro ilimitado.

Opções – Resultados acumulados

-Ganho total acumulado desde Janeiro/2020: + 281,21%

-Percentual de recomendações com ganho desde Janeiro/2020: 68,42%

Lembrando que o time da Capitalizo sempre avisa a cada passo da operação, todas as recomendações de compra e venda, seja com lucro ou prejuízo.

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  • Acesso ao nosso pregão ao vivo;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade e Swing Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro, e Criptoativos;
  • Acesso ao produto Invista em Ações com as análises e carteiras de ações recomendadas para longo prazo na bolsa de valores, cada uma com um objetivo específico: crescimento, dividendos, top recomendadas, small caps, buy and hold raiz e internacional.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
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Dia do Orgulho Nerd na Bolsa de Valores

25 de Maio é o DIA DO ORGULHO NERD! E você sabia que existem diversos ativos na Bolsa de Valores que têm relação com o universo geek?

Recentemente, a Disney (DIS), gigante com ações na bolsa americana e BDRs aqui no Brasil (DISB34), adquiriu os direitos da franquia Star Wars, considerada por muitos a maior referência do universo geek no mundo:

Já a Magalu (MGLU3), empresa com uma das ações mais comentadas da bolsa de valores brasileira, adquiriu o Jovem Nerd, maior plataforma multimídia do País voltada para o público nerd e geek:


A bolsa norte-americana conta com diversas empresas das chamadas big techs (gigantes de tecnologia) listadas, como Amazon (AMZN AMZO34), Netflix (NFLX NFLX34), Facebook (FB FBOK34), Twitter (TWTR TWTR34), Apple (AAPL AAPL34) e Google (GOOGL GOGL34). Inclusive, há um ETF (fundo de índice) recém lançado na bolsa brasileira composto exclusivamente por companhias desse tipo:

Na cultura nerd, não pode faltar o video-game. A Sony, uma das maiores empresas do mundo no segmento e produtora do console PlayStation, tem suas stocks listadas como SONY e os BDRs aqui no Brasil como SNEC34:

Falando em vídeo-games, existem fundos de investimentos que, em seu portfólio, contam com empresas que são produtoras de games como o Trend eSports da XP Investimentos, o BB Ações Games BDR e o Warren Games:

 

Se você quer receber as melhores análises e recomendações de grandes empresas internacionais, incluindo as de tecnologia, conheça nossa CARTEIRA INTERNACIONAL, que pertence ao INVISTA EM AÇÕES, nosso produto voltado para recomendações de ações para o longo prazo. Clique aqui para adquirir agora mesmo!

Com o Invista em Ações, você conta com análises e recomendações para identificar boas empresas, aproveitar o potencial de valorização de seus ativos e acumular patrimônio utilizando a passagem do tempo a seu favor. É o auxílio que você precisa para construir e diversificar seu portfólio, investindo nas melhores companhias do Brasil e do Mundo.

O Invista em Ações é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais. 

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Nossos Resultados

Para você ter uma ideia, nossa Carteira Recomendada de Ações Internacionais (stocks e BDRs) já valorizou mais de 72% desde abril de 2020, batendo o desempenho do Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana no mesmo período.

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E que o GAIN esteja com você! 🖖🏼

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Melhore seus resultados de curto prazo na Bolsa de Valores!

teste

Queremos saber: como estão as suas operações na Bolsa de Valores? Você está atingindo os resultados que você esperava? Você gosta de operar no curto e no médio prazo e quer melhorar seus resultados? Nós podemos lhe ajudar!

Sabemos que, em meio a um mercado tão dinâmico e diferentes estratégias de trade disponíveis, fica cada vez mais necessário o auxílio de profissionais especializados para que você possa tomar as melhores decisões, em busca do máximo de rentabilidade e segurança possível.

A grande vantagem das operações de curto e médio prazos é buscar ganhos com as oscilações dos ativos, independente do cenário macro ou dos movimentos mais amplos do mercado financeiro.

Por isso, o FULL TRADER é o produto ideal para você! Com ele, você tem:

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E como são os resultados da Capitalizo?

Separamos alguns exemplos abaixo, onde você pode conferir os resultados em rentabilidade de algumas operações fechadas das tantas recomendadas pelo time de análise da Capitalizo para curto e médio prazos.

Entenda:

Day Trade: são operações na bolsa de valores onde você compra e vende um ativo dentro do pregão de um mesmo dia, buscando lucros com sua oscilação.
Swing Trade: são operações na bolsa de valores, onde você pode lucrar com a valorização dos ativos em alguns dias, semanas ou meses.
Long & Short: operação na qual você realiza uma compra em um ativo e uma venda em outro a partir de uma estratégia estabelecida de correlação. O objetivo é lucrar com a diferença da oscilação entre esses ativos.
Rastreador de Tendências: estratégia exclusiva da Capitalizo que une as análises fundamentalista e técnica para encontrar boas oportunidades no médio prazo. As operações costumam durar, em média, de 2 a 6 meses.

Por onde recebo essas operações?

Abaixo, separamos os resultados totais do consolidado de operações fechadas de cada uma das estratégias exemplificadas na tabela acima:

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Quando vender um Fundo Imobiliário?

Os FIIs, Fundos de Investimento Imobiliário, são excelentes aplicações para aquela pessoal de perfil mais conservador, mas que quer colocar um pé na renda variável. Por oscilarem menos que as ações por exemplo, eles são conhecidos como a renda fixa da bolsa. Porém, mesmo sendo ativos que envolvem menos riscos, ainda assim podem ser alvos de venda, entenda a seguir!

Pode não ser um hábito muito aceito entre os investidores de longo prazo, uma vez que visam comprar nas crises e carregar as posições para a vida inteira. Mas, como as operações de venda não são exclusividade dos traders, toda posição em renda variável deve ser revisada e, caso necessário, vendida.

Nesse post, veremos os principais motivos que levam os investidores a fecharem suas posições e, por fim, no que você precisa ficar de olho para saber quando vender um fundo imobiliário. Vamos lá:

Antes de tudo, temos que observar algumas características básicas dos fundos imobiliários.

Digamos que um investidor comprou um fundo imobiliário pois ele estava:

  • Com um preço atrativo;
  • Pagando bons dividendos;
  • Taxa de vacância sempre baixa.

Para esse investidor, esses foram os motivos que o levaram a comprar as cotas. Até aqui está tudo dentro do plano, mas é depois disso que a maioria dos investidores cometem o erro de não acompanhar e nem revisar suas posições no mercado.

Acompanhe seus fundos

É muito importante para o investidor criar o hábito de acompanhar suas posições com o passar do tempo. Pois, muitas vezes uma aplicação está indo mal e, por não acompanhar, ele pode perder uma parcela muito maior do investimento. 

Por isso, deve-se estar por dentro do que está acontecendo com os fundos imobiliários que você tem em carteira. E não se iluda achando que vai precisar de 4 telas e um computador potente para passar o dia vigiando o sobe e desce das cotas. Algo como seu próprio celular já pode resolver todos os problemas.

Basta ficar de olho nos relatórios mensais que os fundos disponibilizam. Além disso, nosso time pode te ajudar a ficar por dentro de todas essas atualizações do mercado de FII’s e ainda te entregar as melhores recomendações de carteiras diversificadas.

Tudo isso, adquirindo o Carteiras Capitalizo, nosso produto recomendado para quem deseja diversificar seus investimentos de acordo com seu perfil. Com ele, você conta com o nosso suporte para montar sua carteira personalizada e, em seguida, acompanhar sua performance.

Então, pegando nosso investidor do exemplo acima, ele compra as cotas depois de analisar e concluir que, por conta daqueles motivos, estaria fazendo um bom negócio. Então, após a compra, ele deve incluir essa posição em algum tipo de controle a fim de acompanhar se aqueles atrativos que ele observou ainda estarão presentes com o passar do tempo.

Existem várias formas de controlar suas posições. Seja por planilha eletrônica, aplicativo, ou até mesmo papel e caneta, não importa. Tendo esse controle em mãos, fica mais fácil de revisar suas posições.

Agora, vamos entender o que deve ser observado enquanto você estiver revisando sua carteira para saber se, de fato, é hora de vender ou não suas cotas de fundos imobiliários.

Quando o fundo fica em segundo plano

É fácil de observar quando um fundo começa a ser deixado de lado pelos gestores.

Por exemplo, imagine um fundo que paga ótimos dividendos ao longo dos meses, é um fundo bem gerido com vários imóveis de shopping espalhados por todo o território nacional. Temos, então, um excelente fundo imobiliário que pode compor a carteira do nosso investidor hipotético, correto?

Claro que sim! Visto que ele busca investimentos para longo prazo e essa aplicação se encaixa perfeitamente em seu perfil.

Mas, como nem tudo são flores, a liderança do fundo pode perder o interesse em tocar a gestão com a mesma qualidade que outrora. Nesse quesito, várias coisas podem acontecer como, por exemplo, uma troca de gestores ou a saída de pessoas importantes para a excelente administração do fundo.

Partindo desse princípio, você consegue, rapidamente, notar esse desinteresse por parte dos gestores avaliando os relatórios mensais que os FIIs disponibilizam para seus investidores. 

Basta um acompanhamento superficial para perceber quando os relatórios passam a ficar cada vez mais pobres de informações em relação aos prévios. Isso demonstra uma certa dificuldade em manter o fundo atrativo para novos investidores.

Quando há dificuldade em manter os imóveis alugados 

Todo e qualquer imóvel alugado passa por períodos de vacância, que é quando não há inquilino alugando o espaço. Mas, um bom fundo imobiliário consegue manter essa taxa de vacância sempre baixa, pois utiliza algumas estratégias que colaboram com isso, como por exemplo ter vários imóveis sob gestão, não dependendo de apenas um ou outro cliente.

Usando nosso exemplo, o investidor comprou um fundo que consegue manter as taxas de vacância em baixa, o que é ótimo. Porém, caso ele perceba uma certa alta nessa vacância já é um sinal de alerta, pois um fundo bem administrado tende a manter esse resultado ao longo do tempo. 

Então, não conseguir manter os imóveis sob gestão alugados é um forte sinal de que o fundo não está mais atrativo para o investidor, principalmente, se, anteriormente, ele vinha entregando um ótimo resultado.

Quando a gestão do FII não passa mais confiança

Confiar no time de gestão do fundo que você investe é o pilar central a ser avaliado, afinal eles estão cuidando do seu patrimônio!

Então, caso aconteça alguma mudança no time que gerencia algum fundo em que você investe, busque saber quem é a pessoa que está assumindo, se ela tem um bom histórico com gestão de fundos e se é capacitada para exercer tal função.

Logo, caso você não acredite ou duvide do potencial da pessoa, não faz mais sentido confiar uma parte do seu patrimônio no respectivo fundo.

Considerações finais

É fato que são muitas variáveis para prestar atenção. Mas, o investimento em imóveis é uma das formas mais antigas, e mais inteligentes, de gerar excelentes ganhos de capital. 

Já o investimento em fundos imobiliários é ainda mais inteligente, pois além dos dividendos serem isentos de imposto de renda, você conta com um time inteiro de gestão que cuida de toda a parte estrutural do imóvel e ainda lida com os inquilinos.

Se você já investe ou deseja começar a investir em fundos imobiliários, conheça nossos resultados e faça parte agora mesmo do time Capitalizo:

Esse é resultado acumulado da nossa Carteira de FII’s do produto Top Fundos desde agosto de 2017, onde nossa carteira batendo de longe a rentabilidade do IFIX (Índice de desempenho dos principais FII’s da bolsa) e do CDI. Ah, e isso sem contar com os alugueis recebidos ao longo de todos esses meses!

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Conheça o Top Fundos e receba as melhores recomendações e acompanhamento do mercado de Fundos de Investimentos

Top Fundos de Investimentos é o produto mais completo do mercado. Com ele, você receberá recomendações para investir nos mais diferentes Fundos:

  • Fundos de Renda Fixa
  • Fundos de Previdência
  • Fundos Internacionais
  • Fundos Multimercados
  • Fundos de Ações 
  • Fundos Imobiliários
  • Três Carteiras Recomendadas de Fundos de Investimentos e a nossa Carteira de Fundos Imobiliários

Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar.

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8 variáveis para ficar de olho em Fundos Imobiliários

Com o mercado em alta, é comum que novos investidores tenham o desejo de colocar o pé na renda variável através dos Fundos Imobiliários, visto que, quando falamos de volatilidade, eles compõem uma classe de ativos bem mais tranquilas que as ações.

Então, para lhe ajudar, nesse post trazemos 8 variáveis – ou indicadores – para o você ficar de olho quando for analisar algum Fundo Imobiliário.

Lembramos sempre de que não se deve olhar apenas para uma variável isoladamente. Por isso, não leve nenhum indicador como verdade absoluta e procure sempre analisar o conjunto de todas elas para tomar uma decisão. Sabendo disso, vamos a elas:

Taxa de Vacância

Sendo quase que a informação mais importante de um Fundo Imobiliário, a vacância diz respeito à porcentagem de área não alugada dos imóveis sob gestão. Essa informação está diretamente ligada à resiliência do fundo ao longo do tempo, por isso é importante analisar a vacância atual e também a histórica

Fazendo essa análise mais completa, o investidor terá mais certeza se determinado fundo é resiliente perante crises como, por exemplo, a do Covid-19, já que em tempos favoráveis o mercado como um todo é naturalmente altista.

  • Você pode encontrar esse dado nos relatórios mensais de cada Fundo Imobiliário e, por padrão, quanto menor, constante e descendente, melhor.

Dividend Yield

Essa métrica representa o quanto um fundo distribuiu de dividendos ao longo dos últimos 12 meses em relação ao valor atual da sua cota. Para encontrar esse indicador, soma-se os últimos 12 pagamentos, divide-se o resultado pelo valor do fundo e, por fim, se multiplica por 100 para definir a porcentagem.

Por exemplo, digamos que um fundo pagou nos últimos 12 meses em média R$ 1,00 ao mês. Sendo assim, são R$ 12,00 ao ano (1,00 x 12) que, se dividido pelo valor de uma cota de 200 reais, chegaremos a um valor de 0,06. Ou seja, esse fundo teve um dividend yield de 6,00% nos últimos 12 meses.

  • Entendido como a taxa do indicador é encontrada, fica fácil de perceber que quanto maior for a taxa de dy, melhor, pois assim teremos fundos que pagam, consistentemente, bons dividendos

É óbvio que esse indicador não deve ser estudado isoladamente, pois de nada adianta um fundo ter um dy alto, porém sem consistência de pagamentos. Então, é de suma importância que o investidor avalie vários indicadores além do dividend yield para tomar uma decisão mais sólida.

Atipicidade dos Contratos

Quando falamos em contratos de imóveis comerciais para locação, existem 2 tipos, são eles os típicos e os atípicos. Os típicos são aqueles que geralmente duram 5 anos e possuem revisão de contrato ao final do 3º ano, onde proprietário e inquilino reavaliam o contrato de acordo com o mercado atual.

Sendo assim, temos também os atípicos, contratos esses que costumam durar 10 anos e não possuem revisional durante o contrato, sendo composto apenas de reajustes anuais. Esse tipo de contrato é mais utilizado em galpões logísticos ou com um objetivo específico, sendo mais aceito em operações de BTS (built-to-suit) e SLB (sale-lease-back).

  • Portanto, é importante variar os tipos de contratos em sua carteira. Porém, contratos atípicos em peso tornam o portfólio de FIIs um pouco mais defensivos, visto que os contratos são mais longos e permitem uma previsibilidade maior dos rendimentos futuros, logo, são ótimos em períodos de turbulência econômica como a atual.

Prazo dos Contratos

O prazo dos contratos acaba servindo de filtro quando se analisa a atipicidade dos mesmos, pois um fundo pode ter contratos atípicos em maioria, mas com seus vencimentos chegando.

  • De maneira resumida, quanto maior os prazos de vencimento dos contratos, melhor, visto que aumenta bastante a previsibilidade de rendimentos futuros. 

Logo, esse indicador ajuda a ter uma leve previsibilidade à médio prazo e por isso é de grande valia para sua análise.

E por falar em análise, se você quer receber as melhores recomendações de Carteiras de Fundos Imobiliários e outras Carteiras diversificadas, com direito a personalização completa de acordo com seu perfil, conheça o produto Carteiras Capitalizo.

Sendo assinante, você saberá exatamente quanto e quando investir em cada tipo de recomendação. Contando também com todas as atualizações mensais nas carteiras de todos os perfis e ainda com todo o acompanhamento exclusivo da Equipe Capitalizo. Visite nossa página e mude já a sua forma de investir!

Volatilidade dos Fundos Imobiliários

A volatidade dos FII’s em geral é, naturalmente, mais baixa que a média do mercado. Mas, fundos com baixa volatilidade histórica tendem a performar melhor durante crises, onde a previsibilidade à curto prazo acaba comprometida.

  • Ou seja, os fundos que possuem baixa volatilidade nos últimos 12 meses estão mais propensos a passar por crises sem sofrer muitos danos.

Liquidez dos Fundos Imobiliários

A liquidez é a característica de um ativo em se transformar em dinheiro novamente. Quanto mais rápido e sem grandes oscilações de preço, melhor a liquidez de um fundo ou de uma ação.

  • Geralmente medida pelas negociações diárias, um fundo possui uma liquidez saudável quando negocia acima de R$ 500 mil por dia, garantindo, assim, uma maior segurança na hora de entrar ou sair de uma posição.

Valor de Mercado/ Valor Patrimonial (P/ VP)

Esse é um indicador de interpretação bem simples, porém se utilizado de forma isolada, ele pode se tornar bem perigoso.

  • Por exemplo, quando o P/ VP está acima de 1,00 o fundo negocia acima de seu valor patrimonial, ou seja, ele está mais caro no mercado do que comprando os imóveis físicos. Já quando está abaixo de 1,00, o fundo está negociando abaixo de seu valor patrimonial, significando que as cotas no mercado estão mais baratas do que a mesma fração dos imóveis físicos.

Porém, é importante lembrar que no mercado os ativos são precificados milhares de vezes por minuto, já um imóvel físico só é avaliado uma ou duas vezes por ano. Por isso, esse indicador deve ser utilizado com bom senso e em conjunto com outros indicadores, visto que ele pode estar relativamente atrasado.

Caixa/ PL

Essa porcentagem reflete diretamente no quanto de caixa o fundo possui no momento. Ou seja, é a parcela do patrimônio líquido do fundo que não está alocada em nenhum ativo-alvo (lajes corporativas, galpões logísticos ou shoppings por exemplo).

  • Aqui não existe certo ou errado, o importante é avaliar se essa porcentagem no fundo que você está analisando faz sentido no case. Por exemplo, não faz sentido um fundo manter o caixa alto em períodos em que os juros básicos estejam em baixa, visto que, na maioria das vezes, os fundos alocam esse caixa em títulos de renda fixa com alta liquidez.

Portanto, aqui entra muito do bom senso, uma vez que se a gestora demorar muito tempo para alocar os recursos do fundo ela, infelizmente, pode pressionar a rentabilidade do fundo e a distribuição de dividendos aos cotistas.

Receba nossas recomendações de Fundos Imobiliários

Caso você já invista ou tenha despertado o interesse de investir agora em FII’s, saiba que o investimento em imóveis é uma das maneiras mais antigas e inteligentes de enriquecer à longo prazo.

Sendo assim, conheça agora o nosso produto Carteiras Capitalizo. Com ele, você tem as melhores análises e recomendações de carteiras diversificadas de Renda Fixa, Fundos de Investimentos, Ações, divididas entre os perfis conservador, moderado e agressivo, além da Carteira do próprio Tiago Prux e uma Carteira composta exclusivamente de Criptomoedas.

O Carteiras Capitalizo também dá acesso ao Invista em Ações (nosso produto voltado para carteiras de ações de longo prazo) e ao Top Fundos de Investimentos, onde você conta com as carteiras recomendadas com os principais fundos de investimentos do mercado, entre elas a de Fundos Imobiliários.

Confira na imagem abaixo, o desempenho da Carteira de Fundos Imobiliários da Capitalizo contra o IFIX (Índice de desempenho médio dos FII’s da bolsa), desempenho esse que não leva em conta a distribuição de dividendos e sim apenas a rentabilidade.

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BDRs e ADRs: o que são e quais as diferenças entre elas?

Você já pensou em investir na bolsa de valores de outro país? De forma semelhante como acontece com a B3 – a bolsa brasileira, diversos países ao redor do mundo têm bolsas para organizar os investimentos feitos em renda variável.

O investimento realizado em ativos fora do Brasil é visto como uma maneira de diversificar sua carteira e manejar melhor os riscos. Afinal, é possível deixar de se expor apenas aos riscos de ativos nacionais. Mas como fazer o investimento estrangeiro?

Na verdade, existem diversas opções. Os BDRs são uma delas. Continue a leitura para entender o que eles são e quais as diferenças entre BDRs e os ADRs, investimentos semelhantes.

Vamos lá?

O que são BDRs?

A sigla BDR representa o termo Brazilian Depositary Receipts. Em português, significa algo como Recibos Depositários Brasileiros. Eles funcionam como certificados de depósitos de valores mobiliários internacionais.

Na prática, os BDRs são uma modalidade de investimento, na qual uma instituição financeira adquire ações de empresas do exterior e negocia certificados lastreados nelas. Então, investidores brasileiros podem comprá-los na própria B3.

Ou seja, é possível expor sua carteira ao mercado internacional sem a necessidade de abrir conta em corretoras de valores ou bancos de outros países. Com as BDRs, você passa a ter resultados a partir da movimentação de companhias estrangeiras.

Mas atenção: não estamos falando de adquirir diretamente ações de negócios como a Apple ou o Google, nos Estados Unidos. A aquisição direta dos papéis não pode ser feita por meio dos BDRs. Eles são, na verdade, investimentos derivados das ações.

Você tem direitos representativos das ações, mas os ativos pertencem à instituição financeira que media o BDR. Logo, é preciso se submeter à mediação de uma instituição para realizar o investimento internacional dessa forma.

O que são ADRs?

Assim como os BDRs possibilitam que brasileiros tenham resultados atrelados a ativos internacionais na sua carteira, também é possível que empresas do Brasil e de outros países sejam negociadas na bolsa de um lugar diferente.

Um exemplo é o que acontece com ações estrangeiras nos Estados Unidos. Nesse caso, fala-se dos ADRs — American Depositary Receipt (Recibos Depositários Americanos). Funciona de maneira muito semelhante aos BDRs.

Os ADRs são, portanto, recibos ou certificados de ações estrangeiras negociadas na bolsa norte-americana. Podem existir ativos de empresas brasileiras, inglesas, australianas ou de diversos outras nações.

Por meio deles, os investidores norte-americanos têm acesso também a empresas internacionais. É possível, por exemplo, que eles invistam na Petrobras ou na Vale através de um ADR dessas companhias no mercado dos EUA.

A emissão dos ADRs se dá por bancos ou instituições financeiras estadunidenses. Eles adquirem as ações internacionais e emitem títulos de certificados para vendê-los aos investidores. Logo, não há venda dos ativos diretamente, mas de derivativos lastreados nas ações.

Quais são as vantagens de investir em BDRs e ADRs?

Como você pode ver, o principal ponto positivo de realizar investimentos por meio de BDRs ou ADRs é ter acesso a ativos estrangeiros — mesmo sem comprá-los diretamente. Caso um brasileiro ou norte-americano quisesse investir em diversos países, a burocracia seria grande.

Imagine precisar abrir uma conta de investimentos nos Estados Unidos, outra na Inglaterra e mais uma em cada país no qual você deseja investir? Seria preciso lidar com várias limitações, como questões ligadas ao idioma e às regras específicas de cada lugar.

Além disso, certamente sua declaração de Imposto de Renda ficaria mais complexa com a necessidade de registrar tantos investimentos em locais diferentes. Mas com os BDRs tudo fica mais simples.

Os seus investimentos são feitos sem sair da B3. Logo, as regras são as mesmas que você já conhece ao investir em empresas nacionais. É uma oportunidade de se expor aos mercados estrangeiros com mais segurança institucional – e muito mais facilidade.

Mais um ponto positivo é que os BDRs liberam a necessidade de realizar operações de câmbio. Ainda que os ativos tenham sido comprados na moeda de seu país de origem, os certificados são negociados em reais na bolsa brasileira.

E por que realizar investimentos atrelados a ativos do exterior? Diversificar a carteira dessa forma é interessante para um melhor manejo de risco. Sua performance pode ser mais equilibrada ao combinar ativos nacionais e internacionais.

Esse equilíbrio pode se tornar ainda mais evidente quando se considera economias de maior porte, como a dos Estados Unidos. Sabe-se que, em momentos de crise econômica, por exemplo, países desenvolvidos costumam se recuperar mais rápido. Assim, sua carteira se beneficiaria.

Quais são as desvantagens?

Em relação às desvantagens, vale citar o fato de BDRs e ADRs não serem um investimento direto. O investidor não está na posse oficial das ações, então alguns ganhos relacionados a elas podem ser limitados pela mediação de uma instituição.

Um exemplo são os dividendos. De modo geral, a instituição que mantém a posse das ações recebe uma comissão pelos proventos, repassando o restante para o investidor. Fique atento, ainda, às especificidades da distribuição de lucro em outros países.

Nos Estados Unidos, os dividendos são tributados na fonte, diferente do Brasil, onde eles são isentos de IR. Além disso, existem empresas americanas que optam por não compartilhar lucros. Assim, alguns BDRs terão essa desvantagem.

Outro elemento que merece atenção são os riscos. Não esqueça que os dois investimentos estão atrelados às ações. Logo, são de maior risco. Seus ganhos ou prejuízos dependem da movimentação da empresa no mercado internacional.

Como investir em BDRs?

Com este conteúdo você descobriu que brasileiros podem investir com lastro no exterior por meio de BDRs. O investimento pode ser interessante para pessoas que queiram diversificar e usufruir de hedge internacional — mantendo investimentos expostos ao dólar e às movimentações dos mercados estrangeiros na carteira.

Mas, como investir em BRDs na bolsa brasileira? A aquisição dos certificados é feita pela bolsa de valores, através do home broker ou da plataforma que você utiliza para compra e venda de ativos. Basta digitar o código de negociação do BDR de seu interesse.

Semelhante às ações brasileiras, o ticker é formado por quatro letras que identificam a empresa internacional. As letras são seguidas por dois números, que indicam o tipo de BDR correspondente. Ele pode ser patrocinado ou não patrocinado.

Os de primeiro tipo contam com a participação da própria empresa emissora das ações. Ela é quem contrata uma instituição brasileira para depositar seus papéis na B3. BDRs patrocinados podem ser de nível I, II ou III, a depender de alguns detalhes acerca dos certificados.

Um BDR não patrocinado significa que a iniciativa de lançar o investimento no Brasil não foi da companhia estrangeira, mas de uma instituição brasileira. Na B3, a maioria dos BDRs é desse tipo. A instituição depositária fica responsável por informar aos investidores sobre a empresa.

Quantos BDRs existem e quanto eles rendem?

Atualmente, existem mais de 550 BDRs listados na bolsa brasileira, sendo quase em sua totalidade do tipo BDR Não Patrocinado.

Dentre todos os BDRs, merecem destaque os recibos de grandes e conhecidas empresas mundiais, como Apple, Berkshire Hathaway, Microsoft, McDonald’s, Amazon, Comcast, JP Morgan, Bank of America, Tesla, dentre outras.

Também, há um índice que reflete o retorno médio de uma carteira teórica formada por BDRs Não Patrocinados, o BDRX.

O gráfico abaixo apresenta o retorno acumulado dos últimos doze meses de cinco BDRs Não Patrocinados, das empresas: L Brands (LBRN34), Gap (GPSI34), Tesla (TSLA34), ArcelorMittal (ARMT34) e Macy’s MACY34. Como comparativo, também está o retorno acumulado para o mesmo período dos índices BRDX e Ibovespa.

No gráfico, destaca-se o grande ganho obtido com o BDR da L Brands, com uma valorização acumulada de mais de 409,0% nos últimos doze meses. No mesmo período, todas as outras empresas citadas seguiram retornos maiores que 195%. O BDRX apresentou uma performance acumulada de aproximadamente 53%, enquanto o IBOV acumula alta de cerca de 25%.

Nossos produtos e recomendações

As carteiras recomendadas de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) e stocks (ações estrangeiras) você encontra no nosso produto Invista em Ações

Um exemplo é a Caterpillar (CAT CATP34): desde que tornou-se nossa recomendação, em 3 de abril de 2020, as ações da empresa já valorizaram 113,66%.

Fundada em 1925, a empresa norte-americana é líder mundial na fabricação de equipamentos de construção e mineração, motores a diesel e a gás natural, turbinas industriais a gás e locomotivas diesel-elétricas. A companhia tende a se beneficiar com os novos estímulos econômicos prometidos pelo novo governo eleito nos EUA.

Confira, no gráfico abaixo, o desempenho de CATP34 em comparação com o S&P 500 desde abril de 2020:

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Para se ter uma ideia, nossa carteira recomendada internacional já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de cerca de 57%.

Além da carteira internacional, o Invista em Ações conta com as análises e recomendações de outras cinco carteiras recomendadas de ativos, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps e Buy and Hold Raiz.

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É o produto ideal para quem deseja identificar boas empresas na bolsa de valores e o objetivo de investir em ações sob a estratégia e o foco no longo prazo, seja visando a rentabilidade ou o recebimento de dividendos.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Entenda a correlação entre os Fundos Imobiliários e a Taxa Selic

Fundos Imobiliários e a Taxa Selic

Na última semana, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu promover mais uma rodada de aumento de 0,75% em nossa taxa básica de juros (Selic), que agora encontra-se em 3,50% a.a. O que esta medida impacta nos Fundos Imobiliários? Confira o artigo e entenda a relação entre Fundos Imobiliários e a Taxa Selic.

Durante os últimos anos, vemos uma forte correlação entre a taxa de juros com os FIIs. E existem algumas explicações para ratificar esta relação, como explicaremos ao longo deste texto.

Esta correlação existente é de ordem inversa. Isto quer dizer que, enquanto a Selic sobe, a rentabilidade dos fundos imobiliários tende e diminuir. E vice-versa. O gráfico abaixo exemplifica um pouco desta relação, no período compreendido entre o final de 2010 até hoje.

Ao invés de mostrar algum fundo específico, mostraremos o índice dos FIIs (IFIX).

Saiba mais assistindo ao vídeo abaixo

Precificação dos ativos

Se tratando de ativos voltados para o longo prazo, esses efeitos da correlação dos preços das cotas de FIIs ficam ainda mais evidentes com as variações dos juros com prazos mais longos. Isso, porque, são estes juros os utilizados nos modelos de precificação dos ativos, seja FIIs, seja ações.

Um desses modelos mais utilizados é o de fluxo de caixa descontado, em que se projeta o fluxo o caixa do fundo imobiliário (ou da empresa), e traz esses fluxos à valor presente. Para se trazer a valor presente, é utilizada uma taxa de desconto. E é aqui que entram os juros longos, como um dos componentes.

Simplificando, quanto maiores os juros, menor o valor presente dos fluxos, o que tende a corrigir os preços dos FIIs para baixo. O inverso também é verdadeiro.

Para finalizar a questão de precificação, por mais que haja esta maior correlação com os juros de longo, não podemos deixar de citar que os juros de curto prazo (entenda, Selic) também influenciam os de longo prazo. Mesmo que estes sejam determinados pelo mercado.

Rendimentos

Da mesma forma, podemos fazer uma breve relação entre os FIIs e a Selic referindo sobre o custo de oportunidade. Sabemos que a imensa maioria dos fundos pagam rendimentos mensais a seus cotistas. Esta renda é proveniente dos aluguéis e demais receitas geradas a partir dos ativos investidos pelo fundo, uma vez que estes são obrigados a distribuir no mínimo 95% de seu lucro.

Quando a Selic é baixa, a maioria dos investidores – antes acostumados com os altos juros pagos pelos ativos de renda fixa – se vêm quase que obrigados a partirem para a renda variável. E, se analisarmos os fundos imobiliários especificamente, somente seus rendimentos distribuídos já conseguem superar com certa facilidade a rentabilidade de aplicações mais conservadoras.

Como exemplo, o gráfico abaixo apresenta a distribuição de rendimentos nos últimos doze meses do fundo imobiliário Hedge Top FOFII 3, de código HFOF11.

A análise do gráfico acima nos permite concluir que o fundo HFOF11 distribuiu aproximadamente R$ 7,59 reais por cota aos seus cotistas, no acumulado dos últimos doze meses. Se consideramos o valor da cota de R$ 99,40, no fechamento do dia 05/05/21, temos um Dividend Yield anualizado de cerca de 7,64%. Ou seja, um retorno realmente superior a muitas aplicações mais conservadoras, sem levar ainda em consideração possíveis valorizações do valor das próprias cotas do fundo.

De forma geral, os investidores preferem assumir risco um pouco maior. Os fundos imobiliários conseguem suprir exatamente esta necessidade. Os rendimentos muitas vezes garantem uma boa previsibilidade, enquanto a variação do preço das cotas pode superar ainda mais as expectativas de retorno.

E estas afirmações se confirmam quando contrastamos o gráfico já mostrado acima com a evolução do número de investidores em fundos imobiliários. A imagem abaixo apresenta, em milhares, a quantidade de CPFs que investem em FIIs. 

Fonte: B3

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Por fim, vale ressaltar, ainda, que o mercado de Fundos Imobiliários hoje é muito mais maduro do que o cenário de alguns anos atrás. Além da quantidade e qualidade de novos Fundos, as gestoras estão muito mais transparentes – o que facilita a tomada de decisão na hora de escolher onde investir.

E você, quer diversificar seus investimentos, comprando cotas dos melhores Fundos Imobiliários do mercado?

Nossos resultados

Esse é resultado acumulado da nossa Carteira de FII’s do produto Top Fundos desde agosto de 2017, onde nossa carteira batendo de longe a rentabilidade do IFIX (Índice de desempenho dos principais FII’s da bolsa) e do CDI. Ah, e isso sem contar com os alugueis recebidos ao longo de todos esses meses!

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O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
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