Day Trade – Contrato de Índice Futuro + Resultados das nossas recomendações

Contrato de Índice Futuro

O que é e como funciona o Contrato de Índice Futuro

O Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice de ações mais importante do Brasil. Ele é resultado de uma carteira teórica de ações e units negociadas na B3, cuja quantidade pode variar de acordo com as regras de composição.

O Ibovespa tem como critério o retorno total das ações, refletindo assim as variações de um determinado número de ativos que compõem a carteira.

Já o Contrato Futuro de Ibovespa possibilita a negociação das expectativas futuras do mercado de ações (Ibovespa) sem a necessidade de realizar a compra de toda a cesta de ações que compõe o índice. Abaixo, vamos usar o exemplo do minicontrato, que pode ser negociado de 1 em 1.

Minicontrato Ibovespa

Código de negociação: WIN

Vencimento: quarta-feira mais próxima do 15° dia do mês de vencimento do contrato – o mini-índice Bovespa vence de 2 em 2 meses.

Meses de vencimento: Fevereiro (G), Abril (J), Junho (M), Agosto (Q), Outubro (V) e Dezembro (Z).

Formação do código e vencimento: WINV19, em que:

WIN= código

Z =  mês de vencimento

19 = ano de vencimento

Abaixo segue o book do mini-índice:

Liquidez do contrato: pelo menos 1 contrato

Cálculo do Volume Financeiro

O volume de cada contrato é calculado multiplicando-se a última cotação por R$ 0,20, ou seja, cada variação de 1 ponto equivale a R$ 0,20. Portanto, no exemplo acima, o contrato cotado a 110.140 pontos vale R$ 22.028,00.

Day Trade no Índice Futuro

O Minicontrato é muito utilizado para operações de curto prazo, especialmente o Day Trade. Isso porque podemos operar os contratos sem ter todo o valor do mesmo. Em algumas corretoras, esse valor pode ser R$ 50, R$ 20 ou até menos. Ou seja, com R$ 50 poderíamos operar um contato que vale mais de R$ 22.000.

Vale relembrar que não recomendamos essa alavancagem para quem está começando. Por isso, se você ainda não entende bem como funciona, vá com calma.

Por outro lado, quando utilizamos a alavancagem da forma correta, ela pode ser nossa aliada, impulsionando nossos ganhos e não comprometendo todo o nosso capital quando uma operação não dá certo.

Por exemplo, vamos imaginar uma pessoa que tenha separado R$ 1.000 por contrato para operar no Day Trade. Vamos supor que ela tenha feito uma compra a 110.140 e, após alguns minutos, vendido a 110.640, com ganho de 500 pontos por contrato. Esse ganho equivaleria a R$ 100 por contrato.

Esse ganho pode parecer ”pouco” quando comparamos com o valor cheio do contrato. Entretanto, quando comparamos o ganho de R$ 100 aos R$ 1.000 que foram disponibilizados, o ganho percentual é de 10% – que pode ter sido alcançado em questão de minutos.

Além disso, podemos fazer várias dessas operações durante o dia.

Como operar Índice Futuro com a Capitalizo

No nosso produto Full Trader, além das recomendações de Day Trade em Dólar e Ações, também temos as operações de Índice Futuro. Através do nosso pregão ao vivo, nosso cliente conta com as recomendações dos analistas que, durante todo o pregão, passam os melhores pontos de compra e venda de minicontratos.

Resultados das nossas recomendações de Day Trade em Índice Futuro

Índice Futuro – Resultados em 2021

Total acumulado (soma de pontos) em 2021:  + 36.240 Pontos

Percentual de recomendações com ganho em 2021: 55,95%

Índice Futuro – Resultados em 2020

Total acumulado (soma de pontos) em 2020:  + 57.500 Pontos

Percentual de recomendações com ganho em 2020: 55,35%

Índice Futuro – Resultados desde 2017

-Total acumulado (soma de pontos) desde Julho/2017:  + 197.820 pontos

-Percentual de recomendações com ganho desde Julho/2017: 58,36%

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
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  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Day trade em Ações vale a pena? Confira 5 dicas para operar agora!

teste

Em meio ao aumento de CPFs cadastrados na bolsa, a modalidade de operações de day trade na bolsa de valores vêm ficando cada vez mais popular, principalmente no mercado de futuros (mini índice e mini dólar). Porém, por ser um mercado extremamente alavancado e complexo, muitas pessoas acabam sofrendo um grande prejuízo antes mesmo de entender, de fato, como gerar lucros consistentemente.

Com essa premissa, muitos demonizam o day trade e tratam logo como “cassino”, quando na verdade é uma profissão que deve ser levada a sério, até por que ninguém se torna um médico ou um piloto de avião da noite pro dia. Ela requer muito estudo, experiência e o principal: o auxílio de profissionais.

Essas operações chamam atenção por conseguirem gerar lucros de forma extremamente rápida, mas é aqui onde mora o perigo. Para começar com o pé direito no day trade, o iniciante precisa tomar alguns cuidados, começando por entender como funciona esse tipo de operação, que nada mais é do que comprar e vender um ativo dentro do mesmo pregão. 

Por conta da popularização da bolsa que ocorreu nesses últimos anos no Brasil, o day trade em contratos futuros se tornou muito acessível. Algumas corretoras chegam a oferecer margem para operar 1 contrato de mini índice com apenas 25 reais na conta.

O problema é que esse mini contrato vale cerca de R$ 22.000,00, ou seja, você está extremamente alavancado e participando do mercado que um trader com 10 anos de experiência está negociando.

É como entrar numa corrida de 100 metros rasos com uma mochila de 40kg nas costas, você já começa na desvantagem!

Por isso, o day trade com ações pode ser mais interessante para quem está começando, pois o mercado acionário é naturalmente mais calmo que o de futuros por não envolver alavancagem, além de ter mais ativos para operar.

Então, separamos 5 dicas para você começar de forma sólida nessas operações e gerar seus primeiros resultados nas ações! Vamos a elas agora:

Tenha uma Rotina

Disciplina é a chave para gerar ganhos consistentes no day trade, pois como é um tipo de operação em que tudo pode mudar em questão de segundos, você precisa estar preparado.

Então, uma rotina de operações é uma prática muito importante e você precisa leva-la a sério. Como sua profissão! Logo, Tarefas como essas devem ser diárias:

  1. Avaliar o fechamento dos mercados internacionais do dia anterior;
  2. Acompanhar as posições dos grandes fundos para saber quais ativos ficar de olho;
  3. Estar por dentro dos eventos e notícias mundiais;
  4. Manter o registro de suas operações para avaliar seu desempenho;
  5. Simular dias de pregão para treinar reconhecimento de padrões.

Além disso, o day trade é uma atividade extremamente cansativa para a mente. Logo, é importante também que você pratique alguma atividade física para manter o equilíbrio e, consequentemente, o foco necessário para operar.

Siga uma Estratégia

É muito comum que o iniciante mude de estratégia toda semana. É como um ciclo vicioso: ele define um método, começa a operá-lo e assim que algo não anda conforme ele quer, descarta tudo e recomeça do zero. Isso é um erro muito grave, pois a bolsa de valores é um mercado variável, ou seja, as perdas controladas fazem parte da profissão e você, de uma forma ou de outra, precisa aprender a conviver com elas. 

Todo esse sofrimento pode ser evitado buscando acompanhamento profissional, pois uma pessoa capacitada já passou por esses problemas no começo e sabe muito bem como contorná-los. Ou seja, você vai acabar ganhando muito tempo e ainda por cima não vai sofrer os prejuízos que uma pessoa sem acompanhamento geralmente sofre.

Aqui na Capitalizo temos um programa que te ajuda a definir uma estratégia e te acompanha pregão a pregão, buscando sempre o resultado do cliente através de estratégias bem fundamentadas. Então, conheça o projeto Full Trader, que no ano conturbado que foi 2020 conseguiu entregar excelentes resultados para seus assinantes, basta ver os números no final do post!

Por fim, um manejo de risco bem ajustado é indispensável na vida de um day trader. Um iniciante precisa aprender a trabalhar com relações de risco retorno favoráveis, sempre ter metas de lucro maiores que os prejuízos máximos para o dia. Dessa forma ele já começa com as probabilidades ao seu favor. 

Diversifique sua Carteira

Diversificar não é apenas para o investidor de longo prazo, muito pelo contrário, essa é uma prática que tem como objetivo diluir os riscos de sofrer um grande prejuízo de uma só vez.

Quando você começa a gerar os primeiros lucros, é fácil se sentir muito confiante e acabar perdendo boa parte dos ganhos que levaram algumas semanas para construir. Então, é importante se proteger dessa eventual soberba diversificando seus lucros.

Para isso, você precisa alocar uma parte dos seus ganhos em outras aplicações para conseguir, aos poucos, construir seu patrimônio. Então, à medida que seu capital for crescendo, separe um pedaço para diversificar, isso vai ajudar a lidar com a incerteza do mercado e ao mesmo tempo criar confiança para que você opere com mais tranquilidade.

Entenda todos os Custos envolvidos

O day trade por si só é uma operação que envolve mais custos por você estar abrindo muitas ordens no mesmo dia, então é necessário ficar de olho no custo de corretagem da sua corretora para que ele não consuma todos os seus ganhos.

Existem corretoras que oferecem planos de corretagem com plataforma para operar, inclusive algumas chegam a oferecer corretagem grátis para ações. Por isso, é importante ficar de olho em ofertas de planos mais em conta para você que quer operar day trade com ações.

Adquira Conhecimento e Experiência profissional

Aprender tudo sozinho não é impossível, porém buscar ajudar de um profissional pode te economizar rios de dinheiro. Então, já que o capital é o fôlego do trader, é importante preservá-lo ao máximo durante o período de aprendizado.

O caminho mais rápido, e fácil, para alcançar esse objetivo sem sofrer grandes prejuízos é procurar ajuda profissional. Por isso, a Capitalizo possui um produto de análises e recomendações e também de acompanhamento, o Full Trader, onde o foco é exclusivo no resultado e no desenvolvimento do assinante.

O Full Trader é um produto completo para curto, médio e longo prazos na bolsa. Ele conta com um time de analistas que monitoram o mercado e fazem recomendações em tempo real.

Resultados das nossas recomendações de Day Trade em Ações

Ações – Resultados em 2021

-Total acumulado (soma percentual) em 2021: + 312%

-Percentual de recomendações com ganho em 2021: 52,77%

Ações – Resultados em 2020

-Total acumulado (soma percentual) em 2020:  + 286,77%

-Percentual de recomendações com ganho em 2020: 60,79%

Ações – Resultados desde 2017

-Total acumulado (soma percentual) desde Outubro/2017:  + 965,4%

-Percentual de recomendações com ganho desde Outubro/2017: 58,93%

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Como analisar os dividendos das ações? Descubra!

Quem já tem algum conhecimento sobre o mercado financeiro e investimento em ações provavelmente conhece o conceito de dividendos. Ele se refere à distribuição de lucros das empresas listadas em bolsa.

Assim, elas separam uma parcela de seu lucro líquido e compartilham com as acionistas, de acordo com a proporção de ações que cada um possui. Focar nos proventos, inclusive, costuma ser uma estratégia valorizada por quem deseja ter uma renda passiva.

Mas como analisar os dividendos das ações? Você sabe o que considerar para escolher as empresas que pagam bons proventos? Continue a leitura e descubra a resposta!

Como funciona o pagamento de dividendos?

Depois de conhecer o conceito de dividendos, é importante entender como funciona o pagamento deles. Compreendendo o processo de distribuição do lucro, o investidor tem mais informações para analisar empresas e tomar decisões na bolsa.

Saiba mais a seguir:

Percentual distribuído 

Como você sabe, o lucro das empresas é o dinheiro gerado em suas operações — depois de pagar os custos do negócio. As informações sobre o percentual distribuído com os acionistas devem constar no estatuto da companhia.

De modo geral, as empresas optam por distribuir apenas uma parte do lucro com os investidores. Isso porque o montante total também serve para distribuição entre os sócios nominais do negócio e para reinvestir no próprio crescimento da empresa. 

Lucro apurado

Conferir as regras no estatuto é um cuidado relevante para o investidor. Mas não é suficiente saber o percentual que a empresa pretende distribuir. Também é importante identificar o lucro que está sendo conquistado. Afinal, os dividendos dependem diretamente dele.

Se não houver lucro, não há distribuição de dividendos. A não ser no caso de empresas que mantêm uma reserva financeira de lucro para distribuir aos acionistas mesmo em períodos de menor ganho. De qualquer forma, você pode ter informações sobre o lucro nos relatórios da companhia.

Recebimento de dividendos das ações

O lucro pode ser distribuído em dinheiro ou na forma de novas ações. O período de distribuição fica a cargo de cada empresa e também deve constar no estatuto. Existem algumas possibilidades, como distribuição mensal, trimestral, semestral ou anual.

Ainda sobre o recebimento dos dividendos em ações, é importante ter atenção com quatro conceitos relacionados às datas:

  • Data de declaração: diz respeito ao dia em que a empresa anuncia a distribuição de dividendos, informando o valor e as demais datas;
  • Data de registro: nesse dia, a companhia registra os acionistas elegíveis a receber o lucro;
  • Data ex-dividendos: refere-se ao período a partir do qual novos investidores que adquirirem as ações não entram na distribuição atual de dividendos.
  • Data de pagamento: ela se refere ao dia em que ocorre a distribuição dos lucros.

Como analisar os dividendos das ações?

Até aqui você viu alguns conceitos e situações importantes para observar em relação aos dividendos distribuídos pelas empresas. Estes dados podem ser muito úteis na hora de decidir sobre quais ações comprar na bolsa. 

Mas, além disso, também existem dicas que ajudam os investidores a analisar as companhias de modo mais profundo quando o assunto é recebimento e distribuição de proventos

Veja quais são!

Conferir o dividend yield (DY)

Um dos indicadores mais utilizados para avaliar os benefícios de uma empresa em relação aos dividendos é o DY. Ele é um indicador múltiplo que relaciona o preço pago pela ação com os dividendos ligados a ela.

Seu cálculo parte da quantidade de dividendos por ação — que é dividida pelo preço da ação na bolsa. Logo, ele proporciona uma análise dos lucros projetados para o papel considerando os valores de negociação que ele tem no mercado no momento.

Isso significa que o DY pode mudar constantemente, a partir tanto das oscilações de preço na bolsa quanto dos dados sobre dividendos distribuídos recentemente pela companhia. 

Assim, ao comparar o dividend yield de várias ações, você consegue avaliar quais empresas são as maiores pagadoras no quesito.

Identificar o dividend payout

Apesar de importante, não é indicado que o DY seja visto como um indicador isolado. Na análise de ações, é sempre melhor avaliar diversos aspectos juntos, para ter maior embasamento nas suas escolhas.

Outro indicador relevante que se relacionada aos dividendos é o dividend payout. Ele apresenta um cálculo um pouco diferente. No caso, refere-se a divisão entre os dividendos pagos nos últimos 12 meses pelo lucro que cada ação teve no mesmo período.

Enquanto o DY faz uma relação entre o dividendo e o preço do papel, o payout complementa a análise ao mostrar a ligação entre o lucro e a distribuição de dividendos. Desse modo, você consegue ver se a divisão de lucros está sendo sustentável e se é interessante para o acionista.

Analisar os fundamentos das empresas

Ainda que o seu objetivo principal na bolsa seja receber dividendos no longo prazo, não se limite aos indicadores diretamente relacionados a eles para tomar suas decisões de investimentos. É importante, ainda, analisar a empresa como um todo.

Por quê? O motivo é que vale a pena se certificar de estar investindo em negócios sólidos e com boas perspectivas para o futuro. Afinal, mesmo que possa ter distribuído bons proventos agora ou no passado, não há garantias de que os lucros continuem em alta.

Então, além de pagar dividendos interessantes, a companhia também precisa ser bem gerida e apresentar resultados consistentes. Vale a pena analisar seus fundamentos e, inclusive, a resiliência que ela tem para passar por momentos econômicos difíceis.

Contar com serviço de análise

Como você viu, guiar-se apenas por um DY ou um payout alto não é o melhor caminho, pois há o risco de fazer uma análise superficial. Outro fator que também influencia na distribuição de dividendos é o setor da empresa.

Negócios em setores perenes não costumam demandar altos investimentos constantes. Então, eles apresentam lucro mais líquido e podem ter distribuição consistente. De outro lado, empresas novas ou em setores dinâmicos podem ter maiores demandas de reinvestimento.

Você quer saber como identificar as boas pagadoras de dividendos e saber avaliar as empresas para fazer boas escolhas na hora de investir? Nossa dica é contar com o serviço de análise especializado. Assim, é possível utilizar os conhecimentos de especialistas experientes no mercado para orientar seus investimentos. 

Para saber mais sobre esta alternativa, basta clicar aqui.

Seguindo as dicas deste post, ficará bem mais fácil encontrar as oportunidades na bolsa de valores para ter uma carteira sólida focada em dividendos. E, assim, você poderá aproveitar o melhor da renda passiva e conquistar sua independência financeira!

E você, quer começar a investir em ações para ganhar proventos e viver de renda? Então não deixe de conhecer o Invista em Ações, produto da Capitalizo que ajuda você, investidor, a ter uma carteira sólida focada em dividendos e no longo prazo. 

Com o Invista em Ações, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras: Carteira Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

Nossas recomendações e resultados

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Desde outubro de 2017, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 110%. Ou seja, essa carteira já foi capaz de DOBRAR o capital investido, isso sem contar os dividendos recebidos no período que você poderia ter reinvestido nas próprias ações da carteira.

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa. Perceba que mesmo com o foco no recebimento de proventos, a carteira ainda assim performou melhor que o índice.

Rentabilidade Carteira de Dividendos

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Análise fundamentalista: 8 indicadores para ficar de olho

análise fundamentalista

A análise fundamentalista de ações visa ajudar o investidor a optar pelos papéis mais atrativos para sua carteira de longo prazo. O objetivo é identificar boas empresas listadas na bolsa— que tenham gestão de qualidade e apresentem perspectivas positivas para o futuro.

A análise é feita a partir de indicadores, que podem ser qualitativos ou quantitativos. Os primeiros dizem mais respeito às questões organizacionais da empresa, elementos que não podem ser medidos em números.

Já os quantitativos partem dos dados contábeis do negócio e indicam mais fortemente a saúde financeira dele. A seguir, você conhecerá 8 indicadores que são essenciais em uma análise de fundamentos eficiente.

Vamos lá?

1. Balanço patrimonial

O balanço patrimonial pode ser comparado a um raio-x das finanças de uma empresa. Ele mostra a relação entre os ativos e os passivos da companhia. Ou seja, relaciona os bens que ela tem com as obrigações que precisa pagar.

Assim, o balanço mostra como está a situação financeira do negócio, indicando se há dívidas maiores do que as condições de pagamento ou se ele está operando de forma positiva. Essas são informações importantes na análise fundamentalista.

Ao subtrair os passivos dos ativos, é possível chegar até o patrimônio líquido da companhia. Ele é mais um indicador central para tomar decisões acerca da compra ou não das ações de uma determinada empresa.

2. Demonstrativos financeiros

Existem também outros documentos financeiros tão importantes para o investidor quanto o balanço patrimonial. Por exemplo, o DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício). Ele mostra de maneira objetiva se a empresa vem operando com lucro ou prejuízo.

Outros demonstrativos financeiros que vale a pena analisar são o de fluxo de caixa e o fluxo de lucro acumulado. Ao observar as informações contidas neles, você consegue entender mais sobre os resultados do negócio — atuais e históricos.

Se você está se perguntando como ter acesso às informações contábeis, saiba que as empresas listadas na bolsa de valores têm obrigação de divulgar seus documentos para investidores e interessados. Então, é possível acompanhar os dados a partir destas comunicações.

3. Dívida bruta / patrimônio líquido

Alguns indicadores de análise fundamentalista não partem de apenas um conceito. Eles são múltiplos. Isto é, relacionam dois elementos para aprofundar a análise. É o caso do fundamento dívida bruta sobre o patrimônio líquido.

Você já viu neste post que conhecer o patrimônio líquido é importante para saber sobre as condições financeiras da empresa. Relacioná-lo à dívida bruta é útil para entender mais do processo de endividamento dela.

Mas fique atento a um aspecto: nem sempre uma dívida tem viés negativo. A depender da empresa que você está analisando, o endividamento pode significar expansão do negócio e novos investimentos. Ou mesmo recuperação de crise. É importante, portanto, analisar com cuidado.

4. Dívida líquida / margem Ebitda

Ainda sobre dívida, existe um indicador que relaciona a dívida líquida com a chamada margem Ebitda — que se refere ao lucro obtido antes de descontar juros, impostos, depreciação e amortização.

A margem Ebitda mostra ao investidor o potencial de lucratividade do negócio, desconsiderando as deduções operacionais. Quando se relaciona com a dívida líquida, o resultado indica quanto tempo a empresa levaria para quitar suas dívidas com o lucro recebido.

É claro que se trata de um cálculo artificial, que considera a manutenção dos níveis de dívida e de Ebitda ao longo do tempo. Ainda assim, o indicador traz uma visão interessante para quem deseja analisar se o endividamento do negócio parece sustentável ou não.

5. Preço / lucro

Além de indicadores que consideram as características da própria empresa, existem algumas ferramentas da análise fundamentalista que partem do preço em que as ações estão sendo negociadas na bolsa.

Eles são interessantes para o investidor, pois ajudam a avaliar o retorno que o investimento nos papéis pode trazer. Um dos mais importantes é o preço / lucro. O indicador relaciona o valor pago pela ação e o lucro projetado para ela.

Ele pode ser muito útil para comparar empresas e procurar aquela que apresenta melhores perspectivas de retorno para você. Também é interessante para analisar se o preço da ação está caro ou barato em determinado momento.

6. Preço/ valor patrimonial da ação

Mais um indicador múltiplo que considera o valor das ações negociadas na bolsa e o preço sobre o valor patrimonial da ação. Nesse caso, o preço de mercado é relacionado ao patrimônio líquido da empresa.

Para permitir o cálculo, o patrimônio líquido é dividido pelo número de papéis que a companhia tem. Assim, é viável saber qual é o patrimônio relacionado a cada ação. Depois, o número é comparado com o preço do papel.

O indicador P / VPA é uma forma de entender se o valor de mercado reflete o valor contábil da empresa. Assim como o indicador anterior, ele também é relevante para observar se um determinado papel está sendo negociado por um preço justo, alto ou baixo na bolsa.

7. Valor intrínseco

Muitos investidores de longo prazo procuram por oportunidades para adquirir ações com preços descontados na bolsa. Ou seja, ativos que estão sendo negociados a um nível de preço menor do que eles realmente valem.

Além dos dois indicadores que você viu serem úteis para analisar tal fator, conhecer o valor intrínseco da companhia é mais uma maneira de observá-lo. Por isso, ele é um indicador central na análise fundamentalista.

O valor intrínseco (ou valor justo) se refere ao preço que uma ação deveria ter para refletir a qualidade da empresa. Mas, como sabemos, o mercado financeiro oscila ao longo do tempo e nem sempre a relação acontece.

Logo, é possível encontrar papéis sendo vendidos por preços menores — o que indica uma possível valorização acima da média no longo prazo.

8. Dividend Yield

Outro interesse muito comum entre investidores de longo prazo é se tornar sócio de empresas que compartilhem partes significativas de seu lucro com os acionistas. Se este é o seu caso, você pode se beneficiar de analisar o indicador dividend yield.

Ele considera os proventos distribuídos nos últimos 12 meses e divide o resultado do período pelo preço da ação na bolsa. Logo, é uma forma de entender o retorno que o investidor pode ter em distribuição de lucros na compra de determinados papéis.

Bastante interessante, certo?

Neste artigo você conheceu 8 indicadores essenciais para fazer sua análise fundamentalista. É importante destacar, no entanto, que eles não devem ser vistos de maneira isolada e descontextualizada. 

O ideal é considerar diversas informações sobre a companhia de seu interesse para tomar suas decisões de investimento, como por exemplo, capacidade de expansão, setor de mercado que está inserida, gestão, histórico da empresa, entre outros. Assim, se você acredita que não tem conhecimentos suficientes para analisar adequadamente as ações, vale a pena contar com um serviço de análise profissional.

E se quiser garantir uma análise fundamentalista de qualidade para a renda variável, montar uma estratégia eficaz de buy and hold – além de ter acesso, inclusive, às melhores small caps do mercado – adquira nosso produto Invista em Ações.

Assim, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

Confira na imagem abaixo a rentabilidade da nossa Carteira Crescimento, um portfólio de longo prazo que tem o objetivo de garimpar oportunidades nas melhores empresas do Brasil e do mundo com forte potencial de crescimento. 

Ela valorizou, desde agosto de 2017, mais de 138,23%, contra 86,20% do Ibovespa e 57,69% do Dow Jones, um dos principais índices da bolsa de valores norte-americana no mesmo período.

Rentabilidade da Carteira de Crescimento

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5 maiores altas da bolsa em 2021

Maiores altas da Bolsa em 2018

O ano de 2020 ficará marcado na Bolsa de Valores, em março tivemos uma volatilidade que afetou grande parte do mercado, devido a crise do Coronavírus no Brasil e no mundo. Agora, mais de um ano depois, a economia global continua a se recuperar, assim como o mercado de ações. O Ibovespa voltou a atingir o seu topo histórico em 119 mil pontos e agora opera próximo a essa região. Mas, alguns ativos performaram muito mais que a média, abaixo você vai conferir as maiores altas da bolsa desse ano.

Com toda essa movimentação do mercado nos últimos tempos, tivemos diversos ativos que conseguiram se recuperar – inclusive voltando a operar nas máximas do ano. Abaixo, segue a listagem das 5 ações que mais sobem em 2021, dos ativos que acompanhamos:

Quem são as empresas?

MELIUZ – CASH3

Fundada em 2011, a Meliuz é uma empresa que abriu seu capital na B3 recentemente (novembro de 2020), sendo um portal que disponibiliza, gratuitamente, cupons de desconto das melhores lojas online do Brasil e ainda te devolve parte do valor gasto em suas compras, direto em sua conta bancária. Atualmente, possui um valor de mercado na casa de R$ 8,7 bilhões.

TRONOX (CRISTAL) – CRPG5

A Tronox, antiga Cristal, é uma das maiores produtoras de pigmento de dióxido de titânio do planeta. Essa substância está presente em diversos produtos do nosso dia a dia, ele é utilizado para dar cor, brilho e opacidade à materiais a base de tinta, plástico, papel, borracha, cerâmicas, entre outros. Atualmente, a Tronox tem um valor de mercado na faixa de R$ 3,1 bilhões.

FERBASA – FESA4

A FERBASA é uma das maiores empresas do setor de mineração e metalurgia, principalmente na produção de ferrocromo, sendo a única produtora das Américas. A FERBASA está entre as 10 maiores empresas da Bahia, com faturamento anual superior a US$ 350 milhões.

PORTOBELLO – PTBL3

A Portobello é uma empresa do ramo de revestimentos cerâmicos. Situada em Tijucas, Santa Catarina, ela iniciou suas atividades em 1979 e possui o considerado maior parque febril do ramo na América Latina. Hoje, a Portobello possui R$ 2,6 bilhões em valor de mercado.

BRASKEM – BRKM5

A Braskem é uma das maiores petroquímicas do planeta. É controlada pela Novonor, antiga Odebrecht, e possui uma participação expressiva da Petrobrás. A empresa é sediada em São Paulo, foi fundada em 2002 e hoje é responsável por um valor de mercado de R$ 47,9 bilhões.

O Tiago Prux gravou um vídeo comentando algumas dessas principais altas e também trouxe as teses das empresas. Confira!

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Como andam os seus investimentos? Você sabia que a maioria dos investidores tendem a ter retornos próximos à média do mercado? Isso acontece por que, justamente, a maioria desses investidores não tem tempo de acompanhar o mercado para tomar as melhores decisões.

Mas sabe o que acontece quando você toma as decisões certas e nos momentos corretos? Tome como exemplo a carteira do próprio Tiago Prux, diretor geral da Capitalizo:

carteira tiago prux

É basicamente isso o que acontece. A carteira do Tiago Prux é fundamentada com as recomendações da Capitalizo desde 2017. Se a sua rentabilidade não está parecida com isso, você deveria conhecer o Carteiras Capitalizo.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Viva de renda com Fundos Imobiliários

Viva de renda com Fundos Imobiliários

Muitas pessoas se perguntam: é possível viver de renda de Fundos Imobiliários (FIIs)? A resposta para essa pergunta está diretamente relacionada a algumas variáveis, que veremos a seguir. Confira o nosso artigo e vídeo explicativo, e saiba como viver de renda com Fundos Imobiliários.

O que é um Fundo Imobiliário?

Para conseguirmos responder à pergunta com mais precisão, primeiro vamos entender o que é um FII. Um fundo imobiliário é uma modalidade de investimento, em que o investidor compra cotas de ativos relacionados ao mercado imobiliário. Um FII pode ser, na linguagem utilizada pelo mercado, de papel ou de tijolo.

Isso quer dizer que, em um FII de papel, o gestor irá adquirir, com o dinheiro das cotas, papéis como CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário). Já no FII de tijolo, o gestor irá comprar imóveis reais, tanto urbanos como rurais, já construídos ou em construção. Tudo vai depender da estratégia de investimento daquele FII.

E como o investidor é remunerado?

Aqui está a grande vantagem dos FIIs. Uma vez adquiridas cotas de um FII, é como se você possuísse um pedaço de um shopping, de um hospital, ou de um galpão industrial, por exemplo. Da mesma forma como acontece diretamente no mercado imobiliário, os imóveis do seu FII terão que pagar um aluguel para a gestora. Isso porque estão ocupando o imóvel que pertence ao Fundo.

Dessa forma, o FII remunera o investidor repassando a ele uma parcela desse aluguel sob a forma de rendimento mensal (dividendos). O mais interessante é que esse rendimento não é tributado pelo Imposto de Renda. Só há cobrança de IR quando o investidor vende suas cotas com lucro. Nesse caso, a alíquota é de 20%.

Além disso, o investidor possui um pedaço de um imóvel, mas não tem que se preocupar com a administração, cobranças, nem burocracias. Isso fica a cargo da gestora do fundo, que para isso recebe uma taxa de gestão, e da administradora, que recebe uma taxa de administração (em linhas gerais, a administradora cuida da parte contábil e de supervisão da gestão e a gestora cuida do negócio em si, negociando contratos, arranjando inquilinos e adquirindo novos imóveis).

Existem, portanto, várias vantagens de investir em um FII, como isenção de imposto de renda, alta liquidez da maioria dos ativos e diversificação da carteira de investimentos. Ocorre que os FIIs são ativos de renda variável e, portanto, suas cotas sofrem variação de preço de acordo com alguns comportamentos do mercado.

Então, quais os riscos de investir em FIIs?

O primeiro deles diz respeito à vacância, ou seja, ao rendimento mensal, que pode sofrer uma repentina variação caso o inquilino desocupe o imóvel.

Além disso, também é preciso ficar atento à variação da taxa de juros. Quando há queda de juros, as cotas ficam mais atrativas por conta do custo de oportunidade de negócio. Contudo, quando os juros voltam a subir, existe uma tendência à desvalorização das cotas para que o negócio ainda continue interessante aos novos investidores.

Agora, respondendo diretamente a nossa pergunta inicial: é possível viver de Fundos de Investimentos Imobiliários? A resposta é sim. Vamos seguir de perto um exemplo:

“FII hipotético XYZ” com rendimento mensal de 0,971%, em uma aplicação de R$100.000,00, receberia o valor de R$971,00 por mês.

Você pode se questionar: “mas eu não consigo viver com esse valor!”. Sim, certo. Por isso que, para viver da renda de FIIs e se proteger contra a variação das cotas é necessário compor uma carteira de FIIs. Além disso, é importante que, quando possível, o investidor faça mais aplicações.

A melhor maneira de conseguir fazer isso é aplicando em longo prazo. Também é importante usar a renda mensal para adquirir mais cotas. É necessário, ainda, realizar um trabalho cuidadoso de análise para escolher adequadamente bons FIIs para compor a carteira.

Simulador de Renda com Fundos Imobiliários

A ideia do simulador é mostrar, na prática, como se comportou uma aplicação feita no Fundo Imobiliário Kinea Renda (KNRI11), um dos maiores FIIs do mercado. O Fundo, que atua na atividade de locação de imóveis comerciais e galpões logísticos, é composto por 19 imóveis e mais de 50 locatários.

Para baixar o simulador, em Excel, clique aqui.

Ficou interessado em saber mais e simular suas aplicações? Confira o vídeo abaixo:

Além disso, segue comparativo de retorno da valorização das cotas do KNRI11 em relação ao CDI e IPCA, desde 01/12/10:

-Kinea Renda Imobiliária (KNRI11): +198%

-CDI: +144%

-IPCA: +82%

rentabilidade do KNRI11

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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Para se ter uma ideia do quanto nossas recomendações podem valer a pena, a Carteira Capitalizo de FIIs tem reportado uma rentabilidade melhor que a do IFIX.

Se olharmos a performance de 2020 até hoje, a nossa Carteira de FIIs está com 45,03% de rentabilidade, acima dos 34,73% do índice.

rentabilidade da carteira de fiis

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Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar. 

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Como operar Swing Trade, 5 motivos para começar!

Você já deve ter visto pela internet alguns investidores gerando altos ganhos através do day trade, comprando e vendendo naquela euforia diária do mercado de índice e dólar futuros. Mas você sabia que também há como gerar excelentes ganhos operar swing trade

O swing trade é o tipo de operação comum no mercado de ações, onde você compra um ativo sem intenção de vender no mesmo dia. As operações podem durar alguns dias, semanas ou meses. Ele possui certas diferenças que para algumas pessoas seriam até vantagens em relação ao day trade. Então, veja a seguir 6 motivos para você fazer Swing Trade:

Operações menos voláteis

No day trade as operações podem durar um pregão inteiro, mas a grande maioria dos trades dessa modalidade acontece em janelas de minutos, pois visam um retorno de 0,5% a 1%. Isso faz com que o capital de day trade oscile muito mais do que em outras operações.

Para operar swing trade, como não há limite de tempo para vender o ativo, as operações tendem a ser menos voláteis. Isso torna o gráfico que é utilizado nessas operações mais direcional, basta comparar um gráfico de 5 ou 15 minutos com um diário ou semanal e ver qual o mais “limpo” e fácil de ler.

Além disso, o mercado mais vantajoso para o swing trade é o de ações, que naturalmente é mais tranquilo que o mercado de futuros (mais utilizado no day trade). 

Análise com o mercado parado

Nada se compara com a tranquilidade de analisar os gráficos com o mercado fechado, pois, com o pregão aberto, as emoções estão à tona e você precisa analisar o mercado enquanto os negócios acontecem. Isso gera uma tensão muito grande que pode atrapalhar a performance de operadores iniciantes.

Por isso, é muito importante para quem está começando ter um acompanhamento como o Full Trader da Capitalizo, onde você tem acesso as melhores recomendações de curto e médio prazo, pregão ao vivo direto com o analista e ainda um acesso ao nosso produto Invista em Ações.

Com acesso ao pregão ao vivo, o iniciante vai pegando experiência direto com o analista e após o fechamento do pregão ele pode analisar as recomendações feitas durante o dia com o gráfico parado, assim ele irá desenvolver com o tempo sua habilidade de leitura, e o melhor: sem aquela tensão de analisar durante o pregão.

Menos alavancagem

Diferente dos futuros, no mercado de ações a alavancagem é mais complexa e vale mais a pena para o principiante operar com lote mínimo enquanto estiver aprendendo para só depois ir subindo os lotes à medida que vai evoluindo suas habilidades e capital.

Aqui não há promessa de lucros rápidos e maciços, entretanto, por não envolver alavancagens absurdas e por ser um mercado menos volátil, o operador iniciante irá se expor às operações aos poucos enquanto estuda.

Você verá que esse caminho é bastante lento, mas, controversamente, é o mais rápido, uma vez que durante a caminhada você percebe que realmente está progredindo! Aos poucos, mas está! E com o acompanhamento da Capitalizo, você não sentirá mais aquele medo e tensão na hora de apertar o botão, pois irá confiar no sistema.

Tempo de tela

No day trade, o operador precisa comprometer uma parte do seu dia, geralmente a manhã, em virtude de acompanhar os mercados e buscar por operações curtas. Ele precisa encarar o mercado como sua profissão.

Pelo contrário, um swing trader consegue encarar uma jornada de trabalho e pela noite dedicar uma horinha para analisar o que aconteceu nos gráficos que ele separou para acompanhar, programar ordens de compra e venda para o dia seguinte reajustar stops de operações que já estão rolando.

Vai chegar um momento em que o estudo diário de suas operações se transformará num hábito, uma tarefa que de início levam de uma a duas horas para terminar, agora são apenas 15 minutos no dia. É nessa fase que temos mais tempo para estudar outros fatores de mercado.

Fator tempo ao seu favor

Por não precisar se desfazer de suas posições até o final do dia, as operações de swing trade tem algumas vantagens no quesito tempo:

  1. O operador pode estudar suas posições num horário tranquilo do dia em que o pregão estiver fechado;
  2. Ele consegue acompanhar com mais precisão os acontecimentos globais que refletem nas bolsas;
  3. Há aquela isenção de 20 mil reais por mês em vendas de ações que ele pode tirar proveito;
  4. Ele também pode declarar prejuízo em um mês para abater no imposto sobre o lucro do próximo mês e etc;
  5. Há sempre a possibilidade de uma ação distribuir dividendos enquanto você estiver posicionado, lhe rendendo um ganho extra.

Ou seja, o passar do tempo está a favor do swing trader.

Considerações finais

No final, fica bastante evidente que o swing trade é uma modalidade bem mais tranquila de operar e que, de qualquer forma, o operador iniciante precisa de acompanhamento para conseguir vencer os principais obstáculos dessa profissão.

Busque trabalhar com gráficos diários, semanais e no máximo gráficos de 60 minutos. Esses são os principais tempos para se operar swing trade. 

Nossos resultados

Usando esses conceitos, já conseguimos entregar mais de 350% de lucro para nossos assinantes. Confira!

rentablidade das operações de swing trade

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Contrato de Dólar Futuro: o que é como funciona?

O mercado futuro oferece diversas possibilidades de operações. É possível realizar operações de proteção e também especulação. As duas opções estão disponíveis para o contrato de Dólar, por exemplo. Então, especuladores, investidores e até mesmo empreendedores podem se beneficiar desta alternativa.

Então, se você deseja especular ou fazer hedge na bolsa de valores, vale a pena saber mais sobre o assunto. Neste artigo, você descobrirá o que são os contratos futuros de Dólar e saberá como acontece o seu funcionamento e quais são os requisitos para operá-lo.

Continue a leitura e confira as informações das quais precisa para dar os primeiros passos nesse mercado!

O que é o mercado futuro?

A negociação no mercado financeiro pode ocorrer de três formas diferentes. De um lado, há o mercado à vista e o mercado a termo — com operações que envolvem, por exemplo, ações. De outro lado, há o mercado futuro, onde é possível operar com derivativos.

Os derivativos são chamados assim porque, na prática, derivam de outros investimentos. Então, o que é negociado no mercado futuro não é um ativo em si, mas contratos que são lastreados em determinado ativo objeto (que pode ser uma ação, uma moeda, uma commodity etc.).

Os contratos do mercado futuro têm uma data para liquidação futura. Inicialmente, este mercado foi constituído para proteger os preços das mercadorias físicas — por exemplo, da produção rural. Mas, atualmente, a maioria dos contratos não envolve mais a entrega do ativo físico.

Assim, os resultados das negociações são geralmente financeiros, fruto da diferença de preços ao longo do tempo até a data de vencimento. Por isso, os contratos também passaram a ser bastante utilizados por especuladores – e não mais apenas para hedge.

O que é um contrato de Dólar futuro?

Depois de entender como funciona o mercado futuro, ficará mais fácil compreender o conceito de contrato de Dólar. A moeda norte-americana é um dos ativos que podem ser atrelados a contratos futuros.

Os contratos futuros de Dólar são instrumentos financeiros que têm o objetivo de estabelecer determinadas condições contratuais entre duas partes, envolvendo uma data determinada. Logo, duas pessoas se comprometem com um dado preço do Dólar para o futuro.

Os contratos negociados se apresentam de duas maneiras: podem ser cheios ou minicontratos. Como o nome indica, a diferença reside no tamanho de cada um deles. Um contrato cheio de Dólar, por exemplo, tem o valor de R$ 50 mil. 

No entanto, não é possível negociar apenas um contrato. Cada negociação nessa modalidade é feita com, no mínimo, cinco unidades — totalizando R$ 250 mil. Desse modo, ele pode se tornar pouco acessível a muitos investidores.

Por isso, foram criados os contratos de mini Dólar. Eles podem ser negociados individualmente e representam 20% do contrato cheio — ou seja, por volta de R$ 10 mil. O código de negociação do mini contrato na bolsa é o WDO, enquanto o código do contrato cheio é o DOL.

Como funciona o contrato futuro de Dólar?

Agora, você sabe o que é o contrato de Dólar e quais são os tipos disponíveis no mercado futuro. Então confira a seguir alguns detalhes importantes para entender o funcionamento destes contratos e como podem ser negociados:

Ajuste diário

Como você viu no início deste post, os resultados dos contratos futuros costumam se dar na diferença entre preços. Eles são realizados por meio de um ajuste diário. Assim, o ganho ou a perda é creditado ou debitado diariamente na conta do investidor ou especulador.

A bolsa faz o cálculo em relação ao preço de fechamento do mercado e ao preço estipulado no contrato futuro. Então, o saldo da operação é conhecido no fim do prazo — quando você pode avaliar a soma de todos os ajustes diários realizados na sua conta.

Alavancagem

Uma das possibilidades dos contratos futuros é a alavancagem. Ela consiste na chance de operar com um valor maior do que você tem em caixa. As regras para contar com tal facilidade dependem de cada instituição financeira utilizada para acessar a renda variável.

Algumas podem, por exemplo, oferecer alavancagem de duas, cinco ou mais vezes em relação ao patrimônio oferecido. Assim, as oportunidades de ganho nas operações são alavancadas e podem ser bem maiores contudo, os riscos também aumentam.

Margem de garantia

Como você viu, não é necessário ter todo o valor correspondente à operação para negociar um lote de contrato futuro de Dólar. Mas, para utilizar a alavancagem, é necessário apresentar uma margem de garantia. 

O valor depende das regras da instituição financeira. Geralmente, há diferenças em relação a negociações de day trade (quando a compra e a venda ocorrem no mesmo dia) e de swing trade (quando as operações se dão em dias diferentes).

Como investir em Dólar futuro?

Ao acompanhar os detalhes sobre o Dólar futuro, você teve interesse em operar com os contratos desse tipo? Existem, basicamente, dois objetivos principais ao operá-los, como falamos. 

Proteção

Um deles é o de proteção (ou hedge). Ou seja, consiste em fazer operações relacionadas ao preço do Dólar para se proteger de oscilações.

O hedge costuma ser utilizado por pessoas físicas ou jurídicas que tenham obrigações na moeda norte-americana. Por exemplo, quem planeja uma viagem ou faz importações. O mercado futuro pode ser uma forma de reduzir as perdas com a desvalorização do Real em relação ao Dólar.

Especulação

Além da proteção, os contratos de Dólar futuro também são usados por especuladores financeiros. Nesse caso, o objetivo é auferir lucro no curto prazo. Algumas vantagens do mercado futuro para a especulação podem ser a liquidez e possibilidade de operar alavancado.

Caso você queira realizar operações, é preciso ter uma conta em uma instituição financeira e acessar o home broker ou outra plataforma de negociação da renda variável. Utilize o ticker dos contratos futuros para identificar os derivativos que lhe interessam.

Operar contrato de Dólar pode ser bastante interessante, a depender de seus objetivos e perfil de investidor. Mas, por serem encontrados na renda variável, é muito importante que você conheça os riscos dos derivativos e saiba o que esperar de suas operações.

Nossas recomendações

Neste artigo você acompanhou as principais informações que precisa conhecer acerca do contrato de Dólar futuro. Então não deixe de considerar o que viu neste conteúdo para tomar suas decisões. E, claro, continue buscando informações relevantes para suas atividades de proteção ou especulação na bolsa!

Agora, se quiser receber recomendações de Day Trade para Contrato de Dólar, conheça o Full Trader. Nosso produto é ideal para quem deseja investir na bolsa de valores. Com ele, você tem acesso à sala de pregão ao vivo com nossos analistas e indicações de compra e venda em tempo real

Abaixo, segue atualização dos resultados das recomendações de Day Trade em Dólar Futuro, durante 2020 e 2021. O estudo leva em conta somente as operações encerradas:

Dólar Futuro

Resultados em 2021

  • Total acumulado (soma de pontos) em 2021: + 821,5 pontos
  • Percentual de recomendações com ganho em 2021: 53,13%

Resultados em 2020

  • Total acumulado (soma de pontos) em 2020:  + 1.990 pontos
  • Percentual de recomendações com ganho em 2020: 58,69%

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Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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Temporada de Resultados do 2T21 – Baixe a agenda

Comprar, vender ou manter?

Acompanhar a evolução dos resultados das empresas é de fundamental importância para a tomada de decisões de quem investe em suas ações visando a rentabilidade ao longo prazo na Bolsa de Valores.

Por isso, nesta agenda que preparamos, você pode conferir as datas de divulgação dos balanços do segundo trimestre de 2021 das companhias listadas na B3 (incluindo os BDRs de empresas internacionais)!

É importante lembrar que algumas empresas ainda não comunicaram suas datas de liberação dos resultados. Assim como algumas datas podem sofrer modificações. Portanto, nas próximas semanas, manteremos as informações atualizadas com os períodos de divulgações.

É sempre interessante também bater o calendário com o site de relacionamento com o investidor da empresa de seu interesse.

Baixe agora o Calendário de Resultados do 2º Trimestre de 2021 clicando aqui!

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Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Mid Caps

Carteira Buy & Hold Raiz

Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

Atendimento Exclusivo Capitalizo

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Small Caps, vale a pena investir?

Small

É muito comum que o investimento em ações seja encarado, pela maioria dos investidores pela ideia de se investir em grandes empresas. Afinal, mesmo quem ainda não investe costuma acompanhar notícias sobre companhias de maior porte — como Petrobras e Vale, por exemplo.

Mas você sabia que não são apenas grandes negócios que estão listados na bolsa de valores? As small caps representam empresas diferentes destas citadas — e apresentam algumas particularidades que podem ser vantajosas para investidores.

Então, é interessante saber mais sobre elas. Certo?

O que são as small caps?

De modo geral, é possível encontrar empresas de diferentes portes na bolsa de valores. Com isso, elas passam a ser classificadas de acordo com o volume de capitalização de cada companhia. O objetivo é fazer com que as pessoas consigam identificar quando se trata de um negócio maior ou menor.

Nesse cenário, as small caps representam companhias de menor porte, com capitalização de mercado mais baixa do que as grandes empresas. Em comparação com outras, elas não apresentam tanta solidez e tradição na renda variável.

Em muitos casos, trata-se de empresas relativamente novas, que estão em processo de expansão e crescimento. Os resultados destas companhias podem ser acompanhados por um índice específico: o Índice Small Cap (SMLL), que reúne as ações das principais companhias.

Ainda em relação à capitalização e ao valor de mercado, é importante saber que outras classificações das empresas listadas na bolsa são as mid caps e as blue chips. Contudo, não há um limite claro para diferenciar um tipo do outro — instituições financeiras e especialistas podem ter compreensões próprias sobre o assunto.

A fim de exemplo, é comum considerar que small caps sejam empresas com valor de mercado menor do que 2 ou 3 bilhões de dólares. Já as mid caps podem valer até 10 bilhões de dólares. As blue chips, que são os grandes negócios na bolsa, têm valor maior.

Quais são as diferenças entre as ações na bolsa?

Certo. Até aqui você entendeu o que são as small caps e conheceu outras classificações de empresas negociadas na bolsa de acordo com seu valor de mercado. Mas, na prática, existem diferenças entre elas além do volume de capitalização?

Sim. Na verdade, o porte da empresa influencia bastante o comportamento das ações na bolsa. Por exemplo, small caps costumam ser os papéis que apresentam menor liquidez. O volume de busca por eles é mais limitado.

Um dos motivos está no fato de se tratar de negócios com menos tempo de mercado – o que pode ser interpretado como algo menos sólido. Já as empresas mid caps apresentam uma liquidez relativamente maior, por já terem um tempo de mercado e capitalização maiores.

E, claro, as blue chips estão entre as companhias mais procuradas na bolsa. Por representarem negócios grandes, com bastante tempo de atuação, muitos investidores dão preferência a elas.

Entretanto, é importante ressaltar que tais visões são uma maneira geral de olhar para as ações. A renda variável sempre envolve riscos e eles variam bastante de acordo com cada setor ou empresa. Logo, o tamanho da capitalização da companhia não deve ser o único aspecto a ser considerado.

Afinal, as empresas de menor capitalização também são as que apresentam maior potencial de crescimento. Isso porque é comum que empresas Blue Chips já tenham uma boa fatia do mercado. Assim, também, talvez não tenham possibilidade de multiplicar seu crescimento nos anos seguintes.

Tomemos duas empresas como exemplo: a Small Cap Sinqia (SQIA3) e a Blue Chip Petrobras (PET3/PETR4).

A Sinqia (SQIA3)

A Sinqia é uma empresa de tecnologia com pouco mais de 23 anos de mercado. Ela atua fornecendo soluções para empresas do mercado financeiro (bancos, fundos, previdência e consórcios). A companhia tem como clientes empresas como Santander, BB, Itaú, entre outros. No total, possui pouco mais de 1.000 colaboradores.

potencial de crescimento de Sinqia é muito grande. Não só em função da capacidade de crescimento orgânico e por aquisições, mas também porque o mercado de atuação está em franca expansão, além de ser muito fragmentado.

Em 2013, quando Sinqia abriu capital na B3, seu faturamento anual era de pouco mais de R$ 51,2 milhões. Já ao final de 2020, esse número alcançou R$ 209 milhões.

Em valor de mercado, a empresa vale hoje pouco mais de R$ 1,4 bilhão.

A Petrobras (PETR3/PETR4)

A Petrobras dispensa apresentações. A empresa é uma das maiores companhias de petróleo do mundo e manda no mercado brasileiro de exploração, refino e produção de óleo e gás. Atualmente, possui mais de 63.000 colaboradores.

Em 2013, ano que Sinqia estreava na B3, a receita da Petrobras era de pouco mais de R$ 304 bilhões. Ao final de 2020, a receita fechou abaixo disso, a R$ 272 bilhões.

A Petrobras também tem um potencial interessante de crescimento, mas muito mais em função da recuperação da empresa (que sofreu muito com corrupção, mal gerenciamento e alto endividamento), do que pelo mercado propriamente dito.

Em valor de mercado, a empresa vale hoje pouco mais de R$ 298 bilhões.

Sinqia X Petrobras

Não vamos comparar a Petrobras com a Sinqia, já que são negócios completamente diferentes. Porém, apenas olhando os números acima e entendo do mercado de atuação das duas, percebe-se que o potencial de crescimento de Sinqia é maior do que o de Petrobras.

De 2013 para cá, a Sinqia cresceu mais de 4 vezes em termos de crescimento de receita, enquanto a Petrobras viu sua receita sofrer leve queda. Se, por um lado, a empresa de tecnologia ainda pode crescer forte organicamente e por aquisições, por outro lado, a petroleira dificilmente conseguirá aumentar 40% ou 50% suas receitas nos próximos anos.

Abaixo temos um gráfico comparativo das duas empresas que exemplificam melhor as operações na bolsa.

Mesmo considerando as fortes baixas de março de 2020, as ações da Sinqia (SQIA3) valorizaram mais de 1019% desde janeiro de 2015. No mesmo período, as ações da Petrobras (PETR4), renderam 172%, enquanto o Ibovespa subiu pouco mais de 142%.

E quais as vantagens e desvantagens das small caps?

Ficaram claros os conceitos e o funcionamento de cada grupo de ações de acordo com sua capitalização?

Entendida essa questão, conheça agora um pouco mais sobre as principais vantagens e desvantagens das small caps:

Oportunidade de valorização

Um dos principais diferenciais de se investir em empresas de menor valor no mercado é ter seu capital impulsionado pela valorização delas ao longo do tempo. Afinal, os negócios estão em pleno desenvolvimento e pretendem crescer no futuro.

Assim, alguns investidores adicionam small caps na carteira buscando lucros substanciais com a valorização dos papéis no mercado. Há possibilidades de o negócio crescer, alcançar novas fatias do mercado e até passar por fusões ou ser vendido para companhias maiores.

De fato, o potencial de valorização das small caps pode ser maior do que em empresas que já estão consolidadas. Mas é claro que esta não é uma certeza. Como em qualquer investimento na renda variável, há o risco das suas expectativas não se concretizarem.

Liquidez

A liquidez pode ser um elemento que coloca as small caps em desvantagens. Como você viu, empresas de maior porte geralmente apresentam maior volume de compras e vendas na bolsa. Logo, as menores costumam ter liquidez mais baixa.

Isso significa que pode ser mais difícil finalizar uma negociação de compra ou venda de small caps, já que o volume de operações diárias delas na bolsa não é alto. Tanto especuladores quanto investidores devem considerar esse fator antes da decisão.

Dificuldade de acesso a dados

Outro aspecto negativo em relação às ações small caps é que o acesso a informações sobre os fundamentos do negócio pode ser mais difícil. Como muitas das empresas são mais novas, às vezes não há muitos dados sobre elas.

O pouco tempo de atuação também pode representar aumento da volatilidade e do risco, pois os resultados passam a ser mais imprevisíveis quando comparados com negócios consistentes.

Quais são as small caps da bolsa?

Se você tem interesse em aproveitar potenciais de valorização de empresas menores, é preciso aprender a identificar quais são elas. A B3 tem uma lista com as ações que compõem o índice Small Cap – que muda a cada quadrimestre.

Confira as 10 ações que possuem o maior peso no índice, tomando como base maio de 2021:

  • PetroRio (PRIO3) 3,9%
  • Embraer (EMBR3) 3,6%
  • Azul (AZUL4) 3,5%
  • Locaweb (LWSA3) 2,8%
  • Gerdau (GOAU4) 2,5%
  • Yduqs (YDUQ3) 2,4%
  • Locamerica (LCAM3) 2,3%
  • BrMalls (BRML3) 2,2%
  • Taesa (TAEE11) 2,0%

Vale a pena investir em small caps?

Como você pode acompanhar ao longo deste conteúdo, as ações small caps apresentam vantagens e desvantagens significativas. Então, a decisão sobre valer a pena ou não realizar o investimento depende de cada investidor.

Se você está disposto a manejar os riscos da sua carteira e aproveitar as chances de lucrar com a valorização dos negócios, o investimento em small caps pode ser para o seu perfil. Portanto, não deixe de avaliar os ativos com cuidado para fazer boas escolhas.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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