Aneel anuncia reajuste no sistema de cobrança para as contas de luz

conta de luz

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e o Ministério de Minas e Energia anunciaram nesta terça-feira, 31, a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica. O novo sistema de cobranças para as contas de luz de todo o País deve entrar em vigor já nesta quarta-feira, 1. Será adicionado R$ 14,20 às faturas para cada 100kW/h consumidos.

A previsão é que a nova bandeira, que representa uma alta de 49,63% em relação a cobrança atual (bandeira vermelha patamar 2), siga em vigor até o dia 30 de abril de 2022. Nela, a taxa era de R$ 9,49. De acordo com o governo e a Aneel, a nova bandeira deve provocar um aumento de 6,78% na tarifa média da conta de luz dos consumidores, exceto aqueles que aderem à tarifa social.

Essa medida visam frear o consumo energético no Brasil em função da iminente crise hídrica que está sendo noticiada para o final deste ano no País, especialmente nos meses de outubro e novembro.

Se concretizada, ela trará, com certeza, diversos impactos à economia e as empresas, principalmente as de energia elétrica, com destaque para as do segmento de geração hidrelétrica. Além disso, é claro, um aumento da tarifa de energia ocasionará um efeito cascata em toda a cadeia produtiva.

Com isso, diversos segmentos, empresas e negócios devem ser afetados, para muito além das companhias de energia, inclusive muitas listadas na bolsa de valores brasileira.

Se você investe em ações, por exemplo, precisa estar atento a essa questão e organizar a sua carteira de forma estratégica. Para isso, você pode contar com o nosso time de analistas que irão efetuar as melhores análises e recomendações visando a rentabilidade e a proteção do seu patrimônio em qualquer cenário.

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Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
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Melhores pagadoras de dividendos: o que podemos esperar em 2021?

Em um cenário de incertezas que assola o mundo, será que existe alguma estratégia campeã? Que tal investir em possíveis melhores pagadoras de dividendos?

Com a corrida das vacinas e a notificação de bons índices de eficácia nos testes finais, o mercado financeiro tem se mostrado otimista, principalmente para os investidores que sabem a relevância do longo prazo.

Neste artigo, você compreenderá como é possível driblar cenários de incerteza, a importância da análise fundamentalista e de uma estratégia de dividendos. Confira!

Como lidar com as incertezas atuais?

Diferentemente do risco, em que é possível avaliar se um investimento é relevante ou não a partir de análises estatísticas, a incerteza causa certo pânico no mercado.

Muitos novatos querem a “fórmula secreta” para ganhar dinheiro na bolsa, mas não é bem assim que funciona, pois tudo parte de um processo de inteligência emocional.

Para lidar com as incertezas e possíveis cisnes negros que despencam os mercados, torna-se crucial utilizarmos dois pilares: autoconhecimento e autogestão das emoções.

Isto é, não basta apenas ter uma vasta bagagem financeira se você não se conhece e não domina suas próprias atitudes, até mesmo para não fazer escolhas equivocadas.

As incertezas requerem pensamentos ainda mais analíticos, de modo que possamos afastar as heurísticas e vieses cognitivos que podem alterar nossa percepção.

Mais do que sermos investidores resilientes, devemos pensar no conceito da antifragilidade, ou seja, evoluir após situações imprevisíveis e de grande pressão.

Mesmo com incertezas, há luz no fim do túnel?

Se o ano de 2020 deixou você igual ao quadro O Grito, de Edvard Munch, saiba que ainda é possível fazer bons aportes em um cenário recheado de incertezas.

No entanto, a tão esperada “luz no fim do túnel” costuma aparecer para quem aprende que o olhar a longo prazo faz uma enorme diferença, bem como o estudo contínuo.

A análise fundamentalista permite fazermos possíveis projeções a partir de avaliações financeiras, setoriais e de fatores macroeconômicos, impulsionando boas estratégias.

Diversificar as ações na carteira, por exemplo, é uma baita tática para ter uma melhor relação entre risco x retorno, além é claro de tentar se proteger das incertezas.

Uma carteira diversificada pode conter segmentos distintos e com grande potencial de valorização, especialmente para os investidores que anseiam viver de dividendos.

Quais empresas podem ser as melhores pagadoras de dividendos em 2021?

Apesar de o ano ter sido atípico, os balanços do 3º trimestre revelaram que tem muitas empresas que parecem nem ter sentido a crise ou que se recuperaram muito rápido.

Com isso, pensando em uma estratégia voltada para receber proventos de maneira periódica, trouxemos abaixo uma lista com 3 das melhores pagadoras de dividendos.

1. Vale (VALE3)

A Vale é uma das maiores empresas do mundo, sendo especializada na mineração especialmente de minério de ferro e níquel. Inclusive, quando se trata desses dois minerais, a Vale lidera o ranking das produtoras ao redor do globo.

E não podemos considerar somente sua alta capacidade de produção. Mas, também, merece destacar o alto padrão de qualidade que o minério extraído pela empresa possui. Simplesmente, o melhor do mundo.

Com o preço do minério de ferro batendo novos recordes nos últimos meses, a companhia tem se beneficiado bastante do atual momento.

No segundo trimestre de 2021, a receita líquida da Vale foi de US$ 16,7 bilhões, o que representa um crescimento de 121,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A empresa fechou o 2T21 com lucro líquido de US$ 7,6 bilhões.

Portanto, o curto e médio prazo se mantém atraentes para quem deseja receber bons dividendos através dos papéis de VALE3. Atualmente, as ações da empresa apresentam um dividend yield de 8,9%.

2. Taesa (TAEE11)

A Taesa é tida como uma das maiores empresas de transmissão de energia elétrica do país, ou seja, serve como intermediária entre as empresas geradoras e distribuidoras.

É um grupo privado que conta com, aproximadamente, 11.062 km em linhas de transmissão, além de 97 subestações distribuídas em todas as regiões do Brasil.

A Taesa registrou um lucro líquido de R$ 697,9 milhões no 2º trimestre de 2021, alta de 50,3% em comparação com o mesmo período de 2020. Também na comparação anual, a receita líquida foi de R$ 904,3 milhões, com alta de 19,0%.

O Dividend Yield de TAEE11 está em 11,3%.

3. Engie (EGIE3) 

Com uma capacidade instalada de 10.211 MW, distribuídos em 61 usinas, a Engie é considerada a maior geradora de energia privada do Brasil.

Inclusive, mais de 85% do que é produzido pela empresa tem fontes renováveis, utilizando-se de energias eólicas, hidrelétricas, biomassa e solares.

No 2º trimestre de 2021, a receita líquida da Engie atingiu R$ 3,1 bilhões, uma alta de 16,6% na comparação com o mesmo período de 2020. O grande destaque ficou para o acréscimo no preço médio de venda de energia elétrica, originado pela atualização monetária de contratos vigentes.

Investir nas ações dessa companhia do setor elétrico é uma estratégia centrada na característica defensiva de suas operações, além da diversificação do portfólio.

Vale ressaltar que seu DY (Dividend Yield) é de 6,7% nos últimos doze meses.

Bônus: Romi (ROMI3)

A Romi é uma empresa voltada para a produção de máquinas e equipamentos para indústria fabril, que atende não somente o mercado interno como também exporta para todos os continentes.

Fundada em 1930, a companhia atualmente conta unidades fabris tanto no Brasil quanto na Alemanha, com capacidade instalada para produção de aproximadamente 2,9 mil máquinas e para fundição de 50 mil toneladas de ferro ao ano.

No 2º trimestre de 2021, a receita líquida da empresa ficou em R$ 351,4 milhões, uma alta de 79,3% na comparação com o mesmo período de 2020. O lucro líquido foi de R$ 42,8 milhões, representando um ganho de 277%.

Com um Dividend Yield de 8,6% nos últimos doze meses, a Romi pode se beneficiar cada vez mais do movimento de recuperação do setor industrial, devendo potencializar o pagamento de dividendos no futuro.

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Por fim, perceba que a paciência e o estudo contínuo são fatores importantíssimos na análise fundamentalista, algo que ajuda a compreender quais são as melhores pagadoras de dividendos que, possivelmente, podem reportar bons valores. Se você gostou das informações que leu e quer saber mais detalhes sobre as empresas citadas e outras do mercado, então está mais do que na hora de conhecer o nosso produto Invista em Ações. Com ele você recebe:

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Nossos resultados

Desde setembro de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 100%!

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa. Além disso, colocamos o retorno dos dois maiores Fundos de Dividendos do Brasil. Confira:

Rentabilidade da Carteira de Dividendos da Capitalizo

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5 lições para ter uma boa carteira de ações

Na nossa série De Investidor para Investidor, eu, Tiago Prux, diretor da Capitalizo, bato um papo a partir das minhas próprias experiências, trago algumas informações relevantes e dou minha opinião sobre o atual momento do mercado financeiro e dos investimentos, principalmente sobre Bolsa de Valores.

O bom velhinho está de aniversário

Na próxima segunda-feira, 30 de agosto, o maior investidor de todos os tempos, Warren Buffett, completará 91 anos. Apesar de Peter Lynch ser o meu “guru” predileto, é inegável a importância de Buffett para o mercado e na forma das pessoas investirem. Acredito que todo investidor tenha um pouco da filosofia do bom velhinho nas “suas veias”.

Em homenagem a Warren Buffett, hoje quero destacar cinco pontos da forma “Buffett de investir” que considero muito importantes para que qualquer investidor tenha sucesso e consistência ao longo dos anos:

Saiba o que você está fazendo

Infelizmente, a maioria dos investidores não tem estratégia e não tem muita ideia do que estão fazendo. Se você quer montar uma carteira de ações e não conhece as empresas, a chance de fracasso ou de retornos medíocres é alta.

Ter uma estratégia sólida e que te mostre exatamente o que fazer, vai te proteger de grandes ciladas e te ajudar a aproveitar as oportunidades que o mercado vai te apresentar.

Buffett é um craque nisso, conhece os negócios onde investe como ninguém e sabe aproveitar os momentos de crise para comprar ações dessas empresas.

Ter confiança no que está fazendo

De nada adianta um investidor ter uma boa estratégia se ele não tem confiança na sua forma de investir. Muitas vezes o mercado vai fazer parecer que estamos errados, quando isso não é verdade. Nesses casos, sem convicção, o investidor pode abandonar seu plano inicialmente proposto e fazer algum movimento errado – como comprar ou vender uma ação no momento errado.

O simples nem sempre é fácil

Buffett explica suas teses de investimentos de uma maneira tão simples, que parece ser fácil de fazer igual.

Como costumo falar, é simples tomar 2 litros de água por dia ou fazer 1 hora de exercícios diários para manter a forma. Mas na prática é fácil de seguir essas dicas? Sabemos que não.

No mundo dos investimentos é assim também. O ato de investir (comprar uma ação, por exemplo), é simples, mas não é fácil sabe quando comprar ou vender ou o que não comprar e o que não vender.

Não se engane, não existem fórmulas mágicas. Assim, como em outras atividades, o tempo e a forma que você se dedica podem ser decisivos para seus retornos de longo prazo.

Erros vão acontecer

Falar das vitórias é fácil, mas muita gente tem dificuldades de lidar com a perdas. Por mais que tenhamos uma boa estratégia, convicção e estudemos bastante, os erros acontecerão – isso é assim em qualquer atividade e não será diferente no mundo dos investimentos.

O que mais me impressiona em Buffett é a forma serena que ele fala sobre as perdas, assim como fala sobre os seus ganhos. Perdas fazem parte da jornada e ajudam no amadurecimento do investidor.

Na verdade, um investidor que não aguenta pequenas derrotas nunca terá grandes vitórias.

Se não deu certo, parta para outra

De nada adianta o investidor reconhecer que está errado se ele não agir. Assim como Buffett já fez algumas vezes, se você errou em comprar alguma ação que não deveria, venda e parta para outra. Inclusive, recentemente, Buffett vendeu uma posição em companhias aéreas com prejuízo e reconheceu o seu erro.

O investidor que se dá ao luxo de não tirar as maças podres da carteira, pode em pouco tempo ter uma cesta cheia de maças podres.

Essas 5 lições foram muito importantes para a minha jornada como investidor e são conceitos utilizados pelos analistas da Capitalizo para as nossas análises e recomendações. Quem sabe elas não podem ser úteis para você também.

Um abraço e ótimos investimentos.

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Confira abaixo, o desempenho da Carteira Tiago Prux, desde abril de 2017 contra o Ibovespa no mesmo período:

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O que é e como funciona o mercado futuro?

Você provavelmente já conhece o mercado à vista da bolsa de valores. Ele é popular tanto entre investidores quanto entre aqueles que não investem no mercado financeiro. Afinal, quem nunca escutou alguma notícia sobre cotação de ações ou sobre o índice Ibovespa, não é mesmo?

O que muitas pessoas não sabem é que as oportunidades da renda variável não se resumem às negociações realizadas no mercado à vista. O mercado futuro é outro ambiente repleto de possibilidades para investidores e especuladores.

Conhecer mais detalhadamente o que é e como funciona o mercado futuro pode lhe trazer inúmeras oportunidades. Então, continue a leitura deste post e saiba mais sobre o assunto!

O que é o mercado futuro?

O principal aspecto relacionado ao mercado futuro está justamente indicado em seu nome. Ele permite realizar operações visando uma data no futuro. Esta é a característica mais importante que o diferencia do mercado à vista — onde a compra e venda de ativos é fechada no mesmo momento.

Considerando tal particularidade, é importante saber também que o mercado futuro não envolve a negociação direta de ativos, mas sim de derivativos. Isto é, contratos que estão atrelados a um ativo, mas que se orientam por uma data futura.

O mercado futuro é um ambiente onde se negociam, principalmente, contratos de índice (como o Ibovespa), de dólar e de commodities (milho, café, boi gordo etc.). Inclusive, o surgimento deste ambiente se deu na produção rural.

Os produtores sempre investiram muito dinheiro em suas plantações e viviam a insegurança de não saber qual seria o preço do produto quando a colheita chegasse. Então, costumavam fechar negócios com um determinado preço futuro.

Assim, poderiam se proteger da insegurança. Quando a data chegasse, eles teriam lucro se o preço combinado fosse maior do que o valor normal. O prejuízo, em caso de preços mais baixos, era compensado pela venda do restante da produção.

Apesar de se atualizar e sofrer modificações ao longo do tempo, um dos objetivos do mercado futuro hoje é justamente permitir o hedge (proteção) a investidores, além de oferecer oportunidades para aqueles que desejam especular. Falaremos mais sobre o assunto adiante.

Como ele se diferencia do mercado à vista?

Embora tenha sido criado como mecanismo de proteção do produtor rural e envolvesse tradicionalmente a entrega física das sacas de produtos, atualmente o mercado futuro não diz respeito apenas à compra ou venda do ativo físico.

Apesar de haver a possibilidade de liquidação física, os ganhos ou prejuízos neste ambiente são realizados, normalmente, apenas em operações financeiras. Com isso, tem-se a maior diferença em relação ao mercado à vista: ao invés de ativos, os investidores operam contratos – e as oscilações no preço de cada um deles.

E, como não há compra de ativos, existe outra particularidade importante: no mercado futuro, não é preciso ter todo o dinheiro da operação. Você arca apenas com as oscilações — pagando a diferença em caso de prejuízo e recebendo o crédito em caso de lucro.

Os contratos futuros negociados no mercado são acordos que envolvem duas pessoas em relação ao preço de um ativo em determinada data. Em cada contrato está especificado o prazo e a quantidade de ativos – além de possíveis garantias, formas de liquidação, etc.

Há duas formas de realizar as operações no mercado futuro. Esperar a data de vencimento para realizar lucros ou prejuízos é a escolha geralmente utilizada por quem tem objetivos de proteção da carteira.

A outra possibilidade é especular. Ou seja, passar os contratos adiante, realizando compras e vendas que lhe pareçam vantajosas, a depender da variação de preços. Como as cotações dependem da lei de oferta e procura, há muito espaço para a especulação.

Quais as principais características do mercado futuro?

Você acabou de entender o que é o mercado futuro e quais são as diferenças mais importantes em relação ao mercado tradicional ou à vista. 

Agora, confira algumas informações importantes sobre este ambiente – essenciais para quem deseja operar com contratos futuros:

Como funcionam os contratos

Há dois tipos de contratos no mercado futuro: os comuns (ou cheios) e os mini contratos. Como o nome sugere, os primeiros são maiores e envolvem uma quantia mais alta de dinheiro, enquanto o segundo tipo é mais acessível financeiramente.

Os contratos comuns têm um lote padrão. Logo, não são acessíveis a investidores e especuladores de menor capital. Por isso, foram criados os mini contratos – a fim de dinamizar o mercado.

Os mini contratos podem ser negociados representando uma parcela bem menor do lote padrão de contratos comuns. Mas as possibilidades são limitadas, pois só existem mini contratos de índice e de dólar na bolsa brasileira.

Como acontece a alavancagem

O mercado futuro é alavancado – e esse é um dos principais atrativos do ambiente para especuladores. Como não é preciso pagar pelo valor do contrato – sendo necessária apenas uma margem de garantia, o especulador opera alavancado.

Ou seja, é possível negociar com valores mais altos do que aqueles que você possui em caixa. A possibilidade de alavancagem depende das regras de cada instituição financeira e envolve, como já expliquei, a disponibilização de uma margem de garantia — normalmente oferecida sob forma de dinheiro, títulos de renda fixa ou ações.

Vale destacar, no entanto, que segue sendo necessário que o especulador arque com o pagamento dos ajustes diários, quando houver – a partir das oscilações de preço ao longo do tempo. Entenda mais sobre estes ajustes no próximo tópico.

Como são realizados lucros e prejuízos

No mercado à vista, você realiza seu lucro ou prejuízo quando se desfaz de ações ou das cotas de fundos imobiliários, por exemplo. Mas como isso acontece no mercado futuro? Nesse caso, existe o chamado ajuste diário.

Diariamente o seu lucro ou prejuízo é calculado pela bolsa e você tem o valor creditado ou debitado da sua conta. Por isso, quem opera com contratos futuros precisa deixar dinheiro em caixa para pagamento de eventuais perdas.

Os ajustes diários acontecerão frequentemente até que sua posição no contrato seja encerrada. Eles representam resultados parciais da operação. Então, o lucro (ou a perda) obtido ao final da operação será a soma de todos os ajustes realizados a cada dia. 

Quando optar pelo mercado futuro?

Agora que você já conhece as principais características do mercado futuro pode estar se perguntando quando vale a pena fazer operações neste ambiente. Na prática, esta resposta depende dos seus objetivos em relação à renda variável.

De maneira geral, vale a pena realizar operações no mercado futuro para diversificar portfólio, proteger sua carteira (hedge) ou buscar por melhores rentabilidades no curto prazo. Para este último objetivo, é importante ressaltar a alta liquidez do mercado futuro – que eleva as possibilidades para quem deseja especular.

Como operar no mercado futuro?

Como você viu, a negociação de contratos e mini contratos futuros trazem muitas possibilidades aos investidores e especuladores – tanto na proteção da carteira quanto na especulação. E operar no mercado futuro não é complicado, desde que você entenda seu funcionamento.

As operações são feitas por meio do home broker ou plataforma de trade. Basta utilizar os tickers próprios de derivativos do mercado futuro — o código depende de cada grupo negociado (índices, dólar, commodities etc.).

Na hora de pesquisar os tickers e realizar o fechamento de contratos é muito importante ficar atento aos códigos que representam o mês e o ano, já que se trata de negociações feitas em uma data futura. Você pode saber mais sobre eles clicando aqui.

Além disso, você deve se informar sobre a margem de garantia e as condições de alavancagem apresentadas pela instituição financeira que utiliza. Com essas informações, é possível começar a operar no mercado futuro.

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Confira nas imagens abaixo as rentabilidades de algumas das nossas modalidades de operações em mercado futuro (índice, dólar e commodities) em diferentes prazos e períodos:

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Reserva de valor – entre Bitcoin e Ouro, qual o melhor?

Reserva de valor - entre bitcoin e ouro, qual o melhor?

Desde de 2020, o bitcoin vem sendo considerado a “reserva de valor digital”, por apresentar características consideradas semelhantes ao ouro e, portanto, tem atraído diversos investidores. 

Bitcoin: a “reserva de valor digital”?

Assim como o ouro, o bitcoin é um ativo escasso, ou seja, possui um limite de emissão. Dessa forma, devido a essa característica, o bitcoin possui propriedades de reserva de valor, pois devido aos fundamentos da moeda, ela tende a se valorizar ao longo do tempo. 

Além disso, o bitcoin foi visto como um ótimo ativo para resistir a crises financeiras. Haja vista que se manteve bem e com altas durante a pandemia do coronavírus, onde vários ativos e ações despencaram. Desde então, o bitcoin tem apresentado um desempenho superior ao Ouro e outros ativos. 

No entanto, o bitcoin ainda é um ativo muito volátil, comparado ao ouro. Porém, a volatilidade é o preço a se pagar pelo desempenho. Mesmo mantendo suas características positivas devido aos fundamentos, muitas pessoas ainda temem em investir em bitcoin ou mantê-lo como reserva de valor, preferindo o ouro. 

Reserva de valor em Ouro

Antes mesmo do surgimento do bitcoin, em 2008, o ouro já era utilizado como reserva de valor por ser um ativo forte. Anteriormente, já havia sido moeda e utilizado como lastro para as moedas de países, no padrão ouro. Isso reforça o poder do valor do ouro como commodity, além de ser um artefato precioso usado para fins artísticos e comerciais.  

Além disso, o ouro não é emitido por nenhum governo e tem seu fornecimento quase fixo, embora incerto, diferentemente do bitcoin, cujo fornecimento conhecido é de até 21 milhões de unidades. Por essa característica, o valor nominal do ouro tende a subir na proporção da inflação em grandes mercados. 

Para o investidor brasileiro, é interessante manter ouro como reserva, pois o ativo é definido em dólar e serve como hedge interessante na carteira do investidor que pretende se proteger do real, moeda fraca em relação ao dólar americano. 

No entanto, embora o ouro tenha mais tempo de mercado do que o bitcoin, que surgiu em 2008, a capacidade de recuperação do bitcoin em relação ao ouro, quando se trata de uma crise, é maior. 

Ouro e mercado tradicional

Apesar de ser um ativo que serve para prevenção frente ao mercado tradicional, o ouro ainda é muito ligado ao mesmo. Não obstante, diante do colapso do banco de investimentos Bear Stearns, em março de 2008, o preço do ouro caiu junto com o índice S&P 500. Porém, em função de diversas medidas monetárias para tentar conter a crise da época, o ouro foi se recuperando e disparou mais de 160% por conta do medo da inflação. 

Foi nesse cenário, em 2008, que surgiu a ideia do bitcoin. Até então apenas um conceito, que mais tarde foi tirado do papel e posto ao mundo como forma de proteção frente às crises e interferências do governo na economia e liberdade financeira dos indivíduos. 

O mercado atual

Atualmente o bitcoin tem ganhado espaço e atraído os olhares de diversos investidores por conta de sua tecnologia e, até mesmo, institucionalização, que tem permitido mais facilidade de exposição para os investidores tradicionais. 

Porém, mesmo com diversos pontos positivos, o bitcoin ainda é um ativo pouco consolidado no mercado frente ao ouro e com volatilidade superior. Nesse sentido, não podemos deixar de considerar o ouro como ativo de reserva, pois já é consolidado no mercado e nem mesmo desconsiderar o poder de crescimento do bitcoin diante das novas tecnologias.

Mas como saber, dentre tantas categorias de investimentos existentes no mercado financeiro, quais aquelas mais adequadas para compor sua carteira?

Com o nosso produto CARTEIRAS CAPITALIZO, você terá acesso às melhores análises e recomendações de carteiras diversificadas de Renda Fixa, Fundos de Investimentos e Ações, além da Carteira do próprio Tiago Prux e uma composta exclusivamente de Criptoativos. Mensalmente, você ainda recebe atualizações de carteiras para os diferentes perfis: Conservadora, Moderada e Agressiva.

O objetivo dessas Carteiras Diversificadas é sempre superar, no mínimo, a rentabilidade do CDI no longo prazo.

▶️ Para saber, além das categorias, quais são exatamente os ativos que compõem essa carteira, clique aqui!

Abaixo, você confere o desempenho em rentabilidade da Carteira Diversificada Agressiva da Capitalizo. Perceba que, desde outubro de 2017, ela rendeu mais de 85%, contra apenas 19,16% do CDI.

Rentabilidade da carteira diversificada agressiva (85,16% contra 19,16% do CDI)

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Conheça uma Carteira de Fundos de Ações campeã de retorno!

Você gostaria de aproveitar todas as oportunidades e potencial de rentabilidade que a Bolsa de Valores pode proporcionar, mas não tem tempo, paciência e/ou conhecimento para avaliar, selecionar e acompanhar ativo por ativo?

Uma bela solução é optar pelos Fundos de Investimentos, que é uma modalidade coletiva de investimento, que conta com diversos investidores (chamados de cotistas) e um gestor para investir e gerir o capital do grupo.

Essa é uma das principais vantagens: as escolhas de uma gestão profissional, especializada na administração do portfólio. Investindo em fundo, você também conta com uma diversificação estratégica de ativos, evitando expor-se a eventuais riscos decorrentes da concentração como crises pontuais e/ou setoriais.

Fundos de Investimentos em Ações

Dentre os diversos tipos de Fundos de Investimentos, existem os fundos de ações, que são aqueles focados em selecionar e inserir em seu portfólio os papéis de empresas listadas na Bolsa de Valores.

Ok, mas como avaliar e escolher os melhores fundos de ações para investir?

É isso que você tem pronto no nosso produto Carteiras Capitalizo!

Ele conta com uma seleção de carteiras dos melhores fundos de investimentos do mercado, dentre eles uma voltada exclusivamente para fundos de investimentos em ações!

Esta Carteira de Fundos de Ações é composta por fundos com diferentes estratégias, prazos de resgates e que priorizam o retorno no longo prazo. Seu objetivo é, no mínimo, superar o Ibovespa e o Dow Jones com o passar do tempo. Ela é composta de fundos de ações (BDR’s e Internacionais), fundos de ações e dividendos, fundos de small e mid caps e fundos de fundos.

Entenda:

Small Mid Caps
Fundos focados em Small e Mid Caps, que são empresas com os menores valores de mercado na bolsa de valores. Assim, suas ações possuem mais espaço e tem maior probabilidade de valorizar ao longo do tempo.

BDRS e Internacionais
Fundos voltados para o investimento em empresas estrangeiras, seja adquirindo as stocks (as ações diretas no país de origem); ou os BDR’s, certificados que replicam os papéis das companhias do exterior aqui na bolsa de valores brasileira.

Fundos de Fundos
São fundos que, de maneira estratégica, buscam adquirir cotas de outros fundos de investimentos para a montagem de seu portfólio.

Fundos de Ações e Dividendos
Fundos que investem, prioritariamente, em ações diretas das empresas brasileiras buscando valorização e rentabilidade ao longo do tempo e/ou o recebimento de dividendos, a parte dos lucros das companhias paga aos acionistas.

Rentabilidade da Capitalizo

Desde outubro de 2017, nossa Carteira Recomendada de Fundos de Investimentos em Ações já rendeu mais de 132%. Assim, ela foge da curva e se torna uma das carteiras mais rentáveis do Brasil, senão a mais rentável. No mesmo período, por exemplo, o desempenho do Ibovespa, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, foi de cerca de 57%. .

Conte você também com essa e muitas outras carteiras vencedoras!

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Lembre-se! O Carteiras Capitalizo também dá acesso ao Invista em Ações, produto que traz as análises e recomendações de boas empresas visando a rentabilidade no longo e é dividido em seis carteiras recomendadas de ações diretas, cada uma com um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais

E mais! Sendo cliente Capitalizo, você:

✅ Tem acesso total a nossa equipe de atendimento por diversos canais
✅ Recebe materiais, ebooks e relatórios exclusivos
✅ Pode solicitar uma análise da sua carteira de investimentos já existente
✅ Assiste às mentorias fechadas para clientes e tira suas dúvidas direto com o Tiago Prux

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Fundos de Renda Fixa – Ranking 2021

mitos e verdades sobre investimentos

Abaixo segue o Ranking com alguns dos principais Fundos de Renda Fixa do país. Na lista, constam os retornos do mês, anual e dos últimos 12 meses.

A lista leva em consta o fechamento do dia 20/08/2021, e considera os Fundos de Inflação (Debêntures e Títulos Públicos):

NOME MÊS 2020 12 MESES
EMPÍRICA LÓTUS IPCA FIC FIM CP 0,60% 7,16% 11,24%
BTG PACTUAL DEBÊNTURES INCENTIVADAS FIC INFRA RENDA FIXA 0,29% 6,89% 9,55%
SCHRODER PREMIUM 45 ADVISORY FIRF CP LP 0,64% 6,51% 7,63%
SCHRODER HIGH GRADE ADVISORY FIRF CP 0,55% 5,89% 8,71%
ARX EVEREST ADVISORY FIC FIRF CP 0,41% 5,86% 7,96%
SPARTA DEBENTURES INCENTIVADAS FIRF CP 0,71% 5,70% 7,82%
IRIDIUM PIONEER FI-INFRA INCENTIVADO RF 0,48% 5,62% 7,44%
CAPITÂNIA FIC FI-INFRA RF CP -0,92% 5,59% 7,91%
AZ QUEST SUPRA FIC FIM CP 0,46% 5,50% 8,25%
BTG PACTUAL CRED CORP PLUS FI RF CP 0,54% 5,46% 7,89%
CDI 0,06% 2,65% 2,90%
IBOVESPA -3,55% -1,31% 14,34%
IMA-B 5 0,89% 7,04% 7,67%
IMA GERAL 1,18% 4,46% 4,78%

O que é e o que faz um Fundo de Renda Fixa?

Os fundos classificados como Renda Fixa apresentam como principal fator de risco de sua carteira a variação da taxa de juros, de índice de preços, ou ambos. Devem ter pelo menos 80% da sua carteira investida em ativos que estejam relacionados a esses fatores de risco.

Na prática, esses ativos financeiros são, em sua maioria, os chamados títulos de Renda Fixa, como os Títulos Públicos, Debêntures e os Títulos de Emissão Bancária, como CDBs, LCIs, entre outros. Os fundos também podem incluir na carteira títulos que apresentam maior risco de crédito, como os Títulos Privados, e podem utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem.

Dentro dos Fundos de Renda Fixa, existem algumas classificações de acordo com sua política majoritária de investimento. Por exemplo, existem os fundos especializados em ativos de Crédito Privado, em especial as debêntures. Esses fundos possuem grande parte de seu patrimônio alocado nesta classe de ativo, e recebem em seu nome o sufixo “CP”.

De forma semelhante, há fundos voltados para Títulos Públicos atrelados à Inflação (IPCA+), isto é, com grande parte de seu patrimônio atrelado a esta modalidade de ativo. Nesta mesma linha, há os Fundos IMA-B, que buscam representar o desempenho do índice IMA-B (Índice de Mercado Anbima), cuja carteira é formada por títulos Tesouro IPCA+. Por fim, não podemos deixar de considerar os fundos com seus investimentos focados em Títulos Públicos Prefixados e em Títulos Tesouro Selic.

Contudo, vale ressaltar que os Fundos de Renda Fixa são excelente alternativa para investidores de perfil mais conservador ou ainda, para investidores mais agressivos, que têm a necessidade de formar uma reserva de liquidez.

E você, quer receber as melhores recomendações de Fundos de Renda Fixa?

Conheça o Carteiras Capitalizo e receba as melhores recomendações de carteiras diversificadas

Para você ter uma ideia do quanto uma carteira composta pelos melhores fundos do mercado pode rentabilizar, trouxemos o resultado da nossa Carteira Agressiva de renda fixa.

Perceba, na imagem abaixo, que desde 2017 a nossa Carteira já entregou mais de 85% de retorno contra apenas 19,16% do CDI.

Rentabilidade da Carteira Diversificada Agressiva Capitalizo

E essa é apenas uma de nossas Carteiras recomendadas de renda fixa. Pois, em geral, a maioria dos nossos clientes possuem uma parte de seu patrimônio em renda fixa. Alguns o fazem por serem mais conservadores e outros mantém esse “caixa” para aproveitar possíveis oportunidades no futuro.

Mas, seja você conservador ou mais arrojado, temos uma carteira para o seu perfil. E ainda assim, ao se tornar cliente, você pode solicitar uma análise gratuita dos seus investimentos já existentes e montar uma carteira totalmente personalizada.

Por isso, o Carteiras Capitalizo é o produto mais completo do mercado. Ao adquirir, você receberá informações para investir nas mais variadas Carteiras:

  • Recomendações de carteiras diversificadas, de Renda Fixa (Títulos e Tesouro Direto) e Criptomoedas.
  • Além disso, você tem acesso à Carteira de longo prazo do próprio Tiago Prux, diretor geral da Capitalizo.
  • E também um acesso completo aos Produtos Top Fundos, Invista em Ações.

Além da possibilidade de diversificação de carteira, você terá acesso total a nossa equipe de atendimento via telefone, e-mail, WhatsApp e Telegram, sempre que precisar. 

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Analistas Responsáveis

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Day Trade – Contrato de Dólar Futuro

dólar futuro

O que é e como funciona o Contrato de Dólar Futuro

O Contrato Futuro de Dólar pode servir para proteção ou especulação sobre o preço da moeda em data futura. Assim como para investidores que, por exemplo, tenham recebíveis em dólares dos Estados Unidos da América, ou exposição para pagamentos de passivos na moeda em datas futuras, ou até mesmo negociar sobre a tendência da moeda no futuro e assim auferir lucro.

O Minicontrato de Dólar

Código de negociação: WDO

Vencimento: o contrato de mini dólar tem vencimento no primeiro dia útil do mês de vencimento

Meses de vencimento: janeiro (F), fevereiro (G), março (H), abril (J), maio (K), junho (M), julho (N), agosto (Q), setembro (U), outubro (V), novembro (X) e dezembro (Z).

Formação do código e vencimento: WDON20, onde:

WDO = código

N = mês de vencimento

20 = ano de vencimento

Abaixo segue o book do mini dólar:

 

Liquidez do contrato: os contratos de dólar são negociados em no mínimo 1 contrato e tem negociação diária em Bolsa de Valores.

Cálculo do Volume Financeiro

O volume de cada contrato de mini dólar é US$ 10.000,00. Lembrando que, cada variação de ponto, equivale a R$ 10,00. Utilizando como exemplo o book acima, com o dólar a 5.374,5, o volume de cada contrato é de R$53.745

Day Trade no Dólar Futuro 

O Mini Contrato é muito utilizado para operações de curto prazo, especialmente no Day Trade. Isso porque podemos operar os contratos sem ter todo o valor do mesmo. Em algumas corretoras, esse valor pode ser R$ 100,00, R$ 80,00 ou até menos. Ou seja, com R$ 100,00 poderíamos operar um contrato que vale mais de R$ 53.000.

Vale relembrar que não recomendamos essa alavancagem para quem está começando. Por isso, se você ainda não entende bem como funciona, vá com calma.

Por outro lado, quando utilizamos a alavancagem da forma correta, ela pode ser nossa aliada, impulsionando nossos ganhos e não comprometendo todo o nosso capital quando uma operação não dá certo.

Por exemplo, vamos imaginar uma pessoa que tenha separado R$ 1.000,00 por contrato para operar no Day Trade. Vamos supor que ela tenha feito uma compra a R$ 5.374,00 e, após alguns minutos, vendido a 5.384,00, com ganho de 10 pontos por contrato. Esse ganho equivaleria a R$ 100,00 por contrato.

Esse ganho pode parecer ”pouco” quando comparamos com o valor cheio do contrato. Entretanto, quando comparamos o ganho de R$ 100,00 aos R$ 1.000,00 que foram disponibilizados, o ganho percentual é de 10% – que pode ter sido alcançado em questão de minutos.

Além disso, podemos fazer várias dessas operações durante o dia.

Como operar Dólar Futuro com a Capitalizo

No nosso produto Full Trader, além das recomendações de Day Trade em Índice e Ações, também temos as operações de Dólar Futuro. Através do nosso pregão ao vivo, nosso cliente conta com as recomendações dos analistas que, durante todo o pregão, passam os melhores pontos de compra e venda de Mini Contratos.

Resultados das nossas recomendações de Day Trade em Dólar Futuro

Dólar Futuro – Resultados em 2021

-Total acumulado (soma de pontos) em 2021: + 1.041 pontos

-Percentual de recomendações com ganho em 2021: 52,30%

Dólar Futuro – Resultados em 2020

-Total acumulado (soma de pontos) em 2020:  + 1.990 pontos

-Percentual de recomendações com ganho em 2020: 58,69%

Dólar Futuro – Resultados desde 2017

-Total acumulado (soma de pontos) desde Julho/2017:  + 4.985 pontos

-Percentual de recomendações com ganho desde Julho/2017: 59,54%

Conheça o Full Trader e receba as melhores recomendações de curto, médio e longo prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via App, Telegram e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo exclusivo para operações Day Trade;
  • Contato direto com nossa equipe via  WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
  • Acesso ao produto Invista em Ações e as nossas recomendações de Longo Prazo (Carteiras Recomendadas, Ações no Exterior e Fundos de Ações).

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Melhor Small Cap da Bolsa

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Quando o assunto é Small Cap, todos ficamos impressionados com as altas absurdas nos preços das ações. Mas, por trás dessa empresa que viu o preço de suas ações deslancharem, sempre há aquelas que não vão pra frente. Por isso, é importante saber identificar empresas com potencial de crescimento EXPLOSIVO. Afinal, você sabe qual a Melhor Small Cap da bolsa?

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