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Uma das dúvidas mais frequentes do investidor que quer montar sua carteira de ações é se deve escolher empresas que são boas pagadoras de dividendos ou empresas que podem apresentar forte crescimento e, por consequência, maior valorização de suas ações.

Na nossa opinião, em uma estratégia que busca gerar renda passiva, é possível comprar ações visando tanto o pagamento de dividendos, quanto o crescimento em longo prazo. Ou seja, podemos ser sócios de empresas que pagam bons dividendos e ainda tenham possibilidade de crescer (e muito).

Como funciona o pagamento de Dividendos?

Pela lei das Sociedade Anônimas (S.As.), uma empresa deve distribuir pelo menos 25% do seu lucro líquido para os acionistas. Embora, em alguns casos, esse valor possa ser menor (recentemente vimos a Vale suspender pagamento de dividendos após Brumadinho), a grande maioria das empresas respeita esse mínimo.

O Payout

O Payout nada mais é que o percentual de lucro distribuído entre os acionistas da empresa. Ou seja, se uma companhia tem lucro de R$ 100 milhões e distribui R$ 50 milhões, seu Payout é 50%.

O Dividend Yield

Já o Dividend Yield é o retorno percentual de proventos que o ativo pagou nos últimos 12 meses em relação ao preço atual da ação. Ou seja, se a empresa pagou R$ 10 de dividendos nos últimos 12 meses e hoje o preço da ação é R$ 100, o Dividend Yield é 10%.

Por isso, tanto Payout quanto Dividend Yield são conceitos importantes que o investidor deve entender.

Estratégias da Capitalizo para ganhos com Dividendos e Crescimento

Para as recomendações em longo prazo do nosso produto Invista em Ações temos, basicamente, três tipos de estratégias:

Estratégia de dividendos

A estratégia de dividendos é segmentada em duas. A primeira é identificar e recomendar ativos que já são bons pagadores de dividendos (tanto em Yield quanto em Payout). Um dos exemplos mais conhecidos dessa estratégia é o Banco Itaú (ITUB3/ITUB4) com Yield acima de 10% e Payout de mais de 86%.

A segunda estratégia é identificar e recomendar ativos que tenham potencial no aumento do pagamento de dividendos – como IRB Brasil (IRBR3), que vamos falar a seguir.

Estratégia de recuperação

A estratégia de recuperação consiste em identificar e recomendar ativos que estejam passando por algum problema, mas que têm potencial de se recuperar e apresentar forte crescimento - especialmente nos lucros.

Um dos casos mais emblemáticos nesse tipo de estratégia é o Magazine Luiza (MGLU3), que teve sérios problemas entre os anos de 2012 e 2014 (inclusive com suas ações se desvalorizando mais de 90% no período). A empresa, que conseguiu se reestruturar e hoje é muito lucrativa, apresentou valorização de incríveis 28.000% nas ações entre o final de 2015 até hoje.

Estratégia de qualidade

Por fim, temos a estratégia de qualidade. Essa estratégia consiste em identificar e recomendar ações de empresas com qualidade superior e que, além de apresentarem um histórico consistente de crescimento, tendem a continuar crescendo nos próximos anos. Temos alguns exemplos bem conhecidos do mercado que se encaixam nesse tipo de estratégia, como Weg (WEGE3) e Localiza (RENT3). Obviamente, por se tratar de ativos diferenciados, tendem a estar mais precificados e com múltiplos de mercado (como PL e PVP) mais elevados.

Nossa Carteira de Dividendos

Não é do nosso feitio vender rentabilidade em curto prazo. Porém, vamos apenas ilustrar as nossas estratégias e o quanto de valor elas têm gerado aos nossos clientes. As recomendações da nossa Carteira Dividendos + renderam em torno de 61% (sem contar os dividendos) nos últimos 12 meses. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 25%.

Na verdade, fazendo uma pesquisa entre as principais corretoras do mercado e casas de research, encontramos poucos Fundos ou Carteiras que tenham rendido tanto quanto a nossa no período.

Por que a Carteira Dividendos + tem rendido tão bem?

Entendemos que os principais motivos da nossa rentabilidade ser superior e que devem levar a Carteira a continuar com o desempenho acima do mercado são:

  • Nossa diligência e conhecimento profundo das ações recomendadas;
  • Baixo giro de carteira, que nos permite "surfar" na tendência em médio e longo prazos. Nos últimos 12 meses, por exemplo, não tivemos nenhum ativo saindo da Carteira;
  • Saímos do óbvio de apenas recomendar ativos que já pagam bons dividendos hoje. Alocamos, também, em ativos que tem potencial no aumento de pagamento de dividendos e crescimento do valor da ação. Ou seja, aumento no pagamento de dividendos e crescimento dos lucros andam lado a lado.

Nos dois exemplos de recomendações com o objetivo de captar dividendos e crescimento, temos a combinação do mix de duas estratégias. Nesse artigo, vamos falar da nossa recomendação em IRB Brasil (IRBR3). Unindo duas de nossas estratégias: potencial no aumento do pagamento de dividendos e crescimento.

O caso do IRB Brasil (IRBR3)

Para quem não conhece a empresa é uma resseguradora que na prática faz o "seguro do seguro". Um dos motivos que torna o IRB tão especial é o alto retorno sobre o patrimônio (ROE) gerado. Nos últimos 12 meses, o ROE da companhia foi de 36%. Dessa forma, o IRB tornou-se a empresa mais rentável do mundo no setor. Baixe o relatório completo de análise de IRBR3 aqui.

Crescimento

Em termos de crescimento, a empresa tem batido com folga suas metas, fazendo com que o IRB mais do que dobrasse sua receita nos últimos 5 anos. A receita saltou de R$ 2,9 bilhões em 2014 para mais de R$ 6,4 bilhões nos últimos 12 meses. O lucro cresceu 149% no mesmo período, saindo de R$ 601 milhões em 2014, para R$ 1,5 bilhão nos últimos 12 meses.

A perspectiva para os próximos anos é muito positiva. Não só pelo crescimento que o IRB deve ter no Brasil, mas também pelas operações no exterior. Vale lembrar que, no primeiro semestre de 2019, 43% dos Prêmios Emitidos foram no exterior.

Para 2019, as projeções de Prêmios Emitidos foram revisadas para cima, mostrando o bom momento para os negócios da companhia:

Além disso, a saída do Banco do Brasil e da União do grupo de controle devem melhorar a eficiência da empresa.

E as ações, como se comportaram?

Crescimento de receita e lucros só poderiam gerar uma coisa: valorização das ações. Apesar de ter sido criado em 1939, o IRB estreou na B3 apenas em 2017. Além de recomendarmos IRB desde o IPO, alguns meses depois também incluímos IRBR3 na nossa Carteira Dividendos +. E lá permanecem até hoje.

De julho de 2017 (data do IPO) até novembro de 2019, IRBR3 teve valorização de 339%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 65%:

E os dividendos?

Quando IRBR3 foi recomendado para fazer parte da Carteira Dividendos +, seu valor de mercado era em torno de R$ 10,70. Nessa época, o Dividend Yield era pouco mais de 2%. Isso fez com que alguns investidores questionassem a recomendação, já que "não faz sentido ter ativos que paguem dividendos tão baixos".

A intenção da recomendação era não só captar o crescimento da empresa (e uma possível valorização em longo prazo), mas também o aumento do Dividend Yield em relação ao preço de aquisição das ações. Ou seja, naquele momento, o Yield era baixo, mas levando-se em conta o elevado Payout e a possibilidade de crescimento do lucro de IRB, a "operação" fazia todo o sentido.

De novembro de 2017 até hoje, o IRBR3 pagou R$ 1,70 em proventos. Levando em conta o preço da nossa recomendação (R$ 10,70), o Yield pago no total até hoje foi de mais de 15%. Vale frisar que, somente em 2019, esse Yield é de 7,17%.

Ainda que possa parecer baixo, quando comparamos a outros bons pagadores de dividendos, a nossa tese em IRB de aproveitar valorização e também o pagamento de dividendos crescente tem se mostrado correta.

E você,  quer diversificar seus investimentos investindo em empresas com forte potencial de crescimento e boas pagadoras de dividendos? Conte com as recomendações da Capitalizo.

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Importante: O Produto Invista em Ações está incluso no Full Trader.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

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