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B3 B3SA3 - Destaques operacionais

Em 2017, a B3 B3SA3 apresentou crescimento de receita em todos os segmentos, com diversificação bem balanceada. Abaixo destacamos alguns pontos, que corroboram com a nossa visão positiva com o ativo.

Destaques operacionais

Na Bovespa o valor auferido foi de R$ 1,136 bilhão, correspondendo a 26% do total. Próximo a este desempenho ficou a BM&F, com faturamento de R$ 1,108 bilhão e representatividade de 25%. Na Cetip, a receita com títulos e valores mobiliários ficou em R$ 1,101 bilhão, próximo a 25% do total, e com financiamentos fechou o ano com R$ 423,6 milhões e 10% da fatia.

A maior parte do resultado na Bovespa continua sendo com transações, tendo apresentado crescimento anual de 15,2% em compensação e liquidação. Em mercadorias e futuros o volume médio diário aumentou 26,4% na base anual. Nesse segmento, destaque para taxas de juros em reais, que representam 62,5% do total. A receita por contrato na BM&F caiu 22,1% e impactou o resultado parcialmente. Observamos uma grande redução em índices de ações (-56%).

Importante observar a rubrica outras receitas, que conta com participação relevante no resultado. Neste sentido, houve incremento de 28% na receita auferida na conta depositária, custódia e back-office, sendo parcialmente impactada pela queda de 3,4% em empréstimos de valores mobiliários.

Destaques Gerais

Embora a margem de negociação tenha caído de 5,194% para 5,145% no segmento Bovespa, os volumes mais que compensaram este movimento com incremento de 17,6% no volume médio diário em 2017. Mais uma vez o quarto trimestre foi o principal período de movimentação. Nesse caso, a média diária de R$ 10 bilhões. De acordo com a empresa, a capitalização de mercado subiu 23,1% no período, principalmente pela maior participação de investidores institucionais locais.

Na BM&F destaque para o aumento de contratos de índice de ações, impulsionado pela maior participação de robôs de alta frequência e investidores pessoa física com estratégia de day trade. Esta tendência fez com que caísse a receita média por contrato, sendo que contratos de commodities sofreram menos.  A variação foi negativa de 10,8% na base anual.

No ambiente de negócios, os motivos para o aumento no segmento foram, principalmente, a antecipação de investidores à recuperação econômica e a queda da taxa básica de juros, que passou de 13,75% ao ano para 7% no final de 2017. O número de pessoas físicas investindo no mercado de ações cresceu 10%. O Ibovespa subiu 27% no período. Transformando assim, o cenário em um ambiente menos incerto. Destacamos também, o aumento na emissão de ações (IPOs).

Além disso, o mercado de dívida também apresentou evolução, com alta de 44% em emissões sobre a média dos anos anteriores.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fontes das Informações: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão/Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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