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Provavelmente você já ouviu falar bastante na importância do setor elétrico em termos de investimento, certo? Mas quais serão as barganhas da bolsa nesse segmento?

Comprar ações com cotações justas e preços em conta, pode fazer toda a diferença em sua estratégia de ganhar dinheiro na bolsa de valores, no entanto, faz-se necessário observar bem as oportunidades que aparecem ao longo do tempo. 

Sendo assim, preparamos um material riquíssimo sobre o setor elétrico, as empresas que valem a pena e como as nossas recomendações podem te ajudar. Confira!

Afinal, como é o setor elétrico?

Sob a batuta da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o setor elétrico é, basicamente, subdividido em 3 grupos: geração, transmissão e distribuição de energia.

A energia proveniente de termoelétricas, hidroelétricas, usinas nucleares, eólicas e solares é transmitida por meio de torres e postes e vendida pelas distribuidoras.

Sem sombra de dúvidas, podemos observar que é um dos segmentos mais coesos da bolsa, tendo diversas empresas que melhoraram bastante em termos operacionais.

Entre as vantagens de investir nesse setor, temos a robusta política de inovação para melhorar a confiabilidade dos serviços, bem como preservar o meio ambiente.

Além disso, costumam ser empresas que resistem bem às crises, demonstram ter poucas oscilações nos preços dos ativos e pagam generosos dividendos.

Quais são as barganhas da bolsa nesse setor?

Para investir de forma estratégica, devemos observar as possibilidades que o mercado financeiro oferece, bem como os serviços e novidades acerca das empresas.

Pensando nisso, preparamos abaixo uma lista de 15 ações que são verdadeiras barganhas da bolsa por conta do índice de preço sobre valor patrimonial (P/VP).

1. Engie (EGIE3)

Com um índice de preço sobre o valor patrimonial de 4,07, a companhia Engie é considerada a maior empresa privada de geração de energia do nosso país.

Conta com termoelétricas, hidrelétricas, parques de energia solar e parques eólicos, ou seja, tem como uma das premissas o foco em energia limpa e renovável.

É tida como nota mil em qualidade e gestão, apresentando assim um bom desempenho em questão de transparência e governança com seus acionistas.

Além disso, a Engie é uma das maiores pagadoras de dividendos dos últimos 10 anos, quase R$ 18 por ação, e suas ações já valorizaram 308% nesse mesmo período.

2. Energisa (ENGI3)

Embora seja uma empresa que não costuma aparecer com frequência nos radares dos investidores, a Energisa faz parte da carteira de muitos fundos de ações por aí. 

É uma empresa centenária e que atende, aproximadamente, 8 milhões de consumidores em 17 estados, sendo assim o 5º maior grupo distribuidor de energia.

Além da distribuição, a Energisa também conta com operações de transmissão e geração, cuja área de concessão equivale a 24% do território nacional.

Com um P/VP de 4,07, a Energisa se configura como uma das barganhas da bolsa, bem como uma oportunidade que pode ser mais bem observada no radar de carteiras.

3. AES Brasil (TIET11)

Já a AES Brasil é uma empresa de 20 anos que investe 100% em energia renovável, tendo um portfólio formado por fontes solares, eólicas e hidráulicas.

Suas principais plantas estratégicas estão nos estados de São Paulo, Rio Grande do Norte e Bahia, a fim de desenvolver soluções renováveis de grande e pequeno porte.

Recentemente, com a pretensão de desenvolver projetos de fontes complementares a partir de contratos de longo prazo, a AES assinou um acordo com a Ferbasa.

Vale ressaltar que a empresa pretende investir algo em torno de R$ 2,35 bilhões entre 2021 e 2025, ou seja, o P/VP de 3,72 está baixo perto do possível crescimento futuro.

4. Eneva (ENEV3)

Caso você não saiba, a Eneva é fruto da fusão entre a MPX Energia e a OGX Maranhão, sociedades que pertenciam ao Grupo EBX, do ex-bilionário Eike Batista.

Esse é um dos casos de reestruturação de marca mais incríveis da B3, tendo em vista que a companhia tem entregado muito crescimento e o P/VP de 2,61 ainda é baixo.

É uma empresa pioneira no modelo de negócio R2W, que consiste em integrar totalmente a exploração de gás natural com a comercialização de energia gerada.

Seu parque de geração térmica tem uma representatividade de 9% na capacidade térmica do Brasil, sendo assim a maior provedora de gás natural.

5. CPFL Energia (CPFE3)

Uma outra companhia que também não é tão comentada pelos analistas por aí é a CPFL Energia, uma holding que gera, distribui e comercializa energia elétrica.

Essa empresa centenária tem localizações em São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, que são polos econômicos e industriais importantíssimos.

Um detalhe curioso sobre a CPFL é que o controle da companhia é feito pela State Grid Corporation of China, responsável por boa parte da rede elétrica chinesa.

Costuma ter um bom índice de dividend yield e seu preço sobre valor patrimonial está na faixa de 2,23, portanto, uma das barganhas da bolsa no setor elétrico.

6. Equatorial (EQTL3)

É uma empresa com excelente gestão, solidez financeira, exercendo um bom trabalho no que diz respeito ao aumento de eficiência e que, consequentemente, reduz perdas.

Costuma ser a preferida de grandes players do mercado, sendo que seu exemplo de gestão fez com que a Light trouxesse ex-executivos da Equatorial para se reestruturar. 

Essa holding atua no setor elétrico na distribuição, transmissão e geração, tendo operações focadas no Maranhão, Alagoas, Pará e Piauí.

Com um índice de P/VP de 2,49, o Grupo Equatorial tem ações ordinárias relativamente baratas em relação à cotação atual e suas valorizações. 

7. Taesa (TAEE3)

Considerada uma verdadeira “vaca leiteira” em termos de pagamento de dividendos, a Taesa é uma excelente empresa do setor elétrico e tem o P/VP de apenas 2,05. 

É um dos maiores grupos privados com foco em transmissão de energia elétrica, tendo 97 subestações, 11.062 km de linhas em operação e 2.514 km em construção. 

Marca presença nas 5 regiões do Brasil, mantendo assim suas operações em 18 estados, além de um Centro de Operação e Controle em Brasília.

Vale lembrar que, atualmente, a Taesa detém 39 concessões de transmissão, cujo prazo médio dos contratos é de 16,4 anos, algo que gera uma previsibilidade.

8. Alupar (ALUP4)

Com uma alavancagem controlada e forte geração de caixa, a Alupar também é outra empresa que apresenta uma gestão fantástica e um P/VP de 1,28 apenas.

Ela é uma holding que atua em segmentos de geração e transmissão de energia elétrica, controlando empresas no Brasil, Colômbia e Peru

A companhia dispõe da concessão de 30 sistemas de transmissão, que correspondem a 7.929 km de extensão, cujo prazo é de 30 anos de contrato. 

Tendo instalações novas e modernas à disposição, a eficiência operacional e os níveis de disponibilidade são elevados, proporcionando menores gastos com manutenção.

9. ISA Cteep (TRPL4)

Com um P/VP de 1,32, a companhia ISA Cteep é tida como a maior em transmissão de energia elétrica do Brasil, responsável por quase 1/3 da energia gerada no país.

Para se ter uma ideia ainda melhor da importância dela no cenário nacional, aproximadamente 94% da energia do estado de SP é transmitida pela companhia.

Além disso, essa gigante tem 18 mil km de linhas de transmissão e 129 subestações mantidas em 17 estados da federação, fora o que ainda está em construção.

Apesar de ter um payout mínimo de 75% do lucro líquido e ser uma boa pagadora de dividendos, com o fim da rede básica do sistema existente até 2025, o yield pode cair.

10. EDP Energias (ENBR3)

A EDP Energias é composta por 1 usina termelétrica a carvão e 6 usinas hidrelétricas, uma empresa integrada e controlada pela companhia Energias de Portugal.

Além disso, uma das marcas da EDP é o compromisso em proporcionar energia renovável para seus clientes, especialmente por meio de painéis solares.

A companhia já distribuiu mais 25 mil Gwh e comercializou mais de 16 mil Gwh de energia, cujos prazos de alguns de seus lotes de transmissão vão até 2047.

O P/VP de 1,05 é uma verdadeira barganha da bolsa, uma vez que a empresa pretende distribuir, no mínimo, 1 real de dividendos e recomprar 8% das ações.

11. Cemig (CMIG4)

Já a estatal Cemig, que atua não só em Minas Gerais, mas em 24 estados do país e no Distrito Federal, exerce um grande papel em gerar, transmitir e distribuir energia.

Possui o maior índice de atendimento aos consumidores de baixa renda no país, fornecendo energia para quase 43% do total de clientes da classe residencial.

Nos últimos anos, tornou-se notória a melhoria nos indicadores de liquidez, porque houve refinanciamento de dívidas, vendas de ativos e redução de alavancagem.

Opera em cima do valor patrimonial, com 1,05 em P/VP, e tem um caminho amplo ainda para crescimento e demonstração do seu valor no mercado.

12. Light (LIGT3)

Já a companhia carioca Light atua firmemente nos segmentos de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil.

É um outro caso interessante de reestruturação, por causa da entrada de gestoras e da participação de empresários como Carlos Alberto Sicupira e Ronaldo Cézar Coelho.

Recentemente, a Light recebeu permissão para efetuar uma política de reajuste médio de 6,75% nas tarifas executadas e, além disso, fizeram emissão de ações no mercado.

O índice de P/VP é de 0,77, podendo ser uma possibilidade de investimento, tendo em vista que mesmo empresas problemáticas conseguem arrumar a casa com o tempo.

13. Neoenergia (NEOE3)

Já a Neoenergia, que é controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, apresenta um índice de P/VP de 0,97, sendo então outra grande barganha da bolsa que desperta olhares.

Basicamente, a companhia atua nos segmentos de distribuição, transmissão, geração eólica e hidrelétrica, bem como a geração térmica e comercialização de energia.

A Neoenergia está presente em 18 estados brasileiros e tem a meta de aumentar a capacidade de transmissão por meio da participação em novos leilões de energia.

No entanto, eles pagam um ágio grande nessas concessões, algo que vimos de forma recente no leilão da CEB (Companhia Energética de Brasília).

14. Copel (CPLE3)

Quando se trata da paranaense Copel, que gera, transmite, distribui e comercializa energia elétrica, o P/VP observado é de 0,86, portanto, uma bagatela.

É uma das maiores do setor elétrico e atende, diretamente, 4,7 milhões de unidades consumidoras em 395 municípios do Paraná, cujo parque gerador tem 30 usinas.

A tese em cima desse ativo se assemelha à reestruturação da Cemig, isto é, a Copel atuou firme na venda de ativos e tem muitos investimentos ainda para fazer. 

Melhorou a alavancagem financeira no curto prazo, reduziu custos e, por consequência do bom trabalho, vem aumentando a receita operacional.

15. Eletrobras (ELET3)

Para completar a nossa lista, trouxemos também a estatal Eletrobras, que atua nos processos de geração, transmissão e comercialização de energia elétrica.

É uma companhia que detém cerca de 30% do total de capacidade instalada no Brasil, sendo que 96% de sua capacidade promove baixa emissão de gases de efeito estufa.

É uma gigante que detém, aproximadamente, 71 mil km de linhas de transmissão e seu preço sobre valor patrimonial, que está em 0,90, pode crescer ainda.

Existe uma boa expectativa de ocorrer a privatização da Eletrobras, embora ainda sem data certa, cujo valor da negociação poderia servir para subsidiar os preços de energia.

Confira o ranking das empresas do setor elétrico na Bolsa de Valores de acordo com o P/VPA.

Por que investir no setor elétrico com a Capitalizo? 

Entre as carteiras recomendadas da Capitalizo, a carteira de dividendos é recheada de oportunidades no setor elétrico, afinal, as empresas pagam excelentes proventos.

Nossos resultados

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 103%! Fora os proventos recebidos. É uma das carteiras mais vencedoras do Brasil!

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa e também o índice de dividendos no mesmo período:

Esse desempenho só foi possível em função de estratégias precisas, focando em ações que não só pagam bons dividendos, mas estão em processo de recuperação e crescimento.

Portanto, perceba que investir em empresas do setor elétrico, por meio das recomendações profissionais da Capitalizo, pode ser a chance que precisava para aproveitar as barganhas da bolsa e, com isso, ter bons retornos.

Além da Carteira Dividendos, o Invista em Ações traz outras cinco carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, além de análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais das principais empresas da bolsa de valores.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: Esse material é meramente informativo e não representa oferta, análise ou recomendação de Valores Mobiliários. Leia nosso Disclosure antes de investir.

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