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Confira os principais destaques da economia brasileira e mundial.

CONTAS PÚBLICAS

O Ministério da Economia revisou a previsão para o rombo nas contas públicas em 2020, uma vez que foi observado queda em despesas obrigatórias e um pequeno aumento nas receitas. No relatório bimestral divulgado anteriormente, a pasta previa um déficit primário de R$ 861 bilhões, passando para 844,57 bilhões na última apuração. As estimativas quanto à retração da economia permaneceram inalteradas, indicando recuou de 4,5%.

A melhora no resultado primário decorre, principalmente, da redução de R$ 12,48 bilhões nas despesas obrigatórias. O Bolsa Família deverá fechar o exercício com execução R$ 9,4 bilhões abaixo da previsão anterior, pois a maior parte dos beneficiários foi incorporada ao auxílio emergencial do governo, que está fora do orçamento original de 2020. Em previdência, a economia deve chegar a R$ 1,8 bilhão, já com efeitos da reforma aprovada no Congresso recentemente.

No lado das receitas, houve aumento de R$ 4,68 bilhões nas estimativas. A principal causa é o aumento de R$ 10,16 bilhões na arrecadação com imposto de renda, reflexo da aceleração da atividade empresarial. As contribuições para a Previdência Social também devem ser melhores que o esperado devido à recuperação do mercado de trabalho.

ATIVIDADE ECONÔMICA

Segundo dados da FGV, a economia brasileira cresceu 7,5% no terceiro trimestre, comparando com o período imediatamente anterior. Com esse crescimento, parte da retração de 9,7% do segundo trimestre foi recuperada, mas o nível de atividade continua 5% abaixo do observado no final de 2019. A recuperação foi disseminada entre vários segmentos, porém algumas áreas indicaram retomada mais consistente, bem como a indústria, que cresceu 13,4% no período. Em contrapartida, o setor de serviços continua enfrentando dificuldades, com alta de apenas 5,5%.

Comparado com a deterioração da economia no segundo trimestre, a recuperação em alojamentos, alimentação, serviços prestados às famílias, educação e saúde foi insuficiente para colocar essas atividades perto do nível pré-pandemia. Vale ressaltar que o setor de serviços é o mais importante para a economia nacional, e as incertezas continuam freando o consumo em locais de alta circulação de pessoas.

DÓLAR

O dólar comercial encerrou a semana de 20 de novembro cotado a R$ 5,3858, com variação negativa de 1,63% frente ao real. A moeda norte-americana alcançou o menor patamar dos últimos dois meses no início da semana, puxado pela euforia do mercado financeiro com o sucesso das vacinas para Covid-19, além do anúncio do Banco Central referente à realização de leilões de dólares no mercado futuro. O otimismo perdeu força nos últimos dias, muito em função do aumento de casos de Covid-19 e da declaração do ministro da Economia sobre a venda de reservas internacionais para reduzir o endividamento público.

CONSTRUÇÃO CIVIL

De acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, o número de imóveis lançados no Brasil regrediu 10,5% no terceiro trimestres, comparando com o mesmo período do ano anterior, atingindo 42.885 unidades. Em contrapartida, o volume lançado supera em 12,6% a média dos últimos quatro trimestres e em 114,1% o período imediatamente anterior, quando as atividades foram paralisadas em diversas cidades devido à pandemia. Somente a região Centro-Oeste do país registrou aumento nos lançamentos na base anual, com variação positiva de 65,5%. Todas as outras regiões apresentaram queda: Sul (-50,5%), Nordeste (-22,4%), Norte (-12,5%) e Sudeste (-1,2%).

As vendas de imóveis aumentaram 23,7% no terceiro trimestre, comparando com o mesmo período do ano anterior, atingindo 54.307 unidades. Todas as regiões do país registraram elevação no volume de vendas, acarretando redução de estoques.

CONFIANÇA NO COMÉRCIO

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio, o índice de confiança do empresário do setor subiu 4,1% na passagem de outubro para novembro. Porém, o indicador permaneceu 11,9% abaixo do mesmo período do ano anterior. A recuperação frente a outubro de 2020 é explicada pelo aumento de 10,4% na avaliação sobre as condições atuais, muito em função do sentimento de empresário em relação à atividade econômica. As expectativas para o futuro e as intenções de realizar novos investimentos subiram 1,3% e 3,9%, respectivamente.

IGP-M

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 3,05% no segundo decêndio de novembro, acelerando frente aos 2,92% da apuração anterior. Destaque para a evolução de 3,98% no Índice de Preços ao Produtor Amplo, que tem o maior peso no IGP-M, com grande contribuição da inflação em matérias-primas. As maiores variações foram observadas em milho (19,87%), soja (10,70%) e bovinos (5,35%).

O Índice de Preços ao Consumidor subiu 0,51%, sendo que seis das oito classes analisadas apresentaram desaceleração. O grupo de educação, leitura e recreação caiu de 3,05% para 0,20%, e passagens aéreas despescaram de 33,57% para 1,56%. O Índice Nacional de Custo da Construção registrou inflação de 1,38%, com grande contribuição de materiais feitos de aço.

MUNDO

Na última sexta-feira, dia 20, o secretário de Tesouro norte-americano fez uma declaração indicando que se reunirá com lideranças republicanas para formar uma nova proposta de estímulos à economia para apresentar aos democratas, que são maioria na Câmara de Deputados, mas não no Senado. Porém, segue a indefinição, uma vez que os republicanos preferem um pacote menor, com no máximo US$ 500 bilhões, enquanto os democratas querem injetar mais de R$ 2 trilhões na economia. Mesmo com a vitória de Biden na corrida eleitoral para presidente, as negociações continuam sendo necessárias, pois o projeto de lei deve ser aprovado nas duas casas e cada partido tem maioria em apenas uma.

RELATÓRIO FOCUS

Esta semana, o Banco Central divulgou o Relatório Focus com as previsões dos principais economistas do país acerca de alguns indicadores da economia nacional para 2020 e 2021. A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro e divulgada na manhã do dia 23. A perspectiva para o desenvolvimento do PIB melhorou sensivelmente, e as previsões com a taxa Selic permaneceram em 2,00%. As previsões para IPCA mantiveram a tendência de alta de quinze semanas devido à pressão de preços de alimentos, e o câmbio caiu pela segunda vez em função do otimismo com as vacinas da Covid-19.

Fontes: Agência Brasil, Banco Central, Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Confederação Nacional do Comércio, FGV, IBGE e Valor Econômico.

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