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Confira os principais destaques da economia brasileira e mundial.

MERCADO DE TRABALHO

De acordo com dados do Ministério da Economia, o Brasil gerou 184 mil postos de trabalho em março, ficando um pouco acima da expectativa do mercado, que era de 180 mil. Esse foi o terceiro mês consecutivo de alta, uma vez que em janeiro e fevereiro foram criadas 402 mil e 260 mil vagas de trabalho, respectivamente. Em março de 2020, foram perdidos 276 mil empregos no país, sendo que a segunda quinzena do mês foi marcada pelas primeiras medidas restritivas.

Destaque para a recuperação do setor de serviços, o mais impactado pela pandemia, com criação de 95 mil empregos formais na apuração mais recente. A indústria gerou 42 mil novos postos, concentrados nas atividades de transformação, a construção registrou saldo positivo de 25 mil empregos e o comércio acrescentou 18 mil. Das 27 unidades da Federação, 23 apresentaram evolução, com maior força em São Paulo (51 mil), Minas Gerais (36 mil) e Santa Catarina (21 mil).

De acordo com pesquisa realizada pelo IBGE, a taxa de desocupação atingiu 14,4% no trimestre encerrado em fevereiro de 2021, representando uma alta de 0,3 p.p. frente ao período anterior. O movimento é explicado pelo aumento no número de pessoas procurando trabalho, uma vez que a taxa de ocupação ficou estável.

CONSTRUÇÃO CIVIL

Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a expectativa de crescimento do PIB da indústria da construção, em 2021, caiu de 4% para 2,5%. Caso se confirme, a recuperação sobre a queda de 7% de 2020 será ainda menor. A tendência é que o indicador registre diminuição entre 0,8% e 1% no primeiro trimestre do atual exercício, frente a -1,6% do mesmo período do ano anterior.

A mudança no cenário para o ano é explicada pela alta nos preços de materiais, causada pelo desabastecimento em meio a dificuldades logísticas durante a pandemia. O Índice Nacional de Custo da Construção, calculado pela FGV, apresentou elevação de 27,3% nos últimos doze meses até março. Essa é a maior inflação para o setor desde o início da série histórica, em 1998. Outro risco está centrado em cortes previstos no Orçamento 2021, podendo paralisar obras do Programa Casa Verde e Amarela.

DÓLAR

O dólar comercial encerrou a semana de 30 de abril cotado a R$ 5,432, com variação negativa de 1,18% frente ao real. No mercado interno, destaque para a declaração do presidente da Câmara de Deputados, indicando que a tramitação das reformas administrativa e tributária deverão ser destravadas. Além disso, a prévia da inflação (IPCA-15) desacelerou frente a março. No mercado externo, o presidente do Federal Reserve confirmou que o órgão vai manter a política monetária mais flexível. O presidente norte-americano anunciou um novo pacote econômico para injetar mais US$ 1,8 trilhão na economia.

CONTAS PÚBLICAS

Segundo dados do Tesouro Nacional, o Governo Central registrou superávit primário de R$ 2,101 bilhões em março, representando o maior saldo positivo para o mês desde 2015. No mesmo período do ano anterior, as contas haviam ficado negativas em R$ 21,131 bilhões, com impacto da pandemia na segunda quinzena. A expectativa do mercado era de déficit de R$ 30 bilhões para março, muito longe do realizado.

O movimento é explicado pela queda acentuada nas despesas discricionárias em função do atraso na aprovação do Orçamento Geral da União de 2021. Pelo lado das receitas, destaque para a arrecadação extraordinária com tributos sobre lucros de pessoas jurídicas, além do efeito da desvalorização do real sobre o preço de importações, acarretando maior arrecadação com Imposto de Importação. Importante ressaltar que os fatos geradores são de fevereiro, ainda sem o impacto do agravamento da pandemia em março.

INDICADORES DE CONFIANÇA

De acordo com pesquisa realizada pela FGV, o Índice de Confiança de Serviços subiu 4,1 pontos entre março e abril, atingindo 81,7 pontos e encerrando uma série de três quedas consecutivas. Embora o indicador tenha se recuperado, com aumento da confiança em 12 das 13 atividades analisadas, ainda está bem abaixo do nível de satisfação (acima de 100 pontos). Já o Índice de Confiança da Indústria caiu 0,7 pontos, atingindo 103,5 pontos, o menor patamar desde agosto de 2020. Esse foi o quarto movimento negativo consecutivo do indicador devido ao ritmo lento da vacinação e escassez de insumos.

IGP-M

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1,51% em abril, desacelerando frente aos 2,94% de março. Destaque para a evolução de 1,84% no Índice de Preços ao Produtor Amplo, ficando bem abaixo de medições anteriores devido à deflação de commodities agrícolas e minerais. Minério de ferro e farelo de soja apresentaram deflação de 1,23% e 5,40%, respectivamente. Em contrapartida, os combustíveis para produção subiram 5,08%, demonstrando que a pressão sobre os preços ao produtor está mais concentrada em bens intermediários. Antes a maior inflação era observada em matérias-primas brutas.

O Índice de Preços ao Consumidor subiu 0,44%, sendo puxado por gasolina (3,03%), gás de bujão (2,76%) e plano de saúde (0,83%). Compensando parcialmente, houve estabilidade no grupo alimentação (0,19%), que também vinha pressionando o índice de preços. O Índice Nacional de Custo da Construção registrou inflação de 0,95%. No acumulado de doze meses, a prévia do IGP-M ficou em 32,02%.

MUNDO

O Índice de Gerentes de Compras do setor industrial dos Estados Unidos, divulgado pelo Institute of Supply Management, caiu de 64,7 pontos para 60,7 pontos em abril, se mantendo em zona de expansão (acima de 50 pontos). Segundo os pesquisadores, o setor continua enfrentando dificuldades para satisfazer o nível crescente da demanda, muito em função da falta de insumos e trabalhadores em meio à pandemia. Já o indicador medido pelo IHS Markit na zona do euro passou de 62,5 pontos para 62,9 pontos, com forte recuperação na Alemanha.

Fontes: Agência Brasil, Banco Central, Confederação Nacional do Comércio, Fenabrave, FGV, IBGE, Ministério da Economia e Valor Econômico.

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