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Confira os principais destaques da economia brasileira e mundial.

SERVIÇOS

Segundo dados do IBGE, o setor de serviços apresentou crescimento de 1,2% entre abril e maio, sendo a segunda alta consecutiva. Assim, houve evolução de 2,5% nos últimos dois meses de apuração, com movimento insuficiente para recuperar a perda de 3,4% de março, quando novas medidas restritivas foram adotadas. O setor acumula queda de 2,2% nos últimos doze meses e está 11,3% abaixo do recorde histórico de novembro de 2014.

Das cinco atividades analisadas pela pesquisa, três registraram variação positiva. Destaque para a alta de 3,7% no grupo de transportes, puxado pelo valor atrativo de passagens aéreas, acarretando o crescimento de 60,7% no transporte aéreo. O segmento também foi impulsionado pelo desempenho de empresas de logística, administradoras de aeroportos e concessionárias de rodovias.

Os serviços prestados às famílias, que englobam alimentação fora de domicílio e alojamento, avançaram 17,9% no mês. Porém, esse grupo permanece 29,1% abaixo do patamar pré-pandemia, sendo o mais afetado pela crise. As atividades relacionadas a serviços profissionais e administrativos subiram apenas 1,0% e estão 2,7% abaixo do nível em que se encontravam em fevereiro de 2020.

ATIVIDADE ECONÔMICA

Segundo dados da FGV, o PIB cresceu 9,7% no trimestre encerrado em maio, comparando com o mesmo período do ano anterior. Em relação aos três meses até fevereiro de 2021, o indicador apresentou queda de 0,9%. Na passagem de abril para maio, o PIB registrou variação positiva de 1,8%. Já na comparação entre maio de 2021 e o mesmo período do ano anterior, a alta chegou a 13,4%.

O crescimento do trimestre em relação ao ano anterior foi puxado pela evolução de 29,3% nos investimentos e de 10,1% no consumo das famílias. A alta de 12,3% nas exportações foi totalmente compensada pelo acréscimo de 28,5% nas importações. A economia segue com ritmo acelerado desde abril, mas ainda se encontra 0,7% abaixo do patamar que se encontrava em fevereiro de 2020. As projeções para o crescimento do PIB no atual exercício ficam entre 4,8% e 5,2%.

DÓLAR

O dólar comercial encerrou a semana de 16 de julho cotado a R$ 5,115, com variação negativa de 2,37% frente ao real. Essa foi a primeira queda depois de duas semanas de alta. No Brasil, o relator da reforma tributária na Câmara apresentou o primeiro parecer sobre o texto, com destaque para a possível redução na alíquota de imposto de renda para pessoas jurídicas e manutenção da isenção sobre dividendos de fundos imobiliários. No mercado externo, ponto positivo para o pronunciamento do presidente do Fed, indicando que o banco será cauteloso antes de retirar os estímulos à economia. O rendimento das Treasuries de 10 anos caiu pela terceira semana seguida.

INFLAÇÃO

Segundo dados do Ipea, a inflação desacelerou para todas as faixas de renda entre maio e junho. A alta de preços continuou maior para famílias de renda muito baixa pelo terceiro mês seguido, sendo que houve variação de 0,62% na última apuração para a faixa de renda abaixo de R$ 1.650,50, contra 0,39% para as famílias com renda superior a R$ 16.509,66.

A pressão inflacionária sobre classes mais baixas continuou focada no grupo de habitação, muito em função do reajuste das tarifas de energia elétrica ocasionado pela falta de chuvas na região Sudeste do país. Os aumentos em gás de botijão e gás encanado também contribuíram. O grupo de alimentação e bebidas se manteve em alta, puxado pelo preço das carnes, aves e ovos e leites e derivados. As classes mais altas foram mais impactadas pelo reajuste nos combustíveis.

CONFIANÇA NO COMÉRCIO

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio avançou 11,7% em julho, comparando com o período imediatamente anterior, atingindo 107,8 pontos e voltando para a zona de satisfação, o que não acontecia desde março de 2021. Essa foi a segunda alta consecutiva do indicador, voltando para o patamar alcançado em novembro de 2020 devido à avaliação positiva com as condições gerais da economia e otimismo com o processo de vacinação no país. Vale ressaltar a contribuição da terceira versão da linha de crédito do Pronampe, anunciada em 7 de julho para ajudar micro e pequenas empresas que enfrentam dificuldades.

IGP-10

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 0,18% em julho, desacelerando frente aos 2,32% da apuração anterior e ficando bem abaixo da média dos últimos meses. Destaque para a variação no Índice de Preços ao Produtor Amplo, passando de alta de 2,64% para deflação de 0,07%. A soja, o milho e o arroz apresentaram deflação de 9,03%, 8,52% e 12,50%, respectivamente. Esses movimentos foram parcialmente compensados pela alta em adubos e fertilizantes (9,73%).

O Índice de Preços ao Consumidor subiu 0,70%, sendo puxado por passagem aérea (26,99%), tarifa de energia elétrica (3,86%) e gasolina (1,42%). Compensando parcialmente, houve deflação em batata-inglesa (-15,38%) e plano de saúde (-1,27%). O Índice Nacional de Custo da Construção registrou inflação de 1,37%, pressionado pelo encarecimento da mão de obra. No acumulado de doze meses, o IGP-10 ficou em 34,61%.

MUNDO

Os três principais índices de ações apresentaram retração na semana passada nos Estados Unidos, sendo que o Nasdaq fechou com queda de 1,87%, o S&P 500, de 0,97%, e o Dow Jones, de 0,52%, no período. O movimento interrompeu uma sequência de três semanas em alta devido à realização de lucros após as bolsas norte-americanas atingirem níveis recordes. O Índice de Inflação ao Consumidor (CPI) variou 0,9% entre maio e junho, bem acima da projeção de 0,5% do mercado. A aceleração nos preços aumentou os temores em relação a retirada de estímulos por parte do Fed, embora o presidente do banco tenha indicado o contrário.

Fontes: Agência Brasil, Banco Central, Confederação Nacional do Comércio, Fenabrave, FGV, IBGE, Ministério da Economia e Valor Econômico.

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