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Confira os principais destaques da economia brasileira e mundial.

MERCADO DE TRABALHO

De acordo com dados divulgados pelo IBGE, na quarta semana de agosto, a taxa de desemprego atingiu 14,3%, representando um aumento de 1,1 p.p. frente ao período imediatamente anterior. A variação é reflexo do crescimento de 1,1 milhão no número de pessoas procurando trabalho, totalizando 13,7 milhões de desempregados. A população fora da força de trabalho ficou praticamente estável em 74,4 milhões, sendo que 23% desse grupo afirmou que não está procurando vagas no mercado devido à pandemia.

A tendência é que a taxa de desemprego aumente até o final do ano conforme mais pessoas procuram trabalho. Vale ressaltar que o indicador considera apenas aqueles que estão procurando emprego como desempregados e esse grupo deve aumentar com a flexibilização do distanciamento social.

TAXA SELIC

Na quarta-feira, dia 16, o Comitê de Política Monetária decidiu manter a taxa básica de juros em 2% ao ano, encerrando uma sequência de cortes iniciada em 31 de julho de 2019. Em nota, o Copom informou que a inflação deve reagir no curto prazo devido ao movimento temporário nos preços dos alimentos e a normalização do preço de alguns serviços que estavam com as atividades parcialmente suspensas, bem como restaurantes. Ainda de acordo com o mesmo comunicado, a conjuntura econômica continua demandando estímulo elevado, mas o espaço para a utilização da política monetária é pequeno.

A taxa Selic se mantém no menor nível histórico e chegou na condição atual após uma série de cortes iniciada em outubro de 2016. Entre março de 2018 e julho de 2019, os juros ficaram estáveis em 6,5% ao ano e entraram em um novo ciclo de queda até chegar aos 2% atuais. O último ciclo de alta se encerrou em julho de 2015, marcando 14,25% ao ano nos primeiros sinais de enfraquecimento da atividade econômica.

ATIVIDADE ECONÔMICA

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), divulgado pela FGV, subiu 1,1% em agosto, atingindo 117,8 pontos. Mesmo com a recuperação dos últimos meses, o indicador permanece 2,2 pontos abaixo de fevereiro de 2020, quando a atividade econômica ainda não havia sofrido os impactos da pandemia. Quatro das oito séries analisadas contribuíram para a elevação no mês, com destaque para a contribuição positiva das expectativas da indústria.

De acordo com a fonte, a recuperação no terceiro trimestre está acima das expectativas, sendo que o índice em questão registrou o quarto mês consecutivo de evolução, demonstrando um comportamento em forma de “V”. Porém, é importante ressaltar que os indicadores antecedentes e coincidentes desaceleraram em agosto, confirmando que o ritmo da retomada ainda depende do quadro fiscal e do controle da pandemia.

MERCADO DE CRÉDITO

De acordo com dados do Banco Central, os empréstimos para pessoas físicas cresceram 11,4% em agosto, comparando com o período imediatamente anterior. A alta foi registrada nos três segmentos, sendo eles: não consignado (+14,5%), consignado (+11,5%) e veículos (+8,4%). Esse movimento é reflexo da queda dos índices de atraso e inadimplência, abrindo espaço no orçamento das famílias para novos empréstimos. Outros fatores determinantes são a forte diminuição na utilização do cheque especial e a recuperação gradual do setor automotivo.

Os empréstimos para pessoas jurídicas regrediram 5,2% na mesma base de comparação. O movimento é explicado pela forte redução em concessões para capital de giro, sendo que operações dessa natureza apresentaram grande crescimento no início da pandemia, se acomodando nos últimos meses. Devido à desvalorização do real, houve forte elevação no financiamento à exportação (+95,7%) e no adiantamento sobre contrato de exportação (+27,7%).

DÓLAR

O dólar comercial fechou a semana passada cotado a R$ 5,3767, representando uma valorização de 0,82% frente ao real. O movimento é explicado pelas incertezas com a fonte de recursos para financiar programas de assistência social do governo federal, além da indefinição sobre o veto presidencial à desoneração da folha salarial. Compensando parcialmente, o Federal Reserve sinalizou juro próximo de zero até 2023. No mês, a moeda registrou queda de 1,90%.

PETRÓLEO

Na semana encerrada em 18 de setembro, o contrato de petróleo Brent com vencimento em novembro apresentou valorização de 8,3%, cotado a US$ 43,15 por barril. Destaque para a redução de estoques nos Estados Unidos, entendimento entre membros da Opep + sobre o corte na produção e retomada das atividades de produtores no Golfo do México após a passagem de um furacão. Agora, as atenções estão voltadas para novas medidas de isolamento na Europa, podendo afetar a demanda, e retorno da Líbia como produtora relevante após um acordo de paz em meio à guerra civil, podendo afetar a oferta.

MUNDO

Nesta segunda-feira, dia 21, os índices de ações ao redor do mundo apresentaram perdas consideráveis, e o indicador de volatilidade (VIX) do S&P 500 chegou a disparar mais de 20%. Um dos motivos é o aumento no número de casos de Covid-19 nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa. Também pesou o falecimento de um membro da Suprema Corte norte-americana, o que deve afetar as negociações políticas para uma nova rodada de estímulo fiscal e embaralhar a corrida eleitoral do final do ano.

O site de notícias BuzzFeed News, em conjunto com o Consórcio Internacional de Jornalistas, divulgou documentos que indicam mais de US$ 2 trilhões em transações suspeitas entre 1999 e 2017, realizadas por instituições financeiras globais, bem como JPMorgan, Deutsche Bank e HSBC. Entre as operações supostamente realizadas pelos bancos, estão incluídas movimentações para criminosos.

RELATÓRIO FOCUS

Esta semana, o Banco Central divulgou o Relatório Focus com as previsões dos principais economistas do país acerca de alguns indicadores da economia nacional para 2020 e 2021. A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 de setembro e divulgada na manhã do dia 21. A perspectiva para o desenvolvimento do PIB atingiu o melhor patamar em quatro meses, ficando em -5,05%, e as previsões com a taxa Selic permaneceram em 2,00%. As previsões para IPCA mantiveram a tendência de alta devido a pressão de preços de alimentos, e o câmbio ficou inalterado. A previsão para a queda da produção industrial voltou a melhorar, ficando em -6,30%.

Fontes: Agência Brasil, Banco Central, CBIC, Financial Times, IBGE, Ministério da Economia e Valor Econômico.

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