Fundo Imobiliário ‘barato’: saiba identificar oportunidades

fundos imobiliários barato

O P/VP é um dos indicadores mais utilizados ao se analisar o preço de um determinado ativo, sendo este uma ação ou cota de fundo imobiliário.

O fato das cotas de dois diferentes FIIs estarem custando R$ 1,00 e R$ 1.000,00, não diz que o primeiro, por exemplo, está mais “barato” que o segundo, quando examinamos friamente os valores. Já o P/VP, neste caso, pode ser um grande instrumento na busca pelas melhores oportunidades. Claro, como todo indicador, não deve ser utilizado sozinho para quaisquer conclusões.

O que é o P/VP? E como calculá-lo?

Primeiramente, o P/VP nada mais é do que o Preço da Cota de um FII dividido pelo seu Valor Patrimonial.

O Valor Patrimonial da Cota representa qual o valor das cotas de um determinado fundo de acordo com seu real patrimônio. Basta, portanto, dividir o valor do patrimônio líquido do FII pelo número total de cotas que este possui.

Portanto, o indicador P/VP (Preço/Valor Patrimonial da Cota) reflete o quão distante está o preço da cota negociada no mercado do valor de seu patrimônio.

Se o P/VP é maior que um, indica que o valor de mercado do fundo é maior que o valor de seu patrimônio. Ou seja, suas cotas estão sendo negociadas a valores maiores que o valor patrimonial da cota.

Em caso do P/VP for menor que um, suas cotas estarão sendo negociadas a valores inferiores ao valor patrimonial, indicando que o valor de mercado do fundo está abaixo de seu patrimônio.

Vale lembrar que o valor de mercado é calculado multiplicando o número total de cotas do FII pelo valor da cota.

Como Identificar um FII Barato?

Em casos do preço da cota estar sendo negociada abaixo de seu valor patrimonial (ou seja, com P/VP menor que um) é um bom indicativo de que este FII esteja “barato”, novamente citando que não deve ser utilizado como único indicador.

Seria como se pudéssemos comprar uma nota de R$ 1,00, pagando por ela R$ 0,50.

Para melhor entendimento, vejamos um simples exemplo. Suponha que o fundo XYWZ11 possua 10.000 cotas, um patrimônio líquido de R$ 100 mil e esteja com suas cotas sendo negociadas por R$ 8,00. Neste caso, teríamos um VP de R$ 10,00, com o P/VP igual a 0,80.

Já o fundo ABCD11 detém 100.000 cotas, um patrimônio líquido de R$ 20 milhões e com suas cotas a um preço de R$ 240,00 no mercado. Assim, o VP seria de R$ 200,00 e o P/VP igual a 1,20.

Portanto, analisando somente o P/VP, diríamos que o fundo XYWZ11 estaria mais “barato” que o FII ABCD11.

Devido às condições do mercado, torna-se comum vermos distorções nos valores de P/VP. Em períodos de baixa, por exemplo, observar fundos com P/VP inferior a um acaba por se tornar mais comum do que imagina-se.


Ranking P/VP

Realizamos um estudo com os FIIs listados na B3 e pertencentes ao IFIX (índice dos fundos imobiliários) para identificar os mais baratas em relação ao seu valor patrimonial. Porém, novamente é importante ressaltar que o índice deve ser analisado em conjunto com outros indicadores e não é garantia de ativo subavaliado.

Neste relatório, divulgamos um ranking com alguns FIIs que pertencem ao IFIX (índice de fundos imobiliários), e que detém atualmente os menores P/VP:

FUNDO IMOBILIÁRIO TICKER P/VP
FII XP MACAÉ XPCM11 0,58
FII RIO NEGRO RNGO11 0,61
FII GENERAL SHOPPING FIGS11 0,66
FII RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA RCRB11 0,71
FII OURINVEST LOGÍSTICA OULG11 0,73
FII BC FUND BRCR11 0,76
FII PATRIA ED. CORPORATIVOS PATC11 0,77
FII SANTANDER PAPÉIS IMOBILIÁRIOS SADI11 0,79
FII JS REAL ESTATE JSRE11 0,79
FII HOTEL MAXINVEST HTMX11 0,86

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Dividendos: como ganhar dinheiro e viver de renda com eles?

Você já pensou em ter uma renda passiva e viver de rendimentos? Ao investir em ações ou em fundos imobiliários (FIIs), por exemplo, além de contar com a possibilidade de ganhar com a valorização deles ao longo do tempo, você pode receber dividendos.

Essa, inclusive, pode ser uma boa estratégia para aumentar o patrimônio e caminhar em direção à sua independência financeira. Então, vale a pena saber mais sobre o assunto, certo?

Continue a leitura deste post para entender o que são os dividendos e descobrir como viver de renda. Acompanhe!

O que são dividendos?

Parte dos lucros de uma empresa pode ser distribuída aos seus acionistas por meio dos dividendos. Essa remuneração tem o objetivo de manter os investidores atuais e atrair novas pessoas que tenham interesse em se tornar sócios de grandes companhias no mercado de ações.

Nos fundos imobiliários, os proventos são pagos aos cotistas a partir dos ganhos com aluguéis e outras transações relacionadas com os empreendimentos que fazem parte do FII. Inclusive, neste caso, a distribuição de dividendos pode ser ainda mais frequente.

Como funciona o pagamento?

Diferente do que muitos acreditam, a legislação brasileira não define uma porcentagem mínima de distribuição do lucro das empresas listadas na bolsa de valores. Os dividendos são pagos de acordo com regras próprias das companhias – embora muitas adotem a distribuição de 25% dos lucros aos acionistas.

O pagamento pode ocorrer, de forma mais comum, em dinheiro e ações. Também é possível receber a remuneração em direitos de propriedades, o que é menos usual. A frequência com que os dividendos são pagos depende de cada empresa – o que pode acontecer de uma a 12 vezes por ano.

Cada acionista recebe os dividendos de acordo com o número de ações que possui. Não existe um cronograma fixo para o pagamento, por isso, não é garantia que uma empresa que pagou no último ano vai pagar no próximo.

Como você já sabe, é comum que companhias estabeleçam a distribuição de 25% dos lucros aos acionistas. Contudo, é possível encontrar organizações que pagam valores acima ou abaixo desse patamar, e outras que aumentem esse percentual ao longo dos anos.

Já os fundos imobiliários têm a obrigação de repassar a maior parte dos lucros aos seus cotistas. Por isso, é comum que a distribuição destes proventos seja realizada periodicamente, com valores atrativos. Sempre considerando a quantidade de cotas que cada investidor possui.

Quais são os tipos de dividendos mais comuns?

Existem diversas formas de uma organização que distribui lucros fazer o pagamento dos proventos para os acionistas. Conheça as principais:

Dividendos de ações

A lei brasileira estabelece que os dividendos devem ser pagos, pelo menos, uma vez por ano. Não há um valor mínimo a ser distribuído. O percentual dependerá do estatuto de cada empresa.

A suspensão dos pagamentos, por sua vez, só é permitida em situações excepcionais. Vale ressaltar, ainda, que algumas instituições pagam dividendos com maior frequência do que outras e que, neste caso, a distribuição é isenta de Imposto de Renda.

Juros sobre capital próprio (JCP)

O JCP é baseado no lucro da empresa nos anos anteriores ao do pagamento. Além disso, a dedução do Imposto de Renda deve ser feita pelo investidor, lançando o rendimento na Declaração de IR como tributação exclusiva.

A alíquota a ser paga é de 15% — porcentagem menor do que aquela recolhida pelas empresas. Como a organização também se beneficia dessa vantagem fiscal, ela pode fazer o pagamento do JCP com maior frequência.

Bonificação

Na bonificação, parte do lucro é investido em capital social. Assim, as empresas emitem e distribuem ações para os investidores. Essa recompensa não altera o patrimônio dos sócios, mesmo que o preço individual dos papéis no mercado diminua.

Como o pagamento de proventos é feito de forma proporcional ao número de ações, os investidores podem receber uma participação maior nos lucros no futuro.

Direitos de subscrição

Quando a empresa cresce no mercado e consegue emitir mais ações, ela pode priorizar os investidores mais antigos. A grande vantagem da subscrição de ações é que é possível comprar novos papéis por um preço abaixo do valor de mercado.

Não se trata, portanto, de um recebimento de proventos, mas de um direito adquirido – que permite ao investidor que já é acionista da empresa comprar mais ações a preços mais baixos.

Proventos dos FIIs

Investir em FII também é uma opção para quem deseja diversificar a carteira e ganhar dividendos para viver de renda no futuro. Os dividendos dos fundos imobiliários são distribuídos, em geral, de forma mensal – embora a regulamentação defina a distribuição semestral.

Como os dividendos são calculados?

Em geral, os dividendos são calculados em dinheiro ou porcentagem por ação. Dessa forma, cada investidor recebe um valor proporcional ao número de ações que possui na carteira.

Um acionista com 100 ações que pagam R$3 por papel receberá R$300 em dividendos, por exemplo. Mas, se o pagamento for apresentado em porcentagem, o cálculo é feito com base em um percentual do valor atual da ação. 

É desta forma, inclusive, que se identifica quais são as maiores pagadoras de dividendos da bolsa. O cálculo do dividend yield (dividindo o valor pago de dividendos pelo preço de cada ação antes da distribuição dos lucros) é um dos indicadores mais importantes para quem deseja viver de renda a partir do recebimento de dividendos. 

Quais são as vantagens de receber dividendos?

A primeira vantagem de investir em ações que pagam bons dividendos é a chance de acumular capital e ter uma renda passiva no futuro. Afinal, as melhores empresas pagadoras de proventos tendem a ser menos afetadas em momentos de instabilidade financeira.

Isso ocorre porque empresas que pagam mais dividendos aos acionistas são negócios mais consolidados no mercado. Dessa forma, elas conseguem ter lucros e repassá-los aos investidores mesmo quando a economia está desfavorável.

Outro benefício está relacionado ao fato de os dividendos serem isentos de Imposto de Renda. Como a empresa pagadora faz a dedução do imposto antes de distribuir o lucro, o investidor recebe um valor líquido. Assim, o rendimento pode ser utilizado sem nenhuma dedução fiscal.

Para quem os dividendos podem ser indicados?

Ações que pagam dividendos podem ser indicadas para quem tem uma tolerância maior a riscos na hora de investir. Como o lucro passado não é garantia de rendimentos futuros, o investidor precisar se sentir confortável com o fato de que é possível não obter a rentabilidade esperada na renda variável.

No geral, o investimento visando o recebimento de dividendos atende bem aos investidores com planos no longo prazo. Se você busca a sua independência financeira, por exemplo, os dividendos podem ser boas opções para ter uma renda recorrente.

Investidores que desejam diversificar a carteira também podem apostar nos dividendos. Isso ajuda a aumentar o patrimônio e a alcançar os seus objetivos mais rapidamente.

É importante destacar, contudo, que antes de investir em ações visando o recebimento de dividendos, você deve fazer uma análise dos seus objetivos e do seu perfil de investidor. Assim, ficará mais fácil avaliar se esse investimento faz ou não sentido para você.

Como ganhar dinheiro com dividendos e viver de renda?

O primeiro passo para ganhar dinheiro com dividendos é escolher ações de empresas estáveis e boas pagadoras de dividendos. Além disso, existe a possibilidade de reinvestir os proventos recebidos. Isso significa que você pode utilizar o valor para comprar mais ações.

Dessa forma, os novos ativos podem impulsionar suas chances de lucro e ajudar a aumentar o seu patrimônio total. Funciona de forma semelhante aos juros compostos – agindo tanto sobre o dinheiro investido quanto sobre os rendimentos acumulados.

Ao investir em ações e FIIs que distribuem bons dividendos, portanto, você consegue fazer reinvestimentos, acumular mais patrimônio e gerar novos rendimentos ao longo do tempo. 

E será este hábito que, no futuro, permitirá o recebimento de uma maior quantia de proventos, que poderão cobrir os seus gastos mensais e permitir que você tenha uma renda passiva – alcançando, assim, sua independência financeira.

E você, quer começar a investir em ações para ganhar proventos e viver de renda? Então não deixe de conhecer o Invista em Ações, produto da Capitalizo que ajuda você, investidor, a ter uma carteira sólida focada em dividendos e no longo prazo. 

Com o Invista em Ações, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

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Nossos resultados

Desde abril de 2018, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 105%! É uma das carteiras mais vencedoras do Brasil!

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período:

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Além da Carteira Dividendos o Invista em Ações traz outras cinco carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

Fique por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, além de análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais das principais empresas da bolsa de valores.

Já no gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira Recomendada de Fundos Imobiliários com o IFIX (o índice de desempenho dos FII’s da bolsa brasileira) e também com o CDI. Desde agosto de 2017, nossa Carteira de FII’s do produto Top Fundos está, só em rentabilidade dos fundos que a compõem, acima do IFIX e valorizando mais de 230% do CDI.

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Ranking de Fundos Imobiliários

Ranking de Fundos Imobiliários

Abaixo segue o Ranking com alguns dos principais Fundos Imobiliários da B3, com os melhores retornos percentuais em 12 meses. Além disso, trazemos a rentabilidade no ano (2021) e o retorno do IFIX.

Os retornos levam em conta os preços com o fechamento de 23/06/2021:

Código

Nome

12 Meses (%)

Ano (%)

HCTR11

FII Hectare 58,62% 13,77%
IRDM11 FII Iridium 48,51% 6,09%
HABT11 FII Habit 2 44,84% 11,69%
PLCR11 FII Plural R 26,78% 6,46%
PORD11 FII Polo Cri 24,65% 4,69%
XPCI11 FII Xp Cred 23,79% 14,59%
VGIP11 FII Valoraip 21,28% 2,13%
RVBI11 FII Vbi Reit 19,93% 2,25%
TGAR11 FII Tg Ativo 18,47% 5,19%
SADI11 FII Sant Pap 14,42% 7,42%

IFIX

IFIX

-0,20%

-3,10%

 

Conheça os FIIs do Ranking

HECTARE CE (HCTR11)

O Hectare CE é um fundo especializado em realizar investimentos em certificados de recebíveis imobiliários (CRI). No relatório de gestão do mês de julho de 2020, o fundo afirmou que mantém quase 90% de seu patrimônio alocado em CRI, contando com cerca de 40 diferentes ativos. O restante está reservado para caixa.

O último comunicado publicado informou o encerramento da 9ª emissão de cotas do HCTR11, tendo arrecadado o montante de R$ 504 milhões. As novas cotas, inclusive, já foram integralizadas e estão disponíveis para negociação na B3.

IRIDIUM RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (IRDM11)

O Iridium Recebíveis Imobiliários é um fundo voltado majoritariamente para investimentos em CRIs. No entanto, a atual carteira conta com uma proporção de aproximadamente 2/3 em CRI e 1/3 em cotas de FIIs, sendo estes com alta liquidez.

O fundo divulgou comunicado ao mercado informando o encerramento da 9ª emissão de cotas do IRDM11, tendo arrecadado o montante de R$ 616 milhões. As novas cotas também já foram integralizadas e estão disponíveis para negociação na B3.

HABITAT II (HABT11)

O Habitat II aloca seus recursos majoritariamente em certificados de recebíveis imobiliários (CRI), lastreados em carteiras de recebíveis pulverizados. Também pode investir em outros ativos de renda fixa e em cotas de fundos imobiliários.

Recentemente, foi finalizado o processo de incorporação do FII Habitat I (HBTT11) pelo Habitat II (HABT11). Tal incorporação deverá capturar sinergias, pulverizar a base de ativos, otimizar a gestão e diluir despesas.

PLURAL RECEBÍVEIS (PLCR11)

O Plural Recebíveis é um fundo que investe seu patrimônio quase que totalmente em CRIs, podendo também alocar recursos em títulos federais como reserva de caixa. Atualmente, são mais de 30 certificados de recebíveis que compõe o portfólio do fundo, sendo a grande maioria indexada ao IPCA.

No último informe divulgado ao mercado, o PLCR11 apenas detalhou que haveria troca do prestador de serviços de escrituração, saindo do Itaú Corretora de Valores e passando para o Plural Banco Múltiplo.

POLO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS II (PORD11)

O Polo Recebíveis é um fundo que busca manter um portfólio focado em CRIs pulverizados e em CRIs corporativos, com o restante do patrimônio podendo estar alocado em títulos federais, cotas de outros FIIs e em Debêntures. Atualmente, o portfólio de CRIs corresponde a 73% do capital do fundo, sendo de maioria corporativo.

O último informe divulgado pelo fundo anunciou o encerramento da 3ª emissão, a qual arrecadou o montante total de R$ 169,2 milhões, distribuindo mais de 1,75 milhão de novas cotas de PORD11 no mercado.

XP CRÉDITO IMOBILIÁRIO (XPCI11)

O XP Crédito Imobiliário é um fundo que investe majoritariamente em CRIs, podendo também alocar seus recursos em cotas de outros fundos imobiliários. Atualmente, essa proporção encontra-se em cerca de 87% a 13%, respectivamente.

No último relatório gerencial, o fundo afirmou ter alienado os CRI WAM Gramado e Banco do Brasil, o que gerou um ganho de capital na casa de R$ 2,0 milhões. Além disso, também houve a aquisição do CRI HBR, Via Varejo e CRI Rede D’or.

VALORA CRI ÍNDICE DE PREÇOS (VGIP11)

O Valor CRI é um fundo focado em recebíveis imobiliários, mantendo quase que todo seu capital alocado em CRIs. Atualmente, mais de 94% do patrimônio está investido em certificados de recebíveis, com o restante reservado para caixa.

Recentemente, o fundo publicou um ato do administrador informando a aprovação da 5ª oferta, onde serão distribuídas até 2,6 milhões de novas cotas, perfazendo o montante máximo de R$ 250 milhões. O período de direito de preferência, inclusive, já foi encerrado.

VBI REITS FOF (RVBI11)

O VBI Reits é um fundo de fundos, ou seja, investe seus recursos em cotas de outros fundos imobiliários. Além disso, o fundo também pode alocar patrimônio em CRIs e títulos federais. Atualmente, cerca de 80% do capital está investido em FIIs, 13% em CRIs e o restante se mantém em caixa.

No último relatório de gestão, o fundo informou que vem adotando uma postura mais conservadora neste primeiro semestre, em meio ao movimento de re-precificação no mercado, devido às altas nas taxas de juros.

TG ATIVO REAL (TGAR11)

O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento, que aloca seus recursos majoritariamente em Equity e também em CRIs, para antecipação dos recebíveis. Atualmente, cerca de 65% do patrimônio do fundo está em Equity e 30% em CRI.

Recentemente, o fundo publicou o anúncio de encerramento de sua 10ª emissão, arrecadando ao todo o montante de R$ 503,2 milhões, subscrevendo mais de 3,9 milhões de novas cotas.

SANTANDER PAPEIS IMOBILIÁRIOS CDI (SADI11)

O Santander Papeis Imobiliários é um fundo que investe seus recursos em CRIs, podendo também investir em cotas de outros fundos imobiliários e em títulos federais. Atualmente, cerca de 92% do patrimônio encontra-se alocado em CRIs e 5% em FIIs.

No último Fato Relevante divulgado, a gestora informou o cancelamento de uma assembleia geral extraordinária, anteriormente convocada à pedido de cotistas detentores de no mínimo 5% das cotas do fundo, e que pediam a liquidação do SADI11.

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Dividend Yield das Ações estão maiores que a Selic?

dividend yield em acoes

Será que é possível a bolsa render, só pelo dividend yield, mais resultado que a Selic?

Em junho, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central brasileiro decidiu subir a taxa Selic em 0,75 p.p., levando a taxa básica de juros para 4,25%.

A meta da taxa Selic, que já chegou a atingir 26,5% no início dos anos 2000, vem passando por alguns períodos de cortes, principalmente, após o final de 2016. O gráfico abaixo apresenta as variações da meta estipulada pelo BC para a Selic desde o início de 2000.

dividend yield

Dividend Yield do IBOV é maior que a Selic?

Um fato curioso é que em 2020, pela primeira vez na história a Selic rendeu menos que o dividend yield médio das ações que compõe o Ibovespa.

Porém, o dividend yield médio do Ibovespa chegou a 4,00% a.a., rendendo mais que a taxa Selic que estava em torno de 2,00%. Em contrapartida, como os juros ainda estão baixos, há empresas na bolsa que distribuem dividendos maiores que os rendimentos da Selic. Confira!

Empresas com alta taxa de dividend yield

Quando falamos sobre o fato do dividend yield do Ibovespa superar a Selic em 2021, estamos nos referindo a uma média realizada entre os yields dos ativos que compõe o índice. Entretanto, analisando o mercado acionário brasileiro como um todo vemos que existem empresas que tendem a apresentar, de acordo com o histórico e com estimativas futuras, maiores níveis de dividend yield.

Dentre as variadas companhias que satisfazem esta condição, separamos três para melhor analisá-las: AES Tietê Energia (TIET11), Santander (SANB11) e Engie (EGIE3)

AES Tietê (TIET11)

A AES Tietê Energia é uma das mais eficientes geradoras de energia elétrica do Brasil, com um parque gerador composto por nove usinas hidrelétricas e três Pequenas Centrais Hidrelétricas. Considerando os últimos doze meses, a companhia apresenta um dividend yield de 4,90%. A expectativa, entretanto, é que a AES Tietê venha a finalizar 2021 com um dividend yield em torno de 9,5%.

Banco Santander (SANB11)

O Santander é um dos grandes bancos brasileiros. Em atividade no mercado local desde 1982, o Santander Brasil é o terceiro maior banco privado do País por ativos. Com os proventos distribuídos nos últimos doze meses, temos um dividend yield de 3,70% para SANB11, com expectativa de que esta porcentagem chegue em 8,3% no próximo ano.

Engie (EGIE3)

A Engie também é uma empresa do setor elétrico e é a maior geradora de energia privada do Brasil, ela possui participação de cerca de 6,2% no mercado brasileiro. Com um dividend yield de 6,1% dos últimos doze meses, espera-se que ENGIE3 apresente um yield por volta de 8,1% para o final do ano.

Vale ressaltar, no entanto, que os valores de dividend yield para os tempos futuros referem-se apenas a estimativas, não sendo garantias de rendimentos para os próximos anos.

Nossas recomendações

Por isso, é importante contar com uma equipe profissional para selecionar os melhores ativos para sua carteira.

Aqui na Capitalizo, temos uma carteira com foco total em dividendos. É uma seleção de ativos perfeita para o longo prazo ou para aposentadoria.

Abaixo temos a rentabilidade da carteira sem levar em conta os proventos recebidos. Confira:

Rentabilidade Carteira Dividendos

E você, quer receber as melhores recomendações de empresas boas pagadoras de dividendos? Conheça o nosso produto Invista em Ações e veja as nossas preferidas em distribuição de proventos.

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Maiores ROEs da Bolsa

Maiores ROEs da Bolsa

Com a Selic em 3,50%, é natural que os investidores procurem alternativas de investimentos mais rentáveis. No entanto, não queremos comparar a Renda Fixa com investimentos de Renda Variável (como ações, por exemplo), mas mostrar que juros em baixa deixam o investimento em ações de boas empresas ainda mais atrativo.

Um dos indicadores mais conhecidos pelo mercado para mostrar a rentabilidade de uma empresa é o ROE (abreviatura para o termo em inglês Return on Equity), que significa Retorno sobre o Patrimônio. Neste artigo, vamos ver o que significa Retorno Sobre o Patrimônio Líquido e conhecer os maiores ROEs da Bolsa brasileira.

O que é ROE?

Podemos dizer que o ROE informa quanto de lucro uma empresa consegue gerar, proporcionalmente, com o capital próprio empregado, ou seja, com a parte residual pertencente aos acionistas. Considerando isso, podemos concluir que o ROE é um indicador de eficiência de gestão, pois mostra se a empresa está “aplicando bem” o dinheiro dos acionistas.

O ROE é expresso como uma porcentagem e é calculado da seguinte maneira:

ROE = Lucro Líquido / Patrimônio Líquido

Como podemos analisar o ROE?

Como todos os indicadores econômicos e financeiros, o ROE não deve ser utilizado de maneira isolada, visto que uma empresa endividada pode ter um ROE alto, por exemplo. Porém, considerando apenas a análise do ROE, é interessante que ele seja maior do que o custo de oportunidade em outros investimentos mais seguros. Hoje, um Título Público atrelado à Selic paga em torno de 3,75% ao ano.

Nesse caso, uma empresa com ROE de 20% seria considerada uma boa alternativa de investimento, a não ser que o risco do negócio fosse muito elevado e exigisse retorno acima da média.

Abaixo separamos 10 empresas (algumas delas entre nossas recomendações) que consideramos boas ”geradoras de ROE” para seus acionistas. Confira:

NOME CÓDIGO ROE
Taurus Armas TASA4 318,8%
Marfrig MRFG3 127,8%
Assai ASAI3 105,3%
Eternit ETER3 84,9%
Minerva BEEF3 67,6%
Sid Nacional CSNA3 65,4%
Wiz S.A. WIZS3 58,8%
BB Seguridade BBSE3 55,1%
AES Brasil AESB3 41,3%
Taesa TAEE11 37,2%

TAURUS (TASA4)

Sediada em São Leopoldo/RS, a Taurus é uma empresa estratégica de defesa com presença consolidada nos mercados de armas no Brasil e nos EUA. A companhia conta com diversos modelos de pistolas e armas táticas, empregando mais de 2,1 mil funcionários e com exportação para mais de 100 países.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 551,1 milhões, com acréscimo de 74,0% em relação ao 1T20. Destaque para o aumento no volume de vendas de armas no período, juntamente com o melhor mix de produtos com maior valor agregado. Destaque também para a alta registrada nos ganhos com a produção de capacetes.

A empresa reportou Ebitda de R$ 175,7 milhões no 1T21, representando crescimento de 269,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 31,9%, com ganho de 16,9 p.p. em comparação ao 1T20. A margem foi positivamente beneficiada pelo melhor mix de produtos mais lucrativos.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 68,1 milhões no 1T21, revertendo o prejuízo líquido de R$ 157,1 milhões registrado um ano antes. A margem líquida ficou em 12,4% no 1T21.

MARFRIG (MRFG3)

A Marfrig é a segunda maior produtora de proteína no mundo, com foco exclusivo em carne bovina e ovina. A empresa tem capacidade para mais de 33 mil abates por dia, com pouco menos da metade vindo do Brasil (16 mil cabeças) e outros 40% vindo dos Estados Unidos (13 mil). Quanto às receitas, por outro lado, 75% vem da operação da América do Norte; apenas os outros 25% vem da América do Sul.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 17,2 bilhões, com acréscimo de 27,7% em relação ao 1T20. O grande destaque ficou com as operações na América do Norte, especialmente voltadas para o mercado interno, que se beneficiou do aumento de volume e de melhores preços praticados.

A empresa reportou Ebitda de R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2021, representando crescimento de 39,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada foi de 9,9%, com ganho de 0,9 p.p. em comparação ao primeiro trimestre de 2020. O Ebitda foi positivamente beneficiado pela boa performance das operações na América do Norte.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 279,0 milhões no primeiro trimestre do ano, revertendo o prejuízo líquida apresentado um ano antes. A margem líquida ficou em 1,6%, representando ganho de 2,6 p.p. na comparação anual.

ASSAÍ (ASAI3)

O Assaí é uma das maiores redes atacadistas do Brasil, contando com mais de 180 distribuídas pelo país e presente em 22 estados mais o Distrito Federal. A companhia detém a marca de ser a 17ª maior empresa em faturamento de receitas líquidas do Brasil, atendendo mais de 30 milhões de clientes por mês.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 9,4 bilhões, com acréscimo de 21,1% em relação ao 1T20. Destaque para mais um sólido desempenho registrado nas vendas pelo critério “mesmas lojas”, além dos ganhos advindos de novos estabelecimentos inaugurados durante o período.

A empresa reportou Ebitda de R$ 640,0 milhões no 1T21, representando crescimento de 44,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 6,8%, com ganho de 1,1 p.p. em comparação ao 1T20. Destaque para a melhor diluição de custos fixos no período, elevando o ganho de margens bruta e operacional no 1T21.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 240,0 milhões no 1T21, sendo 112,4% maior que o lucro líquido registrado um ano antes. A margem líquida ficou em 2,5% no 1T21, com ganho de 1,1 p.p. na mesma base de comparação.

ETERNIT (ETER3)

Fundada em 1939, a Eternit possui uma história de mais de 80 anos sendo líder de mercado no setor de coberturas para construção civil. Dentre seus segmentos de atuação, destaque para o de louças, metais para cozinha e banheiro e componentes para sistemas construtivos.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 270,3 milhões, com acréscimo de 137,9% em relação ao 1T20. Destaque para a ainda forte demanda de telhas de fibrocimento, o que impulsionou o aumento no volume de vendas. Vale ressaltar também o bom momento atravessado nas exportações dos produtos da empresa.

A empresa reportou Ebitda de R$ 82,4 milhões no 1T21, revertendo o Ebitda negativo registrado um ano antes. A margem Ebitda foi de 30,0%, com ganho de 34,0 p.p. em comparação ao 1T20. Destaque novamente para a performance do segmento de fibrocimento e para a retomada das exportações de fibra de crisotila.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 58,2 milhões no 1T21, novamente revertendo o prejuízo líquido de R$ 11,6 milhões registrado um ano antes. A margem líquida ficou em 22,0% no 1T21.

MINERVA FOODS (BEEF3)

A Minerva Foods é uma das líderes de produção e comercialização de carne, exportação de gado vivo e de processamento de carne bovina, suína e de aves, na América Latina. Como a capacidade de desossa da Minerva é superior à do abate, a companhia consegue processar também o gado de terceiros, maximizando a rentabilidade.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 5,8 bilhões, representando um acréscimo de 39,3% em relação ao 1T20. Destaque para o crescimento de receita bruta de 60,8% da divisão de Athena Foods. Já a divisão Brasil também reportou alta, porem na casa de 26,4%.

A empresa reportou Ebitda de R$ 484,9 milhões no 1T21, representando alta de 27,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 8,4%, com perda de 0,8 p.p. em comparação ao 1T20. As perdas de margens operacionais estão relacionadas principalmente à perda de margem bruta, a qual ficou mais pressionada pelo aumento de 42,2% dos custos com mercadorias vendidas.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 259,5 milhões no 1T21, com decréscimo de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida foi de 4,5%, com perda de 2,0 p.p.

CSN (CSNA3)

A CSN é uma grande produtora de aço plano no Brasil, que é utilizado principalmente para a fabricação de automóveis, bens de capitais, eletrodomésticos e afins. Além disso, a CSN também é a segunda maior produtora de Minério de Ferro do país, atrás somente da Vale. Ela também tem outros negócios como aço longo, cimento e logística.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 11,9 bilhões, com crescimento de 123,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a manutenção dos fortes volumes de venda, juntamente com os melhores preços praticados para o minério de ferro, aço e cimento.

A empresa reportou Ebitda Ajustado de R$ 5,8 bilhões no 1T21, representando crescimento de 336% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda Ajustada foi de 47,7%, com ganho de 23,6 p.p. em comparação ao primeiro trimestre do ano passado. Destaque para os melhores preços de venda praticados no período.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 5,7 bilhão no 1T21, revertendo o prejuízo líquido de R$ 1,3 bilhão reportado no mesmo período do ano anterior. A margem líquida ficou em 47,8%, no primeiro trimestre de 2021.

WIZ (WIZS3)

A Wiz atua fazendo a distribuição de serviços financeiros e de seguros através de uma plataforma multicanal. A companhia opera em todo território nacional, ofertando soluções presenciais e remotas, além de toda a assistência de pós-venda de seguros e produtos financeiros.

Para o 1T21, a empresa reportou receita total de R$ 224,3 milhões, com acréscimo de 32,2% em relação ao 1T20. Destaque para a aceleração observada no segmento Core Business, especialmente no que se refere à incorporação de receita da BMG Corretora. Destaque também para o desempenho de vendas novas da Rede Caixa.

A empresa reportou Ebitda de R$ 109,3 milhões no 1T21, representando acréscimo de 24,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 48,7%, com perda de 3,1 p.p. em comparação ao 1T20. Destaque para a incorporação de custos referentes às novas unidades de negócio e da BMG Corretora.

A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 63,6 milhões no 1T21, sendo 24,6% superior ao reportado no 1T20. A margem líquida foi 28,3%, representando perda de 1,7 p.p. na comparação anual.

BB SEGURIDADE (BBSE3)

A BB Seguridade é uma holding controlada pelo Banco do Brasil que atua nos segmentos de seguros, previdência e capitalização. A BBSE conta com as agências do BB como seu canal de distribuição e a distribuição desses produtos é intermediada pela BB Corretora.

A BB Seguridade registrou resultado com participações societárias de R$ 971,3 milhões no primeiro trimestre, 11,9% acima do mesmo período do ano anterior. Destaque para o bom desempenho da Brasilprev, que contou com efeito positivo da atualização de ativos e passivos dos planos de benefício definido, incremento na taxa de gestão e melhora no índice de eficiência.

O índice de sinistralidade saltou 8,1 p.p., alcançando 37,8% e com efeito da cobertura de vida para sinistros relacionados à Covid-19. O índice de despesas administrativas melhorou 1,9 p.p., atingindo 12,9% e com contribuição da redução no quadro de funcionários e menores despesas com tributos.

O lucro líquido da BB Seguridade chegou a R$ 977,1 milhões, 10,7% acima do 1T20. Além de itens comentados, o resultado é reflexo da retração no resultado financeiro da holding após a restituição de capital aos acionistas e a queda na taxa Selic.

AES BRASIL (AESB3)

AES Brasil investe há mais de 20 anos no Brasil e é uma geradora de energia elétrica 100% renovável do país. Com uma capacidade instalada operacional e em construção que somam 4,2 GW de energia exclusivamente renovável, seu portfólio é composto por fontes hidráulica, eólica e solar, com plantas localizadas nos Estados de São Paulo, Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará, além de um pipeline em análise com capacidade para mais 4,6 GW.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 556,7 milhões, com acréscimo de 12,6% em relação ao 1T20. Destaque para o ganho de margem hídrica, impulsionado por evento extraordinário do ressarcimento do GSF. Além disso, houve importantes aumentos em margem eólica e solar no período.

A empresa reportou Ebitda de R$ 349,0 milhões no 1T21, representando acréscimo de 11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 62,7%, com perda de 0,6 p.p. em comparação ao 1T20. Os ganhos com Ebitda foram impulsionados pelos eventos comentados anteriormente.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 93,0 milhões no 1T21, sendo 23,4% maior que o reportado no 1T20. A margem líquida ficou em 16,7%, apresentando ganho de 1,5 p.p. na comparação anual.

TAESA (TAEE11)

A TAESA é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica no Brasil, com 9.868km de linhas de transmissão em operação e oito projetos em desenvolvimento em todas as regiões do país, além de 70 subestações.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida regulatória de R$ 386,4 milhões, representando um acréscimo de 3,6% em relação ao 1T20. Destaque para a entrada em operação da Mariana Transmissora em maio de 2020, efeito das aquisições das concessões São João, São Pedro e Lagoa Nova entre os períodos em comparação e reajuste inflacionário previsto nos contratos, com variação de 6,51% em indexados ao IGP-M e de 1,88% em indexados ao IPCA.

A empresa reportou Ebitda Regulatório de R$ 316,7 milhões no 1T21, representando acréscimo de 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ficou em 82,0%, com perda de 1,9 p.p. em relação ao obtido no 1T20.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 107,8 milhões no 1T21, sendo 22,6% menor que o lucro reportado no 1T20, sentindo os efeitos do forte aumento em despesas financeiras para financiar o projeto de expansão.

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Como ser um Trader de Sucesso, confira 4 dicas

como ser um trader de sucesso

Quando pensamos em como ser um trader, logo imaginamos que vamos precisar de  um escritório com 6 monitores na mesa, gráficos, ações e as altas e baixas da bolsa piscando nas telas. Mas calma, nem todos os traders são assim. No mundo das operações de curto e médio prazo existem diversas formas e prazos para se rentabilizar um capital.

Por exemplo, existe aquele operador que busca oscilações ínfimas no mercado e seus trades chegam a durar segundos. Porém, também há aqueles que buscam uma valorização bem maior por operação, indo para o prazo de semanas ou até meses. Por isso, é importante entender melhor com qual perfil você se encaixa e o que você precisa para ser um Trader de Sucesso. Confira!

Afinal, o que faz um Trader?

Enquanto no longo prazo nós buscamos acumular o máximo de papéis das empresas que escolhemos para montar carteira, no curto prazo nós buscamos por valorizações rápidas para conseguir, através de várias operações, gerar ganhos consistentes.

Em suma, imagine um comerciante que compra uma mercadoria de algum fornecedor e em seguida vende para outra pessoa. Ao vender, esse comerciante resgata seu caixa de volta e ainda gera lucro em cima.

No trading, a lógica é a mesma, porém o fornecedor e o cliente também estão no mercado tentando fazer a mesma coisa que nós: ganhar dinheiro. Ou seja, no mercado todos estão com o mesmo objetivo e vai depender da expertise de cada um gerar lucros ou não.

Tipos de Trader

Os tipos de trader giram muito em função do tempo e do tipo de operação em que eles ficam posicionados. Veja alguns exemplos:

  • Day trader é aquele que compra e vende um mesmo ativo no mesmo dia, geralmente operam os contratos de índice e dólar no mercado futuro, mas também há os que operam em ações.
  • Já o swing trader fica posicionado por alguns dias ou até por semanas, eles visam capturar valorizações maiores se arriscando pouco, por isso precisam operar em gráficos diários e semanais.
  • Para prazos de semanas ou até meses, temos o position trader ou trader de posição. Esses procuram por grandes tendências e muitos tomam decisões de compra através da análise fundamentalista.

Claro que isso não engloba todos os tipos de traders, visto que há aqueles que operam os mais variados tipos de análise. Mas, em suma, a grande maioria gira em torno do tempo em que ficam posicionados.

A grande vantagem nessa profissão é que os ganhos são medidos em porcentagem, ou seja, a curva pode se tornar exponencial. A média de ganhos que um trader consegue, conservadoramente, manter gira em torno de 10~20% ao ano com um capital grande.

Parece pouco, mas à medida que o patrimônio cresce, os juros sobre juros começam a trabalhar e a curva se torna exponencial, assim como nos investimentos de longo prazo.

Como se tornar um Trader de Sucesso?

Pesquisas saem todos os anos mostrando que apenas 5% dos day traders conseguem manter lucros ano após ano. Essa estatística é assustadora e um tanto imprecisa, pois se você parar para pensar: dos estudantes de engenharia que entram nas universidades, quantos realmente se formam e trabalham na área?

Pois é, mas ainda assim é uma profissão extremamente difícil como qualquer outra. Então, para te ajudar a trilhar esse caminho e ser um Trader de Sucesso, nós separamos 4 características que você precisa trabalhar. Confira!

1.    Conhecimento

Como em qualquer profissão, o conhecimento e a experiência sempre falam alto. Logo, quanto mais tempo você se dedicar aos estudos, a operar para adquirir experiência e o mais importante: tempo de tela, mais rápido você irá evoluir.

Para os traders, o tempo de tela é uma das métricas mais importantes, pois essas horas observando e estudando o mercado vão aos poucos moldando a leitura do operador e o tornando cada vez mais rápido e mais assertivo.

Por fim, para conseguir essas horas de tela é necessário que você encontre um perfil operacional e emocional com o qual se identifique, pois cada pessoa tem uma maturação diferente e isso pode levar muito ou pouco tempo, vai depender apenas de você.

2.    Disciplina

A disciplina é, de forma quase que unânime, o pilar principal da estrutura para o sucesso no trading. Pois, é exercitando a disciplina de aplicar o mesmo método dia após dia que o trader consegue construir seu perfil operacional e, principalmente, emocional.

Um erro muito comum que o iniciante geralmente comete é operar um método enquanto ele der ganhos, mas, assim que esse método começa a falhar, ele vai atrás de outra técnica com outros argumentos de entrada e saída e outras regras de ganho e perda. Em suma, não mantém a disciplina de operar o plano que ele mesmo traçou anteriormente.

Por isso, assim como em qualquer profissão, a disciplina é uma característica fundamental para o trader de sucesso. Mas, diferente de outras carreiras, se você não for um operador disciplinado, é no financeiro que vai doer.

3.    Paciência

Para um trader de sucesso, há dias em que ele sabe que é melhor não fazer nada no mercado, seja por algum dado importante que está deixando o mercado tenso ou por que simplesmente sua estratégia não está encaixando muito bem.

As vezes, ficar de 6 a 8 horas na frente da tela esperando por uma oportunidade pode parecer desgastante. Mas, um trader de sucesso sabe que se não tiver paciência de esperar o momento certo, ele vai ficar ocioso e caçar operação onde simplesmente não existe.

Por isso, ele prefere fazer qualquer outra coisa enquanto o mercado voltar a ficar mais do jeito que está acostumado a operar. É nessa fase do jogo que muitos iniciantes pecam pela falta de paciência.

4.    Antifragilidade

Toda estratégia vai passar por momentos de drawdown, ou seja, por momentos de perdas, seja por operações em que você entrou errado ou pela soberania do mercado. A única certeza é que esses momentos existem e o trader de sucesso precisa ter resiliência, disciplina e confiança no seu método para passar por eles sem sair do plano.

É aqui onde Nassim Taleb entra com o conceito de antifragilidade. O trader precisa ser antifrágil e ter a cabeça no longo prazo, ele não pode se abalar por uma ou outra operação no vermelho.

No fim das contas, o que faz o trader fechar as contas no fim do mês são as várias e várias operações em conjunto, tanto as positivas quanto as negativas. O importante é ele ter disciplina para manter o método e ter a resiliência de continuar mesmo nos momentos de perdas.

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Mesmo que você seja um investidor de longo prazo, ainda sim vale a pena expor uma pequena parcela do seu patrimônio no curto prazo. Pois, isso pode alavancar cada vez mais sua rentabilidade acumulada, te ajudando a chegar mais rápido em seus objetivos. Veja como o Robson está cada vez mais perto de sua independência financeira:

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Esses números correspondem somente às operações encerradas

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

É hora de comprar Via (VVAR3)?

Você, que acompanha as notícias do mercado financeiro, sabe que as ações da Via (VVAR3) estão, sem dúvida, entre as mais comentadas (e especuladas) dos investidores da Bolsa de Valores. A empresa é a controladora das famosas lojas Ponto e Casas Bahia, com mais de 900 unidades, em mais de 350 municípios do Brasil. 

Mas o que a maioria das pessoas quer mesmo saber é: Afinal, Via (VVAR3) ainda é uma oportunidade? Agora é hora de comprar ou de deixar de lado?

Conversamos com nosso time de analistas e trouxemos um parecer tanto para o longo como para o curto e médio prazos. Mas antes de descobrir a resposta, entenda melhor o cenário:

O boom do varejo: ascensão e queda

Após o início da pandemia de coronavírus no Brasil e as medidas restritivas de distanciamento social, o País passou pelas ondas de fechamentos do comércio físico e, como consequência, viu o e-commerce explodir. Com ele, as ações das empresas do setor  foram junto e proporcionaram ganhos expressivos aos investidores, enchendo o bolso de muita gente.

Via, por exemplo, somente de março a agosto de 2020, valorizou 393%! Mas de lá para cá, os papéis passaram por uma forte desvalorização. VVAR3 que chegou a bater nos R$ 20,22 perdeu praticamente metade do seu valor, descendo até os R$ 10,98 em março de 2021. Ensaiando uma reação, o ativo ainda está agora na casa dos R$ 15, o mesmo patamar de seis meses atrás.

Mas e a empresa? É boa?

De acordo com nosso analista fundamentalista, Daniel Barcellos, não há dúvidas que as ações da Via Varejo estão baratas. Para o longo prazo, sob o ponto de vista do negócio, a empresa está trilhando um caminho de recuperação e passando por um processo grande de reestruturação. A companhia mudou toda a parte diretiva e criou novos setores, por exemplo. Além disso, a Via Varejo deve ir no embalo da constante expansão do e-commerce e crescer junto.

Ele avalia, porém, que mesmo assim, ela ainda está atrás de seus pares como Mercado Livre, Magazine Luiza e Amazon no Brasil. Há ainda boas oportunidades no mercado internacional, como as empresas asiáticas. Por isso, nosso setor de análise entende que há ativos mais interessantes no segmento.

Mas fique tranquilo! Você quer descobrir quais são nossas recomendações, tanto para o setor em si, quanto visando a montagem de uma carteira de ações de boas empresas que tem grandes chances de entregar ótima rentabilidade com o passar do tempo? Então clique no botão abaixo!

E para o curto e médio prazos?

Se você chegou até aqui, é claro que quer saber também a opinião do nosso analista técnico, Danillo Fratta. Acertei?

Entendemos que não fez muito sentido esta queda de 50% em VVAR3. Então, pelo viés da análise gráfica, o Danillo recomendou a compra quando o ativo estava na casa dos R$ 12, como você pode conferir no gráfico abaixo. De lá para cá, já houve uma valorização de cerca de 25% em poucos meses. 

Nosso objetivo é realizar uma operação de médio prazo, onde buscaremos ficar cerca de seis meses posicionados no papel. Além disso, aproveitando o momento de retomada de VVAR3 e realizamos uma operação com opcões, com foco no curtíssimo prazo. Esta, nós já encerramos e obtivemos um lucro de nada mais nada menos do que 150%!

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Confira o desempenho da nossa carteira de ações internacionais

A palavra-chave para todo o investidor que deseja se beneficiar com os potenciais ganhos de diferentes classes de ativos e também proteger sua carteira contra crises e/ou riscos concentrados é: diversificação.

Uma excelente maneira de fazer isso é colocar parte do seu patrimônio no exterior, investindo em empresas internacionais.

O Brasil, hoje, representa cerca de, aproximadamente, apenas 1% do mercado financeiro mundial. Além disso, a nossa bolsa de valores costuma oscilar e ser mais influenciada por instabilidades econômicas e políticas internas. É importante, portanto, não ficar tão preso a essas incertezas locais e diversificar seus investimentos no exterior.

São diversos os benefícios:

☑️ Participar de mercados desenvolvidos, como o americano; ou em forte expansão, como o Chinês;
☑️ Exposição a moedas fortes;
☑️ Investir em empresas gigantes e que atuam globalmente;
☑️ Possibilidade de recebimento de dividendos em outras moedas

Em 2020, a pandemia de coronavírus causou uma crise global e os mercados do mundo todo sofreram duras quedas. Mas, para você ter uma ideia, por mais de quatro anos, entre 2010 e 2016, enquanto o Ibovespa apresentou um fraco desempenho e acabou caindo 12%, o Dow Jones subiu 89% no mesmo período. Já o S&P 500, alcançou ganhos de 100%.

Nesta época, uma exposição internacional poderia ter salvado a rentabilidade de muita gente. Confira os movimentos no gráfico abaixo:

Investir no exterior é muito fácil e acessível

Atualmente, ficou muito simples para qualquer investidor pessoa física colocar o seu capital em empresas estrangeiras. Hoje, existem duas principais maneiras de investir em companhias internacionais:

Stocks
São as ações diretas das empresas. Para isso, o investidor deve abrir uma conta em uma corretora de fora do Brasil e enviar o seu dinheiro para lá.

BDR’s
Os Brazilian Depositary Receipts são certificados que replicam as ações internacionais diretamente na bolsa de valores brasileira. Basta você selecionar o código do BDR que deseja adquirir direto no homebroker da sua corretora, assim como você faz com as ações nacionais.

Mas quais ativos escolher?

Como saber quais as empresas possuem as maiores possibilidades de rentabilizar no longo prazo?

Isso você encontra nas recomendações da Carteira Internacional, que faz parte do nosso produto INVISTA EM AÇÕES!

Lembrando que, na nossa carteira recomendada, você confere as empresas e decide se adquire os BDRs ou as Stocks diretamente.

Nossa carteira internacional

Separamos abaixo uma imagem que demonstra a composição da Carteira Internacional Capitalizo a partir da divisão dos setores das empresas nela presentes:

Rentabilidade

Destacamos também três ações que fazem parte da nossa carteira internacional, com suas rentabilidades. Elas pertencem aos setores de maquinário, entretenimento e eletrônicos e valorizaram, respectivamente, 86,40%, 63,50% e 91,10%.

Já pensou poder investir em empresas com essa rentabilidade, além de diversas outras semelhantes? Quer descobrir quais são elas? Não perca tempo, confira o INVISTA EM AÇÕES!

Para se ter uma ideia, nossa carteira recomendada internacional já valorizou mais de 66,49% desde abril de 2020.

rentabilidade carteira internacional

Além da carteira internacional, o Invista em Ações conta com as análises e recomendações de outras cinco carteiras recomendadas de ativos, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps e Buy and Hold Raiz.

É o produto ideal para quem deseja identificar boas empresas na bolsa de valores e o objetivo de investir em ações sob a estratégia e o foco no longo prazo, seja visando a rentabilidade ou o recebimento de dividendos.

Clique aqui ou na imagem abaixo para adquirir o Invista em Ações agora mesmo!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Quando vender uma Ação?

venda de ações

O que todo investidor de longo prazo mais deseja é manter durante vários anos suas ações em carteira. Porém, você já parou para pensar que mesmo esse tipo de investidor pode, em algum momento, ter que vender suas ações?

Isso mesmo, ter que vender alguma ação também faz parte da vida do investidor de longo prazo. Não queremos dizer que é necessário ficar ‘’girando a sua carteira’’, pelo contrário. Mas em, alguns momentos, vender alguma ação será até importante para a proteção da sua carteira.

Em que situações a venda é necessária?

A característica mais importante do investidor de longo prazo é, além de escolher boas empresas, fazer o acompanhamento das mesmas e saber que, caso elas percam sua atratividade, talvez não faça mais sentido tê-las em carteira. 

E não se engane, em algum momento isso vai acontecer. Mesmo os melhores investidores vão errar ou não escolher ativos não tão atrativos. A diferença entre um investidor profissional e um amador não é não errar, mas sim corrigir o erro. 

Num primeiro momento, identificar a hora certa de vender suas ações pode parecer de difícil compreensão para quem apenas investe e não acompanha o mercado. Mas, para os profissionais que acompanham o dia a dia do mercado, essa se torna uma tarefa um pouco mais fácil.

A seguir destacamos alguns três motivos que podem deixar as ações menos atrativas e alguns exemplos de recomendações de venda que demos e o quanto conseguimos proteger os nossos clientes.

Perda de fundamentos

Você compraria ações de uma empresa que fabricasse máquinas de fax ou de escrever? Acreditamos que não. 

Muitas vezes os negócios das empresas perdem seus fundamentos, seja em função de mudanças políticas, econômicas ou mesmo de mercado. Nesses casos, qual o sentido de ter uma ação de uma empresa que perdeu seus fundamentos?

Perda de previsibilidade

É fato que não conseguimos adivinhar o que vai acontecer com um setor em específico e muito menos com o mercado em geral. Mas, quando acompanhamos as empresas que fazem parte da nossa carteira, é possível ter uma certa previsibilidade dos resultados que elas vão entregar.

Alguns fatores podem contribuir, como um setor previsível, excelentes planos de negócio da empresa ou até um rápido crescimento do mercado que ela está inserida.

Por isso, a partir do momento em que essa previsibilidade deixa de existir, é importante manter o alerta ligado, pois empresas menores podem perder os fundamentos rapidamente. Nesses casos, a venda é quase que uma obrigação.

Mudanças estruturais no setor

O mercado está sempre mudando, isso é um fato.

Os setores estão sempre dando sinais de melhora e de mudanças, mas quando um setor tem mudanças estruturais muito fortes e as empresas não estão preparadas para isso, é fácil perder a previsibilidade de resultados.

Por isso, é importante sempre ficar de olho em suas posições para ver se alguma empresa teve mudanças no setor e não está dando sinais de que vai acompanhar essas mudanças.

Alguns exemplos de venda

Para facilitar o entendimento, vamos para dois exemplos de recomendações de venda de ações usando os conceitos acima: IRB e Cielo. 

Vale frisar que, olhando atualmente, parecem casos óbvios de venda, porém, a maior parte dos investidores que estavam no mercado nessas épocas, não venderam sua ações, por não entenderem as mudanças nos cenários. 

Irb Brasil – IRBR3

Estávamos posicionados em IRB desde a época do seu IPO. Assim como é até hoje, a empresa tem posição relevante no mercado de resseguros, com um belo potencial de crescimento. 

Os nossos problemas com IRB começaram no final de 2019, quando a nossa comunicação com a empresa começou a ficar bastante prejudicadas – a companhia que sempre foi muito solícita em nos atender, raramente respondia aos nossos contatos. 

Após o episódio da Carta da Gestora Squadra, a comunicação simplesmente acabou. Para quem não se lembra desse episódio, a gestora escreveu uma Carta questionando o IRB em diversos pontos. Muitos desses pontos não foram surpresa para nós, mas a forma com que a empresa tratou o caso, aumentou ainda mais a nossa desconfiança. 

A gota d’água foi o fático dia em que os gestores da empresa mentiram sobre a suposta posição que Warren Buffett (através da Berkshire Hathaway) teria no IRB. Apesar de não termos nada diretamente ligado aos resultados da empresa, era clara a perda de previsibilidade, pois os gestores do IRB estavam simplesmente mentindo. Você seria sócio de uma empresa em que o CEO mentisse? Pois é, nós também não. Além disso, se eles estavam mentindo sobre isso, possivelmente poderiam ter mentido sobre várias outras coisas. E, neste momento, não vale a pena ‘’pagar para ver’’. 

Posteriormente, a empresa teve que republicar seus balanços e fazer uma série de mudanças, incluindo toda sua administração. No caso do IRB, a falta de previsibilidade acabou virando falta de fundamentos. 

A nossa recomendação de venda das ações foi na faixa dos R$22. Considerando a posição desde o IPO, nosso ganho total foi de mais de 200%. 

Já, considerando o preço atual (R$6), protegemos nossos clientes de uma queda de mais de 70%. 

Cielo – CIEL3

A Cielo foi um dos casos mais visíveis de mudanças estruturais nos últimos anos. A empresa que sempre foi sinônimo de altas margens e gordos pagamento de dividendos começou a enfrentar, a partir de 2014, uma crescente concorrência. 

Não achávamos que a empresa iria quebrar, pelo contrário, imaginávamos que, durante vários anos a companhia seria a líder do setor (coisa que acontece até hoje). Porém, tínhamos sérias dúvidas sobre a capacidade da empresa de manter as elevadas margens do passado. 

Após uma pesquisa profunda durante alguns meses, e conversas com a empresa, concorrentes e especialistas do setor, a conclusão foi clara: a concorrência iria aumentar e as margens despencariam. Por consequência, os lucros caíram e os dividendos também.

Assim, como não gostamos de sermos sócios de empresas que seus CEOs mentem (como no caso do IRB), também não gostamos de negócios que dificilmente sustentarão suas margens e lucros ao longo dos anos. Dessa forma, a recomendação de venda das ações era inevitável. 

Em janeiro de 2017, recomendamos a venda das ações CIEL3 na casa dos R$23. Considerando o preço atual (4), protegemos os nossos clientes de uma queda de mais de 80%.

Como acompanhar quais ações devo vender?

Aqui na Capitalizo, fazemos a cobertura em tempo real do mercado e sempre estamos de olho nos cases das nossas recomendações, afinal, queremos trazer a melhor experiência para o cliente e claro, proteger seus investimentos. 

Se você quer saber quais recomendações são essas e ficar sabendo quando for hora de comprar ou vender uma posição, conheça nosso produto Invista em Ações.

O Invista em Ações traz as análises e recomendações de boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas de longo prazo, cada uma visando um objetivo específico:

  • Dividendos
  • Crescimento
  • Top Recomendadas
  • Small Caps
  • Buy and Hold Raiz
  • Internacionais.

Com ele, você fica por dentro ainda dos avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

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Super Quarta, o que é e como impacta nos seus investimentos?

SUPER QUARTA

Super Quarta é o termo dado quando acontecem, no mesmo dia, as reuniões dos comitês de política monetária dos Estados Unidos e do Brasil. Esse tipo de evento não acontece mais de duas vezes no ano, mas sempre que as datas coincidem o mercado tende a ficar bastante tenso nos dias que antecedem as reuniões.

O fato que amedronta e deixa os participantes do mercado nacional e exterior inquietos é apenas uma das pautas dessas respectivas reuniões: a definição das taxas de juros de cada país.

Confira quais as expectativas para os cenários dos Estados Unidos e do Brasil:

Estados Unidos

Alguns investidores já estão fazendo suas apostas acerca da manutenção de juros por parte do FED (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e da continuidade do quantitative easing, que é utilizado para dar mais liquidez ao mercado e acaba segurando a alta dos juros de longo prazo. Por lá, inclusive, o FED já se pronunciou indicando que irá manter as taxas de juros até 2022, mesmo que a inflação tenha atingido a máxima dos últimos 13 anos.

A alta dos preços é momentânea, e a expectativa gira em torno do quantitative easing, que nada mais é do que a compra de ativos para dar mais liquidez ao mercado e segurar as taxas de juros de longo prazo. Se o FED reduzir a compra de ativos, as taxas de longo prazo podem começar a subir em ritmo acelerado, atingindo diretamente a renda variável.

Observando que a economia norte-americana ainda precisa de estímulos e os juros de curto prazo estão próximos de zero, acreditamos que o FED irá manter o quantitative easing, segurando as taxas de juros de longo prazo e mantendo o cenário favorável para a renda variável, visto que a inflação elevada é apenas transitória.

Brasil

No Brasil, com a inflação em patamares acima da meta do governo, o mercado está esperando um reajuste na taxa Selic de algo como 0,75%, elevando-a para 4,25% a.a. Além disso, a tendência é que, até o final do ano, a Selic fique próxima de 6%.

A inflação medida pelo IPCA em 8% nos últimos 12 meses é reflexo da maior percepção de risco e problemas de logística em meio à pandemia, além da valorização das commodities e do impacto cambial. Porém, acreditamos que o índice de preços tende a desacelerar com a antecipação do cronograma de vacinação, o que anima bastante o cenário para o mercado nacional.

A expectativa aqui no Brasil é positiva, assim como nos EUA. O maior risco está na questão da dívida pública, uma vez que o país se endividou para combater a pandemia. A questão fiscal é prioridade para manter inflação e o câmbio em nível adequado. O dólar na faixa dos R$ 5 é favorável às exportações, mas acaba impactando os preços de commodities que são precificadas no mercado internacional. Por isso, um ponto de equilíbrio deve ser encontrado próximo aos R$ 4,50 e, assim, algumas reformas se fazem necessárias, como, por exemplo, a administrativa. Melhorando o quadro fiscal, o país poderá operar com juros baixos por mais tempo, impulsionando a retomada do crescimento.

Qual o impacto nos seus investimentos?

Nos EUA, caso o FOMC suspenda a compra de ativos, é provável que as taxas acima de 10 anos comecem a subir, o que afeta diretamente as empresas de tecnologia listadas na NASDAQ, visto que são mais sensíveis aos juros de longo prazo e podem sofrer bastante com essa suspensão.

Falando de Brasil, já nos encontramos com uma taxa de juros baixa, mas, caso o Copom resolva aumentar os juros rapidamente, automaticamente teremos um cenário de impacto na Renda Variável, o que inclui as ações, com mais gente migrando para a Renda Fixa.

Porém, se observarmos que há uma perspectiva de crescimento do PIB acima do esperado e uma antecipação no cronograma de vacinação, um reajuste mínimo na Selic ainda deixaria os juros baixos, não refletindo tanto na renda variável nacional. Inclusive, essa alta na taxa Selic beneficia algumas empresas brasileiras que possuem investimentos atrelados às taxas de juros, como por exemplo as seguradoras.

Por fim, todo esse cenário vem sendo estudado pela nossa equipe de análise e chegamos à conclusão de que estamos protegidos dos cenários críticos. No mais, nossas carteiras não vão sofrer um impacto muito grande e dependendo do cenário, podemos até pensar em oportunidades.

Como se preparar para a Super Quarta

Eventos como esse acontecem recorrentemente e vez ou outra eles podem gerar preocupações ou oportunidades. Tudo depende muito do cenário macroeconômico, das políticas monetárias dos países envolvidos e de diversos outros indicadores.

Por isso, é importante contar com nosso time para, diante de cada cenário, tomar sempre a melhor decisão do que fazer perante esses acontecimentos e notícias.

Uma das consequências de ter o nosso time fazendo toda essa cobertura do mercado e te auxiliando em seus investimentos seria o resultado das nossas Carteira Tiago Prux de Longo Prazo e Alavancada, que fazem parte dos produtos Carteiras Capitalizo e Capitalizo Completo, respectivamente:

rentabilidade carteira tiago prux

Mesmo passando por crises e por todo o ano conturbado que foi 2020, a carteira Tiago Prux de longo prazo ainda está hoje com uma rentabilidade acumulada de 335%, contra apenas 97% de crescimento do IBOV no mesmo período.

Se você deseja ter uma rentabilidade como a de Longo Prazo, conheça o Carteiras Capitalizo e receba já as nossas recomendações.

Caso queira ter acesso à carteira Tiago Prux Alavancada, conheça o Capitalizo Completo, nosso produto com todas as nossas recomendações de curto, médio e longo prazo.

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