Fundo Imobiliário ‘barato’: saiba identificar oportunidades

fundos imobiliários barato

O P/VP é um dos indicadores mais utilizados ao se analisar o preço de um determinado ativo, sendo este uma ação ou cota de fundo imobiliário.

O fato das cotas de dois diferentes FIIs estarem custando R$ 1,00 e R$ 1.000,00, não diz que o primeiro, por exemplo, está mais “barato” que o segundo, quando examinamos friamente os valores. Já o P/VP, neste caso, pode ser um grande instrumento na busca pelas melhores oportunidades. Claro, como todo indicador, não deve ser utilizado sozinho para quaisquer conclusões.

O que é o P/VP? E como calculá-lo?

Primeiramente, o P/VP nada mais é do que o Preço da Cota de um FII dividido pelo seu Valor Patrimonial.

O Valor Patrimonial da Cota representa qual o valor das cotas de um determinado fundo de acordo com seu real patrimônio. Basta, portanto, dividir o valor do patrimônio líquido do FII pelo número total de cotas que este possui.

Portanto, o indicador P/VP (Preço/Valor Patrimonial da Cota) reflete o quão distante está o preço da cota negociada no mercado do valor de seu patrimônio.

Se o P/VP é maior que um, indica que o valor de mercado do fundo é maior que o valor de seu patrimônio. Ou seja, suas cotas estão sendo negociadas a valores maiores que o valor patrimonial da cota.

Em caso do P/VP for menor que um, suas cotas estarão sendo negociadas a valores inferiores ao valor patrimonial, indicando que o valor de mercado do fundo está abaixo de seu patrimônio.

Vale lembrar que o valor de mercado é calculado multiplicando o número total de cotas do FII pelo valor da cota.

Como Identificar um FII Barato?

Em casos do preço da cota estar sendo negociada abaixo de seu valor patrimonial (ou seja, com P/VP menor que um) é um bom indicativo de que este FII esteja “barato”, novamente citando que não deve ser utilizado como único indicador.

Seria como se pudéssemos comprar uma nota de R$ 1,00, pagando por ela R$ 0,50.

Para melhor entendimento, vejamos um simples exemplo. Suponha que o fundo XYWZ11 possua 10.000 cotas, um patrimônio líquido de R$ 100 mil e esteja com suas cotas sendo negociadas por R$ 8,00. Neste caso, teríamos um VP de R$ 10,00, com o P/VP igual a 0,80.

Já o fundo ABCD11 detém 100.000 cotas, um patrimônio líquido de R$ 20 milhões e com suas cotas a um preço de R$ 240,00 no mercado. Assim, o VP seria de R$ 200,00 e o P/VP igual a 1,20.

Portanto, analisando somente o P/VP, diríamos que o fundo XYWZ11 estaria mais “barato” que o FII ABCD11.

Devido às condições do mercado, torna-se comum vermos distorções nos valores de P/VP. Em períodos de baixa, por exemplo, observar fundos com P/VP inferior a um acaba por se tornar mais comum do que imagina-se.


Ranking P/VP

Realizamos um estudo com os FIIs listados na B3 e pertencentes ao IFIX (índice dos fundos imobiliários) para identificar os mais baratas em relação ao seu valor patrimonial. Porém, novamente é importante ressaltar que o índice deve ser analisado em conjunto com outros indicadores e não é garantia de ativo subavaliado.

Neste relatório, divulgamos um ranking com alguns FIIs que pertencem ao IFIX (índice de fundos imobiliários), e que detém atualmente os menores P/VP:

FUNDO IMOBILIÁRIO TICKER P/VP
FII XP MACAÉ XPCM11 0,58
FII RIO NEGRO RNGO11 0,61
FII GENERAL SHOPPING FIGS11 0,66
FII RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA RCRB11 0,71
FII OURINVEST LOGÍSTICA OULG11 0,73
FII BC FUND BRCR11 0,76
FII PATRIA ED. CORPORATIVOS PATC11 0,77
FII SANTANDER PAPÉIS IMOBILIÁRIOS SADI11 0,79
FII JS REAL ESTATE JSRE11 0,79
FII HOTEL MAXINVEST HTMX11 0,86

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Dividendos: como ganhar dinheiro e viver de renda com eles?

Você já pensou em ter uma renda passiva e viver de rendimentos? Ao investir em ações ou em fundos imobiliários (FIIs), por exemplo, além de contar com a possibilidade de ganhar com a valorização deles ao longo do tempo, você pode receber dividendos.

Essa, inclusive, pode ser uma boa estratégia para aumentar o patrimônio e caminhar em direção à sua independência financeira. Então, vale a pena saber mais sobre o assunto, certo?

Continue a leitura deste post para entender o que são os dividendos e descobrir como viver de renda. Acompanhe!

O que são dividendos?

Parte dos lucros de uma empresa pode ser distribuída aos seus acionistas por meio dos dividendos. Essa remuneração tem o objetivo de manter os investidores atuais e atrair novas pessoas que tenham interesse em se tornar sócios de grandes companhias no mercado de ações.

Nos fundos imobiliários, os proventos são pagos aos cotistas a partir dos ganhos com aluguéis e outras transações relacionadas com os empreendimentos que fazem parte do FII. Inclusive, neste caso, a distribuição de dividendos pode ser ainda mais frequente.

Como funciona o pagamento?

Diferente do que muitos acreditam, a legislação brasileira não define uma porcentagem mínima de distribuição do lucro das empresas listadas na bolsa de valores. Os dividendos são pagos de acordo com regras próprias das companhias – embora muitas adotem a distribuição de 25% dos lucros aos acionistas.

O pagamento pode ocorrer, de forma mais comum, em dinheiro e ações. Também é possível receber a remuneração em direitos de propriedades, o que é menos usual. A frequência com que os dividendos são pagos depende de cada empresa – o que pode acontecer de uma a 12 vezes por ano.

Cada acionista recebe os dividendos de acordo com o número de ações que possui. Não existe um cronograma fixo para o pagamento, por isso, não é garantia que uma empresa que pagou no último ano vai pagar no próximo.

Como você já sabe, é comum que companhias estabeleçam a distribuição de 25% dos lucros aos acionistas. Contudo, é possível encontrar organizações que pagam valores acima ou abaixo desse patamar, e outras que aumentem esse percentual ao longo dos anos.

Já os fundos imobiliários têm a obrigação de repassar a maior parte dos lucros aos seus cotistas. Por isso, é comum que a distribuição destes proventos seja realizada periodicamente, com valores atrativos. Sempre considerando a quantidade de cotas que cada investidor possui.

Quais são os tipos de dividendos mais comuns?

Existem diversas formas de uma organização que distribui lucros fazer o pagamento dos proventos para os acionistas. Conheça as principais:

Dividendos de ações

A lei brasileira estabelece que os dividendos devem ser pagos, pelo menos, uma vez por ano. Não há um valor mínimo a ser distribuído. O percentual dependerá do estatuto de cada empresa.

A suspensão dos pagamentos, por sua vez, só é permitida em situações excepcionais. Vale ressaltar, ainda, que algumas instituições pagam dividendos com maior frequência do que outras e que, neste caso, a distribuição é isenta de Imposto de Renda.

Juros sobre capital próprio (JCP)

O JCP é baseado no lucro da empresa nos anos anteriores ao do pagamento. Além disso, a dedução do Imposto de Renda deve ser feita pelo investidor, lançando o rendimento na Declaração de IR como tributação exclusiva.

A alíquota a ser paga é de 15% — porcentagem menor do que aquela recolhida pelas empresas. Como a organização também se beneficia dessa vantagem fiscal, ela pode fazer o pagamento do JCP com maior frequência.

Bonificação

Na bonificação, parte do lucro é investido em capital social. Assim, as empresas emitem e distribuem ações para os investidores. Essa recompensa não altera o patrimônio dos sócios, mesmo que o preço individual dos papéis no mercado diminua.

Como o pagamento de proventos é feito de forma proporcional ao número de ações, os investidores podem receber uma participação maior nos lucros no futuro.

Direitos de subscrição

Quando a empresa cresce no mercado e consegue emitir mais ações, ela pode priorizar os investidores mais antigos. A grande vantagem da subscrição de ações é que é possível comprar novos papéis por um preço abaixo do valor de mercado.

Não se trata, portanto, de um recebimento de proventos, mas de um direito adquirido – que permite ao investidor que já é acionista da empresa comprar mais ações a preços mais baixos.

Proventos dos FIIs

Investir em FII também é uma opção para quem deseja diversificar a carteira e ganhar dividendos para viver de renda no futuro. Os dividendos dos fundos imobiliários são distribuídos, em geral, de forma mensal – embora a regulamentação defina a distribuição semestral.

Como os dividendos são calculados?

Em geral, os dividendos são calculados em dinheiro ou porcentagem por ação. Dessa forma, cada investidor recebe um valor proporcional ao número de ações que possui na carteira.

Um acionista com 100 ações que pagam R$3 por papel receberá R$300 em dividendos, por exemplo. Mas, se o pagamento for apresentado em porcentagem, o cálculo é feito com base em um percentual do valor atual da ação. 

É desta forma, inclusive, que se identifica quais são as maiores pagadoras de dividendos da bolsa. O cálculo do dividend yield (dividindo o valor pago de dividendos pelo preço de cada ação antes da distribuição dos lucros) é um dos indicadores mais importantes para quem deseja viver de renda a partir do recebimento de dividendos. 

Quais são as vantagens de receber dividendos?

A primeira vantagem de investir em ações que pagam bons dividendos é a chance de acumular capital e ter uma renda passiva no futuro. Afinal, as melhores empresas pagadoras de proventos tendem a ser menos afetadas em momentos de instabilidade financeira.

Isso ocorre porque empresas que pagam mais dividendos aos acionistas são negócios mais consolidados no mercado. Dessa forma, elas conseguem ter lucros e repassá-los aos investidores mesmo quando a economia está desfavorável.

Outro benefício está relacionado ao fato de os dividendos serem isentos de Imposto de Renda. Como a empresa pagadora faz a dedução do imposto antes de distribuir o lucro, o investidor recebe um valor líquido. Assim, o rendimento pode ser utilizado sem nenhuma dedução fiscal.

Para quem os dividendos podem ser indicados?

Ações que pagam dividendos podem ser indicadas para quem tem uma tolerância maior a riscos na hora de investir. Como o lucro passado não é garantia de rendimentos futuros, o investidor precisar se sentir confortável com o fato de que é possível não obter a rentabilidade esperada na renda variável.

No geral, o investimento visando o recebimento de dividendos atende bem aos investidores com planos no longo prazo. Se você busca a sua independência financeira, por exemplo, os dividendos podem ser boas opções para ter uma renda recorrente.

Investidores que desejam diversificar a carteira também podem apostar nos dividendos. Isso ajuda a aumentar o patrimônio e a alcançar os seus objetivos mais rapidamente.

É importante destacar, contudo, que antes de investir em ações visando o recebimento de dividendos, você deve fazer uma análise dos seus objetivos e do seu perfil de investidor. Assim, ficará mais fácil avaliar se esse investimento faz ou não sentido para você.

Como ganhar dinheiro com dividendos e viver de renda?

O primeiro passo para ganhar dinheiro com dividendos é escolher ações de empresas estáveis e boas pagadoras de dividendos. Além disso, existe a possibilidade de reinvestir os proventos recebidos. Isso significa que você pode utilizar o valor para comprar mais ações.

Dessa forma, os novos ativos podem impulsionar suas chances de lucro e ajudar a aumentar o seu patrimônio total. Funciona de forma semelhante aos juros compostos – agindo tanto sobre o dinheiro investido quanto sobre os rendimentos acumulados.

Ao investir em ações e FIIs que distribuem bons dividendos, portanto, você consegue fazer reinvestimentos, acumular mais patrimônio e gerar novos rendimentos ao longo do tempo. 

E será este hábito que, no futuro, permitirá o recebimento de uma maior quantia de proventos, que poderão cobrir os seus gastos mensais e permitir que você tenha uma renda passiva – alcançando, assim, sua independência financeira.

E você, quer começar a investir em ações para ganhar proventos e viver de renda? Então não deixe de conhecer o Invista em Ações, produto da Capitalizo que ajuda você, investidor, a ter uma carteira sólida focada em dividendos e no longo prazo. 

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No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa e também com três dos principais fundos de investimentos focados em dividendos no mesmo período:

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Além da Carteira Dividendos o Invista em Ações traz outras cinco carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico: Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy and Hold Raiz e Internacionais.

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Já no gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira Recomendada de Fundos Imobiliários com o IFIX (o índice de desempenho dos FII’s da bolsa brasileira) e também com o CDI. Desde agosto de 2017, nossa Carteira de FII’s do produto Top Fundos está, só em rentabilidade dos fundos que a compõem, acima do IFIX e valorizando mais de 230% do CDI.

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Ranking de Fundos Imobiliários

Ranking de Fundos Imobiliários

Abaixo segue o Ranking com alguns dos principais Fundos Imobiliários da B3, com os melhores retornos percentuais em 12 meses. Além disso, trazemos a rentabilidade no ano (2021) e o retorno do IFIX.

Os retornos levam em conta os preços com o fechamento de 23/06/2021:

Código

Nome

12 Meses (%)

Ano (%)

HCTR11

FII Hectare 58,62% 13,77%
IRDM11 FII Iridium 48,51% 6,09%
HABT11 FII Habit 2 44,84% 11,69%
PLCR11 FII Plural R 26,78% 6,46%
PORD11 FII Polo Cri 24,65% 4,69%
XPCI11 FII Xp Cred 23,79% 14,59%
VGIP11 FII Valoraip 21,28% 2,13%
RVBI11 FII Vbi Reit 19,93% 2,25%
TGAR11 FII Tg Ativo 18,47% 5,19%
SADI11 FII Sant Pap 14,42% 7,42%

IFIX

IFIX

-0,20%

-3,10%

 

Conheça os FIIs do Ranking

HECTARE CE (HCTR11)

O Hectare CE é um fundo especializado em realizar investimentos em certificados de recebíveis imobiliários (CRI). No relatório de gestão do mês de julho de 2020, o fundo afirmou que mantém quase 90% de seu patrimônio alocado em CRI, contando com cerca de 40 diferentes ativos. O restante está reservado para caixa.

O último comunicado publicado informou o encerramento da 9ª emissão de cotas do HCTR11, tendo arrecadado o montante de R$ 504 milhões. As novas cotas, inclusive, já foram integralizadas e estão disponíveis para negociação na B3.

IRIDIUM RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (IRDM11)

O Iridium Recebíveis Imobiliários é um fundo voltado majoritariamente para investimentos em CRIs. No entanto, a atual carteira conta com uma proporção de aproximadamente 2/3 em CRI e 1/3 em cotas de FIIs, sendo estes com alta liquidez.

O fundo divulgou comunicado ao mercado informando o encerramento da 9ª emissão de cotas do IRDM11, tendo arrecadado o montante de R$ 616 milhões. As novas cotas também já foram integralizadas e estão disponíveis para negociação na B3.

HABITAT II (HABT11)

O Habitat II aloca seus recursos majoritariamente em certificados de recebíveis imobiliários (CRI), lastreados em carteiras de recebíveis pulverizados. Também pode investir em outros ativos de renda fixa e em cotas de fundos imobiliários.

Recentemente, foi finalizado o processo de incorporação do FII Habitat I (HBTT11) pelo Habitat II (HABT11). Tal incorporação deverá capturar sinergias, pulverizar a base de ativos, otimizar a gestão e diluir despesas.

PLURAL RECEBÍVEIS (PLCR11)

O Plural Recebíveis é um fundo que investe seu patrimônio quase que totalmente em CRIs, podendo também alocar recursos em títulos federais como reserva de caixa. Atualmente, são mais de 30 certificados de recebíveis que compõe o portfólio do fundo, sendo a grande maioria indexada ao IPCA.

No último informe divulgado ao mercado, o PLCR11 apenas detalhou que haveria troca do prestador de serviços de escrituração, saindo do Itaú Corretora de Valores e passando para o Plural Banco Múltiplo.

POLO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS II (PORD11)

O Polo Recebíveis é um fundo que busca manter um portfólio focado em CRIs pulverizados e em CRIs corporativos, com o restante do patrimônio podendo estar alocado em títulos federais, cotas de outros FIIs e em Debêntures. Atualmente, o portfólio de CRIs corresponde a 73% do capital do fundo, sendo de maioria corporativo.

O último informe divulgado pelo fundo anunciou o encerramento da 3ª emissão, a qual arrecadou o montante total de R$ 169,2 milhões, distribuindo mais de 1,75 milhão de novas cotas de PORD11 no mercado.

XP CRÉDITO IMOBILIÁRIO (XPCI11)

O XP Crédito Imobiliário é um fundo que investe majoritariamente em CRIs, podendo também alocar seus recursos em cotas de outros fundos imobiliários. Atualmente, essa proporção encontra-se em cerca de 87% a 13%, respectivamente.

No último relatório gerencial, o fundo afirmou ter alienado os CRI WAM Gramado e Banco do Brasil, o que gerou um ganho de capital na casa de R$ 2,0 milhões. Além disso, também houve a aquisição do CRI HBR, Via Varejo e CRI Rede D’or.

VALORA CRI ÍNDICE DE PREÇOS (VGIP11)

O Valor CRI é um fundo focado em recebíveis imobiliários, mantendo quase que todo seu capital alocado em CRIs. Atualmente, mais de 94% do patrimônio está investido em certificados de recebíveis, com o restante reservado para caixa.

Recentemente, o fundo publicou um ato do administrador informando a aprovação da 5ª oferta, onde serão distribuídas até 2,6 milhões de novas cotas, perfazendo o montante máximo de R$ 250 milhões. O período de direito de preferência, inclusive, já foi encerrado.

VBI REITS FOF (RVBI11)

O VBI Reits é um fundo de fundos, ou seja, investe seus recursos em cotas de outros fundos imobiliários. Além disso, o fundo também pode alocar patrimônio em CRIs e títulos federais. Atualmente, cerca de 80% do capital está investido em FIIs, 13% em CRIs e o restante se mantém em caixa.

No último relatório de gestão, o fundo informou que vem adotando uma postura mais conservadora neste primeiro semestre, em meio ao movimento de re-precificação no mercado, devido às altas nas taxas de juros.

TG ATIVO REAL (TGAR11)

O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento, que aloca seus recursos majoritariamente em Equity e também em CRIs, para antecipação dos recebíveis. Atualmente, cerca de 65% do patrimônio do fundo está em Equity e 30% em CRI.

Recentemente, o fundo publicou o anúncio de encerramento de sua 10ª emissão, arrecadando ao todo o montante de R$ 503,2 milhões, subscrevendo mais de 3,9 milhões de novas cotas.

SANTANDER PAPEIS IMOBILIÁRIOS CDI (SADI11)

O Santander Papeis Imobiliários é um fundo que investe seus recursos em CRIs, podendo também investir em cotas de outros fundos imobiliários e em títulos federais. Atualmente, cerca de 92% do patrimônio encontra-se alocado em CRIs e 5% em FIIs.

No último Fato Relevante divulgado, a gestora informou o cancelamento de uma assembleia geral extraordinária, anteriormente convocada à pedido de cotistas detentores de no mínimo 5% das cotas do fundo, e que pediam a liquidação do SADI11.

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Como ser um Trader de Sucesso, confira 4 dicas

como ser um trader de sucesso

Quando pensamos em como ser um trader, logo imaginamos que vamos precisar de  um escritório com 6 monitores na mesa, gráficos, ações e as altas e baixas da bolsa piscando nas telas. Mas calma, nem todos os traders são assim. No mundo das operações de curto e médio prazo existem diversas formas e prazos para se rentabilizar um capital.

Por exemplo, existe aquele operador que busca oscilações ínfimas no mercado e seus trades chegam a durar segundos. Porém, também há aqueles que buscam uma valorização bem maior por operação, indo para o prazo de semanas ou até meses. Por isso, é importante entender melhor com qual perfil você se encaixa e o que você precisa para ser um Trader de Sucesso. Confira!

Afinal, o que faz um Trader?

Enquanto no longo prazo nós buscamos acumular o máximo de papéis das empresas que escolhemos para montar carteira, no curto prazo nós buscamos por valorizações rápidas para conseguir, através de várias operações, gerar ganhos consistentes.

Em suma, imagine um comerciante que compra uma mercadoria de algum fornecedor e em seguida vende para outra pessoa. Ao vender, esse comerciante resgata seu caixa de volta e ainda gera lucro em cima.

No trading, a lógica é a mesma, porém o fornecedor e o cliente também estão no mercado tentando fazer a mesma coisa que nós: ganhar dinheiro. Ou seja, no mercado todos estão com o mesmo objetivo e vai depender da expertise de cada um gerar lucros ou não.

Tipos de Trader

Os tipos de trader giram muito em função do tempo e do tipo de operação em que eles ficam posicionados. Veja alguns exemplos:

  • Day trader é aquele que compra e vende um mesmo ativo no mesmo dia, geralmente operam os contratos de índice e dólar no mercado futuro, mas também há os que operam em ações.
  • Já o swing trader fica posicionado por alguns dias ou até por semanas, eles visam capturar valorizações maiores se arriscando pouco, por isso precisam operar em gráficos diários e semanais.
  • Para prazos de semanas ou até meses, temos o position trader ou trader de posição. Esses procuram por grandes tendências e muitos tomam decisões de compra através da análise fundamentalista.

Claro que isso não engloba todos os tipos de traders, visto que há aqueles que operam os mais variados tipos de análise. Mas, em suma, a grande maioria gira em torno do tempo em que ficam posicionados.

A grande vantagem nessa profissão é que os ganhos são medidos em porcentagem, ou seja, a curva pode se tornar exponencial. A média de ganhos que um trader consegue, conservadoramente, manter gira em torno de 10~20% ao ano com um capital grande.

Parece pouco, mas à medida que o patrimônio cresce, os juros sobre juros começam a trabalhar e a curva se torna exponencial, assim como nos investimentos de longo prazo.

Como se tornar um Trader de Sucesso?

Pesquisas saem todos os anos mostrando que apenas 5% dos day traders conseguem manter lucros ano após ano. Essa estatística é assustadora e um tanto imprecisa, pois se você parar para pensar: dos estudantes de engenharia que entram nas universidades, quantos realmente se formam e trabalham na área?

Pois é, mas ainda assim é uma profissão extremamente difícil como qualquer outra. Então, para te ajudar a trilhar esse caminho e ser um Trader de Sucesso, nós separamos 4 características que você precisa trabalhar. Confira!

1.    Conhecimento

Como em qualquer profissão, o conhecimento e a experiência sempre falam alto. Logo, quanto mais tempo você se dedicar aos estudos, a operar para adquirir experiência e o mais importante: tempo de tela, mais rápido você irá evoluir.

Para os traders, o tempo de tela é uma das métricas mais importantes, pois essas horas observando e estudando o mercado vão aos poucos moldando a leitura do operador e o tornando cada vez mais rápido e mais assertivo.

Por fim, para conseguir essas horas de tela é necessário que você encontre um perfil operacional e emocional com o qual se identifique, pois cada pessoa tem uma maturação diferente e isso pode levar muito ou pouco tempo, vai depender apenas de você.

2.    Disciplina

A disciplina é, de forma quase que unânime, o pilar principal da estrutura para o sucesso no trading. Pois, é exercitando a disciplina de aplicar o mesmo método dia após dia que o trader consegue construir seu perfil operacional e, principalmente, emocional.

Um erro muito comum que o iniciante geralmente comete é operar um método enquanto ele der ganhos, mas, assim que esse método começa a falhar, ele vai atrás de outra técnica com outros argumentos de entrada e saída e outras regras de ganho e perda. Em suma, não mantém a disciplina de operar o plano que ele mesmo traçou anteriormente.

Por isso, assim como em qualquer profissão, a disciplina é uma característica fundamental para o trader de sucesso. Mas, diferente de outras carreiras, se você não for um operador disciplinado, é no financeiro que vai doer.

3.    Paciência

Para um trader de sucesso, há dias em que ele sabe que é melhor não fazer nada no mercado, seja por algum dado importante que está deixando o mercado tenso ou por que simplesmente sua estratégia não está encaixando muito bem.

As vezes, ficar de 6 a 8 horas na frente da tela esperando por uma oportunidade pode parecer desgastante. Mas, um trader de sucesso sabe que se não tiver paciência de esperar o momento certo, ele vai ficar ocioso e caçar operação onde simplesmente não existe.

Por isso, ele prefere fazer qualquer outra coisa enquanto o mercado voltar a ficar mais do jeito que está acostumado a operar. É nessa fase do jogo que muitos iniciantes pecam pela falta de paciência.

4.    Antifragilidade

Toda estratégia vai passar por momentos de drawdown, ou seja, por momentos de perdas, seja por operações em que você entrou errado ou pela soberania do mercado. A única certeza é que esses momentos existem e o trader de sucesso precisa ter resiliência, disciplina e confiança no seu método para passar por eles sem sair do plano.

É aqui onde Nassim Taleb entra com o conceito de antifragilidade. O trader precisa ser antifrágil e ter a cabeça no longo prazo, ele não pode se abalar por uma ou outra operação no vermelho.

No fim das contas, o que faz o trader fechar as contas no fim do mês são as várias e várias operações em conjunto, tanto as positivas quanto as negativas. O importante é ele ter disciplina para manter o método e ter a resiliência de continuar mesmo nos momentos de perdas.

E como a Capitalizo te ajuda a se tornar um Trader de Sucesso?

Aqui na Capitalizo temos um ambiente perfeito para o operador que está dando seus primeiros passos no trading. Se você é iniciante e quer começar a operar no curto prazo ou já opera e quer ganhar mais confiança nas suas operações, conheça o Full Trader. Ele é nosso produto focado em recomendações de curto e médio prazo.

Mesmo que você seja um investidor de longo prazo, ainda sim vale a pena expor uma pequena parcela do seu patrimônio no curto prazo. Pois, isso pode alavancar cada vez mais sua rentabilidade acumulada, te ajudando a chegar mais rápido em seus objetivos. Veja como o Robson está cada vez mais perto de sua independência financeira:

como ser um trader de sucesso

Ah, e esse Rastreador de Tendências do comentário é uma estratégia exclusiva do Full Trader que, sozinha, conta com mais de 1.700,00% de rentabilidade acumulada!

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  • Contato direto com nossa equipe via WhatsApp, Telegram, Telefone e E-mail;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade (Índice, Dólar e Ações), Swing Trade (Ações, Milho e Boi), Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações.
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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no YouTube e inscreva-se.

Esses números correspondem somente às operações encerradas

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

É hora de comprar Via (VVAR3)?

Você, que acompanha as notícias do mercado financeiro, sabe que as ações da Via (VVAR3) estão, sem dúvida, entre as mais comentadas (e especuladas) dos investidores da Bolsa de Valores. A empresa é a controladora das famosas lojas Ponto e Casas Bahia, com mais de 900 unidades, em mais de 350 municípios do Brasil. 

Mas o que a maioria das pessoas quer mesmo saber é: Afinal, Via (VVAR3) ainda é uma oportunidade? Agora é hora de comprar ou de deixar de lado?

Conversamos com nosso time de analistas e trouxemos um parecer tanto para o longo como para o curto e médio prazos. Mas antes de descobrir a resposta, entenda melhor o cenário:

O boom do varejo: ascensão e queda

Após o início da pandemia de coronavírus no Brasil e as medidas restritivas de distanciamento social, o País passou pelas ondas de fechamentos do comércio físico e, como consequência, viu o e-commerce explodir. Com ele, as ações das empresas do setor  foram junto e proporcionaram ganhos expressivos aos investidores, enchendo o bolso de muita gente.

Via, por exemplo, somente de março a agosto de 2020, valorizou 393%! Mas de lá para cá, os papéis passaram por uma forte desvalorização. VVAR3 que chegou a bater nos R$ 20,22 perdeu praticamente metade do seu valor, descendo até os R$ 10,98 em março de 2021. Ensaiando uma reação, o ativo ainda está agora na casa dos R$ 15, o mesmo patamar de seis meses atrás.

Mas e a empresa? É boa?

De acordo com nosso analista fundamentalista, Daniel Barcellos, não há dúvidas que as ações da Via Varejo estão baratas. Para o longo prazo, sob o ponto de vista do negócio, a empresa está trilhando um caminho de recuperação e passando por um processo grande de reestruturação. A companhia mudou toda a parte diretiva e criou novos setores, por exemplo. Além disso, a Via Varejo deve ir no embalo da constante expansão do e-commerce e crescer junto.

Ele avalia, porém, que mesmo assim, ela ainda está atrás de seus pares como Mercado Livre, Magazine Luiza e Amazon no Brasil. Há ainda boas oportunidades no mercado internacional, como as empresas asiáticas. Por isso, nosso setor de análise entende que há ativos mais interessantes no segmento.

Mas fique tranquilo! Você quer descobrir quais são nossas recomendações, tanto para o setor em si, quanto visando a montagem de uma carteira de ações de boas empresas que tem grandes chances de entregar ótima rentabilidade com o passar do tempo? Então clique no botão abaixo!

E para o curto e médio prazos?

Se você chegou até aqui, é claro que quer saber também a opinião do nosso analista técnico, Danillo Fratta. Acertei?

Entendemos que não fez muito sentido esta queda de 50% em VVAR3. Então, pelo viés da análise gráfica, o Danillo recomendou a compra quando o ativo estava na casa dos R$ 12, como você pode conferir no gráfico abaixo. De lá para cá, já houve uma valorização de cerca de 25% em poucos meses. 

Nosso objetivo é realizar uma operação de médio prazo, onde buscaremos ficar cerca de seis meses posicionados no papel. Além disso, aproveitando o momento de retomada de VVAR3 e realizamos uma operação com opcões, com foco no curtíssimo prazo. Esta, nós já encerramos e obtivemos um lucro de nada mais nada menos do que 150%!

Gostou? Quer operar no curto e médio prazos na Bolsa de Valores e receber as melhores análises e recomendações de investimentos como essa e saber exatamente quando comprar e vender suas ações?

Então conheça o Rastreador de Tendências!

Ele é uma estratégia exclusiva da Capitalizo, presente no nosso produto Full Trader, que une as análises fundamentalista e técnica (gráfica) para encontrar oportunidades de médio prazo em ativos da Bolsa de Valores!

O Rastreador de Tendências é uma estratégia exclusiva da Capitalizo para Position Trade criada por Tiago Prux, há mais de 12 anos. Ela une os conceitos das análises fundamentalista e técnica (grafista) para identificar oportunidades no médio prazo na bolsa de valores. O objetivo é aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de baixa pudesse começar. “Tenho em torno de 40% do patrimônio da família nessa estratégia e entendo que ela casa muito bem com a minha carteira de ações em longo prazo”, Tiago Prux.

O Rastreador de Tendências completou 4 anos com uma incrível rentabilidade acumulada de 1.727%! Muita gente já segue nossas recomendações e está super satisfeita. 

Confira o que você recebe ao assinar o Full Trader:

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*Esses números correspondem somente às operações encerradas 

As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

Confira o desempenho da nossa carteira de ações internacionais

A palavra-chave para todo o investidor que deseja se beneficiar com os potenciais ganhos de diferentes classes de ativos e também proteger sua carteira contra crises e/ou riscos concentrados é: diversificação.

Uma excelente maneira de fazer isso é colocar parte do seu patrimônio no exterior, investindo em empresas internacionais.

O Brasil, hoje, representa cerca de, aproximadamente, apenas 1% do mercado financeiro mundial. Além disso, a nossa bolsa de valores costuma oscilar e ser mais influenciada por instabilidades econômicas e políticas internas. É importante, portanto, não ficar tão preso a essas incertezas locais e diversificar seus investimentos no exterior.

São diversos os benefícios:

☑️ Participar de mercados desenvolvidos, como o americano; ou em forte expansão, como o Chinês;
☑️ Exposição a moedas fortes;
☑️ Investir em empresas gigantes e que atuam globalmente;
☑️ Possibilidade de recebimento de dividendos em outras moedas

Em 2020, a pandemia de coronavírus causou uma crise global e os mercados do mundo todo sofreram duras quedas. Mas, para você ter uma ideia, por mais de quatro anos, entre 2010 e 2016, enquanto o Ibovespa apresentou um fraco desempenho e acabou caindo 12%, o Dow Jones subiu 89% no mesmo período. Já o S&P 500, alcançou ganhos de 100%.

Nesta época, uma exposição internacional poderia ter salvado a rentabilidade de muita gente. Confira os movimentos no gráfico abaixo:

Investir no exterior é muito fácil e acessível

Atualmente, ficou muito simples para qualquer investidor pessoa física colocar o seu capital em empresas estrangeiras. Hoje, existem duas principais maneiras de investir em companhias internacionais:

Stocks
São as ações diretas das empresas. Para isso, o investidor deve abrir uma conta em uma corretora de fora do Brasil e enviar o seu dinheiro para lá.

BDR’s
Os Brazilian Depositary Receipts são certificados que replicam as ações internacionais diretamente na bolsa de valores brasileira. Basta você selecionar o código do BDR que deseja adquirir direto no homebroker da sua corretora, assim como você faz com as ações nacionais.

Mas quais ativos escolher?

Como saber quais as empresas possuem as maiores possibilidades de rentabilizar no longo prazo?

Isso você encontra nas recomendações da Carteira Internacional, que faz parte do nosso produto INVISTA EM AÇÕES!

Lembrando que, na nossa carteira recomendada, você confere as empresas e decide se adquire os BDRs ou as Stocks diretamente.

Nossa carteira internacional

Separamos abaixo uma imagem que demonstra a composição da Carteira Internacional Capitalizo a partir da divisão dos setores das empresas nela presentes:

Rentabilidade

Destacamos também três ações que fazem parte da nossa carteira internacional, com suas rentabilidades. Elas pertencem aos setores de maquinário, entretenimento e eletrônicos e valorizaram, respectivamente, 86,40%, 63,50% e 91,10%.

Já pensou poder investir em empresas com essa rentabilidade, além de diversas outras semelhantes? Quer descobrir quais são elas? Não perca tempo, confira o INVISTA EM AÇÕES!

Para se ter uma ideia, nossa carteira recomendada internacional já valorizou mais de 66,49% desde abril de 2020.

rentabilidade carteira internacional

Além da carteira internacional, o Invista em Ações conta com as análises e recomendações de outras cinco carteiras recomendadas de ativos, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps e Buy and Hold Raiz.

É o produto ideal para quem deseja identificar boas empresas na bolsa de valores e o objetivo de investir em ações sob a estratégia e o foco no longo prazo, seja visando a rentabilidade ou o recebimento de dividendos.

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Super Quarta, o que é e como impacta nos seus investimentos?

SUPER QUARTA

Super Quarta é o termo dado quando acontecem, no mesmo dia, as reuniões dos comitês de política monetária dos Estados Unidos e do Brasil. Esse tipo de evento não acontece mais de duas vezes no ano, mas sempre que as datas coincidem o mercado tende a ficar bastante tenso nos dias que antecedem as reuniões.

O fato que amedronta e deixa os participantes do mercado nacional e exterior inquietos é apenas uma das pautas dessas respectivas reuniões: a definição das taxas de juros de cada país.

Confira quais as expectativas para os cenários dos Estados Unidos e do Brasil:

Estados Unidos

Alguns investidores já estão fazendo suas apostas acerca da manutenção de juros por parte do FED (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e da continuidade do quantitative easing, que é utilizado para dar mais liquidez ao mercado e acaba segurando a alta dos juros de longo prazo. Por lá, inclusive, o FED já se pronunciou indicando que irá manter as taxas de juros até 2022, mesmo que a inflação tenha atingido a máxima dos últimos 13 anos.

A alta dos preços é momentânea, e a expectativa gira em torno do quantitative easing, que nada mais é do que a compra de ativos para dar mais liquidez ao mercado e segurar as taxas de juros de longo prazo. Se o FED reduzir a compra de ativos, as taxas de longo prazo podem começar a subir em ritmo acelerado, atingindo diretamente a renda variável.

Observando que a economia norte-americana ainda precisa de estímulos e os juros de curto prazo estão próximos de zero, acreditamos que o FED irá manter o quantitative easing, segurando as taxas de juros de longo prazo e mantendo o cenário favorável para a renda variável, visto que a inflação elevada é apenas transitória.

Brasil

No Brasil, com a inflação em patamares acima da meta do governo, o mercado está esperando um reajuste na taxa Selic de algo como 0,75%, elevando-a para 4,25% a.a. Além disso, a tendência é que, até o final do ano, a Selic fique próxima de 6%.

A inflação medida pelo IPCA em 8% nos últimos 12 meses é reflexo da maior percepção de risco e problemas de logística em meio à pandemia, além da valorização das commodities e do impacto cambial. Porém, acreditamos que o índice de preços tende a desacelerar com a antecipação do cronograma de vacinação, o que anima bastante o cenário para o mercado nacional.

A expectativa aqui no Brasil é positiva, assim como nos EUA. O maior risco está na questão da dívida pública, uma vez que o país se endividou para combater a pandemia. A questão fiscal é prioridade para manter inflação e o câmbio em nível adequado. O dólar na faixa dos R$ 5 é favorável às exportações, mas acaba impactando os preços de commodities que são precificadas no mercado internacional. Por isso, um ponto de equilíbrio deve ser encontrado próximo aos R$ 4,50 e, assim, algumas reformas se fazem necessárias, como, por exemplo, a administrativa. Melhorando o quadro fiscal, o país poderá operar com juros baixos por mais tempo, impulsionando a retomada do crescimento.

Qual o impacto nos seus investimentos?

Nos EUA, caso o FOMC suspenda a compra de ativos, é provável que as taxas acima de 10 anos comecem a subir, o que afeta diretamente as empresas de tecnologia listadas na NASDAQ, visto que são mais sensíveis aos juros de longo prazo e podem sofrer bastante com essa suspensão.

Falando de Brasil, já nos encontramos com uma taxa de juros baixa, mas, caso o Copom resolva aumentar os juros rapidamente, automaticamente teremos um cenário de impacto na Renda Variável, o que inclui as ações, com mais gente migrando para a Renda Fixa.

Porém, se observarmos que há uma perspectiva de crescimento do PIB acima do esperado e uma antecipação no cronograma de vacinação, um reajuste mínimo na Selic ainda deixaria os juros baixos, não refletindo tanto na renda variável nacional. Inclusive, essa alta na taxa Selic beneficia algumas empresas brasileiras que possuem investimentos atrelados às taxas de juros, como por exemplo as seguradoras.

Por fim, todo esse cenário vem sendo estudado pela nossa equipe de análise e chegamos à conclusão de que estamos protegidos dos cenários críticos. No mais, nossas carteiras não vão sofrer um impacto muito grande e dependendo do cenário, podemos até pensar em oportunidades.

Como se preparar para a Super Quarta

Eventos como esse acontecem recorrentemente e vez ou outra eles podem gerar preocupações ou oportunidades. Tudo depende muito do cenário macroeconômico, das políticas monetárias dos países envolvidos e de diversos outros indicadores.

Por isso, é importante contar com nosso time para, diante de cada cenário, tomar sempre a melhor decisão do que fazer perante esses acontecimentos e notícias.

Uma das consequências de ter o nosso time fazendo toda essa cobertura do mercado e te auxiliando em seus investimentos seria o resultado das nossas Carteira Tiago Prux de Longo Prazo e Alavancada, que fazem parte dos produtos Carteiras Capitalizo e Capitalizo Completo, respectivamente:

rentabilidade carteira tiago prux

Mesmo passando por crises e por todo o ano conturbado que foi 2020, a carteira Tiago Prux de longo prazo ainda está hoje com uma rentabilidade acumulada de 335%, contra apenas 97% de crescimento do IBOV no mesmo período.

Se você deseja ter uma rentabilidade como a de Longo Prazo, conheça o Carteiras Capitalizo e receba já as nossas recomendações.

Caso queira ter acesso à carteira Tiago Prux Alavancada, conheça o Capitalizo Completo, nosso produto com todas as nossas recomendações de curto, médio e longo prazo.

Lembre-se: sendo cliente Capitalizo, você também recebe:

✅ Tem acesso total a nossa equipe de atendimento por diversos canais
✅ Recebe materiais, e-books e relatórios exclusivos
✅ Pode solicitar uma análise de seus investimentos já existentes
✅ Assiste às mentorias fechadas para clientes e tira suas dúvidas direto com o Tiago Prux

Não perca mais tempo, oportunidades e muito menos dinheiro. Clique aqui e torne-se cliente agora mesmo!

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É hora de comprar ou vender Itaúsa (ITSA4)?

A Itaúsa (ITSA3/ITSA4) é a holding que controla Itaú, Alpargatas, Duratex, Copagaz e NTS. Ela está pagando menos dividendos? Ainda é uma oportunidade? E agora? É hora de vender ou de comprar? Confira o parecer do nosso time de análise tanto para o longo como para o curto e médio prazos.

Cenário

Os investidores notaram que, nos últimos tempos, Itaúsa, distribuiu menos proventos. Isso aconteceu por alguns fatores, como a reorganização do seu portfólio, que era muito concentrado em Itaú. Apesar disso, a holding deve seguir incorporando ativos que são bons geradores de caixa e continuar sendo uma ótima pagadora.

Além disso, houve uma restrição da CMN que restringiu a distribuição dos dividendos dos bancos em 2020. A medida foi uma contrapartida para o socorro que as instituições financeiras receberam durante a pandemia de coronavírus. Com isso os impactos no Itaú, refletem com maior força nos resultados gerais de Itaúsa. A aplicação desse mecanismo, porém, já foi amenizada e deve se normalizar daqui para frente.

Perspectivas

O fundamental é que as empresas controladas pela Itaúsa seguem apresentando resultados bastante satisfatórios. O Itaú, maior banco privado da América Latina em valor de mercado, mantém-se como carro chefe, pertencendo a um setor resiliente e com boas projeções de distribuição dos lucros para os próximos 3 a 5 anos.

Destaque também para Alpargatas, (dona da marca Havaianas), que vem acelerando sua tração internacional, e a Duratex, que vive o seu melhor momento operacional. Outro ponto importante é o recente investimento da Itaúsa na Aegea, maior empresa privada de saneamento do Brasil, setor que também é conhecido por ser um bom gerador de caixa e que deve crescer bastante nos próximos anos.

Na última década, a Itaúsa vem, inclusive, aumentando o seu payout. Esse indicador diz o quanto a empresa distribui dividendos em relação ao lucro que ela gera. Em 2013, por exemplo, ele era de 27%. Em 2017, de 37%. Já 2020 fechou com 62% e o índice deve seguir aumentando. A grande oportunidade que se vê na empresa, portanto, ainda é pensando no recebimento de dividendos e, para o longo prazo, a projeção não se altera.

Curto e médio prazos

Pelo viés da análise técnica, ITSA4 claramente está em um canal altista, tendo alcançando um topo importante na casa dos R$ 12. Para operações de curto e médio prazo, portanto, nosso time de análise não recomenda a compra do papel. Inclusive, aproveitamos que o ativo encostou nesse patamar para realizar uma redução de metade da posição. A expectativa é que ela siga trabalhando dentro deste canal. Se isso acontecer, ela poderia subir um pouco mais, cerca de 10%, e chegar até a casa dos R$ 13,50. Porém, a redução é uma boa forma de garantir o ganho de um pedaço da operação, funcionando como uma excelente forma de gerenciamento de risco.

grafico diario ITSA4

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Fundo Imobiliário: Vale a pena investir?

Fundo Imobiliário

Os Fundos Imobiliários ou FII podem ser considerados uma forma diferente e inteligente de investir em imóveis.

O que são Fundos Imobiliários?

Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em todo o tipo de negócio de base imobiliária. Seja no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos, como edifícios comerciais, shopping centers ou hospitais.

Do patrimônio de um fundo podem participar um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outros. O investimento é feito a fim de conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor imobiliário.

Vantagens dos Fundos Imobiliários

Você pode ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários

Existem cotas no mercado que valem menos de R$ 100 e você pode comprar quantas estiverem à venda. Além disso, existe a possibilidade de você comprar os melhores imóveis do mercado através dos Fundos Imobiliários.

Abaixo, segue imagem do Imóvel Hub Natura Itupeva, situado na Cidade de Itupeva, Estado de São Paulo. Atualmente o imóvel está alugado para Natura. O empreendimento pertence ao Fundo Imobiliário Bresco Logística (BRCO11).

Isenção de IR e IOF

Outra vantagem é a Isenção de Imposto de Renda no recebimento dos rendimentos mensais para pessoas físicas. Essa isenção é válida para pessoas que tenham menos de 10% da totalidade de cotas do fundo. Bem como, exclusivamente para fundos imobiliários cujas cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores e que tenham mais de 50 cotistas.

Diversificação dos Investimentos

Os Fundos Imobiliários são uma excelente opção para quem já tem algum tipo de investimento e deseja diversificar a carteira. Alguns fundos já trazem em seu portfólio diferentes tipos de imóveis, como uma universidade e um shopping, por exemplo. Essa é uma excelente forma de minimizar seus riscos e proteger seu patrimônio, já que um setor é diferente do outro (neste caso, educação e comércio).

Venda das cotas no mercado financeiro

Ao contrário de um imóvel, cuja venda é trabalhosa e exige cuidados, o fundo permite negociar as cotas na Bolsa. E você não precisa vender todas as suas cotas, mas pode negociar apenas parte delas. E mesmo que o fundo não tenha liquidez diária, uma semana costuma ser um prazo razoável para a venda das cotas.

Abaixo, você pode ver o book do BC Fund (BRCR11), um dos Fundos Imobiliários mais negociados do mercado. Assim como é possível negociar, por exemplo, ações do seu Home Broker, você também pode negociar cotas de FIIs.

 

Possibilidade de Valorização das Cotas

Assim como vários imóveis acabam valorizando ao longo do tempo, as cotas dos FIIs também podem valorizar. Abaixo, segue o gráfico da valorização do Fundo CSHG Logísitca (HGLG11), um dos melhores FIIs de logísitca do mercado. Desde março de 2011, tivemos os seguintes retornos:

– O Fundo CSHG Logísitca (HGLG11), (linha verde) valorizou mais de 393%;

– O CDI teve alta de 139,37%;

– O Ibovespa acumulou ganhos de 75,39%.

hglg11

Lembrando que, além da valorização, o investidor recebeu os dividendos mensais.

Imóveis x Fundos Imobiliários

Confira as vantagens da compra de Fundos Imobiliários em relação a compra direta de Imóveis:

Simplicidade

Imóveis: O investidor precisa se preocupar com escrituras, certidões, ITBI, locação, vacância, reforma, cobrança etc.

Fundos Imobiliários: Por meio do Home Broker o investidor negocia as suas cotas sem se preocupar com burocracia e os cuidados de um imóvel.

Liquidez

Imóveis: A transação depende de diversas variáveis e complicações que tornam difícil a venda rápida de um imóvel.

Fundos Imobiliários: Algumas cotas são negociadas na Bolsa, reduzindo o risco de não se conseguir vender o ativo, além de ser livre das complicações burocráticas.

Fracionamento do Investimento

Imóveis: O imóvel é um bem indivisível. Assim, não é possível vender apenas uma parte dele.

Fundos Imobiliários: O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua capacidade financeira.

Vantagem Fiscal

Imóveis: Os aluguéis provenientes dos imóveis de propriedade direta são tributados pelo Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

Fundos Imobiliários: Para pessoas físicas, não há incidência de IR sobre o rendimento distribuído pelo fundo, o que aumenta o retorno do investimento.

Risco

Imóveis: O proprietário de um imóvel fica exposto ao risco de vacância (imóvel vazio) e inadimplência.

Fundos Imobiliários: O FII investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.

Gestão

Imóveis: O proprietário de um imóvel, em geral, não tem tempo de encontrar maneiras de melhorar seus rendimentos, além da natural deterioração do interior.

Fundos Imobiliários: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.

Quais os tipos de Fundos Imobiliários podemos investir?

Existem vários tipos de Fundos Imobiliários. Por exemplo, Hospitais, Shoppings, Prédios Empresariais, FIIs que compram CRIs, LCIs etc. O interessante é que o investidor escolha os que se adequem melhor o seu perfil, seja para tentar ganhar com a valorização da cota ou para ganhar o rendimento mensal de aluguéis, por exemplo.

Qual o perfil de quem investe em FIIs?

  • Investidor de longo prazo;
  • Investidor que busca ganho de capital;
  • Investidor que quer gerar renda;
  • Investidor que tem interesse em investir em imóveis.

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil.

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  • Fundos Imobiliários
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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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Small caps, blue chips e micro caps: entenda as diferenças

Ao começar a investir no mercado financeiro, é normal se interessar por modalidades que possam trazer maior rentabilidade — mesmo que isso signifique maior risco. Nesse sentido, a bolsa de valores se torna atrativa para muitos investidores.

Dentre as oportunidades disponíveis na bolsa, as ações ganham destaque. Elas são populares e podem ser uma boa opção de investimento – especialmente para o longo prazo. No entanto, é importante entender o que são as ações small caps, blue chips e micro caps antes de fazer seus aportes.

Afinal, conhecer os tipos de ações de acordo com o tamanho de valor de mercado das companhias listadas em bolsa pode ajudar o investidor a identificar boas oportunidades no mercado. 

Por isso, neste artigo, você conhecerá as características e as diferenças entre small caps, blue chips e micro caps e descobrirá como identificá-las no mercado! Boa leitura!

O que são small caps?

Small cap é um termo em inglês que significa baixa capitalização, em tradução livre – uma abreviação para small capitalization. Empresas consideradas small caps costumam ter um valor de mercado menor em relação a outras companhias negociadas na bolsa de valores.

Em geral, elas são empresas que valem entre US$ 300 milhões a US$2 bilhões. Habitualmente, small caps também são companhias em processo acelerado de expansão. Muitas são relativamente novas, com poucos anos de atuação no mercado e ainda pouco conhecidas pelos investidores.

Ao longo do tempo, a tendência é que uma empresa do tipo small cap cresça e seu lucro aumente de forma significativa. Caso isso ocorra, significará mais retorno para quem comprou as ações antes desse desenvolvimento. 

Por conta desta característica, as small caps costumam oferecer boas possibilidades de lucro aos investidores – especialmente no longo prazo.

Riscos

Investir nesse tipo de ativo, contudo, exige mais atenção do que em empresas já consolidadas. Afinal, o risco das small caps é maior. Como o foco principal é crescer, estas companhias tendem a se endividar mais para conseguir custear o plano de investimento.

Consequentemente, ficam mais expostas às oscilações da economia, como uma eventual queda de atividades ou alta dos juros. Outro risco característico desses papéis é a baixa liquidez. Como são organizações menores e, às vezes, pouco conhecidas, essas ações tendem a ser menos negociadas na bolsa.

Isso significa que há o risco de ter que esperar algum tempo para encontrar um comprador para suas ações. Também pode acontecer de ter que vendê-las por um valor abaixo do que o adquirido.

Exemplos de small caps na B3

Na bolsa de valores brasileira, são exemplos de small caps:

  • Movida (MOVI3);
  • Camil (CAML3);
  • Banco Inter (BIDI4).

O que são blue chips?

Provavelmente, você já ouviu falar das ações blue chips, certo? Afinal, elas são as mais conhecidas pelos investidores – e também por quem não investe. Elas também são as ações mais negociadas em qualquer bolsa de valores.

O termo blue chips deriva das fichas azuis do poker – as mais valiosas da mesa. Por isso, as blue chips são, em geral, ações de grandes empresas, que tendem a ter o maior peso no índice Ibovespa. 

Normalmente, são os papéis mais negociados na bolsa de valores e também costumam ter resultados operacionais robustos e boas divisões de lucros. Como contam com grande procura, costumam ter alta liquidez.

As blue chips são consideradas companhias seguras e consolidadas. Isso não significa que o preço das ações blue chips não varia, mas elas tendem a oscilar menos ao longo do tempo na comparação com companhias menores.

Outras características das blue chips são o alto valor de mercado (costumam ter valor de capitalização de cerca de US$ 10 bilhões ou mais), a forte geração de caixa e a boa governança corporativa.

Por suas características, as ações de empresas blue chips são boas opções para quem busca por empresas sólidas para ter na carteira.

Exemplos de blue chips na B3

Na B3, são exemplos de blue chips:

  • Petrobras (PETR4);
  • Vale (VALE3);
  • Ambev (ABEV3);
  • Itaú Unibanco (ITUB4);
  • Bradesco (BBDC4).

O que são micro caps?

Até aqui você conheceu as small caps e as blue chips da bolsa de valores – dois universos distintos, que podem gerar oportunidades aos investidores. Agora, é a vez de entender o que são as micro caps – que também fazem parte da bolsa de valores.

As micro caps são as empresas listadas na bolsa que possuem, normalmente, valor de mercado entre US$ 50 milhões a US$ 300 milhões. Quando comparadas às outras empresas apresentadas neste artigo, elas são menores – inclusive em relação às small caps.

Por terem menor patrimônio líquido e baixa liquidez, as ações micro caps são pouco conhecidas pelo público geral. Muitas vezes, elas são até mesmo ignoradas pelos investidores, que desconhecem as características desses papéis e os fundamentos destas empresas.

Em geral, assim como as small caps, essas companhias têm alto potencial de crescimento e valorização. Também são negócios relativamente novos ou de uma área de atuação mais restrita. Isso possibilita ganhos maiores para os investidores mais abertos aos riscos.

Riscos

Por outro lado, os riscos de investir em companhias micro caps também são maiores. Afinal, assim como as small caps, estas empresas têm ainda um longo caminho a percorrer – e podem estar mais expostas às variações econômicas e de mercado.

Elas também costumam pagar dividendos mais baixos. Isso porque boa parte dos lucros acaba sendo reinvestido na própria companhia.

Vale destacar, no entanto, que, em algum momento, uma blue chip já pode ter sido uma micro ou small caps. E muitos investidores que investiram nestas companhias, anos atrás, podem ter tido lucros elevados. 

Por isso, ao investir em uma micro cap com bons fundamentos – assim como nas small caps -, você pode ter a chance de comprar uma ação por preços mais atrativos e, no futuro, usufruir de eventuais avanços da companhia.

Exemplos de micro caps na B3

A lista de micro caps na bolsa brasileira não é tão extensa. São exemplos de empresas micro caps:

  • Indústrias ROMI S.A (ROMI3);
  • Valid Certificadora Digital (VLID3).

Small caps, blue chips ou micro caps: qual escolher?

Agora você já sabe o que são e quais as características destes três tipos de ações, de acordo com o valor de capitalização de cada empresa negociada em bolsa.

Para fixar as diferenças entre ações small caps, blue chips e micro caps, entenda que:

  • as micro caps têm liquidez limitada, valor de mercado mais baixo, maiores riscos e alto potencial de crescimento – especialmente no longo prazo;
  • as small caps têm baixo valor de capitalização e menor liquidez, mas costumam estar relacionadas às empresas que estão em processo acelerado de expansão;
  • as blue chips são ações de primeira linha – de empresas consolidadas no mercado, estáveis, líderes em seus setores, com histórico positivo. Por isso, são mais conhecidas e desejadas por muitos investidores. Contudo, podem não ter um potencial de valorização tão alto.

A escolha entre um e outro papel depende dos objetivos individuais de cada investidor. A compra de ações deve estar alinhada ao seu perfil de investidor e às suas metas. A partir dessa avaliação, ficará muito mais fácil montar uma carteira de ações mais sólida e diversificada – que ajudará você a alcançar seus objetivos financeiros ao longo do tempo.

E, independentemente do tipo de ação que você deseja manter na sua carteira – seja ela uma small cap, blue chip ou micro cap, tenha em mente que essa decisão nunca deve ser tomada baseada em “achismos”. 

É fundamental fazer análises precisas e bem fundamentadas para definir quais são as melhores small caps, blue chips e micro caps para ter na sua carteira.

Além disso, a diversificação da carteira de investimentos é uma estratégia importante. Então, embora as blue chips sejam mais cobiçadas pelos investidores, não deixe de considerar as outras opções.

Concluindo

Ao ler este artigo você deu um importante passo em direção ao sucesso do seu portfólio de investimentos. Afinal, agora você já tem conhecimento suficiente para identificar quais ações são small caps, micro caps ou blue chips e quais delas estão mais alinhadas às suas metas pessoais.

O próximo passo é contar com um serviço de análise profissionais, que ajudará você a montar uma carteira diversificada e alinhada ao seu perfil e objetivos. Para isso, conheça o Invista em Ações!

Recomendações da Capitalizo

O Invista em Ações traz as análises e recomendações para identificar boas empresas e é dividido em seis carteiras recomendadas, cada uma visando um objetivo específico:

Dividendos

  • Tem como objetivo garimpar as melhores oportunidades em empresas com forte potencial de distribuição de lucros. Nossa intenção é indicar os ativos que possam performar no longo prazo, com revisão de pesos e ou de ativos, sempre que julgarmos necessário.

Crescimento

  • Tem como objetivo garimpar as melhores oportunidades em empresas com forte potencial de crescimento, com revisão de pesos e ou de ativos, sempre que julgarmos necessário.

Top Recomendadas

  • Tem como objetivo escolher ativos com alto potencial de valorização no longo prazo, mas que possam contar com fluxo de compra no curto e médio prazo.

Small Caps

  • Tem como objetivo escolher ativos de baixa capitalização, mesclando cases de recuperação e crescimento para auferir ganhos no longo prazo. Small e Mid Caps são empresas com valor de mercado inferior a R$ 15 bilhões.

Buy & Hold Raíz

  • Está focada na qualidade da empresa e nas vantagens competitivas frente aos concorrentes. A visão é de longo prazo, pensando como sócio de companhias com alta rentabilidade e liquidez, capazes de enfrentar diferentes condições econômicas.

Ações Internacionais

  • Está focada em empresas americanas de alta capitalização, que apresentam alta participação de mercado e potencial de crescimento no longo prazo.

Nossos resultados

Small Caps

A Camil (CAML3) é dona de várias marcas de grãos, açúcar e pescado como Camil, União, Coqueiro, Pai João, Príncipe e Carreteiro. Desde que tornou-se um recomendação da Capitalizo, em 21/06/2019, CAML3 já valorizou 72,3%. Confira no gráfico abaixo o desempenho das ações neste período em comparação ao Ibovespa e ao SMLL, índice que reúne os ativos da B3 classificados como small caps:

 Blue Chips

A Weg (WEGE3) é uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, além de atuar em outros setores como energia e tintas. Desde que tornou-se um recomendação da Capitalizo, em 14/08/2017, WEGE3 já valorizou 529,1%. Confira no gráfico abaixo o desempenho das ações neste período em comparação ao Ibovespa:

Quer aproveitar oportunidades como essas?

Com o Invista em Ações, você terá acesso às recomendações do time da Capitalizo para investir nas melhores empresas da Bolsa de Valores, sejam elas micro caps, small caps ou blue chips. O objetivo é analisar empresas com boas oportunidades de crescimento e pagamento de dividendos para potencializar seus investimentos de longo prazo. 

Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais. Além disso, você também tem acesso às carteiras: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps, Buy & Hold Raíz, Ações Internacionais e recomendações de Fundos de Ações.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
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