Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos um ponto fundamental para qualquer investidor: não se deixar levar por oscilações pontuais de mercado.
Altas e quedas fazem parte da renda variável e, no curto prazo, são inevitáveis.
O que realmente está sob controle do investidor é a qualidade da carteira, a disciplina e o método adotado.
Quem investe com foco em fundamentos e visão de longo prazo tende a capturar bons resultados ao longo do tempo, independentemente do ruído momentâneo do mercado.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E EXPECTATIVAS
A semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária no Brasil e no exterior.
No cenário doméstico, a expectativa predominante foi de manutenção da taxa Selic, acompanhada de sinalizações que mantêm no radar a possibilidade de cortes ao longo de 2026.
Nos Estados Unidos, reforçamos a leitura de continuidade do processo de acomodação dos juros, em linha com uma inflação mais controlada e uma economia ainda resiliente.
Também chamamos atenção para a temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 de grandes empresas globais.
De forma geral, a expectativa segue positiva para as companhias que acompanhamos mais de perto, com números consistentes e boa geração de caixa.
MOVIMENTO DOS MERCADOS
Comentamos o desempenho recente dos principais ativos. O Ibovespa renovou máximas históricas, registrando uma das melhores semanas desde 2020.
O dólar manteve trajetória de enfraquecimento frente ao real, enquanto o Bitcoin passou por um período de correção e lateralização.
O ouro, por sua vez, seguiu em tendência de valorização e atingiu novos recordes em reais no início de 2026.
Reforçamos que movimentos de curto prazo não devem ser confundidos com mudanças estruturais. Volatilidade faz parte do processo de investir em ações.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Ao longo da análise, destacamos o desempenho das nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo, que seguem entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores.
Um dos principais destaques foi a Carteira Dividendos+, que ultrapassou a marca de +600% de retorno desde 2017.
O foco da estratégia segue sendo a geração de renda recorrente, aliada ao crescimento patrimonial ao longo do tempo, com seleção criteriosa de empresas sólidas e bons pagadores de dividendos.
Esses resultados reforçam exatamente a nossa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.
DESTAQUES DE QUEDA DA SEMANA
Entre os destaques negativos, comentamos sobre Netflix (NFLX) e Banco Mercantil (BMGB4).
No caso da Netflix, apesar de resultados operacionais sólidos, com crescimento relevante de receita, lucro e geração de caixa, o mercado reagiu com cautela diante de movimentos estratégicos que podem elevar o endividamento da companhia.
Mesmo empresas com bons fundamentos podem passar por períodos de volatilidade.
Já no Banco Mercantil, explicamos que o aumento de capital aprovado faz parte de um processo de reforço patrimonial.
Esse tipo de movimento é comum após fortes valorizações, ainda que gere pressão temporária nos preços.
DESTAQUES DE ALTA DA SEMANA
Entre os principais destaques positivos, comentamos sobre Cogna (COGN3), Simpar (SIMH3), Guararapes (GUAR3), Banco do Brasil (BBAS3), Aura (AURA33), CBA (CBAV3), Celesc (CLSC4), Kepler (KEPL3), IRB (IRBR3) e Pettenati (PTNT4).
A Cogna mostrou sinais de que o pior do ciclo pode ter ficado para trás, mas ainda exige cautela sob a ótica fundamentalista.
A Simpar apresentou melhora expressiva na estrutura de capital, com menor alavancagem em mais de uma década.
A Guararapes segue avançando em eficiência e governança após um período difícil.
No setor bancário, destacamos a forte alta do Banco do Brasil, mas avaliamos o payout anunciado como abaixo do ideal, mantendo preferência por bancos com maior previsibilidade de retorno.
AURA E O CICLO DO OURO
Reforçamos o desempenho expressivo da Aura (AURA33), impulsionado por fundamentos sólidos, aumento de produção, redução de custos e um cenário favorável para o ouro.
Comentamos que a possível inclusão da companhia em índices globais pode aumentar a visibilidade e a liquidez, mas o principal segue sendo a execução operacional e a geração de valor no longo prazo.
CBA, ENERGIA E INDÚSTRIA
No caso da CBA (CBAV3), a valorização recente ocorre em um contexto de recuperação gradual do preço do alumínio.
Os fundamentos seguem atrativos, e a reprecificação vem à medida que os resultados operacionais se refletem no mercado.
Comentamos também sobre a Celesc (CLSC4), com anúncios de redução de custos e venda de ativos, e sobre a Kepler (KEPL3), que segue descontada mesmo com avanço na atuação internacional.
Já o IRB (IRBR3) atravessa um processo consistente de recuperação operacional e financeira, com expectativa de retomada gradual da lucratividade no médio prazo.
EVENTOS CORPORATIVOS ESPECÍFICOS
Por fim, comentamos o caso da Pettenati (PTNT4), que avançou no processo de saída de bolsa via OPA.
Situações como essa exigem acompanhamento próximo, pois representam eventos específicos para investidores já posicionados.
CONCLUSÃO
Investir bem exige separar preço de fundamento, ruído de informação de análise e curto prazo de visão estrutural.
Semanas de forte alta ou queda não definem a qualidade de uma carteira.
O investidor que mantém método, disciplina e foco em empresas sólidas tende a atravessar diferentes ciclos de mercado com mais tranquilidade e consistência nos resultados.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
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