O BR Partners (BRBI11) informou que espera um primeiro semestre de 2026 mais forte em fusões e aquisições, apoiado pela valorização do Ibovespa, maior fluxo estrangeiro e perspectiva de queda de juros.
Segundo a administração, o pipeline de operações ganhou consistência a partir do 4T25, com negócios que efetivamente avançaram, após um 2025 marcado por transações que não se concretizaram.
No ano passado, as receitas de banco de investimento e mercado de capitais somaram R$ 304 milhões, recuo de 13,8%.
No 4T25, o banco registrou lucro líquido de R$ 44,5 milhões, alta de 5,7% na comparação anual, enquanto no acumulado de 2025 o lucro foi de R$ 175,1 milhões, queda de 9,6%.
O ROE encerrou dezembro em 22,4%, ante 20,4% um ano antes. As receitas totais no trimestre somaram R$ 131,3 milhões, recuo de 8,7%, impactadas pela queda de 45% nas receitas de tesouraria, em meio à maior competição.
A área de banco de investimento ficou estável no trimestre, a gestão de patrimônio avançou 32% e o banco assessorou R$ 10 bilhões em emissões de dívida em 2025. O índice de Basileia fechou o período em 22%, acima do mínimo regulatório de 11%.