A Aura Minerals apresentou um desempenho excepcional no primeiro trimestre de 2026, consolidando seu sétimo recorde trimestral consecutivo de EBITDA Ajustado, que atingiu US$ 244 milhões.
O resultado foi impulsionado por uma produção recorde de 82.137 GEO e pela valorização expressiva dos preços dos metais, com o ouro realizado alcançando US$ 4.873/oz (+70% vs. 1T25).
A companhia demonstrou forte execução estratégica ao integrar a produção comercial da Mina de Borborema e da recém-adquirida MSG, que juntas já representam 34% da receita total.
No campo financeiro, a receita líquida saltou 136% na comparação anual, totalizando US$ 382,6 milhões.
O lucro líquido ajustado foi de US$ 109,5 milhões , refletindo a melhora operacional e a captura de benefícios fiscais no Brasil.
A empresa manteve uma sólida disciplina de capital, encerrando o período com uma alavancagem de apenas 0,16x Dívida Líquida/EBITDA , o que permitiu o anúncio de dividendos recordes de aproximadamente US$ 65 milhões.
Além disso, a Aura reportou um crescimento expressivo de 110% em suas Reservas Provadas e Prováveis, atingindo 7,2 milhões de GEO.
