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Para quem é buy and holder, o ato de ficar de olho no recebimento de proventos é quase natural. Inclusive, você sabe quais são as maiores pagadoras de dividendos da década?

Nunca é demais lembrar que os dividendos são uma parte do lucro líquido das empresas, sendo distribuídos aos seus acionistas de forma trimestral, semestral ou anual.

Neste artigo, você verá a importância de focar em dividendos e descobrirá quem detém as melhores médias de dividend yield nos últimos 10 anos. Confira!

Por que focar em uma estratégia de dividendos?

Pensar no longo prazo e viver de dividendos é uma das melhores táticas dentro da renda variável, a fim de aumentar o patrimônio cada vez mais.

É possível, por exemplo, utilizar os proventos pagos pelas empresas para realizar novos aportes e, com isso, ter valores maiores de dividendos gradualmente.

O recebimento dessa parte dos lucros das empresas é isento de imposto de renda, mas é importante lembrarmos que os juros sobre capital próprio são tributados em 15%.

Além disso, mesmo quando o mercado financeiro não está tão favorável assim, quem tem ações das maiores pagadoras de dividendos ainda pode sorrir com o que recebe.

Quais são as maiores pagadoras de dividendos nos últimos 10 anos?

Para que você possa montar uma carteira de dividendos com grande potencial, torna-se necessário acompanhar indicadores como o dividend yield (DY) e o preço da ação.

Sendo assim, no intuito de facilitar o seu trabalho e proporcionar boas indicações, trouxemos abaixo um ranking com as melhores pagadoras de dividendos da década.

10º Copasa (CSMG3)

Criada em 1963, a atual Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) só assumiu essa razão social em 1974, a partir de um crescimento vertiginoso.

A empresa atua com o abastecimento de água potável, o esgotamento sanitário, a limpeza urbana e o manejo de resíduos, atendendo mais de 11 milhões de pessoas.

Está presente entre as ações tops de dividendos por conta de um DY de 17,89% em dezembro de 2020, sendo que a média dos últimos 10 anos é de 5,34%.

9º Engie (EGIE3)

A trajetória da Engie Brasil se iniciou lá em 1994, quando o Banco Central teve a iniciativa de criar uma instituição financeira privada: a Nacional Energética.

É uma das maiores em geração de energia elétrica no Brasil, com uma capacidade instalada de 10.211 MW em 61 usinas e mais de 90% de fontes renováveis.

Nos últimos 10 anos, a sua ação ordinária reportou um índice médio de 5,39%, cujos picos ocorreram em dezembro de 2017 e 2018, com 7,69% e 8,68% respectivamente.

8º ABC Brasil (ABCB4)

A joint-venture entre Arab Banking Corporation e o Grupo Roberto Marinho ocorreu em 1989, mas o Banco ABC Brasil deu os seus primeiros passos de fato em 1997.

É um banco múltiplo que se especializou na concessão de crédito, bem como os serviços destinados às empresas de médio e grande porte.

Geralmente, os índices de dividend yield da ação PN costumam ficar acima de 3%, proporcionando uma média de 5,58% no ranking dos últimos 10 anos.

7º Banrisul (BRSR6)

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul teve sua fundação em 1928, sendo que apenas em 1990 é que conquistou o status de banco múltiplo.

De maneira geral, esse banco gaúcho oferece empréstimos, consórcios, crédito para o agronegócio, investimentos, entre outros serviços especializados.

Considerado uma das small caps baratas da bolsa, o Banrisul conta com uma média de dividend yield de 5,93% no comparativo dos últimos 10 anos.

6º Santander (SANB11)

O caminho de sucesso do Santander Brasil se iniciou lá em 1982, quando o grupo espanhol Santander abriu um escritório que o representasse em São Paulo.

Essa instituição financeira privada se destaca bastante, tendo um foco amplo no mercado de varejo bancário, mas um flerte intenso com o atacado.

Nos últimos 10 anos, a média alcançada pelo Santander Brasil é um pouquinho maior do que a do Banrisul, alcançando então o patamar de 5,94%.

5º Banco do Brasil (BBAS3)

Sua criação foi em 1808 por Dom João VI, só que devido a furtos da família real em 1821, somente em 1851 é que as atividades foram colocadas em prática realmente.

Hoje o banco é controlado pela União Federal e tem um valor de mercado de 150 bilhões de reais, cuja carteira de crédito é avaliada em 700 bilhões de reais.

Contando com diversos serviços e subsidiárias como a BB Seguridade, o Banco do Brasil reportou um índice médio de 6,25% nos últimos 10 anos.

4º CESP (CESP6)

A Companhia Energética de São Paulo (CESP) foi fundada em 1966 e, assim como a Engie, conta com a responsabilidade de gerar energia elétrica para as pessoas.

Além de ter uma capacidade instalada de 1654,6 MW para geração e comercialização de energia, a empresa protege os ambientes modificados por meio de reflorestamento.

A média de 7,56% nos últimos 10 anos é fruto de uma distribuição cercada de oscilações, sendo que o pico de DY ocorreu em dezembro de 2015 com 35,41%.

3º Comgás (CGAS5)

A história da Comgás começa em 1872, quando a empresa inglesa San Paulo Gas Company teve autorização do império para explorar a concessão de serviços públicos.

A atual companhia é a maior distribuidora de gás natural e canalizado do Brasil, sendo que sua rede de abrangência corresponde a 26% do PIB (Produto Interno Bruto).

Nos últimos 10 anos, a média de DY está em 9,77%, no entanto, se olharmos apenas os últimos 5 anos, ela aparece em 1º lugar com 13,81%.

2º Cemig (CMIG4)

Outra empresa do setor elétrico é a mineira Cemig, fundada em 1952 e que conta com centenas de representantes em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal.

A companhia é uma holding que transita por serviços de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, bem como gás natural.

Com picos de 24,09% e 26,53% em dezembro de 2013 e 2014 respectivamente, a Cemig chegou ao nível médio de dividend yield de 10,29% na última década.

1º Taesa (TAEE11)

A medalha de ouro do ranking pertence à Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica SA), cujo nome passou a vigorar em 2009, mas a origem é de 2003.

Com 39 concessões de transmissão de energia e 97 subestações em operação, a Taesa é vista como um dos maiores grupos privados atuando no Brasil.

Por conta de índices como 23,42% (DEZ/11) e 18,51% (DEZ/14), a companhia conta com uma média de 11,5% nos últimos 10 anos e 10,76% nos últimos 5 anos.

Qual é a classe de ações mais vantajosa?

Tão relevante quanto observar os indicadores fundamentalistas é direcionar sua estratégia a partir do ticker, ou seja, vendo qual classe de ação performa melhor.

Segundo dados da Economatica, as Units saltaram de 0,9% de DY em 2010 para 4,53% em 2012, permanecendo em 1º lugar até hoje com um índice de 2,53%.

Em 2º estão as ações preferenciais (PN), que tiveram o ápice de dividend yield em 2019 com 2,97%, mas reportaram apenas 1,69% no ano passado.

Por último, as ações ordinárias (ON) também são constantes no ranking, sendo que o apogeu de seu índice foi em 2012 com 1,99% e o valor atual está em 0,66%.

Como resumo, perceba que as maiores pagadoras de dividendos nos últimos 10 anos costumam ser as empresas que fornecem serviços essenciais, seja de forma estatal, seja de maneira privada.

Capitalizo e dividendos

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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