A Hapvida reportou receita líquida de R$ 7,9 bilhões (+5,9%) no 4T25, impulsionada principalmente pelos reajustes de contratos e manutenção da base de beneficiários.
O EBITDA ajustado foi de R$ 713,8 milhões, com margem de 9,0%, refletindo ainda um cenário operacional pressionado, especialmente por custos assistenciais mais elevados.
O trimestre foi impactado por aumento da sinistralidade para 75,5% (+4,5 p.p. A/A), pressionada por maior frequência de utilização, sazonalidade desfavorável e ramp-up de novas unidades ainda em fase inicial.
Além disso, a companhia apresentou consumo de caixa relevante, reflexo do alto nível de investimentos e despesas financeiras, mesmo mantendo uma alavancagem controlada em 1,32x.