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Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (29/04):
Ibovespa recua; WEG (WEGE3) derrete após divulgar resultados
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com baixa de -2,05%, aos 184.750 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recua -0,04% no dia, fechando aos 7.135 pontos.
Entre os destaques negativos, as ações da WEG (#WEGE3) registraram um recuo de -6,75% hoje.
Pressionadas pelo pessimismo do mercado com a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), que vieram abaixo das expectativas. O movimento reflete a cautela dos investidores diante da queda de 5,7% no lucro líquido e da retração de 6,1% na receita líquida, impactada principalmente pela desaceleração do mercado interno brasileiro.
Diferente de outros ativos que sustentaram ganhos, a WEGE3 sofreu com o fôlego vendedor ao longo do dia. O movimento é pautado pela percepção de que a valorização do real e a menor demanda por projetos de geração solar no Brasil estão criando “ventos contrários” para a companhia, afetando o potencial de crescimento de curto prazo.
Esse recuo evidencia como o mercado precifica com rigor balanços que demonstram perda de tração operacional, mesmo em empresas historicamente resilientes.
Apesar da queda expressiva, o ativo encerrou o dia mantendo fundamentos sólidos, como o ROIC elevado de 33,1%, consolidando sua posição no radar de quem busca exposição à transição energética no longo prazo. Para o investidor, o foco agora se volta para a evolução da carteira de pedidos e a recuperação das margens nos próximos trimestres.
Continuaremos monitorando esses e outros movimentos estratégicos para manter você sempre bem informado.
Copom corta Selic para 14,50% e Fed mantém juros nos EUA
O cenário econômico global vive um dia de definições importantes. No Brasil, o Copom confirmou as expectativas do mercado e anunciou o corte da Selic em 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros para 14,50% ao ano. O movimento reflete a estratégia do Banco Central em ajustar o aperto monetário conforme a evolução dos indicadores internos.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve optou pela manutenção das taxas de juros. O encontro ganha um peso histórico por marcar o que pode ser a última reunião sob o comando de Jerome Powell, sinalizando uma possível transição na liderança da autoridade monetária americana em um momento de cautela com a inflação global.
Entender esses dois movimentos é essencial para investidores, já que a diferença entre os juros internos e externos dita o ritmo do câmbio e do fluxo de capital no país.
Um grande abraço e ótimos investimentos,
Tiago
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