TAURUS (TASA4)

Sediada em São Leopoldo/RS, a Taurus é uma empresa estratégica de defesa com presença consolidada nos mercados de armas no Brasil e nos EUA. A companhia conta com diversos modelos de pistolas e armas táticas, empregando mais de 2,1 mil funcionários e com exportação para mais de 100 países.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 551,1 milhões, com acréscimo de 74,0% em relação ao 1T20. Destaque para o aumento no volume de vendas de armas no período, juntamente com o melhor mix de produtos com maior valor agregado. Destaque também para a alta registrada nos ganhos com a produção de capacetes.

A empresa reportou Ebitda de R$ 175,7 milhões no 1T21, representando crescimento de 269,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 31,9%, com ganho de 16,9 p.p. em comparação ao 1T20. A margem foi positivamente beneficiada pelo melhor mix de produtos mais lucrativos.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 68,1 milhões no 1T21, revertendo o prejuízo líquido de R$ 157,1 milhões registrado um ano antes. A margem líquida ficou em 12,4% no 1T21.

MARFRIG (MRFG3)

A Marfrig é a segunda maior produtora de proteína no mundo, com foco exclusivo em carne bovina e ovina. A empresa tem capacidade para mais de 33 mil abates por dia, com pouco menos da metade vindo do Brasil (16 mil cabeças) e outros 40% vindo dos Estados Unidos (13 mil). Quanto às receitas, por outro lado, 75% vem da operação da América do Norte; apenas os outros 25% vem da América do Sul.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 17,2 bilhões, com acréscimo de 27,7% em relação ao 1T20. O grande destaque ficou com as operações na América do Norte, especialmente voltadas para o mercado interno, que se beneficiou do aumento de volume e de melhores preços praticados.

A empresa reportou Ebitda de R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2021, representando crescimento de 39,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada foi de 9,9%, com ganho de 0,9 p.p. em comparação ao primeiro trimestre de 2020. O Ebitda foi positivamente beneficiado pela boa performance das operações na América do Norte.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 279,0 milhões no primeiro trimestre do ano, revertendo o prejuízo líquida apresentado um ano antes. A margem líquida ficou em 1,6%, representando ganho de 2,6 p.p. na comparação anual.

ASSAÍ (ASAI3)

O Assaí é uma das maiores redes atacadistas do Brasil, contando com mais de 180 distribuídas pelo país e presente em 22 estados mais o Distrito Federal. A companhia detém a marca de ser a 17ª maior empresa em faturamento de receitas líquidas do Brasil, atendendo mais de 30 milhões de clientes por mês.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 9,4 bilhões, com acréscimo de 21,1% em relação ao 1T20. Destaque para mais um sólido desempenho registrado nas vendas pelo critério “mesmas lojas”, além dos ganhos advindos de novos estabelecimentos inaugurados durante o período.

A empresa reportou Ebitda de R$ 640,0 milhões no 1T21, representando crescimento de 44,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 6,8%, com ganho de 1,1 p.p. em comparação ao 1T20. Destaque para a melhor diluição de custos fixos no período, elevando o ganho de margens bruta e operacional no 1T21.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 240,0 milhões no 1T21, sendo 112,4% maior que o lucro líquido registrado um ano antes. A margem líquida ficou em 2,5% no 1T21, com ganho de 1,1 p.p. na mesma base de comparação.

ETERNIT (ETER3)

Fundada em 1939, a Eternit possui uma história de mais de 80 anos sendo líder de mercado no setor de coberturas para construção civil. Dentre seus segmentos de atuação, destaque para o de louças, metais para cozinha e banheiro e componentes para sistemas construtivos.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 270,3 milhões, com acréscimo de 137,9% em relação ao 1T20. Destaque para a ainda forte demanda de telhas de fibrocimento, o que impulsionou o aumento no volume de vendas. Vale ressaltar também o bom momento atravessado nas exportações dos produtos da empresa.

A empresa reportou Ebitda de R$ 82,4 milhões no 1T21, revertendo o Ebitda negativo registrado um ano antes. A margem Ebitda foi de 30,0%, com ganho de 34,0 p.p. em comparação ao 1T20. Destaque novamente para a performance do segmento de fibrocimento e para a retomada das exportações de fibra de crisotila.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 58,2 milhões no 1T21, novamente revertendo o prejuízo líquido de R$ 11,6 milhões registrado um ano antes. A margem líquida ficou em 22,0% no 1T21.

MINERVA FOODS (BEEF3)

A Minerva Foods é uma das líderes de produção e comercialização de carne, exportação de gado vivo e de processamento de carne bovina, suína e de aves, na América Latina. Como a capacidade de desossa da Minerva é superior à do abate, a companhia consegue processar também o gado de terceiros, maximizando a rentabilidade.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 5,8 bilhões, representando um acréscimo de 39,3% em relação ao 1T20. Destaque para o crescimento de receita bruta de 60,8% da divisão de Athena Foods. Já a divisão Brasil também reportou alta, porem na casa de 26,4%.

A empresa reportou Ebitda de R$ 484,9 milhões no 1T21, representando alta de 27,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 8,4%, com perda de 0,8 p.p. em comparação ao 1T20. As perdas de margens operacionais estão relacionadas principalmente à perda de margem bruta, a qual ficou mais pressionada pelo aumento de 42,2% dos custos com mercadorias vendidas.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 259,5 milhões no 1T21, com decréscimo de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida foi de 4,5%, com perda de 2,0 p.p.

CSN (CSNA3)

A CSN é uma grande produtora de aço plano no Brasil, que é utilizado principalmente para a fabricação de automóveis, bens de capitais, eletrodomésticos e afins. Além disso, a CSN também é a segunda maior produtora de Minério de Ferro do país, atrás somente da Vale. Ela também tem outros negócios como aço longo, cimento e logística.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 11,9 bilhões, com crescimento de 123,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a manutenção dos fortes volumes de venda, juntamente com os melhores preços praticados para o minério de ferro, aço e cimento.

A empresa reportou Ebitda Ajustado de R$ 5,8 bilhões no 1T21, representando crescimento de 336% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda Ajustada foi de 47,7%, com ganho de 23,6 p.p. em comparação ao primeiro trimestre do ano passado. Destaque para os melhores preços de venda praticados no período.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 5,7 bilhão no 1T21, revertendo o prejuízo líquido de R$ 1,3 bilhão reportado no mesmo período do ano anterior. A margem líquida ficou em 47,8%, no primeiro trimestre de 2021.

WIZ (WIZS3)

A Wiz atua fazendo a distribuição de serviços financeiros e de seguros através de uma plataforma multicanal. A companhia opera em todo território nacional, ofertando soluções presenciais e remotas, além de toda a assistência de pós-venda de seguros e produtos financeiros.

Para o 1T21, a empresa reportou receita total de R$ 224,3 milhões, com acréscimo de 32,2% em relação ao 1T20. Destaque para a aceleração observada no segmento Core Business, especialmente no que se refere à incorporação de receita da BMG Corretora. Destaque também para o desempenho de vendas novas da Rede Caixa.

A empresa reportou Ebitda de R$ 109,3 milhões no 1T21, representando acréscimo de 24,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 48,7%, com perda de 3,1 p.p. em comparação ao 1T20. Destaque para a incorporação de custos referentes às novas unidades de negócio e da BMG Corretora.

A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 63,6 milhões no 1T21, sendo 24,6% superior ao reportado no 1T20. A margem líquida foi 28,3%, representando perda de 1,7 p.p. na comparação anual.

BB SEGURIDADE (BBSE3)

A BB Seguridade é uma holding controlada pelo Banco do Brasil que atua nos segmentos de seguros, previdência e capitalização. A BBSE conta com as agências do BB como seu canal de distribuição e a distribuição desses produtos é intermediada pela BB Corretora.

A BB Seguridade registrou resultado com participações societárias de R$ 971,3 milhões no primeiro trimestre, 11,9% acima do mesmo período do ano anterior. Destaque para o bom desempenho da Brasilprev, que contou com efeito positivo da atualização de ativos e passivos dos planos de benefício definido, incremento na taxa de gestão e melhora no índice de eficiência.

O índice de sinistralidade saltou 8,1 p.p., alcançando 37,8% e com efeito da cobertura de vida para sinistros relacionados à Covid-19. O índice de despesas administrativas melhorou 1,9 p.p., atingindo 12,9% e com contribuição da redução no quadro de funcionários e menores despesas com tributos.

O lucro líquido da BB Seguridade chegou a R$ 977,1 milhões, 10,7% acima do 1T20. Além de itens comentados, o resultado é reflexo da retração no resultado financeiro da holding após a restituição de capital aos acionistas e a queda na taxa Selic.

AES BRASIL (AESB3)

AES Brasil investe há mais de 20 anos no Brasil e é uma geradora de energia elétrica 100% renovável do país. Com uma capacidade instalada operacional e em construção que somam 4,2 GW de energia exclusivamente renovável, seu portfólio é composto por fontes hidráulica, eólica e solar, com plantas localizadas nos Estados de São Paulo, Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará, além de um pipeline em análise com capacidade para mais 4,6 GW.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 556,7 milhões, com acréscimo de 12,6% em relação ao 1T20. Destaque para o ganho de margem hídrica, impulsionado por evento extraordinário do ressarcimento do GSF. Além disso, houve importantes aumentos em margem eólica e solar no período.

A empresa reportou Ebitda de R$ 349,0 milhões no 1T21, representando acréscimo de 11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 62,7%, com perda de 0,6 p.p. em comparação ao 1T20. Os ganhos com Ebitda foram impulsionados pelos eventos comentados anteriormente.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 93,0 milhões no 1T21, sendo 23,4% maior que o reportado no 1T20. A margem líquida ficou em 16,7%, apresentando ganho de 1,5 p.p. na comparação anual.

TAESA (TAEE11)

A TAESA é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica no Brasil, com 9.868km de linhas de transmissão em operação e oito projetos em desenvolvimento em todas as regiões do país, além de 70 subestações.

Para o 1T21, a empresa reportou receita líquida regulatória de R$ 386,4 milhões, representando um acréscimo de 3,6% em relação ao 1T20. Destaque para a entrada em operação da Mariana Transmissora em maio de 2020, efeito das aquisições das concessões São João, São Pedro e Lagoa Nova entre os períodos em comparação e reajuste inflacionário previsto nos contratos, com variação de 6,51% em indexados ao IGP-M e de 1,88% em indexados ao IPCA.

A empresa reportou Ebitda Regulatório de R$ 316,7 milhões no 1T21, representando acréscimo de 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ficou em 82,0%, com perda de 1,9 p.p. em relação ao obtido no 1T20.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 107,8 milhões no 1T21, sendo 22,6% menor que o lucro reportado no 1T20, sentindo os efeitos do forte aumento em despesas financeiras para financiar o projeto de expansão.