O IBGE divulgou que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% nos três meses até maio, o menor índice para o mês desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012.
O resultado está em linha com a mediana das previsões de analistas consultados pela Reuters.
A população desocupada somou 6,1 milhões de pessoas, estável em relação ao trimestre anterior, mas com uma queda de 9,3% em comparação ao mesmo período do ano passado.
A população ocupada alcançou 102,7 milhões, apresentando um aumento de 0,5% no trimestre e de 0,8% no ano.
O nível de ocupação foi de 58,6%, com leve variação positiva.
O contingente de empregados no setor privado com carteira assinada permaneceu estável, assim como os trabalhadores sem carteira e os autônomos.
No entanto, os trabalhadores domésticos mostraram uma queda de 328 mil postos em relação ao ano anterior.
O setor público, por sua vez, cresceu 3,6% no número de empregados, mas com uma redução de 3,1% no rendimento médio mensal real.
A pesquisa destacou que o aumento da ocupação em setores formais se deve à baixa taxa de desocupação, que faz com que os trabalhadores busquem melhores condições de trabalho.
