A PetroReconcavo entregou um conjunto de resultados fraco no primeiro trimestre de 2026, evidenciando dificuldades operacionais significativas na comparação anual.
A produção média bruta recuou 11% frente ao 1T25, encerrando em 24,4 mil boe/dia , impactada por paradas não programadas e falhas mecânicas em poços de alta vazão, especialmente no Ativo Bahia.
Esse declínio produtivo, somado à valorização do real frente ao dólar e à menor comercialização de gás de terceiros , resultou em uma Receita Líquida de R$ 684 milhões, uma queda expressiva de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No lado financeiro, o cenário foi agravado por um salto de 14% no lifting cost, que atingiu US$ 15,82/boe , refletindo a menor diluição de custos fixos sobre uma base de produção encolhida.
O EBITDA acompanhou a retração, caindo 27% para R$ 310 milhões , enquanto o Lucro Líquido sofreu uma redução de 46% na comparação anual, totalizando R$ 124 milhões.
