Ranking: Os Fundos Imobiliários mais Pagadores de Dividendos

Fundos Imobiliários
Em busca de renda passiva na Bolsa de Valores? Entenda como funciona o Dividend Yield e conheça os Fundos Imobiliários que pagaram os maiores dividendos nos últimos 12 meses.

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Em busca de renda passiva na Bolsa de Valores? No artigo especial de hoje, trazemos a lista dos 10 Fundos Imobiliários que mais pagaram proventos nos últimos 12 meses.

Além disso, explicamos os cuidados que todo investidor deve ter ao avaliar o indicador DY (Dividend Yield) e por que alguns desses rendimentos apresentados não devem se repetir nos próximos trimestres.

Confira!

DIVIDEND YIELD: COMO FUNCIONA?

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno com o recebimento de proventos.

No caso dos Fundos Imobiliários, esses proventos podem ser provenientes de aluguéis ou do recebimento de juros de títulos de renda fixa, por exemplo.

Abaixo, segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o fundo pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo, se um Fundo Imobiliário estivesse custando hoje R$ 100 na Bolsa e tivesse pago R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

O RANKING

Realizamos um estudo com o rendimento dos Fundos Imobiliários. Abaixo, listamos os FIIs com maior Dividend Yield nos últimos 12 meses:

Nome

Código

Dividend Yield

GAZIT MALLS

GZIT11

19,99%

CARTESIA RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

CALR11

19,87%

DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

DEVA11

19,44%

KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE

KORE11

18,24%

HECTARE CE

HCTR11

17,90%

KILIMA VOLKANO RECEBÍVEIS

KIVO11

17,89%

MÉRITO DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO I

MFII11

17,71%

VALORA RENDA IMOBILIÁRIA

VGRI11

17,33%

VINCI IMÓVEIS URBANOS

VIUR11

16,16%

LIFE CAPITAL

LIFE11

16,16%

Fonte: Dados dos Fundos

CUIDADOS AO USAR O INDICADOR

É muito importante ressaltar que o desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.

Ou seja, os ganhos tanto de dividendos quanto de valorização das cotas podem não se repetir.

A lista inclui fundos de diferentes segmentos, como tijolo, papel e híbridos. Isso torna a análise mais complexa, já que cada tipo de FII possui características, fontes de renda e riscos distintos.

No caso dos FIIs de papel, muitos ainda possuem em seus portfólios CRIs atrelados a índices de preços (como IPCA e IGP-M) ou ao CDI. Esses fundos podem apresentar dividend yields elevados em determinados períodos, especialmente em cenários de juros altos ou inflação pressionada.

No entanto, esse nível de rendimento tende a oscilar conforme o ciclo econômico.

Já os FIIs de tijolo, por sua vez, dependem mais diretamente da ocupação dos imóveis, reajustes contratuais e dinâmica do mercado imobiliário.

Eventuais ganhos extraordinários, como revisões contratuais, venda de ativos ou receitas não recorrentes, também podem inflar temporariamente os dividendos.

Outro ponto essencial é que fundos cujas cotas sofreram quedas relevantes de preço tendem, automaticamente, a apresentar um dividend yield mais elevado. Isso ocorre porque o indicador é calculado com base no preço atual da cota.

No entanto, essa “aparente atratividade” pode refletir problemas de qualidade, deterioração dos ativos ou aumento de risco, e não necessariamente uma oportunidade.

Além disso, o cenário macroeconômico segue sendo um fator determinante.

Movimentos na taxa de juros, inflação e atividade econômica impactam diretamente tanto os fundos de papel quanto os de tijolo.

Portanto, este é um exemplo clássico de que dividend yields elevados nem sempre são sustentáveis ao longo do tempo.

CONCLUSÃO

Os exemplos acima ilustram a importância de não utilizar indicadores como o Dividend Yield de maneira isolada.

Afinal, olhando o yield dos FIIs citados, é possível ter a impressão de que se trata de uma boa oportunidade, o que, na nossa avaliação, pode não ser verdade.

Antes de recomendarmos um Fundo Imobiliário, fazemos uma análise ampla, que leva em conta diversos fatores, como: qualidade e transparência da gestão, localização dos imóveis, histórico do fundo, vacância, contratos de locação, entre outros.

Além disso, sempre recomendamos que o investidor tenha uma carteira diversificada, o que minimiza riscos e pode maximizar os ganhos no longo prazo.

POR QUE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de investir em imóveis.

Além de os rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir em empreendimentos logísticos, corporativos, shoppings, entre outros, além de títulos atrelados ao mercado imobiliário.

DESEMPENHO DA CARTEIRA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Abaixo, segue o desempenho Carteira Capitalizo de FIIs e REITs desde Outubro de 2017 até hoje. Perceba que, nesse período, o nosso retorno é muito superior ao apresentado pelo IFIX:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

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