Ações de proteínas caem com novas cotas da China para carne bovina

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As ações de empresas do setor de proteínas registraram forte queda no primeiro pregão de 2026 na B3. Por volta das 10h51 desta sexta-feira (02/01), os papéis da Marfrig (MBRF3) recuavam 4,45%, a R$ 19,09, enquanto Minerva (BEEF3) caía 4,34%, a R$ 5,51.

O movimento ocorre após o governo da China anunciar a imposição de cotas por país para a importação de carne bovina, com tarifa adicional de 55% sobre os volumes que excederem os limites estabelecidos.

A medida foi comunicada pelo Ministério do Comércio chinês (Mofcom), entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026 e terá validade até 31 de dezembro de 2028.

Pelo novo regime, o Brasil terá cota de 1,106 milhão de toneladas em 2026, volume que sobe para 1,128 milhão em 2027 e 1,154 milhão de toneladas em 2028, sem incidência de tarifa adicional.

Em 2025, até novembro, o Brasil já havia exportado 1,499 milhão de toneladas de carne bovina para a China, totalizando US$ 8,028 bilhões.

Outros grandes exportadores também tiveram cotas definidas.

As novas regras devem alterar os fluxos de comércio global da proteína, com possibilidade de redirecionamento de volumes para outros mercados e maior volatilidade nos embarques ao longo do ano.

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