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Muitos investidores têm dúvidas sobre como fazer uma reserva de valor pensando em longo prazo. Previdência, Fundos de Investimentos, Ações, LCIs, LCAs, enfim, existem diversas formas de investirmos nosso dinheiro em longo prazo. A pergunta que fica é:

Vale a pena poupar investindo no Tesouro Direto ?

O simples ato de acumular dinheiro já é válido, mas sempre escutamos que uma boa forma de se fazer isso é na poupança. Conforme já comentamos outras vezes, em alguns casos, para aplicações de curtíssimo prazo, a poupança pode ter vantagens em relação a outros produtos, mas para investimentos com resgate superior a três meses, dificilmente a poupança vai ser uma boa opção.

Abaixo, temos um comparativo em longo prazo entre Tesouro Direto x Poupança. Fizemos questão de colocar um Título Público, por ser a aplicação mais segura do mercado, garantida pelo Tesouro Nacional.

Fizemos questão, também, de usar como exemplo uma aplicação que nos proteja contra a alta da inflação em longo prazo, ou seja, simulamos a aplicação com NTN ou Notas do Tesouro Nacional, que nos garantem a correção do dinheiro pela inflação somadas a uma Taxa Fixa.

A simulação

Vamos supor que compramos, por exemplo, uma Título que nos remunere com IPCA+6% ao ano. Isso significa que, aconteça o que acontecer, nosso dinheiro será corrigido pela inflação, medida pelo IPCA (seja ela de 2% ou 40% ao ano) e, sobre esse valor corrigido, ainda vamos ganhar mais 6%.

A inflação é, justamente, o pior inimigo de um investidor em longo prazo, pois ela corrói o poder de compra do nosso dinheiro. De nada adianta, por exemplo, a poupança render 5%, se inflação bater 7%.

Outros balizadores utilizados nessa simulação:

Inflação utilizada: 6,17% (que foi a média do IPCA de 2000 até 2016);

Taxa Fixa: 5,23%;

Aplicação inicial: R$ 10.000,00;

Aportes mensais: R$ 500,00 (lembrando que o mínimo de aplicação no Tesouro é R$ 30,00);

Título Público utilizado: Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 (NTNB).

Resultados da simulação (considerando o resgate em maio/2035):

Enquanto na poupança teríamos acumulado R$ 244.800, nos Títulos do Tesouro o montante seria de R$ 390.752. Nesse caso, a diferença de ganho a favor do Tesouro Direto seria de quase 60% ou R$ 145.952. Além disso, não precisamos esperar até 2035 para utilizar o dinheiro. Porém, pudemos perceber que, apenas projetando "uma média do que aconteceu", os ganhos da aplicação no Tesouro tendem a ser muito maiores que na poupança.

O mais interessante é que podemos melhorar ainda mais esses números, já que hoje temos,  além dos Títulos atrelados à Inflação, os Títulos Prefixados e os atrelados à Taxa de Juros. Cada um desses Títulos tem suas próprias características e momento ideal para aplicação.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

 

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Fontes das Informações: Valor. InfoMoney. Quantum. Estadão. Broadcast. Folha. Exame. B3. MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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