Quem fiscaliza as CASAS DE ANÁLISE? Como fazemos na CAPITALIZO?

Casa de analises

O mercado de recomendações de investimento está crescendo no Brasil, e já conta com mais de 7.200 profissionais de investimento, distribuídos em todo território nacional.

E é claro que, para evitar manipulação de mercado, conflitos de interesse, insider trading e divulgação de informações enganosas, é preciso uma ampla fiscalização e regulação.

Mas quem fiscaliza as casas de análise no Brasil? E como fazemos o controle das nossas recomendações aqui na Capitalizo?

É disso que vou falar hoje!

Quem fiscaliza as recomendações das casas de análise?

As casas de análise devem seguir as normas estabelecidas pela APIMEC (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários)

Algumas das principais obrigações incluem:

1 – Registro e certificação

A casa de análise deve ser registrada na CVM, e os analistas de valores mobiliários que atuam na empresa precisam possuir certificação da APIMEC e também estarem registrados na CVM.

2 – Código de conduta e independência

As casas de análise devem seguir o Código de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários, garantindo independência e imparcialidade na elaboração dos relatórios, evitando conflitos de interesse, como a recomendação de ativos nos quais tenham posição ou outras ações que possam comprometer a imparcialidade.

3 – Transparência e divulgação

Os relatórios de análise devem conter informações claras sobre os critérios utilizados na recomendação, assim como os riscos envolvidos, além de avisos sobre eventuais conflitos de interesse, como participação acionária ou relação comercial com empresas analisadas.

4 – Compliance e supervisão

As casas de análise devem ter um programa de compliance, e manter registros e documentos que comprovem a metodologia de análise e os procedimentos internos.

5 – Publicidade e comunicação

As casas de análise devem seguir as regras de publicidade, evitando informações enganosas ou que possam induzir o investidor a erro.

E é claro que a Capitalizo segue todas essas regras…

…mas nós ainda vamos além!

Veja como!

Como fazemos controle de nossas recomendações aqui na Capitalizo?

Hoje, a Capitalizo – sozinha – é responsável por entre 10% e 11% de todos os relatórios de casas de análise no Brasil, sejam vinculadas a bancos ou não.

Eu acho, inclusive, que eles não aguentam mais receber nossos e-mails…


Mas isso é um passo fundamental para garantir segurança e transparência. A gente faz questão de passar tudo para a APIMEC, para ficar tudo registrado. 

Isso, é claro, depois de ficar tudo registrado no nosso sistema. A melhor auditoria é o próprio cliente. Qualquer cliente nosso pode ver nossas operações feitas em conta real, e os resultados estão todos no sistema.

Se ver algo estranho, o cliente pode questionar qualquer coisa com a APIMEC. Porém, nunca tivemos problemas em relação a isso.

Como nossos relatórios são enviados todos os dias, todos os dias estamos informando as autoridades de nossas movimentações. Além disso, de semestre em semestre, a gente precisa encaminhar tudo que foi enviado novamente para eles conferirem.

Inclusive, além de encaminhar diariamente e semestralmente as informações, a APIMEC também faz auditorias regulares. Por exemplo, dê uma olhada nessa que foi feita no dia 30 de julho de 2024, quando eles solicitaram todas as análises relativas à carteira Tiago Prux:


Ou seja, não tem “escapatória”. 

Tudo fica registrado, tudo fica certinho. Eles auditam, eles fazem tudo. E, internamente, nós também fazemos, porque é algo que a gente faz questão: que tudo esteja correto.

Temos orgulho do controle que temos em relação às nossas recomendações, e de sermos credenciados nota 10 na APIMEC. 

Esse é o respeito e tranquilidade que nossos clientes merecem!

E você, está satisfeito com seus investimentos?

O objetivo da Capitalizo Consultoria é que nosso cliente tenha acesso às melhores recomendações do mercado, adequadas ao seu perfil, de forma independente e transparente.

Na prática, isso significa alinhamento de interesses e que você tenha ao seu lado alguém em que possa confiar.

Se você investe acima de R$ 300 mil através de Bancos e Corretoras e quer ir além nos seus investimentos, clique no botão abaixo para conhecer mais sobre a Capitalizo Consultoria. Fale conosco pelo WhatsApp e agende uma conversa para saber como podemos te ajudar.

OS PERIGOS DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO – e por que nós recomendamos cada vez menos deles

Fundos

Aqui na Capitalizo, nós estamos, pouco a pouco, parando de investir em Fundos de todos os tipos.

E temos muitos motivos para isso.

Na nossa Casa de Análise e no nosso serviço de Consultoria, recebemos muitos clientes que já têm investimentos. Cerca de 90% desses investidores vêm de bancos e corretoras, e estão insatisfeitos com suas carteiras.

Qual o investimento mais frequente nessas carteiras? Fundos de Investimento de diferentes categorias.

Por isso, hoje, quero falar mais destes ativos e da razão para estarmos parando de investir neles! Confira!

✅ Quais as vantagens de investir em Fundos de Investimento?

Antes de qualquer coisa, quero dizer que o investimento em Fundos não é necessariamente uma escolha errada sempre. Essa classe de ativos ainda possui algumas qualidades interessantes… 

Primeiramente, colocar seu dinheiro para um terceiro gerir, sem precisar cuidar de nada, é algo que traz tranquilidade para muitas pessoas que não desejam ter um envolvimento tão grande nas suas decisões de investimento. 

Além disso, Fundos oferecem uma vantagem tributária em relação a investir individualmente. Se você vender um valor acima de R$ 20 mil em ações, pagará imposto, mas dentro da carteira de Fundos, não. 

A troca de ativos acontece internamente e o imposto é pago somente no resgate.

No entanto, as vantagens acabam por aí, e os problemas dos Fundos de Investimento hoje são tão grandes que suas vantagens acabam não compensando.

Por isso recomendamos fugir da maior parte dos gestores, das gestoras e dos fundos de investimento, e a seguir vou explicar mais sobre isso.

❌ Quais as desvantagens de investir em Fundos de Investimento?

As desvantagens que os Fundos oferecem hoje, infelizmente, superam e muito as vantagens.

1 – Dificuldade de gestão devido ao crescimento

Com o crescimento desta indústria no Brasil, as corretoras e bancos passaram a atuar como distribuidores desses produtos, estimulando gestoras a criarem mais Fundos.

Assim, gestoras que começaram pequenas e focadas passaram a ter que gerir valores maiores e sair de seus círculos de competência.

E gerir R$ 10 bilhões é muito mais complexo do que gerir R$ 500 milhões, o que acaba tirando do Fundo a capacidade de entregar resultados consistentes.

2 – Escolha limitada de ações

Fundos não podem investir nas mesmas ações que investidores individuais, por um simples motivo: volume financeiro.

O investidor individual pode comprar ações com menor liquidez, de empresas menores e com mais potencial de crescimento. Inclusive, boa parte das nossas recomendações são de Small Caps promissoras.

Porém, para um Fundo que precisa investir R$ 1 bilhão em cada ação, comprar uma fatia de 50% de uma empresa pequena, de R$ 2 bilhões de valor de mercado, pode ser muito difícil, para não dizer impossível.

Por isso, Fundos acabam deixando muito dinheiro na mesa em forma de boas oportunidades perdidas.

3 – Período de resgate

Vários Fundos de Ações possuem um período de resgate de 30 dias. Ou seja, se o investidor solicitar o resgate hoje, só daqui 30 dias ele o receberá (e saberá quanto realmente vai receber).

4 – Custos e taxas

Além de tudo isso, a política de custos dos Fundos é complicada. 

Nós, que trabalhamos com consultoria, ainda nos espantamos com a quantidade de fundos que cobram 2% de taxa de administração mais 20% de performance

A maioria dos Multimercados e Fundos de Ações segue essa estrutura, que é um custo muito alto.

5 – Falta de transparência

Finalmente, a transparência dos Fundos tem inegavelmente diminuído com o tempo. 

De um ano para cá, os Fundos passaram a ter um prazo maior para divulgar posições na CVM, dificultando ainda mais o acompanhamento. 

Mesmo gestoras com as quais tínhamos contato mais próximo começaram a relutar em passar informações. Isso nos preocupa.

Por que nós recomendamos cada vez menos Fundos?

Por todos esses motivos de custos, falta de foco e transparência e desvantagens em relação ao investimento direto, estamos, desde o início da Capitalizo, em 2017, reduzindo aos poucos a posição em fundos.

Para nós seria muito mais fácil recomendar um Fundo de Ações do que recomendar uma ação específica e ter que acompanhar a empresa de perto. Porém, o fato de que essa indústria vem mudando – e para pior – nos impede de fazer isso mantendo o foco no resultado dos nossos clientes.

Excluindo alguns tipos de Fundos, como previdência, que não dá para fazer de outra forma, e alguns Fundos de Ações, praticamente eliminamos tudo em termos de recomendação para esse tipo de ativo. 

E, pelo jeito, a tendência é recomendarmos cada vez menos. 

Acho importante escrever esse tipo de material para manter a transparência sobre como vemos investimentos aqui na Capitalizo. Afinal, para nós, seu resultado e sua tranquilidade são nossos maiores focos.

E você, está satisfeito com seus investimentos?

O objetivo da Capitalizo Consultoria é que nosso cliente tenha acesso às melhores recomendações do mercado, adequadas ao seu perfil, de forma independente e transparente.

Na prática, isso significa alinhamento de interesses e que você tenha ao seu lado alguém em que possa confiar.

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